SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

terça-feira, 19 de agosto de 2014

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SINDAPORT ENTRA COM AÇÃO EM DEFESA DA GUARDA PORTUÁRIA



A Codesp, que sempre utilizou o divisor de 150 horas para efeito de cálculo das horas extras dos funcionários que trabalham em regime de 6 horas, passou a utilizar a partir de janeiro de 2014 o divisor de 180 horas causando prejuízos financeiros aos empregados.
O Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (Sindaport) tentou politicamente e administrativamente resolver a questão, enviou ofício solicitando que a mudança do divisor fosse aplicada somente aos novos funcionários que viessem a adentrar na empresa, tudo para evitar mais uma ação trabalhista, porém não houve negociação e não restou outra alternativa senão impetrar com ação jurídica (processo nº 00007792320145020441).
Passados cinco meses da emissão do ofício, a Codesp responde ao Sindaport (ofício DP-ED/128.2014) que não poderá atender nossa solicitação, porque ingressamos com ação civil pública.
A Codesp poderia ter evitado mais uma ação trabalhista se tivesse atendido ao pedido do Sindaport, feito através do ofício P 083/2014.
Como diz o bom baiano Ulysses, o parecer jurídico é de acordo com o interesse do contratante.


Fonte: Sindaport / Edilson de Paula Machado





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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

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SUPRESSÃO DE POSTOS DA GUARDA PORTUÁRIA COMPROMETE A CERTIFICAÇÃO DOS PORTOS NO PARÁ


Foto: Site Portogente

Na última segunda-feira (11), em decorrência do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2013/14, assinado pelos sindicatos e pela Companhia Docas do Pará (CDP), teve início um novo turno de revezamento para todos os empregados que atuam na área operacional.
Na Guarda Portuária, com o novo horário, os guardas portuários não estão mais cumprindo regime extraordinário, alegando a CDP que é para evitar onerar os cofres da Companhia, preferindo deixar desta forma, muitos postos desguarnecidos.
Segundo foi apurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, o supervisor de recursos humanos já se pronunciou em outras épocas que o RH não se opõe à convocação de guardas para serviço extra, desde que justificadas pelos gestores do setor da Guarda e desde que 50% das folgas sejam preservadas e as convocações sejam aceitas pelo empregados.
Segundo alguns guardas ouvidos, o Supervisor de Segurança do porto de Belém, Alan Silva, teria dito que a supressão de postos seria ordem do Diretor Financeiro Olívio Gomes, pois seria preferível alguns postos de serviço dos portos de Belém, Miramar e Outeiro ficarem descobertos ao invés de convocar guardas para cumprirem regime extraordinário, para não onerar as finanças da empresa. Porém, procurado o referido diretor por alguns guardas, este apenas afirmou que a CDP suprimiu postos terceirizados como forma de conter gastos para garantir a chamada dos guardas concursados de 2012, inclusive desconhecendo que postos da Guarda Portuária estejam ficando descobertos, aliás, medida com o qual não concorda.
Alguns guardas ainda têm procurado o SEGPEMFOCO para dizer que estão sendo obrigados a trabalhar na intrajornada, em desrespeito ao direito do trabalhador de ter a sua hora de almoço e descanso, principalmente aqueles que são escalados no Porto de Outeiro, quando a própria CDP sempre fez questão que os seus empregados não trabalhassem na intrajornada.
Atualmente, neste porto, as escalas diárias têm vindo com muita freqüência apenas com um guarda escalado na portaria (50% do efetivo), não existido mais rondas periódicas, pois, também, foi suprimido o posto da VTR fixa nesta unidade.
