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SINDAPORT VAI PEDIR ANISTIA POLÍTICA POR INTERVENÇÃO SOFRIDA DURANTE A DITADURA MILITAR

Sindicato quer apresentar requerimento coletivo à Comissão de Anistia e orientar associados e familiares sobre possíveis casos de perseguiçã...

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sábado, 4 de julho de 2015

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GUARDA PORTUÁRIA DETÉM SUSPEITOS DE SABOTAGEM EM TRENS


Foto: Reprodução TV Tribuna

A Guarda Portuária do Porto de Santos, litoral de São Paulo, deteve na madrugada de quarta-feira (01), dois homens suspeitos de sabotar composições ferroviárias da Portofer.
O fato ocorreu por volta da meia-noite, quando duas pessoas foram avistadas em uma motocicleta. Uma delas desceu da moto e foi flagrada desconectando uma mangueira de ar no engate dos vagões de uma composição da empresa América Latina Logística (ALL), que estava parada. A equipe da Guarda Portuária deteve então os suspeitos, sob acusação de incolumidade pública, com intuito de prejudicar as operações ferroviárias. Os detidos foram encaminhados ao 1º Distrito Policial de Santos.
Segundo o Boletim de Ocorrência, os guardas portuários Júnior e Meneses, realizavam uma patrulha pela Avenida Perimetral, sentido Centro, ao lado do viaduto da Santa, quando notaram dois homens de moto.
Os guardas resolveram observar os movimentos dos dois indivíduos. Até que um deles desceu da moto e caminhou em direção aos vagões para desconectá-los.
Em seu relato, o guarda responsável pela condução dos homens à delegacia disse que os dois tentaram deixar o local ao perceberem que eram observados, mas foram impedidos. Questionados sobre o que faziam no local, informaram que estavam a trabalho.
Segundo a polícia, essa ação poderia ter ocasionado um desastre ferroviário. Como os detidos vestiam jaquetas da ALL, existe a suspeita de que a ação seja um reflexo da paralisação da categoria, que estava em greve, mas decidiu retornar ao trabalho, em assembleia na noite de quarta-feira. Um profissional da empresa confirmou que eles eram empregados, porém, garantiu que não haviam aparecido para trabalhar durante o dia.


Foto: Reprodução TV Tribuna
A situação aconteceu em um momento de greve dos trabalhadores da Portofer Transporte Ferroviário, empresa do grupo ALL e Rumo Logística.
Uma determinação judicial mandou manter livre, as vias férreas do Porto Organizado, e a manutenção de 30% dos serviços durante a greve deflagrada pelo Sindicato representante dos empregados da Portofer Transporte Ferroviário, iniciada em 29 de junho.
Durante a averiguação do ocorrido, não ficou evidente que a ação dos suspeitos tenha causado perigo de desastre ferroviário. Os homens foram liberados, mas o caso continuará a ser investigado pela polícia.
Sindicato
O presidente do Sindicato dos Operários e Trabalhadores Portuários (Sintraport), Claudiomiro Machado, o Miro, disse desconhecer a detenção dos dois homens, mas garantiu que advogados da entidade darão assistência aos trabalhadores. O sindicalista aproveitou, ainda, para se queixar da empresa. Segundo ele, empregados de uma agência de segurança contratada pela Portofer “apontaram armas para os trabalhadores grevistas”.
Portofer
Em nota, a Portofer informa que os fatos deverão ser investigados pela polícia. A empresa ressalta que repudia qualquer ação que coloque em risco a segurança na operação ferroviária. O texto aponta ainda que, apesar das condições atuais da economia, o diálogo com o sindicato sempre existiu. “Apresentamos proposta de reajuste com ganho real, aumento no vale­refeição e no auxílio materno infantil, entre outros benefícios”.

Edição: Segurança Portuária Em Foco



*Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

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TREM ARRASTA CARRINHO DE AMBULANTE NO PORTO DE SANTOS


Reprodução TV Tribuna

Na data de ontem (14) uma composição ferroviária arrastou um carrinho de comércio ambulante no Porto de Santos, litoral de São Paulo.
Uma mulher que trabalhava no carrinho ficou gravemente ferida no acidente. Funcionários da América Latina Logística (ALL), responsável pela movimentação das composições ferroviárias no porto, a Guarda Portuária e a Polícia Militar foram até o local.
Segundo testemunhas, a mulher que trabalhava no carrinho estava sentada na calçada próxima das linhas férias, quando o trem passou, uma das composições bateu no toldo do carrinho, que foi arrastado junto com a funcionária, que ficou gravemente ferida.
Reprodução TV Tribuna
Segundo a proprietária do Carrinho, a mulher acidentada tem uma filha de dois anos. Ela diz que trabalha no local há cinco meses e nunca aconteceu nada.
Reprodução TV Tribuna
O carrinho fica num local onde várias pessoas passam para utilizar as barcas que fazem a travessia entre Santos e Vicente de Carvalho (Guarujá). A poucos metros do local existe uma passarela, mas são poucos que a utilizam.
A ALL informou que a comerciante estava em um local proibido e que a fiscalização da área é de responsabilidade da Codesp. A Autoridade Portuária por sua vez alega que a licença dos ambulantes quem dá é a prefeitura.

