SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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EMPRESÁRIOS SUSPEITOS DE ENVOLVIMENTO NO TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS FORAM PRESOS PELA POLÍCIA FEDERAL

  O nome dos empresários é informado na solicitação do mandado que consta na decisão judicial que autorizou a deflagração da Operação Além M...

LEGISLAÇÕES

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

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RECEITA FEDERAL APREENDE 101 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 


Carregamento tinha como destino Portugal, mas passaria por transbordo na Holanda.

Em uma ação realizada ontem, quinta-feira (24), a Receita Federal do Brasil (RFB), 101 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral de São Paulo.

Trata-se de um carregamento de levedura, destinada ao Porto de Leixões, em Portugal, mas que seria objeto de transbordo no Porto de Roterdã, na Holanda.


A carga foi selecionada para conferência através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva por imagens de escâner.


Em função das características observadas na ação, suspeita-se ter ocorrido a técnica criminosa denominada “Rip-Off modality”, em que a droga é inserida em uma carga lícita, sem o conhecimento dos exportadores e importadores.

A droga interceptada pela RFB foi entregue à Polícia Federal, que acompanhou a operação a partir de sua localização, e que prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Receita.





A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                      

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PF APREENDE QUASE 750 KG DE COCAÍNA QUE SERIAM EXPORTADA PELO PORTO DE SANTOS

 


Uma pessoa foi presa e outra conseguiu fugir. O carro que transportava a droga era roubado e estava com as placas clonadas.

Na última quarta-feira (23/9) a Polícia Federal (PF) apreendeu 750 kg de cocaína que seriam exportados pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A apreensão ocorreu a partir de informações recebidas pela PF de que um veículo, de cor branca, com dois ocupantes, estaria transportando entorpecente para região do Distrito de Vicente de Carvalho, na cidade de Guarujá, Margem Esquerda do Porto de Santos, para onde a droga seria levada para ser enviada à Europa.

Ao interceptarem o carro que transportava a droga, um dos ocupantes foi preso em flagrante e outro conseguiu fugir. Na abordagem, os agentes encontraram o entorpecente acondicionado em tabletes com diversos logos.

No total foram apreendidos aproximadamente 749 kg de entorpecente. Na Delegacia da Polícia Federal, em Santos, os policiais verificaram que o carro era roubado e estava com as placas clonadas.


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OPERAÇÃO CONJUNTA RECEITA FEDERAL E POLÍCIA FEDERAL APREENDE 605 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE PARANAGUÁ

 


Droga foi encontrada em meio à carga de açúcar que iria para o Porto de Antuérpia, na Bélgica.

Na manhã da última terça-feira (22), uma operação conjunta realizada pela Receita Federal e Polícia Federal apreendeu 605 kg de cocaína encontrados após a verificação das imagens de escâner de uma carga de açúcar, no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), no Porto de Paranaguá, litoral do Paraná.

Com o início da fiscalização, em razão da cocaína não estar prensada (em tijolos) um forte cheiro foi percebido pelas equipes. A carga de açúcar, que estava sendo transportada em "big bags", teve que ser inteiramente retirada dos sacos para que a cocaína pudesse ser localizada.

A droga, que teria como destino o Porto de Antuérpia, na Bélgica, foi encaminhada para a Polícia Federal que seguirá com as investigações.

Essa é a 15ª apreensão de cocaína realizada pela Receita Federal no Porto de Paranaguá, em 2020, totalizando 4.965,50 quilos da droga.


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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

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JUSTIÇA FEDERAL CONDENA CINCO POR TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS EM PROCESSO DA OPERAÇÃO ALBA VÍRUS

 


Todos os réus foram condenados a regime inicial fechado de prisão e a pagamento de multa.

O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, no litoral de São Paulo, condenou, nesta quarta-feira (23), cinco réus do processo da Operação Alba Vírus, por meio da qual a Polícia Federal prendeu pessoas ligadas ao tráfico internacional de drogas.

A operação foi deflagrada em agosto de 2019, contra o uso de portos brasileiros para o tráfico internacional de drogas em navios cargueiros. Durante a ação, comandada pelas delegacias da PF em Itajaí (SC) e Santos, no litoral paulista, 12 pessoas foram presas e foram apreendidos US$ 7,2 milhões e R$ 1,6 milhão em espécie.

