SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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GUARDA PORTUÁRIA PRENDE TRÊS HOMENS INSERINDO COCAÍNA EM CONTÊINER NO PORTO DE SANTOS

  Foram apreendidos 184 kg da droga. A carga tinha como destino final o Porto de Antuérpia, na Bélgica Na madrugada do dia 17, a Guarda Po...

LEGISLAÇÕES

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

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JUSTIÇA FRANCESA CONDENA 7 HOMENS POR TRÁFICO DE COCAÍNA DA AMÉRICA LATINA

 

Porto de Montoir-de-Bretagne, próximo a Nantes, no oeste da França

Parte dela foi enviada através do Porto de Santos

Um tribunal de Rennes, no noroeste da França, condenou na última quinta-feira (21) sete homens, entre eles dois estivadores, as penas de quatro a dez anos de prisão por tráfico de cocaína da América Latina em contêineres, parte dela foi enviada através do Porto de Santos.

Os condenados realizaram operações de tráfico de cocaína. Entre 2017 e 2020, foram apreendidos 336 kg da droga no Porto de Montoir-de-Bretagne, próximo a Nantes, no oeste da França, cujo valor de venda ultrapassa os € 16 milhões (mais de R$ 100 milhões), segundo o Ministério Público.

Estas remessas, relativamente baixas em comparação com as 9 toneladas de cocaína apreendidas pela alfândega em 2020, correspondem a uma vontade dos traficantes de encontrarem "vias secundárias" para chegar ao mercado europeu, através de portos menos vigiados que os de Antuérpia (Bélgica) ou de Roterdã (Holanda).

Cocaína passava por Guadalupe e Martinica

A droga da América Latina passava por Guadalupe e Martinica, territórios franceses no Caribe, a caminho de seu destino: a região de Paris.

Dois estivadores foram presos em flagrante em outubro de 2019, quando entregavam 140 kg de cocaína, com alto grau de pureza a intermediários.

Um dos detidos foi Damien Lorcy, estivador de 35 anos, filho de Thierry Lorcy, de 56 anos, e chefe do clã que leva seu sobrenome. Esse grupo, que faz cumprir sua lei por meio de intimidações e ameaças, foi citado na primeira sessão do julgamento.

Julgamento

Todos os acusados foram condenados e as penas pronunciadas foram parecidas às requeridas pelo Ministério Público. Damien Lorcy pegou sete anos de prisão, um a menos que o requerido pelos promotores.

Ele disse durante o julgamento que era a primeira vez que fazia uma entrega. "Cento e quarenta quilos para uma primeira entrega?", perguntou ironicamente o promotor.

"Acho que é uma condenação muito severa para alguém que delinquia pela primeira vez e não tinha antecedentes criminais", declarou à AFP sua advogada Fathi Benbrahim, que cogita recorrer da sentença.

Outro estivador, Joël Loiseaux, de 48 anos, recebeu quatro anos de prisão, dois deles em condicional.

O tribunal de Rennes julgou dez pessoas, e decidiu processar posteriormente três réus por motivos processuais, incluindo Thierry Lorcy.

Os réus, entre estivadores, intermediários, traficantes e remetentes de cocaína das Antilhas, têm entre 32 e 56 anos. Um deles, de 41, está foragido.

Investigação

A investigação do caso começou em maio de 2017, após a apreensão no Porto de Santos, no sudeste do Brasil, de 690 kg de cocaína em um contêiner frigorífico destinado ao Porto de Montoir-de-Bretagne.

Segundo os investigadores, a mercadoria era contrabandeada mediante a técnica de "rip-off", que consiste em introduzir a cocaína em mochilas ou outros recipientes, que são carregados em um contêiner regular.

O tráfico era feito às escondidas de empresas com boa reputação ou com a cumplicidade de companhias criadas para tal fim, segundo o Ministério Público de Rennes.

