SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

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ANTAQ CONSTATA IRREGULARIDADES NOS POSTOS DA GUARDA PORTUÁRIA DO PORTO DE BELÉM



No último dia 14 de agosto, após denúncias à Ouvidoria da Agência Nacional de Transporte Aqüaviário (Antaq), feitas por guardas portuários concursados de 2012 que ainda aguardam a convocação para começarem a trabalhar na Companhia Docas do Pará (CDP), servidores da Unidade Administrativa Regional em Belém, realizaram uma fiscalização eventual no Porto de Belém, para verificar as informações de que postos estão desguarnecidos e que vigilantes estão atuando nas áreas internas do porto, cuja competência e legalidade são prerrogativas da Guarda Portuária.
Segundo alguns guardas ouvidos pelo Portal Segurança Portuária em Foco, como durante a fiscalização o gerente de segurança da Guarda Portuária (Gerseg) e o supervisor de segurança do Porto de Belém (Sspbel) estavam ausentes, coube ao guarda portuário Pedro Raimundo, escalado como motorista de viaturas, recepcionar, responder e mostrar os postos terceirizados aos membros da ANTAQ, os quais fizeram todos os registros fotográficos necessários para constar em seus relatórios e se certificarem das denúncias feitas.
Na ocasião, a ANTAQ teve atenção especial ao Portão 17, pois este portão de entrada e saída de carretas se encontrava fechado. Ao ser indagado, o guarda Pedro Raimundo respondeu aos membros da Antaq que recebeu ordens para deslocar o guarda portuário Douglas, que estava ali atuando, pois este tinha se voluntariado para atuar em outra função, como secretário na SSPBEL, já que o assistente administrativo havia faltado.
Portão 17 fechado

O Portão 17 nesse dia trabalhou com apenas 03 (três) guardas dos 06 (seis) que precisaria normalmente, ficando por ordem do SSPBEL, descobertos o acesso de pedestres, a entrada e saída de carretas, as quais se deram unicamente pelo portão de entrada e saída de carros pequenos, onde ali se encontravam dois guardas portuários escalados juntamente com mais um no cadastro.
As operações no Porto de Belém e todas as atividades afetas a essas operações continuam "a todo vapor", pois a todo tempo o Porto recebe navios com os mais variados produtos, como papel, eletros-eletrônicos, trigo, cimento, entre outros, armazenados nos grandes armazéns da CDP, conforme pôde constatar o presidente Jorge Ruiz (foto), em visita as instalações do porto.

Contrariando as críticas sobre o funcionamento do mesmo e demonstrando que ele continua sendo importante no desenvolvimento do comércio da metrópole paraense, porém, com um reduzidíssimo efetivo de guardas diuturnamente, apenas cinco no total, onde se concentram apenas dois no Portão 10 e, geralmente, apenas três no portão 17. Hoje uma triste realidade do efetivo da Guarda Portuária do Porto de Belém.
Relação dos postos da Guarda Portuária onde foram encontrados vigilantes durante a vistoria da Antaq:
. Portão 8/9;
. Portão de acesso ao pátio de contêiner;
. Monitoramento;
. Portão 07;
. Litoral dos armazéns 5/8
Relação dos postos descobertos detectados durante a fiscalização da Antaq:
. Portão 17: acesso pedestre
. Portão 17: carretas saída
. Portão 17: carretas entrada
. Litorais dos armazéns 11/12
. Litoral dos armazéns 09/10
. Pátio de contêineres
. Marégrafos
. Inspetoria
. Rua Lauro Muller
. Portão 10: acesso de veículos
Das Infrações da Autoridade Portuária
Conforme a Resolução nº 3.274, de 6 de fevereiro de 2014, a CDP poderá ser enquadrada nos seguintes itens:
Art. 33. Constituem infrações administrativas da Autoridade Portuária, sujeitando-a à cominação das respectivas sanções:
VI - deixar de realizar o adequado controle de acesso e circulação de pessoas, provendo a respectiva sinalização: multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a R$ 20.000,00 (vinte mil reais);
XIII - deixar de organizar a guarda portuária, em conformidade com a regulamentação expedida pelo poder concedente: multa de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais);
XIV - deixar de realizar, dentro dos limites da área do porto organizado, sob a coordenação da autoridade aduaneira:

b) a organização e sinalização dos fluxos de mercadorias, veículos, unidades de cargas e de pessoas, nas áreas sob alfandegamento: multa de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).






