SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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CONPORTOS ABRE AS INSCRIÇÕES PARA NOVO CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA SUPERVISORES

Os candidatos poderão se inscrever no período de 10/07/2018 a 24/12/2018 e realizar o curso até o dia 31 de dezembro Desde ontem (...

sábado, 21 de julho de 2018

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FERRARI DE R$ 1,5 MI DE SUPOSTO 'MAGNATA' DO TRÁFICO É APREENDIDA PELA PF



Veículo, com placas do Paraguai, foi recolhido por contrabando pela Receita Federal. Dono é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas pelo MP. Defesa nega os crimes

Uma Ferrari Califórnia conversível, avaliada em R$ 1,5 milhão e com placas do Paraguai, foi apreendida por contrabando em São Vicente, no litoral de São Paulo, pela Polícia Federal e pela Receita Federal. O veículo pertence a um empresário investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e uma facção criminosa. Ele nega as acusações.
Policiais militares do Batalhão de Ações Especiais (Baep) localizaram o carro durante patrulhamento de rotina entre a noite de quarta (18) e a madrugada de quinta-feira (19). Ao volante, estava o dono, o empreiteiro Flauzio dos Santos Santana, de 51 anos, proprietário de uma construtora localizada em Praia Grande, também no litoral paulista.
As placas do país vizinho chamaram a atenção dos policiais, que escoltaram o carro até a Delegacia da Polícia Federal, em Santos. Com o apoio de uma equipe da Alfândega do Porto de Santos, foram encontrados indícios de contrabando. Isto é, quando há a importação clandestina de um bem que depende de um registro para uso no Brasil.

Segundo a Receita Federal, os automóveis em circulação no país devem ser nacionais ou nacionalizados e estar emplacados de acordo com as regras do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Uma licença de admissão temporária de veículo estrangeiro é possível apenas a turistas, no mesmo tempo de visto concedido, o que não é o caso. A exceção vale para colecionáveis.
Apesar de o carro ter sido apreendido, Santana foi liberado para responder ao crime em liberdade. O advogado dele, Douglas Luiz Abreu Sotelo, afirmou que houve um "equívoco" no entendimento das autoridades e que vai solicitar, nesta sexta-feira (20), a devolução do veículo. "Não há crime de contrabando e o carro está totalmente licenciado", garantiu ao G1.
O defensor explicou ainda que o cliente dele tem dupla nacionalidade (paraguaia e brasileira), possui toda a documentação do automóvel e que os papéis foram apresentados durante a abordagem das autoridades estaduais e federais. "Eu considero que houve um mal entendido, que logo será solucionado e o bem liberado para voltar a ser utilizado".

Empresário
A apreensão de um veículo de luxo pertencente ao empresário Flauzio dos Santos Santana, que além de uma construtora, é apontado como dono de concessionária de automóveis na Praia Grande, surpreendeu o Ministério Público de São Paulo. Há uma década, ele é investigado por envolvimento com o comércio de cocaína.
"Flauzio é processado pelo MP por lavagem de dinheiro, uma vez que encontramos provas da ligação dele com o tráfico de drogas e com o Primeiro Comando da Capital [PCC]", informou ao G1 o promotor de Justiça Arthur Lemos Junior, que integrava na ocasião o Grupo de Atuação Especial de Repressão a Delitos Econômicos (Gedec).
As investigações da Promotoria, por meio de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, mostraram a ligação do empresário com a facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios do país. Ainda segundo o MP, Flauzio lavava o dinheiro obtido de forma ilícita com a construtora e na compra de automóveis, lanchas e imóveis de alto padrão.

Em 2016, uma Ferrari 360 Modena F1 dele, apreendida durante as investigações, foi leiloada pela Justiça, em São Paulo, sob lance mínimo de R$ 230 mil. O carro estava com mais de R$ 20 mil em atraso no Imposto Sobre Veículo Automotor (IPVA) e foi parado pela Polícia Militar, também na condução do empresário, em uma blitz em Bertioga (SP)
O promotor Arthur Lemos informa que o processo contra Flauzio permanece tramitando na 17ª Vara Criminal Central de São Paulo. "Ainda não acabou. Ele já foi enviado à Justiça Federal e devolvido à Justiça Estadual. Demorou, mas ainda sem conclusão. As provas contra ele são concretas e mostram a forte ligação com o crime organizado", declarou.

