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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

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ANGPB COBRA ATUAÇÃO DO SINDICATO NA DEFESA DOS TRABALHADORES




“A Codesp terá que pagar pela incompetência de seus gestores”, afirmou Cirino
Na última sexta-feira (10), o Presidente da Associação Nacional da Guarda Portuária do Brasil (ANGPB), Vilmar Soares dos Santos, protocolou no Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (SINDAPORT) o Ofício nº 08/2017, onde questiona o presidente, Everandy Cirino dos Santos, sobre a sentença do processo nº 0001552-25.2015.5.02.0444.

Fato Gerador
Em maio de 2015 a Codesp implantou a “Operação Curto Circuito”, com o objetivo de conter os furtos de cabos de cobre que vinham ocorrendo na usina de Itatinga, em Bertioga. Para a realização da operação, a jornada de trabalho dos guardas portuários foi alterada de seis para doze horas, sem acordo com o sindicato.
Assembleia
Na assembleia realizada em 28 de agosto de 2015, os guardas portuários não concordaram com a proposta da empresa de alteração na jornada e decidiram que o Sindicato poderia ingressar com mandado de segurança, com a participação do Ministério Público do Trabalho, na tentativa de colocar fim ao horário irregular que vinha sendo praticado.
Notificação à Codesp
Na época, o SINDAPORT também fez questão de enviar ofício para conhecimento do superintendente de Recursos Humanos da Codesp, Pedro Augusto Chibebe Waller (ofícios P239/2015, P254/2015, P238/2015 e P240/2015), para que providências fossem tomadas visando suspender a imposição do cumprimento de turno de 12 horas.
“Infelizmente como ninguém tomou nenhuma providência sobre a irregularidade cometida, entramos na Justiça e agora a Codesp terá que pagar pela incompetência de seus gestores”, afirmou Cirino, assim que saiu a decisão, enfatizando que a resposta da Codesp por meio de ofício foi a de que a empresa aguardaria a manifestação na Justiça para tomar providências determinadas por decisão judicial.
Julgamento
No julgamento, ocorrido em 15/12/2016, a Codesp foi condenada ao pagamento de multa diária de R$10 mil por infração e trabalhador prejudicado e ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 100 mil, que deverá ser revertido ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), as custas do processo e os reflexos futuros em ações trabalhistas.
Solicitação da ANGPB
A ANGPP solicitou ao presidente do Sindaport dar sequência ao processo, com o pedido de responsabilização e consequente reparo aos cofres da Codesp, dos responsáveis, pois além de causar prejuízos a empresa, prejudicou os trabalhadores, pois o excesso de horas extras pagas, as multas e as futuras ações trabalhistas irão refletir no pagamento referente ao Programa de Lucros e Resultados (PLR).

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

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REIVINDICAÇÕES DOS EMPREGADOS SÃO LEVADAS PELO PRESIDENTE DO SINDAPORT AO MINISTRO DOS TRANSPORTES




