SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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LEGISLAÇÕES

quinta-feira, 6 de maio de 2021

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RECEITA FEDERAL APREENDE 443,5 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE ITAPOÁ

 

Droga tinha como destino o Porto de Valencia, na Espanha

A Receita Federal do Brasil (RFB), em operação de rotina realizada no Porto de Itapoá (SC), na manhã da última segunda-feira (03) realizou a apreensão de 443, kg de cocaína. A droga foi localizada em um contêiner que transportava móveis de madeira que seriam exportados para o Porto de Valência da Espanha.

Provavelmente o método utilizado pelos traficantes foi o “rip on / rip off”, quando a droga é inserida no contêiner após a chegada dele no porto, e o exportador não tem envolvimento com o crime.

A apreensão ocorreu quando alguns contêineres foram selecionados para passarem pelo equipamento de raio-x do Porto de Itapoá. Pouco antes da apreensão, um caminhão bateu no scanner, que sofreu manutenção emergencial para continuar operando. 

A partir de agora, tanto a apreensão de cocaína quanto a colisão do caminhão no raio-x, deverão ser investigados de forma conjunta pelas autoridades policiais, uma vez que existe a possibilidade de a colisão ter sido proposital para prejudicar a operação da RFB. 

Esta é a segunda apreensão realizada pela Receita Federal no Porto de Itapoá em 2021, totalizando 488 kg de cocaína. 


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
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segunda-feira, 3 de maio de 2021

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GUARDA PORTUÁRIA GARANTE ACESSO AO SISTEMA DE CONSULTAS INTEGRADAS DA SSP

 

Formalização do termo de cooperação aconteceu ao longo da última semana

Com atribuição em toda a poligonal portuária, a Guarda Portuária (GPORT) se caracteriza como um importante braço de segurança para as atividades dos portos do Rio Grande do Sul. Em uma reunião, ao longo da última semana, aconteceu a formalização do termo de cooperação que garante aos agentes o acesso ao sistema integrado de consultas (CSI) da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

A GPORT realiza patrulhamento no entorno das instalações portuárias e em caso de necessidade efetuar uma abordagem, a partir do acesso ao sistema, será possível que os guardas portuários confiram a situação criminal de uma pessoa e façam a condução para a autoridade policial competente, caso seja necessário.

A integração com os demais órgãos da segurança pública não é algo novo para a GPORT, que já realizou uma série de ações com a Brigada Militar, Polícia Federal, Receita Federal e Patrulha Ambiental (Patram) da Brigada Militar. Como exemplo, destacam-se operações que terminaram na prisão de ladrões de soja, entre outras.

O CSI funciona como um grande agregador de informações e a partir de convênios firmados entre as instituições é possível ter acesso aos principais detalhes que são necessários para o atendimento de ocorrências. O ingresso da GPORT ao sistema integrado também permitirá o compartilhamento com as demais forças de segurança dos dados gerados pelas ações desenvolvidas no âmbito dos portos de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre.

O chefe da guarda dos portos do Rio Grande do Sul, Rômulo Furtado, destacou a importância desta interação e lembrou que, assim como a grande maioria da população, as organizações criminosas também estão integradas ao mundo digital. "A abertura deste canal de acesso trará agilidade aos processos, bem como abrirá um novo universo na seara da segurança portuária dos portos do Rio Grande do Sul", afirmou.

O compartilhamento de informações também foi destacado por ele como positivo. "É mais um passo significativo que damos em direção daquilo que defendemos desde que as guardas portuárias foram reconhecidas como membros operacionais do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) que é o estreitamento dos laços e a efetiva integração entre as forças de segurança para que possamos combater o avanço do crime organizado” completou ele.

Texto e fotos: Rodrigo de Aguiar/Portos RS

Fonte: Portosrs


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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sábado, 1 de maio de 2021

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GUARDA PORTUÁRIA EFETUA RESGATE NA BAÍA NA GUANABARA

 

O resgate foi feito pelo Grupo de Ações Extraordinárias - GAEX

Na madrugada de hoje, o Grupamento de Ações Extraordinárias da Guarda Portuária - GAEX efetuou o salvamento de dois mergulhadores à deriva, enquanto faziam o patrulhamento do canal de acesso ao Porto do Rio de Janeiro.

