SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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NOVO COMANDO NA GUARDA PORTUÁRIA DO RIO DE JANEIRO

Capitão reformado da Polícia Militar, Hugo, já comandou a Guarda Portuária em outra oportunidade No dia seis de setembro, o presid...

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

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FUNCIONÁRIOS DE PORTOS ESTÃO ENTRE OS PRESOS EM OPERAÇÃO DA PF




As organizações criminosas embarcavam drogas nos portos de Itapoá, Navegantes e Itajaí

Motoristas responsáveis pelo transporte de contêineres, despachantes aduaneiros, funcionários dos portos, pessoas que trabalhavam em galpões onde as drogas eram enxertadas na carga lícita, e os chamados empresários do tráfico — com alto poder aquisitivo, foram presos nas operações Oceano Branco e Contentor. As quadrilhas de Santa Catarina tinham contatos em outros estados, inclusive no exterior.
Entre os bens e imóveis sequestrados, que pertenciam aos investigados, está uma revendedora de automóveis e uma imobiliária de Joinville. Entre os presos há pelo menos quatro proprietários de empresas. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela polícia.
A investigação partiu do acionamento de instituição pública da Dinamarca, na Europa, que apreendeu grandes quantidades de cocaína em julho de 2015. A droga havia partido do Brasil. Foi aí que a polícia descobriu que haviam organizações criminosas embarcando drogas nos portos de Itapoá, Navegantes e Itajaí. Pelo menos seis operações foram realizadas em SC e outras seis em países da Europa (Bélgica, França, Itália e Espanha). A investigação descobriu ainda que a droga também era distribuída no México e no Canadá.
Segundo a PF, as drogas chegavam em Santa Catarina por transporte aéreo. A cocaína que vinha de países vizinhos, como a Bolívia, era desembarcada em um aeroclube em de São Francisco do Sul, no Norte do Estado. A droga era inserida em cargas legais que eram desviadas das rotas com ajuda dos motoristas dos caminhões. A transferência da droga para as cargas ocorria em galpões do grupo investigado.
O patrimônio de dois chefes das organizações, que são os principais alvos, gira em torno de R$ 150 milhões. Segundo a PF, as exportadoras não tinham conhecimento do esquema.
Engrenagem que abastecia países europeus de cocaína funcionava por terra, ar e mar
Redes de traficantes catarinenses e estrangeiros, entre eles um mexicano que camuflava cocaína em blocos de granito, constituíam as quadrilhas de tráfico internacional de drogas desmanteladas pela Polícia Federal de Santa Catarina.
Desde março de 2016, as seguidas apreensões de cargas milionárias da droga dentro de contêineres em portos catarinenses chamavam a atenção no meio policial do Estado. Desde então, policiais federais e a Receita Federal adotavam estratégia de ação conjunta nos trabalhos.
Os criminosos continuaram as tentativas de enviar cocaína na conexão à Europa. A complexa apuração das duas instituições com monitoramento policial terminou com mais de 10 toneladas de cocaína recolhidas. Assim, a operação está nas estatísticas como entre as três de maiores apreensões da droga na história do País.
O rastro dos agentes contou até com uma campana de um avião de pequeno porte trazendo a droga ao pousar no aeroclube de São Francisco do Sul, Litoral Norte. Os policiais acompanharam e fizeram um flagrante na rodovia sem levantar mais suspeitas.
A PF garante ter tudo filmado, cuja divulgação ainda é prejudicada em razão do sigilo do inquérito determinado pela Justiça Federal em Joinville. Por enquanto, apenas advogados das partes estão tendo acesso ao conteúdo que incriminaria dezenas de patrões do tráfico em Santa Catarina, principalmente do norte do Estado.
O que se sabe é que se trata de um grande esquema criminoso envolvendo falsos empresários de fachada que ostentavam vida de luxo a partir da compra e venda de cocaína.
Pelo ar, terra e mar funcionava a engrenagem do tráfico internacional que abastecia de cocaína os países europeus. O mexicano que escondia a coca nos granitos agia a partir de Imbé, cidade litorânea do Rio Grande do Sul e está foragido.
Um dos supostos líderes que vivia em Santa Catarina já havia sido flagrado com cocaína em Barra Velha há mais de dez anos. Na época, era considerado peixe pequeno. Pois ele saiu da cadeia e surpreendentemente reapareceu atualmente como sendo um dos que desfrutavam da vida milionária a partir dos negócios ilícitos.



