Inquérito
vai apurar concurso (Foto: Divulgação/MPE)
O
Ministério Público do Pará (MPE), através da promotora de Justiça Maria da
Penha de Mattos, da 4ª promotoria de Direitos Constitucionais Fundamentais,
instaurou inquérito civil para apurar o concurso público da Companhia Docas do
Pará (CDP) de 2012.
Em
2012, a companhia realizou dois distintos, para preencher vagas na sua
estrutura funcional, um para o cargo de guarda portuário e outro para o
provimento dos demais cargos do quadro de pessoal. No concurso destinado para
guarda portuário, mesmo após um ano da aplicação da quinta etapa, não foi
realizada a sexta e última etapa.
Muitos
candidatos deixaram os outros empregos para poder se apresentar à aula
inaugural do curso de habilitação ao cargo de guarda portuário. A última
convocação da CDP, publicada no site da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da
Pesquisa (Fadesp), organizadora do concurso, data do dia 30 de agosto de 2013,
mas até então não ocorreu.
Segundo
o MPE, as atividades exercidas pela Guarda Portuária são de fundamental
importância para o cumprimento dos objetivos do Plano Nacional de Segurança
Pública Portuária, que tem por objetivo o de aperfeiçoar o sistema de segurança
pública nos portos, terminais e vias navegáveis.
Dentre
as atribuições destes cargos estão visar o combate ao narcotráfico e ao crime
organizado nos portos, terminais e vias navegáveis, o controle de entrada e
saída de armas no país, a repressão ao roubo/furto de cargas e a utilização do
Subsistema de Inteligência de Segurança Pública.
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ENQUANTO O MPE CONCLUI QUE as atividades exercidas pela Guarda Portuária são de fundamental importância, INFELIZMENTE, SEGUNDO COMENTÁRIOS GERAIS NO AMBITO DA CIA, EM UMA REUNIÃO COM MEMBROS DOS SINDICATOS, O ATUAL PRESIDENTE DA CIA TERIA AFIRMADO QUE QUALQUER UM FAZ O QUE UM GUARDA PORTUÁRIO FAZ, ATÉ MESMO UM SIMPLES MACACO.
ResponderExcluirNÃO ENTENDO COMO NNGUÉM NESSA REUNIÃO SE INCMODOU COM ISSO, JÁ QUE TAL AFIRMAÇÃO SE REFERIU A TODOS OS PROFISSIONAIS NO BRASIL QUE EXERCEM ESSA
A ATIVIDADE.
ATT
CILENO BORGES
Seria orrivel se verdadeiro Pois vindo de uma autoridade Da Marinha que sabe a responsabilidade que um guarda portuário ostenta durante ô plantão de 12 horas muitas vezes cansativas pois muitas vezes na auzencia do foncionario que da entrada nas mercadorias ô guarda portuario se obriga a desvio de função pra fazer o serviço de outros.
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