SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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COMPANHIA DOCAS PRETENDE AMPLIAR SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

Autoridade Portuária de Santos planeja aumentar quantidade de câmeras de vigilância e adotar tecnologias mais modernas no cais Amplia...

LEGISLAÇÕES

sexta-feira, 14 de junho de 2019

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RECEITA FEDERAL LOCALIZA 506 KG DE COCAÍNA EM CARGA DE PISO NO PORTO DE SANTOS




Os pisos estavam cortados de modo a abrir espaço para a ocultação da droga. O destino da carga seria o Porto de Antuérpia, na Bélgica
Na última quarta-feira (12), agentes da Alfândega da Receita Federal no Porto de Santos localizaram 506 kg de cocaína em carga de exportação com destino à Europa.
A cocaína estava escondida dentro de cinco "pallets", de um total de dez, que continham pedras de revestimento de piso (mármore branco e granito). Em quatro "pallets" de granito e em um de mármore, os pisos internos, abaixo da terceira camada, estavam cortados de modo a abrir espaço para a ocultação da droga.

A localização da cocaína foi possível em virtude de um trabalho de inteligência, que as autoridades da Alfândega denominam de “análise de risco”. Através de critérios objetivos os agentes selecionam uma carga suspeita para conferência. Posteriormente, na verificação do cão de faro, houve indicação para presença de droga.
Segundo as autoridades da Receita Federal, o destino da carga seria o Porto de Antuérpia, na Bélgica.
A droga interceptada foi entregue à Delegacia de Polícia Federal de Santos, que prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Receita Federal. Ninguém foi preso.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             
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quarta-feira, 12 de junho de 2019

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CODESP É ALVO DE SUPOSTA FRAUDE TRABALHISTA


Sob pretexto de 'serviço externo', guardas estariam trabalhando em outros locais, mas mantendo salário da Codesp
Os ministérios públicos Estadual e Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU) receberam, simultaneamente, uma denúncia de suspeita de fraude no ponto de 29 guardas portuários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). A fonte que enviou o documento ao Diário do Litoral revela que os órgãos já estão solicitando documentos oficiais à Direção da autoridade portuária. Os guardas estariam exercendo outras atividades no horário de trabalho, mas recebendo seus salários normalmente.
A questão envolve o procedimento denominado "serviço externo". Segundo denúncia, os guardas, por autorização das então gerências de Operações e de Inteligência, deixariam de registrar o ponto eletrônico biométrico, que prevê seis horas diárias por turno de revezamento durante cinco dias por semana e garante adicionais, horas extras e o descanso semanal, para ficarem livres em outras funções desligadas da Guarda Portuária como, por exemplo, trabalhar na Polícia Civil.
"Ocorre que os guardas estão exercendo jornadas que não existem no contrato de trabalho, todas durante o dia, e inferior a 24 dias trabalhados/mês e com finais de semana e feriados livres, não tendo direito a adicionais, mas os recebendo como se turno fizessem", revela o denunciante, relacionando todos os guardas nessa situação e solicitando aos MPs e TCU que solicitem os registros biométricos, escalas de trabalho e comprovantes de pagamento para provar a "fraude".

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Para o denunciante, o "serviço externo" nada mais é do que pagamento de vantagens indevidas, para manutenção de um círculo vicioso de poder e permanência no cargo, demonstrando total incapacidade e desídia com a coisa pública. "Gostaria que todos os valores (salários pagos indevidamente) fossem devolvidos e os integrantes sejam responsabilizados pelo total desrespeito com os demais trabalhadores da Codesp", finaliza o denunciante.
Sem curso
Não é a primeira vez que são denunciados problemas envolvendo a Guarda Portuária. Conforme publicado em abril último, ao assumir a Superintendência da Guarda, o ex-militar Luis Fernando Baptistella não tinha o Curso Especial de Supervisor de Segurança Portuária, conforme preconiza a Portaria 350, de 1º de outubro de 2014, da Secretaria dos Portos. Portanto, não poderia ter assumido o cargo. Na ocasião, a a Codesp confirmou a informação.
Para exercer a superintendência da Guarda, Luis Baptistella teria que cumprir o que preconiza a Constituição da Unidade de Segurança, que prevê a organização e as ações de formação, aperfeiçoamento e capacitação específica e continuada da Guarda Portuária. O curso tem ainda que ser atualizado conforme resolução específica da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis - Conportos. E ele ainda teria que ter experiência mínima de cinco anos devidamente comprovada na área de segurança.
Procurada, a Codesp informou que a realização do curso prevê que o candidato tenha vínculo empregatício com a companhia e que Luis Fernando Baptistella faria o referido curso, destacando que o currículo do comissionado e sua experiência em temas como ISPS Code, inteligência e contrainteligência, entre outros, são superiores à qualificação exigida pela Portaria nº 350.
Sobre a questão da suposta fraude, informou que não recebeu qualquer solicitação dos órgãos citados. "Destacamos que a empresa tem envidado esforços no sentido de coibir práticas incorretas com o compromisso de adotar todas as medidas administrativas no caso de procedência de tal denúncia, em linha com as melhoras práticas de governança e atendimento ao interesse público.


