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PORTO DE SANTOS RECEBERÁ NOVAS LANCHAS BLINDADAS PARA PATRULHAMENTO NO MAR

Embarcações custaram mais de R$ 7 milhões; dez carabinas, semelhantes a fuzis, também tiveram licitação aberta A Autoridade Portuária de S...

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

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PORTUÁRIOS PARALISAM ATIVIDADES E PROMETEM MAIS ATOS CONTRA VENDA DA CODESA

 

Trabalhadores atearam fogo em pneus para impedir o acesso ao porto de Capuaba, em Vila Velha

Todas as atividades portuárias no Espírito Santo foram paralisadas no dia 20 de dezembro, entre as 7 e 13 horas, em protesto dos trabalhadores de diversas categorias contra o processo de privatização dos portos, em andamento pelo governo federal. O ato foi o primeiro, em nível nacional, depois da decisão da plenária dos sindicatos do setor, realizada este mês em Brasília, puxada pela venda da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), a primeira a ser privatizada.

O movimento foi encabeçado pelo Sindicato Unificado da Orla Portuária do Espírito Santo (Suport-ES) e demais entidades que compõem a Intersindical Portuária. Os trabalhadores portavam faixas de protesto em defesa dos empregos, do mercado de trabalho e da manutenção do porto público.

A entrada do porto de Capuaba, em Vila Velha, foi fechada, impedindo a movimentação de caminhões e carretas. Os trabalhadores colocaram fogo em pneus para dificultar o trânsito e, ao mesmo tempo, fizeram pronunciamento denunciando "a covardia" do governo e os prejuízos à economia do Estado que será consolidado com a privatização da Codesa. O protesto, além de Capuaba, atingiu os portos de Vitória e Barra do Riacho, em Aracruz, norte do Estado.

"Está tudo parado, desde a guarda, o Ogmo [Órgão Gestor de Mão de Obra], o setor administrativo, e vamos manter o movimento para chamar a atenção do governo para essa covardia que é a entrega dos portos para o privado", disse Antônio Cândido, presidente do Sindicato da Guarda Portuária do Espírito Santo (Sindguapor-ES), ao anunciar outras paralisações.

Nova paralização

A próxima será no dia 28 de janeiro, com duração de 12 horas; em fevereiro de 18 horas; e assim por diante, acrescenta o dirigente sindical. Para ele, o "governo do Estado não tem mostrado esforços contra a privatização", cujo modelo será testado no Espírito Santo e depois aplicado em outros portos, a começar pelo de São Paulo. Antônio Cândido comentou ainda que, da bancada federal, somente o deputado Helder Salomão (PT) participava do ato, prometendo fazer pressões em Brasília a fim de mudar o quadro.

"O porto tem lucro e emprega centenas de trabalhadores que serão demitidos com a privatização", comenta Antônio Cândico, e destaca: "A Portaria 84/2021 que exclui a Guarda Portuária, que será substituída por vigilantes da iniciativa privada, que ocuparão seus postos. Isso inclui áreas de fronteira, que serão entregues na mão de quem eles quiserem".

A privatização dos portos, a ser iniciada com a venda da Codesa, irá gerar desemprego, fuga de cargas para outros estados, aumento de tarifas, perda de arrecadação municipal e estadual, entre outros impactos, no entendimento de Antônio Cândido, idêntico a de especialistas, que já se manifestaram contra o modelo de privatização adotado pelo governo Bolsonaro.

O calendário de luta foi aprovado na Plenária Nacional das Três Federações — Federação Nacional dos Portuários (FNP), Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, nas Atividades Portuárias (Fenccovib) -, realizada em Brasília nos últimos dias 7 e 8 de dezembro.

Fonte: Século Diário


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segunda-feira, 8 de março de 2021

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NO ESPÍRITO SANTO, CANDIDATOS REQUEREM A REALIZAÇÃO DO CURSO DE FORMAÇÃO DA GUARDA PORTUÁRIA NA JUSTIÇA

 

Justiça intimou a Codesa para que inicie o Curso de Formação. Empresa recorreu.