A Regulamentação da Guarda Portuária foi o ponto alto da reunião
"Nos últimos anos a participação e as sempre oportunas intervenções dos ministros responsáveis pela pasta dos Portos objetivando a normatização, pacificação e manutenção da boa ordem tem sido de vital importância na relação capital e trabalho verificada no setor, sobretudo nas administradoras estatais, e o cartão de visitas apresentado pelo ministro dos Transportes, Maurício Quintella, nos indica que os trabalhadores portuários da Codesp poderão contar com ele, se preciso for."
Repleta de otimismo, foi essa a reação do presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, ao término da conversa que manteve com Quintella, na última quinta-feira, quando o ministro esteve em Santos para, junto com o presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Alex Oliva, dar o pontapé inicial às comemorações do aniversário de 125 anos do complexo santista
Ao lado de políticos da região, autoridades locais, executivos do setor da navegação, dirigentes da estatal, sindicalistas e demais simpatizantes, o líder do Sindaport acompanhou o titular dos Transportes durante a cerimônia de inauguração do Centro de Controle de Tráfego de Embarcações, o Vessel Traffic Management Information (VTMIS), na Ponta da Praia. Em seguida, a comitiva rumou para a sede da Codesp, onde Quintella reinaugurou o auditório do edifício-sede da empresa e assinou o contrato de dragagem já licitado pelo Governo Federal, evento que contou com a presença do prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa.
Ao término das formalidades, Cirino foi convidado por Alex Oliva e pelo secretário de Políticas Portuárias do Ministério dos Transportes (MT), Luiz Fernando Garcia da Silva, que também preside o Conselho de Administração da Codesp (Consad), para uma oportuna e improvisada audiência com o ministro. "Inicialmente quero deixar registrado os meus sinceros agradecimentos aos mandatários da Codesp e do Consad pelo providencial convite e ressaltar que as tratativas com o ministro foram extremamente proveitosas, uma vez que abordamos temas relevantes e de grande interesse dos empregados da empresa", afirmou o sindicalista.
Acompanhado do vice-presidente do Sindaport, João de Andrade Marques, membro do mesmo Consad na qualidade de representante dos colaboradores da empresa, Cirino solicitou a colaboração de Quintella no processo negocial, visando à campanha salarial de 2017. "Fiz questão de salientar que, em razão das dificuldades e limitações impostas pelo DEST (Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, do Ministério do Planejamento) junto à diretoria da Codesp, as celebrações dos últimos acordos salariais só foram possíveis graças à mediação dos ex-ministros da Secretaria de Portos".
Segundo o dirigente sindical, Maurício Quintella se mostrou sensível ao tema. "Bastante interessado e atento aos nossos argumentos, deixou evidenciada sua pré-disposição em cooperar no que for necessário para que a campanha salarial deste ano não se transforme numa nova novela, dispensando, inclusive, sua intervenção". Para tanto, Cirino defendeu uma maior autonomia para os mandatários da Codesp. As negociações terão início em junho.
Dragagem
Outro ponto importante abordado por Cirino foi a sempre polêmica dragagem. "Sugeri ao ministro a abertura de um canal de discussões com a participação da classe trabalhadora e não apenas da empresarial, que quer a todo custo privatizar o serviço, o que na nossa avaliação seria um grande retrocesso para os empregados, para a empresa e para o próprio Porto de Santos."
PECS
A reestruturação das administradoras portuárias estatais e atualização do Plano de Cargos e Empregos e Salários (PECS) também entraram na pauta do encontro. "Falei da necessidade da participação dele no processo de remodelagem organizacional das empresas portuárias que são subordinadas ao MT, considerando que o assunto foi bastante apregoado pelo governo Temer no início da gestão." Sobre o PECS, o sindicalista fez questão de destacar que Alex Oliva já deu o seu aval para uma necessária atualização, restando, portanto, o "de acordo" do próprio Quintella que, segundo Cirino, vai se manifestar após analisar o processo.  
Portus
Depois de traçar um breve histórico sobre os problemas que afetam o Instituto de Seguridade Portus, o presidente do Sindaport requereu ao ministro o fim da intervenção federal e uma solução definitiva para o fundo de previdência dos portuários vinculados às companhias docas estatais. "Precisamos definitivamente retirar essa eterna faca do pescoço dos milhares de assistidos e beneficiários, bem como fazer as reformulações necessárias e, sobremaneira, o saldamento das antigas dívidas não apenas para a recuperação da saúde financeira do fundo de pensão, mas também para que os novos empregados ingressem no Portus com segurança, ou seja, sem ter que pagar por uma conta que não foi contraída por eles." A participação dos empregados admitidos recentemente foi prevista nos editais dos concursos públicos realizados.  
Na mesma linha, pediu a interferência de Quintella junto à Codesp objetivando o enquadramento dos ex-empregados aposentados na estatal portuária no mesmo PCS. "Estamos tentando alcançar esse objetivo desde 2013 e, mesmo com os pareceres técnicos favoráveis emitidos pelo jurídico da própria Codesp e pelo Dest, a incorporação desse pessoal ainda não foi concretizada aumentando ainda mais o passivo trabalhista da empresa", explicou Cirino.
Guarda Portuária
A regulamentação da Guarda Portuária foi o ponto alto da reunião. Atribuindo o caráter de urgência ao tema, Cirino solicitou ao ministro dos Transportes o agendamento de uma reunião com o corpo técnico da pasta, em Brasília, para a retomada das tratativas, visando o atendimento da antiga reivindicação dos profissionais que compõem a lendária corporação. "Deixei claro que, lamentavelmente, os ministros que se sucederam à frente da SEP não foram sequer capazes de estabelecer um roteiro de regras com o intuito de regulamentar de maneira uniforme as atividades atribuídas à Guarda Portuária."
Nesse sentido, o dirigente sindical requereu a Maurício Quintella à adoção das providências necessárias para que as discussões sobre o assunto sejam resgatadas. "Considerando que a Guarda Portuária exerce papel de absoluto destaque no cenário portuário nacional, a padronização de procedimentos, métodos e normas se configura como condição "sine qua non" para que a corporação mantenha cada vez mais a excelência de seus serviços." As tratativas serão retomadas em reunião que acontecerá em breve na sede do MT, no Planalto.


