SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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PF FLAGRA PORTUÁRIOS COM PACOTES DE COCAÍNA NO CORPO PARA EMBARQUE EM NAVIO

Trabalhadores do Porto de Santos tentaram levar carregamento até navio atracado no cais, que foi cercado pela Guarda Portuária. Tablete...

domingo, 14 de outubro de 2018

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CANIL DA GUARDA PORTUÁRIA FAZ APRESENTAÇÃO NA CASA DA ESPERANÇA



A entidade realiza programas de habilitação e reabilitação de crianças e adolescentes com deficiências físicas, intelectuais e sensoriais

A equipe do canil da Guarda Portuária (Gport) da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) foi convidada a realizar apresentações com os cães adestrados da corporação para crianças em tratamento ambulatorial na Casa da Esperança, em Santos.

A entidade realiza programas de habilitação e reabilitação de crianças e adolescentes com deficiências físicas, intelectuais e sensoriais, de famílias de baixo poder aquisitivo.
As apresentações ocorreram nos dias 9 e 11 desse mês, fazem parte da programação da instituição ao longo de outubro, mês no qual se comemora o dia das crianças.
Trabalho Social

Esse é um trabalho que já é feito há muitos anos pelo Canil. As apresentações de Show Dog começaram há alguns anos, após a participação do Canil na “Cãominhada”, evento realizado todo o ano pela Prefeitura Municipal de Santos, litoral de São Paulo.
Canil da Guarda Portuária na Cãominhada

A apresentação de Show Dog abrange vários comandos básicos e ornamentais, feitas de forma lúdica, demonstrando como é o trabalho no porto, tanto em ações de faro como de abordagem.
“Essas apresentações é o que chamamos de trabalho social, pois o trabalho com os cães além de ajudar à sociedade no combate a criminalidade também contribui de forma terapêutica com a população”, esclareceu o guarda portuário Soares.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                           
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

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POLÍCIA FEDERAL PRENDE QUADRILHA QUE ATUAVA NO TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS NO PORTO DO RIO



Durante a madrugada, com o apoio da Guarda Portuária, quatro homens foram presos em flagrante enquanto tentavam infiltrar sete mochilas com 78 kg de cocaína pura em contêineres em um navio

Na madrugada de ontem (10) a Polícia Federal (PF) deflagrou a “Operação Aegir” contra o tráfico internacional de drogas em três estados: Rio de Janeiro, Paraíba e Rio Grande do Norte, prendendo vários integrantes de uma organização criminosa responsável pela "contaminação" de contêineres a bordo de navios de carga, no Porto do Rio, para o envio de cocaína para a Europa.
Foto: Reprodução TV Globo
Foto: Reprodução TV Globo
Foto: reprodução TV Globo

Foram expedidos 18 mandados de prisão temporária e 22 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Paraíba. Cerca de 200 policiais federais participam da ação.
Onze pessoas foram presas. A ação contou com apoio da Capitania dos Portos, da Aeronáutica, da Receita Federal e da Guarda Portuária.
Flagrante

Durante a madrugada, com o apoio da Guarda Portuária, quatro homens foram presos em flagrante enquanto tentavam infiltrar sete mochilas com 78 kg de cocaína pura em contêineres em um navio. De acordo com a polícia, dois eram estivadores e outros dois eram funcionários do terminal de contêineres MultiRio. A droga seguiria para o Porto de Antuérpia, na Bélgica.
Segundo o delegado André Santana, a operação foi antecipada – a investigação sobre esta quadrilha detectou uma movimentação na região do Porto. Com um dos presos, que foi capturado em casa, em Copacabana, a polícia encontrou 32 mil dólares de 10 kg de maconha.
Investigação
A PF investigava essa quadrilha desde julho, quando integrantes dessa quadrilha foram detidos.  “Eles enviavam cocaína para a Europa em contêineres e negociavam em criptomoedas, principalmente bitcoins, a fim de burlar o controle da movimentação financeira", explicou na época o chefe da delegacia de Repressão às Drogas da Polícia Federal, Carlos Eduardo Thomé.
Modus operandi
De acordo com a Polícia Federal, o método com que a organização criminosa operava o tráfico internacional de drogas é o chamado “Rip-load (rip on) / Rip-off”, “içamento” ou “pescaria” que consiste, basicamente, em levar a carga de drogas para dentro de navios ancorados nos portos com a ajuda de uma pequena embarcação que se aproxima do seu bordo externo (voltado para o mar, e por isso fora visão dos funcionários em terra).
— Eles carregavam embarcações pequenas, navegavam pela Baía de Guanabara, se posicionavam a bordo do navio e faziam o içamento com a participação de estivadores. Os contêineres eram escolhidos previamente para serem contaminados — explica o delegado André Santana.
De acordo com a polícia, os remetentes e destinatários da mercadoria lícita que estavam nos contêineres não tinham conhecimento da atividade de tráfico.
— Não temos nenhum indicativo de que as partes envolvidas na negociação comercial lícita tinham conhecimento sobre isso.
Chefe preso em Natal
Apontado como chefe da quadrilha que atua no Porto do Rio, um empresário foi preso em Natal, no Rio Grande do Norte. De acordo com a polícia, ele vinha ao Rio com frequência e mantinha um quarto alugado em um hotel no Centro. A mesma operação prendeu uma pessoa em João Pessoa e o chefe do grupo em Natal.
O nome da “Operação Aegir” remete à mitologia nórdica. Aegir era o deus dos mares e oceanos. Ele era ao mesmo tempo cultuado e temido pelos marinheiros, pois estes acreditavam que ele aparecia na superfície para tomar homens e cargas e levá-los para seu salão no fundo do oceano.
Até setembro, a Polícia Federal apreendeu 2,5 toneladas de cocaína este ano no Rio - desse total, duas toneladas iriam para a Europa. Em todo o Brasil, este ano foram apreendidas 59 toneladas da droga, o que é considerado um recorde pela PF.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