Alguns candidatos aprovados no concurso da Guarda Portuária da Companhia Docas do Estado do Espírito Santo - Codesa, cansados de tanto esperar e se sentindo enganados, entraram na Justiça solicitando a realização da última fase, o Curso de Formação.

No processo eles citam que a Codesa realizou a seleção pública após ordem judicial da Justiça do Trabalho. O concurso, iniciado em 2015, teve divulgado em setembro de 2016, a sua a lista de aprovados para essa fase.

Ocorre que, até presente data, não teria havido a realização do referido curso, tendo a empresa pública paralisado, de forma indevida, o aludido certame. Eles alegaram que, nesse ínterim, a Codesa teria continuado a realizar pregões para a contratação de mão de obra terceirizada, como exemplifica o Edital nº 010/2018. Afirmaram também que não há fator econômico que justifique a não realização do Curso de Formação.

Na sua defesa a Codesa alegou que, contrariando todo o histórico, não houve condenação judicial para realização de concurso do cargo de guarda portuário. Sobre o pregão para a contratação de terceirizados, alegou que se deveu a uma situação específica de manutenção de área transitória.

Alegou também que a situação financeira da empresa pública não é confortável como a parte autora quer fazer acreditar e que nesses quatro anos não foram encontradas empresas para fornecer o serviço de treinamento por um preço adequado.

No processo, a Codesa afirmou que o custo do curso de formação varia entre R$ 378.000,00 (trezentos e setenta e oito mil reais) a R$ 520.000,00 (quinhentos e vinte mil reais), e que a Companhia poderia responder pelo prejuízo exorbitante se licitasse e contratasse empresa cujos recursos não atendam aos critérios exigidos.

Como já tinha feito anteriormente no transcorrer do processo para a realização do concurso, alegou que não é permitido ao Poder Judiciário adentrar o mérito administrativo das decisões tomadas pela banca na realização de um concurso público.

Em sentença proferida no dia 07 de abril de 2020 o Juiz Federal, Fernando Cesar Baptista de Mattos, julgou procedente o pedido dos autores, intimando a Codesa para que inicie o Curso de Formação previsto no Edital do Concurso Público n. 001/2015 em 15 dias. Em caso de descumprimento, a empresa estaria sujeita a multa.

No seu despacho o juiz afirmou que a Codesa cometeu abuso de direito, pois suspendeu o referido certame sem justa causa, não havendo motivos que justifique a revogação ou a nulidade do aludido concurso, a Companhia deixou de realizar a etapa final da seleção por mais de três anos, devendo ser reconhecida a ilegalidade de sua contínua omissão em finalizar o supracitado certame. Destacou que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece que a discricionariedade da Administração em concurso público não é ilimitada, tecendo os seguintes comentários na sua sentença:

“Não é crível que, no decorrer da seleção e na sua última etapa, a parte requerida tenha se deparado com esse óbice econômico como se ele não pudesse ter sido verificado em momento prévio da publicação do edital. Um mínimo de planejamento que se impõe à Administração Pública indica que tal gasto deveria estar precificado em momento anterior, não podendo ser usado como motivo para suspensão atual do concurso”.

“Além disso, nesses três anos, não se verificou nenhuma conduta da parte ré para reduzir os custos da realização da referida etapa, como usar funcionários da própria empresa para administrarem parte das disciplinas do Curso de Formação”.

“Assim, a mera alegação de um contexto econômico desfavorável não justifica o adiamento por três anos da realização do referido curso. Nesse sentido, é necessários registrar que a suspensão do concurso pelos motivos anteriormente elencados fere o Princípio da Razoabilidade, da Legalidade e da Boa-fé Objetiva”.

Em 17 de novembro de 2020 a Codesa recorreu da sentença, utilizando das mesmas alegações para procrastinar a realização do Concurso, e posteriormente, para a realização do Curso de formação.