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             

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terça-feira, 11 de junho de 2019

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ABTTC DESENVOLVE LACRE ELETRÔNICO CONTRA ILÍCITOS EM CARGAS PORTUÁRIAS



Tecnologia inédita já é utilizada em terminais do Porto de Santos
A notícia sobre apreensões de drogas em contêineres no Porto de Santos se tornou comum nos últimos anos. Em 2018, foi registrada a apreensão de 23.119 toneladas de cocaína, um recorde negativo. Para combater essas ocorrências, com drogas, armas ou roubo de cargas, teve início um projeto inédito no País com lacres eletrônicos, que dificultam ações criminosas. Qualquer ação contra o equipamento gera um alerta à central de monitoramento.
Desde abril, quatro terminais de Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex) começaram a testar a tecnologia. E a experiência relatada é positiva. O item é importado e uma nova remessa já chegou à Receita Federal para ampliação das ações.
“Eles contêm chips. Quando o contêiner deixa o Redex é feita a leitura do lacre e o mesmo ocorre quando a carga chega no operador portuário. Se nesse intervalo o lacre tiver sido violado, o problema ser identificado”, diz Walmir Alonso Pedro, gerente operacional da Dínamo, que tem usado o sistema.
No começo de 2017, a Associação Brasileira dos Terminais Retroportuários e das Empresas Transportadoras de Contêineres (ABTTC), que representa os Redex, focou na discussão de procedimentos de segurança na movimentação de cargas. Em setembro daquele ano, após encontros na Alfândega de Santos, a entidade assinou um termo de compromisso com a Iport Solutions, responsável pela tecnologia.
“É um novo paradigma. Buscamos uma solução que atendesse essa demanda de controle que os terminais retroportuários devem oferecer. Na prática, ao adotarmos esse novo lacre, temos um novo serviço, um valor que agregamos para nossos clientes”, destacou o presidente da ABTTC, João Ataliba Botelho Neto.
“Identificamos nesse lacre com chips uma solução que responde às necessidade de nossos clientes. E todos os dados são armazenados com segurança”, disse o diretor comercial da Iport Solutions, Vander Serra de Abreu.
Apesar de o lacre eletrônico ainda não ser obrigatório, o operador econômico autorizado da Alfândega de Santos, André Trajano, ressalta os pontos positivos do equipamento. “Essa tecnologia se mostrou bastante segura. O rompimento do lacre, ou tentativa, é eletronicamente identificável. É algo interessante, bastante atual e que viria para substituir os lacres usados atualmente, que são conhecidos como garrafa ou pino bucha”.
Trajano acredita que a novidade vai ganhar território no Porto. “Veio para atender a esses operadores que se preocupam com a questão da segurança”.
Monitoramento
Com o lacre eletrônico, a ABTTC disponibiliza um ambiente de monitoramento com OCR (lê números e letras do contêiner e da placa do caminhão), RFID (lacre eletrônico) e links de comunicação, além de acompanhar a estufagem e gravar imagens, tudo disponível em tempo real à Alfândega da Receita Federal do Porto. A solução é composta de tecnologias de automação, software web de gerenciamento das informações e integração. Os lacres são descartáveis, têm certificado ISO, dados criptografadas, acesso com senha, são difíceis de falsificar ou clonar. A leitura tem alcance de 5 a 10 m e é feita por coletores móveis ou portal RFID.
Determinação da Alfândega
Segundo Trajano, devido ao grande número de apreensões de drogas em contêineres, a Alfândega determinou que as cargas de exportação sejam monitoradas pelos redex. “São responsáveis por acompanhar a unidade de carga até o embarque no terminal para a exportação. Uma das formas de fazê-lo é através do lacre eletrônico”.
O gerente da Dínamo confirmou que existe uma cobrança sobre os terminais pela fiscalização e comemora a tecnologia. “Que venha o lacre e que o controle aumente”.
Alberto Robinson, gerente da DP World Santos, terminal privado de contêineres do Porto de Santos, diz que o lacre eletrônico é extremamente útil na prevenção de ilícitos e, apesar do custo mais alto, os benefícios são incalculáveis. Segundo ele, o valor é em torno de US$ 13 - o lacre comum é vendido por R$ 15. “É um pouco caro, mas, qual o custo de ter um contêiner com a minha marca ligado a um problema com entorpecentes? É difícil de avaliar. A gente só valoriza ou toma consciência do custo depois que o prejuízo acontece”.
Robinson menciona ainda outras vantagens da tecnologia, que já é usada no resto do mundo, inclusive por terminais da DP World, como na Antuérpia (na Bélgica) e Roterdã (Holanda). “O cliente usa o lacre eletrônico para ter um acesso diferenciado. Ele tem um RFID, que pode se comparar a um “sem parar” de automóveis. Quando o cliente faz o agendamento para entregar o contêiner, ele já o vincula ao número do lacre e passa por um gate especial, onde tem portal como leitor do lacre”.
O gerente explica que, como o lacre já está registrado não é necessário um vistoriador para conferir a carga. “Tem um tratamento mais ágil e rápido. Isso ajuda a orientar o caminhoneiro no terminal e facilita a comunicação do contêiner em relação as demais cargas. É um seviço que o terminal presta. Ele vende esse lacre”.