Renato Medeiros e  Ricardo Silva foram surpreendidos pela correnteza na Baía de Guanabara, mesmo local onde há poucos dias foram registradas ondas de até 5 metros, e buscaram abrigo junto ao morro do Pão de açúcar.

Uma das equipes do GAEX avistou sinais de lanterna e conseguiu efetuar o salvamento dos pescadores, que sairam ilesos.


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sexta-feira, 30 de abril de 2021

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INTEGRANTE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA MONTENEGRINA É PRESO EM PORTUGAL

 

Investigações da PF mostraram que o Clã Šarić, da organização criminosa Kavaćki Klan intermediava a compra de cocaína com o PCC

No início do mês, a polícia portuguesa, em cooperação com a Europol e a polícia de Montenegro, prendeu na cidade de Redondo, Kotorani Igor Božović (56) e seu filho Vladimir Božović (30), membros da organização criminosa Kavaćki Klan, da cidade de Kotor, com base em mandados do Escritório Central Nacional (NCB), da Interpol em Podgorica, capital de Montenegro, emitidos em 2017.

Ambos acusados de crimes de constituição de organização criminosa, tentativa de extorsão em cumplicidade, ato agravado contra a segurança pública e porte ilegal de armas e explosivos.

Segundo a Polícia Portuguesa, eles foram localizados numa casa, em uma vila. Durante as buscas, foram encontrados documentos pessoais falsos da Bulgária e da Croácia com outras identidades.

Eles são investigados desde 12 de setembro de 2016. Igor Božović é procurado desde agosto de 2017, quando foi libertado, assim como Siniša Vlahović, Aleksandar Đurišić, Igor Đurišić também conhecido como Major, Davor Prelević.

Ele deixou a prisão de Spuški em 4 de agosto, e a Promotoria Especial do Estado pediu ao Tribunal Superior que ordenasse a detenção de Božović apenas 12 dias depois.

Naquela época, nenhum dos supostos líderes do clã criminoso Kavač - Slobodan Kašćelan e Miloš Radonjić. Eles foram presos depois na República Tcheca e na Croácia.

Igor Božović é suspeito de, a partir do início de novembro de 2011, na área de Kotor, Tivat e Budva, criar uma organização criminosa juntamente com Slobodan Kašćelan  (SK).

Seu filho Vladimir é suspeito de agir com violência e intimidação com outros membros daquele grupo criminoso. Ele cometia atos criminosos de extorsão, para obter, manter e armazenar armas, explosivos, coletes à prova de balas para as necessidades dos membros da organização criminosa, além de ser o responsável por transmitir as instruções que lhe foram dadas pelo líder.

Esta organização tem laços estreitos com a de Darko Šarić. Em 2009, integrantes do Clã Šarić foram presos pela Polícia Federal (PF) na Operação Niva e na Operação Brabo, que também desarticularam um esquema de tráfico para a Europa envolvendo portos brasileiros.

Operação Niva

A quadrilha desmantelada pela PF traficava exclusivamente cocaína e tinham uma estratégia sofisticada para embarcar a droga. Segundo o delegado Ivo Roberto Costa da Silva, coordenador geral da Operação Niva, o grupo agia de dois modos diferentes para efetivar o transporte.

No primeiro deles, utilizavam navios de carga ou de passageiros. Os criminosos cooptavam, no Exterior, tripulantes de navios que desembarcavam no Brasil. Esses tripulantes eram pagos para colocar a droga na embarcação e transportá-la. "As remessas eram transportadas em sacolas cujo peso variava entre 25 e 30 kg ou mesmo dentro das vestes destes tripulantes", comenta.

No segundo modo, os tripulantes não precisavam desembarcar. Através de botes, os traficantes seguiam com a droga até a chamada área de fundeio (local onde a embarcação lança as âncoras e aguarda para atracar ou realizar o embarque ou desembarque de produtos).

