SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

Postagem em destaque

FISCALIZAÇÃO CONSTATA IRREGULARIDADES EM PORTO DO PARÁ

Essas fiscalizações ocorreram em virtude de denúncia de trabalhadores portuários que, sem representatividade de fato, buscaram por mei...

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

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GUARDA PORTUÁRIA TEM NOVO SUPERINTENDENTE




Na avaliação de Everandy Cirino, a aposta feita pelo presidente da Codesp tem tudo para dar certo

Ao que tudo indica, o alto escalão da lendária e centenária Guarda Portuária agora está sob o duplo comando das bancadas maçônica e evangélica, navegando na mais absoluta harmonia em termos de gestão compartilhada. 
Isto porque, depois de ocupar interinamente por quase 30 dias o cargo de superintendente da Guarda Portuária da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o coronel do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo e ex-comandante do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros da região, Eduardo Nocetti Holms, foi finalmente efetivado no cargo na última segunda-feira (11).  
Bem aceita e comemorada por muitos, por um lado, e nem tanto pelos que defendem a ocupação da cadeira por funcionário de carreira, por outro, a notícia da efetivação já era aguardada pelos corredores da presidência da Codesp, na Avenida Rodrigues Alves s/nº.
Com a contratação bancada pessoalmente pelo presidente da empresa, Alex Botêlho de Oliva, o novo superintendente chega para ocupar um dos mais importantes postos da estatal portuária, que se encontrava vago desde agosto após a saída de Ézio Borghetti, cuja administração foi pautada por polêmicas que mereceram destaque neste portal (clique aqui e aqui).
Apesar de não possuir a devida formação para ocupar a estratégica posição, bem como não atender a algumas exigências, inclusive da própria Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), tais como o curso de supervisor de segurança portuária, além de dispositivos previstos no Regimento Interno da Guarda Portuária, pendências que, segundo a "rádio peão", serão sanadas no início de 2018, o agora homem forte da GPort assume com total aval da direção da Codesp e, principalmente, com a confiança da corporação por dias melhores.
A designação de Nocetti Holms também foi bem recebida pelas lideranças sindicais. "Trata-se de um nome de destaque e esperamos que a experiência por ele adquirida nos longos anos de atuação à frente do Corpo de Bombeiros da região lhe sirva de base para os novos desafios que certamente irá enfrentar no comando da centenária e gloriosa Guarda Portuária", disse o presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos.
O sindicalista lembrou o rico histórico de realizações que o superintendente traz na bagagem. "Não sendo possível a nomeação de um companheiro de carreira, creio que o presidente Oliva fez uma excelente escolha ao optar por um profissional dedicado, sério e comprometido, que esteve à frente de vários eventos, que por pouco, não se tornaram trágicos, os quais lamentavelmente entraram para a história do Porto de Santos e das cidades envolvidas de forma bastante negativa."
No comando do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros da região, Nocetti Holms liderou a competente brigada no combate ao incêndio da Ultracargo, na região da Alemoa, que em abril de 2015, em plena Páscoa, colocou a cidade de Santos e demais municípios da Baixada Santista em estado de alerta com um fogaréu que durou nove longos dias até que fosse totalmente debelado.
Menos de um ano depois, ele novamente liderou os bravos bombeiros na luta contra o fogo que tomou conta do pátio de cargas do terminal alfandegado da Localfrio, na Margem Esquerda do Porto de Santos, em Guarujá. Já na tarde de 5 de janeiro deste ano, o agora "doqueiro" foi um dos primeiros a ultrapassar os portões de entrada da Vale Fertilizantes, em Cubatão, logo após uma forte explosão dar início a um grande incêndio na Unidade 2 da empresa.
Participações nos incêndios da Copersucar, Rumo/Cosan, navios e outros verificados no complexo portuário, assim como em comunidades localizadas nos bairros mais afastados da área urbana também fazem parte do currículo profissional do superintendente Nocetti Holms .
Na avaliação de Everandy Cirino, a aposta feita pelo presidente da Codesp tem tudo para dar certo. "A diretoria do Sindaport deseja ao superintendente uma gestão positiva e repleta de realizações que atendam, não apenas aos interesses do maior e mais importante porto da América Latina, mas sobremaneira aos anseios da categoria", finalizou.
Por enquanto... tudo justo e perfeito, amém!
Fonte: Sindaport