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SUPRESSÃO DE HORAS EXTRAS DEVERÁ SER PAGA PELA CODESP, DIZ TRT



A decisão da Desembargadora Marta Casadei Momezzo, da 10ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo - TRT2-SP, em julgamento realizado no dia 28/08/2014, acolheu a tese defendida pelo Departamento Jurídico do Sindaport representado pelo Dr. Eraldo Aurélio Rodrigues Franzese.
Segundo a magistrada, o direito de indenização pela supressão total ou parcial das horas extras, amparado pela Súmula 291 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), não poderia ser compensado com o reajuste geral concedido às categorias dos empregados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP) na implantação do novo Plano de Cargos e Salários (PECS/13) em agosto/13.
O acórdão ainda argumenta que o cumprimento das medidas sugeridas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) ou do Tribunal de Contas da União (TCU) em relação a redução ou supressão do trabalho extraordinário não isenta a empresa da obrigação legal de indenizar pelo prejuízo causa


Fonte: Franzese Advocacia / Dr. Paulo Eduardo Lyra Martins Pereira




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domingo, 31 de agosto de 2014

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ANTAQ ABRE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE NORMA DE GESTÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PORTUÁRIO



A ANTAQ abriu na última segunda-feira (25), audiência pública para obter subsídios e informações adicionais ao aprimoramento do ato normativo aprovado pela Resolução nº 3.584-ANTAQ, que objetiva aprovar proposta de alteração à norma aprovada pela Resolução 3.274-ANTAQ, de 6 de fevereiro 2014, que disciplina a gestão portuária e a prestação de serviço portuário adequado e estabelece infrações administrativas.
A minuta do ato normativo está disponível no endereço eletrônico da Agência (www.antaq.gov.br) e as contribuições poderão ser dirigidas à ANTAQ até às 18 horas do dia 5/9/2014, por meio de formulário eletrônico também disponível no sítio da Autarquia, no link “audiência pública”.
Serão aceitas apenas as contribuições enviadas por meio do formulário eletrônico. Caso o interessado não tenha os recursos necessários para o envio da contribuição, poderá realizar a sua contribuição utilizando computador da Secretaria Geral da ANTAQ, no caso de Brasília, ou das Unidades Regionais da ANTAQ, cujos endereços estão disponíveis no sítio da Agência.
Audiência presencial
Com o objetivo de fomentar a discussão e esclarecer eventuais dúvidas sobre este ato normativo, será realizada no dia 2 de setembro de 2014 audiência pública presencial, no auditório da ANTAQ, no endereço Ed. ANTAQ, térreo, SEPN - Setor de Edifícios Públicos Norte, quadra 514, conjunto E, Asa Norte - Brasília-DF.
A audiência presencial terá início às 15h e término quando da manifestação do último credenciado, sendo 16h o seu horário limite. O credenciamento será realizado no local, das 14h30 às 15h20.  
As contribuições recebidas pela ANTAQ serão disponibilizadas aos interessados na Internet, no sítio da Agência.
Novo sistema
A partir desta audiência pública, a ANTAQ está inaugurando uma nova forma de recebimento de contribuições para as audiências que tratem de proposta ou alteração de norma. De acordo com o coordenador substituto de Atos, Publicação e Assessoramento da Secretaria Geral da Agência, Pablo Viana Souza, o novo sistema traz funcionalidades que facilitam o envio de contribuições.
“Antes era preciso acessar o sistema a cada contribuição. Com o novo sistema, é possível efetuar várias contribuições de uma única vez, emitir o comprovante do envio das contribuições e ainda realizar um cadastro de e-mail para recebimento de avisos sobre futuras audiências”, informou.

Para o secretário-geral da ANTAQ, Joelson Miranda, por sua vez, além da maior agilidade, o novo sistema traz ainda mais transparência às audiências públicas realizadas pela Agência.




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sábado, 30 de agosto de 2014

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CÃES DA GUARDA PORTUÁRIA E POLÍCIA MILITAR DE SANTOS DÃO MAIS SEGURANÇA ÀS RUAS



Quem não se lembra das aventuras de Michael Dooley (James Belushi) e do pastor alemão Jerry Lee (Rando) no filme K9 - Um Policial Bom pra Cachorro? Pois saiba que a química entre os parceiros de trabalho não é apenas coisa de Hollywood. Em Santos, duas corporações abriram seus canis e mostraram que, além de horas de treinamento, o dia a dia de policiais e cães é recheado de cumplicidade e afeto.