Assim que o navio chegava ao porto, os estivadores recolhiam a cocaína e a substituíam por outro objeto no contêiner, evitando assim a fiscalização aduaneira. Em seguida, entregavam a droga aos intermediários.

No total, 336 kg foram apreendidos em Montoir-de-Bretagne entre junho de 2017 e abril de 2020.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
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terça-feira, 26 de outubro de 2021

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AÇÃO CONJUNTA PRENDE CAMINHONEIRO QUE CARREGOU FERTILIZANTES NO PORTO DE PARANAGUÁ

 


Equipes da Polícia Militar e da Guarda Portuária apreenderam aproximadamente 30 toneladas de fertilizantes

Uma ação conjunta que envolveu equipes da ALI – Agência Local de Inteligência, da RPA – Rádio Patrulha Auto, da Polícia Militar, e da Guarda Portuária, realizada na madrugada da última quarta-feira, 20, por volta das 4h, na região portuária de Paranaguá, resultou na prisão de um homem, de 52 anos, e na apreensão de aproximadamente 30 toneladas de fertilizantes.

Adulteração

De acordo com as equipes que participaram da ação, o caminhão Scania T112H, cor branca, com placas de Curitiba, carregado com cloreto de potássio, estava com as placas adulteradas e o motorista, com uma CNH – Carteira Nacional de Habilitação, falsificada.

Durante o carregamento que aconteceu no terminal portuário, a situação foi constatada e o veículo e seu condutor, monitorados. Enquanto trafegava pela Avenida Ayrton Senna da Silva, no bairro Industrial, o caminhão foi abordado pelas viaturas da Polícia Militar. Com o motorista, de 53 anos, nada de ilícito foi encontrado. Ao verificar o interior da cabine do veículo, os policiais encontraram duas placas de identificação, que seriam do cavalo mecânico, e uma, da carreta. As três placas apreendidas eram originais do veículo.

Durante o procedimento, o homem que conduzia o caminhão apresentou uma CNH falsificada, em nome de outra pessoa. Diante da situação, o motorista e o caminhão foram encaminhados para a Delegacia Cidadã, onde os procedimentos cabíveis foram adotados.

Fonte: Folha doLitoral


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TRAFICANTE ITALIANO PROCURADO PELA INTERPOL É PRESO NO RIO DE JANEIRO

 

Os policiais brasileiros também prenderam dois irmãos dele que faziam parte da quadrilha que enviava entorpecentes para a Europa, principalmente para a França

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu no bairro de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, o traficante italiano, procurado pela Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal), Luiggi Ferrara, de 52 anos.

A prisão, realizada em uma ação conjunta com autoridades da França, ocorreu no dia 18 desse mês. O criminoso é acusado de ser líder de uma quadrilha que atua no tráfico internacional de drogas, enviando entorpecentes para a Europa, principalmente para a França.

Além de Luiggi, os policiais brasileiros também prenderam dois irmãos dele, Claudio e Diego, que faziam parte da quadrilha. Ainda conforme os agentes, o traficante estava em posse de um passaporte italiano com o nome de Luigi Dante Matarazo.

Prisão preventiva

A prisão ocorreu em cumprimento de um mandado de prisão preventiva em aberto expedido pela 10ª Vara Criminal Federal do estado.

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou, em 2008, os três italianos, mais dois brasileiros e três colombianos por tráfico internacional.

A acusação aponta que os criminosos importavam drogas de outros países sul-americanos e as despachavam para a França. De lá, os entorpecentes iam para outras nações europeias.

Segundo a Polícia Civil também há suspeitas de que a organização esteja envolvida na lavagem de dinheiro.


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GUARDA PORTUÁRIA RECEBE TREINAMENTO PARA USAR DRONES NO PORTO DE PARANAGUÁ

 

O porto irá abrir o processo para aquisição dos equipamentos próprios e pôr em prática o uso da nova tecnologia

Nos dias 18, 19 e 20 de outubro, os guardas portuários participaram do curso prático e teórico de Operação de Drones, realizado nas dependências do Porto de Paranaguá.