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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

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LEI CRIA AGÊNCIA MUNICIPAL PORTUÁRIA DE CORUMBÁ




As atribuições de Guarda Portuária nas áreas objeto de atuação da Agência Municipal Portuária serão exercidas pela Guarda Municipal de Corumbá

Foi criada em Corumbá a Agência Municipal Portuária (AGEMP) na estrutura do Poder Executivo Municipal. A lei foi publicada no Diário Oficial do Município de Corumbá (DIOCORUMBÁ) na edição de segunda-feira, 09 de outubro.
De acordo com a legislação, a AGEMP foi criada sob forma de autarquia, sem fins lucrativos, com patrimônio próprio, sede e foro na cidade de Corumbá, prazo de duração indeterminado, com autonomia administrativa e financeira na forma da lei, vinculada e supervisionada pela Secretaria Municipal de Finanças e Gestão.
Sancionada pelo prefeito Ruiter Cunha de Oliveira, a lei complementar número 211, estabelece que compete a Agência Municipal Portuária: cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas atinentes à atividade portuária, no âmbito de suas atribuições; executar as atribuições constantes no Convênio de Delegação nº. 13, de 8 de maio de 1998 e demais ajustes porventura firmados com fundamento nas leis federais nº. 9.277, de 10 de maio de 1996, nº. 12.815, de 5 de junho de 2013 e demais alterações posteriores; articular-se com os demais órgãos reguladores da atividade portuária em âmbito nacional, estadual e municipal; autorizar o tráfego pelo canal de acesso ao porto organizado, na ordem cronológica de chegada das embarcações; planejar, projetar, propor regulamentação e operar o trânsito de embarcações dentro da área objeto de delegação, bem como implementar medidas que facilitem o embarque e desembarque de passageiros e cargas dentro da área do porto.
Também é de competência da AGEMP, executar a fiscalização da atividade portuária dentro do perímetro do Porto, autuar, aplicar as medidas administrativas cabíveis e arrecadar as multas que aplicar por infrações de circulação, estacionamento, atracações e demais ações que estejam em contrariedade à legislação e às resoluções emitidas pela Agência Nacional de Transporte Aquaviário (ANTAQ), no exercício regular do poder de polícia; implantar, manter e operar sistema de cobrança de taxas e tarifas para atracação, embarque e acostagem de quaisquer embarcações que se utilizarem da área do porto, bem como de qualquer outra ação passível de arrecadação por parte da AGEMP; manter registro de todos os funcionários das empresas e embarcações que se utilizarem das dependências do porto para realizar seu labor e que, consequentemente, adentram às áreas operacionais do porto; garantir a acessibilidade dos passageiros com necessidades especiais em toda a área do porto, de acordo com legislação federal e estabelecer e administrar a política tarifária e promover a integração física, operacional e tarifária.
Segundo a lei complementar 211, a Agência Municipal Portuária terá o seu patrimônio constituído por bens e direitos que adquirir, bem como por aqueles que lhe forem transferidos pelo Município de Corumbá, por ato do Chefe do Poder Executivo, doados por outras pessoas, físicas ou jurídicas, bem como aqueles que venham a adquirir no exercício de suas atividades. Os bens e direitos que compõem o patrimônio da Agência Municipal Portuária deverão ser utilizados exclusivamente na realização de suas finalidades e, em caso de extinção da autarquia, o seu patrimônio será incorporado ao Município de Corumbá.
As receitas da Agência Municipal Portuária serão constituídas pela dotação orçamentária e os créditos abertos ou previstos em seu favor; o produto do recolhimento de impostos, taxas, tarifas ou contribuições que a lei destinar, total ou parcialmente, a autarquia; transferências a qualquer título do Tesouro Municipal; rendas patrimoniais e de aplicações financeiras; oriundas de convênios, acordos e ajustes; contribuições e doações de pessoas, físicas ou jurídicas, de direito público ou privado; produtos de operações de crédito autorizadas por lei específica; o produto de multas e emolumentos devidos à AGEMP; rendimentos decorrentes de aplicações financeiras, aluguéis e arrendamento de bens e instalações portuárias e hidroviárias; recursos financeiros oriundos da concessão, arrendamento ou privatização de serviços, equipamentos, instalações e operações portuárias e outras receitas eventuais.
O desdobramento operacional da AGEMP, as competências de suas unidades administrativas e operacionais e as regras de seu funcionamento serão estabelecidas em regulamento aprovado, mediante Decreto, pelo Prefeito Municipal.
As atribuições de Guarda Portuária nas áreas objeto de atuação da Agência Municipal Portuária serão exercidas pela Guarda Municipal de Corumbá. Caso inexista contingente suficiente na Guarda Municipal para atender a demanda, fica autorizada a admissão temporária de pessoal, em caráter excepcional e por prazo determinado, até que seja realizado concurso público para preenchimento por cargos efetivos.
O prefeito Ruiter Cunha de Oliveira explicou que a AGEMP “vai supervisionar e gerenciar toda a questão portuária do município de Corumbá. Vai disciplinar e fiscalizar o cumprimento dessas condições”, disse.