Novos Processos

Mesmo após essa decisão, no dia 22 de dezembro, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o cancelamento do Concurso Público. A decisão foi tomada por sua Diretoria Executiva (DIREXE), em reunião extraordinária ocorrida em 25 de setembro.

LEIA TAMBÉM: CODESA DESRESPEITA DECISÃO JUDICIAL E CANCELA CONCURSO DA GUARDA PORTUÁRIA

Diante dessa decisão, outros candidatos aprovados, e que estavam a anos aguardando apenas a realização do curso de formação, a última fase do concurso, deverão procurar a justiça para garantir o seu direito a vaga conquistada.


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sexta-feira, 1 de maio de 2020

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NO DIA DO TRABALHO GUARDAS PORTUÁRIOS TEM BENEFÍCIOS RETIRADOS



Além disso, a empresa decidiu, de forma unilateral, mudar a escala de trabalho para o turno de 6 horas.
Nesse dia 1 de maio, quando todos deveriam comemorar o “Dia do Trabalho”, os guardas portuários de Vitória, no Espírito Santo, tiveram todos os seus benefícios, conquistados com a luta de muitos anos, retirados.
A Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), que administra os portos de Vitória e Capuaba, vinha mantendo conversação com o sindicato referente, ainda, a data base do ano passado, onde  havia proposto manter as cláusulas atuais e dar um aumento, corrigindo no entanto, o porcentual do plano de saúde e com o pagamento retroativo apenas desde janeiro, o que havia sido aceito pela categoria. Depois de tudo acordado, a empresa quis incluir também a alteração da escala de trabalho.
Segundo alguns guardas, durante a semana o presidente da empresa, Júlio Castiglioni, se dirigiu aos postos de trabalho, e pressionando os guardas disse que se não aceitassem o novo acordo, com a nova escala, ele iria suspender o plano de saúde, dizendo ainda: ”Imagine você e sua família nessa pandemia do Covid-19 sem plano de saúde, Imagine vocês terem que ir para o Sistema Único de Saúde (SUS)”.


A Diretoria Executiva (DIREXE), em reunião realizada ontem, decidiu manter o plano de saúde, mas cumprir apenas a legislação trabalhista, em relação a direitos e obrigações. Além disso, a empresa decidiu, de forma unilateral, mudar a escala de trabalho para o turno de 6 horas, a partir das 07:00 horas do dia 04 de maio.



Incrédulos e revoltados com tamanha falta de humanismo, os guardas portuários se reuniram ontem, na frente da portaria do Porto de Capuaba, em Vila Velha – ES, e decidiram não aceitar a proposta da empresa, levando a discussão para dissídio. Em seguida seguiram em carreta até a sede da empresa onde realizaram uma manifestação. Nova assembleia será marcada para decidir pela paralização da categoria.
Os inspetores, Anacleto e Robson, por não concordarem com a proposta da empresa, foram descomissionados dos seus cargos. Em solidariedade, os inspetores Gonçalves, Carvalho, João Henrique, Fontes, Lopes e Silvio entregaram os seus cargos.
Homenagem



Em homenagem a data de hoje, a Codesa publicou nas suas redes sociais uma foto onde aparecem, entre outros trabalhadores, guardas portuários.
Vários guardas não se intimidaram e aproveitaram aquele espaço para mostrar todo o seu desapontamento e indignação com a atitude da empresa, que mesmo na atual conjuntura, quando o país e o mundo estão passando por essa pandemia do coronavírus, a empresa não teve nenhuma consideração com os seus trabalhadores.










Depois de uma enxurrada de comentários criticando a atitude da empresa, a Codesa resolveu fechar as suas redes sociais.





