Postagem em destaque

APÓS TENTAR A TERCEIRIZAÇÃO, CDP DIVULGA NOVO CONCURSO PARA A GUARDA PORTUÁRIA

  Inscrições seguem até 13 de agosto de 2026. Concurso oferece inicialmente 15 vagas para guarda portuário A Companhia Docas do Pará – CDP...

Mostrando postagens com marcador área de fundeio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador área de fundeio. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

0

OPERAÇÃO CONJUNTA É REALIZADA NA ÁREA DE FUNDEIO DO PORTO DE ITAQUI

A ação foi comandada pela Marinha do Brasil. Objetivo foi verificar a possível prática de operação não autorizada de abastecimento de navios

Na última quarta (11), foi realizada uma fiscalização de operação offshore, na área de fundeio do Complexo Portuário do Porto de Itaqui, no Maranhão.

A operação contou com a participação da Marinha do Brasil (MB) – a partir da Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) – Autoridade Portuária, Polícia Federal (PF), Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),

A diligência, com o apoio da aeronave de suporte operacional, sob gestão da Autoridade Portuária do Porto do Itaqui, foi realizada com o objetivo de verificar a possível prática de operação não autorizada de abastecimento de navios na área regulamentada pela Marinha para fundeação.

A ação foi comandada pela Marinha do Brasil, autoridade marítima responsável por emitir autorização para esse tipo de atividade. A Emap foi acionada como autoridade portuária responsável, sob coordenação da autoridade marítima - Marinha do Brasil, pela área de fundeio e sua fiscalização.

“Graças ao fortalecimento dos recursos de segurança portuária que tem sido feito desde o início dessa gestão, pudemos realizar essa operação inédita, com sobrevoo de helicóptero na área de fundeio do complexo portuário para verificarmos a existência ou não de abastecimentos não autorizados pela autoridade marítima. Esse passo é de extrema importância para toda a segurança de nosso litoral e para que possamos prevenir possíveis acidentes com impacto ambiental”, explicou o presidente da Emap, Gilberto Lins.

A operação foi avaliada como um sucesso pelas equipes dos órgãos envolvidos, principalmente pela utilização da única aeronave capaz de realizar voos offshore disponível no Maranhão. As condições observadas, durante o sobrevoo, foram registradas pelos órgãos ambientais, pela Polícia Federal e Capitania dos Portos e deverão ser estudadas e avaliadas a partir de agora.

"Conseguimos ter um apanhado geral de como estão as operações na área de fundeio, especialmente nas áreas três e quatro, foco desta primeira fiscalização. Além disso, a ação de hoje marca o início de uma parceria que só tende a render bons frutos para o Maranhão", declarou o Capitão dos Portos do Maranhão, Alexandre Roberto Januário.

Como resultado do trabalho, o capitão informou, por meio de ofício divulgado no último dia 11, que está proibida a realização de operação de bunkering (abastecimento) na Baía de São Marcos, dentro ou fora das áreas de fundeio, até que seja proferida autorização por parte da Capitania dos Portos do Maranhão.

Área de fundeio

A área de fundeio é o nome dado ao local pré-estabelecido e regulamentado pela Marinha, onde uma embarcação pode lançar âncoras enquanto aguarda sua vez de atracar no porto. No Complexo Portuário do Itaqui, a autoridade marítima responsável por esta regulamentação é a Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA).

De acordo com a Lei dos Portos (Nº 12.815/13), a delimitação das áreas de fundeadouro também compete à autoridade portuária, sob coordenação da autoridade marítima. A operação, portanto, cumpre esse dever legal ao avaliar, minuciosamente, a segurança de operações de abastecimento de embarcações offshore nessa área.

Segundo as autoridades envolvidas na iniciativa, além de coibir atividades não-autorizadas pela Capitania, a ação busca, sobretudo, prevenir danos ambientais que possam ser causados por derramamentos de óleos combustíveis marítimos e garantir a integridade do ecossistema da Baía de São Marcos.

"Essa é a primeira operação conjunta que a Emap participa, aplicando a nossa visão de sempre buscar a sustentabilidade de nossas operações e a prevenção de possíveis danos ao meio ambiente. A partir de agora, pretendemos manter esta fiscalização como rotina em nosso porto", revelou a gerente de meio ambiente da Emap, Luane Lemos.

Toda a operação foi muito bem planejada, com reuniões prévias que definiram seus parâmetros. A partir de agora, com o auxílio da aeronave disponibilizada pela Emap, essas operações de fiscalização se tornarão constantes, sempre realizadas em consonância com a Marinha do Brasil e demais órgãos.

Além disso, o delegado afirma que os indivíduos atuam em forma de “consórcio” onde cada carregamento de drogas possui um dono diferente com logomarcas próprias. Essa grande quantidade de entorpecentes é transportada junta e depois dividida entre seus respectivos donos. “Se perder, nem todos perdem muito, cada um perde um pouco”, explica Tavares.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e adicionado o link do artigo. 