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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

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OVERSEA: CONDENAÇÕES DE QUATRO ACUSADOS SÃO MANTIDAS PELO TRF




As condenações de quatro réus, um dos qual advogado, foram mantidas.  Um quinto acusado foi condenado, após ser absolvido em 1ª instância

Os primeiros recursos de apelação da Operação Oversea, relacionada ao narcotráfico internacional via Porto de Santos, foram julgados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), sendo mantidas as condenações de quatro réus, um dos qual advogado. Absolvido em primeira instância, um quinto acusado foi condenado.
Em sentença de 109 laudas, o juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, considerou “fortes, consistentes e inequívocos” os indícios contra Carlos Bodra Karpavicius, Suaélio Martins Leda, Leandro Teixeira de Andrade e Ricardo Menezes Lacerda, para condená-los a 12 anos de reclusão, em 30 de julho de 2015.
Corréu do processo, Wellington Araújo de Jesus foi absolvido. As condenações referem-se apenas ao crime de tráfico internacional de drogas. Pelo delito de associação para o tráfico, Roberto Lemos absolveu os cinco acusados, sob o fundamento de não ficar comprovada “reunião com vínculo estável e permanente entre os denunciados”.
A defesa dos condenados e o Ministério Público Federal (MPF) recorreram. Por unanimidade, os desembargadores federais Nino Toldo (revisor), José Lunardelli (revisor) e Fausto De Sanctis, da 11ª Turma do TRF3, decidiram condenar Wellington de Jesus a oito anos e nove meses de reclusão, por tráfico internacional.
Os demais réus tiveram as penas por tráfico internacional reduzida pelo colegiado, que não deu provimento à apelação do MPF para condená-los também pela associação para o tráfico. As novas sanções foram de dez anos de reclusão para Suaélio Leda e Carlos Karpavicius e de oito anos e nove meses para Ricardo Lacerda e Leandro de Andrade.
Entenda a Oversea
A Operação Oversea, da Polícia Federal (PF), desmantelou esquema de remessa de cocaína do Brasil ao Exterior (América Central, Europa e África), via Porto de Santos. As investigações resultaram nas apreensões de 3,7 toneladas de cocaína, no País e fora dele, entre janeiro de 2013 e março de 2014.
Também foi possível apurar o vínculo da megaquadrilha do narcotráfico com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Devido ao elevado número de réus, houve o desmembramento de ações penais. As apelações julgadas agora pelo TRF3 referem-se à apreensão de 145 quilos da droga, em 17 de dezembro de 2013.
O entorpecente foi escondido dentro de um contêiner refrigerado, junto com um carregamento de carne. O encontro da cocaína ocorreu antes de o cofre de carga ser embarcado no navio MSC Athos, atracado em Santos. O destino da droga seria o porto espanhol de Las Palmas, nas Ilhas Canárias.
De acordo com a sentença da 5ª Vara Federal de Santos, Suaélio era o responsável por negociar a droga com os fornecedores e os compradores de outros países, enquanto Carlos Karpavicius, na condição de advogado, dava suporte jurídico para o negócio acontecer com aparência de legalidade.
Para acertar os detalhes do esquema criminoso, os dois se reuniam em um luxuoso sítio que Suaélio tinha em Mogi das Cruzes e onde policiais da PF apreenderam documentos, anotações e outras provas da prática do narcotráfico internacional. Leandro e Ricardo cuidavam da logística de colocar a droga no Porto de Santos e embarcá-la ao Exterior.
Para isso, Ricardo e Leandro aliciaram, respectivamente, o funcionário de um terminal portuário da Cidade e o empregado de um dos maiores frigoríficos do País, no sentido de obterem informações privilegiadas e dificultarem a fiscalização das autoridades. Wellington também atuaria na parte logística.

