SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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TRAFICANTES ATIRAM CONTRA GUARDAS AO TENTAREM DESPACHAR 400 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

Ao fugir, caminhoneiro destruiu cancela de segurança, bateu em árvore, mas foi detido em flagrante com parte da droga Aproximadamen...

LEGISLAÇÕES

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

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CDRJ INVESTE EM TECNOLOGIA PARA APRIMORAR SEGURANÇA PORTUÁRIA



Serão mais de 150 câmeras, sistema de captura de imagem, sistema de controle de acesso, sistema de detecção de imagem por OCR, rádios, cancelas, catracas, radares de segurança perimetral e um novo centro de controle operacional

Uma demanda antiga da comunidade portuária é a melhoria no controle de acesso de pessoas e veículos aos portos administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ). Igualmente, há necessidade de um maior controle das embarcações que trafegam em seus canais de acesso e áreas de fundeio. Atenta a essas demandas, a atual gestão da CDRJ está concluindo uma série de projetos que visam a atender aos públicos interno e externo, aprimorando os níveis de segurança de suas instalações e a rastreabilidade de informações.
Segurança Portuária no Acesso Terrestre


Um novo projeto de segurança está sendo implementado no Porto do Rio de Janeiro. Até o final de abril deste ano, toda uma nova estrutura, que atende perfeitamente às exigências do Código Internacional de Segurança de Instalações Portuárias, estará operacional.
O diretor-presidente da CDRJ, Tarcísio Tomazoni, detalhou essa estrutura: “Serão mais de 150 câmeras, sistema de captura de imagem, sistema de controle de acesso, sistema de detecção de imagem por OCR, rádios, cancelas, catracas, radares de segurança perimetral e um novo centro de controle operacional. E ainda hardwares, softwares e toda a infraestrutura de datacenter necessária para o funcionamento adequado e ininterrupto de um moderno sistema de segurança e controle de acesso. ”
Complementarmente, uma plataforma de cadastro e permissão de acesso de pessoas e veículos ao Porto organizado do Rio de Janeiro, bem como para o gerenciamento de agendamentos de veículos de carga, está sendo implantada. O projeto, desenvolvido em parceria com o Sindicato dos Operadores Portuários do Rio de Janeiro (SINDOPERJ), é fruto de sucessivas discussões entre a CDRJ, arrendatários, transportadoras e outros usuários.
Segundo Tomazoni, um Instrumento Normativo recentemente publicado pela CDRJ apresentou “Normas de cadastro e permissão de acesso de pessoas e veículos ao Porto organizado do Rio de Janeiro”. “Em até 90 dias, todos os usuários deverão fazer uso da plataforma. Tão logo esse sistema tenha seu uso consolidado no Porto do Rio de Janeiro e esteja integrado aos demais mecanismos de controle previstos no Plano de Segurança da unidade, sua implementação também acontecerá no Porto de Itaguaí”, explicou o diretor-presidente.
Aquisição de drones