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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

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BRIGADA DA GUARDA PORTUÁRIA AUXILIA CORPO DE BOMBEIROS EM INCÊNDIO NO GUARUJÁ




O combate às chamas durou aproximadamente três horas
No último domingo (15), a Brigada de Incêndio da Guarda Portuária foi solicitada para auxiliar no combate de incêndio de estabelecimentos comerciais na cidade de Guarujá, litoral de São Paulo.

Moradores vizinhos a uma loja de móveis, localizada na Avenida Dom Pedro I, notaram uma fumaça escura saindo do telhado e acionaram o Corpo de Bombeiros, que enviou seis equipes.
O fogo se alastrou rapidamente e atingiu outros dois estabelecimentos, mas como os estabelecimentos estavam fechados e ninguém ficou ferido. O combate às chamas durou aproximadamente três horas.

 A avenida foi interditada pelo Departamento de Trânsito da cidade e o tráfego foi desviado para rotas alternativas. As causas do fogo serão apuradas após perícia da Polícia Científica.


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DIRETORES DA ANTAQ E REPRESENTANTES NORTE-AMERICANOS TROCAM EXPERIÊNCIAS SOBRE SEGURANÇA PORTUÁRIA




O objetivo da reunião foi trocar informações sobre segurança portuária e o Código ISPS

Os diretores da ANTAQ, Adalberto Tokarski (geral) e Mário Povia, receberam, na última segunda-feira (16), na sede da Agência, em Brasília, dois representantes do Escritório Internacional de Ligação de Segurança Portuária de Alameda, Califórnia (EUA) – Sullivan Freed e Simon Blanco, que visitarão até 20 de outubro os portos de Santos e de Manaus. O objetivo da reunião foi trocar informações sobre segurança portuária e o Código ISPS.
Representantes da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), do Ministério da Justiça, e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), do Ministério da Defesa, também participaram da reunião. O presidente da Conportos, Sandro Avelar, destacou que o órgão é composto pelo Ministério da Justiça, Ministério da Defesa, representado pelo Comando da Marinha, Ministério da Fazenda, Ministério das Relações Exteriores e pelo Ministério dos Transportes e tem o objetivo de elaborar e implementar o sistema de prevenção e repressão a atos ilícitos nos portos, terminais e vias navegáveis.
O diretor-geral da ANTAQ elogiou o trabalho da Polícia Federal em relação à segurança das instalações portuárias brasileiras. Afirmou, ainda, que a ANTAQ e a Conportos vêm atuando em parceria para melhorar a segurança portuária nacional e das vias fluviais. “Somamos esforços para um crescimento da efetividade de nossa segurança”, disse Tokarski. Avelar informou aos representantes norte-americanos que em cada estado brasileiro que tenha porto, seja ele marítimo ou fluvial, há uma instalação da Cesportos – Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos Terminais e Vias Navegáveis.
Povia lembrou que a ANTAQ tem grande capilaridade no setor portuário nacional. Isso porque a Agência conta com 14 Unidades Regionais e mais doze postos avançados, que conseguem identificar rapidamente qualquer não conformidade e solucioná-la com a menor burocracia possível. “Além disso, há vários atores no porto que trabalham pela segurança em seu sentido amplo. A Polícia Federal, a Receita Federal, a Anvisa, o Vigiagro, entre outros, o que permite evitar vulnerabilidades nas instalações portuárias”, afirmou o diretor da ANTAQ.
Fonte: Antaq