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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

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GUARDAS PORTUÁRIOS PROTESTAM EM BRASÍLIA



Guardas Portuários, ligados à Codesa, temem demissões com o processo de privatização dos portos.
Um grupo de 22 guardas portuários capixabas, servidores da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), realizaram uma manifestação na última quarta-feira (4) e na quinta-feira (5) em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília. Munidos de faixa, eles pediram a atenção do Governo Bolsonaro para a situação da categoria diante da incerteza de manutenção dos postos de trabalho com a privatização dos portos.
Como são funcionários públicos da Codesa, os trabalhadores podem estar na mira do desemprego, caso a estatal que administra os postos seja extinta. O diretor de Relações Institucionais do Sindicato da Guarda Portuária do Estado, Laudimar Luciano, explica que ninguém sabe, ao certo, qual será o futuro da categoria e dos demais trabalhadores da Companhia e o clima é de incertezas. Segundo ele, 50% dos trabalhadores da Codesa são guardas-portuários, alguns com mais de 12 anos de tempo de trabalho.
O governo federal anunciou, em agosto deste ano, a ampliação do seu programa de privatizações e concessões. No total, 17 empresas fazem parte da lista de desestatizações, que inclui novos projetos e outros que já estavam previstos. Entre eles estão a Codesa e os Correios, o que deve afetar mais de dois mil servidores no Espírito Santo. A previsão é concluir o processo até março de 2020.
Greve
No último dia 28 de novembro, os trabalhadores da área administrativa da Codesa que são representados pelo Sindicato Unificado da Orla Portuária (Suport-ES) fizeram uma greve por 12 horas. Além de reivindicar uma definição sobre o Acordo Coletivo de Trabalho, os servidores também querem uma posição da diretoria da Companhia sobre o destino dos empregados com a ameaça de privatização das companhias docas.
O presidente da entidade, Ernani Pereira Pinto, se articula em Brasília com dirigentes de 27 sindicatos da área de todo o Brasil, para buscar soluções. Os trabalhadores já pediram a interferência do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que as cidades portuárias sejam ouvidas e participem da discussão. Afinal, os municípios serão os primeiros impactados com a mudança de gestão dos portos.
Ernani afirma que a Codesa já trabalha num cronograma de modelagem da desestatização. A gestão atual da empresa pública está pautada numa agenda de reuniões e viagens internacionais que visam avaliar outros exemplos no exterior para definir o que será utilizado no Estado. Além disso, especialistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), representantes da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) do Ministério da Infraestrutura, Ministério da Economia, Consultorias PwC e Modal estiveram na companhia docas nos últimos meses avaliando o cenário capixaba.
Para ele, com a discussão do projeto de lei que deve flexibilizar a estabilidade dos servidores públicos, os riscos de demissão são ainda maiores.



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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

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MARINHA REALIZOU VISTORIA NO SERVIÇO DE TRÁFEGO DE EMBARCAÇÕES DA CODESA



A homologação do funcionamento operacional do VTS tem validade até agosto de 2020.
No período de 20 a 22 de agosto o Centro de Auxílio à Navegação Almirante Moraes Rego (CAMR) da Marinha do Brasil, sob o comando do capitão de mar e guerra Alex Pinto Babinsck, realizou uma visita técnica ao Centro de Controle do Vessel Traffic Service (VTS) do Porto de Vitória, no Espírito Santo, a fim de atestar a manutenção da sua capacidade para continuar prestando Serviço de Informações, em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Tráfego de Embarcações.
Na visita foram verificadas instalações, aspectos administrativos, funcionamento dos equipamentos e avaliado o desempenho dos operadores e supervisores no exercício de suas funções, por meio da realização de exercícios práticos de acompanhamento do tráfego marítimo e interação do Centro VTS com os usuários.
No primeiro dia foi feita a verificação de documentos. Também serão avaliadas estatísticas, situações de emergência e possíveis melhorias do sistema.
Simulado
Uma simulação de procedimentos de emergência, essenciais no auxílio ao navegante, fez parte do segundo dia de vistoria do VTS do Porto de Vitória. Exercícios de situações de incêndio, homem ao mar, colisão e avaria em motor de embarcações foram realizados no Canal de Vitória e na área de fundeio, sob a supervisão da Marinha e monitoramento do VTS Vitória.

