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LEGISLAÇÕES

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

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POLÍCIA FEDERAL APREENDE 329 KG DE COCAÍNA EM EXPORTADORA DE PARANAGUÁ

 

A droga teria sido colocada clandestinamente dentro de uma carga de gergelim, que tinha como destino a Holanda

A Polícia Federal (PF) apreendeu, na última quinta-feira (16), uma carga de 329 kg de cocaína em uma empresa exportadora de cargas, localizada na rodovia BR-277, próxima ao viaduto Nelson Buffara, no município de Paranaguá, no litoral do Paraná.

A droga, que estava acondicionada em tabletes, agrupados em cerca de 20 fardos, teria sido colocada clandestinamente por criminosos num container armazenado no pátio da empresa, em meio a uma carga de gergelim, cujo destino era o Porto de Rotterdam, na Holanda.

O entorpecente foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Paranaguá, para os demais procedimentos legais.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.

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sábado, 18 de setembro de 2021

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PF DESARTICULA GRUPO LIGADO AO TRÁFICO DE COCAÍNA PARA A ÁFRICA

 

Operação Coroa cumpriu 10 mandados de busca, 1 mandado de prisão preventiva e 7 de prisão temporária em três estados

A Polícia Federal (PF) deflagrou na última quinta-feira (16) a Operação Coroa, em continuidade à investigação instaurada para desarticulação de um grupo responsável pela exportação de 2,8 toneladas de cocaína no início de julho último, quando sete pessoas foram presas em flagrante após interceptação de embarcação pesqueira na foz do rio Itajaí.

O aprofundamento das investigações permitiu identificar que o destino da droga era o continente africano, em um ponto marítimo próximo da costa da Namíbia, onde possivelmente aconteceria o transbordo da droga para outra embarcação.

O nome da operação, batizada de "Coroa", faz alusão ao nome do barco onde estava a droga na apreensão de 3 de julho.

SAIBA MAIS: POLÍCIA FEDERAL APREENDE MAIS 2,8 TONELADAS DE COCAÍNA EM EMBARCAÇÃO PESQUEIRA

Após o flagrante, diligências policiais permitiram identificar a participação de mais oito pessoas envolvidas no financiamento das ações criminosas e na logística de transporte da droga até a embarcação. Mediante representação policial, a Justiça Federal em Itajaí/SC autorizou a prisão desses oito participantes identificados na segunda fase das investigações.

Cerca de 50 policiais federais deram cumprimento a 10 mandados de busca, apreensão e sequestro de bens nas cidades catarinenses de Itajaí, Camboriú, Navegantes e Penha, além de Salvador e Porto Seguro na Bahia e Guarujá em São Paulo. Também foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e sete de prisão temporária.

As investigações já possibilitaram o sequestro de mais de R$ 1,6 milhão em patrimônio da organização. Com o apoio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) do Ministério da Justiça e mediante autorização judicial, esses bens apreendidos serão levados a leilão e o dinheiro arrecadado reverterá em ações de prevenção ao uso e ao tráfico de drogas.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico, com previsão de 3 a 15 anos de prisão, além do perdimento dos bens utilizados nas ações criminosas.


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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

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RECEITA FEDERAL REALIZA APREENSÃO DE 168,5 KG COCAÍNA NO PORTO DE PARANAGUÁ

 

O contêiner, com carga de madeira, teria como destino o Porto de Barcelona, na Espanha

Na última terça-feira (14), a Receita Federal do Brasil (RFB) realizou a apreensão de 168,5 kg de cocaína no Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), no Porto de Paranaguá, litoral do Paraná.

A cocaína foi localizada durante operação de repressão iniciada na madrugada em um contêiner com carga de madeira, que teria como destino o Porto de Barcelona, na Espanha.

O método utilizado pelos traficantes foi o de ripon/ripoff, quando a cocaína é inserida no contêiner sem o conhecimento do exportador da carga lícita.

Esta é a 18ª apreensão de cocaína realizada pela RFB no Porto de Paranaguá em 2021, totalizando 3.191 kg.


