SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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PM PRENDE MERGULHADOR COM 53 KG DE PASTA BASE DE COCAÍNA

  A droga seria escondida em casco de navio no Porto de Santos Na madrugada da última sexta-feira (05), um homem foi preso no Distrito de ...

LEGISLAÇÕES

quarta-feira, 17 de agosto de 2022

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RECEITA FEDERAL APREENDE 35,5 KG DE COCAÍNA NO TERMINAL DE CONTÊINERES DO PARANAGUÁ


A droga estava escondida no motor de refrigeração de um contêiner, vindo do Reino Unido

Na manhã da última sexta-feira, 12 de agosto, agentes da Receita Federal do Brasil (RFB) realizaram a apreensão de 35,5 kg de pasta base de cocaína no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), localizado no Porto de Paranaguá, litoral do estado do Paraná.

A droga estava escondida no motor de refrigeração de um contêiner, vindo do Reino Unido e foi descoberta pelas imagens durante o procedimento de fiscalização com o escâner, que detectou a irregularidade.

Como o Reino Unido não é um país produtor de cocaína, a suspeita é que a droga foi enviada de alguma região produtora, mas não foi retirada pelos traficantes em seu porto de destino por algum motivo. O contêiner então continuou sendo reutilizado até ingressar no Brasil, onde a equipe da Receita Federal detectou a droga.

Neste ano, a Receita Federal já realizou 10 apreensões de entorpecentes, no Porto de Paranaguá, somando 433 kg.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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terça-feira, 16 de agosto de 2022

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RECEITA FEDERAL REALIZA OUTRA APREENSÃO DE 561 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 

O entorpecente estava oculto em carga de óxido de alumínio, destinada ao Porto de Vado Ligure, na Itália

Na segunda-feira (15), a Receita Federal do Brasil (RFB) realizou outra apreensão de 561 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral de São Paulo.

O contêiner, depositado em um dos terminais do porto, foi selecionado pela Área de Gestão de Riscos da Receita Federal, com análise das operações de exportação, por meio de critérios objetivos de análise de risco e inspeção por imagens de escâner.

O entorpecente estava oculto em meio à carga de 55 toneladas de óxido de alumínio, destinada ao Porto de Vado Ligure, na Itália.

A Polícia Federal (PF) foi acionada para os procedimentos de polícia judiciária da União e para realizar a perícia no local dos fatos a fim de subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.

5ª Apreensão

Esta é a quinta apreensão no Porto de Santos no mês de agosto, que totaliza mais de duas toneladas de drogas interceptadas. Na última semana, foram apreendidos  137 kg de cocaína em um contêiner, em meio a carga de café, com destino ao Porto de Bremerhaven, na Alemanha e mais 700 kgde cocaína em contêiner de açúcarO contêiner tinha transbordo na Espanha e destino final a França


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UNODC LANÇA RELATÓRIO SOBRE A ROTA DO TRÁFICO DE COCAÍNA DA AMÉRICA DO SUL PARA ÁFRICA E EUROPA

 

Relatório Cocaine Insights 4 é lançado com destaque aos impactos da Covid-19 nas rotas regionais e transatlânticas que atravessam o Brasil

A produção global de cocaína alcançou níveis recorde, atingindo 1.982 toneladas a partir de 2020.  Os caminhos traçados pelo tráfico são determinados pelos locais de produção e consumo, e o Brasil está na rota do tráfico de cocaína da América do Sul para África e Europa. No país, as medidas adotadas com relação à covid-19 parecem ter tido impacto na redistribuição e na gestão do mercado de cocaína internamente.

A covid-19 e o seus impactos na cadeia de abastecimento de cocaína dentro e fora do Brasil são o tema da quarta edição da série “Cocaine Insights”, lançada no mês passado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e pelo Centro de Excelência para a Redução da Oferta de Drogas Ilícitas no Brasil (CdE). O CdE é fruto de uma parceria entre o UNODC, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SENAD/MJSP) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil.

“É importante destacar que o PNUD e a SENAD, por meio desta parceria com o UNODC, vêm apoiando a estruturação e o trabalho do CdE, que tem, como parte de sua missão, sistematizar e disponibilizar dados para a realização de pesquisas e estudos das mais diversas instituições. A publicação Cocaine Insights é um exemplo concreto de que a missão do CdE está sendo alcançada”, afirma Gabriel Andreuccetti, coordenador do CdE.

A colaboração entre UNODC e CdE na atual edição do Cocaine Insights permitiu complementar resultados obtidos no primeiro estudo estratégico do Centro de Excelência, intitulado “Covid-19 e tráfico de drogas no Brasil: a adaptação do crime organizado e a atuação das forças policiais na pandemia”. Com isso, foi possível expandir a compreensão das dinâmicas do tráfico de drogas, principalmente da cocaína, no Brasil e na região da América Latina.

