SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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sexta-feira, 19 de abril de 2019

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CONTRABANDO, DROGAS E MUNIÇÕES: A ROTINA DE APREENSÕES DA GUARDA PORTUÁRIA EM SANTARÉM



Com a missão de garantir a segurança dos portos públicos federais, a Guarda Portuária tem atuado em Santarém por meio de um rigoroso controle de acesso de pessoas, veículos e cargas
Durante o exercício da função são apreendidos produtos contrabandeados, drogas e munições. No total são 20 agentes atuando de acordo com a Lei Federal dos portos e também o Código Internacional de Segurança (ISPS Code) que surgiu após os atentados de 11 de setembro de 2001. Contrabando, drogas e até mesmo munições fazem parte das apreensões realizadas.
“A Guarda Portuária tem a competência de garantir a segurança dos terminais e monitorar tanto a navegação fluvial quanto a navegação de longo curso que passa por eles. Entre as situações mais comuns que encontramos estão o tráfico de entorpecentes, munições e armas, produtos perecíveis transportados de forma irregular ou sem a devida documentação. Essas ocorrências são diretamente dirigidas para as autoridades da ocorrência”, ressalta Francisco Martins, Supervisor de Segurança do Porto e Chefe da Guarda Portuária em Santarém.  
O que se apreende em Santarém tanto no Porto, ou já em terra pela Policia Rodoviária Federal (PRF) acaba sendo uma quantidade bem menor comparada a outros setores dos rios da Amazônia, entre eles, o município de Óbidos, onde as autoridades policiais e alfandegárias realizam a Operação Candiru, que resulta em um verdadeiro pente fino.
Cabe às autoridades locais, um trabalho focado nas chamadas “mulas”.  Estas pessoas são conhecidas por transportarem pequenas quantidades ou volumes disfarçados nas bagagens para despistar os policiais. A abordagem com revista de conteúdo das bagagens é um procedimento de rotina, mais intensificado quando há atitude suspeita ou denúncias. Segundo os registros em 2018 foram 2 casos de apreensões de drogas, sendo um em maio e outro em novembro. No caso de munições, houve um caso em 2018 e outro este ano.

Na apreensão mais recente realizada na quarta-feira, 17 de abril, os agentes encontraram mais de 400 unidades de munição, sendo 30 munições de calibre 16 para espingarda de grosso calibre, 150 munições de calibre 20 e 250 munições de calibre 22. O material teria sido transportado por um tripulante do navio Anna Caroline II que faz a linha entre Santarém e Manaus. O episódio ressalta a importância de seguir o procedimento correto de envio de encomendas, declarando quem envia, quem deve receber e o que vai sendo transportado.
“A munição veio de Manaus e veio em forma de encomenda. Porém, todas as embarcações tem seu setor de encomenda, onde a pessoa faz registro de quem entrega e quem vai receber e é declarado o conteúdo da encomenda. Neste caso, não houve este tramite e foi entregue por uma pessoa em Manaus para um tripulante que trouxe em seu próprio camarote. No momento em que o carregador fazia o transporte do material saindo das dependências do porto, os guardas fizeram a análise do conteúdo, quando foi constatada presença da munição que foi apreendida. O tripulante e a senhora que veio receber foram presos e levados para a delegacia”.
Ainda sobre a munição, Francisco Martins ressaltou que elas não são de uso restrito, porém não podem ser transportadas sem a presença do proprietário e as devidas autorizações. “Embora elas sejam de uso permitido, elas só podem ser comercializadas ou transportadas de forma legal. A pessoa que tem a munição deve ter sua arma devidamente registrada com a posse ou porte de arma, compradas em lojas devidamente autorizadas e no ato da aquisição é expedida toda uma documentação para que se possa transitar da loja até seu respectivo endereço”, conclui.
Fonte: OESTADONET


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             
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quinta-feira, 18 de abril de 2019

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APREENSÕES DE DROGAS NO PORTO DE SANTOS DEVEM SUPERAR RECORDE DE 2018



