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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

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PRESIDENTE DO SINDICATO DE CAMINHONEIROS É DETIDO


Mandado de busca e apreensão para a residência do sindicalista foi expedido pela Justiça (Foto: Divulgação / Pol. Civil)
O diretor-presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Rodrigo Aparecido Felix, de 31 anos, foi detido na manhã de ontem pela Polícia Civil após a apreensão de 12 munições de calibre 380.  Mediante pagamento de fiança de R$ 3 mil depois do registro do flagrante, Rodrigo foi liberado para responder pelo porte ilegal de munições em liberdade.
As munições foram encontradas na casa do sindicalista, em São Vicente.


Com respaldo de mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Criminal de Santos, policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes fizeram uma vistoria na casa de Rodrigo (foto -TV Tribuna). Além das munições, os investigadores apreenderam uma bolsa, documentos e um telefone celular.
O Sindicam informou ontem, por meio de nota, que a “inocência do diretor-presidente será provada em juízo”.


Inquérito
O mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça para a casa  foi pedido pela Polícia Civil em razão de um inquérito, em tramitação judicial, que apura os delitos de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A Dise apura atividades de uma organização que “através de ameaças está expandido suas atividades no transporte de cargas no Porto de Santos”.
Durante a mesma investigação, policiais da Dise prenderam no último dia 16 de outubro o suplente de diretoria do Sindicam Alessandro Rodrigues da Silva, de 36 anos, por porte ilegal de dois revólveres de calibre 38 com numeração raspada.
A defesa de Silva nega que as armas apreendidas são de Silva e diz que ele não tem relação com atividades criminosas.

Delegado da Dise fala sobre a prisão (TV Tribuna)

Fonte: Diário do Litoral  
Edição: Portal Segurança Portuária Em Foco



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domingo, 9 de novembro de 2014

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SINDICALISTA É PRESO POR PORTE DE ARMAS EM SANTOS



A Polícia Civil prendeu na manhã do dia 16, o sindicalista Alessandro Rodrigues da Silva, o Bicudo, de 36 anos, por porte ilegal de dois revólveres de calibre 38, com numeração raspada. Silva é diretor operacional da recém-criada Associação Paulista dos Transportadores Autônomos (Apta) e segundo suplente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam).
Os revólveres foram apreendidos por policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) no banheiro do escritório da Apta, que fica em um prédio na Rua Vasconcelos Tavares, no Centro de Santos.
Antes de revistar a sede da Apta, a equipe do investigador Paulo Álvaro Ribeiro esteve no apartamento do acusado, no Bairro Ocian, na cidade de Praia Grande, onde cumpriram mandado de busca e apreensão.
No imóvel foram apreendidos R$ 32 mil, além de seis celulares e documentos. Bicudo disse que R$ 26 mil lhe pertenciam e que o restante seria da Apta.
Autuado pelo delegado Francisco Garrido Fernandes, Bicudo foi encaminhado à cadeia do 5º DP de Santos. A prisão é a primeira de uma série que poderá se consumar, dependendo do avanço das negociações. Segundo a Dise, o acusado tem passagens por porte de arma, porte de entorpecente e roubo.
Inquérito
Silva é uma das pessoas investigadas em um inquérito da Dise que apura os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas e associação ao tráfico.
Segundo a Dise, o sindicalista teria relação com um grupo que “através de ameaças está expandido suas atividades no transporte de cargas no Porto de Santos”.
Defesa
O advogado do sindicalista, Willian Cláudio Oliveira dos Santos, refuta a acusação que recai sobre seu cliente. “Ele é caminhoneiro. O dinheiro encontrado na residência é fruto de dois caminhões que ele tem. Na residência dele não foi encontrado nenhum ilícito”.
Sobre as armas apreendidas na associação, Oliveira diz que o sindicalista as desconhecia. “Lá é uma associação, tem vários diretores. O banheiro (onde as armas foram apreendidas) é coletivo, onde frequentam vários funcionários, além da diretoria”, afirma o advogado.
Jornal A Tribuna - Santos


Fonte: Gilmar Alves Jr/ Diário do Litoral – Eduardo Velozo Fuccia / Jornal a Tribuna  
Edição: Portal Segurança Portuária Em Foco




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