“O treinamento começa com poucos meses de vida. Por volta dos oito anos, eles se aposentam. Passamos muito tempo juntos, não há como não se afeiçoar”, afirma Eduardo Soares, instrutor dos cães da Guarda Portuária.
Segundo o instrutor, as raças são escolhidas por questão genética. A partir daí, por volta dos quatro meses de idade, tem início o treinamento. “Eles conseguem perceber 20 odores simultaneamente, e realizamos o treino com base em associações. Ao identificar a droga, o cão olha para o condutor para receber a recompensa, que é um brinquedo ou petisco. Não existe isso de viciar o animal para busca de substâncias”.

O canil da Guarda Portuária, fundado há nove anos, tem cinco cães, das raças pastor alemão (um), pastor malinois (três) e labrador (um). Este último, chamado de Dark pela pelagem preta, acaba de se aposentar. “O Dark foi um excelente oficial e participou de diversas operações de apreensão de drogas. Agora vai descansar na casa de um dos nossos oficiais”.
Sobre o seu companheiro, o pastor malinois Phelps (em homenagem a Michael Phelps, nadador norte-americano), de 7 anos, o instrutor é só elogios. “Até descemos de rapel juntos. Quando ele encerrar a carreira, é claro que vai ficar comigo”, adianta.
Polícia Militar

Atuando há 16 anos com cães policiais, a Polícia Militar na Baixada Santista tem em seu efetivo 17 cães das raças pastor (alemão, cinza, malinois) e rottweiler.
Todos auxiliam em policiamento, busca de entorpecentes, explosivos e localização de pessoas.

“São cães altamente treinados e com faro desenvolvido. Há pouco tempo, o Hiro, de quatro anos, foi fundamental na captura de um traficante que adentrou o matagal durante uma operação”, comenta o sargento Castelão, que trabalha no canil da PM.
Segundo ele, a parceria entre cães e seus condutores é única. Durante a demonstração, com apenas um comando, Hiro se posicionou para o ataque. Poucos segundos e outra ordem depois, acalmou-se como se nada tivesse acontecido. “O cão responde exclusivamente ao policial”, diz.
Cãominhada

Quem quer ver de perto os cães da PM e da Guarda Portuária não pode perder a 10ª Cãominhada, no domingo, a partir das 10 horas, entre os canais 4 e 6, na orla de Santos.

Cães das corporações vão desfilar e interagir com o público, em especial as crianças. Policiais e guardas portuários vão demonstrar as habilidades de seus parceiros, como faro e comandos diversos. “Os mesmos cães treinados para atacar oferecem segurança para que as crianças possam se aproximar e se divertir”, diz Eduardo Soares.


Fonte: Jornal A Tribuna




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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

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JUSTIÇA SUSPENDE CONCURSO PARA GUARDA PORTUÁRIO EM SÃO FRANCISCO DO SUL