O rebocador Smit Torá, saiu do cais Comercial de Vitória, com tripulantes da CODESA e a 1º tenente Monique Pimentel, que comandou as operações na água. Em terra, no Centro de Controle do VTS, outros oficiais acompanhavam os procedimentos via sistema. O exercício faz parte da vistoria anual protocolar.
De acordo com a tenente as situações simuladas fazem parte da avaliação, porque são situações corriqueiras na navegação.
No terceiro dia da vistoria técnica foram debatidas as situações verificadas e anunciado o resultado final da inspeção, com o feedback para a equipe do VTS.
Homologação
O tráfego de embarcações no Porto Organizado de Vitória continua seguro e eficiente. A conclusão é da Marinha do Brasil que, pelo segundo ano consecutivo, aprova o VTS do Porto de Vitória.
A homologação do funcionamento operacional do VTS tem validade até agosto de 2020, quando será realizada nova vistoria técnica.

O chefe da comitiva da Marinha, capitão de Mar e Guerra Alex Pinto Babinsck, fez elogios "à qualidade e ao profissionalismo dos operadores e supervisores do VTS do Porto de Vitória pela manutenção técnica e operacional dos equipamentos, sensores e softwares de monitoramento e pela organização administrativa do setor", segundo informou o coordenador do VTS, Agostinho Sobral.
VTS
O Vessel Traffic Service (VTS) é um auxílio eletrônico à navegação, com capacidade de prover monitorização ativa do tráfego aquaviário, cujo propósito é ampliar a segurança da vida humana no mar, a segurança da navegação e a proteção ao meio ambiente nas áreas em que haja intensa movimentação de embarcações ou risco de acidente de grandes proporções.
Em 2017, a Diretoria de Hidrografia e Navegação concedeu à Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA) a licença de operação do VTS no Porto de Vitória, que se tornou o primeiro porto público a operar o VTS no Brasil, situação que permanece inalterada até o momento.


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terça-feira, 16 de abril de 2019

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INCÊNDIO ATINGE ÁREA DO PORTO DE CAPUABA, EM VILA VELHA, ES


A Guarda e as brigadas de combate a incêndio do Porto de Vitória e do terminal TVV Login chegaram rápido ao local, orientando a saída de trabalhadores e isolando a área
Um incêndio paralisou as operações nos silos do Porto de Capuaba, em Vila Velha, na tarde desta segunda-feira (15). Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local e controlou as chamas. O acesso ao porto foi novamente liberado às 15h20. As causas do incêndio serão investigadas.
O fogo teve início por volta das 14h próximo a um dos elevadores de canecas: equipamentos utilizados para o transporte de granéis, para o enchimento dos silos.
Segundo a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), responsável pela área, assim que o fogo começou a área foi imediatamente isolada pela Guarda Portuária (GP). Não houve vítimas e os danos materiais serão avaliados.

"A Guarda e as brigadas de combate a incêndio do Porto de Vitória e do terminal TVV Login chegaram rápido ao local, orientando a saída de trabalhadores e isolando a área", informou a Codesa por nota.
O Corpo de Bombeiros enviou três caminhões de combate ao fogo, uma ambulância e dois veículos de apoio. O combate durou cerca de uma hora.
Os bombeiros fizeram o trabalho de rescaldo e nesta terça-feira (16) darão início à perícia para apurar as causas do incêndio.



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sábado, 14 de outubro de 2017