Mandados foram cumpridos nos estados de São Paulo (São Paulo, Santos e Guarujá), Santa Catarina (Itajaí e Balneário Camboriú), Mato Grosso do Sul (Campo Grande) e Bahia (Salvador). A 5ª Vara Federal de Santos também determinou o bloqueio de mais de R$ 23 milhões em imóveis como casas, apartamentos e uma fazenda.

Segundo as investigações apontaram naquela época, as organizações criminosas inseriam cocaína em contêineres embarcados nos portos das duas cidades, além do terminal de Paranaguá (PR), utilizando empresas de fachada com atuação na logística portuária. Em geral, a droga era escondida sem que os verdadeiros donos das cargas soubessem, e eram enviadas para diferentes partes do mundo.

Agora, com a decisão do juiz federal, cinco réus foram enquadrados no crime de tráfico internacional, sendo que todos eles foram condenados a regime inicial fechado de prisão e a pagamento de multa.

Conhecidos como Casal Busca-pó foi condenado pelo envio de cocaína pelo Porto de Santos (Foto AT)

Karine de Oliveira Campos foi condenada a 17 anos e 2 meses de reclusão e pagamento de 2.338 dias-multa. Marcelo Mendes Ferreira foi condenado a 15 anos, 2 meses e 10 dias de reclusão e pagamento de 2.062 dias-multa.

Karine e Marcelo formam um casal e, de acordo com documento emitido pela Justiça, são especializados no processo de aquisição e importação do entorpecente para o território nacional, e posterior transporte e exportação da droga por meio de diversos portos brasileiros.

Éder Santos da Silva, identificado como o narrador das filmagens que mostram os criminosos contaminando com 768 kg de cocaína uma carga lícita de ardósia, foi condenado a 13 anos, 1 mês e 26 dias de reclusão e pagamento de 1.858 dias-multa.

André Luís Gonçalves, identificado nas filmagens que mostram o armazenamento de entorpecente em contêiner com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica, foi condenado a 9 anos e 4 meses de reclusão e pagamento de 1.399 dias-multa.

Por fim, Pedro Marques Oliveira, identificado nas filmagens que mostram o armazenamento de drogas em uma carga lícita de amianto, foi condenado a 12 anos e 8 dias de reclusão e pagamento de 1.745 dias-multa.

Todas as multas deverão ser calculadas à razão de um trigésimo do valor do salário mínimo vigente ao tempo dos fatos, segundo decisão da Justiça Federal.

Também é réu o empresário Eduardo Oliveira Cardoso, preso em Madri em 22/10/2019 (Foto AT)

Remessa de 6 toneladas de cocaína

No litoral paulista, as investigações acerca da operação começaram em Guarujá, em fevereiro de 2019. Na ocasião, o policial militar reformado Mario Márcio da Silva, de 44 anos, foi flagrado pela Polícia Federal com 1,3 tonelada de cocaína, armamento e mais de R$ 1 milhão em espécie. Ele foi condenado a 14 anos de prisão.

Em 21 celulares apreendidos pela polícia, foram encontrados vídeos nos quais os suspeitos aparecem ocultando cocaína em meio a cargas lícitas, em contêineres de navios com destino à Europa. Segundo apurado pela PF, o grupo criminoso seria responsável por uma remessa de mais de 6 toneladas de cocaína.

No Porto de Santos, apenas em 2019, 16,2 toneladas da droga foram encontradas escondidas. A maior parte da carga ilícita tinha como destino o continente europeu. No ano passado, foram 23,1 toneladas apreendidas.

Cocaína escondida em carga de tijolos

A operação deflagrada pela PF em Itajaí começou após a apreensão de 1,7 tonelada de cocaína no Porto de Antuérpia, na Bélgica, em dezembro de 2018. Posteriormente, foi constatado que a mesma quadrilha tentou enviar 558 kg da droga pelo Porto de Navegantes (SC), em abril deste ano, em meio a uma carga de tijolos.

Os criminosos fizeram uma espécie de 'parede' com a carga de tijolos, dentro dos contêineres, para camuflar a droga traficada. A prática fez com que a PF batizasse a operação de 'The Wall' (parede, em inglês).

Para a operação em Santa Catarina, foram recrutados 150 policiais para a execução das medidas. A ação contou com o apoio de servidores da Receita Federal e cães farejadores. Além da prisão dos investigados, também foram apreendidos veículos e bens dos investigados.