O curso foi ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR).

O drone é uma grande ferramenta de trabalho no monitoramento através de imagens aéreas, no intuito de combater ilícitos em grandes áreas.

Objetivo

O objetivo foi capacitar integrantes das forças de seguranças ao uso do equipamento em rotinas de vigilância ou mesmo em operações especiais. Ao todo, foram 24 horas de aprendizagem teóricas e práticas com o aparato eletrônico.

Segundo o Major Cezar Kamakawa, comandante da Guarda Portuária (GPort) o uso do drone permite ampliar a vigilância sobre os mais de cinco quilômetros de faixa portuária com uma visão ampla sobre todas as dependências e muitas com velocidade maior do que os deslocamentos pelo solo. “É um meio bastante importante e eficiente”, destaca.

Aquisição de drones para o porto

Com o treinamento realizado e a capacitação de dois guardas portuários no primeiro curso, o porto de Paranaguá irá abrir o processo para aquisição dos equipamentos próprios e pôr em prática o uso da nova tecnologia.

O uso desse equipamento vai complementar a vigilância e a segurança pública”, explicou Kamakawa.

Participantes

Participaram do curso policiais federais do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) e do Núcleo de Operações da Delegacia da Polícia Federal (PF), policiais civis, militares, guardas portuários e guardas municipais das cidades de Paranaguá, Pinhais e Campo Largo.



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segunda-feira, 25 de outubro de 2021

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GUARDA PORTUÁRIA PRENDE TRÊS HOMENS INSERINDO COCAÍNA EM CONTÊINER NO PORTO DE SANTOS

 


Foram apreendidos 184 kg da droga. A carga tinha como destino final o Porto de Antuérpia, na Bélgica

Na madrugada do dia 17, a Guarda Portuária (Gport) foi acionada para comparecer ao terminal da empresa Brasil Terminal Portuário (BTP), localizado na Avenida Engenheiro Augusto Barata, conhecida como “Reta da Alamoa”, em Santos, litoral de São Paulo.

O acionamento da GPort ocorreu após os operadores do Centro de Controle e Monitoramento (CCMON) daquele terminal visualizarem pelas câmeras, uma movimentação estranha em uma das quadras onde os contêineres ficam armazenados com destino ao embarque.

Chegando ao local indicado, os guardas portuários surpreenderam dois indivíduos introduzindo bolsas esportivas, contendo tabletes de cocaína em um contêiner. Posteriormente um caminhoneiro, que supostamente teria deixando eles e a droga no local e retornava para apanhá-los, também foi detido.

O contêiner onde a droga estava sendo inserida tinha como destino final o Porto de Antuérpia, na Bélgica.

Os três, assim como a droga e o caminhão, foram encaminhados à sede da Policia Federal (PF), no centro de Santos.

Após ouvir o relato dos fatos e o teste realizado constatar que se tratava realmente de cocaína, a droga foi pesada, totalizando 184 kg.

O entorpecente foi apreendido e os três homens foram autuados em flagrante por tráfico internacional de drogas. O crime de tráfico de drogas tem previsão no artigo 33 da Lei 11.343/06, cuja pena é de 5 a 15 anos de reclusão. Ademais, por conta da transnacionalidade do delito, incide sobre essa pena a agravante de um sexto a dois terços da pena, na forma do inciso I do artigo 40 da mesma Lei.

Os investigados foram encaminhados ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça Federal.

Mercado do Tráfico

Segundo alguns caminhoneiros ouvidos pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, eles são aliciados nas áreas externas, antes de acessarem aquele terminal, com ofertas de até R$ 100.000,00 para transportar a droga ou mesmo outra pessoa, escondida na cabine do caminhão, no intuito de inseri-la dentro de um contêiner pré-informado.

Metade do valor é pago antecipadamente e o restante após ser provado, através de fotos da droga inserida no interior do contêiner.