Guardas portuários foram treinados para operar drones
Com foco no suporte ao controle das atividades de fiscalização (área portuária, acesso aquaviário e meio ambiente), a CDRJ concluiu processo licitatório para aquisição de drones para os portos do Rio de Janeiro e de Itaguaí e deverá assinar o contrato nos próximos dias. Está em elaboração um instrumento normativo que regulamentará a utilização dos equipamentos pela Guarda Portuária e pelas áreas de Controle de Acesso Aquaviário, Controle de Acesso Terrestre e Gestão do Meio Ambiente e Segurança do Trabalho. Mais de 40 profissionais da Guarda Portuária foram capacitados no ano de 2018 para a utilização dos equipamentos.   
Gestão e Controle do Acesso Aquaviário
Uma plataforma unificada de controle de acesso aquaviário e gestão das operações portuárias está em fase final de desenvolvimento e implantação. O chamado “Sistema de Gestão Portuária” (SIGPORT), que atenderá aos quatro portos sob a gestão da CDRJ (Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis), substituirá os sistemas independentes hoje utilizados: o “SuperVia de dados”, para recebimento de documentação; o “SIGEP”, que dentre outras funcionalidades, emite a guia de pagamento; e o “Sistema de Programação de Navios”, que controla o fundeio, as atracações e desatracações das embarcações.
Tomazoni informou que a ferramenta, integrada ao sistema governamental “Porto sem Papel”, otimizará enormemente a experiência do usuário, evitando uma série de retrabalhos hoje necessários, haja vista a desconexão entre os sistemas diversos. “Além disso, o SIGPORT contará com módulos hoje inexistentes, como o de fiscalização (área operacional, meio ambiente e segurança do trabalho) e contará com estatísticas e relatórios unificados às demandas da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).
Parceria com a Marinha do Brasil para implantação do VTMIS - Por fim, ainda no quesito “Gestão e Controle do Acesso Aquaviário”, o diretor-presidente da CDRJ salienta que iniciou tratativas junto ao Comando de Operações Navais da Marinha do Brasil, para celebração de parceria entre ambas as instituições para implantação do Sistema VTMIS (Vessel Traffiic Management Information System) no Porto do Rio de Janeiro.
Nessa parceria, a CDRJ teria acesso aos dados brutos gerados pelo Sistema de Radares em implantação pela Marinha do Brasil na Baía de Guanabara, por conta do Projeto de Gerenciamento da Amazônia Azul (SidGAAZ). “Discute-se, no momento, as contrapartidas, os investimentos incrementais, os sítios de localização dos radares, tipificação dos radares, plataforma de integração dos dados e definição de funções e responsabilidades de cada órgão no que concerne à manutenção dos equipamentos e segurança das instalações. Além disso, discute-se o modelo legal apropriado para a parceria proposta”, destacou Tomazoni.



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NATAL É PONTO DE EMBARQUE DE ROTA MARÍTIMA DO TRÁFICO INTERNACIONAL DE COCAÍNA, DIZ PF



Nesta semana, PF fez primeiras apreensões na história do Porto de Natal; foram encontradas 3,3 toneladas de cocaína em meio a frutas que iriam para a Holanda. 'Falta de escâner de contêineres virou atrativo para os traficantes', diz delegado

Após duas operações que apreenderam, nesta semana, 3,3 toneladas de cocaína no Porto de Natal, a Polícia Federal informou que a capital potiguar é ponto de partida de uma rota do tráfico internacional de drogas. Já era do conhecimento da PF a existência de transporte pelo ar – caso em que o entorpecente é levado na bagagem ou preso ao corpo de passageiros de aviões. O trajeto marítimo é novidade, de acordo com Delegacia Regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF no Rio Grande do Norte.
As duas apreensões feitas pela PF com a ajuda da Receita Federal foram as primeiras da história do terminal aberto em 1932. Nunca uma operação policial havia descoberto drogas no Porto de Natal. Os tabletes – 998 na terça-feira(12) e outros 1.832 no dia seguinte – totalizaram 2.830 pacotes de cocaína. Estava tudo escondido em meio a mangas e melões encaixotados em contêineres. O destino era o mesmo: o porto de Roterdã, na Holanda.