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PORTO DE VITÓRIA VAI ABRIGAR A SEDE DA CESPORTOS-ES




O grupo de trabalho vai ocupar espaço anexo ao NEPOM
Em reunião realizada no dia 6 de setembro, entre a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e a Polícia Federal, além da manutenção da sede do Núcleo Especializado de Polícia Marítima (NEPOM), foi decidido que o Porto de Vitória vai abrigar a sede da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis do Espírito Santo (Cesportos-ES).
Participaram da reunião o presidente da Codesa, Luís Claudio Montenegro; o coordenador de Segurança Portuária, Eníldo Pereira Gonçalves Júnior; o diretor regional e executivo da Polícia Federal, delegado Luciano Flores de Lima; o agente do NEPOM e coordenador da Cesportos, Rogério da Silva Lages; o perito criminal, Rodrigo Cit Ramos Lopes e a delegada Anne Vidal Moraes.
O grupo de trabalho vai ocupar espaço anexo ao NEPOM, que já funciona no porto. Os dois serviços vão atuar, conjuntamente, em ações de policiamento marítimo e integrados às forças de segurança pública, em conformidade com o Plano Nacional de Segurança Pública Portuária.

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terça-feira, 10 de outubro de 2017

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PORTO DE VITÓRIA INAUGURA PRIMEIRO SISTEMA DE CONTROLE DE TRÁFEGO MARÍTIMO DO PAÍS




Além de atender o Porto de Vitória, o sistema também tem abrangência sobre as atividades dos portos de Tubarão e Praia Mole

No início do mês passado começou a funcionar o sistema de controle de tráfego marítimo do Porto de Vitória, o primeiro do país. A transmissão foi inaugurada pelo coordenador Agostinho Sobral, sob o acompanhamento do presidente da Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA), Luís Claudio Montenegro.
O sistema VTMIS (sigla em inglês para Vessel Traffic Management Information System) é composto por um avançado e complexo grupo de equipamentos que fornece informações de segurança da navegação, condições meteorológicas e total controle de toda área de fundeio, canal de acesso, bacia de manobra e terminais portuários.
Além de atender o Porto de Vitória, o sistema também tem abrangência sobre as atividades dos portos de Tubarão e Praia Mole. O primeiro navio a operar dentro do VTMIS foi o Thorco Legacy, da Namíbia, que atracou em Tubarão aos 30 minutos desta segunda-feira.
Expectativa

Antes do início da operação, o coordenador Agostinho Sobral repassou os últimos informes para a equipe, formada pelo supervisor de VTS e oficial de náutica, Gustavo Marchesi, da empresa Indra, e pelo operador de VTS, Tiago Fraga. À meia-noite em ponto começou a transmissão no Centro de Controle Operacional (CCO) do sistema de controle de tráfego marítimo do Porto de Vitória, localizado no Cais de Capuaba, em Vila Velha.
Visivelmente emocionado, o presidente Montenegro resumiu: "É mais um projeto realizado". E complementou: "Somos o primeiro porto público do país a operar esse sistema que é utilizado pelos maiores portos do mundo. Estamos na vanguarda da modernização e busca de eficiência entre os portos públicos e privados do Brasil graças a uma gestão empreendedora, com visão de futuro e, sobretudo, pelo comprometimento e competência de nossos colaboradores".
Segurança
Agostinho Sobral, responsável desde o início, pela implantação do sistema, também estava emocionado: "Dever cumprido. Graças ao envolvimento de todos conseguimos dar esse importante passo na modernização da segurança portuária. O sistema ativo garante segurança a todas as embarcações que acessam os portos de Vitória, Praia Mole e Tubarão, com organização do tráfego e eficiência nas operações", explicou.
A primeira transmissão do VTMIS foi acompanhada por alguns colaboradores da empresa: os coordenadores Enildo Pereira Junior e Rose Duarte, de Segurança Portuária e Comunicação, respectivamente; o secretário dos Conselhos, Rouzemberg Lugão; o supervisor da Guarda Portuária, Reroldi Monteiro; a assessora da presidência, Joana Brotas, e o responsável pela cobertura do evento, o estagiário Gilson Luiz Roza. O presidente levou a família: a esposa Milva, a irmã Carine e o pai Carlos Alberto.
Marinha aprova VTMIS