Nessa modalidade, os tripulantes "pescavam" mochilas com as drogas - geralmente com carregamentos de 100 kg a 200 kg de cocaína. "Após um contato prévio com os traficantes, eles desciam uma corda e içavam essas mochilas até o navio. Essa logística dificultava um pouco o trabalho da polícia, porque eles usavam botes pequenos e difíceis de serem localizados em fiscalizações e também por serem cidadãos sérvios e terem facilidade em arregimentar os tripulantes", detalha.

Ao todo, 48 do bando foram presos

Ao longo de dois anos de investigações, a PF prendeu 48 integrantes da quadrilha. Durante este período, também foram apreendidos 620 kg de cocaína, além de cerca de R$ 2 milhões. Além disso, a 4ª Vara Federal Criminal de São Paulo determinou o sequestro de bens de integrantes do bando, sendo 31 imóveis, 15 veículos de luxo e três embarcações, patrimônio avaliado em cerca de R$ 16 milhões.

"Todos os membros que estavam vivendo no Brasil foram presos. Os que estavam no Exterior tiveram os mandados de prisão expedidos e encaminhados à Interpol", revela o delegado Ivo Roberto Costa da Silva, coordenador geral da operação.

De acordo com ele, o sucesso da operação se deu ao acordo de cooperação bilateral firmado entre o Brasil e a Sérvia em junho de 2010 e à eficiência da relação entre as polícias dos dois países. Também contou com a colaboração de autoridades dos Estados Unidos, Reino Unido e África do Sul.

O início das investigações deu-se em abril de 2009, após o alerta de organismos internacionais sobre a atuação da organização criminosa em várias cidades portuárias do Brasil, entre elas Santos, Paranaguá, Rio Grande, Vitória e cidades do Nordeste.

Operação Brabo

A Operação Brabo, deflagrada em setembro de 2017, levou à apreensão de aproximadamente nove toneladas de cocaína que seriam remetidas a terminais europeus de 2015 até aquele ano. As investigações apontaram a participação direta de líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que deu suporte logístico e financeiro às atividades do grupo. Entre eles estão alguns dos coordenadores do esquema, como Ronaldo Bernardo, condenado a 21 anos e 7 meses de prisão, Luís de França e Silva Neto, sentenciado a 24 anos e 2 meses de reclusão, e Patrício da Silva Fausto, cuja pena alcança 13 anos e 6 meses.

As drogas eram adquiridas em países vizinhos, como Bolívia e Colômbia, para distribuição na Europa por meio de portos na Itália, na Rússia, na Bélgica, na Espanha e na Inglaterra. Integrantes da máfia sérvia também estão entre os réus: Bozidar Kapetanovic e Miroslav Jevtic faziam parte da cúpula da organização criminosa e participavam das decisões, da compra das drogas e de seu direcionamento. Eles foram condenados, respectivamente, a 23 anos e 6 meses e 17 anos e 8 meses de prisão.

Segundo as investigações, as ações do grupo seguiam uma extensa divisão de tarefas para viabilizar a movimentação das cargas desde o fornecimento até a recepção na Europa. Boa parte dos envolvidos dedicava-se à logística de embarque da droga, executando tarefas como a cooptação de tripulantes dos navios e a inserção dos carregamentos em contêineres previamente selecionados.

Porto de Santos

A presença de criminosos do leste europeu na Baixada Santista começou em meados dos anos 2000, segundo policiais da área de inteligência da PF, sérvios, croatas, búlgaros e russos ligados ao embarque de droga para a Europa costumavam se encontrar em um quiosque no canal 2, na Praia do Gonzaga, na cidade de Santos.

O búlgaro Dimitar Minchev Dragnev, preso na Operação Brabo, abriu um quiosque nesta mesma praia em maio de 2006. No ano seguinte, ele foi preso na Operação Sofia, que desmantelou um grupo ligado à máfia búlgara que enviava cocaína para a Europa.