Privilégios
Diferente do que vinha acontecendo anteriormente, as folgas nas escalas diárias dos guardas que estão no horário novo não estão sendo informadas, acredita-se, para que não se saiba a disponibilidade do quantitativo e o nome dos guardas que estão de folga e disponíveis para cumprirem regime extraordinário, em detrimento ao risco quanto à segurança, principalmente, dos portões de acesso e das rondas periódicas necessárias.
Isto ocorre principalmente nos portos de Belém e Outeiro, em que postos foram reduzidos, no entanto, extras são liberados para os guardas atuarem como uma espécie de secretários da Supervisão de Segurança do Porto de Belém, já que as secretárias e recepcionistas foram deslocadas para o Monitoramento.
Certificação em Risco
Segundo alguns guardas portuários mais antigos ouvidos, a supressão de postos de trabalho e a diminuição de guardas em cada posto é um processo que vem se arrastando há anos, num verdadeiro processo de sucateamento gradativo da Guarda Portuária, contrariando os Planos de Segurança dos Portos e colocando em risco as suas certificações. Isso tudo fica comprovado, principalmente, no porto de Belém, cujos litorais e pátio de contêineres, mesmo com navios operando, ficam totalmente desguarnecidos.
Os guardas portuários também denunciam que outra medida arriscada que vem sendo tomada pelo Supervisor de Segurança Portuária de Belém (SSPBEL) é preencher todos os postos existentes hoje nas escalas diárias, porém, o mesmo guarda portuário aparece em mais de um posto nessa escala. Isso ocorre nos três portos da região metropolitana de Belém, já que as escalas apresentam um mesmo guarda escalado no cadastro e numa portaria de acesso de veículos ou pedestres, portanto, descobrindo totalmente essas portarias quando o guarda se desloca para o cadastro.
Sindicatos
Em uma assembléia do Sindicato da Guarda Portuária (Sindiguapor), ocorrida na última quinta-feira (14) o SSP do Porto de Belém e Gerente de Segurança (Gerseg) em exercício, Alan Silva, afirmou que vai deixar os píeres do Terminar Petroquímico de Miramar descobertos e não vai convocar guardas para cumprirem regime extraordinário, mesmo sabendo que os píeres são portas de entradas dos tripulantes e, como rezam os planos de segurança, o controle de acesso e impedimentos às embarcações, quando necessários, ficam ao encargo dos guardas portuários; sem contar os riscos de sinistros, como o ocorrido recentemente em Miramar que, não fosse a intervenção do guarda portuário de plantão no píer II, um incêndio de grandes proporções poderia ter acontecido.
Essa afirmação do SSP Alan causou a maior revolta na categoria, fazendo com que os associados presentes informassem a este Supervisor que a Cesportos e Conportos serão notificadas pela categoria sobre a supressão de postos após a implantação do novo horário e que, durante as visitas de certificação tudo, como sempre, é mascarado, já que nesses dias e somente nesses, todos os postos são cobertos, pois guardas de serviço em outros portos são levados para o porto que vai ser certificado e deixam de gozar a intrajornada, justamente para que todas as deficiências de postos descobertos não sejam evidenciadas.
Segundo o Portal da Navegação, “não se ouviu mais falar nada sobre o Sindicato dos Portuários - SINDIPORTO, isto depois que o seu titular assumiu uma vaga no Conselho de Administração (CONSAD). Agora, tudo na Santa Paz. Os portuários, associados do SINDIPORTO, pelo que se observa já estão com saudades da diretoria anterior, com justíssima razão. Agora, sorri Carlos Rocha”.