O sistema de controle de tráfego marítimo do Porto de Vitória (VTMIS) foi aprovado pela Marinha após visita técnica realizada por oficiais da Autoridade Marítima. Com a aprovação, o Porto de Vitória passará a constar em todas as publicações náuticas do Brasil e do mundo. Vitória é o primeiro porto do país a contar com o VTMIS operando.
A implantação do VTMIS, que custou R$ 21,9 milhões, teve início em dezembro de 2015 e começou a operar no dia 4 de setembro. Com dois radares instalados nos morros do Moreno e de Atalaia, em Vila Velha, o sistema monitora as embarcações por meio de sensores mareógrafos, correntômetros, câmeras, boias e estação meteorológica. A tecnologia melhora a segurança de tráfego, reduz o tempo inativo dos berços e ajuda a evitar acidentes ambientais ambiente. A sala operacional fica em Capuaba.

A implantação do VTMIS coloca o Porto de Vitória na vanguarda dos portos públicos brasileiros. "O VTMIS surge como resposta à crescente complexidade e diversidade do transporte marítimo mundial, e a segurança na proteção das cargas movimentadas no Porto de Vitória, afirma o assessor técnico da CODESA e controlador responsável pelo sistema, Agostinho Sobral.

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terça-feira, 25 de julho de 2017

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VITÓRIA É O PRIMEIRO PORTO PÚBLICO DO BRASIL A IMPLANTAR SISTEMA DE TRÁFEGO DIGITAL E ONLINE




O novo sistema de gestão proporciona mais segurança e eficiência ao tráfego de embarcações e maior rapidez na operação das cargas

O Porto de Vitória (ES) saiu na frente. É o primeiro porto público do Brasil a implantar o Sistema de Gerenciamento e Informatização do Tráfego de Embarcações – VTMIS (sigla em inglês para Vessel Traffic Management Information System). Ele melhora a segurança e a eficiência do tráfego de embarcações e protege o meio ambiente. Embora ainda precise da homologação da Marinha, prevista para agosto, o sistema já está em operação. O governo federal investiu R$ 22,9 milhões no VTMIS.
"Este é um processo sem volta, saltamos de um sistema arcaico para a era digital e online, que torna o porto mais eficiente e seguro", afirmou o presidente da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), Luís Claudio Montenegro. Integrado ao programa Porto sem Papel, o sistema também vai proporcionar maior rapidez no fluxo de cargas e ganho de tempo operacional.
O próximo porto brasileiro a implantar o sistema VTMIS é o de Santos, que em fevereiro inaugurou o seu Centro de Controle de Operações (CCO) no complexo Santista.
No Porto de Vitória, o sistema opera com dois radares, localizados nos Morros do Moreno e de Atalaia, Vila Velha (ES). Eles monitoram a navegação na barra, incluindo o canal de acesso ao Porto de Vitória, além dos Portos de Tubarão e de Praia Mole.
VTMIS
O VTMIS é um sistema de auxílio eletrônico à navegação, com capacidade para prover a monitoração ativa do tráfego aquaviário. O objetivo do sistema é ampliar a segurança navegação e da vida humana no mar e a proteção ao meio ambiente nas áreas em que há intensa movimentação de embarcações ou risco de acidentes em grandes proporções.
O sistema é uma poderosa ferramenta de gerenciamento de dados, já que realiza a integração de um grande volume de informações provenientes de dispositivos e sensores. Entre outras funções, a busca pela melhoria na eficiência da movimentação de cargas, utilização dos recursos e infraestrutura do porto e organização do tráfego aquaviário na área portuária, canais de acesso e fundeadouros.
O Centro de Controle Operacional do VTMIS deve ser localizado em área estratégica do porto, no qual operadores devidamente habilitados possam analisar o tráfego aquaviário.
Brasil
No País, a Autoridade Competente de que trata essa resolução é a Marinha do Brasil através do Centro de Sinalização Náutica e Reparos Almirante Moraes Rêgo (CAMR). O CAMR representa o Brasil como Membro Nacional da Associação Internacional de Sinalização Marítima (IALA) desde 1961 e membro do seu conselho desde 1998.
Requisitos

Segundo a Recomendação V-128 da IALA sobre Requisitos Operacionais e Técnicos para o Desempenho de Equipamentos VTS, os elementos essenciais de um sistema moderno são: Radares, que possibilitam o rastreamento de embarcações, AIS (Automatic Identification System) que equipam os navios de grande porte; CFTV dotado de câmeras de longo alcance e visão noturna; sensores meteorológicos e hidrológicos; comunicações VHF; e um Centro de Controle Operacional (CCO-VTMIS), para o qual convergem todas as informações capturadas através dos sensores remotos.
O serviço deve ter a “capacidade de interagir com o tráfego e responder a situações que se desenvolvam dentro da área de VTS”.

