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OPERAÇÃO ENVOLVENDO PF, RFB E GPORT APREENDE MAIS DE UMA TONELADA DE COCAÍNA NO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO

  A troca de informações entre as autoridades envolvidas foi crucial para o sucesso da operação. Na tarde da última sexta-feira (02) uma o...

LEGISLAÇÕES

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

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JUSTIÇA CONDENA TRÊS POR TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS APÓS FLAGRANTE NO PORTO DE SANTOS

 

Um dos homens preso sendo conduzido por um PM à sede da PF (Foto: Reprodução TV Tribuna)

Mais de 300 kg de cocaína foram apreendidos em março. Droga seria embarcada em um navio com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica.

O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, no litoral de São Paulo, condenou, na última segunda-feira (19), três pessoas ligadas ao tráfico internacional de drogas. Os réus foram presos em março deste ano, após a Polícia Militar localizar 326 kg de cocaína no Porto de Santos e identificar que eles fizeram a guarda e o transporte da droga, que seria embarcada em um navio com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica.

A condenação dos réus Wellington Fernandes da Silva, Adriano Pedro da Silva Von Weidebach e Leandro de Melo Amancio ocorreu após, no mês de março, a Polícia Militar receber uma denúncia sobre um caminhão que estaria carregado de entorpecentes. Com isso, uma equipe que estava nas imediações do terminal, realizou a abordagem do veículo suspeito na Avenida Perimetral e efetuou a prisão do motorista e de outras duas pessoas.

A Polícia Federal foi acionada e, chegando ao local, os agentes realizaram uma perícia e localizaram a cocaína, que estava escondida em 12 mochilas dentro de um contêiner. Os três homens foram conduzidos para a Delegacia da Polícia Federal em Santos, onde foram ratificadas as prisões em flagrante por tráfico internacional de drogas. Um dos presos chegou a oferecer R$ 500 mil no momento da abordagem para ser solto.

Após denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, a Justiça os condenou a 5 anos e 10 meses de reclusão e ao pagamento de 700 dias-multa, que deverão ser calculados à razão de um trigésimo do valor do salário mínimo vigente ao tempo dos fatos. Além disso, as penas privativas de liberdade deverão ser cumpridas em regime inicial fechado.

Conforme documento emitido pela Justiça Federal, os advogados de defesa dos réus alegaram falta de provas suficientes para condenação de cada um deles. Porém, o inquérito do caso apresentou imagens de câmeras de monitoramento que mostraram a movimentação dos réus, além de troca de áudios e ligações nos celulares apreendidos dos envolvidos.

"A mudança de versões pelos réus e o desalinhamento de seus depoimentos com as demais provas produzidas indicam que as alegações por eles apresentadas em Juízo tratam-se, na verdade, de tentativa de eximirem-se da culpa, minorando a eficácia dos testemunhos dos policias militares. Não merecem crédito, posto que em total descompasso com as demais provas produzidas nos autos", diz o documento emitido pela Justiça.

LEIA TAMBÉM: PM LOCALIZA 326 KG DE COCAÍNA E TRÊS PESSOAS SÃO PRESAS NO PORTO DE SANTOS

Ao G1, o advogado Rafael Fortes, que representa Wellington, afirmou que o réu é inocente e recorrerá da decisão. De acordo com Fortes, a defesa conseguiu comprovar que o condenado não praticou o crime de corrupção ativa, sendo absolvido da acusação de oferecer R$ 500 mil às autoridades policiais. Neste primeiro momento, o advogado afirma estar contente com o acolhimento da tese do pedido de tráfico privilegiado, visto que restou comprovado que Wellington é primário, ostenta bons antecedentes, não pertence a qualquer organização criminosa e não se dedica a atividades ilícitas.

"Com isso, além de haver considerável redução de pena, existem efeitos em seu benefício na execução da pena, principalmente quanto à progressão de regime", diz o advogado.

Fonte: G1 Santos e Região


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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MARÍTIMOS DA TRANSPETRO SÃO DEMITIDOS APÓS TESTE DO BAFÔMETRO NO DESEMBARQUE

 

Navio João Cândido (Foto; Agência Petrobrás/O Globo)

Os tripulantes estavam a bordo do navio petroleiro há cerca de 8 meses.