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

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CODESP SEDIA CURSO DA ANTAQ SOBRE FISCALIZAÇÃO




O principal objetivo é treinar fiscais da agência que conhecerão a realidade portuária por meio de teoria e prática

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) abriu na segunda-feira (11), no auditório da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o curso de fiscalização direcionado aos seus integrantes em atividade nos portos. O principal objetivo é treinar fiscais da agência que conhecerão a realidade portuária por meio de teoria e prática, que inclui visitas técnicas ao cais santista. O curso terá continuidade até o dia 18 de dezembro, quando será encerrado em aula a ser ministrada nas dependências da Alfândega do Porto de Santos. Ao final, os participantes receberão um certificado de participação.
A abertura foi realizada pelo diretor da Antaq, Mário Povia e pelo diretor-presidente da Codesp, José Alex Oliva, que reforçou a importância das normas no trabalho de fiscalização.  “O fiscal deve ser um agente educador. Portanto, a educação do nosso prestador de serviço é tão importante quanto à multa”, disse Oliva.
Também estiveram presentes o Superintendente de Fiscalização e Coordenação José Renato Ribas Fialho; o Gerente de Planejamento e Inteligência da Fiscalização, Rafael Galvão; o Gerente de Fiscalização de Portos e Instalações Portuárias, Neirimar Brito; o Chefe da unidade regional em São Paulo, Guilherme Silva; e o responsável pelo posto avançado em Santos, Daniel Alves, todos da Agência Reguladora.

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

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CODEBA PROMOVE CURSO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA




Serão considerados brigadistas aqueles que tiverem aprovação do curso teórico e prático e forem considerados aptos nos exames médicos

A Companhia Docas da Bahia (Codeba) realizará o Curso de Formação de Brigada de Emergência dos Portos de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus. Em cada um deles, está programada turma com até 25 participantes, entre atuais brigadistas e novos voluntários, que receberão um total de 64 horas de atividades divididas em seis módulos.
No Porto de Ilhéus, o curso de formação acontece durante todo o mês de dezembro. O tema “Combate a Incêndio” será ministrado durante os dias 11 e 12, enquanto que “Primeiros Socorros”, em 13 e 14. “Resgate em Altura e Espaço Confinado” vai ser abordado nos dias 15 e 18, e “Resgate Aquático”, em 19 e 20. Nos dias 21 e 22, respectivamente, acontecem treinamentos para Emergências Químicas e Educação Ambiental.
As equipes serão capacitadas pela Preamar, empresa especializada no ramo, recebendo treinamento voltado ao controle de situações emergenciais com eficiência e em menor tempo possível. Haverá abordagens práticas e teóricas, além de simulados e apresentações de trabalhos sobre os conteúdos.
“Serão considerados brigadistas aqueles tiverem aprovação do curso teórico e prático e forem considerados aptos nos exames médicos”, ressalta a engenheira de segurança do trabalho da Companhia, Denise Monteiro.
O curso no Porto de Aratu-Candeias acontecerá de 8 de janeiro de 2018 ao dia 18. No mesmo mês, será realizado no Porto de Salvador iniciando dia 22 e segue até 1º de fevereiro.

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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

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FURTO DE RODAS ACONTECE EM ESTACIONAMENTO DE TERMINAL PORTUÁRIO




A área da “Reta da Alamoa” tem sido alvo constante de furtos e roubos
Em Santos, o motorista que têm sofrido com o furto de rodas nos veículos estacionados nas ruas da cidade, agora também tem sido vítima na área portuária.
Na madrugada da última quarta-feira (29), um veículo teve as rodas furtadas quando estava no estacionamento localizado na frente do Brasil Terminal Portuário (BTP), localizado na Avenida Engenheiro Augusto Barata, conhecida popularmente como “Reta da Alamoa”. A ocorrência foi registrada pela Guarda Portuária.
Segundo foi apurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, o veículo seria de um funcionário da própria empresa, que ao chegar ao local, encontrou o seu carro sem as quatro rodas.



A área da “Reta da Alamoa” tem sido alvo constante de furtos e roubos. No mesmo dia outro veículo teve um “macaco”, além de outros objetos, furtados do seu interior. Caminhoneiros também têm reclamado de roubos no local.
Os ladrões geralmente procuram lugares com pouca movimentação e mal iluminados para praticar o crime de forma rápida. Bastam quatro minutos para que um par de rodas seja removido. No comércio, os produtos furtados podem valer por volta de R$ 2 mil, dependendo do modelo.
Não são apenas os ladrões de rodas que estão sujeitos a penalidades. Quem compra roda de procedência duvidosa pode ser indiciado pelo crime de receptação, que prevê pena de até quatro anos. Quem comercializa responde ainda por crime qualificado, podendo pegar até oito anos de reclusão.