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domingo, 17 de agosto de 2014

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GUARDA PORTUÁRIA FARÁ OPERAÇÃO PADRÃO DURANTE GREVE NO RIO



Está programada uma Greve de Advertência de 24 horas dos funcionários da Companhia Docas do Rio de Janeiro – CDRJ, combinada com Operação Padrão da Guarda Portuária, com início às 07h00 do dia 19/08 e término as 07h00 do dia 20, que afetará os portos do Rio de Janeiro e Itaguaí. Segundo informações, a greve da administração se estenderá até o dia 21/08.
Essa greve de advertência foi motivada, porque a direção da CDRJ se nega a reabrir as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho, uma ferramenta que propicia benefícios além da CLT aos funcionários da estatal. Segundo relatos, a direção da CDRJ não avançou nas negociações e se fechou para discussão com sindicato de questões simples de serem resolvidas.
A Guarda Portuária informa que, durante a Greve de Advertência, manterá seu contingente total nos portos (sem redução de pessoal) visando apenas garantir a segurança patrimonial e que a Operação Padrão visa tão somente trazer impactos às operações portuárias, tornando mais lento o procedimento de entrada de caminhões nos portos.
Como esse tipo de paralisação acontece praticamente todos os anos, será necessária a cooperação das transportadoras rodoviárias no sentido de evitarem agendamentos para entrega e/ou retirada de cargas e containers no dia 19/08, principalmente no Porto do Rio de Janeiro, cuja região encontra-se muito afetada pelas obras do Porto Maravilha, que contempla a derrubada do viaduto da Perimetral e o consequente fechamento da Avenida Rodrigues Alves, dificultando os acessos ao Centro.
Nos casos em que os vencimentos das armazenagens de importação e deadlines de exportação estiverem vencendo no dia da Greve de Advertência, sugerimos evitar os agendamentos nos períodos de pico (manhã e final de tarde), bem como utilizar, preferencialmente, o novo acesso pelo viaduto de Benfica, para que se chegue aos Tecons pelo bairro do Caju, aliviando o cúmulo de veículos na Avenida Rio de Janeiro e os impactos ao portão 24, que quase foi fechado no ano passado. Pedimos aos usuários exportadores e importadores que conversem com seus transportadores. Aos terminais, pedimos tolerância e razoabilidade com eventuais atrasos e maior disponibilização de janelas fora dos horários de pico.
Mais uma vez a CDRJ dá sinais, cada vez mais fortes, de que precisa sofrer um choque de gestão, vez que o falido modelo atual, tolhe seus funcionários, os impede de desenvolver algo positivo para os portos do Rio e, consequentemente forma uma massa de pessoas insatisfeitas dentro da estatal. Nesse modelo de gestão, que se repete por todo Brasil, que tem origem no governo Federal, que visa sempre o politicamente viável, a CDRJ, assim como outras Docas, se torna cada vez mais prejudicial à eficiência dos nossos portos, atrapalhando em demasia a vida dos terminais e, consequentemente, dos usuários.
Infelizmente, estamos em um sistema em que os terminais do Rio e de Itaguaí investem bilhões em obras de expansão, equipamentos, tecnologias, para receber como contrapartida essa péssima administração portuária.
Aliás, a coisa anda tão feia na CDRJ que nem um simples concurso passa despercebido e é denunciado ao Ministério Publico Federal. Aqui, deixamos bem claro que não condenamos os funcionários da estatal, mas sim, os gestores da empresa.
Todo ano a história se repete e parece não ter fim. Todo ano temos greves e Operação Padrão da Guarda Portuária. Esse verdadeiro saco sem fundo de problemas que se tornou a CDRJ, parece não querer dialogar com seus funcionários, obrigando-os fazer greve.
Para os usuários, para a sociedade de maneira geral, é vergonhoso ver uma empresa estatal nessa situação vexatória. É impressionante ver como a imagem da “Autoridade Portuária” está desgastada em todos os setores eficientes do comércio exterior, pelo menos os que não têm interesse em fazer política com a companhia para obter vantagens.
Vale lembrar que, do dia 28 de julho ao dia 09 de agosto o Porto do Rio de Janeiro, graças a uma decisão insana da CDRJ, teve seus acessos aquaviários fechados durante 06 horas por dia para realização do evento-teste das regatas olímpicas, passando por cima das autoridades da SEP e da ANTAQ, em uma evidente demonstração de desrespeito a esses órgãos.


Fonte: UPRJ – Site dos Usuários do Porto do Rio de Janeiro






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sábado, 16 de agosto de 2014

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DOIS ESTIVADORES SÃO PRESOS POR TRÁFICO EM SANTOS



A Polícia Civil prendeu dois estivadores em flagrante por tráfico de drogas no final da tarde da última terça-feira (12). Dezessete porções de maconha e uma porção de cocaína a granel foram apreendidas na ação que ocorreu junto ao Ponto de Escalação do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), localizado na esquina das avenidas Coronel Joaquim Montenegro (Canal 6) e Mário Covas, no Porto de Santos, litoral de São Paulo.
Segundo a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), denúncias indicaram que os estivadores estavam comercializando drogas para outros trabalhadores portuários.
Diante das informações, os policiais Morge, Lebeis, Rita e Rosângela fizeram diligência e surpreenderam os dois acusados, após eles terem sido flagrados vendendo drogas aos portuários, pouco depois das 17 horas. A ação policial ocorreu sob o comando do delegado Francisco Garrido Fernandes e do investigador-chefe Paulo Álvaro Ribeiro.
Foi apurado pelo Portal Segurança Portuário Em Foco, que os trabalhadores portuários avulsos (TPA’s), Marcus Vinícius Amorim, de 39 anos e Carlos Alberto do Nascimento, de 53 anos, conhecido nos meios policiais como “Carlinhos da Praça Dragão”, após o registro do flagrante na Dise, tiveram como destino a cadeia anexa ao 5º Distrito Policial de Santos, localizado no Bairro do Bom Retiro, em Santos.


Fonte: Diário do Litoral – Edição Segurança Portuária Em Foco.