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JOVEM É PRESO COM FUZIL DE USO RESTRITO, VEÍCULO ROUBADO E LACRES DE CONTÊINERES



Flagrante ocorreu na madrugada desta sexta-feira, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá

Um jovem de 19 anos foi preso em flagrante com um fuzil importado, de uso restrito, durante patrulhamento realizado pelo bairro Pae Cará, em Vicente de Carvalho, na madrugada desta sexta-feira (5). Na residência do acusado, a polícia ainda apreendeu um veículo clonado, com placas de Americana (SP), e quatro lacres de contêineres de uma armadora italiana. 
O flagrante ocorreu por volta das 4 horas, durante patrulhamento realizado no bairro pelo Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (Baep). O acusado, identificado como Nathan Cruz Canha da Silva, foi avistado em atitude suspeita na Avenida São Paulo. Durante revista, os policiais encontraram em suas vestes duas munições de fuzil calibre 223, a chave de um veículo, além de um aparelho celular modelo J7 Prime.
Questionado sobre o material, o homem, que afirmou estar retornando de uma festa, acabou revelando aos policiais que mantinha na garagem de sua residência um Fiat Strada Adventure, preto, modelo 2012, o qual não tinha documentos. Ele ainda afirmou que receberia R$ 3 mil para manter o veículo em sua casa. 
Após se dirigirem à moradia do acusado, os policiais realizaram revista no interior do veículo e encontraram, no banco de trás, uma mochila de cor vermelha. Dentro dela estava um fuzil da marca Colt, modelo M4 Carbine, além de munições, dois carregadores e quatro lacres de contêineres.
Fuzil pode ter sido usado na execução de PM
O fuzil norte-americano Colt, do modelo M4 e de calibre 2.23, pode ter sido uma das armas usadas na execução do cabo José Aldo dos Santos, no último dia 26, no Pae Cará, em Vicente de Carvalho.
O cabo Aldo foi fuzilado no início da manhã, na Rua Maranhão, com cerca de 70 tiros. Ele dirigia um Honda Civic blindado, que não resistiu ao impacto dos disparos. Peritos coletaram no local, cartuchos deflagrados dos calibres 7.62 (fuzil automático-leve ou FAL) e 5.56 (compatível com AR-15).
Como a munição 5.56 também pode alimentar fuzil de calibre 2.23, será realizado o confronto balístico entre a arma achada na casa de Nathan e os cartuchos recolhidos no local do assassinato do cabo. A perícia será requerida pelo delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior e poderá atestar se o Colt M4 integra o arsenal usado para eliminar Aldo.
Titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Lara é o responsável pelo inquérito que apura a morte do policial militar. Desde o homicídio, foi o primeiro fuzil apreendido na região. Por coincidência, a arma estava escondida no mesmo bairro onde ocorreu a execução do cabo. No último final de semana, PMs já haviam achado uma réplica de fuzil na Favela da Prainha, no Pae Cará.
Carro furtado