A prefeitura informou que os ambulantes que estavam naquele local não tinham licença para trabalhar.




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terça-feira, 30 de setembro de 2014

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HOMEM MORRE AO SER ESMAGADO POR CAMINHÃO NO PORTO DE SANTOS


A Guarda Portuária compareceu ao local para o registro da ocorrência

O manobreiro Anderson Frazão, funcionário da América Latina Logística (ALL), morreu atropelado nesta terça-feira (30), por volta das 9h30, em um acidente envolvendo um caminhão e um trem no Armazém 21 externo do Porto de Santos.
Frazão auxiliava uma manobra de recuo de uma composição quando foi atingido por um caminhão, que avançou o cruzamento.
O manobreiro morreu no local, prensado entre o vagão e o veículo. Segundo o diretor do Sindicato dos Operários e Trabalhadores Portuários (Sintraport), Albino Calixto, a culpa pelo acidente foi do caminhoneiro, que deveria ter aguardado a passagem do trem.  Equipes do Samu foram até o local para dar atendimento ao trabalhador.
Em nota, a América Latina Logística (ALL) lamenta profundamente o falecimento do colaborador. A empresa se solidariza com a família e está prestando todo o auxílio necessário.
Ainda segundo a ALL, As causas do acidente serão apuradas pelo Comitê Interno de Segurança. Informações preliminares apontam que um caminhão invadiu a passagem de nível no Porto de Santos, colidindo com o trem em que o colaborador auxiliava em uma manobra, ocasionando o acidente.

Fonte: Jornal A Tribuna / G1 
Edição: Segurança Portuária Em Foco



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sexta-feira, 5 de julho de 2013

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ALL RECEBE QUASE 90% DAS MULTAS DA ANTT, EM 2012



 

A Revista Ferroviária informa que a América Latina Logística (ALL) foi recordista nas multas aplicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em 2012: R$ 22 milhões 941 mil, quase 90 % do total aplicado. O motivo principal da aplicação das penalidades foi “manutenção de via postergada”, seguido por “negligência na manutenção de ativos arrendados”, por “mão encaminhamento de informações e documentos” e por “cobrança de tarifas acima do teto tarifário”.

Jorge Bastos, diretor geral da agência, diz que vai apurar todas as denúncias que cheguem à agência reguladora, e que os clientes não devem se preocupar com possíveis reações: “se houver alguma retaliação, a ANTT vai entrar, e vai entrar energicamente para eu isso não aconteça.” Ele reconhece, no entanto que boa parte das multas não é efetivamente aplicada, por conta de recursos judiciais. As multas acima são transitadas em julgado, mas ainda estão sujeitas a liminares na execução, explica.

“Multa não resolve o problema. Não vai fazer a carga do cliente chegar lá, nem vai fazer a concessionária melhorar o serviço”, diz o diretor.  “Temos sim que encontrar uma maneira de fazer com que os contratos sejam cumpridos. Às vezes a multa é tão pequena diante do contrato que é melhor pagar.”

 

Fonte: Portogente
 
 
 
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terça-feira, 18 de junho de 2013

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CLIENTES RECLAMAM DA ALL



Recentemente uma composição ferroviária impediu a pronta atuação da Guarda Portuária contra assaltantes que explodiram um caixa eletrônico em um prédio da CODESP. Todo dia, vários trabalhadores são impedidos, por vários minutos, de acessarem os seus postos de trabalho em virtude da falta de respeito desta empresa. 
 




A perda de 8 mil km de ferrovia na Argentina no início do mês é apenas um dos problemas que atormentam o dia a dia da América Latina Logística (ALL), a maior concessionária da América do Sul.

Por aqui, a empresa, que até há bem pouco tempo vendia a imagem de que mantinha uma saúde financeira invejável, tem sido alvo de uma série de reclamações de clientes por descumprimento de contratos e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) por má conservação dos trilhos – ela administra 13 mil km de estradas de ferro nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Nos últimos meses, quatro processos foram abertos no órgão regulador contra a ALL – empresa que tem como sócios o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) e a Funcef (dos funcionários da Caixa), além de GP Investimentos.

A agência reguladora não quis divulgar o nome dos clientes que estão questionando a concessionária, mas fontes consultadas pelo jornal O Estado de S. Paulo contaram que a lista inclui Agrovia, Rumo Logística, Copersucar e Minermix Mineração.

As companhias, que preferiram não se manifestar sobre o assunto, assinaram contratos de longo prazo (em média de 25 anos) com a ALL para transportar seus produtos pelos trilhos. Na maioria dos acordos as empresas investiam na compra de vagões, na recuperação de trechos da malha ferroviária e na construção de terminais de transbordo.

Tudo ficava sob a administração da ALL, que dava aos clientes desconto no transporte da carga pela estrada de ferro. Era uma parceria perfeita. De um lado, as empresas reduziam a dependência do transporte rodoviário e do outro a concessionária aumentava a carteira de clientes.

 

 Fonte: Exame.com / Porto S.A.
 
 
 
 
 
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