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segunda-feira, 26 de maio de 2014

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SINDICATOS SE MOBILIZAM PELO PORTE DE ARMA FORA DE SERVIÇO PARA A GUARDA PORTUÁRIA



O texto original do projeto de lei 6.565/2013 propõe alteração da Lei nº 10.826/2003 para conceder porte de arma mesmo fora de serviço para agentes e guardas prisionais. Nesse sentido, o SINDAPORT e a APROGPORT se mobilizaram e conseguiram através do ex-delegado e deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) fazer uma emenda ao texto original e inserir a Guarda Portuária neste projeto.
O PL que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, com grande apoio do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), foi aprovado também na última quarta-feira (21) no Senado e agora segue para sanção presidencial.
O projeto teve amplo apoio dos senadores, inclusive da senadora Gleisi Hoffmann que votou favoravelmente ao texto, porém disse que o artigo sobre os agentes portuários foi acrescentado na Câmara dos Deputados e “pegou carona” no projeto. “Quero lamentar que a Câmara tenha incluído o porte para guarda portuário. Não há justificativa”, afirmou a Senadora. “A presidenta vai analisar a possibilidade de manter isso ou não”, alertou Gleisi.
O SINDAPORT, antecipando-se aos fatos, já manteve contato com o deputado Federal Paulo Teixeira (PT-SP) solicitando o agendamento de uma reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no sentido de conscientizar o ministro da importância do porte de arma fora de serviço para os guardas portuários. O deputado esteve visitando o sindicato no mês de março e durante encontro mantido com lideranças da GPORT se comprometeu em agendar a reunião.
A Federação Nacional dos Portuários e o Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro, a pedido do SINDAPORT, irão envidar esforços no sentido de agendar esta reunião, uma vez que o mais importante neste momento é a união de todos os segmentos envolvidos objetivando a sanção da presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Sindaport





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sábado, 26 de outubro de 2013

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GUARDAS PORTUÁRIOS FAZEM NOVA TENTATIVA PARA BUSCAR O PORTE DE ARMA FORA DO SERVIÇO




Na última quarta-feira (23), Vilmar Soares e Marco Aurélio representando o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Portuária – Sindaport, de Santos; Ange Biniou representando o Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro – STSPPERJ; Dejacy Conceição, Oney Peixoto e Marco Jamil representando a Associação da Guarda Portuária do Rio de Janeiro – AGPRJ e José Carlos, representando a Associação dos Guardas Portuários da Bahia – ASGPOR-BA, estiveram em Brasília iniciando uma nova luta pelo porte de arma fora do serviço.

 
Guardas portuários Vilmar (Santos), Dejacy (Rio), Marco Aurélio (Santos) e Biniou (Rio)


No dia 28 de novembro de 2012, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou em decisão terminativa, o projeto de lei da Câmara (PLC 87/2011) que alterava o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) para autorizar agentes e guardas prisionais, integrantes das escoltas de presos e equipes de guardas portuários a portar arma de fogo, de propriedade particular ou fornecida pela corporação, mesmo fora de serviço. Ele foi aprovado pelos senadores componentes dessa Comissão, com o placar de 19 votos favoráveis, 1 voto contrário e uma abstenção.

Na ocasião o relator, senador Gim Argello (PTB-DF) disse: "Esses servidores, pela característica de suas atividades, vivem em situação de perigo constante e iminente, e por isso é necessário que possam portar arma a qualquer tempo e em qualquer ponto do território nacional, como prevê o projeto aprovado pela CCJ”.

O projeto seguiu direto para sanção presidencial, já que o Senado não modificou o texto aprovado pela Câmara, no entanto, em 10 de janeiro, o Diário Oficial da União publicou o veto da Presidente Dilma Rousseff.

A presidente alegou na sua justificativa que ouviu o Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e decidiu por não conceder a autorização, pois implicaria maior quantidade de armas em circulação, o que iria “na contramão” da política nacional de combate à violência.

Além disso, de acordo com a Chefe do Executivo, a legislação brasileira já prevê a possibilidade de requerer a autorização de porte para defesa pessoal, conforme a necessidade individual de cada profissional.

Atualmente, essa permissão alcança categorias como integrantes das Forças Armadas, agentes vinculados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e à Presidência da República e policiais federais. No entanto, o Estatuto do Desarmamento deixou de fora os quadros que atuam nas guardas penitenciárias e portuárias.

Recentemente os sindicatos representativos dos guardas prisionais estiveram reunidos com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso e o convenceram da necessidade do porte de arma fora do horário de trabalho, tendo o mesmo enviado um Ofício a Presidente Dilma, justificando a apresentação do Projeto de Lei 6565/2013, que versa sobre o porte de arma funcional dos integrantes do quadro efetivo de agentes e guardas prisionais, concedido com algumas restrições. Projeto este apresentado em plenária no dia 11/10/2013.

Em 14/10/2013, abriu prazo para apresentação de emendas em Plenário a partir de 15/10/2013, tendo como tempo limítrofe cinco sessões ordinárias, tendo como prazo final o dia 23/10/2013 para realizá-lo.
 
 
GP Jamil (Rio), GP Vilmar (Santos), Dep. Protógenes Queiróz e GP Marco Aurélio


Representantes da Guarda Portuária se dirigiram então para Brasília com a missão de inserir, através de uma emenda, esta corporação no texto do PL, amplamente apoiados pelo Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) e pelo Deputado Federal Delegado Protógenes Queiróz (PCdoB-SP), que apresentou a Emenda nº 02.




Para a apresentação da emenda seria necessário a assinatura de 1/5 dos deputados da Câmara ou o apoio das lideranças partidárias para atingir o número necessário. Apoiou a apresentação da emenda o Deputado Eduardo Cunha (líder do PMDB), Deputado Beto Albuquerque (líder do PSB), Deputado Eduardo da Fonte (líder do PP) e Deputado Líncoln Portela (vice-líder do PR). 

O PL 6565/2013 passará por duas comissões na Câmara dos Deputados, a saber: na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que terá como relator, o Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá.

Emenda

“Art. 6º...
§1º-B. Os integrantes do quadro efetivo de agentes e guardas prisionais e das guardas portuárias poderão portar arma de fogo de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corporação ou instituição, mesmo fora de serviço, desde que estejam:
I-submetidos a regime de dedicação exclusiva;
II-sujeitos à formação funcional, nos termos do regulamento; e
III-subordinados a mecanismos de fiscalização e de controle interno.”
Pronasci

Os representantes da categoria portuária também estiveram no gabinete do Deputado Federal Aelton José de Freitas (PR-MG), relator do PL 454/2011, que insere a Guarda Portuária no PRONASCI, que se encontra na Comissão de Finanças e Tributação, onde foi entregue um estudo do DIEESE sobre o perfil financeiro da Guarda Portuária, demonstrando não trazer nenhum ônus ao Governo.











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