Receita localizou 23 toneladas de entorpecentes no ano passado; complexo de Santos é preferido para remessas por ser o maior e com mais rotas à Europa
O Porto de Santos continua colecionando mais recordes. Além da movimentação de cargas e contêineres, o complexo portuário teve a maior apreensão de drogas de sua história no ano passado, com um total de 23 toneladas de cocaína encontradas a caminho do exterior.
Esse montante representa o dobro da quantidade de entorpecentes localizados no cais santista em relação a 2017. Neste ano, a previsão é que o número seja superado. Até sexta-feira, mais de 6 mil quilos tinham sido descobertos, com 2,2 toneladas apenas na última semana.
As autoridades atribuem à eficiência da fiscalização e ao estudo do modo de agir dos criminosos os motivos do crescimento do confisco de drogas.
O porto santista é o preferido dos traficantes por ser o principal ponto de exportação do País e ter mais rotas para a Europa, destino principal dos entorpecentes. “É um porto com muita movimentação e com favelas no seu entorno, o que facilita a logística do traficante”, explica o delegado-chefe da Polícia Federal (PF) em Santos, Ciro Tadeu de Moura.
Ele explica que o Porto sempre foi utilizado pelos narcotraficantes, mas que as apreensões começaram a crescer a partir de 2015, depois da Operação Oversea. “Conseguimos entender melhor como se dava o tráfico de drogas pelo continente e os métodos utilizados pelos criminosos. E a cada investigação a gente aprende mais”.
A Receita Federal afirma que, nos últimos dez anos investiu em recursos e medidas administrativas nos locais que operam no comércio exterior e capacitação de pessoal para lidar com esse crime.
Entre as providências adotadas estão a formação de equipes K-9 (cães de faro) e grupos dedicados à análise de risco de exportações e inspeção não invasiva, que utilizam escâneres de raios X, central de operações de vigilância e câmeras de monitoramento. Com isso, se aprimoram o controle de movimentação de contêineres e a troca de informações com outros órgãos do governo e organismos de caráter internacional.
Uma parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), que começou em 2017, também facilitou os trabalhos e promove a integração entre os órgãos envolvidos.
“Noventa por cento do comércio mundial se dão através de contêineres, mas menos de 2% são inspecionados. Portanto, é preciso ter uma técnica de amostragem para identificar os ilícitos e montar um perfil de risco para esses equipamentos e combater o tráfico. A nossa parceria foi um dos fatores que ajudaram no aumento da apreensão de drogas no Porto de Santos”, explica o coordenador da Unidade de Estado de Direito do Unodc, Nivio Nascimento.
Drogas ficam em contêineres com carga legal
Hoje, a tática mais comum dos narcotraficantes, conhecida como rip on/rip off loading, é pôr a droga em contêineres em meio a mercadorias regulares exportadas por empresas idôneas e sem conhecimento disso. Essas transações costumam envolver trabalhadores do setor, que conhecem a rotina das operações.
“Existe a possibilidade muito grande de se corromper pessoas que trabalham com isso. Um caminhoneiro, um trabalhador ou um tripulante, por exemplo, são pessoas facilmente captadas”, comenta o delegado chefe da Polícia Federal (PF) em Santos, Ciro Tadeu de Moura.
De acordo com o Unodc, o tráfico de drogas é a atividade criminosa mais lucrativa do planeta. Só em 2017, calcula-se que os criminosos movimentaram, no mundo, cerca de US$ 320 bilhões (R$ 1,24 trilhão). No Brasil, foram em torno de US$ 15 bilhões (R$ 58,3 bilhões).
As cifras a seguir dão ideia da lucratividade do tráfico. Estima-se que um tablete do entorpecente com um quilo de cloridrato de cocaína – que é a forma mais pura da droga – passa pela fronteira do Brasil, vindo dos principais países produtores, como Colômbia, Peru ou Bolívia, a um custo médio de R$ 10 mil. Porém, chega aos locais de mais difícil acesso da Europa a 50 mil euros (quase R$ 220 mil).
Com isso, pode-se calcular que a carga apreendida no ano passado em Santos significou um prejuízo de R$ 5 bilhões para o narcotráfico internacional.
A quantidade de drogas apreendidas com o mesmo destino é maior do que a contabilizada pela Receita Federal. O delegado da PF afirma que muitas cargas ilícitas com destino ao cais são interceptadas no trajeto antes de chegar à área portuária.

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quarta-feira, 17 de abril de 2019

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QUASE 500 MUNIÇÕES SÃO APREENDIDAS PELA GUARDA PORTUÁRIA DURANTE REVISTA NO PORTO DE SANTARÉM


Munições foram entregues a um tripulante no Amazonas. Funcionário da embarcação e a mulher que recebeu a 'encomenda' foram levados para 16ª Seccional de Polícia Civil
Durante revista a encomendas, a Guarda Portuária apreendeu na manhã desta quarta-feira (17) quase 500 munições no porto de Santarém, no oeste do Pará. O tripulante que recebeu a carga no Amazonas, assim como a mulher que foi receber a encomenda foram levados para a 16ª Seccional de Polícia Civil.
De acordo com a Guarda Portuária, a pessoa que levou a munição não seguiu os protocolos exigidos para o transporte desse tipo de carga. A caixa com munições foi entregue diretamente ao tripulante de uma embarcação que entregaria a encomenda para uma mulher em Santarém.

Quando a mulher recebeu a encomenda, a Guarda Portuária realizou a revista e viu que se tratava de uma grande quantidade de munições, que estava sem nenhuma documentação ou registro para ser transportada de forma legal. No total foram 30 munições calibre 16, 250 calibre 22 e 150 calibre 20.
Ainda segundo a Guarda Portuária, são munições de uso permitido, mas devem seguir um protocolo de transporte. Uma pessoa registrada com o porte da arma compra a munição, protocola isso na Polícia Federal (PF) e através de uma guia de transporte pode levar e buscar.
“A senhora se apresentou no porto e contratou um carregador pra ir até o barco buscar a encomenda dela. Segundo a mulher, a encomenda veio por um tripulante. No ato que o carregador entregou a encomenda, nós fizemos a abordagem e detectamos que se tratava de munição”, contou o chefe da guarda portuária do porto de Santarém, Francisco Martins.