Continue lendo ►

sexta-feira, 2 de julho de 2021

0

POLÍCIA AMBIENTAL DETÉM HOMEM NA ÁREA DE FUNDEIO DO PORTO FDE SANTOS

 


Ele estava comercializando diversos produtos irregularmente, caracterizando Infração Aduaneira

No último sábado (26), uma equipe de Policiamento Ostensivo Náutico, da Polícia Militar Ambiental Marítima de SP, subordinada ao 3° BPAmb, flagrou um homem de 37, vendendo produtos aos tripulantes de um navio, na área de fundeio, no Porto de Santos, litoral de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar Ambiental Marítima, a equipe estava em patrulhamento para prevenir a pirataria na região dos fundeadouros, quando viram um bote vermelho de fibra de vidro encostado em um navio, de bandeira liberiana.

Ao avistar a lancha-patrulha da PM, o homem tentou fugir, contornando o navio, mas foi alcançado pelos policiais.

Na abordagem, os policiais encontraram na embarcação, escondidos embaixo de uma grande rede de pesca, diversos produtos que estavam sendo comercializados irregularmente.

Na ação foram apreendidas 24 garrafas de bebida alcóolica, 22 cartões de celular e US$ 250. O proprietário alegou aos policiais que é do Paraná e estava vendendo os produtos aos tripulantes dos navios naquela região de fundeadouro.

De acordo com a PM Marítima, a ação de "Embarcação atracar ao navio, de modo a tornar possível o transbordo de pessoa ou carga, sem observação das normas legais e regulamentares", caracteriza Infração Aduaneira, conforme o inciso III do artigo 688 do Regulamento Aduaneiro, e resulta em penalidade de "perdimento", com base no parágrafo 1° da mesma normativa.

A ocorrência foi apresentada à autoridade alfandegária, onde o analista tributário da Receita Federal do Brasil (RFB) abriu inquérito sobre a ação. Após ser ouvido, o homem foi liberado e responderá à infração em liberdade.

A embarcação utilizada na infração, um pequeno bote de fibra de vidro e o motor de popa 30hp, bem como toda a mercadoria, foram apreendidos.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►

terça-feira, 30 de julho de 2019

0

TRANSBORDO DE CARGA EM ÁREA DE FUNDEIO VEM SENDO DEBATIDO POR AUTORIDADES PORTUÁRIAS EM SANTARÉM



O sistema já tem sido adotado em diversos lugares do Brasil e do mundo.
O transbordo de carga em área de fundeio tem sido pauta de reuniões entre a Capitania Fluvial, a Receita Federal, Guarda Portuária e Companhia Docas do Pará (CDP). O objetivo é delimitar regras para a realização desta atividade levando em conta a legislação, além de determinar ações e definir a atuação de cada órgão em relação. Uma delas ocorreu no dia 12 de julho, na sede da Capitania Fluvial de Santarém.
O aumento significativo da exportação de produtos como grãos e combustíveis tem aumentado também a demanda portuária da região e os terminais de Santarém passam a ser cada vez mais estratégicos para a logística deste mercado. 
A construção de novos terminais hoje exigiria um investimento muito alto, além de grandes entraves por conta da legislação e possíveis impactos ambientais. A saída mais viável, seria aumentar a área de fundeio no leito do Rio Tapajós, com uma poligonal que se estenderia por uma faixa de 30 km.
Atualmente, os Portos da CDP e da Cargill operam no embarque e desembarque de três navios, simultaneamente, enquanto a fila de espera reúne até quatro navios. Com a utilização da área de fundeio, a capacidade operacional deve dobrar, aumentando para sete, o número de navios em operação.
Essa alternativa foi apresentada dentro do Plano de negócios, baseados no Plano Mestre desenvolvido pelo Ministério da Infraestrutura que identifica as potencialidades e os gargalos na região, e que também vem sendo debatido entre empresários e o poder público local por meio do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Sustentável (GGI).
Área de fundeio pode ser definida como um sinônimo de ancoradouro ou fundeadouro, ou seja, local onde a embarcação lança âncora, previamente aprovado e regulamentado pela autoridade marítima em determinado ponto do rio para o embarque e desembarque de cargas diretamente entre navios, sem a necessidade de atracação no cais (desembarque água a água).
O sistema já tem sido adotado em diversos lugares do Brasil e do mundo, porém, ele ainda não tem sido regulamentado em Santarém, justamente por conta da ausência de legislação específica. O projeto para autorizar a modalidade ainda está em fase de análise. Atualmente, a CDP vem utilizando o transbordo de carga de barcaças para navios que estejam atracados nos terminais.
Fonte: OESTADONET


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►

LEGISLAÇÕES