O caso ocorreu no navio petroleiro João Cândido recentemente com 5 operários da Transpetro. Pai e filho de um deles morreram enquanto estava embarcado.

Alguns marítimos entraram em contato com o nosso site mostrando insatisfação com a Transpetro após serem demitidos no desembarque de um de seus navios de longo curso recentemente. Segundo site Marine traffic, o petroleiro se encontrava no Porto de Suape, em Recife-PE na data da publicação deste artigo, ainda não conseguismo confirmar se o teste aconteceu lá. O Click Petróleo e Gás recebeu uma nota oficial da transportadora, que será possível conferir depois do relato da situação.

Segundo as informações recebidas, os tripulantes estavam há cerca de 8 meses embarcados no navio de longo curso João Cândido, sendo que o máximo permitido e acertado em convenção seria de 3 meses.

Devido a escala excepcional estendida, fatores psicológicos começaram à afetar os marítimos demitidos, sendo que naquele momento eles viram na bebida alcóolica um meio de aliviar a tensão, preocupações e outros fatores. Além disso, o pai e filho de um desses marítimos morreram quando ele estava a bordo do navio.

Vale ressaltar que os tripulantes pegos no teste do bafômetro no navio João Cândido não se eximem da culpa, mas criticam a insensibilidade da Transpetro entender e relevar todos os fatores que levaram a demissão dos mesmos.

Nas políticas da Transpetro relacionadas a bebidas alcóolicas é proibido o transporte, comercialização e consumo em qualquer navio da sua frota.

Nota Oficial da Transpetro

A Transpetro é uma empresa que transporta petróleo e derivados e possui responsabilidade pela sua atividade, com a carga, as pessoas e o meio ambiente, bem como firme compromisso com a segurança de suas operações, suprindo a sua tripulação de todas as informações e treinamentos no cumprimento das políticas internacionais e das normas internas relacionadas à segurança.

Acrescentamos que a companhia mantém atendimento social e suporte médico 24 horas por dia, estando sempre atenta às necessidades reportadas por seus empregados.

No que respeita especificamente à logística de desembarque, esclarecemos que a companhia seguiu todos os protocolos internacionais de saúde no cenário de Covid-19, considerando as restrições para desembarque em aeroportos e portos nos países em que opera, visando a preservação da saúde de seus tripulantes.

Fonte: Click Petróleo e Gás



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PRÁTICOS BRASILEIROS RECEBEM PRÊMIO MAIS IMPORTANTE DA ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL - IMO

 

Profissionais evitaram acidente no Porto de São Sebastião, em 2019.

Durante quase seis horas os práticos Marcio Santos Teixeira e Fábio Rodrigues Alves de Abreu enfrentaram no dia 28 de abril de 2019 uma tempestade com rajadas de mais de 130 km/hora (70 nós), ondas de 1,5 a 2 metros, chuva constante, muita tensão e um enorme desafio pela frente: no meio desse caos fundear em segurança dois petroleiros carregados e atrelados um ao outro por cabos de aço. 

Esses navios estavam à deriva no Canal de São Sebastião, levados pela força das correntes marítimas e rumando perigosamente para Ilhabela, colocando em risco seus moradores e o meio ambiente. E se não bastante todo o estresse dos comandantes dos dois navios e da tripulação, eles ainda tiveram que interromper a delicada operação para retirar um tripulante em estado crítico e mandá-lo para a terra para tentar um atendimento rápido no hospital.

Para superarem essas condições adversas do tempo e do mar, eles usaram de todo conhecimento da região e da experiência, conseguindo concluir essa missão, reconhecida internacionalmente agora com o Prêmio IMO por Bravura Excepcional no Mar, da Organização Marítima Internacional, considerado o de mais alto reconhecimento mundial.

Indicados pelo Brasil, por sua determinação, profissionalismo e expertise no manejo de navios demonstrados em uma emergência causada por condições climáticas extremas durante operação no Terminal Almirante Barroso, no Porto de São Sebastião, as ações seguras e assertivas dos práticos Márcio e Abreu salvaram vidas e evitaram graves danos a estruturas de cais e instalações de petróleo, com a possiblidade de um grande acidente ecológico, com derramamento de óleo. Todos os fatos e procedimentos foram considerados durante o longo processo da premiação, que envolve várias etapas e a participação de um grupo de jurados de entidades reconhecidas pela comunidade internacional.

