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LEGISLAÇÕES

sexta-feira, 30 de julho de 2021

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GUARDA PORTUÁRIA APREENDE MACONHA NO PORTO DE SANTARÉM

 

A abordagem foi possível após monitoramento durante desembarque de passageiros por câmeras de segurança

No último domingo (23), por volta de 18h, a Guarda Portuária (GPort) apreendeu mais de 23 kg de maconha no Porto de Santarém, no oeste do Pará.

A abordagem foi possível após monitoramento durante desembarque de passageiros por câmeras de segurança.

Segundo o Supervisor de Operações de Segurança da Guarda Portuária, Francisco Martins, os guardas portuários observaram pelas câmeras um homem desembarcar de uma embarcação procedente de Manaus carregando duas caixas de papelão, e deixando próximo aos quiosques de vendas de passagens.

Posteriormente, no momento em que outro homem, acompanhado de duas mulheres menores de idade, veio buscar as caixas, ocorreu a abordagem pela guarnição. Durante a revista foram encontrados 23 pacotes de substância análoga à maconha.

Em seguida, a Guarda Portuária acionou a Polícia Militar para realizar uma busca na embarcação. A 2° Companhia Independente de Missões Especiais (CIME) esteve no local realizando buscas com cães farejadores, mas nada mais foi da embarcação.

Cinco pessoas, suspeitas no envolvimento no tráfico da droga foram apresentadas na 16° Seccional de Polícia Civil pela Guarda Portuária. O conferente de carga, que teria recebido a droga em Manaus; um trabalhador diarista na embarcação, que teria retirado a droga e deixado no cais junto aos guichês; e um homem e duas mulheres menores que vieram buscar a droga.

A polícia também investiga o responsável por embarcar a droga em Manaus.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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POLÍCIA FEDERAL APREENDE 290 KG DE COCAÍNA EM CARGA DE AÇÚCAR NO PORTO DE SANTOS

 

A embarcação tinha como destino final o Porto de Largos, na Nigéria

No ultimo sábado (24), Polícia Federal (PF) apreendeu 290 kg de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A droga foi localizada escondida em meio a uma carga de açúcar, no porão de um navio atracado num dos terminais do porto. A embarcação tinha como destino final o Porto de Largos, na Nigéria.

Todo o material apreendido foi encaminhado para a Delegacia da PF em Santos, que seguirá com as investigações para identificar os responsáveis do esquema de tráfico internacional.

Outra Apreensão

Um dia antes, na sexta-feira (23) a Receita Federal do Brasil (RFB), durante operação conjunta com a Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil apreenderam 1.854 kg de cocaína, escondida em sacas de açúcar.

A carga tinha como destino o Porto de Tema, em Gana, no continente africano.


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quinta-feira, 29 de julho de 2021

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APREENSÃO DE COCAÍNA NOS EUA RESSALTA PROBLEMA DE TRÁFICO DE DROGAS NA INDÚSTRIA NAVAL

 

O caso é um dos muitos que escancaram o quanto a indústria naval é vulnerável à atividade criminosa de traficantes de drogas

Em uma condenação rara, recentemente o primeiro oficial de um navio fretado por uma empresa com sede na Suíça foi condenado a sete anos de prisão nos Estados Unidos. A sentença ocorreu depois que as autoridades encontraram um recorde de 20 toneladas de cocaína a bordo. O caso é um dos muitos que escancaram o quanto a indústria naval - setor no qual a Suíça é uma peça chave - é vulnerável à atividade criminosa de traficantes de drogas.

Em 17 de junho de 2019, fiscais do governo dos EUA embarcaram em um navio que atracou no Terminal Marítimo Packer na Filadélfia. A bordo, apreenderam 19,75 toneladas de cocaína, mercadoria equivalente a US$1 bilhão (CHF 920 milhões). A ação foi uma das maiores apreensões de drogas da história dos Estados Unidos e fez com que a empresa afetada investisse milhões de dólares em atualizações de segurança.