Sobre a nova apreensão, o Ministério Público em São Paulo informou que vai solicitar informações do caso às autoridades federais, com o objetivo de verificar a ligação do veículo com os eventuais crimes que eram ou ainda são cometidos. O advogado de Santana diz que o cliente já provou a inocência e a não ligação com atos ou organizações criminosas.
Fonte: G1 Santos


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sexta-feira, 20 de julho de 2018

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RECEITA FEDERAL APREENDE 650 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS



Droga estava escondida em contêiner que seguia para a Bélgica
A Alfândega da Receita Federal no Porto de Santos apreendeu ontem, quinta-feira (19), 650 kg de cocaína. A droga foi detectada por meio do trabalho de análise de risco e da atuação da equipe de condutores de cães de faro, em um terminal na Margem Direita do porto.
A cocaína estava escondida dentro de um contêiner carregado com grãos de soja em sacas. Treze sacas de 50 kg cada não continham soja, mas cocaína, totalizando 650 kg da droga.
O destino da carga era o Porto de Antuérpia, na Bélgica. Suspeita-se do emprego da técnica criminosa conhecida por “rip-off loading”, na qual a droga é inserida em uma carga regular, sem o conhecimento do proprietário.
Atendendo às atribuições e às prerrogativas legais de cada órgão, a droga apreendida foi entregue à guarda da Delegacia de Polícia Federal de Santos, que prosseguirá com as investigações.


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quinta-feira, 19 de julho de 2018

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INCIDENTES DE PIRATARIA NA ÁSIA CAEM AO MENOR NÍVEL EM 10 ANOS



Considerando 29 eventos reais e 11 tentativas, o número foi 15% menor em comparação aos 47 incidentes registrados no mesmo período de 2017

Segundo o relatório publicado pela Regional Cooperation Agreement on Combating Piracy and Armed Robbery against Ships in Asia (ReCAAP), de janeiro a junho, ocorreram 40 (quarenta) incidentes de pirataria e assaltos à mão armada contra navios na Ásia, o menor número relatado nesse mesmo período entre 2009-2018.
Considerando 29 eventos reais e 11 tentativas, o número foi 15% menor em comparação aos 47 incidentes registrados no mesmo período de 2017. "A melhora foi mais evidente em Bangladesh e nas Filipinas", destaca o relatório. Nesse sentido, houve um aumento nas detenções de autores e na recuperação de bens roubados no Porto de Chittagong (Bangladesh), Manila South Harbour (Filipinas) e na região de Gujarat, na Índia.
Além disso, nenhum sequestro de tripulação foi registrado na área coberta pelos mares Sulu e Celebes durante o primeiro semestre do ano. Da mesma forma, não houve roubos bem sucedidos de barris de petróleo durante este período.
No entanto, a  ReCAAP levantou preocupações devido ao aumento de incidentes a bordo de navios que transitam pelo Estreito de Malaca e  Singapura,  portos e docas Vietnã durante janeiro-junho 2018 em comparação com o mesmo período de 2017. Dos 40 incidentes relatados durante o primeiro semestre deste ano, 31 ocorreram aos navios enquanto eles estavam atracados, e nove enquanto os navios estavam em trânsito.


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quarta-feira, 18 de julho de 2018

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GUARDA PORTUÁRIA DETÉM DUAS MULHERES COM MUNIÇÃO NO PARÁ



A prisão ocorreu após a queixa de furto de uma bolsa
Na noite do último domingo (15), duas mulheres foram detidas pela Guarda Portuária no Porto de Santarém, no Pará, administrado pela Companhia Docas do Pará (CDP). A prisão ocorreu após a queixa de furto de uma bolsa.
A vítima do furto notificou a Guarda Portuária informando que a sua bolsa havia sido furtada no interior da embarcação N/M Bartolomeu IV e, que suspeitava de duas passageiras.
Com a informação das características das suspeitas, a equipe do coordenador Conde localizou as suspeitas e, após a abordagem, a bolsa furtada foi encontrada com uma delas, contendo no seu interior um aparelho celular, documento pessoais, um cordão, dois anéis de ouro, dois pen drives e R$95,00 em dinheiro.
As duas foram identificadas como sendo Irineia batista dos Santos, 23 anos, que estava de posse da bolsa, e Jane Batista dos Santos, 33 anos, que portava uma bolsa contendo uma caixa de 30 cartuchos carregados calibre 32 intactos, 01 recipiente plástico contendo 100 espoletas, 01 recipiente plástico contendo 100 gramas de pólvora (todos da marca CBC) e 01 saco plástico contendo aproximadamente 01 Kg de chumbo.
Diante dos fatos, as duas receberam a voz de prisão, sendo conduzidas pela Guarda Portuária à central de flagrantes da Polícia Civil de Santarém - PA, e apresentadas à Delegada Adrienne de Cássia Silva Pessoa, que após ouvir as partes, ratificou a voz de prisão lavrando o boletim de ocorrência de flagrante delito por furto qualificado e porte ilegal de munições de uso permitido.