“O Cocaine Insights 4 apresenta uma visão ampliada a partir da análise de dados do Brasil e de países envolvidos no tráfico de cocaína na região transatlântica. Os resultados apresentados integram um esforço global de pesquisa para apontar mudanças na cadeia do tráfico de drogas e na alteração da atuação das organizações criminosas. Nesse sentido, ele é bastante pioneiro no contexto brasileiro, unindo dados de diferentes organizações policiais e de outras instituições vinculadas à repressão ao narcotráfico para se pensar nesse conjunto de ações de maneira estratégica”, enfatiza Gustavo Camilo Baptista, diretor de Políticas Públicas e Articulação Institucional Substituto da SENAD/MJSP.

Durante o lançamento, Andreuccetti explicou que “a fiscalização do tráfico de drogas no Brasil é muito complexa e qualquer estudo sobre o tema demanda um entendimento baseado em evidências e uma metodologia robusta, uma vez que o país é federativo e possui dimensões continentais. Por isso é tão importante a parceria com instituições brasileiras na integração e coleta de dados, assim como a parceria com órgãos internacionais de pesquisa como o Research and Analysis Branch do UNODC, em Viena, para as análises e o desenvolvimento desse estudo”, disse o coordenador do CdE.

Mudanças e tendências

O Cocaine Insights 4 aponta importantes mudanças nos padrões do tráfico de drogas e do crime organizado por meio dos novos contextos da pandemia, relacionando-os à cadeia regional e transatlântica de produção e distribuição de cocaína. Os principais achados do relatório foram apresentados durante o evento de lançamento por Antoine Vella, Oficial de Pesquisa sobre Cocaína da Seção de Pesquisa sobre Drogas do UNODC.

A publicação também mostra que a covid-19 afetou as atividades das forças de segurança, comprometeu as atividades de grupos do crime organizado, impactou os fluxos de cocaína e de cannabis e induziu mudanças nas modalidades de tráfico, entre outros impactos no mercado de cocaína no Brasil e na região.

As medidas de lockdown relacionadas à covid-19 no Brasil permitiram às forças de segurança dedicar mais recursos à apreensão de drogas. Assim, aumentou de forma acentuada o número de apreensões de algumas drogas ilícitas, como a cannabis. O relatório também detalha como a oferta de cannabis se expandiu pelo Brasil enquanto o impacto sobre a cocaína variou entre Unidades Federativas (UFs), apesar de um declínio geral nas quantidades apreendidas no início do período de pandemia. Os dados sobre as apreensões de cocaína no país sugerem que, após o início da covid-19, houve uma tendência crescente da droga nos estados do oeste do país, enquanto se observa uma tendência decrescente nos estados a leste, à medida que os fluxos dos portos marítimos para fora do país diminuíram.

O “Cocaine Insights 4” mostra que as medidas relacionadas à covid-19 também dificultaram o deslocamento interno, pelo crime organizado, da cocaína importada em direção aos portos de saída e áreas de consumo. As dificuldades no transporte transfronteiriço de cocaína levaram provavelmente a um aumento dos voos clandestinos e, por conseguinte, a um aumento dos fluxos para os estados fronteiriços a oeste.

Uma queda nas apreensões de cocaína nos portos marítimos brasileiros ocorreu paralelamente a declínios de cocaína apreendida nos países de destino, tais como os da Europa Ocidental e Central, em remessas que se sabe terem partido do Brasil. A diminuição dos fluxos provenientes do Brasil parece, no entanto, ter sido temporária.

O “Cocaine Insights 4” retrata, ainda, o processo da covid-19 acelerando tendências já existentes no tráfico de cocaína. A pandemia impôs necessidades de adaptação às instituições de segurança pública no Brasil e prejudicou algumas atividades policiais, mas, inversamente, levou a medidas restritivas de deslocamento que facilitaram a interdição de drogas nas estradas. Além disso, o relatório detalha como a disponibilidade de cannabis se expandiu em todo o Brasil após o início da pandemia, impulsionada por grandes aumentos nos fluxos vindos do Paraguai.

O “Cocaine Insights 4” também destaca como as organizações criminosas continuam a ser mais especializadas e a utilizar cada vez mais novas tecnologias. Este cenário complexo salienta a necessidade de fortalecimento da cooperação internacional para enfrentar o crime organizado transnacional de uma forma articulada, centrada nas pessoas e considerando de forma abrangente os aspectos econômicos e sociais.

Acesse o relatório Cocaine Insights 4 AQUI.

Sobre a série Cocaine Insights

A série “Cocaine Insights”, desenvolvida pelo UNODC no âmbito do programa CRIMJUST e em cooperação com parceiros e partes interessadas em nível nacional, regional e internacional, fornece, em formato acessível e informativo, os mais recentes conhecimentos e tendências sobre questões relacionadas aos mercados da cocaína: o comércio ilícito de cocaína, o seu impacto, e as perspectivas para o futuro. Esta edição é resultado de uma colaboração entre o UNODC e o CdE. 