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quarta-feira, 4 de maio de 2016

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A ACOMODAÇÃO E AS VERDADES FLEXÍVEIS




Sindicalista contesta declarações do presidente da Codesp, sobre artigo publicado em Jornal, referente a palestra dada a universitários
O mito é o elemento essencial de todas as religiões. Não são fixos são flexíveis, adaptam-se a qualquer mudança e a novos conhecimentos sempre que demandados.
As teorias é que devem se ajustar aos fatos, assim como os poemas que operam pelo meio de metáforas.
O trabalhador portuário é um mito, pois tem suas histórias fundamentadas nas questões da vida e da morte.
Em matéria recente publicada no Jornal A Tribuna de Santos, em seu caderno Porto e Mar, do dia 28 próximo passado, veiculou informações sobre o tema: “cargo como exercício de competência e busca de resultados”, ”oxigenar”, “demissões”, “concurso público” e “acomodação”.
Referido texto leva ao conhecimento do jovem universitário, que não é leigo, apenas inexperiente, a ideia de abertura de concurso público para substituir o trabalhador codespano principalmente os mais antigos, dando a entender que os mesmos estão acomodados.
Ledo engano doutor... uma administração que nos últimos anos não consegue cumprir metas governamentais, e que não tem objetivos claros de curto, médio e de longo prazo, e que não  cuida, como deveria, de seu bem maior “seus colaboradores” não pode falar sobre acomodação.
Este porto, meus jovens, foi construído a duras penas por verdadeiros homens, que embora embrutecidos pelo árduo trabalho do dia a dia, sem a oportunidade de estudos, mas com educação o suficiente para não transgredir o moral das pessoas ainda usa da clava forte, sem fugir a luta e sem temer ameaças.
Constituímos uma grande família não só consanguínea, mas também por profundos laços de amizades, juntando agregados sejam eles brancos, negros, mulatos, amarelos etc. todos com sangue vermelho.
Temos sido ao longo dos anos torpedeados por argumentos pueris de decisões governamentais, que buscam deturpar nossa família, e nem assim vamos nos acomodar.
Engana-se quem leu a referida matéria por apenas um lado, com apenas um olho, imaginando-a como a luz e a verdade.
Leia Também: CODESP CONFIRMA CONCURSO ESSE ANO
Nada mais que verdadeira prosopopeia, como se ilustra a raposa astuta, o lobo malvado, a ovelha ingênua e o pavão misterioso, pois:
Acomodados são aqueles que designados, sem o mínimo conhecimento de suas funções recebem salários polpudos, e não são poucos;
Acomodados são aqueles que entram e saem da empresa sem preocupação com o rígido controle eletrônico do ponto, e não cumprem sequer sua jornada diária de trabalho;
Acomodados são aqueles que se auto dispensam e emendam todos os feriados, sem formalizá-los como manda o regulamento;
Acomodados são aqueles que têm funções remuneradas e outras atividades dentro do próprio horário do porto, quer seja, dois trabalhos paralelos e concomitantes.
Com algumas palavras até concordamos “é preciso ter coragem”, “é necessário oxigenar”.
É preciso de ter coragem para oxigenar a mente e abrir os olhos, levantar da cadeira e ver o que acontece a sua volta, isto sim é sair da zona de conforto,
Quem não tem planejamento, exerce ações, quem não tem ações vive de retórica da mídia com fotos e vídeos.
Dai-me os instrumentos e a orientação Senhor, que farei de Ti meu Rei, pois o silêncio as vezes vale mais que um discurso.