Trabalho da Gport não é divulgado

Apesar da Guarda Portuária ser responsável pelo policiamento ostensivo na área portuária, provendo a segurança dos trabalhadores e usuários do porto, a Santos Port Authority (SPA), antiga Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa pública que administra o porto, não divulga nenhuma ação da sua corporação.

Segundo os guardas portuários ouvidos pelo Portal Segurança Em Foco, eles são proibidos de acionar a imprensa, dar entrevista, ou mesmo fornecer qualquer tipo de informação em todas as ocorrências na qual estejam envolvidos, ficando sujeitos a Processo Administrativo Disciplinar (PAD), em caso de descumprimento.

Com a falta de divulgação do trabalho que essa corporação realiza, muitas ocorrências deixam de ser divulgadas, ou quando o são, a sua participação é diminuida ou até mesmo suprimida.


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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

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GUARDA PORTUÁRIO OBTÉM ÍNDICE PARA INTEGRAR A SELEÇÃO BRASILEIRA DE ULTRAMATONAS

 O guarda portuário trabalha em turno de 12 horas no Porto de Pelotas

Além do turno de 12 horas de trabalho como guarda portuário no Porto de Pelotas, o pelotense Eder Botelho ainda dedica duas horas do dia para o que considera a sua paixão: as maratonas. Esse contato com o esporte começou durante a preparação para uma das etapas do teste de aptidão física do concurso realizado em 2010, que previa uma corrida de 2,4 km.

Nesse período de treinos, Botelho resolveu se inscrever para uma prova de cinco quilômetros em Pelotas e a partir daí o gosto pelas maratonas foi se tornando maior até virar uma paixão. “Lembro que nessa prova eu cheguei bem lá atrás, mas com um sorriso incrível de felicidade no rosto. Foi algo bom demais e depois desse dia nunca mais parei”, disse ele.

Com o término das etapas do concurso e a consequente aprovação, os treinos e as corridas de rua passaram a fazer parte de sua rotina de vida e a participação em outros eventos foi se tornando cada vez mais comum. Mesmo participando de provas dos mais variados percursos, as ultramatonas passaram a ser o grande objetivo do servidor.

O termo ultramaratona faz referência às corridas com trajetos maiores do que 42 km, como a Supermaratona Cidade do Rio Grande. Aos 42 anos, Eder conta em seu currículo com participações em ultramaratonas como a Cassino Ultra Race de 2017, quando percorreu 230 km em 31h42, sagrando-se vice-campeão daquela edição.

O servidor público estadual também percorreu os 160 km da edição 2018 da chamada Ultramaratona da Montanha, em Bombinhas, onde conquistou o terceiro lugar. Em Rio Grande, Botelho já participou de duas edições da Supermaratona ficando em sexto lugar na primeira e em quarto lugar na segunda.

“É necessário um esforço muito grande. Não há nenhuma aptidão natural, treino bastante e cuido da alimentação. Eu me dedico de corpo e alma porque amo o esporte e faço tudo isso com amor”, revelou ele. Tamanho esforço rendeu a Eder a chance de integrar a Seleção Brasileira de Ultramatonas para participar do mundial em 2022, na Alemanha.

A prova que rendeu a ele essa vaga foi a Ultramaratona de Indaiatuba, no último dia 9 de outubro. O tempo necessário para percorrer os 100 km e integrar a Seleção para participar da prova alemã era de oito horas e Botelho fez o percurso em 07h59. Eder ainda não foi convocado, mas conquistou o índice que pode lhe permitir integrar a equipe formada por seis atletas.

“A prova foi super difícil, um percurso com bastante subida e, além disso, havia sol forte e vento em um determinado momento da prova. Concluí com 07h59 obtendo o tão sonhado índice para a Seleção Brasileira, um sonho que vinha lutando há bastante tempo para conquistar”, finalizou ele.

Texto e edição: Rodrigo de Aguiar - Fotos: Arquivo pessoal

Fonte: Portos RS


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