Fonte: G1 Santos e Região


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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

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PRESO EM OPERAÇÃO NA FRONTEIRA ENVIAVA DROGA PARA À EUROPRA PELOS PORTOS DE RECIFE

Autoridades suspeitam que ele seja membro do PCC.

No mês passado, no dia 18 de agosto, como parte da Operação Além Mar uma ação conjunta entre as autoridades antidrogas paraguaias e a Polícia Federal (PF) apreendeu 250,4 kg de cloridrato de cocaína, 60 kg de pasta base e 325,6 kg de maconha em uma propriedade rural na cidade de Pedro Juan Caballero, departamento de Amambay, na fronteira com o Brasil.

Segundo relatório da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD), a droga encontrada pertenceria à estrutura criminosa do chefão do tráfico brasileiro Sergio de Arruda Quintiliano Neto, vulgo "Minotauro", que foi capturado em fevereiro do ano passado em Balneário Camboriú, no Estado de Santa Catarina.

Após investigação de pelo menos três anos e com a colaboração da PF, os agentes invadiram o local. Segundo as autoridades, carregamentos de cocaína e maconha foram enviados dessa propriedade para o Brasil, de onde foram enviados para a Europa pelos portos de Recife, usando o Paraguai como corredor de substâncias ilícitas dos países produtores.


Além do esconderijo de drogas, no local os agentes apreenderam uma pistola e uma balança elétrica usada para pesar substâncias ilícitas e uma pessoa de nacionalidade paraguaia, identificada como Héctor Darío Cabral. Ele tem tatuagens nas panturrilhas e em um dos braços com características semelhantes às dos criminosos do Primeiro Comando da Capital (PCC), conforme fotos divulgadas pela Senad.


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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

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PILOTO DO FAMOSO "HELICOCA" É UM DOS "PILOTOS DO TRÁFICO" PRESOS PELA PF NA OPERAÇÃO ALÉM MAR

 


Ele ganhou notoriedade ao ser preso, em 2013, transportando 445 kg de cocaína no helicóptero que pertencia ao senador Zezé Perrella.

A Operação Além Mar, da Polícia Federal de Pernambuco, que desbaratou um esquema criminoso de tráfico internacional que internava cerca de cinco toneladas de cocaína por mês para o Brasil destinadas à exportação para a África e a Europa tem entre seus alvos uma subcelebridade que ficou famosa por envolvimento no rumoroso caso do “Helicoca”.

Trata-se do piloto de helicópteros Alexandre José de Oliveira Junior, vulgo Júnior, que teve sua prisão preventiva decretada na Operação Além Mar e que ganhou notoriedade ao ser preso, em 2013, juntamente com outro piloto, Rogério Almeida Antunes, transportando 445 kg de cocaína no helicóptero de prefixo PR-GZP, que pertencia ao senador Zezé Perrella e ao ex-deputado estadual de Minas Gerais, Gustavo Perrella, filho de Zezé, ligados ao ex-senador e hoje deputado federal Aécio Neves.

O fato foi inclusive destacado na Representação da Polícia Federal, pela qual foi requerida autorização judicial para a deflagração da Operação: “O evento foi objeto de grande repercussão na mídia. Conforme consta do relatório conclusivo elaborado em face do IPL 666/2013-SR/DPF/ES, cuja cópia dos autos, a droga fora embarcada em Pedro Juan Caballero/Paraguai, e abordagem da aeronave se deu durante a noite, quando do desembarque da cocaína no Município de Afonso Cláudio/ES e acondicionamento em um automóvel. Depreende-se do referido apuratório que ALEXANDRE JUNIOR teria cooptado para auxiliá-lo no transporte da cocaína o piloto ROGÉRIO ALMEIDA ANTUNES, a quem coube providenciar a aeronave, uma vez que o primeiro não dispunha de helicóptero com capacidade para realizar o transporte da droga.”