O resultado saiu no dia 10 de setembro de 2020 e foi recebido com muito entusiasmo na Praticagem de São Paulo. Para o presidente Carlos Alberto de Souza Filho, a premiação é uma grande honra para a empresa e revela, mais uma vez, a importância da atividade como essencial para o interesse público na coordenação eficiente do tráfego marítimo e em todo gerenciamento de riscos inerentes à navegação em águas restritas.

"Trabalhamos 24 horas por dia com qualquer tempo e em qualquer condição, com a prioridade de preservar a segurança, atender às emergências e garantir as operações. É uma atividade que envolve muitos riscos, temos o conhecimento, a técnica, a coragem e a determinação como, princípios básicos para o exercício da profissão, como provaram nossos bravos práticos Márcio e Abreu", afirmou.

Fábio Rodrigues Alves de Abreu e Márcio Santos Teixeira - Foto: Divulgação

Como tudo começou

No dia 28 de abril de 2019, os práticos Márcio e Abreu foram alertados pelo gerente do Terminal que, devido a rajadas de vento inéditas de até 70 nós, os cabos de amarração de dois petroleiros atracados em operação navio a navio estavam partindo. Com pouca visibilidade, causada por fortes chuvas e ondas altas no canal, os dois práticos embarcaram na lancha da Praticagem para tentar chegar aos petroleiros, quando perceberam que os navios já estavam à deriva.

Em condições bastante desafiadoras, Márcio conseguiu embarcar no navio-tanque Rio 2016, onde encontrou a tripulação bastante apreensiva. Inicialmente ele se informou sobre a situação crítica para planejar a melhor abordagem, uma vez que os dois navios ainda estavam conectados por mangueiras de óleo e cabos de amarração e derivando para a região de Ilhabela.

Nesse ínterim, correndo sérios riscos, Abreu conseguiu subir a escada de prático do petroleiro Milton Santos. Ter um prático em cada navio era essencial para fins de comunicação e como plano de backup. Márcio comenta: "Foi um fato inédito e uma grande aprendizagem para nós. Essa operação nunca tinha sido realizada pela Praticagem de São Paulo. Eu e o prático Abreu só descobrimos que os navios já estavam à deriva e ainda amarrados um ao outro quando nos aproximamos deles com a lancha da Praticagem. Um navio estava atracado a contrabordo do outro no mesmo berço quando os 20 cabos de aço que os ligavam ao cais se partiram com a força do vento. Além das dificuldades de toda a operação, um grande desafio foi o embarque pelas condições do tempo. O navio estava praticamente parado, sem propulsão, o que prejudicou a estabilidade da lancha, ao contrário do que se poderia pensar. O embarque no navio em uma velocidade normal, de seis nós (11 km/h), é bem mais fácil."

Prioridade foi cuidar do tripulante

Um dos momentos de maior tensão ocorreu quando Márcio foi acionado por Abreu, informando que havia um tripulante em estado crítico, aparentemente com problemas cardíacos no Milton Santos, e que precisava ser desembarcado urgentemente para ser levado para um hospital mais próximo. Esta passou a ser a prioridade máxima. Como seria impossível pelas condições do mar desembarcar o tripulante direto do Milton Santos para a lancha da Praticagem, Márcio decidiu, juntamente com os comandantes e com o Abreu, que ele seria transferido primeiro para o seu navio e depois para o rebocador. "Foi muito rápido, as tripulações trabalharam muito bem, o paciente foi levado na maca em um guindaste e em menos de 5 minutos já estava no rebocador. Foi um momento crítico, um rebocador faria muita falta, mas a vida humana era prioridade. O Centro de Operações da Praticagem já havia solicitado uma ambulância que estava esperando, mas, infelizmente mesmo chegando ao hospital não resistiu".