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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

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A PRISÃO DO CHEFÃO QUE ENVIAVA COCAÍNA PARA A EUROPA PELOS PORTOS DE PARANAGUÁ E ITAJAÍ

 

A prisão ocorreu em uma clínica de cirurgia plástica, quando se preparava para mudar a fisionomia

Apontado como um dos maiores traficantes do Brasil, responsável pela remessa de cocaína pura para a Europa a partir dos portos de Paranaguá (PR) e Itajaí (SC), Marcos Silas Neves de Souza, de 37 anos foi preso por policiais civis do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa), de São Paulo, e do Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), uma equipe de elite da Polícia Civil do Paraná.

A prisão, no dia 16 de agosto, ocorreu em uma clínica de cirurgia plástica na região da Avenida Paulista, em São Paulo, quando se preparava para mudar a fisionomia.

Marcos Silas usava documentos falsos, mas na hora da prisão, admitiu ser procurado pela Justiça paranaense.

Com ele, os investigadores encontraram quase R$ 16 mil em dinheiro, que seriam usados para pagar parte da cirurgia estética.

Marcos Silas é um ex-integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital). Ao abandonar a facção criminosa paulista, passou a ser jurado de morte pelo crime organizado.

Ainda de acordo com a polícia paranaense, Marcos Silas tem um patrimônio milionário, incluindo fazenda, imóveis de luxo, barcos e carros importados. O acusado, que chegou a ser considerado o criminoso mais procurado do Paraná e do Sul do país, já tem passagens por homicídios, tráfico e roubos.

Prisões anteriores

Em 2011 ele foi preso pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), como integrante de parte de uma quadrilha de assaltantes, que se passava por policiais civis, no litoral do Paraná. O grupo era suspeito de roubos contra residências de luxo e estabelecimentos comerciais.

Em 2012 ele foi preso pelo Denarc como integrante de uma quadrilha suspeita de envolvimento em tráfico de anabolizantes do Paraguai para o litoral do estado.

Reportagem do Programa do Datena, na Band TV:




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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

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REGRAS DE TRÂNSITO SÃO ATUALIZADAS NA FAIXA PRIMÁRIA DO PORTO DE PARANAGUÁ

 

O objetivo é tornar as instalações portuárias cada vez mais seguras, atendendo aos requisitos ambientais, para melhorar a eficiência de toda a operação

A empresa Portos do Paraná, que administra o porto, atualizou as regras de trânsito para circulação na faixa primária do Porto de Paranaguá. As mudanças vigoram a partir de 25 de outubro. O principal objetivo da modernização das normas, juntamente com a intensificação da fiscalização, é tornar as instalações portuárias cada vez mais seguras, atendendo aos requisitos ambientais – medidas para melhorar a eficiência de toda a operação.

O desrespeito às determinações poderá gerar desde uma simples advertência orientativa até o bloqueio do cadastro de acesso por até 30 dias, conforme a gravidade da infração.

“Fizemos uma atualização geral das Regras de Segurança e Trânsito nas áreas sob gestão da Portos do Paraná, e também criamos a Política de Consequências. Algumas dessas regras já existiam, melhoramos e incorporamos novos requisitos de forma a esclarecer melhor e eliminar situações que poderiam gerar dúvidas”, explica José Sbravatti, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho, área que pertence à Diretoria de Meio Ambiente (DMA).

Também estiveram envolvidos no trabalho a Diretoria de Operações Portuárias (DOP) e a Unidade Administrativa de Segurança Portuária (Uasp).

Dentre os principais requisitos aos quais os usuários devem ficar atentos estão: o uso dos EPIs obrigatórios para a faixa portuária; circulação de pessoas somente em faixas de pedestre e o não uso de celular nos deslocamentos; circulação de veículos com farol acesso; respeito à velocidade máxima de 30 km/h (haverá a implementação de radares móveis); alimentação em áreas operacionais (proibições e detalhamentos); proibição de fumar em áreas operacionais, com restrição somente aos locais permitidos; proibição de fazer vídeos e fotos sem a devida autorização, dentre outras situações.