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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

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MINISTÉRIO PÚBLICO APURA NOMEAÇÕES PARA CARGOS NA CODESP




Promotor instaurou inquérito civil a partir de denúncia de sindicalista.


A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) deverá apresentar, em um prazo de 30 dias, a relação de seus cargos de confiança e dos respectivos ocupantes ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). A determinação é do promotor de Justiça Carlos Barbosa, que instaurou um inquérito civil para apurar as nomeações na estatal que administra o Porto de Santos.
A denúncia partiu do presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos. A alegação é de que alguns cargos de confiança da Codesp estão sendo ocupados, durante muitos anos, pelas mesmas pessoas, mesmo após a saída dos executivos que os indicaram.
“É legal ter cargos de confiança, mas essas pessoas permaneceram nas funções por muito tempo. É uma forma de burlar o concurso público, que é o meio de admissão na empresa”, destacou o sindicalista.
Segundo Cirino, hoje, 19 profissionais que ocupam cargos de confiança foram indicados por pessoas que já deixaram a empresa. Alguns, por exemplo, estão na mesma função há 12 anos, desde o primeiro mandato do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.
A consequência desta prática, segundo o sindicalista, é o inchaço da empresa. “Já são 19 pessoas em cargos sem nenhum vínculo cultural com o sistema portuário e que não acrescentarão absolutamente nada ao serviço público que justifique o custo de aproximadamente R$ 14 milhões ao ano, incluindo encargos e benefícios”, afirmou.
O presidente do Sindaport aponta que a Docas ampliou sua estrutura organizacional para atender demandas políticas e que as pessoas nomeadas em cargos de confiança não têm relação com o setor. “Se a pessoa é indicada para um cargo de confiança é porque ela é da confiança de quem indicou e não do próximo que vier”.
Além do MP, o sindicalista também informou a situação à Secretaria de Portos (SEP) e à Presidência da República. Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas da União (TCU) e Advocacia Geral da União (AGU) também foram informados. No entanto, até agora, esses órgãos não se posicionaram sobre a questão ao sindicalista.
Nos ofícios, o pedido é que a estatal identifique e quantifique o número de cargos e como, quem e por quanto tempo estão ocupados. O sindicalista também alertou para a ausência de informações e critérios utilizados para as nomeações.
“Eu já notifiquei o presidente do Consad (Luiz Otavio Campos, que também é secretário-executivo da SEP). Espero que, assim como o novo ministro, que assumiu a SEP e colocou sua equipe de confiança, o presidente da Codesp faça o mesmo”, afirmou Everandy Cirino dos Santos.
Explicações
O promotor Carlos Barbosa também solicitou à Codesp que apresente esclarecimentos sobre a adequação dos cargos em comissão da empresa à legislação e encaminhe cópias da lei que instituiu a Codesp, de seu estatuto e dos documentos sobre a regulamentação dos cargos em comissão.
Em seu embasamento, Barbosa destaca o Artigo 11, caput da Lei 8.429/92, estabelece que “constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições”.
Em nota, a Codesp informou que seu quadro funcional é composto por 1.494 empregados e que o organograma da empresa permite 65 cargos comissionados.

Deste total, 18 são ocupados por profissionais de fora do quadro de empregados de carreira, o que corresponde a 27,69% do total de cargos comissionados. No entanto, a estatal não comentou o pedido de informações do Ministério Público, nem informou qual será o destino desses funcionários após as recentes mudanças na diretoria da empresa.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