Operação de salvamento

A única alternativa foi usar a área de fundeio no norte do canal e só os recursos do "Rio 2016", que foi rebocando o "Milton Santos" a contrabordo. "Tivemos que seguir a, no máximo, um nó e meio de velocidade, mais expostos a ventos e correntes, porque os mangotes para transferência de óleo ainda estavam conectados. Como os ventos nos jogavam para Ilhabela, tínhamos que jogar a proa para a direção de São Sebastião. O navio, na verdade, navegava de lado. Mas mostrei ao Comandante, nas telas dos equipamentos, que era o que tínhamos que fazer e fomos trabalhando em equipe, incluindo os Comandantes dos rebocadores", contou Márcio.

Márcio deu continuidade à navegação do Rio 2016, rebocando o Milton Santos ao lado, a uma velocidade máxima de 1,5 nós (2,8 km/h), em direção à área de fundeio. Após 40 minutos de navegação e uma desafiadora evacuação do tripulante gravemente ferido do Milton Santos, infelizmente chegou a informação de que ele havia falecido. A velocidade do vento diminuiu para 56 km/h (30 nós) e, enquanto o ferro (a âncora) do Rio 2016 estava sendo lançada, as embarcações foram desconectadas.

Os dois práticos manobraram cuidadosamente o Milton Santos para longe do Rio 2016 com o auxílio de rebocadores e, após mais de cinco horas estressantes, o navio finalmente também largou a âncora.

Depois de 5h30 de um trabalho cuidadoso e realizado com muita eficiência, eles finalmente conseguiram evitar um grave acidente com os dois petroleiros da classe Suezmax carregados de óleo.

Concluir a operação, separando os petroleiros e fundeando ambos em segurança no meio do canal, trouxe um sentimento de alívio e realização: "Acho que a fase mais crítica, com todos os cálculos possíveis e o conhecimento da região, foi conseguir girar os navios com segurança ao local de fundeio e tirá-los da área de perigo. Nossa sensação, minha e do Márcio, quando tudo terminou, foi de que a tripulação não tinha ideia do risco que todos estavam correndo, caso os navios continuassem à deriva, mas nós sabíamos o que poderia acontecer e, por isso, todos as ações foram tomadas com muita agilidade", disse Abreu.

Segunda premiação

Das 31 indicações para o prêmio, uma dividiu o primeiro lugar com os Práticos Brasileiros. Foi a do suboficial de segunda classe Ralph OfallaBarajan da Guarda Costeira filipina, indicado pelas Filipinas, pela liderança e determinação demonstradas, fora de serviço, durante a inundação e naufrágio do M / V SiargaoPrincess, onde era passageiro junto com 54 pessoas.

Fonte: Jornal da Orla



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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

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FORAGIDO POR TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS É PRESO EM PRAIA GRANDE

 

Segundo a prefeitura, em 2016, homem foi flagrado tentando entrar no Porto de Santos com malas cheias de drogas.

Uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) de Praia Grande, no litoral de São Paulo, conseguiu localizar e prender, na tarde desta terça-feira (20), um homem de 33 anos, considerado foragido da Justiça por tráfico internacional e drogas. Ele teria apresentado nome falso na hora da abordagem, mas os guardas o reconheceram.

De acordo com informações fornecidas pela Prefeitura de Praia Grande, em 2016, o homem foi flagrado tentando entrar no Porto de Santos com malas cheias de drogas. Na época ele chegou a ser preso, mas logo depois, conseguiu sair da cadeia. Desde 2016, ele era considerado procurado.

A prisão dele ocorreu por volta das 15h, no bairro Aviação. Segundo a administração municipal, a placa do veículo em que o suspeito estava foi cadastrada no cerco eletrônico instalado na cidade, após a Polícia Federal informar que o procurado poderia estar em Praia Grande.

O carro foi rastreado e teve o percurso monitorado enquanto trafegava pelo bairro. Com a localização do suspeito, os guardas seguiram para o endereço apontado e ele foi abordado. No momento, o homem não apresentou nenhum documento e se identificou com nome falso. Com a foto, foi possível fazer o reconhecimento junto à PF.

Além de ser suspeito de traficar drogas internacionalmente, ele também é investigado por associação criminosa ao tráfico internacional de entorpecentes. Após ser preso, ele foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal, em Santos.