Defesa. Assessoria jurídica do Porto alega que provas seguiram o edital

O concurso público do Porto de São Francisco do Sul para guardas portuários, realizado entre abril e junho deste ano, está sendo investigado pelo Ministério Público e está suspenso por uma liminar. A promotora de Justiça de São Francisco, Andreia Favero, analisou mais de vinte denúncias e moveu uma ação civil pública sobre as irregularidades em uma etapa da seletiva para quarenta vagas de guarda portuário.
Em julho, o juiz da 2ª Vara Cível de São Francisco, Fernando Seara Hickel, concedeu uma liminar suspendendo o concurso organizado pelo IESES (Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul), empresa contratada pelo porto. A seletiva que contou com 5.000 inscritos foi realizada em três etapas: teste teórico, físico e psicológico.
Os problemas ocorreram na etapa das provas físicas. Os candidatos reclamam da mudança do dia da prova e da maneira como foi realizada a contagem dos pontos. A chuva atrapalhou a realização dos exercícios na pista de atletismo da Univille, em Joinville, e a organização do concurso decidiu dividir os testes em duas etapas. As mulheres executaram os exercícios de barra, corrida e abdominal debaixo de chuva. A prova dos homens foi adiada para o dia seguinte.
Na liminar, o juiz considerou que “é bem possível que o desempenho das candidatas mulheres tenha sido comprometido em razão do mau tempo”, e que “a marcação da prova para o dia seguinte prejudicou os candidatos que não residem na cidade do local da prova”. Das 71 candidatas, apenas uma foi aprovada.
Após a realização das provas das mulheres, com o argumento que a chuva tinha engrossado, os funcionários do IESES adiaram a prova dos homens. Os concorrentes tiveram que comparecer ao mesmo local no dia seguinte para fazer os testes físicos.
O Porto de São Francisco do Sul e o IESES estão montando a defesa para apresentar para o Ministério Público. A assessora jurídica do Porto, advogada Nasira Maria, não deu detalhes sobre o caso, mas afirmou que uma comissão do Porto organizou o concurso e que as provas seguiram de acordo com o estabelecido pelo IESES. O instituto foi procurado pela reportagem, mas não quis se pronunciar sobre o assunto. Na primeira semana de setembro vence o prazo para que o instituto apresente defesa da liminar. “O porto tem um prazo maior que o IESES, de mais cerca de um mês para apresentar a defesa”, aponta Nasira.
Forma de pontuação também é questionada
Concurso. Provas físicas foram realizadas na pista de atletismo da Univille, em Joinville

Um item do edital que não deixa claro o número de pontos que o candidato deve atingir também foi contestado. No documento, o candidato é informado que são aptos aqueles “que obtiverem no mínimo 50 pontos em todos os testes”, já na tabela, a pontuação mínima é para cada exercício. Além disso, segundo a decisão do juiz, com base nas denúncias, os exercícios não teriam sido demonstrados para os candidatos, como manda o edital, e alguns teriam sido eliminados de forma arbitrária.
Enquanto o juiz não recebe a defesa para uma decisão final, o porto segue com os vigias contratados por uma empresa terceirizada. Mesmo com a apreciação da defesa, o juiz pode entender que existe a necessidade de novo concurso e anular a aprovação de quem já estava nomeado para as vagas de guarda portuário.
A representante do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Estadual de Santa Catarina (SINTESPE), Josiane Terezinha Bergling afirma que “neste caso os aprovados devem entrar com uma ação contra o porto e cobrar as medidas necessárias por meio legal, pois já estavam contando com a vaga”. A sindicalista não tinha conhecimento dessa situação e não soube informar se o sindicato vai tomar alguma medida oficial em favor dos candidatos do concurso, já aprovados.
Os guardas portuários são os responsáveis pela entrada, saída, permanência e movimentação de pessoas, veículos, cargas e mercadorias na área do porto, além da segurança e proteção das instalações e apuração de ocorrências.
“Eu me sinto humilhado”, diz concorrente que denunciou as irregularidades.
Reprovados. Erico Roberto da Costa (E), Jean Michel (C) e Igor Alves contestam resultado

Para as pessoas que se sentiram prejudicadas na etapa física do concurso de guarda portuário do Porto de São Francisco do Sul, as irregularidades vão além das apontadas pelo Ministério Público. Teve de tudo, a começar pela identificação das pessoas. Umas oitenta chegaram e mostraram os documentos para os avaliadores e depois pegavam um número e ficavam livres para fazer o que quisessem. Eu poderia sair e entrar do local da prova e trocar o meu número com outra pessoa para que ela fizesse em meu lugar, um professor de educação física talvez, conta Jean Michel, de 31 anos.
Erico Roberto da Costa, 36, afirma que se sentiu desfavorecido na hora de fazer o exercício de barra. “Eu fiz sete barras e contaram apenas quatro. O cara (avaliador) demorava em computar”, considera. No momento dos testes alguns concorrentes chegaram a duvidar do profissionalismo dos avaliadores. “Pedi para que um me mostrasse a carteirinha do CREFI (Conselho Regional de Educação Física), mas eles se negaram”, conta Michel. “Já participei de vários concursos, mas nunca vi uma coisa dessas”, completa.
Para Costa, o concurso representou prejuízo financeiro e moral. “Me sinto humilhado, eu me dediquei por mim e pela minha família, paguei a inscrição (R$ 60,00) e fui tratado desta maneira”.
Concorrentes que passaram discordam de reivindicações
Mesmo com intervenção jurídica, um grupo formado por concorrentes que passaram no concurso negam que tenha ocorrido irregularidades. “Tudo que aconteceu estava previsto no edital”, afirma Michell Ribeiro Pereira, 33 anos. Em julho, quando ficou sabendo que estava entre os quarenta selecionados para ser guarda portuário em São Francisco, Pereira largou o emprego em Joinville. “Eu fiz isso pela certeza desse concurso e agora vou viver Deus sabe como”, desabafa. Com o concurso suspenso e sendo investigado, ele não tem nem previsão se vai de fato trabalhar no porto ou se deve prestar o concurso novamente.
Na visão de outro concorrente que passou na seletiva, Vanderlei Alves Vieira, 29, o Ministério Público não deveria ter sinalizado uma decisão antes de ouvir o ponto de vista de quem está satisfeito com a forma que correu o concurso. “A gente respeita quem se sentiu prejudicado, mas me parece muito injusto ver o lado só de quem não passou”, ressalta.
Alguns dos concorrentes que passaram na seletiva se juntaram e fizeram um documento contestando a decisão do Ministério Público. O manifesto foi levado até o Porto de São Francisco. Concorrentes aprovados e correntes eliminados agora aguardam o próximo acontecimento do impasse.