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REUNIÃO COM MINISTRO DE PORTOS FOI POSITIVA



"Extremamente positivo". Foi essa a avaliação do presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, sobre o resultado do primeiro encontro mantido com o mais novo ministro da Secretaria de Portos (SEP), Edinho Araújo.
Realizada na sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), na última quinta-feira (22), a reunião convocada pelo ministro contou com a participação de sindicalistas portuários, gestores da estatal e executivos da SEP. Além de Cirino, o Sindaport esteve representado pelo vice-presidente, João de Andrade Marques, e pelo 1º secretário, Edilson de Paula Machado.   
Representante majoritário dos empregados da Codesp, Everandy Cirino mostrou rapidamente seu cartão de visitas. "Disse que sua manifestação de permanecer no cargo por um período pré-determinado repercutiu negativamente na comunidade portuária, principalmente entre os trabalhadores".
Em resposta, segundo o dirigente sindical, Edinho Araújo esclareceu que ao contrário do que foi noticiado pela mídia nacional pretende permanecer à frente da SEP por quanto tempo a presidente Dilma Rousseff desejar, descartando a possibilidade de abandonar o leme para concorrer à prefeitura de Ribeirão Preto, sua cidade natal.   
Objetivo, o mandatário do Sindaport entregou ao titular da SEP um documento com algumas reivindicações e elencando uma série de temas envolvendo a Codesp e seu efetivo. "Já que está chegando agora é importante que saiba dos problemas que afligem o complexo santista, a empresa e seus empregados".
Para o sindicalista, a omissão já é característica na grande maioria dos gestores das administradoras portuárias estatais, com destaque para os da Codesp que se sucederam ao longo dos anos. "Levar o homem para passear de lancha, mostrar os modernos terminais e luxuosos transatlânticos é muito fácil e até virou uma tradição, tanto quanto dar tapinha nas costas, parabenizar, se colocar a disposição e desejar boa sorte”, ressaltou.
Na contramão de toda "babação de ovo" que se transformou a primeira visita oficial do ilustre ministro de Estado, no  expediente o líder do Sindaport abordou questões de interesse da categoria, tais como os acordos coletivos de trabalho, os reflexos do Plano de Cargos e Salários (PECS) da Codesp, as complementações de aposentadorias e maior percentuais para os empregados de carreira em cargos de chefia, e a defasagem nas tarifas portuárias da estatal.
A criação de um setor de Recursos Humanos dentro da SEP foi reivindicada. "Entendemos como necessária para centralizar e resolver de forma homogênea os problemas comuns e cotidianos das empresas referentes às relações de cunho trabalhista", pontuou Everandy Cirino.
A preocupante situação financeira do Instituto de Seguridade Social dos empregados das Companhias Docas - Portus, também foi levada ao conhecimento de Edinho Araújo pelo presidente da Associação de Participantes do Portus, Odair Augusto Oliveira.
Guarda Portuária
Com propriedade, o 1º secretário Edilson de Paula destacou os problemas e as prioridades da Guarda Portuária. Membro da Comissão Nacional das Guardas Portuárias, que juntamente com a Federação Nacional dos Portuários colaborou com a SEP em gestões passadas na elaboração da regulamentação das Guardas Portuárias, disse que a instrução acabou não sendo editada da maneira que a categoria gostaria.
Esclareceu que em outubro de 2014, a SEP editou a portaria nº 350 determinando às administradoras portuárias a elaboração do Regimento Interno da Unidade de Segurança. "Ficou estabelecido o período de 90 dias para a adoção das providências das estatais, porém este prazo já foi prolongado pela própria SEP por mais 90 dias", informou o sindicalista.
Ressaltou que a Portaria 121, que antecedeu a atual, também determinava prazo para as empresas elaborarem o regimento. "Isso nunca aconteceu e agora a categoria teme que ocorra o mesmo com a atual portaria 350, ou seja, absolutamente nada em termos práticos". Edilson solicitou ao ministro que cobre das companhias a elaboração dos regimentos internos dentro do prazo que se expira no dia 23 de março de 2015.
Participantes
Do lado laboral também marcaram presença os presidentes dos sindicatos portuários, Rodnei Oliveira da Silva, (estivadores), Guilherme do Amaral Távora (Sindogeesp - guindasteiros e operadores de empilhadeiras), Marco Sanches (Conferentes), Jozimar Bezerra de Menezes (Bloco) e o vice-presidente do Sintraport (operários) Robson Gama.