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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

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GUARDA PORTUÁRIA APOIA BOMBEIROS EM QUEDA DE AVIÃO QUE MATOU EDUARDO CAMPOS


Diversas autoridades, entre elas a Guarda Portuária, participaram da operação

O Corpo de Bombeiros solicitou o apoio da Guarda Portuária no incêndio ocasionado pela queda de uma aeronave na esquina das ruas Alexandre Herculano e Vahia de Abreu, no Bairro do Boqueirão, em Santos, litoral de São Paulo.
Compareceram ao local o Coordenador Wagner Pinheiro e os guardas portuários Márcio, Caetano, Silvio Farias, Maurício, César, Lima e Franco, e os guardas brigadistas Marco Dias, Vicente, Bastos com quatro viaturas e o caminhão Auto Bomba Tanque – ABT, da Brigada de Incêndio.
No início, todo o trabalho de emergência foi coordenado pelo Corpo de Bombeiros, sob o comando do Coronel Pereira Martins, posteriormente por se tratar de acidente aéreo, o comando passou a ser do CENIPA – Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Força Aérea brasileira.
As diversas autoridades presentes, Aeronáutica, Polícia Federal, Polícia Civil, Guarda Municipal, CETESB, Defesa Civil de Santos realizavam um trabalho em equipe, entre elas, o Secretário de Segurança Pública Fernando Grella Vieira.
O caminhão ABT da Guarda Portuária apoiava e abastecia os caminhões do Corpo de Bombeiros. Foi solicitada a Guarda tubos de oxigênio e espuma de combate a incêndio.

Segundo foi apurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, durante a permanência no local, que se estendeu até por volta das 14h30, a Guarda Portuária participou, juntamente com as outras autoridades presentes, das reuniões para a decisão dos procedimentos que seriam tomados durante toda operação.




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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

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ZONA ALFANDEGADA E O SEGURO DE TRANSPORTE



Área alfandegada é um espaço neutro sob o controle aduaneiro e classificado pela Receita Federal como zona primária ou secundária. Nesses locais, são efetuados os desembaraços de mercadorias e o acesso é restrito a quem exerça atividade profissional ou que tenha permissão da autoridade aduaneira.
A zona primária é a parte interna de portos e aeroportos, são recintos da alfândega e locais habilitados na fronteira terrestre para operações de carga e descarga de mercadorias. Compreende pátios, armazéns, terminais e outros locais destinados à movimentação e depósito de mercadorias importadas ou destinadas à exportação sob o domínio aduaneiro.
A zona secundária abrange armazéns alfandegados, entrepostos, depósitos, terminais, EADI/Porto Seco e outras unidades destinadas ao armazenamento e recebimento de cargas de importação ou de exportação. Nessa área está incluído o depósito de remessas postais internacionais sujeitas a controle aduaneiro.
O seguro de transporte internacional de importação cobre as mercadorias nas zonas alfandegadas após o desembarque, durante 60 dias no transporte marítimo, 30 dias no aéreo, e 30 dias depois da chegada do veículo terrestre à fronteira entre países. Esses prazos são reconhecidos para a regularização dos documentos necessários à nacionalização ou por motivos alheios à vontade do importador, como uma greve, por exemplo.
A simples armazenagem de mercadorias nas zonas alfandegadas por questões de logística, não está coberta pela apólice de seguro de transporte, bem como a permanência em entreposto aduaneiro, exceto se houver negociação com a seguradora para esta situação. Nas importações CIF e CIP, que já vêm com o seguro contratado pelo exportador, esses prazos não se aplicam, pois a cobertura termina com o desembarque no porto ou aeroporto.
Na exportação, quando houver cobertura para o percurso complementar até o local do importador, a permanência das mercadorias em aduana deverá ser negociada previamente com a seguradora.
Na hipótese da ocorrência de sinistro coberto por um seguro de transporte internacional de importação contratado, a seguradora indenizará o segurado (importador), inclusive os valores correspondentes aos tributos quando averbados na apólice. Ao fazer o pagamento do sinistro, a seguradora fica sub-rogada ao direito de agir regressivamente contra o depositário.
Não havendo o seguro de transporte, o importador deverá cobrar os prejuízos diretamente do depositário que acionará a sua seguradora. Caso o importador não obtenha sucesso por este caminho, restará promover uma ação judicial contra o depositário, que responde civilmente pela guarda, conservação e restituição das mercadorias nas mesmas condições que lhe foram entregues para depósito.
Como as mercadorias em passagem pelas zonas primária e secundária estão sujeitas a acidentes e perdas, a recomendação é sempre se prevenir com a contratação do seguro de transporte internacional.