Fonte: Jornal Notícias do Dia / SC





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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

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GUARDA PORTUÁRIA DETÉM MISSIONÁRIO POR PORTE ILEGAL DE ARMA





No último sábado (23), o Inspetor da Guarda Portuária Alessandro Viana, estava no Terminal Hidroviário do Porto de Belém fazendo a fiscalização no embarque de passageiros com destino ao arquipélago do Marajó, quando aproximadamente às 13h30, um dos passageiros identificado posteriormente como sendo o missionário evangélico AGUINALDO FERREIRA FRAZÃO (38 anos), foi preso em flagrante por porte ilegal de arma, a qual foi detectada pelo scanner de bagagens.
Em posterior revista minuciosa, foi encontrada uma arma de fogo do tipo pistola bereta, calibre 22, com cabo de madrepérola e duas caixas com cinquenta (50) cartuchos cada uma.
Imediatamente, após a identificação do armamento,  o infrator foi conduzido até a Central de Flagrantes de São Brás (CEFLAG) e apresentado a Delegada Virgínia Grimwood, sendo autuado por porte ilegal de arma.


Há poucos dias também foi efetuada prisão em flagrante, desta vez no Portão 17 do Porto de Belém, pelo GP Gilson Silva, quando ocorreu a apreensão grande quantidade de munições que eram transportadas por MILTOM DA CRUZ LEAL, que pretendia embarcá-las no NT RONDONIA que partiria para as cidades de Santarém/PA e Manaus/AM.

A carga que foi declarada como prego, foi inspecionada, onde foram encontradas 25 KG de chumbo, 200 espoletas CBC e três vasilhames contendo pólvora CBC 216.

Fonte: Polícia Portuária Federal



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GUARDA PORTUÁRIA APOIA VIGILANTES DE TERMINAL



No último dia 15, empregados da central de monitoramento do Terminal da Rumo Logística, localizado no Porto de santos, litoral de são Paulo, entraram em contato com o Centro de Controle e Operações e Serviços da Guarda Portuária (CCOS), solicitando apoio, pois havia um indivíduo tentando furtar fios de cobre pertencentes a empresa, junto ao Armazéns IX.
Quando a ronda de policiamento, integrada pelos guardas portuários Rogers e Douglas, chegou ao local, os vigilantes do Terminal estavam em luta corporal com suspeito, que estava portando uma sacola contendo fios de cobre.
As partes foram encaminhadas a Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur), localizado ao lado do Portão 12, na área portuária e apresentadas a Delegada Juliana Buck Gianini, que determinou a lavratura do Boletim de Ocorrência (BO) de furto (art.155).  

No Distrito, o indivíduo foi identificado como sendo Rodrigo Godoy Ramos, nascido em 15/04/1987, sem residência fixa. Como ele e uma vigilante, estavam lesionados, ambos foram encaminhados para exame de corpo delito. O material apreendido foi entregue aos representantes da empresa.