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segunda-feira, 10 de junho de 2019

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POLÍCIA CIVIL APREENDE ARMAS, DROGAS, UNIFORME E COLETE DA GUARDA PORTUÁRIA



Foi apreendido um fuzil 762, uma metralhadora, dois tabletes de maconha, pesando um total de dois quilos, uma balança de precisão, dez projéteis, uniforme, quepe e colete da Guarda Portuária
Na manhã da última sexta-feira (07), sob comando da delegada Maria Cristina Valle Esteves e do chefe de operações, investigador Paulo Sergio, os policiais civis da Seccional Urbana de Sacramenta prenderam o casal Luídson Campos Barros e Darlene Cristina Alencar Favacho.
O casal foi preso na sua casa, na Travessa Vileta, na área do Canal São Joaquim, no bairro da Sacramenta, em Belém, no Pará. No local foi apreendido um fuzil 762, uma metralhadora, dois tabletes de maconha, pesando um total de dois quilos, uma balança de precisão, dez projéteis, uniforme, quepe e colete da Guarda Portuária.
Segundo foi apurado pelo Portal Segurança Portuária em Foco, o uniforme e o colete da Guarda Portuária foi produto de um roubo sofrido por um guarda portuário recentemente.

O casal foi autuado em flagrante pela posse ilegal de armas de fogo, de uso restrito, e tráfico de drogas. Ambos estão presos à disposição da Justiça. A Polícia Civil vai apurar o envolvimento deles no roubo do guarda portuário.

A investigação foi motivada por denúncia de que um casal estaria guardando armamento pesado de uma facção criminosa. Segundo o delegado Miguel Cunha, é possível que as armas fossem utilizadas em assaltos a banco ou a carro forte. “Essa quadrilha tem guardado esse tipo de armamento em diversos lugares para dificultar a sua apreensão”, disse o delegado.

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RECEITA FEDERAL LOCALIZA 489 KG DE COCAÍNA EM CARGA DE EXPORTAÇÃO NO PORTO DE SANTOS



A droga estava escondida dentro de "big bags" contendo microssílica. A carga tinha como destino o Porto de Roterdã, na Holanda
No final da tarde de sexta-feira (07), equipes da Alfândega da Receita Federal no Porto de Santos localizaram 489 kg de cocaína em uma carga de exportação.
Segundo as autoridades, os tabletes de cocaína estavam escondidos dentro de "big bags" contendo microssílica, uma substância que é utilizada, por exemplo, na produção de cimento e concreto, para aumentar a resistência.
A carga tinha como destino o Porto de Roterdã, na Holanda. Os fiscais da Receita suspeitam que os criminosos tenham utilizado a técnica criminosa denominada "rip-on/rip-off", em que a droga é inserida em uma carga lícita sem o conhecimento dos exportadores e importadores.
A droga interceptada foi entregue à Delegacia de Polícia Federal de Santos, que prosseguirá com as investigações para identificar os traficantes. Ninguém foi preso.

Apreensões
Segundo a Alfândega do Porto de Santos, neste ano, em 26 ações, já foram apreendidos 11.167 kg de cocaína no cais santista. No mês passado, quase duas toneladas de droga, escondidas em cargas com destino aos portos da Holanda e da Bélgica, foram apreendidos.


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sexta-feira, 7 de junho de 2019

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POLÍCIA CIVIL APRENDE APREENDE 200 QUILOS DE COCAÍNA NO GUARUJÁ



Entre outros itens apreendidos, estão seis malas de viagem, um cavalo mecânico, uma carreta semirreboque e um Ford Ecosport
Policiais civis do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) prenderam dois homens e apreenderam 200 quilos de cocaína. O flagrante aconteceu por volta das 19 horas de quarta-feira (05) no Guarujá.
Foto: Divulgação Polícia Civil
Agentes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes, do Denarc, encontraram um imóvel, no bairro Jardim Conceiçãozinha, que servia como ponto de distribuição dos entorpecentes. Um dos presos, de 37 anos, era foragido da Justiça.
Também foram apreendidos seis  de viagem, um cavalo mecânico, uma carreta semi-reboque e um Ford Ecosport. Os criminosos foram encaminhados à unidade policial, onde permaneceram à disposição da Justiça.
Como no local havia um caminhão com contêiner e malas de viagem, as autoridades policiais acreditam que a droga seria enviada ao exterior.

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