Fonte: Sindaport 



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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

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SÉRGIO AQUINO É INDICADO PARA A PRESIDÊNCIA DA CODESP, SEGUNDO REVISTA ÉPOCA



Com o título "PMDB se insurge contra loteamento nos Portos -- esse não é seu", a nota publicada na edição desta segunda-feira (12) no portal da revista Época, de autoria do conceituado jornalista Felipe Patury, causou um verdadeiro alvoroço na Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
Também veiculada na edição impressa da publicação semanal pertencente a Editora Globo, porém intitulado "Contêiner sem alça", o texto informa que o PMDB indicou o ex-secretário municipal de assuntos Portuários de Santos, Sérgio Aquino, para a presidência da Codesp.
Cita, ainda, que o partido ao qual é filiado o ministro da Secretaria de Portos (SEP), Edinho Araújo, tenta tirar da diretoria executiva e do Conselho de Administração (CONSAD) da estatal portuária os afilhados políticos indicados pelo PT, PR, PDT, além do PSB, segundo a nota, agora na oposição.
O informe gerou um grande desconforto pelos corredores da já não tão imponente sede da Docas. Nem mesmo as salas confortavelmente refrigeradas para fazer frente ao forte calor que assola a Baixada Santista foram capazes de aliviar a tensão dos muitos apadrinhados.
Informações vindas da Avenida Rodrigues Alves s/nº, bem como do Edifício José Armando Pereira, mais conhecido como Tráfego, dão conta de que vários "gafanhotos", na tentativa de salvar a própria pele, ou melhor, as próprias asas, passaram o dia pendurados nos telefones, móvel e fixo, contatando desesperadamente seus respectivos padrinhos, alguns deles frequentadores assíduos do Presídio da Papuda.
Até mesmo um diretor da estatal, bastante conhecido por subir diariamente a Serra do Mar para "despachar" em São Paulo sossegou o facho por aqui para manter os devidos contatos e talvez ficar imune a degola. "Se os custos com gasolina, pedágio, alimentação e verba de representação, entre outros, já eram altos, imagine agora os gastos do dinheiro público com os telefonemas dados por este cidadão", disse Cirino. 
Grande admirador do trabalho realizado por Sérgio Aquino à frente da SEPORT, o presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, comemorou a suposta indicação. "Por se tratar de um exímio conhecedor da atividade portuária, além de um respeitado e dedicado profissional, é sem dúvida alguma o executivo mais bem preparado para ocupar o posto".
O dirigente recorda que em recente matéria veiculada no portal do Sindaport, propôs, de forma velada, o nome de Aquino para compor a equipe de "técnicos" pretendida pelo novo ministro para administrar a pasta de Portos. "Se a provável indicação realmente se confirmar, Edinho Araújo começa com o pé direito e dá um importante passo para que sua gestão seja coroada de absoluto sucesso".
Contudo, o líder sindical entende que todos os vícios decorrentes do viés político que há anos impera na Codesp devam ser eliminados. "Já que estamos falando, ainda que supostamente, de um novo ciclo, é natural que profundas mudanças sejam feitas". Cirino defende o fim do loteamento político, bem como dos cargos comissionados na Autoridade Portuária.


Fonte: AssCom Sindaport / Denise Campos De Giulio




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segunda-feira, 28 de abril de 2014

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SINDAPORT SOLICITA MESA REDONDA NA DRT PARA DISCUTIR REMUNERAÇÃO DA GUARDA PORTUÁRIA




Segundo Everandy Cirino dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo – Sindaport foi solicitada uma “Mesa Redonda”, com urgência, e a convocação da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), para discutir a atual situação dos atuais ocupantes de cargos de chefia da Guarda Portuária.

A empresa desde o dia 14 de fevereiro nomeou diversos empregados para ocupar funções de confiança de Chefe de Serviço (ex-inspetores II); Coordenador (ex-inspetores I) e encarregado (ex-rondantes e agentes).

Alega o Sindaport na sua solicitação que os ocupantes destas funções trabalham em turno ininterruptos de trabalho, em sistema de escala, mantendo suas atividades durante as 24 horas do dia, trabalhando em horário noturno, sábados, domingos e feriados, no entanto, a Codesp vem tratando os integrantes da Guarda Portuária como os ocupantes de função idêntica nos demais setores da empresa que não trabalham nestes dias e períodos, não remunerando de forma diferenciada esses dias trabalhados, inclusive nos feriados.