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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

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COMBATE AO CRIME NO PORTO DE SANTOS FOI AMPLIADO


Roberto Cicliatti Troncon Filho

O Porto de Santos ampliou suas ações de combate ao crime. O diagnóstico faz parte das conclusões do superintendente da Polícia Federal (PF) de São Paulo, Roberto Cicliatti Troncon Filho. Para se ter uma ideia, em 2012, a Polícia Federal apreendeu 350 quilos de cocaína no complexo santista. No ano passado, foram praticamente 2,5 toneladas - um aumento de quase 60%. Para Troncon, esses números também evidenciam como há brasileiros adictos nesta droga. Leia, a seguir, a entrevista concedida pelo superintendente, em passagem pela região para a inauguração do posto da Polícia Federal no Miramar Shopping, em Santos.
Como a cocaína chega ao Porto de Santos?
A maior parte apreendida aqui é uma droga destinada ao exterior. O Brasil é hoje, infelizmente, o segundo maior consumidor de cocaína e outras formas de apresentação no mundo. Apenas os Estados Unidos estão na nossa frente. O Brasil tem um grande mercado negro de cocaína e seus derivados, por conta da proximidade dos países produtores (Colômbia, Peru e Bolívia). Pela permeabilidade da nossa extensa fronteira e pelo tamanho da nossa população, que melhorou de renda na última década, esse consumo aumentou. Parte dessa droga ingressa pelo território nacional e sai por aeroportos e portos.
O crime tenta dominar o Porto de Santos?
Eu diria que portos e aeroportos, as grandes entradas e saídas de pessoas e mercadorias, em todo mundo, são pontos críticos. Pontos sensíveis onde os grupos criminosos procuram se estabelecer e utilizar como meio de importação e exportação de produtos ilícitos. O Porto de Santos não é diferente. É uma área muito importante do comércio brasileiro e que está em expansão, sendo utilizado também pelos grupos criminosos.
Para onde vai essa cocaína?
O destino é a Europa, a África e a Ásia. Santos, por ter o maior porto de cargas da América Latina, é também um local por meio do qual os grupos criminosos tentam arremeter drogas para o exterior. A Polícia Federal tem acompanhado e intensificado o trabalho nesta área, em parceria com a Receita Federal e outros órgãos. O aumento da apreensão dos últimos dois anos é resultado deste trabalho.
Como o Porto está equipado para combater o tráfico?
O Porto tem se modernizado bastante e as instituições também, tanto a Receita Federal quanto a Polícia Federal. A melhoria chega em termos de capacitação de pessoal e equipamentos, com novos scanners de cargas, por exemplo. Hoje, o Porto está mais seguro agora do que era no passado e esperamos que no futuro esteja melhor ainda.
O Porto recebe uma quantidade grande de refugiados. Como a Polícia Federal lida com eles?

Os refugiados no Brasil, que é um país signatário da convenção da ONU para refugiados, têm um tratamento específico. Aquele que chega ao território nacional por aeroporto, porto ou fronteira pede o refúgio e a Polícia Federal apenas o encaminha para o Conselho Nacional de Refugiados, que vai decidir sobre esse pedido. A gente cumpre a lei e quem decide se concede ou não (o refúgio) é o Conselho.

Fonte: Jornal a Tribuna





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PIRATAS ATACAM TERMINAL PORTUÁRIO E MATAM VIGILANTE


Piratas atacam durante o dia (Foto:Vigilantes do Porto de Rio Grande)