Nathan foi detido por integrantes do 2º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep). Ele estava sozinho na Avenida São Paulo e demonstrou nervosismo ao ver a viatura, motivando a abordagem. No bolso da bermuda do rapaz havia duas munições intactas de fuzil 2.23 e a chave de um carro.
O acusado disse que “achou” os cartuchos de fuzil na rua. Quanto à chave, disse que ela é de um carro guardado na garagem de sua casa, que fica na mesma avenida, a um quarteirão do local da abordagem. No imóvel havia um Fiat Strada Adventure preto, que pôde ser aberto e ligado com a chave encontrada com Nathan.
O automóvel é blindado e ostenta placa falsa do município de Americana (SP). Porém, por meio da pesquisa do chassi, a equipe do Baep apurou que ele é produto de furto, conforme boletim de ocorrência registrado no 16º DP de São Paulo (Vila Clementino), no dia 20 de junho de 2017.
Atrás do banco do carro havia uma mochila contendo o fuzil, mais 23 munições do mesmo calibre 2.23 e quatro lacres intactos de contêineres. Alguns dos cartuchos são traçantes, ou seja, indicados para disparos à noite ou em locais de pouca visibilidade.
Confissão parcial
Ao ser interrogado pelo delegado Thiago Nemi Bonametti, na Delegacia de Guarujá, Nathan alegou ignorar a existência atrás do banco do veículo da mochila com a arma, as munições e os lacres. Ele disse que retornava de uma “festa” quando foi detido pelos PMs e negou portar no bolso da bermuda dois cartuchos de fuzil.
Em relação ao automóvel, o rapaz contou que ele lhe foi entregue há cerca de três semanas por uma mulher, cujo nome não soube informar. De acordo com Nathan, ambos se encontraram em uma festa e ficou combinado que ele ganharia a quantia de R$ 3 mil para guardar o automóvel na sua garagem.
Bonametti autuou Nathan pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, que passou a ser considerado hediondo pela Lei nº 13.497/ 2017. O delegado também enquadrou o rapaz pelo delito de receptação, por causa da procedência ilícita do Fiat Strada Adventure. O acusado foi recolhido à cadeia anexa ao 1º DP de Guarujá.
Além de apurar se o fuzil Colt M4 foi utilizado na execução do cabo Aldo, a Polícia Civil também investiga a destinação que seria dada aos lacres. Narcotraficantes internacionais costumam utilizá-los para fechar contêineres que violam para ocultar cocaína no meio de cargas lícitas.


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terça-feira, 9 de outubro de 2018

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CONPORTOS CRIA GRUPO DE TRABALHO PARA REVER RESOLUÇÕES



Segundo Marcelo João da Silva, Presidente da CONPORTOS, existe a necessidade de revisão e adequação das Resoluções ao atual contexto da segurança pública portuária

A COMISSÃO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA NOS PORTOS, TERMINAIS E VIAS NAVEGÁVEIS – CONPORTOS, constituiu um Grupo de Trabalho (GT)  para revisar e consolidar as Resoluções publicadas pela CONPORTOS.  A Portaria nº3, de 4 de outubro de 2018, foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (08).
Segundo Marcelo João da Silva, Delegado de Polícia Federal, Presidente da CONPORTOS, existe a necessidade de revisão e adequação das Resoluções ao atual contexto da segurança pública portuária.
O Grupo de Trabalho – GT será constituído por:
I - Marcelo João da Silva, Delegado de Polícia Federal, lotado na Diretoria Executiva da Polícia Federal, Presidente da CONPORTOS;
II - Jonathan Luiz Wöhlke, Perito Criminal Federal, lotado na Diretoria Executiva da Polícia Federal, Secretário-Executivo da CONPORTOS;
III - Ubiratan de Faria Mello, Capitão de Mar e Guerra da Marinha do Brasil (RM1), lotado no Estado Maior da Armada, membro titular da CONPORTOS;
IV - Telmo Paiva Oliveira, Capitão de Corveta da Marinha do Brasil, membro suplente da CONPORTOS;
V - Neirimar Gomes de Brito, Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários da ANTAQ, membro titular da CONPORTOS;
VI - Rafaela Dias Pires, Coordenadora Geral de Segurança e Saúde em Portos no Ministério dos Transportes, membro titular da CONPORTOS;
VII - Hawlley Jorge Carvalho Oliveira, Analista de Infraestrutura do Ministério dos Transportes, membro suplente da CONPORTOS;
VIII - Antônio Braga Sobrinho, Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, membro titular da CONPORTOS;
IX - Éric Sogócio, da Divisão de Combate a Ilícitos Transnacionais no Ministério das Relações Exteriores, membro titular da CONPORTOS;
X - Rodrigo Bertoglio Cardoso, da Divisão de Combate a Ilícitos Transnacionais no Ministério das Relações Exteriores, embro suplente da CONPORTOS;
XI - Janaina Agostini Braido, Delegada de Polícia Federal, lotada na Delegacia de Rio Grande/RS, membro titular da CESPORTOS/RS;
XII - Ronaldo Vieira Bento, Agente de Polícia Federal, lotado na Superintendência da Polícia Federal em Sergipe, membro titular da CESPORTOS/SE;
XIII - Rogério da Silva Lages, Agente de Polícia Federal, lotado na Superintendência da Polícia Federal no Espírito Santo, membro titular da CESPORTOS/ES;
XIV - Thales Teixeira Junior, Delegado de Polícia Federal, lotado na Superintendência da Polícia Federal em Santa Catarina, membro titular da CESPORTOS/SC;
XV - Paulo Roberto Lobato da Silva, Agente de Polícia Federal, lotado na Superintendência da Polícia Federal no Pará, membro titular da CESPORTOS/PA;
XVI - Alexandre Arantes de Menezes, Escrivão de Polícia Federal, lotado na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, membro titular da CESPORTOS/RJ;
XVII - Gilberto Antônio de Castro Júnior, Delegado de Polícia Federal, lotado na Delegacia de Polícia Federal em Santos/SP, membro titular da CESPORTOS/SP;
O Grupo de Trabalho se reunirá mediante convocação de seu presidente e deverá ser concluído em 120 (cento e vinte) dias.