“O sindicato encaminhou expediente para a Codesp para discussão dessa situação de modo que essa parcela de trabalhadores por receber tratamento igual em situação de trabalho que é diferente, no entanto, até o momento não houve qualquer resposta”, disse Cirino.







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sexta-feira, 11 de abril de 2014

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CODESP TEM NOVO PRESIDENTE






O Engenheiro Renato Barco não é mais o presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). A exoneração foi definida no início da noite desta quinta-feira, em Brasília, pelo ministro da Secretaria de Portos, Antonio Henrique Silveira. Barco, que ocupava o cargo desde agosto de 2012, será substituído por Angelino Caputo e Oliveira, membro do Conselho de Administração (Consad) da estatal.
A troca de comando na Autoridade Portuária de Santos será oficializada na manhã desta sexta-feira durante a reunião do Consad. O novo presidente da Codesp assume o cargo pouco mais de seis meses após ser designado conselheiro da empresa quando, em outubro de 2013, assumiu a vaga do ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Vieira, destituído do cargo em decorrência das irregularidades apontadas pela Polícia Federal na chamada Operação Porto Seguro.
Para o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, a substituição evidencia a intenção do ministro de Portos em promover uma profunda reestruturação organizacional no alto escalão da Codesp. "O Renato Barco tem todo o nosso respeito e a nossa admiração, mas encaramos sua saída, assim como a de outros, como um processo natural de renovação em termos de administração publica".
Na opinião do sindicalista, novas mudanças deverão acontecer brevemente. "Para mim não existe a menor dúvida de que a reforma administrativa já é uma realidade e deverá trazer uma nova dinâmica na política de gestão da companhia Docas paulista". Cirino avalia que os primeiros sinais de mudanças puderam ser notados com a chegada do novo diretor de Planejamento Estratégico e Controle da estatal, Luís Cláudio Santana Montenegro, em meados do mês passado. 
Segundo o líder sindical, Montenegro recebeu do ministro a incumbência de apresentar um novo modelo administrativo para a Codesp. "Ele chegou com carta branca e total autonomia para fazer um verdadeiro raio-x da empresa, podendo inclusive interferir no cotidiano das outras diretorias no sentido de obter informações, subsídios e dados necessários", salientou o presidente do Sindaport.
Ao assumir a Secretaria de Portos, no início de outubro do ano passado, Antonio Henrique Silveira ordenou aos técnicos da pasta a elaboração de estudos e projetos visando implementar diretrizes inovadoras nas gestões dos portos públicos. "As Docas vão ter novo modelo de gestão", disse ele após a cerimônia de posse já como homem de confiança do Governo Dilma.
O representante dos trabalhadores acredita que o aspecto confiabilidade será preponderante no processo de reformulação na direção da Codesp. "É óbvio que além do preparo e da qualificação profissional, a confiança é de fundamental importância para o sucesso de uma boa gestão, seja ela pública ou privada", salientou Cirino, que acredita em uma nova realidade para a estatal a partir do dinamismo e das inovações provocadas pela dança de cadeiras.
Apesar de otimista, o dirigente sindical pede que os novos gestores tenham total confiança nos empregados da Codesp por conta das transformações que deverão ser implementadas no cotidiano da empresa. Por outro lado, salienta que qualquer mudança, "ainda que gradativa", observou, requer tempo para maturação. "É importante que sejam implementadas paulatinamente para que os objetivos sejam alcançados sem traumas para os companheiros, principalmente para os que ocupam cargos de mando", afirmou.
Everandy Cirino sugere que o quesito confiança também seja levado em consideração pelo novo mandatário da Autoridade Portuária na questão dos "supostos colaboradores" que ingressaram na estatal através de indicações político-partidárias. "Reitero que devem acompanhar seus padrinhos e seguirem os mesmos caminhos, até porque ocupam vagas de pessoas que efetivamente fizeram por merecê-las através de concurso público".
A insatisfação das lideranças sindicais foi levada ao conhecimento do diretor de Planejamento Estratégico em reunião realizada na sede do Sindaport. "Elencamos os nomes, cargos e funções ocupadas por esses abençoados, bem como de todos aqueles que os indicaram, os quais, sem exceção, já se desligaram ou foram desligados da Codesp". Sobre o tema, Cirino disse que o pedido de providências feito a Montenegro será renovado ao novo presidente da Codesp, Angelino Caputo.
O resgate da autonomia da Autoridade Portuária de Santos é outra aposta do sindicalista. "A Codesp precisa retomar seu lugar de destaque no cenário nacional e creio que o ministro está ciente disso, até porque escolheu justamente o nosso porto para dar início às mudanças que pretende para o setor. Desejamos sucesso ao novo presidente, que certamente jogará no time dos trabalhadores por ser um grande corintiano, ressaltando que as portas do Sindaport estarão abertas para recebê-lo", concluiu o representante majoritário dos empregados da Codesp.
Perfil profissional do novo comandante da Codesp
Angelino Caputo e Oliveira é engenheiro eletricista formado pela Universidade de Brasília (UnB), com MBA em Administração Estratégica de Sistemas de Informações pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e MBA em Engenharia de Redes de Computadores pela Escola Politécnica da USP.
Já atuou como analista de TI e gerente executivo no Banco do Brasil e trabalhou como regulador do mercado de telecomunicações via satélite na Anatel. Foi também Engenheiro de Telecomunicações na Rhede Tecnologia, Engenheiro Eletricista na STD - Sistemas Técnicos Digitais S/A e estagiário de Engenharia Elétrica na TELEBRAS.
Possui grande experiência em planejamento estratégico e coordenação de grandes projetos de modernização tecnológica. Atualmente vem desenvolvendo propostas para a modernização dos processos portuários brasileiros. No Consad Angelino Caputo vinha ocupando a vaga destinada ao Ministério dos Transportes por indicação da Casa Civil da Presidência da República, onde exerce o cargo de assessor especial.
EXPERIÊNCIA