O carregador contratado para fazer o transporte da munição também foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos e deverá ser identificado apenas como testemunha.
Fonte: G1 Santarém



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terça-feira, 16 de abril de 2019

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INCÊNDIO ATINGE ÁREA DO PORTO DE CAPUABA, EM VILA VELHA, ES


A Guarda e as brigadas de combate a incêndio do Porto de Vitória e do terminal TVV Login chegaram rápido ao local, orientando a saída de trabalhadores e isolando a área
Um incêndio paralisou as operações nos silos do Porto de Capuaba, em Vila Velha, na tarde desta segunda-feira (15). Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local e controlou as chamas. O acesso ao porto foi novamente liberado às 15h20. As causas do incêndio serão investigadas.
O fogo teve início por volta das 14h próximo a um dos elevadores de canecas: equipamentos utilizados para o transporte de granéis, para o enchimento dos silos.
Segundo a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), responsável pela área, assim que o fogo começou a área foi imediatamente isolada pela Guarda Portuária (GP). Não houve vítimas e os danos materiais serão avaliados.

"A Guarda e as brigadas de combate a incêndio do Porto de Vitória e do terminal TVV Login chegaram rápido ao local, orientando a saída de trabalhadores e isolando a área", informou a Codesa por nota.
O Corpo de Bombeiros enviou três caminhões de combate ao fogo, uma ambulância e dois veículos de apoio. O combate durou cerca de uma hora.
Os bombeiros fizeram o trabalho de rescaldo e nesta terça-feira (16) darão início à perícia para apurar as causas do incêndio.



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segunda-feira, 15 de abril de 2019

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ENCONTRO REÚNE EX-GUARDAS PORTUÁRIOS DO PORTO DE SANTOS



Fatos antigos foram lembrados por quem fez história no Porto de Santos
Na última sexta-feira (12) ex-guardas portuários do Porto de Santos se reuniram no ginásio de esportes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP).
A churrascada, organizada pelo guarda portuário José Carlos Evangelista, reuniu cerca de 70 (setenta) ex-integrantes da categoria, com 50, 60, 70 e alguns até com até mais de 80 anos de idade. Estiveram presentes guardas portuários, rondantes, inspetores e gerentes, alguns ainda na ativa e outros já aposentados.

O evento proporcionou o reencontro de vários companheiros, alguns deixaram a companhia a cerca de 30 (trinta) anos. Fatos antigos foram lembrados por quem fez história no Porto de Santos.
Histórias
Quem esteve presente pôde ouvir o rondante Waldemar “Tiroteio”, recordar a rivalidade da Guarda Portuária com a Polícia Marítima, órgão do estado que atuava dentro do porto. Pôde também ouvir as histórias do guarda portuário Jaime “Terror”, relembrando o tempo em que a Guarda Portuária trabalhava sem a tecnologia do controle de acesso existente atualmente. “o guarda portuário ficava de pé, ao lado do portão de entrada de veículos, e identificava dezenas de trabalhadores que acessavam o cais, e sabia tudo o que acontecia a bordo dos navios”, disse ele.
O inspetor Alaor relembrou os tempos do Grupo de Operações Especiais – GOE, quando na maior troca de tiros da história do porto, dois elementos foram mortos no Navio Isomeria, em 9 de janeiro de 1998.
Som
O Encontro foi abrilhantado pelo grupo de pagode “Serginho Zimbauê e banda”, que conta com a participação do ex-guarda portuário Ariones . Nos intervalos alguns se arriscaram no Karaokê.


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sexta-feira, 12 de abril de 2019

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ALFÂNDEGA BARRA 339 KG DE COCAÍNA EM CARGA NO PORTO DE SANTOS



Carregamento foi localizado durante fiscalização das equipes da aduana no cais santista
Um carregamento de 339 quilos de cocaína foi interceptado por agentes alfandegários no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta sexta-feira (12). A carga tinha como destino o Porto de Antuérpia, na Bélgica, e nenhum envolvido foi preso na ação.

Trabalho de fiscalização rotineiro resultou na localização de 12 bolsas com centenas de tabletes de cocaína escondidas em meio a uma carga regular de polietileno em sacos. O contêiner estava em um terminal da margem esquerda do cais, em Guarujá (SP).
O Fisco suspeita que os traficantes tentaram despistar a fiscalização ao inserir o entorpecente em uma carga regular, declarada e legal sem o conhecimento do responsável pelo contêiner. Os agentes também identificaram que a caixa metálica foi violada.
Trata-se da quarta grande apreensão de cocaína esta semana. Na segunda-feira (8), 1.514 kg da droga foi recolhida e um caminhoneiro foi preso, após duas ações em um navio no cais. Na quarta (10), mais 353 kg foram achados em tambores com suco de limão.
Todos os casos estão sob investigação da Polícia Federal, que apreendeu a droga e que atuou em conjunto nas operações de localização do entorpecente durante as operações no complexo portuário. Os possíveis evolvidos são apurados durante os inquéritos.
Fonte: G1 Santos


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