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terça-feira, 18 de novembro de 2025

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POLÍCIA CIVIL DO PARANÁ APREENDE 1,465 TONELADA DE COCAÍNA QUE SERIA ENVIADA À EUROPA


A droga seria despachado no dia seguinte preso ao casco de um navio, tendo como destino a Albânia, na Europa

Na manhã da última terça-feira (11/11), a Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), apreendeu 1,465 tonelada de cocaína em uma casa em Paranaguá, no Litoral do Paraná. Dez pessoas forma presas.

A operação contou com a atuação de cães de faro da PCPR e da PMPR para aumentar a eficácia das buscas, que foram cumpridas em Curitiba; São José dos Pinhais, na Região Metropolitana; Paranaguá, Pontal do Paraná e Guaraqueçaba, no Litoral; e Irati no Sudeste do Estado.

Ao todo, foram executados 17 mandados judiciais de busca e apreensão, oito de prisão preventiva e nove de quebra de sigilo de dados telefônicos. Entre os crimes investigados estão o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, organização criminosa e porte ilegal de armas de fogo.

Além dos oito presos por mandado, outros dois homens foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. 

O primeiro foi capturado em Irati e o segundo em Paranaguá. Este último foi encontrado em posse de 1.465 quilos de cocaína em uma residência vinculada a um homem que é alvo da investigação.

Tráfico Internacional

No local, também foram encontrados diversos equipamentos que seriam utilizados para embarcar a cocaína, como sinalizadores e boias.


Os policiais verificaram que o entorpecente havia chegado ao local no dia anterior e seria despachado no dia seguinte preso ao casco de um navio, tendo como destino a Albânia, na Europa.

Investigação

A ação é um desdobramento de outras operações anteriores. As investigações tiveram início em maio de 2024, em Piraquara, e resultaram na identificação de um esquema de distribuição de drogas e comercialização de armamentos.

As informações extraídas de aparelho celulares apreendidos ao longo das apurações revelaram que o grupo atuava com a negociação de grandes volumes de drogas por meio de aplicativos de mensagens.

O esquema funcionava com base em uma cadeia de informantes e compradores e mantinha relações com uma organização criminosa de atuação nacional. Os investigados também dispunham de um galpão para fazer o armazenamento da droga e veículos próprios para fazer a sua distribuição.

O delegado Thiago Andrade, responsável pela investigação, destacou que o grupo atuava de forma familiar. “Além disso, o líder do esquema montou uma empresa para lavar o dinheiro do tráfico e da venda de armas. Enquanto ele estava preso, quem gerenciava os negócios era o seu núcleo familiar, que incluía filho, esposa e até sua mãe”, afirma o delegado da PCPR Thiago Andrade.

Nome da Operação

O nome da operação foi denominada “A Frima”, porque o chefe da organização criminosa (Orcrim), que estava preso no regime semiaberto, que pode sair da prisão durante o dia e retornar a noite, comandava tudo como se fosse uma firma.

Ele organizava, por mensagens de aplicativos, as remessas de drogas que chegavam em Paranaguá e posteriormente ocultadas em cascos de navios com destino ao exterior.

A PCPR segue em investigação para esclarecer a origem do entorpecente, bem como o seu real proprietário. Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário.


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