Saiba mais AQUI.

Fonte: UNODC


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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VIGILÂNCIA ADUANEIRA DA ESPANHA APREENDE 200 KG DE COCAÍNA EM CASCO DE NAVIO PROVENIENTE DO BRASIL


A localização da droga ocorreu quando o navio reabastecia no Porto de Santa Cruz de Tenerife a caminho de Lisboa

A Guarda Civil e o Serviço de Vigilância Aduaneira da Agência Tributária de Santa Cruz de Tenerife apreenderam 200 kg de cocaína que estavam afixados dentro de um dos bocais de refrigeração do navio "Nord Mamore". A operação ocorreu enquanto o navio fazia escala técnica para reabastecimento na rota do Brasil para o porto de Lisboa.

A intervenção resultou de uma das visitas de ancoragem realizadas pela Seção de Proteção Fiscal e Fronteiras da Guarda Civil do Porto de Santa Cruz de Tenerife em articulação com a Unidade Combinada de Vigilância Aduaneira.

Esses tipos de visitas são feitos para controlar a carga dos navios. Neste caso, a visita ao navio ocorreu quando ele estava fundeado na zona 2 do porto para reabastecimento. A carga declarada era milho e seu destino era o Porto de Lisboa.

Durante a inspeção da carga e do restante das áreas comuns da embarcação, foi localizado um total de oito fardos. A descoberta foi feita nas primeiras horas do dia 5 de agosto, durante a inspeção do "sea chest", um bocal de entrada de água de resfriamento para o maquinário do navio, realizada no casco do navio, por pessoal da equipe de atividades submarinas da Guarda Civil (GEAS).

Depois de analise, descobriu-se que no interior foi detectada a presença de substâncias entorpecentes, especificamente cocaína, pesando 200 kg.


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segunda-feira, 15 de agosto de 2022

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RECEITA FEDERAL APREENDE 137 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 

O entorpecente estava oculto em um contêiner, em meio à carga de café, com destino ao Porto de Bremerhaven, na Alemanha

Na última quarta-feira (10), a Receita Federal do Brasil (RFB) apreendeu 137 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral de São Paulo.

O entorpecente estava oculto em um contêiner, em meio à carga de café, depositado em um dos terminais do porto.

O contêiner foi selecionado pela Área de Gestão de Riscos da Receita Federal, com análise das operações de exportação, em função do seu poder alfandegário no porto.

O navio tinha como destino o Porto de Bremerhaven, na Alemanha.

Segundo as autoridades, os tabletes de cocaína estavam presos com fita adesiva, acondicionados dentro de um 'bulk bag', uma espécie de saco, instalado no interior de um contêiner de 20 pés, contendo uma carga de café verde.

Para a retirada da droga, foi necessário remover parte da carga, colocando o contêiner com a droga sobre outro. Posteriormente o 'bulk bag' foi furado para ser inserido um cano, por onde o produto foi escoado para o debaixo.

O entorpecente foi encaminhado à sede da Polícia Federal (PF), que antes realizou perícia no local dos fatos, a fim de subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.


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POLÍCIA APREENDE 530 KG DE COCAÍNA ESCONDIDA EM TEMPERO CHIMICHURRI

 

As investigações apontam que a droga teria como destino a Europa e seria enviada por navios atracados no Porto de Santos

Na última quarta-feira (10), uma operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Mogi das Cruzes apreendeu mais de meia tonelada de cocaína, em Guarujá, na Margem Esquerda do Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

Segundo a polícia, a droga tem um alto grau de pureza e estava envolvida em molho chimichurri para enganar a fiscalização com cão farejador.

As investigações apontam que a droga teria como destino a Europa e seria enviada por navios atracados no Porto de Santos.

O delegado Fabrício Intelizano explicou que a apreensão é um desdobramento de uma investigação sobre lavagem de dinheiro que a polícia suspeita ser originada do tráfico de drogas. Essa investigação começou em dezembro de 2019, com a apreensão de 100 kg de cocaína, e desde então a Dise tem feito várias ações.

Apreensão Guarujá

De acordo com a polícia, a apreensão aconteceu depois que um local usado por um grupo para armazenamento de drogas foi identificado em Guarujá. Desde o período da manhã, os policiais verificaram uma intensa movimentação de pessoas no endereço.

Segundo a polícia, por volta das 20h15, um veículo deixou o local. Os policiais abordaram o motorista e relataram que encontraram 400 tabletes de cocaína.

Eles então voltaram ao imóvel, onde abordaram mais dois suspeitos. Nesta casa que estava vazia, eles afirmaram terem encontrado mais 100 tabletes. No total, foram apreendidos 530 kg de cocaína com alto grau de pureza.

A polícia informou que os três suspeitos foram autuados em flagrante por depósito e transporte de drogas. O boletim de ocorrência foi registrado na Dise da cidade de Mogi das Cruzes.


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