Assessor Especial                                                                                 
Casa Civil - Presidência da República
Outubro de 2013 – Presente
Conselheiro de Administração
CODESP - Companhia Docas do Estado de São Paulo
Outubro de 2013 – Presente
Gerente Executivo
Banco do Brasil
2002 – Outubro de 2013
Planejamento Estratégico, modernização e aquisição de produtos e serviços de Infraestrutura de TI, Redes e Telecomunicações. Coordenação do processo de outsourcing da rede privativa de telecom do BB. Definição da Arquitetura Corporativa de TI. PMO e coordenação de projetos para a área de varejo bancário e definição de novas estratégias para clientes varejo.
Analista de TI
Banco do Brasil
1984 – 2002
Atividades técnicas relacionadas à Tecnologia da Informação, Redes, Telecomunicações e Governança de TI. Diversos prêmios de melhores soluções tecnológicas para bancos em congressos patrocinados pela Febraban.
Regulador do mercado de telecomunicações via satélite
Anatel
1999 – 2000
Estudos sobre a destinação de posições orbitais brasileiras e coordenação operacional do C-INI - Comitê para a Infraestrutura Nacional de Informações.
Engenheiro de Telecomunicações
Rhede Tecnologia
1989 – 1991
Engenharia de testes e controle de qualidade no processo industrial de fabricação de equipamentos para comunicação de dados - modems.
Engenheiro Eletricista
STD - Sistemas Técnicos Digitais S/A
1986 – 1988
Documentação e normas técnicas para equipamentos de automação industrial.
Estagiário Engenharia Elétrica
TELEBRAS
1984 – 1986
Instalação dos primeiros entroncamentos de fibras ópticas do Brasil. Atuação no CNTr - Centro Nacional de Treinamento da Telebras, no laboratório de fibras ópticas, apoiando a capacitação de técnicos e engenheiros do sistema Telebras na caracterização, e emendas de fibras ópticas.

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Fundação Getúlio Vargas / FGV
Master of Business Administration (MBA), AESI - Administração Estratégica se Sistemas de Informação.
2004 – 2005
Universidade de São Paulo / USP
Master of Business Administration (MBA), Engenharia de Redes de Computadores
1998 – 1999
Universidade de Brasília
Bacharel, Engenharia Elétrica
1981 – 1986


Fonte: Sindaport









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