Um vigilante foi assassinado após uma tentativa de assalto ao Porto de Rio Grande na noite de terça-feira (19), no município da Região Sul do Rio Grande do Sul. Segundo a polícia, o crime foi cometido por grupo de "piratas" que tentou atracar no local com um bote para invadir o terminal de uma empresa.
Atingida por um tiro na cabeça, a vítima Moacir Ruiz Monks, de 45 anos chegou a ser levada para o Hospital Santa Casa, mas não resistiu. De acordo com relatos de colegas do vigia, ele circulava pelo cais acompanhando a manobra de um navio que se preparava para atracar no porto, quando foi surpreendido pelo grupo.
Piratas invadem o Terminal Portuário para furtar soja (foto:Vigilantes de Rio Grande)
As testemunhas relataram que três homens participaram da ação. Todos usaram o bote para fugir do local e ainda não foram localizados. As investigações iniciais foram conduzidas pela Policia Civil, mas o caso será assumido pela Policia Federal. Foi o o terceiro caso de pirataria no Porto de Rio Grande em 2014.
Eles acessam o Canal pelo mar (Foto: Vigilantes de Rio Grande)
Vigilante é morto em tentativa de assalto a terminal portuário
Na noite do ultimo dia 19, em uma tentativa de assalto a um terminal graneleiro localizado no Superporto do Rio Grande, um vigilante acabou morrendo após ser a atingido com um tiro na cabeça. Atingida por um tiro na cabeça, a vítima chegou a ser levada para o Hospital Santa Casa, mas não resistiu.
De acordo com informações preliminares da polícia, o crime foi cometido por um grupo que tentava invadir o cais do terminal. Os bandidos teriam sido surpreendidos pelo vigilante no momento que ele acompanhava a atracação de um navio.
De acordo com informações registradas na Polícia Federal (PF), três homens chegaram de bote numa área de uma empresa particular, onde tentaram acessar o terminal de grãos do Superporto. Todos usaram o bote para fugir do local e ainda não foram localizados.
Segundo o setor de comunicação da PF, pelo modo de agir dos assaltantes, há a possibilidade de serem os mesmos homens que realizaram ações piratas a dois navios no dia 31 de julho. A Polícia Federal irá realizar uma investigação. Já a investigação da tentativa de assalto seguida de morte ficou a cargo da 3ª Delegacia de Polícia Civil, no Cassino.
Ação de piratas
No último dia 31 de julho, dois navios foram alvos da ação de piratas no Porto do Rio Grande. Os navios, de bandeiras espanhola e maltesa, foram atacados por homens em botes. Em um dos casos, depois de acionados os alarmes do navio, os bandidos chegaram a fazer disparos durante a fuga. Em ambas as situações, nada de valor foi roubado. A Polícia Federal investiga os casos.
Controle do tráfego
A Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg) informou, por meio de uma nota, que após o ocorrido na noite da última terça-feira (19), no Terminal Tergrasa, está atuando juntamente com a Marinha do Brasil para intensificar o controle do tráfego marítimo na área do canal de acesso ao Porto do Rio Grande, contribuindo, desta forma, com as investigações realizadas pela Polícia Civil e Polícia Federal.
A nota ressalta ainda que, recentemente, foram instaladas câmeras de alta resolução para realizar todo o monitoramento do complexo portuário. Outros equipamentos de segurança estão sendo instalados nas áreas do Porto. Equipamentos que possibilitam a captação de imagens à noite e que operam com qualquer tipo de visibilidade.
Ainda de acordo com a assessoria da Suprg, no dia 21, o superintendente do Porto, Dirceu Lopes, realizou uma reunião com o secretário de Segurança Pública do Estado, Airton Michels, a fim de buscar outras medidas que possam coibir esse tipo de ação.
Vigilantes querem justiça no caso de colega assassinado
Vigilantes de várias empresas se reuniram na última terça-feira (26), às 13h, em frente ao sindicato da categoria, na Rua Buarque de Macedo, exigindo, através da manifestação, justiça para o caso do vigilante Moacir Ruiz Monks, de 45 anos, morto na noite de terça-feira (19), na tentativa de assalto ao Terminal Graneleiro Tergrasa, localizado no Superporto do Rio Grande.
O diretor do sindicato, Luciano Fagundes dos Reis, salientou, na oportunidade, que a categoria quer que a fiscalização da área portuária seja feita pela Capitania dos Portos, Marinha, Guarda Portuária e Polícia Federal. "E nada disso acontece. Cada terminal tem sua própria empresa de vigilância privada", frisou. 
O sindicalista destacou ainda que neste ano, três vigilantes foram mortos no exercício da profissão e mais um ficou ferido. "Queremos uma resposta sobre o assassinato do Moacir. Até o momento não sabemos de nada e não temos qualquer informação de como estão as investigações", relatou. 

Para demonstrar à sociedade o seu repúdio contra os assassinatos, a categoria irá, na sexta-feira (29), sair em carreata da frente do sindicato até o portão da Tergrasa, fechando a entrada por cerca de duas horas em protesto.

Veja o vídeo da reportagem


Fonte: Jornal Agora / Vigilante Porto do Rio Grande / G1 / RBSTV - Edição Segurança Portuária Em Foco





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