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segunda-feira, 16 de julho de 2018

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OPERAÇÃO DA POLICIA FEDERAL DESMANTELA QUADRILHA DE TRÁFICO TRANSNACIONAL DE DROGAS




Entre os alvos estão despachantes aduaneiros, funcionários de terminais portuários, motoristas e agentes marítimos

Na última segunda-feira (09), a Polícia Federal deflagrou a “Operação Antigoon”, que visou desarticular uma quadrilha especializada em tráfico transnacional de drogas que utilizava do modal marítimo para cometer o crime. Aproximadamente 100 policiais federais cumpriram 21 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão preventiva nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
Entre os presos está um casal que morava em condomínio de luxo na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. Segundo a polícia, ele trabalha no setor financeiro, enquanto ela trabalha com comércio no exterior. Ambos usavam seus conhecimentos para mandar drogas para fora do país.
Os criminosos tinham um mapa dos contêineres e sabiam onde ficava cada um deles no navio. Entre os alvos estão despachantes aduaneiros, funcionários de terminais portuários, motoristas e agentes marítimos. Um policial militar também é suspeito de participar da quadrilha fazendo a escolta da carga. Um caminhão também foi apreendido. Ações foram controladas para rastrear todo o trajeto que a droga fazia até chegar ao destino final.

Espírito Santo
Segundo o auditor fiscal e delegado adjunto da Alfândega no Espírito Santo, Jaques Mauro de Moraes, um dos acusados era auxiliar de despachante aduaneiro e já estava preso desde abril. O outro era um homem acusado de atuar dando apoio logístico ao tráfico. Ele foi levado para a sede a Polícia Federal, em Vila Velha, e negou qualquer envolvimento da quadrilha.
Investigações
As investigações da PF, que duraram aproximadamente um ano e contaram com o apoio da Receita Federal, apontam que a quadrilha agia enviando drogas para a Europa através de contêineres que eram transportados em navios de carga.
No decorrer da investigação, cerca de 4 toneladas de cocaína foram apreendidas em portos do Brasil (Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES, Santos/SP, Salvador/BA e Suape/PE); sendo possível a identificação também do destino da droga e a desarticulação do braço da quadrilha no exterior.
Também foram realizadas apreensões nos portos de Antuérpia, na Bélgica; Gioia Tauro, na Itália e Valência, na Espanha, utilizando-se dos institutos de cooperação policial internacional para a difusão do conhecimento aos demais países. Tal cooperação deu-se através das Adidâncias Policiais da PF no exterior, bem como através dos representantes das polícias estrangeiras que atuam no Brasil.
Ação especializada
Cartéis controladores da produção de cocaína fornecem a droga, que é enviada para organizações criminosas radicadas na Europa, Ásia e África, como as máfias italiana, russa e albanesa.
Investigadores descobriram que a quadrilha não só tinha contato internacional, como também adquiriu ampla experiência de importação e exportação. Havia logística própria e conhecimento fiscal e financeiro para operar através de empresas brasileiras e de fora do país.
A quadrilha usava cargas pouco visadas, como de material de construção, e colocava a droga entre o produto que seria exportado. Os lacres eram trocados e o dono do material nem ficava sabendo do esquema. No porto de destino, o contêiner era arrombado e o entorpecente retirado, sendo colocado um novo lacre, falso. Segundo as investigações, o pagamento era feito em dinheiro e também em moeda virtual (bitcoin) no exterior.