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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

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PROCURADO POR TRÁFICO INTERNACIONAL É PRESO EM SANTOS




Ele foi flagrado transportando entorpecentes até um terminal portuário da cidade e estava foragido desde setembro

A Polícia Militar deteve Wellington Tomaz do Carmo, de 32 anos, procurado por tráfico internacional de drogas em Santos, no litoral de São Paulo. Ele é suspeito de integrar uma quadrilha que utilizava o Porto de Santos para enviar cocaína a outros países. Ao ser abordado, ofereceu R$ 300 mil para não ser preso.
Segundo informações da polícia, Wellington foi encontrado durante patrulhamento de rotina realizado por uma equipe na Rua Doutor Carvalho de Mendonça, no bairro Campo Grande, na noite domingo (03). Ele estava com outros dois homens em um veículo, que foi abordado por ser considerado suspeito pelos policiais.
Conforme apurado pelo G1, contra Carmo há uma ordem de prisão por ele ser considerado um dos motoristas que entravam com veículos em um terminal do Porto de Santos transportando a droga. O carregamento clandestino era escondido em contêineres para embarque em navios. Uma operação desmantelou a quadrilha em setembro.
Segundo a Polícia Militar, Wellington foi apresentado ao plantão da Polícia Federal, no Centro de Santos, após constatado que era foragido. Mas antes, ofereceu R$ 300 mil para a equipe e um carro de luxo para não ser preso, o que foi negado pelos policiais. Por isso, o homem também foi detido em flagrante por corrupção ativa.
Fonte: G1 Santos

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

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CURSO DE RESGATE EM ESPAÇOS CONFINADOS FOI REALIZADO NO PORTO DE ITAJAÍ




As aulas foram ministradas no Auditório do Porto de Itajaí e na Base de Emergência

O Curso de Segurança e Saúde nos Trabalho e Resgate em Espaços Confinados (NR-33), que atraiu um número expressivo de inscritos, teve as aulas ministradas no Auditório do Porto de Itajaí e na Base de Emergência.
Identificar um espaço confinado requer um conhecimento profundo dos diversos fatores e circunstâncias que contribuem a caracterizá-lo como tal. Isto inclui a sua geometria, o seu tipo, localização, características, conteúdo, riscos e condições perigosas, entre outros aspectos.

Partindo deste princípio, nesta semana, entre 20 e 24 de novembro, a Gerência do Meio Ambiente da Superintendência do Porto de Itajaí promoveu mais um curso voltado para o efetivo do Complexo Portuário
Desta vez, 60 pessoas participaram do Curso de Segurança e Saúde nos Trabalho e Resgate em Espaços Confinados-NR 33. Ao todos são servidores que atuam na Gerência de Segurança Portuária, Gerência de Operações, Recursos Humanos, Gerência de Manutenção, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), e ainda contou com servidores do Órgão de Gestão de Mão de Obra (OGMO), SUATRANS MARINE/ECOSORB e APM Terminals.

Cada participante cumpriu 20 horas em aulas nos horários matutino e vespertino e todas as atividades aconteceram no Auditório e na Base de Emergência da Superintendência do Porto de Itajaí (SUATRANS MARINE/ECOSORB).
De acordo com o Manual de Espaços Confinados da SUATRANS, espaço confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. Em espaços confinados, um trabalhador, por exemplo, pode ser uma vítima de aprisionamento ou asfixia.

Ainda de acordo com o Manual, são exemplos de espaços confinados: tanques de adubo, fossas, covas, sistema de esgoto, trincheiras, escavações, fornos, câmaras frigorificas, chaminés, caldeiras, cisternas, reatores, reservatórios, caixas d’água, tanques de combustível, contêineres, silos em geral, compartimentos de navios (porões, tanques de lastro e duplo costado/fundo), dutos de ar-condicionado, moinhos, trituradores, entre outros lugares onde há a presença de trabalhadores.
O Treinamento possibilitou o conhecimento de todos quanto aos procedimentos necessários e obrigatórios para execução desses serviços, métodos de resgate e salvamento, bem como a fiscalização se os serviços estão sendo feitos de acordo com o que preconiza a legislação.