"A cocaína que sai de Natal segue principalmente para a Holanda, nos Países Baixos, e também vai muito para o porto de Antuérpia, na Bélgica", afirmou ao G1 o delegado Agostinho Cascardo.
"Destes dois portos, os navios também fazem paradas em outros portos da Europa. Basicamente, são Holanda e Bélgica as portas de entrada, podemos dizer."
O delegado revelou a origem da cocaína que passa por Natal antes de deixar o Brasil. "Pelo 'DNA' da coca, sabemos que a droga vem da Colômbia, Bolívia ou Peru. E também sabemos que os traficantes usam Natal por dois motivos: pela posição geográfica, já que é a capital brasileira mais próxima da Europa, e porque o Porto de Natal não possui um escâner de contêineres, o que dificulta a fiscalização."
O delegado preferiu não traçar um percurso específico percorrido pela droga antes de chegar a Natal.
Então, há quanto tempo que o Porto de Natal é utilizado como ponto de embarque para a cocaína? Ainda segundo Cascardo, a desconfiança sobre a nova rota surgiu faz pouco tempo. "Tem poucos meses. Então, começamos a trabalhar em operações que agora estão dando resultado. O próximo passo é chegar aos donos da droga, é fazer novas operações e começar a prender os traficantes”, afirmou.
Até que isso aconteça, a missão é intensificar a fiscalização no porto, antecipa o delegado. "Como de Natal só parte um voo de cargas para a Europa, que é um voo semanal para a Alemanha, isso facilita o nosso trabalho no aeroporto", explicou.
"Os voos internacionais se tornam mais arriscados para os traficantes, por causa da pequena quantidade que cada passageiro tenta transportar. Por isso, os traficantes investiram no Porto de Natal, que é por onde a chance de escoar grandes quantidades é maior. E, como em Natal o porto não tem escâner, isso acabou sendo um atrativo a mais."
De acordo com o gerente de Infraestrutura e Suporte Operacional do Porto de Natal, Emerson Fernandes, a Cia Docas do Rio Grande do Norte tenta adquirir o equipamento desde 2007, quando foi criada a Secretaria dos Portos. Mas nunca houve orçamento suficiente para a compra.
Fernandes diz que escâner custa cerca de R$ 11 milhões. "Agora, a partir dessa apreensão de cocaína, e com o empenho conjunto da Receita Federal, Polícia Federal, Marinha e Governo Federal, acredito que vamos conseguir viabilizar o escâner para aumentar a fiscalização no Porto de Natal", declarou.
Consórcio
Mais que descobrir as rotas que os traficantes utilizam para levar a cocaína da América do Sul para a Europa, o trabalho da PF é identificar quem são os traficantes que montaram toda essa logística.
“Não estamos falando, necessariamente, destas facções internas que atuam dentro e fora dos presídios. Nada disso. São traficantes internacionais. O que existe é um consórcio de quadrilhas, criminosos que se unem para fazer o negócio cada vez mais lucrativo para eles”, descreveu o delegado.
Como prova da existência de várias quadrilhas, o delegado contou que foram encontrados adesivos coloridos pregados nas embalagens da droga – como uma espécie de assinatura desses grupos.
"É como se cada adesivo indicasse uma propriedade diferente. A cor vermelha é para a quadrilha X. Já o adesivo azul vai para a quadrilha Y. E assim por diante. Eles usam essas marcações para não misturar as encomendas."
Cascardo, no entanto, não detalhou a forma como as drogas foram parar dentro dos contêineres. "É o que estamos investigando. Pode ter sido na fazenda, ainda durante o carregamento, ou mesmo no caminho, até chegar no porto. E também pode ter sido feito dentro do próprio porto. Somente as investigações irão nos dar esta resposta."
Porto-Ilha na mira

E não é apenas o Porto de Natal que está na mira da PF. O Porto-Ilha de Areia Branca, o único terminal salineiro do mundo no meio do mar, também deve passar por fiscalizações. A plataforma fica a 14 quilômetros da costa potiguar.
Recentemente, Cascardo também foi nomeado coordenador da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos). Segundo ele, reuniões serão realizadas para que a PF também faça operações na plataforma.
"O Rio Grande do Norte é o maior exportador de frutas e de sal marinho do país. As frutas saem pelo Porto de Natal e o sal pelo Porto-Ilha. Portanto, nada mais óbvio que os dois terminais receberem toda a nossa atenção", afirmou o delegado.
Segundo a Companhia Docas do Rio Grande do Norte, por mês, saem do Porto-Ilha cerca de 204 mil toneladas de sal bruto. O número está no balanço de 2018. Os principais destinos são os Estados Unidos e a Europa.
Já do Porto de Natal, são embarcados para a Europa, principalmente, cerca de 43 mil toneladas de frutas.
Apreensões

Nos últimos oito meses, a PF apreendeu mais de 5 toneladas de cocaína no Rio Grande do Norte. A maior parte (3,3 toneladas) foi encontrada no Porto de Natal.
Houve ainda a descoberta, em novembro de 2018, de 1,3 tonelada da droga dentro de um galpão em Parnamirim, na região metropolitana da capital.
Já no aeroporto de Natal, a última apreensão de cocaína aconteceu em 16 de março de 2017, com a descoberta de pouco mais de 3 quilos.