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

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GUARDA PORTUÁRIO SE CLASSIFICA PARA O 2º JOGOS MUNDIAS DE POLICIAIS




A competição é promovida pela International Police Sports Union (USIP), entidade reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI)

Após disputar e vencer várias baterias de elevado nível técnico envolvendo atletas de todo o país, o guarda portuário da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Felipy Nunes de Barros, vai integrar a equipe de natação que representará o Brasil nos 2º Jogos Mundiais de Policiais, que será realizado entre os dias 1º e 11 de novembro na bela Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.
Para obter a tão sonhada vaga Felipy Nunes teve que superar concorrentes integrantes de corporações policiais (Guarda Portuária, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outros) de diversos estados durante a seletiva nacional realizada pela Federação Brasileira de Desportos de Policiais e Bombeiros (FBDPB), em maio.
Promovido pela International Police Sports Union (USIP), entidade reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), o evento esportivo será disputado por atletas policiais oriundos de países da Europa, Ásia, América do Sul e do Norte, Oceania e África.  
A boa notícia foi confirmada pelo secretário geral da FBDPB, Paulo César Ferreira Rodrigues, que no último dia 5 encaminhou ofício ao presidente da Codesp, José Alex Botelho de Oliva, requerendo do mandatário a liberação para que Felipy Nunes possa integrar o selecionado brasileiro na competição mundial, sem qualquer ônus aos cofres da estatal portuária.
O presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, parabenizou o atleta. "Ter o Felipy como associado do sindicato e sobretudo como companheiro é certamente motivo de muito orgulho e uma grande honra para todos nós."
O diretor social do Sindaport, Edilson de Paula Machado, também não poupou elogios ao colega de trabalho. "Independentemente do resultado nos jogos, o Felipy já é um grande vitorioso não só como atleta, mas como amigo, parceiro e principalmente como homem. Um exemplo que deve ser seguido."  
Além do guarda portuário, integram a equipe de natação os policiais militares de São Paulo, Matheus Roncatto e Lucas Pimenta, e o bombeiro goianiense Gustavo Gimenes. Já a equipe feminina será composta pela policial militar de São Paulo, Silvana Saraiva, pelas bombeiras Vick Dantas, do Distrito Federal e Luna Roriz, de Goiânia, além da guarda municipal do Rio Janeiro, Marylin Cézar. As equipes terão como técnico o policial militar paulistano, Marcelo Laureano. O Brasil também enviará equipes para as disputas de tiro, judô e jiu jitsu.


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sábado, 14 de outubro de 2017

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PORTO DE VITÓRIA VAI ABRIGAR A SEDE DA CESPORTOS-ES




O grupo de trabalho vai ocupar espaço anexo ao NEPOM
Em reunião realizada no dia 6 de setembro, entre a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e a Polícia Federal, além da manutenção da sede do Núcleo Especializado de Polícia Marítima (NEPOM), foi decidido que o Porto de Vitória vai abrigar a sede da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis do Espírito Santo (Cesportos-ES).
Participaram da reunião o presidente da Codesa, Luís Claudio Montenegro; o coordenador de Segurança Portuária, Eníldo Pereira Gonçalves Júnior; o diretor regional e executivo da Polícia Federal, delegado Luciano Flores de Lima; o agente do NEPOM e coordenador da Cesportos, Rogério da Silva Lages; o perito criminal, Rodrigo Cit Ramos Lopes e a delegada Anne Vidal Moraes.
O grupo de trabalho vai ocupar espaço anexo ao NEPOM, que já funciona no porto. Os dois serviços vão atuar, conjuntamente, em ações de policiamento marítimo e integrados às forças de segurança pública, em conformidade com o Plano Nacional de Segurança Pública Portuária.

