SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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GUARDAS PORTUÁRIOS PROTESTAM EM BRASÍLIA

Guardas Portuários, ligados à Codesa, temem demissões com o processo de privatização dos portos. Um grupo de 22 guardas portuários ca...

LEGISLAÇÕES

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

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RECEITA FEDERAL APREENDE 600 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE ITAPOÁ



A droga estava em uma carga de madeira cujo destino era o Porto de Antuérpia, na Bélgica.
Na última segunda-feira (20), a Receita Federal, com o apoio da Polícia Federal, apreendeu 600,5 kg de cloridrato de cocaína no Porto de Itapoá, em Santa Catarina, que tinham como destino o Porto de Antuérpia, na Bélgica.

Na abertura do contêiner verificou-se a presença de 19 bolsas em meio à carga de madeira, procedimento conhecido como “rip-on/rip-off”, em que a droga é colocada na carga sem conhecimento do exportador.

Esta é a primeira apreensão de cocaína realizada pela Alfândega de São Francisco do Sul em 2020.
A droga foi encaminhada à Polícia Federal, a quem compete a instauração de inquérito para apuração dos responsáveis pelo delito.
Esta é a primeira apreensão de cocaína neste ano no Porto de Itapoá. Na semana passada, 935 kg da mesma droga foram descobertos no Porto de Itajaí.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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RECEITA FEDERAL LOCALIZA 540 KG DE COCAÍNA EM CARGA DE AÇÚCAR NO PORTO DE SANTOS


Destino da carga seria o Porto de Antuérpia, na Bélgica.
Na segunda-feira (20), a Receita Federal localizou 540 kg de cocaína, escondidos em uma carga de exportação, no interior de um terminal de contêineres situado no Porto de Santos.

A droga estava no interior de um contêiner carregado com uma carga de açúcar refinado, acondicionado em sacos de ráfia, cujo destino seria o Porto de Antuérpia, na Bélgica. Sua seleção para conferência ocorreu através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva por escâner.
Durante a inspeção, houve indicação positiva do cão de faro da Receita Federal. Aberto o contêiner, foram localizados, no interior de diversos sacos da carga regular, cocaína embalada em material plástico, totalizando 540 kg.

A droga interceptada pela Receita Federal foi entregue à Polícia Federal, que acompanhou a operação a partir de sua localização e prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Receita.


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RECEITA FEDERAL LOCALIZA QUASE DUAS TONELADAS DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS




Operação contou com apoio das equipes de cães de faro.
Na última sexta-feira (17) a Receita Federal finalizou uma ação de fiscalização que durou por quatro dias, culminando com a localização de 1.910 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral de São Paulo.
Iniciada na terça-feira (14), a ação foi promovida por equipes da Alfândega da Receita Federal e condutores de cães de faro da própria Unidade e da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal. A droga estava escondida em cargas de exportação.
As unidades de carga (contêineres) foram selecionadas para conferência através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva por escâner e varredura de pátio.



No primeiro dia foram localizados 1.229 kg de cocaína em uma carga regular de farinha proteica de soja acondicionada em sacas. O destino final da carga seria o Porto de Antuérpia, na Bélgica.
Na quinta-feira os agentes localizaram mais 681 kg da droga em uma carga regular de limões “in natura” acondicionados em caixas. A carga tinha como destino final a Holanda.

Nas duas oportunidades, houve indicação positiva dos cães de faro da Receita Federal, direcionando as equipes para uma inspeção mais detalhada das cargas.
A finalização dos trabalhos ocorreu na sexta-feira (17), após a verificação de todos os contêineres selecionados.
A droga interceptada pela Receita Federal foi entregue à Polícia Federal, que acompanhou as operações a partir das localizações e prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Receita.