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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

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GUARDA PORTUÁRIA IDENTIFICA CARGA DE VÍSCERAS SEM NOTA DURANTE FISCALIZAÇÃO E ACIONA VIGILÂNCIA SANITÁRIA



Divisa estima de 700 kg a uma tonelada. Produto não pode ser comercializado em outro estado

Durante fiscalização de rotina da Guarda Portuária em Santarém, oeste do Pará, foi identificada uma carga de vísceras bovinas em caixas de isopor, sem documento de procedência. O produto tinha como destino o estado do Amazonas, mas por estar sem a documentação, a Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) foi acionada.
No local, fiscais da Vigilância Sanitária verificaram a procedência da carga, juntamente com um representante da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), onde foi constatado que as vísceras não tinham o documento de inspeção que permite que um produto seja comercializado em outro estado. Com o selo de inspeção municipal, as vísceras só podem ser comercializadas em Santarém.
Foto: reprodução TV Tapajós

"A gente veio averiguar e realmente não tinha nenhum documento. Entramos em contato com o dono e ele trouxe a nota fiscal. A princípio o destino seria Manaus, no Amazonas. Essas vísceras vinham de um frigorífico de inspeção municipal, e por ser de inspeção municipal, o produto não pode ser transportado para outro estado. O proprietário foi orientado a fazer a retirada do produto, porque ele não vai poder seguir para o Amazonas. E caso ele queira levar outras vezes esse tipo de produto para outro estado, ele tem que comprar de um frigorífico com inspeção federal", explicou a médica veterinária da Divisa, Cristiane Simões.
Foto: reprodução TV Tapajós

O proprietário da carga ficou responsável por retirar o produto da embarcação. Caso não o faça, a Divisa vai apreender o produto.
Fonte: G1 Santarém


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PF APREENDE 2 TONELADAS DE COCAÍNA EM CARGA DE MELÕES NO PORTO DE NATAL



Essa é a segunda apreensão de drogas no Porto de Natal esta semana. Na terça-feira (12), 1,2 tonelada já havia sido apreendida no local

A Polícia Federal encontrou 2 toneladas de cocaína no Porto de Natal na tarde desta quarta-feira (13). De acordo com a PF, a droga estava escondida em um carregamento de melões e seria levada para a Holanda. Essa passa a ser a maior apreensão já feita no porto. Ao todo, foram recolhidas 160 caixas com tabletes da droga. A PF contou com o apoio da Receita Federal na ação.
A nova descoberta acontece um dia depois da Polícia Federal encontrar 1,2 tonelada de cocaína também no Porto de Natal, que era até então a maior apreensão já feita, sendo ultrapassada pela dessa quarta-feira. A droga, que estava dividida em 998 tabletes, também tinha como destino a Holanda e estava misturada em meio a uma carga de mangas. A PF disse que o envio da carga para a Europa seria feito exatamente naquela manhã da terça-feira (12).

Ao todo, nesta semana, a Polícia Federal e a Receita Federal apreenderam 3,2 toneladas de cocaína no Porto de Natal.
Entre quinta-feira (7) e domingo passado (10), Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal realizaram uma operação padrão de fiscalização no porto, que constatou insuficiência de documentação, diferença de controle e vestígios de drogas em alguns contêineres.


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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

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1,2 TONELADA DE COCAÍNA É APREENDIDA NO PORTO DE NATAL



A droga estava escondida em um contêiner carregado com manga que seria enviado para a Holanda

Na madrugada de ontem (12) durante operação conjunta realizada pela Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Portuária foram apreendidos 998 tabletes contendo 1.275 kg de cocaína. A droga estava escondida em um contêiner carregado com manga que seria enviado para a Holanda.