Fonte: G1 Santos e Região



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terça-feira, 20 de outubro de 2020

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CESPORTOS REALIZA EXERCÍCIO SIMULADO NO PORTO DE RIO GRANDE

 

O exercício simulou situações de risco à vida de pessoas e ao patrimônio, para verificar os protocolos de segurança.

Na última sexta-feira (16), a Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – Cesportos/RS realizou exercícios simulados para atestar a eficácia do Plano de Segurança Portuária no Porto de Rio Grande.


Durante os exercícios, foi simulado o acesso não autorizado ao Terminal de Contêineres (TECON), do Porto de Rio Grande, com situações de risco à vida de pessoas e ao patrimônio, para verificar os protocolos de segurança, na gestão de ilícitos no ambiente portuário. A Polícia Federal (PF) exercitou a aplicação de técnicas de neutralização de ações criminosas, com a aplicação de técnicas específicas para esse tipo de intervenção policial, e exercício simulado de ameaça de bomba.


Exercícios simulados como este já foi realizado nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Itajaí (SC) e Fortaleza.

Participantes

Participaram do treinamento 20 policiais federais de Comando de Operações Táticas (COT/PF), do Grupo de Pronta Intervenção (GPI/RS), do Núcleo de Polícia Marítima da Delegacia do Rio Grande (NEPOM), do Grupo de Bombas e Explosivos (GBE), integrantes da Marinha do Brasil (MB), da Receita Federal do Brasil (RFB), da Brigada Militar do estado, da Guarda Portuária, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), e funcionários da Wilson Sons, que administra àquela instalação portuária, totalizando cerca de 30 pessoas envolvidas.

Para a realização do simulado, foram utilizadas uma embarcação, viaturas e um veículo antibombas.


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CAMINHONEIRO É PRESO TRANSPORTANDO 27,4 KG DE COCAÍNA PARA O PORTO DE SANTOS

 

As investigações deverão ser compartilhadas com a Polícia Federal (PF) para desbaratar mais um esquema de tráfico internacional, via Porto de Santos.

Na última quarta-feira (14), policiais da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) apreenderam 27,4 kg de cocaína dentro de um contêiner, que estava sendo transportado por um caminhão com destino ao Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

Segundo o delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior e o investigador-chefe, Paulo Carvalhal, que participaram da operação, eles receberam uma informação de que uma carreta, atrelada a um caminhão Mercedes-Benz branco, transportando contêiner com droga inseridas no meio da carga, estava trafegando pelas rodovias do Sistema Anchieta-Imigrante (SAI), rumo ao Porto de Santos.

“Não obstante às parcas informações, os policiais resolveram diligenciar no entorno dos terminais, ao longo do sistema de rodovia, ocasião que sobreveio nova informação, desta vez indicando que o veículo com as características descritas estava parado no km 63 da pista norte da Rodovia dos Imigrantes, pois uma roda tinha caído”, disse o delegado.

Os policiais imediatamente se dirigiram ao local. Ao efetuarem uma vistoria, eles localizaram um lacre íntegro na cabine e outro violado ao lado do caminhão, na pista. Ambos apresentavam a mesma numeração.

Após a localização dos lacres, o motorista, identificado como sendo Luiz Carlos Alexandre, de 38 anos, morador de um morro da cidade de Santos, começou a se comportar de maneira estranha.

Após o conserto da roda, o caminhão foi levado até uma oficina pelo guincho da Ecovias, concessionária da rodovia. Lá o contêiner carregado com 80 tonéis de óleo de laranja, foi aberto e vistoriado, sendo que em um deles os policiais encontraram 25 tabletes de cocaína com elevador teor de pureza.

Luiz Carlos foi autuado em flagrante por tráfico. O caminhão, a carreta, o contêiner e a carga lícita foram restituídos à transportadora dona do veículo e contratada para realizar o frete.

Segundo a autoridade policial, o destino do contêiner com os tambores de óleo de laranja seria um terminal portuário, a fim de que a carga fosse despachada de navio à Europa.

As investigações para identificar outros envolvidos no esquema criminoso deverão ser compartilhadas com a Polícia Federal (PF) para desbaratar mais um esquema de tráfico internacional, via Porto de Santos.


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