O navio flagrado com a droga, o MSC Gayane, fazia parte da frota da Mediterranean Shipping Corporation, empresa sediada em Genebra, que é responsável por  cerca de 16% do comércio marítimo mundial. A MSC é a segunda maior operadora de navegação do mundo e aparece no ranking global apenas atrás da Maersk, sediada na Dinamarca.

Em entrevista à swissinfo.ch, um representante do Ministério Público dos EUA disse que as investigações do caso estão em andamento e que a empresa não enfrenta acusações. Mas, um oito tripulantes foram presos e considerados culpados de conspiração para porte com intenção de distribuição de cocaína.

A sentença contra o primeiro oficial do MSC Gayane, Bosko Markovic, foi proferida em 10 de junho, de acordo com documentos judiciais que correm fora de sigilo.

“Um esquema de contrabando dessa magnitude provavelmente não teria sido possível sem o [primeiro oficial]", disse o promotor assistente Jerome Maiatico. “Seu papel era necessário.” O primeiro oficial tem funções importantes: é geralmente responsável pela carga do navio e pela tripulação do convés.

O caso de contrabando foi sem precedentes considerando a dimensão e a resposta legal dos EUA. A Alfândega e a Proteção de Fronteiras apreenderam temporariamente a embarcação - um navio que mede cerca de dois quarteirões de comprimento - que foi posteriormente liberada com fiança de US $50 milhões. A MSC perdeu temporariamente seu status na inspeção preferencial da alfândega americana por consequência do caso.

A investigação subsequente, cujos detalhes surgiram em documentos de condenação, revelou uma operação clandestina de tráfico de drogas que as autoridades norte-americanas dizem “parecer um enredo de filme”. Os membros da tripulação usavam telefones criptografados para se comunicar com fornecedores de drogas na América do Sul. E o guindaste do navio era usado para içar redes de carga cheias de cocaína, trazidas por lanchas que se aproximavam do navio à noite.

Problema generalizado

Esses incidentes não são exclusivos da MSC. O tráfico de drogas é uma dor de cabeça para todas as grandes linhas de contêineres, incluindo a Maersk. Em 2019, as autoridades do Reino Unido apreenderam 1,3 toneladas de heroína em um navio operado pela Maersk. No ano passado, as autoridades mexicanas encontraram 102,5 quilos de cocaína em um navio da mesma empresa.

Especialistas das Nações Unidas observam que o comércio de drogas ilícitas aumentou entre 2014 e 2019. Para os estudiosos, parece que os barões da droga estão correndo riscos maiores, enviando mais cocaína de uma só vez. Na América do Norte, Central e do Sul foram registradas 17 apreensões de drogas de alto perfil em 2020. Na Europa foram 13, de acordo com a Câmara Internacional de Navegação. A maioria dos casos envolvia cocaína escondida em cargas variadas como arroz, banana e carvão.

“O comércio de drogas ilícitas é prejudicial e caro para a navegação”, diz John Stawpert, da Câmara Internacional de Navegação, que representa mais de 80% da frota mercante mundial e publica diretrizes regulares sobre o combate ao tráfico de drogas. Ele se recusou a comentar o caso de MSC Gayane diretamente.

“Lamentavelmente, o que explica a existência [do comércio ilegal] é a demanda por oferta”, disse Stawpert à SWI swissinfo.ch. “Nove em cada dez mercadorias de sua casa são transportadas por mar e, devido a essa escala e escopo, é um meio atraente para os traficantes de drogas, apesar dos esforços contínuos do governo e da indústria para conter os crimes.”

A cocaína é a segunda droga mais consumida na União Europeia, depois dos produtos de cannabis.

Antoine Vella, pesquisador dedicado a estudar o tráfico de cocaína no Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), destaca que “o uso de navios mercantis, incluindo contêineres para movimentação de cocaína, é o principal meio para traficantes que visam o mercado europeu”. MSC Gayane, se não fosse interceptado nos EUA, atracaria nos portos de Rotterdam, Antuérpia e Le Havre na França.

Vella observa que existem muitas maneiras das drogas serem plantadas a bordo de um navio sem que a empresa perceba. O mais comum é o método “rip-on, rip-off”, no qual os contêineres são abertos e fechados novamente para contrabandear drogas, geralmente na área das docas do porto de partida. Redes complexas de organizações criminosas e corrupção de autoridades portuárias aumentam o problema.