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

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CANIL DA GUARDA PORTUÁRIA PARTICIPA DA SEMANA DO IDOSO




Esse trabalho social já é feito há muitos anos pelo Canil
Na quarta-feira da semana passada (04), Canil da Guarda Portuária do Porto de Santos esteve presente no Lar Vicentino de Assistência à Velhice, em São Vicente-SP. O evento faz parte das atividades da Semana do idoso, em alusão ao ”Dia do Idoso”, comemorado em 1º de outubro.

Realizado pela primeira vez, esse evento foi realizado em homenagem aos residentes. Foi uma semana de alegria e com o objetivo principal de fazer o bem ao próximo, onde todos estavam envolvidos no mesmo sentimento solidário de entrega a aqueles que já fizeram muito por nós no passado.
Os residentes ficaram encantados com a apresentação de Dog Show dos cães. Esse trabalho social já é feito há muitos anos pelo Canil, que além de ajudar à sociedade no combate à criminalidade, também contribui de forma terapêutica com a população
Atualmente o Canil é composto pelos guardas portuários Eduardo Soares de Souza e seu cão Phelps, Cleiton Santos Silva e a sua cadela Luna e Rubens da Silva Pereira e o seu cão Scott.

A apresentação abrange vários comandos básicos e ornamentais, feitos de forma lúdica, demonstrando como é o trabalho no porto, tanto em ações de faro como de abordagem.

Os residentes ficaram bastante encantados com a apresentação. Após a exibição e brincadeiras com os animais, vários deles pediram para tocar os cães, dando-lhes um carinho como forma de agradecimento” disse Soares.



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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

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PF DESMANTELA TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS EM PORTOS DE SANTA CATARINA




As operações Oceano Branco e Contentor visaram o desmantelamento de grupos criminosos voltados ao tráfico internacional de cocaína