Veja abaixo o vídeo do momento da prisão;


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quinta-feira, 29 de abril de 2021

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CASOS DO CAIS: ROUBARAM O JEEP DA MARINHA NO PORTO DE SANTOS

 

Aconteceu nos anos 60 ou 70? Mas aconteceu de verdade!

Um dia o Capitão dos Portos, a maior autoridade da Marinha baseado em Santos, foi convidado para um almoço a bordo, pelo comandante de um navio, seu amigo, ancorado em Santos. Aconteceu nos anos 60 ou 70? Mas aconteceu de verdade! 

Fazia sol, como na maioria dos dias nesta amada cidade naquela época do ano. O trajeto entre a sede da Capitania dos Portos e o armazém onde estava o navio do amigo do comandante foi feito no Jeep da unidade, aqueles com capota de lona e sem janelas, com o vento entrando por todos os lados, que amenizava um pouco a alta temperatura. 

Chegando ao Porto, o comandante desceu do veículo, que estacionou junto à escada de acesso ao navio, e a subiu.

Passado algum tempo, o motorista do Capitão dos Portos sentiu uma necessidade enorme de mictar. Olhou prum lado, pro outro e viu um banheiro láááááá longe! 

Apesar da distância, foi! 

Ele sabia que o Capitão não voltaria antes de duas horas, o que lhe daria muito tempo para atender à suas necessidades fisiológicas. Com folga! 

Mas, quando voltou, a surpresa desesperadora. O Jeep sumira. Ele não acreditava, quem teria tido a coragem de roubar um Jeep da Marinha, com o símbolo oficial e a inscrição: Marinha do Brasil/Capitania dos/Portos/Santos? 

Mas alguém o roubara. 

Passaram-se as duas horas previstas, o Capitão dos Portos desceu e não viu o seu Jeep.

Depois da continência, o motorista, totalmente constrangido, explicou o acontecido: fui ao banheiro e quando voltei alguém havia roubado o Jeep. 

Foi a maior correria no cais. Como aquilo podia ter acontecido? 

Não havia explicação. 

LEIA TAMBÉM: CASOS DO CAIS: O CÓDIGO 13

Não havia mesmo, até que o conferente de carga e descarga, que nada sabia do caso, já que estava a bordo, dentro dos porões, avisou pelo rádio o pessoal de terra: - Sabem aquele carregamento de Jeep? Pois é, tem um a mais aqui no porão.  

Está cheio de coisas escritas e com um âncora desenhada na lataria. Manda o guindaste pra tirar isso daqui pois este Jeep é clandestino e não vai viajar não! Gritou com autoridade.

E o Capitão dos Portos pode voltar para a Capitania no seu Jeep. Coisas do Porto de Santos.

Autor: Autor: Curiosidades é uma coletânea de textos engraçados escritos pelo jornalista santista Chico Lelis, com passagens pelos jornais O Globo, Tribuna de Santos e Diário do Comercio; foi gerente de Comunicação da General Motors do Brasil.

Site: CidadeOn



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quarta-feira, 28 de abril de 2021

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POLÍCIA FEDERAL APREENDE 30 KG DE COCAÍNA EM CASCO DE NAVIO NO PORTO DO RIO

 

A droga tinha como destino a Europa

No último sábado (24), agentes da Delegacia de Repressão a Drogas (DRD) e do Grupo de Pronta Intervenção (GPI), da Polícia Federal (PF), localizaram cerca de 30 kg de cocaína durante vistoria em casco de navio atracado no Porto do Rio de Janeiro.

A operação também contou com o apoio de mergulhadores da Marinha do Brasil (MB) e de agentes da Guarda Portuária.

A droga, que tinha como destino a Europa, foi encaminhada à Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá, na Zona Portuária, onde foi efetuada a apreensão. Não houve prisões.

O mesmo modus operandi foi utilizado nos portos de Santos, em São Paulo e de Pecém, no Ceará, onde já ocorreram diversas apreensões de drogas, localizadas no casco dos navios atracados.


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