A operação padrão no Porto de Natal teve o objetivo de combater irregularidades, como o tráfico de drogas, evasão de divisas e descaminho de mercadorias.
Segundo a Receita Federal esta é "uma ação padrão de vigilância e monitoramento para verificar as condições de alfandegamento, que envolvem questões técnicas, operacionais e de segurança do porto".
A descoberta da droga se deu após a análise de situações suspeitas durante a de fiscalização realizada no porto entre a quinta-feira (7) e o domingo (10), depois da constatação da insuficiência de documentação, diferença de controle e vestígios de drogas em alguns contêineres.
Cerca de 100 carretas e 474 contêineres foram fiscalizados

Segundo a Receita Federal foram analisados 474 contêineres, sendo que 100 deles foram submetidos a inspeções com scanner e aos cães farejadores.
Houve a retenção de 5 contêineres por insuficiência de documentos, o que pode acarretar pena de perdimento da mercadoria, caso comprovada a irregularidade. Outros 34 contêineres apresentaram diferença de controle de pátio, o que acarretará multa para os responsáveis.
Essa é a maior apreensão de cocaína no Porto de Natal.  A Polícia Federal continuará com as investigações para tentar identificar os responsáveis pela droga.
Operações semelhantes também foram realizadas simultaneamente nos Portos de Pecém e Mucuripe, ambos no Ceará.


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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

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COCAÍNA PURA É ACHADA DENTRO DE SACOS DE CAFÉ NA REGIÃO DO PORTO DE SANTOS, SP



Apreensão foi realizada pelo DEIC, na manhã desta terça-feira (12). Uma pessoa foi presa

A Polícia Civil apreendeu 142 kg de cocaína pura escondidos em uma carga de café, na manhã desta terça-feira (12) em Santos, no litoral de São Paulo. Uma pessoa foi presa. A princípio, a mercadoria seria enviada para a França, mas os policiais descobriram que a droga seria distribuída entre São Paulo e os estados vizinhos.
De acordo com informações do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), policiais civis receberam uma denúncia de tráfico de drogas. As apurações sobre o esquema começaram há 30 dias pela 3ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Crimes Patrimoniais contra Órgãos e Serviços Públicos).

As informações indicavam que uma organização criminosa tentaria introduzir no estado de São Paulo armamentos e drogas. Para isso usariam um esquema de contêiner de exportação de café. A equipe, durante a apuração, obteve a cor e a numeração estampada no depósito de transporte de carga.
A principal referência era que a organização criminosa usaria as ruas próximas ao porto de Santos para não atrair as atenções. Os policiais localizaram o caminhão, nesta manhã desta terça-feira, na avenida Engenheiro Augusto Barata, e abordaram o motorista.



O veículo saiu de Varginha, em Minas Gerais, e estaria carregado com sacas de café que seriam entregues no Porto de Santos e exportadas, a princípio, para a França. Porém, ao realizar uma vistoria no veículo, os policiais civis encontraram tabletes de cocaína pura escondida dentro dos sacos de café.
A equipe deteve o motorista Edinilson Querino Pereira, de 29 anos. Após dizer que não sabia o que estava transportando, ele admitiu que, entre as 320 sacas de café, três sacos continham 126 peças de cocaína.
O caminhoneiro foi encaminhado ao DEIC, em São Paulo, e irá responder pelo crime de tráfico de drogas. Pereira não apresentava passagens anteriores pela Justiça. As investigações continuam para revelar outros envolvidos no esquema.
Por meio de nota, a MSC, proprietária do contêiner, informou que a carga transportada não é de responsabilidade da companhia. "Aparentemente foi utilizada a técnica rip-on/rip-off, na qual a droga é introduzida sem o conhecimento do dono da carga", informou a empresa.
Fonte: G1 Santos


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