“Entendemos que as pessoas, trabalhadores e empresas que não estiverem atuando de acordo com todos os protocolos publicados e não que estejam atendendo às regras de saúde e segurança do trabalho e meio ambiente, bem como requisitos operacionais e de segurança patrimonial, devem ter seu acesso bloqueado às nossas áreas, em virtude dos riscos que acabam gerando às nossas áreas e aos demais usuários”, ressalta o assessor especialista em Segurança do Trabalho Felipe Zacharias.

Quem for reincidente no descumprimento das normas ficará sujeito a uma Tabela de Infrações, similar à que existe no Código de Trânsito Brasileiro. Primeiro haverá orientação preventiva para cada desvio detectado e, após as reincidências, os bloqueios poderão ser feitos tanto para pessoas, através do crachá, quanto para veículos, pela placa.

Conforme a natureza, a infração acarretará bloqueio de sete dias, se for leve, de 14 se for moderada, de 21 dias para aquelas graves e de 30 no caso de desobediências gravíssimas às normas. “Nosso objetivo é trazer clareza com a Tabela de Consequências, para que se tenha ciência que se cometer as infrações, e uma vez orientado ainda for reincidente, haverá punição, medida que visa aumentar a segurança das operações e de todos”, afirma Zacharias.


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terça-feira, 14 de setembro de 2021

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DELEGADA ASSUME A CHEFIA DA POLÍCIA FEDERAL EM SANTOS

 

Ela era coordenadora da Comissão Estadual de Segurança nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis do Estado de São Paulo (CESPORTOS-SP)

A delegada Luciana Fuschini Nave assumiu a chefia da Delegacia da Polícia Federal em Santos. A Portaria da nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), no dia 31 de agosto.

Luciana tomou posse na Polícia Federal (PF) em 2002, sendo lotada na Delegacia de Santos desde então. Ela presidiu investigações de grande relevância em diversas áreas de atribuição da Polícia Federal.

Nos últimos anos, ela chefiava o Núcleo de Imigração e era coordenadora da Comissão Estadual de Segurança nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis do Estado de São Paulo (CESPORTOS-SP), com destaque por sua atuação e promoção da integração entre órgãos parceiros e entidades privadas.

A sucessão na PF II

* Texto de Jose Roberto Sagrado da Hora, publicado no Jornal A Tribuna – Santos-SP

A Delegacia de Polícia Federal em Santos tem nova chefia. Publicado no Diário Oficial desta semana, 31/08, a nomeação da Delegada Luciana Fuschini Nave homenageia a cidade e o porto de Santos, os santistas nascidos e moradores, distingue os funcionários da Polícia Federal, lotados na própria delegacia, retoma os valores internos do exercício da policia judiciária, da antiguidade e do reconhecimento de trajetórias individuais.

Operacional, foi a Delegada Luciana quem apreendeu os mais de 1.200 tabletes de cocaína embalados em sacos de carvão vegetal encontrados nos terminais Mesquita e Rodrimar no porto de Santos/SP em agosto de 2005. A maior apreensão de drogas no porto, até então. Assumiu o Plantão da Delegacia, ainda na praça da República, sozinha, em meio à greve de Policiais Federais e aos ataques contra alvos policiais do grupo criminoso paulista, em 2006, primeiro semestre.

Atuante, era daquelas policiais federais, mulher e mãe, que podia ser encontrada nos vôos (o jato ERJ 145 da PF), para os quais eram convocados policiais federais sem destino revelado instruídos a portar apenas uma muda de roupa para pernoite em algum quartel do exército. De repente, Goiânia/GO, por exemplo. Perspicaz, presidiu o inquérito que apurou o furto de equipamentos de informática reservados para inauguração da nova sede na delegacia na rua Riachuelo. Recuperou os equipamentos, encontrou o responsável e o encaminhou à justiça.

Destemida, defendia a importância estratégica da delegacia dentro do organograma do órgão e como peça chave para a implementação de qualquer plano de segurança pública frente aos muitos projetos de esvaziamento da repartição local, orquestrados por sucessivas gestões desinteressadas pela atividade fim da PF e descomprometidas com a região e suas demandas.