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

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JUSTIÇA CONDENA GRUPO LIGADO AO HEZBOLLAH QUE ATUAVA NO PORTO DE SANTOS



Dez pessoas condenadas são ligadas pelo envio de centenas de quilos de cocaína à Europa pelo Porto de Santos.
A Justiça Federal condenou dez homens acusados de integrar uma organização criminosa responsável pelo envio de centenas de quilos de cocaína à Europa pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A cúpula do grupo ainda é suspeita de financiar atividades terroristas do Hezbollah e tentar comprar um laboratório farmacêutico envolvido na Operação Lava Jato.
A organização criminosa começou a ser desmantelada pela Polícia Federal (PF) em 2014, a partir de dossiê elaborado pela Drug Enforcement Administration (DEA), agência antidrogas norte-americana. O documento foi enviado às autoridades do país por meio da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.
“Inteligência recente da DEA indica que Mohamed Ali Jaber [vulgo Ali, Mohamed] é, atualmente, o líder de uma organização de tráfico de drogas internacional com base em São Paulo. Ele também é responsável por carregamentos de centenas de quilogramas de cocaína para países da Europa e África, trabalhando via Porto de Santos, no Brasil”, informa parte do dossiê.
Não à toa, a posição de liderança do libanês Mohamed lhe rendeu a mais elevada pena imposta aos membros da super quadrilha: 37 anos, nove meses e 18 dias de reclusão pelos delitos de tráfico internacional de drogas e integrar organização criminosa. O cabeça contaria com a parceria de compatriotas no comando do grupo, razão pela qual a PF batizou a investigação de Operação Beirute.
1,5 tonelada
O grupo é apontado como dono do carregamento de 1.180 kg de cocaína pura apreendido no dia 7 de julho de 2014 no município de Ipeúna (SP).
Escondida em uma carga lícita de pisos cerâmicos, a droga foi preparada na cidade vizinha de Rio Claro e seguia de caminhão ao Porto de Santos. O objetivo dos criminosos era enviar o entorpecente a Portugal, onde ele valeria US$ 60 milhões (R$ 253 milhões).
Apesar da vultosa apreensão, as atividades do grupo continuaram. Houve a interceptação de mais dois lotes de cocaína para exportação em Guarujá (30 kg) e Santos (290 kg), respectivamente, nos dias 3 de setembro e 26 novembro de 2014. Quem a PF não conseguiu prender em flagrante nas operações de logística do tráfico foi identificado durante as investigações da Beirute.
Agente da Polícia Federal reúne materiais apreendidos na Operação Beirute, em 2014 — Foto: Divulgação / Setor de Comunicação Social da PF l

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 17 réus. Dois respondem às acusações em processos distintos, ainda em trâmite. Mohamed e os 14 restantes foram sentenciados, no último dia 13, pela juíza federal Daniela Paulovich de Lima, da 1ª Vara Federal de Piracicaba. Por insuficiência de prova, ela absolveu cinco.
Além de Mohamed, os demais condenados e as suas penas são: Walter Fernandes (cinco anos e dez meses), Hicham Mohamad Safie (10 anos, um mês e 12 dias), Marcelo Thadeu Mondini (22 anos e dois meses), Nahim Fouad El Ghassan (21 anos, quatro meses e 24 dias), Nivaldo Aguillar (32 anos e oito meses), Andrew Balta Ramos (30 anos e quatro meses), Jesus Missiano da Silva Júnior (30 anos e quatro meses), Carlos José da Silveira (cinco anos e dez meses) e Marcelo Almeida da Silva (17 anos e seis meses).


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Habeas corpus
Defensor de Andrew Ramos, Marcelo da Silva e um terceiro réu que foi absolvido, o advogado Eduardo Durante informou que os dez condenados poderão recorrer em liberdade. Na sentença, a juíza fundamentou a possibilidade de os acusados apelarem soltos com o fato de eles terem sido beneficiados com habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).
O habeas corpus foi concedido no dia 19 de fevereiro de 2018, substituindo a prisão preventiva dos réus pelas medidas cautelares de comparecimento mensal em juízo para justificar atividades, proibição de deixar as cidades onde moram sem autorização judicial e proibição de sair do país, com entrega do passaporte à Justiça Federal.
Interesse americano
Apoiadora do líder do Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah usa as palavras 'vingança poderosa' na mão, em referência à morte de Soleimani, antes de um discurso de Nasrallah na TV em Beirute, no Líbano, neste domingo (5). — Foto: Maya Alleruzzo/AP

As suspeitas de que a megaquadrilha injetava recursos financeiros no Hezbollah, detentor de braço político no Líbano, e lavava dinheiro do narcotráfico internacional nos Estados Unidos com a compra de imóveis, despertaram o interesse da DEA.
Durante a Operação Beirute, a PF apurou que Hicham Safie iniciou tratativas, que não evoluíram, para comprar um laboratório farmacêutico. A empresa objeto da negociação, segundo a PF, foi usada pelo doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, para lavar dinheiro e mascarar o repasse de propinas a agentes públicos e políticos.



Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

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RECEITA FEDERAL APREENDE 935 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE ITAJAÍ



A droga estava oculta em carga de argamassa destinada à Europa.
Na última quinta-feira (16), a Receita Federal, com o apoio da Polícia Federal, apreendeu 935 kg de cloridrato de cocaína no Porto de Itajaí, em Santa Catarina.
A droga foi descoberta após a carga ser classificada na análise de risco da Receita Federal, e selecionada para passar pelo scanner. Os contêineres estavam armazenados na retro área do porto desde dezembro.
Na abertura do contêiner os agentes verificaram irregularidades na formação do empilhamento dos produtos e ao abrir os volumes da carga localizaram os tabletes de cocaína dentro de sacos de rafia, num lote com argamassa. Havia cinco quilos de pasta-base em cada embalagem de 20 kg de argamassa.


Segundo o delegado Thiago Giavarotti, da Polícia Federal, o exportador estava enviando dois contêineres com argamassa para o Porto de Amsterdã, na Holanda. A suspeita é que o carregamento seria enviado em um navio que, por algum motivo, não fez escala em Itajaí no mês passado.



A droga foi encaminhada à Polícia Federal, a quem compete a instauração de inquérito. A investigação vai investigar quem foi o responsável pelo envio da droga no Brasil, e quem a receberia na Holanda e por que eles ainda não haviam sido embarcados.



Esta é a primeira apreensão da Receita Federal no Complexo Portuário do Itajaí-Açu, que integra os portos de Itajaí e Navegantes em 2020. Em 2019, a Receita e a Polícia Federal apreenderam 4.315,8 kg de cocaína.


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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

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POLÍCIA CIVIL REALIZA OPERAÇÃO CONTRA ROUBO DE CARGA NO PORTO DE RIO GRANDE



Operação “Mar de Dentro” desmantelou quadrilha especializada no furto de soja.
Na última quarta-feira (15), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da 3ª Delegacia de Polícia e com apoio da Delegacia de São José do Norte realizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, na localidade da 5ª Secção da Barra no município de São José do Norte.
A operação policial, denominado “Mar de Dentro”, coordenada pelo Delegado Rafael Patela, teve como objetivo desmantelar organização criminosa especializada na prática de furto qualificado de soja.

Os investigados subtraiam soja dos terminais e navios atracados no Porto de Rio Grande. O produto do furto era transportado por meio de embarcações pela Lagoa dos Patos até a cidade vizinha de São José do Norte.  Posteriormente, o receptador transportava a carga em caminhões e a revendia em todo o Estado.
No total, foram apreendidas três embarcações, motores de barco, duas toneladas de soja já ensacadas, um caminhão utilizado para o transporte da soja furtada, aparelhos celulares e maconha. Quatro pessoas foram indiciadas.

Segundo a delegada Lígia Marques Furlanetto, a Justiça negou a prisão preventiva dos suspeitos, que poderão responder pelos crimes em liberdade. “Apesar de parecer crime de menor potencial, esse tipo de prática é altamente nociva e ao longo de anos vem sendo combatida pela Polícia Civil de Rio Grande” disse a delegada.
Em 2014, um vigilante dos terminais do porto foi assassinado por ladrões de soja, que fugiram em barcos. Os autores foram presos, dias depois. Nos últimos cinco anos, foram feitas diversas operações antipirataria pelas polícias Civil e Federal no terminal.


Para o superintendente dos Portos, Fernando Estima, o assunto de roubo de cargas foi trabalhando desde o primeiro momento de sua gestão com os diversos atores de segurança pública e dos terminais. “Essa ação de hoje demonstra a união dos órgãos a favor do bom andamento da fiscalização e do porto do Rio Grande”, concluiu Estima.


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