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sábado, 17 de junho de 2017

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CODESA REALIZA SIMULAÇÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO MARÍTIMO




O VTMIS do Porto de Vitória está em fase final de testes para entrar brevemente em operação

A Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA) promoveu entre os dias 05 a 09 deste mês, no Centro de Controle Operacional localizado no Cais de Capuaba, em Vila Velha, experiências reais do controle de tráfego de embarcações, situações de risco e simulados de prováveis situações nas áreas de fundeio e acesso ao Porto de Vitória, como parte da semana de treinamento intensivo para a equipe do Sistema de Gerenciamento e Informação do Tráfego de Embarcações (VTMIS).
O Trabalho em Treinamento (OJT) - da sigla em inglês the Job Trainning - foi aplicado pelo controlador do Serviço de Controle de Tráfego de Embarcações (VTS), do Centro de Coordenação e Resgate Marítimo (MRCC, de Maritime Rescue Coordination Centre) de Tarifa, no Estreito de Gibraltar, Espanha, José Cristoban Maraver Romero.
Os supervisores e operadores do VTMIS colocaram em prática os ensinamentos teóricos adquiridos desde o início do OJT, operando o software IMare em simulações com alvos sintéticos gerados no sistema, a fim de reforçar os Procedimentos Operacionais Padronizados (SOP, de Standard Operational Procedures), do Centro de Controle Operacional (CCO), e aperfeiçoar as comunicações marítimas padrão (SMCP, sigla em inglês de Standard Marine Communication Phrases).
O VTMIS do Porto de Vitória está em fase final de testes para entrar brevemente em operação. O treinamento foi organizado pelo assessor responsável pela implantação do VTMIS em Vitória, Agostinho Sobral Sampaio, com a colaboração do gerente do Consórcio INDRA (empresa que forneceu e instalou os equipamentos), Marcos Cesar Vendramin, e teve por objetivo preparar a equipe para a visita técnica de avaliação a ser realizada pelo Centro de Sinalização Náutica Almirante Moraes Rego, para dar início aos serviços do Centro VTMIS nos Portos de Vitória, Tubarão e Praia Mole, canais de acesso e áreas de fundeio.
Controlador

O controlador espanhol foi escolhido porque o Estreito de Gibraltar é a segunda área marítima mais movimentada do mundo, perdendo apenas para o Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França. Os estudos práticos realizados simularam casos reais e treinamentos no sistema iMare, com prováveis situações de tráfego que poderão ocorrer na área de responsabilidade do VTMIS em Vitória, utilizando os radares, câmeras, cartas náuticas eletrônicas, equipamentos de comunicação em VHF e sensores meteoceanográficos.
José Cristoban Maraver Romero avaliou muito positivamente o desempenho da equipe do Porto de Vitória, destacando o interesse, a busca de aprendizado, a conduta e o conhecimento profissional dos responsáveis pela formação da equipe, além da estrutura física do centro operacional e seus equipamentos, inclusive das torres dos radares.
Equipe

A equipe do VTMIS é mista, contando com oficiais de náutica da empresa INDRA e os operadores da CODESA. Pelo porto, são eles: Patrícia Bettcher, Rafael De Nadai, Regis Fontes, Tiago Fraga, Cláudia Loureiro, e pela Indra, os supervisores Carolina Natali, Flávio Brilhante, Fabrício Borgo, Artur Varella e Gustavo Marchesi.


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