A pandemia Covid-19 com suas quarentenas e restrições complicou os esforços para lidar com o problema. A demanda do consumidor levou a um aumento no transporte marítimo de contêineres, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, que observou em uma política de abril que “as taxas de frete de contêiner atingiram níveis históricos”.

Qual é o papel da Suíça?

A Suíça, mesmo sem litoral, é o lar de uma constelação de companhias de navegação que consideram conveniente estar baseadas em centros de comércio de commodities como Genebra. As autoridades suíças, no entanto, só têm jurisdição sobre os casos que envolvem navios que viajam sob a bandeira do país. O MSC Gayane, por exemplo, é registrado na Libéria.

“A Suíça não tem portos nos oceanos e não pode impedir que os navios de suas empresas sejam pavimentados em outros países, por isso tem limitações em intervir diretamente”, diz Vella. “Em termos de boas práticas de transporte marítimo, o ideal é que haja uma forte ligação entre a bandeira do país e o navio”, acrescenta.

Sobre o caso, a Mediterranean Shipping Company, empresa familiar italiana com sede em Genebra, afirma ter sido vítima de uma conspiração criminosa conduzida por sua tripulação do MSC Gayane. Em uma declaração sobre o impacto do caso, em um tribunal da Filadélfia, a gigante da navegação descreveu o incidente como uma “mancha indesejada e imerecida” em seu histórico.

MSC - um agente global

A frota da MSC inclui mais de 350 navios próprios ou fretados, bem como 210 barcos fretados por tempo, de acordo com um comunicado publicado pela empresa em março. As embarcações contam com quase 9.000 membros de tripulação, no mar. Os navios da MSC fazem escala em aproximadamente 500 portos em cerca de 200 rotas comerciais e transportam mais de 20 milhões de contêineres anualmente em todo o mundo.

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Na declaração de impacto, a MSC também mencionou suas robustas políticas anti-contrabando e afirmou que realiza buscas de drogas em navios ao sair de um porto, bem como antes de entrar em um porto dos Estados Unidos. A empresa apontou que a exigência de visto deu às autoridades dos EUA a oportunidade de realizar verificações de antecedentes nos membros da tripulação. A empresa disse que coopera estreitamente com as autoridades policiais dos EUA.

Após uma série de incidentes relacionados às drogas, a empresa de transporte também divulgou planos de investir US$100 milhões em melhorias de segurança até 2024.

Também em 2019, as autoridades dos EUA encontraram meia tonelada de cocaína a bordo do MSC Desiree e 1,5 tonelada de cocaína no MSC Carlotta. Já no início de 2021, as autoridades australianas apreenderam 200 kg de cocaína a bordo do MSC Joanna.

Um porta-voz da MSC se recusou a comentar o caso de MSC Gayane, mas ressaltou que a empresa tem "tolerância zero para o abuso de seus serviços por meio de atividades criminosas, incluindo tráfico de drogas" e que implementa medidas de segurança robustas, incluindo câmeras e grades, além de fornecer um processo de denúncia de irregularidades para que os oficiais relatem atividades suspeitas.

A Associação de Armadores Suíços, que tem sete membros, incluindo a MSC, e representa mais de três quartos da frota operada na Suíça, não quis comentar sobre os desafios enfrentados pela indústria no que diz respeito ao tráfico de drogas. A Swiss Trading and Shipping Association afirma que as empresas procuram contratar equipes profissionais para evitar problemas.

Mais supervisão do governo?

O especialista suíço em direito penal, Mark Pieth, acredita que o governo do país alpino deve desempenhar um papel mais central na supervisão da indústria naval. Ele diz que a ocultação de mercadorias ilegais é apenas uma das questões que o setor enfrenta, que incluem abusos ambientais e trabalhistas. Pieth aponta que as drogas contrabandeadas a bordo de navios raramente são capturadas, e que uma operação secreta como a orquestrada pelas autoridades americanas é ainda mais rara.