Após a conclusão do curso foi possível ter uma ideia aprimorada do mapeamento dos pontos de espaços confinados no Porto de Itajaí, desencadeando novas ações de preparação das equipes de respostas, equipamentos necessários e exames para equipes de pronta respostas a emergência de resgates.
“Em atendimento as normas que nos compete, podemos sempre ir um pouco mais além do que se é solicitado pela legislação. Prova disso neste curso é quanto a criação de uma equipe de resgate que são os brigadistas e com ela estarão preparados através de treinos intensos caso ocorra alguma emergência no complexo portuário”, destacou Médelin Pitrez dos Santos, Gerente de Meio Ambiente.

A NR 33 foi alterada pela Portaria N°1.409 de 29 de agosto de 2012, estabelecendo no 33.3.5.3 que “todos os Trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses. A entrada, trabalho e resgate em espaços confinados são consideradas atividades potencialmente perigosas, que requerem treino, trabalho de equipe, e o uso correto das habilidades, técnicas e equipamentos de proteção individuais e coletivos.
“A intenção é manter a área do Porto e dos trabalhadores mais seguros e através desta capacitação, terem a oportunidade de avaliar à sua volta os riscos com a possibilidade de evitar possíveis acidentes”, reforça Carlos Assis, Gerente de Operações da SUATRANS MARINE.

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

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MUDANÇAS NA GUARDA PORTUÁRIA DE SANTOS




Todas as ordens de serviço que foram emitidas pelo anterior superintendente da GPort serão revistas e reeditadas pela diretoria gestora da área

A palavra que define o atual momento da Guarda Portuária de Santos é "transição". Com a adesão ao plano de desligamento acordado pelo ex-gerente Luiz Roberto Gomes há alguns meses e a exoneração ocorrida recentemente do superintendente Ezio Ricardo Borghetti, juntamente com o gerente de Inteligência de Segurança Orlando Alves dos Santos, a Guarda Portuária da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) entrará em uma nova etapa de sua “GLORIOSA” existência.
Em setembro passado, a Diretoria Executiva da Codesp aprovou em decisão DIREXE Nº 458.2017 o novo Regimento da Unidade de Segurança, que contempla mais uma gerência para a Guarda Portuária. A Estrutura Organizacional da Unidade de Segurança será composta por uma Superintendência, Gerência de Suporte Administrativo, Gerência de Inteligência de Segurança e Gerência da Guarda Portuária.
Em virtude das recentes mudanças o presidente da Codesp, Alex Oliva, nomeou interinamente o coronel Eduardo Nocetti Holms, que foi comandante do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros da PMESP, como Superintendente da Guarda Portuária.
Tanto o Sindaport como a categoria sempre foram favoráveis que o cargo de comandante da Guarda Portuária fosse ocupado por um funcionário de carreira, porém não existe um nome que tenha unanimidade dentro da categoria para assumir esse posto.
As mudanças citadas estão provocando uma grande expectativa no seio da categoria, pois há mais de cinco anos não aconteciam mudanças na gestão da corporação. Os companheiros Wagner Pinheiro de Almeida e Hélio Marques Azevedo foram convidados para assumir, respectivamente, as gerências da Guarda Portuária, e da Inteligência de Segurança, e o companheiro Jonas Cordeiro de Andrade Junior irá assumir a Gerência de Suporte Administrativo, assim que a mesma for inserida no novo organograma da empresa.
Sabemos que outras mudanças também podem ocorrer nos cargos intermediários, considerando que a diretoria da estatal tem a intenção de retirar dos cargos os funcionários que possuem ações trabalhistas e ocupam atualmente as funções de confiança, tais como Chefe de Serviço, Coordenador e Encarregado.
O presidente da Codesp, que é o diretor responsável pela Guarda Portuária, faz questão de deixar bem claro que a corporação não é um setor separado dos demais departamentos da empresa, e disse que todas as ordens de serviço que foram emitidas pelo anterior superintendente da GPort serão revistas e reeditadas pela diretoria gestora da área. Segundo o próprio, os cursos de aperfeiçoamento funcional deverão ser feitos pelo Centro de Treinamento, além de questões funcionais pelo R.H. da empresa e assim por diante.
A Guarda Portuária tem problemas de infraestrutura que estão sendo resolvidos aos poucos, como por exemplo o porte de arma funcional, que apesar de já existir um trâmite administrativo em curso, ainda não foi resolvido. A compra dos coletes balísticos foi concluída e os EPIs estão sendo entregues aos guardas, porém não foram providenciados os armários para guardar os coletes nos gates.
Os frigobares e microondas necessários para o armazenamento e aquecimento das refeições estão sendo distribuídos nos gates em virtude de denúncia feita pelo Sindaport ao Ministério Público do Trabalho (MPT), contudo ainda falta o local apropriado para este fim, ressaltando que os aparelhos de ar condicionado geralmente apresentam problemas durante o verão por falta de manutenção adequada.
Os gestores da GPort tem feito a lição de casa na tentativa de solucionar as necessidades citadas, porém as soluções emperram durante o percurso e as necessidades não são finalizadas. Desta forma, a diretoria do Sindaport se coloca à disposição dos novos mandatários da Guarda Portuária e deseja que os mesmos possam fazer uma administração pautada nos interesses da categoria, uma vez que o momento político pelo qual o país atravessa, sobretudo com mudanças drásticas na legislação trabalhista, tende a trazer dificuldades nas relações capital e trabalho.
Fonte: Sindaport