Alexandre Junior foi condenado nos autos do processo 0012299-92.2013.4.02.5001, que tramitou na 1ª Vara Federal Criminal – Seção Judiciária do Espírito Santo, a pena privativa de liberdade de dez (10) anos e quatro (4) meses de reclusão e pagamento do valor equivalente a 1.032 (mil e trinta e dois) dias-multa, por causa do episódio do “Helicoca”, mas a condenação ainda está pendente de apelação, destaca a autoridade policial e enquanto gozava de liberdade procisória ”na época em que a sentença foi exarada, dezembro de 2017, ALEXANDRO JUNIOR atuava ativamente cooptando pilotos para transportar cocaína a serviço de SÉRGIO QUINTILIANO e CAIO BERNASCONI (WILHIAN)”, considerados os líderes da organização criminosa desbaratada pela Operação Além Mar e que eram os responsáveis pelo envio das cinco toneladas mensais de cocaína do Paraguai para o Brasil, justamente por meio da utilização de helicópteros.

A droga, segundo a PF, depois que chegava de helicóptero a São Paulo, era transportada em caminhões de empresários pernambucanos para Portos Nordestinos onde eram embarcados por empresas de exportação, também pernambucanas, para a Europa e para a África, dentro de cargas de frutas oriundas de Petrolina, em Pernambuco e de Quixeré, no interior do Ceará.

O envolvimento do piloto do “Helicoca” com a ORCRIM foi revelada pelo depoimento prestado por Felipe Ramos Morais, em delação premiada: “com a compra do helicóptero PP-MAU, em novembro de 2017, por CAIO BERNASCONI e seu comparsa SERGIO QUINTILIANO NETO, ALEXANDRE JUNIOR passou a trabalhar para ambos, cooptando pilotos para as empreitadas de tráfico de drogas. Ainda nos termos do supracitado depoimento, após as duas viagens em que FELIPE RAMOS transportou cerca de 1 tonelada de pasta base de cocaína para a ORCRIM, recebendo o valor de R$600,00 (seiscentos reais) por cada quilograma de droga transportada, ‘não voltou a voar no PPMAU, mas JUNIOR havia perguntado ao declarante se poderia utilizar o código ANAC dele para levar seu patrão de Congonhas a Florianópolis, o que o declarante autorizou; QUE após a virada do ano, JUNIOR entrou em contato dizendo que teria mais serviço mas o declarante; QUE o declarante recusou pois não tinha condições de pilotar; QUE JUNIOR então disse que passaria o serviço para outro piloto pois seu patrão tinha urgência’”

Diz a PF: “ALEXANDRE JUNIOR foi responsável pelo transporte aéreo da cocaína apreendida em poder de RONELSON CANDIDO quando de sua prisão em flagrante delito em abril de 2018, valendo-se do helicóptero de prefixo PP-MAU. Nesse sentido, como já citado, a Informação de Polícia Judiciária 75/2018-GISE/SP, juntada aos autos, que relata as diligências veladas que levaram à prisão em flagrante delito de RONELSON CANDIDO MARTINS e outros, confirma a identificação do piloto ALEXANDRE JUNIOR quando da chegada do helicóptero PP-MAU no heliponto Rei das Coxinhas (sic) para embarque de ANTONIO LO. Ressalte-se, a informação foi elaborada em maio de 2018, muito antes das declarações prestadas por FELIPE RAMOS MORAIS.”

Ainda na representação, a alusão ao caso do “Helicoca”: “Ilustrativa, por fim, reportagem pulicada em 26/04/2014 em face de entrevista dada pelo piloto ALEXANDRE JUNIOR ao jornalista Joaquim de Carvalho. Após contextualizar a trajetória do jovem empresário ALEXANDRE JOSÉ DE OLIVEIRA JUNIOR, relembrando reportagem da RedeTV! em que JUNIOR era apresentado como proprietário de uma das escolas de pilotos que mais crescia em São Paulo, a JR HELICOPTEROS ESCOLA DE AVIACAO CIVIL LTDA, CNPJ 14310772000134, escola que “em dois anos...aumentou sua frota de dois para cinco helicópteros”, arremata: “em quatro anos, Alexandre foi de estagiário da Agência Nacional da Aviação Civil, a ANAC, a empresário respeitado no Campo de Marte. Com diploma de bacharel em aviação civil pela Universidade Anhembi-Morumbi, casou-se, aceitou o convite para fazer parte de uma loja maçônica e comprou um apartamento. Tudo isso com apenas 26 anos de idade. No dia 24 de novembro, o sonho de Alexandre desmoronou. Ele foi preso depois de transportar quase meia tonelada de pasta base de cocaína a bordo do helicóptero que pertencia ao senador Zezé Perrella e seu filho, o deputado Gustavo Perrella”.

Fonte: Blog da Noelia Brito.



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