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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

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EX-MANDATÁRIO DA CODESP VAI PARA A CADEIA





Padrinho político da Codesp, Ele nomeou e demitiu; apadrinhou e derrubou; fez, desfez, mandou atracar e desatracar a qualquer hora do dia ou da noite. Há quem diga que ordenou licitações, concessões, aditamentos, arrendamentos e etc. Gritou e afagou, colecionando amigos e desafetos. E finalmente sai de cena.

Isto porque, nesta quinta-feira o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, decretou a prisão de mais quatro condenados no processo do mensalão, entre eles o deputado e um dos principais padrinhos políticos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Valdemar Costa Neto (PR-SP). Os demais condenados são os ex-deputados Bispo Rodrigues (PL-RJ) e Pedro Corrêa (PP-PE) e o ex-dirigente do Banco Rural Vinícius Samarane.

Após tomar conhecimento da decisão, Costa Neto renunciou ao mandato de deputado federal e em seguida se apresentou no Complexo Penitenciário da Papuda, onde cumprirá sua pena no regime semiaberto. O ex-diretor da estatal portuária foi condenado a 7 anos e 10 meses e ao pagamento de multa no valor de R$ 1,08 milhão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Costa Neto, ainda no antigo Partido Liberal (PL), indicou o ex-presidente da Codesp José Carlos do Mello Rego (aquele que queria terceirizar a Guarda Portuária) e o ex-presidente do Conselho Fiscal da empresa, Paulo Vieira, apontado como chefe da quadrilha desmantelada no final de 2012 pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.

Mais conhecido como "Boy" pelos corredores da Autoridade Portuária de Santos, o agora condenado Costa Neto também foi o responsável pela nomeação do ex-superintendente jurídico da Codesp, Manuel Luís, desligado recentemente da estatal, entre outros gafanhotos que ainda habitam as dependências da Rodrigues Alves s/nº.Costa Neto, vai para a cadeia.

 

Fonte: Artigo publicado no Site do Sindaport
 
 
 
 
 
 
 
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

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SUPERINTENDENTE DA CODESP É EXONERADO


 
 


O superintendente jurídico da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Manuel Luís, não resistiu às denúncias de envolvimento na quadrilha que negociava pareceres técnicos, de acordo com as investigações da Operação Porto Seguro da Polícia Federal, e foi exonerado da estatal. O afastamento de Manuel Luís foi cobrada pelos acionistas da Codesp, ainda em dezembro de 2012, quando a Operação foi divulgada pela imprensa nacional. O ex-superintendente esteve de férias no mês de janeiro e foi exonerado no retorno aos trabalhos.xonerado e diretor da Antaq pode ser o próximo

Diretor da Antaq pode ser o próximo
 
 

Muita gente graúda do setor portuário está alerta com a possibilidade de perder os seus cargos devido às investigações da Polícia Federal. O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e ex-ministro dos Portos, Pedro Brito, está em posição desconfortável, afinal foi flagrado se referindo a empreendimento portuário como "nosso".

Brito ocupa cargo estratégico e não parece querer desperdiçar a oportunidade de comandar a Antaq no momento em que a Agência ganhará poder caso a maior parte da Medida Provisória (MP) 595 seja aprovada da forma que foi redigida.

É fundamental que as investigações tenham prosseguimento e os profissionais comprovadamente envolvidos com o esquema de pareces e licitações esquisitas nos portos brasileiros sejam afastados pelo bem da sociedade nacional.
 

Fonte: Site Portogente



*Esta publicação é de inteira responsabilidade do órgão de imprenssa que a publicou. O nosso papel é apenas manter informado aqueles que acompanham o Blog, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária, nesse caso, a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
 
 
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

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CAIXA PRETA DA CODESP COMEÇA A SER ABERTA

 
SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / POLÍCIA FEDERAL
 



A reportagem veiculada pelo jornal A Folha de S. Paulo na edição desta terça-feira deu início ao processo de abertura da caixa preta que permaneceu guardada a sete chaves no calabouço da Codesp - Companhia Docas do Estado de São Paulo. Segundo a matéria, o suposto "capo di tutti capi" Paulo Vieira, mais conhecido pelos lados da Rodrigues Alves s/nº como Paulo Maluco, ditava o teor dos pareceres emitidos pela estatal portuária.

A nota cita o superintendente jurídico da empresa, Manuel Luís, acusando-o de ser o elo entre a Codesp e Paulo Maluco, ainda membro do Conselho de Administração da companhia docas paulista.  Segundo a Folha, "num parecer, Luís defende o ponto de vista de que a Tecondi, empresa de contêineres que ocupa área da União no porto de Santos, não violou a lei de licitações ao explorar uma área diferente da arrendada".

O parecer contrariava o TCU, que por sua vez defendeu o rompimento do contrato da Codesp com a Tecondi uma vez que a empresa portuária não ocupara a área prevista na licitação devendo, portanto, deixar o terreno e sair do Porto de Santos. Não se sabe ao certo como e sob quais condições prevaleceu o entendimento do superintendente da estatal e de Paulo Maluco.

O fato traz à luz os desmandos praticados nos primeiros escalões da Codesp e coloca sob suspeita todo e qualquer parecer técnico e principalmente jurídico emitido pela Autoridade Portuária. Não obstante, todos os contratos de arrendamentos, concessões, adensamentos e etc., decorrentes de tais pareceres colocados em xeque precisam ser passados a limpo pelo atual comando da estatal antes que a desmoralização seja total. 

Apesar da divulgação da matéria, o envolvimento de Manuel Luis com o principal acusado na investigação da Polícia Federal já é bastante conhecido nos bastidores da Codesp. Há quem garanta que o novo presidente da Companhia Docas, Renato Barco, teria sido alertado sobre a ligação de seu subordinado com o membro do Consad, como também sobre os atos ilícitos praticados pela dupla e pela Superintendência Jurídica. A exoneração não teria ocorrido ainda por falta de autonomia e ingerências políticas externas.

Para o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, o novo mandatário da Codesp precisa promover uma limpa para o bem da empresa. "Entendemos que o presidente Barco deva se cercar de pessoas sérias e corretas, sobretudo de sua inteira confiança, além de exonerar os que comprovadamente praticaram irregularidades e falcatruas", disse. O sindicalista acredita que outras revelações estão a caminho. "Foi apenas o fio da meada porque vem muito mais por aí”.

Fonte: DCG / AssCom Sindaport - Jornal Folha de São Paulo.



*Esta publicação é de inteira responsabilidade do órgão de imprenssa que a publicou. O nosso papel é apenas manter informado aqueles que acompanham o Blog, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária, nesse caso, a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
 
 
 

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