Companheira e desprendida assumia a defesa dos colegas policiais perseguidos por opinião, em substituição aos omissos órgãos classistas que não cumpriam sua missão. Este perfil essencialmente marcado pela presidência de investigações e postura crítica da condição vivenciada pelo delegado, nos últimos anos, dentro da instituição, paralisou a carreira da Delegada Luciana Fuschini e de tantos outros.

Esta nomeação sinaliza uma verdadeira revolução na política de escolha de policiais para os cargos de comando da PF. Enfim, mais um Delegado (no caso, Delegada) que não pertence à irmandade que dirigiu a polícia federal nos últimos anos, trocando comandos entre si como na brincadeira de “Escravos de Jó”. As sucessões na PF e a carreira de Delegado de Polícia Federal destravaram positivamente com o sacudir de árvores promovido pelo governo Bolsonaro.

A Delegacia de Polícia Federal em Santos/SP foi criada para exercer todas as atribuições legais e constitucionais que a Polícia Federal recebeu, nas regiões da Baixada Santista e Vale do Ribeira, de Bertioga ao sul até a divisa do Estado de São Paulo até a divisa com Estado do Paraná. Uma descentralizada da Polícia Federal e não da Superintendência em São Paulo, capital. Inclua-se nesta responsabilidade o maior porto do país, o Polo Industrial de Cubatão/SP, o pré-sal, áreas de preservação ambiental e até algumas aldeias indígenas existentes em nosso litoral.

Para missões de tanta envergadura e importância econômica para o pais, a Delegacia recebera efetivo suficiente, equipamentos, tais como o mais equipado Núcleo de Polícia Marítima (NEPOM) do pais, lugar de destaque nas consultas e formulações de planos nacionais e estaduais de Segurança Pública, área para construção de sede adequada com afetação para uso exclusivo inscrito em cartório registro de imóveis, localizado no bairro do Jabaquara aos fundos da Santa Casa de Santos/SP e, sobretudo  orçamento próprio como unidade gestora 200362.

Com efeito, a relevância da região para o PIB e o desenvolvimento nacionais fez com que a União instalasse entre nós representações de órgãos federais com o mesmo porte ou maior que muitas capitais. A Policia Federal, no entanto, em movimento contrário aos interesses regionais e ao combate ao narcotráfico e contrabando desenvolveu um processo de enfraquecimento institucional da delegacia e de desdouro aos servidores locais que passou pela devolução à União da área destinada para nova sede e terminou com Portaria n° 5410-DG/DPF, de 01 de junho de 2015 que cassou a autonomia administrativa e financeira da Delegacia de Policia Federal em Santos/SP.

A dinâmica silenciosa de desvigorar a Delegacia Federal de Santos que não mereceu, à época, a atenção da sociedade organizada e das autoridades locais e nem da imprensa, pode agora estar com os dias contados. Com a Delegada Luciana encontraremos comprometimento com a região. Isto já foi demonstrado, por exemplo, quando da mudança de sede na Pça da República para um prédio reformado na rua Riachuelo (onde está até hoje) conseguindo arrastar para a cerimônia de “inauguração” que ela organizou o Ministro da Justiça Tomas Bastos e as respectivas autorizações para e a utilização das instalações do CONCAIS, em zona primária.

A Delegada Luciana, nasceu e construiu sua história pessoal e profissional na cidade de Santos. Ativa, voluntariosa e capaz, acumulou nos últimos dois anos as funções de polícia Judiciária, a Chefia do núcleo de imigração em Santos/SP com a coordenação da Cesportos – A Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis,

A missão será difícil. Ela precisará dos esforços de todos na Delegacia e de toda a comunidade envolvida. Não é simples recuperar o ambiente interno de entusiasmo e nem superar a comoção nacional causada pela luta contra a pandemia.

Reunir pessoas em torno de uma causa é sua outra característica, no entanto. Ninguém pode duvidar de quem conseguiu a adesão de todo efetivo policial para campanha de doação de medula óssea, em outro momento difícil para a Delegacia.



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