“Existem períodos de resposta extremamente curtos no porto que impedem os fiscais de descobrir irregularidades”, explica Pieth, que leciona na Universidade de Basel e está escrevendo um livro sobre a indústria naval. “Eles [apenas] conseguem descobrir se forem avisados, se houver uma operação secreta ou então é simplesmente um acaso.” O especialista em aplicação da lei Bob Van den Berghe, do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, diz que apenas 2% dos 750 milhões de contêineres movimentados em todo o mundo a cada ano são inspecionados. A demanda do consumidor em meio à pandemia de Covid-19 levou a um aumento no transporte marítimo de contêineres, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, que observou em relatório de abril que "as taxas de frete de contêiner atingiram níveis históricos".

O governo suíço, por sua vez, diz que está fazendo sua parte no combate ao tráfico de drogas por meio da participação em organismos internacionais como a Organização Marítima Internacional e a Interpol. Ratificou a Convenção para a Supressão de Atos Ilícitos contra a Segurança da Navegação Marítima e implementou o Código Internacional de Segurança de Navios e Instalações Portuárias, uma vez que os portos do Reno na Suíça têm uma conexão com o mar.

Incidentes como o MSC Gayane são caros e embaraçosos para a indústria naval, diz Pieth. Mas ele admite que é uma tarefa dificílima se proteger de empreendimentos criminosos, dada a natureza do transporte de contêineres e a complexidade das cadeias de abastecimento envolvidas.

“A questão é se eles podem estar mais atentos”, questiona. “Eles podem ter cuidado na contratação. Mas eles realmente não podem evitar que seus funcionários sejam subornados por barões da droga”.

Fonte: SWISSINFO   


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RECEITA FEDERAL LOCALIZA QUASE 2 TONELADAS DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 

A droga estava granulada, dentro das sacas de açúcar, e não em tabletes, como é encontrada habitualmente

Na última sexta-feira (23), Receita Federal do Brasil (RFB), durante operação conjunta com a Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista, localizou no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, quase 2 toneladas de cocaína.

Segundo a autoridade aduaneira, durante a ação, foram encontrados 1.854 kg de cocaína, escondida em sacas de açúcar. A carga tinha como destino o Porto de Tema, em Gana, no continente africano.

A droga estava granulada, dentro das sacas de açúcar, e não em tabletes, como é encontrada habitualmente.

Após a localização, a droga apreendida foi encaminhada à Polícia Federal, que prosseguirá com as investigações.

De acordo com o RFB, esta é a maior apreensão de drogas realizada no Porto de Santos em 2021. Em todo o ano, já são mais de 9 toneladas de cocaína apreendida.


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quarta-feira, 28 de julho de 2021

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CONPORTOS REALIZA TREINAMENTO DE ANÁLISE DE RISCO NO PORTO DE ITAJAÍ

 

O treinamento aborda conceitos, princípios e fundamentos de segurança e análises de riscos, abordagem do risco cibernético para instalações portuárias, ameaças e vulnerabilidades à segurança em portos

Teve início na manhã de ontem, terça-feira (27), o Treinamento de Análise de Riscos promovido pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS, com o apoio da Superintendência do Porto de Itajaí, no litoral de Santa Catarina.

Programada para se estender até a próxima quinta-feira (29), o treinamento vai abordar Conceitos, princípios e fundamentos de Segurança e Análises de Riscos, Abordagem do Risco Cibernético para Instalações Portuárias, ameaças e vulnerabilidades, entre outros assuntos relevantes relacionados à segurança em portos.

Abertura

Para a cerimônia de abertura, realizada no auditório da Superintendência do Porto de Itajaí, foram convidados para compor a mesa, o Diretor de Operações Logísticas do Porto de Itajaí, Heder Cassiano Mortiz, representando o Superintendente Fábio da Veiga, o Delegado e Presidente da Conportos, Marcelo João da Silva, a chefe da Delegacia da Policia Federal de Itajaí, Luciana De Castro Ribeiro, o Delegado da Alfândega da Receita Federal, Klebs Garcia Peixoto, o chefe da unidade Regional da (ANTAQ) -  Agência Nacional de Transportes Aquaviários,  Maurício Medeiros, e o Delegado da Policia Federal e coordenador da CESPORTOS, Thiago Giavarotti.