Texto: Aparecido Mendes Rocha - especializado em seguros internacionais

Fonte: Net Marinha






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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

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PORTO DE ITAJAI TREINA BRIGADA DE INCÊNDIO



Ações de prevenção de incêndios e treinamento específico para capacitar os servidores a agirem em casos de sinistros foram repassadas a cerca de 80 servidores da Guarda Portuária, Gerência de Operações e de setores administrativos que compõem a Brigada de Incêndio, em curso realizado pela Superintendência do Porto de Itajaí na última semana de julho. Os treinamentos foram coordenados pela Gerência de Meio Ambiente do Porto de Itajaí.
“Os treinamentos ocorreram de 21 a 29 de julho em dois turnos – manhã e tarde – para que todos os funcionários tivessem a oportunidade de participar das palestras, aulas teóricas e práticas”, explica a gerente de Meio Ambiente do Porto de Itajaí, Medelin Pitrez dos Santos. A engenheira ambiental acrescenta que o conteúdo do treinamento abrangeu a capacitação da Brigada de Incêndio e a implementação de um Sistema Preventivo Contra Incêndio. “Além de ter contado também com noções de combate a incêndio e primeiros socorros.”
O ponto alto do curso ficou por conta das aulas práticas, que contaram com um simulados de evacuação de área no prédio administrativo do Porto (Superintendência), a fim de testar o sistema de alarme do prédio, bem como a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante as aulas teóricas pelos participantes, na simulação de uma eventual evacuação do prédio pelas pessoas que trabalham no local em caso de incêndio/emergência. A outra parte do treinamento prático foi realizada no campus do Instituto Federal Catarinense (IFC), na cidade vizinha de Camboriú.

O superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Antonio Ayres dos Santos Júnior, destaca a importância do treinamento, assim como do engajamento dos servidores ao curso realizado. “Ações como essas são muito importantes para a qualidade dos trabalhos desenvolvidos no Porto de Itajaí e o engajamento dos trabalhadores nos dá a segurança de que eles estão aptos a atuar junto com demais órgãos na defesa do Porto, que é nosso maior patrimônio”, diz o superintendente.





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terça-feira, 12 de agosto de 2014

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PF COMBATE O CONTRABANDO NO PARÁ E AMAPÁ



A Polícia Federal desencadeou no dia 6 de agosto a Operação Dois Dedos com o objetivo de reprimir organizações criminosas transnacionais e interestaduais especializadas em contrabando.
Foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá, Santana e Mazagão, no Amapá, além de Afuá e Abaetetuba, no Pará. Desse quantitativo de mandados de prisão, apenas três pessoas suspeitas de contrabando estão foragidas. A operação nos dois estados contou com cerca de 50 policiais, incluindo agentes de Brasília.
Foram apreendidas duas embarcações, uma carreta e seis veículos, que são passíveis de sanções administrativas de perdimento, multa e/ou leilão. Nove pessoas foram presas.
Desde janeiro de 2014, a Polícia Federal apura crimes de contrabando envolvendo suspeitos nos Estados do Amapá e Pará, resultando na desarticulação de diversas organizações criminosas especializadas na aquisição, transporte, armazenamento, distribuição, exposição e venda de produtos ilegalmente introduzidos para o Amapá e o Pará.

De fevereiro a julho, com o apoio da Polícia Civil, através do Grupamento Tático Aéreo, foi possível apreender quatro carregamentos de contrabandos de cigarros, whiskys e roupas, comprados do Suriname e avaliados em centenas de milhares de reais.
O grupo abriu rotas comerciais ilegais entre o Suriname e o Brasil, utilizando-se de embarcações, muitas vezes com documentos e pinturas falsas, e portos clandestinos, com o intuito de ludibriar a fiscalização e assegurar o esquema que financiava a prática deste comercio ilegal.