"Essa é a maior operação realizada de combate ao tráfico internacional no Rio de Janeiro, onde foram batidos recordes de apreensão de cocaína nessa modalidade de tráfico, que é o modal marítimo. Isso é importante frisar porque esse tipo de modal utilizado por essas quadrilhas é o que tem viabilizado os maiores apreensões de drogas. Esse braço da quadrilha se utiliza dessa ferramenta, o uso contêineres, que é a maior via de envio de drogas para o exterior", disse Carlos Eduardo Thomé, da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE), da Polícia Federal.
Como forma de despistar as autoridades, a quadrilha que remetia cocaína para a Europa em contêineres negociava em criptomoedas. "principalmente bitcoins", explicou Thomé. "Eles usam essa moeda para receber valores lá fora. É uma forma de burlar o controle da movimentação financeira", disse.
O Bitcoin é a mais famosa das "moedas virtuais", que não são reguladas por bancos centrais nem existem fisicamente - não há cédulas circulando, por exemplo.
Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, por tráfico transnacional de drogas e associação para o tráfico, cujas penas podem chegar a 25 anos de reclusão.
Antigoon é uma referência a uma lenda sobre a origem do nome da cidade de Antuérpia, principal destino da droga na Europa. Segundo a lenda, um gigante chamado Antigoon cobrava valores de quem atravessasse o rio Escalda e cortava uma das mãos daqueles que se recusassem a pagar. Antigoon foi morto por um jovem chamado Brabo, que cortou a mão do próprio gigante e atirou-a ao rio. Daí o nome Antwerpen; do holandês hand (mão) e wearpan (arremessar).


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domingo, 15 de julho de 2018

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ACUSADO DE INTEGRAR PCC É ABSOLVIDO DO DELITO DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA



Condenado por tráfico internacional, referente aos 32 quilos de cocaína exportados à Itália, ele cumpre pena de 12 anos de reclusão

Acusado de pertencer à facção Primeiro Comando da Capital (PCC) e exportar para a Europa, via Porto de Santos, 32 quilos de cocaína, em 2014, Heribaldo Silva Santos Júnior, o Juninho Camisa Dez, foi absolvido do delito de organização criminosa.
O réu foi inocentado por insuficiência de provas pelo juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara de Santos, porque o delito de organização criminosa exige a participação mínima de quatro pessoas, conforme prevê a Lei 12.850/2013.
Desse modo, o magistrado acolheu pedido do advogado João Manoel Armôa Júnior para absolver o réu. O Ministério Público Federal requereu em suas alegações finais a condenação de Juninho Camisa Dez, o que o sujeitaria a pena de três a oito anos de reclusão.
Segundo o juiz Roberto Lemos, embora haja fortes indícios da participação de Juninho Camisa Dez em organização criminosa, as provas produzidas na ação penal não trouxeram a certeza necessária para uma condenação.
Um dos inúmeros alvos da Operação Oversea, da Polícia Federal, o réu teve telefonemas interceptados com autorização judicial. Ao analisar estas conversas, o magistrado verificou que o acusado manteve diálogos relacionados à remessa da cocaína para a Europa com apenas mais dois comparsas.
“Para a configuração do crime de organização criminosa é imprescindível conjugar simultaneamente todos os elementos previstos na Lei 12.850/2013, dentre eles a associação de quatro ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, o que não ficou demonstrado a contento no presente caso”, frisou o juiz.
Os 32 quilos de cocaína foram escondidos dentro de um contêiner carregado com couro. Embarcado no navio MSC Abidjam, o cofre de carga com o entorpecente chegou ao Porto de Gioia Tauro, na região da Calábria, sul da Itália.
Outros requisitos
Além do requisito numérico, o juiz apontou a exigência legal de um ajuste prévio, em que o desejo da formação de um vínculo entre os membros da associação esteja separado da vontade necessária ao cometimento do delito visado. “Organização criminosa não é simples reunião de pessoas que resolvem praticar alguns crimes”.
No entanto, apesar de inocentado pelo delito autônomo de organização criminosa, o réu está preso. Condenado por tráfico internacional, referente aos 32 quilos de cocaína exportados à Itália, ele cumpre pena de 12 anos de reclusão. No último dia 18 de abril, o réu foi capturado em flagrante por policiais civis, em Guarujá, com mais seis homens.

Nesta data, agentes do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) apreenderam 213 quilos de cocaína em um galpão, em Vicente de Carvalho. A droga seria embarcada em um navio no Porto de Santos e enviada à Europa. Houve tiroteio, mas ninguém se feriu. Foram apreendidos fuzil; pistola; caminhão e mais cinco veículos utilizados pela quadrilha.