“Para a Superintendência do Porto de Itajaí, enquanto responsável pela administração do Porto, e também na condição de Autoridade Portuária de todo complexo, é uma honra termos aqui novamente eventos desta natureza, que fazem com que o nosso complexo possa efetivamente contribuir para os trabalhos realizados pela Conportos, sendo uma atividade tão importante no contexto portuário, quanto à questão da segurança. Esse treinamento é muito importante para o Brasil, comércio exterior, e principalmente às empresas que fazem parte deste elo logístico, que faz com que tenhamos condições de manter a nossa missão de contribuir para as atividades portuárias”, informa Heder.

O Delegado de Polícia Federal e atual Presidente da (Conportos), Marcelo João da Silva, enfatiza a instalação da sede da Cesportos (Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis) no munícipio de Itajaí, ocasionada em dezembro de 2011, em função do investimento do Estado na estrutura de segurança de seus terminais e portos:

“A escolha de Itajaí para sediar o treinamento acerca da análise de riscos com ênfase na segurança portuária, ocorreu em razão do apoio da Superintendência do Porto de Itajaí, e da excelência do trabalho desenvolvido pela Cesportos Santa Catarina. A realização do exercício em maio deste ano e a posterior obtenção da declaração de comprimento pelo Porto de Itajaí são exemplos do bom trabalho desenvolvido pela Cesportos Santa Catarina, e estão na linha implementada pela Conportos a respeito do fortalecimento dos protocolos de segurança das instalações portuárias nacionais. A proposta do treinamento acerca da análise de riscos com ênfase na segurança portuária é aprimorar o conhecimento dos agentes públicos responsáveis pela análise dos estudos de variação de riscos, de modo que haja redefinição na perspectiva e modo de implementação da gestão de riscos das instalações portuárias nacionais,” informa Marcelo.

O Delegado de Polícia Federal e atual Presidente da (Conportos), Marcelo João da Silva, agradeceu o apoio e a iniciativa da Superintendência do Porto de Itajaí e enfatizou a instalação da sede da Cesportos (Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis) no munícipio de Itajaí, ocasionada em dezembro de 2011, em função do investimento do Estado na estrutura de segurança de seus terminais e portos:

“A escolha de Itajaí para sediar o treinamento acerca da análise de riscos com ênfase na segurança portuária, ocorreu em razão do apoio da Superintendência do Porto de Itajaí, e da excelência do trabalho desenvolvido pela Cesportos Santa Catarina. A realização do exercício em maio deste ano e a posterior obtenção da declaração de comprimento pelo Porto de Itajaí são exemplos do bom trabalho desenvolvido pela Cesportos Santa Catarina, e estão na linha implementada pela Conportos a respeito do fortalecimento dos protocolos de segurança das instalações portuárias nacionais,” informa Marcelo.

“É uma satisfação estarmos aqui juntos, os nossos trabalhos nos terminais portuários, nos portos organizados, de certa forma nos trouxeram até onde estamos hoje, estamos na capital da CONPORTOS em Santa Catarina, estamos em Itajaí, a nossa casa. Esperamos ter um treinamento que agregue na execução dos nossos serviços, e que nos traga muito conhecimento. Através da Superintendência do Porto de Itajaí, agradeço a Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), que sempre nos trás para este espaço de uma forma muito atenciosa, e a todos pelo comparecimento, estaremos à disposição de todos” conclui Thiago Giavarotti, Delegado da Policia Federal e coordenador da Cesportos – Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis de Santa Catarina.

Treinamento - "Análise de Riscos com Ênfase na Segurança Portuária" (ARESP)

A Conportos é responsável por elaborar e implementar o sistema de prevenção e repressão a atos ilícitos nos portos, terminais e vias navegáveis voltadas para a segurança dos colaboradores portuários, assim como, as medidas provenientes pela Organização Marítima Internacional (IMO), por meio do Código Internacional de Proteção de Navios e Instalações Portuárias (Código ISPS).