A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, deflagrou na manhã da última terça-feira (10), as operações Oceano Branco e Contentor visaram o desmantelamento de grupos criminosos voltados ao tráfico internacional de cocaína que atuam em portos marítimos catarinenses.
Cerca de 450 policiais federais e 25 servidores da Receita Federal cumpriram simultaneamente 104 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de prisão preventiva, 15 de prisão temporária, 12 conduções coercitivas e diversos sequestros de bens móveis e imóveis, além do bloqueio de contas bancárias, nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Rio de Janeiro.
As investigações revelaram que as quadrilhas atuavam de forma similar, inserindo clandestinamente cargas de entorpecente em contêineres com mercadorias lícitas a serem exportadas, via de regra, para países europeus. Nas duas operações houve apreensões de droga no país e no exterior, em procedimentos de cooperação policial internacional.
Os investigadores resolveram fazer as operações no mesmo dia porque o modus operandi desses grupos criminosos era muito parecido e, inclusive, alguns dos presos trabalhavam para mais de uma organização criminosa.
Operação Contentor
A Operação Contentor, iniciada no final de 2016 em Joinville/SC, levou a cinco grandes apreensões de drogas, inclusive no exterior (Bélgica), totalizando cerca de duas toneladas de cocaína. No curso da investigação, apurou-se que o entorpecente era adquirido em região de fronteira, notadamente com a Bolívia, e entrava no Brasil em pequenos aviões que pousavam no aeroclube de São Francisco do Sul/SC. De lá, era levado para chácaras onde era acondicionado em grandes bolsas para posterior inserção em contêineres que sairiam pelo Porto de Itapoá. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios catarinense de Joinville, São Francisco do Sul, Itapoá e Garuva. Em São Paulo, os mandados foram cumpridos na capital e na cidade de Santos. Também houve mandados em Recife/PE, João Pessoa/PB e Rio de Janeiro/RJ.
Operação Oceano Branco
Já a Operação Oceano Branco, iniciada em março de 2016 pela PF em Itajaí/SC, apreendeu seis toneladas de cocaína em 12 diferentes ações, seis no Brasil e seis no exterior (Bélgica, França e Espanha). A investigação apurou que três grupos criminosos vinham embarcando volumosas quantidades da droga através de contêineres que partiam do Complexo Portuário Itajaí-Navegantes, escondida em cargas de mercadorias como bobinas de aço, abacaxi em latas e blocos de granito. Além das apreensões referidas, foi possível vincular a atuação dos investigados a outros carregamentos interceptados por autoridades policiais na Itália, Dinamarca, Espanha, Arábia Saudita e Turquia, totalizando outras 2,5 toneladas da droga. As ordens judiciais da Operação Oceano Branco foram cumpridas nos municípios de Itajaí, Balneário Camboriú, Navegantes, Itapema, Penha, Tijucas, Florianópolis, São Francisco do Sul, Joinville, todos em Santa Catarina, além de Imbé no Rio Grande do Sul.
Os alvos das operações, na medida de suas participações, responderão pelos crimes de tráfico e associação ao tráfico internacional de entorpecentes, bem como falsificação de documentos e uso de documentos falsos. As penas para cada evento de tráfico internacional podem chegar a 25 anos de prisão, além de 10 anos de reclusão por associação.
Suspeitos e esquema
"A participação dos funcionários dos portos era posterior à colação da cocaína nos contêineres e está relacionada a vigilância da droga no interior dos pátios dos terminais portuários até o embarque do contêiner no navio e aí o segmento da rota normal", afirmou o delegado da PF Fábio Mertens.
Entre os suspeitos, estão motoristas de caminhão, despachantes aduaneiros, funcionários dos portos e de armazéns, além de traficantes.
"Essa droga entrava aqui principalmente via área, através de aviões bimotores e monomotores adaptados que conseguem transportar até 600, 700 quilos de cocaína. Ingressavam em território nacional, pousavam em pequenos aeroclubes com pistas de pequeno porte e aeroclubes pouco movimentados. Essa droga era retirada dos aviões, colocada em veículos e estocada", disse o delegado da PF Alessandro Vieira.
Depois, os caminhões iam para os armazéns, onde a droga era colocada dentro dos contêineres, junto com as com cargas legalizadas. A polícia diz que os exportadores não tinham relação com as drogas e que a participação de alguns funcionários dos portos foi fundamental.
Prisões e apreensões

Foram presas 56 pessoas nas duas operações em 6 estado. Quatro pessoas seguem foragidas. Um dos suspeitos está foragido no exterior. A maioria dos suspeitos foi presa temporariamente e preventivamente, e outras em flagrante, porque, segundo a polícia, estavam com armas de calibre restrito ou drogas no momento da prisão.
Segundo a Polícia Federal, as prisões foram necessárias porque alguns dos envolvidos têm grande poder aquisitivo e poderiam sair com facilidade do país, e outros poderiam interferir nas investigações.
Na Operação Oceano Branco, foram 31 presos e 3 ainda se encontram foragidos. Ocorreram apreensão de armas, veículos de luxo, documentos, documentos falsos, bolsas esportivas similares a apreendidas anteriormente com cocaína, lacres de contêiner e dinheiro em espécie
Na Operação Contentor, foram 25 presos, sendo que 1 ainda se encontra foragido. Ocorreram apreensão de armas, veículos de luxo, dois quilos de cocaína, aproximadamente R$ 10 mil, U$ 98 mil e 13 mil euros em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos

Em Joinville, no Norte catarinense, carros de luxo foram apreendidos em uma revendedora. A PF acredita que os sócios estejam envolvidos no esquema do tráfico. A polícia ainda investiga se a loja era usada para a lavagem de dinheiro. Também foram sequestrados veículos em residências de investigados.
Santos