O delegado da Polícia Federal do Amapá, Bruno Benassuly, relata que os suspeitos iam ao Suriname, compravam as mercadorias ilegais e traziam mediante mar e posteriormente rio, para o Amapá. “Eles entravam pela Foz do Rio Amazonas no Amapá e deixavam parte da mercadoria em Macapá e Santana. Algumas dessas mercadorias também foram levadas para o Estado do Pará, nas cidades de Afuá e Abaetetuba”, contou.
“Foram presos empresários que compravam a carga no Suriname e traziam até o Brasil de forma irregular para não pagar os impostos, gerando assim perda tributária para o país”.
O delegado reforçou que o número de envolvidos no contrabando pode ser muito maior, levando em consideração a responsabilidade de carregadores, receptores, donos de portos e de embarcações. A carga que chegava ao Amapá pelos rios era descarregada na área portuária de Santana e de Mazagão.
Benassuly enfatiza que a maioria dos suspeitos já tinham antecedentes por contrabando e alguns até por tráfico de drogas. “Eles dizem que são comerciantes, mas vendem mercadorias ilegais. Em um dos comércios encontramos até vendas de remédios sem origem, visto que não podem porque não são farmacêuticas.”
O crime era praticado por várias pessoas que contavam com ajuda de tripulantes de embarcações e donos de portos pequenos ou clandestinos. “Em Mazagão, encontramos um porto clandestino cujo dono ajudava também no contrabando. Sempre havia alguém que ia receptar as mercadorias ilegais”, disse delegado Bruno.
Os foragidos serão enquadrados no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos. Os presos já foram encaminhados para o sistema prisional e estarão à disposição da Justiça. “O relatório do inquérito policial será encaminhado ao Ministério Público que oferecerá denúncia principalmente por crime de contrabando e descaminho, além dos correlatos a eles”, concluiu Benassuly.
“Também praticam crimes os comerciantes que guardam, vendem ou expõem a venda de tais produtos, e estão passíveis de sofrerem, em eventual fiscalização, a aplicação de multa administrativa além de prisão em flagrante de delito, se surpreendidos nessa situação, independente de quantidade de mercadoria encontrada. O que resultará em seu recolhimento ao sistema prisional”, alertou em nota, a Superintendência da Polícia Federal do Amapá.
Os presos serão encaminhados para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde vão responder pelo crime de contrabando, resultando em até 30 anos de prisão. Segundo a Polícia Federal, a carga é destinada a Receita Federal para eliminação e os veículos apreendidos serão encaminhados para leilão.
O nome da operação é alusão ao modo como habitualmente as pessoas seguram o cigarro ao fumar, utilizando os dedos indicador e médio.










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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

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PORTO DE VITÓRIA SERÁ O PRIMEIRO A INSTALAR O VTMIS



O Porto de Vitória é o primeiro porto do país a contratar, por meio de licitação, empresa para a implantação do Sistema de Gerenciamento e Informatização do Tráfego de Embarcações - VTMIS, sigla em inglês para Vessel Traffic Management Information.
Na manhã da última quarta-feira (6), a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) assinou a ordem de serviço para que o consórcio Indra VTMIS Vitória desenvolva projeto executivo, realize obras, instale equipamentos e treine funcionários num prazo de 38 meses.
Orçada em R$ 22,9 milhões, o sistema vai integrar o conjunto de ações denominadas “Inteligência Logística Portuária”, uma iniciativa do Governo Federal desenvolvida pela Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR), com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC.
“É um significativo avanço tecnológico para o Porto de Vitória, pois o VTMIS equipa os principais e mais movimentados terminais no mundo”, destacou o presidente da Codesa, Clovis Lascosque.
O VTMIS é um sistema de auxílio eletrônico à navegação, com capacidade para prover a monitoração ativa do tráfego aquaviário. “O objetivo do sistema é ampliar a segurança da vida humana no mar, a segurança da navegação e a proteção ao meio ambiente nas áreas em que haja intensa movimentação de embarcações ou risco de acidente”, completou Lascosque.
De acordo com a diretoria da companhia, o VTMIS tem como uma de suas funções primárias a busca por uma melhora na eficiência da movimentação de cargas, utilização dos recursos e infraestrutura do porto e organização do tráfego aquaviário no canal de acesso e fundeadouro, melhorando também a segurança no porto. 
“O Centro de Controle Operacional do VTMIS será localizado em área estratégica do Porto de Vitória, no qual operadores devidamente habilitados irão analisar o tráfego aquaviário. O sistema será integrado ao Programa Porto Sem Papel”, ressaltou o diretor de Infraestrutura e Operações, Hugo Amboss.

A assinatura do contrato, ocorrido na Sala da Presidência da Codesa, contou com representantes da Indra VTMIS Vitória, participaram ainda os diretores do Porto de Vitória, Danilo Roger Marçal Queiroz (de Planejamento e Desenvolvimento),Raul Moura de Sá (Administração e Finanças), além dos coordenadores Fernando Elias Rangel (Engenharia), Luiz Hamilton Mendonça (Informática), e Guilherme Magalhães (Meio Ambiente), que assinaram o documento juntamente com o diretor Executivo da Indra VTMIS, Hebert Resende.


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