Desde o ano de 2018, a Comissão e a Diretoria de Inteligência Policial da Polícia Federal (DIP/PF), por meio de seu Serviço de Análise Estratégica (SAE/CGI/DIF/PF), trabalham na construção de uma ferramenta de análise de risco com ênfase em segurança portuária.

No ano de 2019, a Conportos institui um grupo de trabalho para subsidiar a consolidação de uma única metodologia de análise de riscos específica para segurança pública portuária brasileira, bem como a reformatação dos modelos de Estudo de Avaliação de Riscos e Plano de Segurança Portuária em uso pelas instalações portuárias nacionais.

A empreitada resultou na validação e incorporação dos conceitos contidos nas normas da série ABNT NBR ISO/IEC 31000 ao processo de elaboração dos Estudos de Avaliação de Risco e Planos de Segurança Portuária por meio do método "Análise de Riscos com Ênfase na Segurança Portuária" (ARESP), que foi disciplinado na Resolução nº 53, de 04 de setembro de 2020, publicada no Diário Oficial da União nº 172, Seção 1, página 49, em 08 de setembro de 2020.

Na avaliação da Conportos, a adoção de uma metodologia única para avaliação de riscos, conforme preconizado pela Resolução nº 53, demanda o aprimoramento contínuo dos agentes públicos responsáveis pela análise e homologação dos documentos elaborados pelas instalações portuárias nacionais, julgando necessária a realização de treinamento acerca das suas particularidades e aplicação pelos agentes públicos integrantes das Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos).

As palestras serão ministradas pelo Delegado de Polícia Federal e Presidente da Conportos, Dr. Marcelo João da Silva, o professor e Agente da Polícia Federal Felipe Scarpelli de Andrade, e o Policial Federal Carlos Eduardo Pires de Albuquerque, cada profissional deverá abordar suas diretrizes com base na metodologia de treinamento abordada.


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terça-feira, 27 de julho de 2021

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GSI-PR APRESENTA O PROJETO VIGIA AZUL NO PORTO DE RECIFE

 

Inspirado no programa VIGIA (Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas), ele tem a mesma proposta, mas para as fronteiras marítimas

Na última quarta-feira (21), representantes do GSI-PR (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), do MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e da Polícia Federal (PF) estiveram no Porto do Recife para falar sobre segurança nas fronteiras.

O PPIF, também conhecido como Programa de Proteção Integrada de Fronteiras, é um projeto que visa fortalecer a prevenção, o controle, a fiscalização e a repressão aos delitos transfronteiriços, com foco no tráfico de drogas.

Instituído através do Decreto Federal nº 8.903, de 16 de novembro de 2016, o programa envolve a ação conjunta de vários órgãos de segurança pública como a Polícia Federal, o GSI-PR, a Polícia Rodoviária Federal, o Ministérios das Relações Exteriores, MJSP e outros.

Na visita, os representantes do GSI-PR aproveitaram o momento para apresentar um projeto em construção, o “VIGIA Azul”.

Inspirado no programa VIGIA (Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas), uma ação estratégica para o combate ao crime organizado e à repressão aos crimes transnacionais em todas as regiões de fronteira e divisas do país, o “V.I.G.I.A. Azul” tem a mesma proposta, mas para as fronteiras marítimas.

Para isso, o Comandante Márcio Braga, coordenador de Segurança de Infraestrutura Crítica do GSI-PR, e o Comandante José Benoni, integrante do projeto PPIF e da GSI-PR, veem realizando, junto com sua equipe, visitas em portos de todo o país para integrar as forças de segurança e incrementar as defesas das zonas portuárias. Adriana Albuquerque, delegada da Polícia Federal e coordenadora da CESPORTOS/PE, também acompanhou a visita.

Representando o Porto do Recife, o diretor técnico, Vinícius Pinon, afirmou que a administração vem procurando investir cada vez mais para aprimorar a segurança na zona portuária recifense e reforçou o interesse da instituição em colaborar com o projeto “V.I.G.I.A. Azul”. Também participaram o coordenador de operações, Edson Bartolomeu, o coordenador de segurança, Jorge Roberto Pereira, e o auditor interno, Bruno Novaes.


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