Na Baixada Santista, foram cumpridos seis mandados judiciais de busca e apreensão e outros três mandados de prisão preventiva. Os suspeitos foram levados para a Delegacia de Polícia Federal, no Centro de Santos.
João Pessoa

Dois mandados de prisão e um de busca e apreensão foram cumpridos no bairro Altiplano, em João Pessoa, na Paraíba. Conforme a Polícia Federal, os dois suspeitos são de São Paulo e estavam em João Pessoa desde a sexta-feira (6).
Recife

No Recife, o mandado de prisão foi cumprido no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul, onde um empresário de 41 anos que tem uma empresa de conservas em Santa Catarina foi preso. O homem foi encaminhado ao Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. No cumprimento de um mandado de busca e apreensão, foram apreendidos celular, documentos e mídias de computador.
No bairro da Boa Vista, no centro da cidade, foi cumprido um mandado de condução coercitiva contra uma mulher, que foi levada à sede da PF, no Cais do Apolo, também na região central da cidade. A mulher, segundo a polícia, foi ouvida e depois liberada após prestar depoimento.
Os nomes dos presos não foram revelados pela polícia, mas foi confirmado que há grandes empresários e funcionários dos portos envolvidos.

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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

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ONU PROÍBE QUATRO NAVIOS DE ATRACAREM EM PORTOS MUNDIAIS




Os quatro navios têm transportado bens proibidos
As Nações Unidas ordenaram que quatro navios suspeitos de violarem as sanções à Coreia do Norte sejam impedidos de visitar qualquer porto global, um passo que Hugh Griffiths, coordenador de um painel da ONU que controla essas sanções, descreve como inédito.
A proibição foi anunciada na manhã de terça-feira (10) e abrange quatro navios: o Petrel 8, o Hao Fan 6, o Tong San 2 e o Jie Shun, este último um cargueiro que, em agosto passado, foi interceptado ao atravessar o canal do Suez com cerca de 30 mil granadas de propulsão escondidas a bordo que teriam sido compradas pelos egípcios aos norte-coreanos.
No final de uma reunião da ONU, Griffiths disse que os quatro navios têm transportado bens proibidos, um fato apurado mediante o novo pacote de sanções econômicas aprovadas pelo Conselho de Segurança em setembro, para castigar Pyongyang pelo seu sexto e mais poderoso teste nuclear. A medida, que entrou em vigor no dia 5 de outubro, mas que só foi anunciada ontem, não prevê o congelamento de bens nem proibições de viagens aos tripulantes e detentores das quatro embarcações.

Segundo o MarineTraffic, um site que fiscaliza as movimentações marítimas globais, o Petrel 8 está registado nas Comores, o Hao Fan 6 na ilha de São Cristóvão e Névis, nas Caraíbas, e o Tong San 2 na Coreia do Norte. Não é conhecido o país de registo do Jie Shun, a única embarcação cujo historial de transporte de cargas proibidas foi revelado pelo “Washington Post” na semana passada com base numa recente investigação da ONU.
Depois de apurado o envolvimento das embarcações no transporte de mercadorias da Coreia do Norte, a ONU aprovou uma resolução que proíbe o país de exportar carvão, marisco e minério de ferro e que também impõe limites às importações de produtos petrolíferos norte-coreanos por qualquer nação do mundo — no que representou um reforço das sanções aplicadas contra o regime de Kim Jong-un por causa do seu mais recente teste nuclear e por causa dos dois mísseis balísticos que sobrevoaram uma parte do território do Japão.
Entre os signatários das medidas contou-se a China, o grande parceiro económico da Coreia do Norte, bem como a Rússia, dois países com poder de veto no Conselho de Segurança que tinham vetado tentativas prévias de sancionar economicamente o hermético regime. Até à aprovação das sanções, as exportações de carvão, minério e outras matérias-primas para a China representavam uma das derradeiras fontes de receita externa da Coreia do Norte — especialistas calculam que essas exportações têm totalizado três mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) de rendimento anual, com as sanções a eliminarem mil milhões dessas trocas comerciais.

Fonte: MSN

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