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

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FISCALIZAÇÃO CONSTATA IRREGULARIDADES EM PORTO DO PARÁ




Essas fiscalizações ocorreram em virtude de denúncia de trabalhadores portuários que, sem representatividade de fato, buscaram por meios próprios, melhores condições de trabalho

Nesse mês, o Terminal Petroquímico de Miramar (Tequimar), administrado pela Companhia Docas do Pará (CDP), sofreu fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho (DRT), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Ministério Público do Trabalho (MPT).
Essas fiscalizações ocorreram em virtude de denúncia de trabalhadores portuários que, sem representatividade de fato, buscaram por meios próprios, melhores condições de trabalho.
No dia 20 de novembro a DRT/PA efetuou fiscalização no Terminal de Miramar a fim de verificar a barreira para contenção de derramamento de óleo dos píeres I e II; se há auxiliares portuários em número suficiente para atracar e desatracar embarcações; a possível utilização de terceirizados e a ausência de guardas portuários escalados fixos nos píeres.
Na ocasião, os fiscais da DRT conversaram com os trabalhadores da amarração que se encontravam nesses píeres, os quais confirmaram as denúncias.
No dia 27 de novembro a ANTAQ também constatou que auxiliares portuários trabalham em número insuficiente para o serviço de atracação nos píeres.
Em conversa com esses auxiliares, os fiscais da ANTAQ confirmaram que a CDP não convoca empregados para serviços extraordinários no intuito de completar o efetivo mínimo de oito homens para a faina da
amarração, mesmo as extras estando liberadas há anos para outros setores, e nem, tampouco, efetuou concurso público para auxiliares portuários, embora muitos outros concursos já tenham sido promovidos para outros cargos.
No dia 28 de novembro fiscais (peritos) do MPT constataram as condições inadequadas no vestiário dos auxiliares portuários, além de terem a afirmação de um auxiliar que era procedente s denúncias que os trazia ali, já que este se encontrava no referido vestiário no momento da fiscalização.
Segundo alguns guardas portuários que acompanharam essas visitas, os fiscais do MPT também constataram que os píeres estão sem guardas portuários há mais de dois anos, estando o MPT e ANTAQ já cientes disso. Alegam ainda os guardas que o supervisor de Miramar reconheceu que as pendências objeto da perícia dos fiscais existem, pois, os trabalhadores têm levado essas situações exaustivamente para ele, assim como também para outros gestores e até mesmo para os sindicatos. 

No entanto, esses trabalhadores, não tendo obtido resposta alguma, se viram obrigdos a representarem a si próprios junto a esses órgãos fiscalizadores.

Encerrada a visita dos servidores do MPT, imediatamente foi providenciada uma limpeza geral no vestiário. Os setores de engenheira, de segurança no trabalho e o pessoal da manutenção também estiveram no local, fazendo o levantamento das necessidades de melhorias, possivelmente recomendadas pelo MPT.

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