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MOTOCICLISTA É ATROPELADO E ARRASTADO POR CAMINHÃO NA AVENIDA PERIMETRAL



Apesar do susto, vítima, segundo a Codesp, foi encaminhada à UPA com "escoriações leves"

Um motociclista pode afirmar que nasceu de novo após sobreviver a um grave acidente na Avenida Perimetral, nas proximidades da Bacia do Macuco, em Santos, no último sábado (6).
A vítima foi atropelada e depois arrastada por um caminhão que não parou em um sinal vermelho. As imagens, que impressionam, foram flagradas por uma câmera de monitoramento, e já circulam nas redes sociais e aplicativos de mensagens.
No vídeo, é possível ver o momento em que um caminhão branco atinge a moto e a projeta para frente. O motociclista, que é arrastado, chega a ficar embaixo do veículo.
Procurada, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) informou que a Guarda Portuária registrou a ocorrência às 7 horas do último sábado. O motociclista foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Central pelos bombeiros. Apesar do susto, ele escapou praticamente ileso.
Em nota, a autoridade portuária informou que a vítima ficou presa sob o outro veículo, mas foi constatado que sofreu apenas escoriações leves. Apesar de não ter sofrido ferimentos graves, conforme a Codesp, a entidade que administra a UPA Central diz que a vítima permanece internada na unidade. O quadro de saúde do motociclista não foi divulgado.



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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

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CÃES LOCALIZAM QUASE MEIA TONELADA DE COCAÍNA DENTRO DE CONTÊINER EM SANTOS



Carregamento com destino a Europa foi interceptado por equipes da Receita Federal em terminal da Margem Esquerda do Porto de Santos

Cães de faro da Receita Federal ajudaram a localizar 463 quilos de cocaína em um contêiner no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta segunda-feira (8). O carregamento ilegal tinha como destino a França, na Europa.
O trabalho de análise de risco com apoio das equipes dos cães da Alfândega da Receita Federal fez com que o contêiner fosse vistoriado. Em meio a uma carga de embalagens de papelão, a droga estava dividida em 14 bolsas pretas.

Se não fosse interceptada pela equipe do Fisco em um terminal da Margem Esquerda do cais, em Guarujá (SP), a cocaína seria desembarcada no porto francês de Le Havre. Após a vistoria, o contêiner foi liberado para embarque.
O caso foi encaminhado para a Polícia Federal, que apreendeu a droga e abriu um inquérito para apurar os responsáveis pela tentativa de tráfico internacional. Como não houve flagrante, ninguém foi preso na ocorrência.
Até esta segunda-feira, foram localizados 18.805 kg de cocaína no Porto de Santos em 2018. A quantidade é recorde e supera as apreensões de 2017 (11.539 kg) e 2016 (10.622 kg), conforme informações oficiais divulgadas.
Apreensão de drogas no Porto de Santos, SP, em 2018

Fonte: G1 - Santos

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