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MULHER MORRE AO SER ATROPELADA POR TREM NO PORTO DE SANTOS


Vítima, ainda não identificada, teria descido de carro falando ao celular
Uma mulher ainda não identificada morreu ao ser atropelada por um trem perto da travessia de barcas entre Vicente de Carvalho e Santos, na madrugada deste domingo (15), no Porto de Santos.
De acordo com o delegado de plantão João Octávio de Mello, uma testemunha contou que a mulher desceu de um carro, se despediu do motorista e caminhou em direção à estação das barcas, do lado de Santos, no Centro, aparentemente conversando ao celular, quando o trem a atingiu, por volta das 3 horas. Ela morreu na hora.
O corpo da vítima, que chegou a ficar preso embaixo da composição, está no Instituto Médico-Legal (IML) de Santos para reconhecimento. A mulher não estava com documento de identificação no momento do acidente.

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ).
Em nota, a Rumo ALL, concessionária responsável pelo trecho ferroviário, lamentou o ocorrido e informou que a vítima tentou atravessar no momento em que o trem fazia uma manobra.


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sexta-feira, 13 de julho de 2018

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GUARDA PORTUÁRIO É ELEITO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES PORTUÁRIOS NO CONSAD DA CODESP



Ele venceu a eleição promovida pela empresa com os votos de 179 funcionários

O gerente de Inteligência de Segurança da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Hélio Marques de Azevedo, é o novo representante dos trabalhadores portuários no Conselho de Administração (Consad) da estatal. Ele venceu a eleição promovida pela empresa com os votos de 179 funcionários.
A eleição foi motivada pela Lei nº 13.303, a Lei das Estatais. A legislação determina a participação de um representante dos trabalhadores nos conselhos de administração das empresas controladas pela União. No entanto, os conselheiros não podem ser líderes sindicais ou partidários.
E este é o caso do vice-presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), João de Andrade, que é membro do Consad da Codesp há 17 anos. O sindicalista será destituído do cargo assim que Azevedo for empossado, o que deve acontecer em cerca de um mês.
No total, 789 trabalhadores da Codesp votaram na eleição do Consad. Em segundo lugar ficou o engenheiro Osvaldo de Freitas Vale Barbosa, com 155 votos. Já em terceiro, apareceu o contador Antônio Carlos da Costa, que foi a aposta de 102 funcionários da Autoridade Portuária. Votos brancos e nulos somaram 15.
Azevedo é Guarda Portuário e teve grande apoio da categoria. Ele é formado no curso superior de tecnologia em Segurança Pública pela Universidade Santa Cecília (Unisanta) e também é qualificado em Segurança Portuária pela Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos).
O novo representante do Consad se comprometeu a votar “de acordo com os interesses dos empregados, informar e alertar aos colaboradores sobre possíveis decisões que possam originar qualquer tipo de mudança na empresa, bem como qualquer tipo de prejuízo aos trabalhadores”.
O gerente da Docas também destacou que se sente preparado para o novo cargo. “São muitas as incertezas e medos que colocam em jogo a garantia do nosso emprego, como o resgate das ações dos acionistas minoritários, a sombra da privatização, regionalização e perda de receita, entre outras”, destaca.



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quinta-feira, 12 de julho de 2018

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MAIS DE MEIA TONELADA DE COCAÍNA É INTERCEPTADA EM CARREGAMENTO DE LIMÃO NO PORTO DE SANTOS




Droga tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda. Ao menos 600 tabletes foram apreendidos

Ao menos 656 kg de cocaína foram interceptados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, por equipes da Receita Federal e da Polícia Federal, nesta quinta-feira (12). O carregamento clandestino tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda. Ninguém foi preso.
A droga foi encontrada durante fiscalização aduaneira em contêineres que seriam embarcados no Navio Cap San Maleas, que estava atracado em um terminal da Margem Esquerda do cais, em Guarujá. Seiscentos tabletes com cocaína tinham sido escondidos em 150 caixas com limão.

A suspeita das equipes federais é de que os narcotraficantes tenham tentado despistar a fiscalização ao inserir o entorpecente em meio a uma carga regular, legalizada e devidamente declarada. Trata-se de uma técnica criminosa, conhecida mundialmente como 'rip-on/rip-off'.

A interceptação ocorreu antes do embarque dos contêineres no navio, que deixou o cais no fim da tarde. Não houve flagrante, mas a Polícia Federal passa a investigar as circunstâncias do crime para identificar possíveis envolvidos. A droga foi apreendida e será destruída.
Fonte: G1 Santos


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