SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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EM 2016, A GUARDA PORTUÁRIA TEVE AUMENTO NO REGISTRO DE OCORRÊNCIAS, EM SANTOS

Em comparação com o ano anterior, houve um acréscimo de 47.8% Em 2016, a Guarda Portuária do Porto de Santos, litoral de São Paulo, ...

quarta-feira, 26 de julho de 2017

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MAIOR TRAFICANTE DA AMÉRICA LATINA USOU PORTOS CATARINENSES PARA ENVIAR COCAÍNA À EUROPA, DIZ POLÍCIA




Com certeza a quantidade de drogas exportada é maior que as apreensões. Pelo menos 50 vezes mais – afirma delegado

A prisão do maior traficante da América Latina, Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, no dia 1º de julho, levou a Polícia Federal a descobrir um esquema de exportação de drogas para os Estados Unidos e países da Europa e da África que teria como principais eixos o Porto de Santos e o Complexo Portuário do Itajaí, que integra os terminais de Itajaí e Navegantes. Para a polícia, o traficante era responsável por exportar pelo menos cinco toneladas mensais de cocaína com alto grau de pureza e, no mercado nacional, por abastecer facções criminosas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O delegado Elvis Secco, da Polícia Federal de Londrina (PR), comandou a operação que levou à prisão do traficante na cidade de Sorriso, no Mato Grosso. Suas equipes encontraram, em meio aos documentos apreendidos, anotações com nomes de portos e de navios que fazem linha entre os terminais brasileiros e portos na Europa e nos Estados Unidos - suspeitas reforçadas pelo fato de que tanto o Porto de Santos, quanto o Complexo Portuário do Itajaí, têm registrado número recorde de apreensões de cocaína.
Só na Portonave, em Navegantes, foram mais de 3 toneladas da droga apreendidas no ano passado pela Receita Federal. As anotações, no entanto, levam o delegado a acreditar que o volume de entorpecentes que passou pelos portos sem ser interceptado é muito maior.
– Com certeza a quantidade de drogas exportada é maior que as apreensões. Pelo menos 50 vezes mais – afirma.
No Complexo Portuário de Itajaí, isso somaria 150 toneladas da droga somente nos últimos 18 meses.
Os detalhes das investigações sobre o esquema do traficante Cabeça Branca ainda são sigilosos, mas a polícia já levantou de pelo menos dois tipos de cargas utilizados por ele para o envio de drogas para o exterior: pallets de madeira e blocos de pedra. O modus operandi coincide com um carregamento com 811 quilos de cocaína apreendido em maio do ano passado na Portonave, em Navegantes, pela Receita Federal, que pode ter pertencido ao grupo. A droga estava escondida em blocos de granito, que seriam exportados para a Espanha.
O delegado Elvis Secco já entrou em contato com as polícias de países que eram destino frequente dos carregamentos de Cabeça Branca como Bélgica, Espanha e Itália, e conta com a troca de informações para esclarecer qual era o caminho da droga. Também pediu apoio à Delegacia da Polícia Federal de Itajaí nas investigações. Quer saber, por exemplo, se houve facilitação no envio da cocaína para o exterior.
Até a manhã do dia 17 o pedido de apoio ainda não havia chegado a Itajaí. Segundo o delegado Thiago Giavarotti, a demora é comum quando há segredo de Justiça, já que os pedidos demandam autorização judicial para compartilhamento de informações.
Na Delegacia de Itajaí, os inquéritos que investigam os carregamentos de drogas interceptados desde o ano passado no Complexo Portuário, todos na Portonave, em Navegantes, seguem em andamento. A PF tem coletado depoimentos de toda a cadeia logística, desde os exportadores até os motoristas que fizeram o transporte da carga, para localizar os donos da droga.
Do ano passado para cá houve sete apreensões de cocaína em portos catarinenses, entre Itapoá e Navegantes. Juntas, elas somam mais de 4 toneladas de cocaína.
Só 5% das cargas passam por verificação física
A fiscalização das cargas nos portos brasileiros é feita através de canais de verificação, um modelo similar ao que existe em outros portos no mundo. Os contêineres já chegam aos terminais lacrados e passam por uma seleção, automática ou manual, que determina se terão que ser submetidos a verificação física ou por scanner.
São três canais de verificação: verde, em que a mercadoria passa sem interceptação; laranja, quando é feita conferência de documentos; e vermelha, quando o contêiner é escaneado e pode ser aberto se houver suspeita de irregularidade.
Com exceção de alguns portos brasileiros que têm 100% das cargas verificadas - geralmente por ordem judicial, em média 5% dos contêineres que passam pelos portos no Brasil caem nos canais laranja ou vermelho, de verificação. Segundo informado pela Receita, a média segue padrões internacionais.
O aumento no percentual de cargas verificadas é um assunto considerado quase um tabu, especialmente porque implicaria em atraso nas liberações - o que atrapalharia o comércio exterior brasileiro e poderia ter impacto econômico.
O escaneamento de 100% das cargas não é considerado uma prática totalmente eficaz, porque o contêiner tem condições de ser "contaminado" em vários momentos - diz o auditor fiscal Luiz Gustavo Robetti, que usa o termo "contaminado" para se referir à inclusão da droga em meio à carga.
Segundo ele, a análise de risco é um método seguro porque permite selecionar as cargas que passarão pela verificação com um índice de certeza maior. A Receita Federal tem apostado no aperfeiçoamento das técnicas de análise.
Procuramos melhorar a seleção de cargas pra aumentar a eficácia. Temos uma diretriz clara pra que se faça um trabalho de inteligência afirma o auditor.
Apreensões nos portos em Santa Catarina:
2016
8 de novembro
900 quilos de cocaína foram encontrados em meio a uma carga de madeiras na Portonave, em Navegantes. O destino era a Bélgica.
17 de outubro
1096 quilos de cocaína encontrados em meio a um carregamento de abacaxis em calda, que seria enviado de Navegantes para a Espanha.
11 de outubro
40 quilos de cocaína importada da China são interceptados no Porto de Paranaguá. A droga estava oculta num fundo falso do contêiner.
10 de outubro
300 quilos de cocaína são encontrados pela Receita Federal em Navegantes, em meio a bobinas de aço que seriam exportadas para o Porto de Livorno, na Itália.
6 de maio
811 quilos de cocaína são localizados escondidos em blocos de granito, que seriam levados de Navegantes para a Espanha.
A rede criminosa do tráfico em SC
A informação dada pelo jornal O Globo de que o megatraficante Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, costumava enviar cocaína para o exterior usando portos brasileiros, entre eles o de Itajaí, revela o quanto se acentuou no Estado o tráfico internacional de drogas.
O nome dele aparecia como espécie de fantasma no tráfico catarinense. Ao contrário, por exemplo, de Jarvis Chimenes Pavão, preso no Paraguai e comumente tido no meio policial como o grande barão das drogas que entram em Santa Catarina.
Sejam traficantes ao estilo "patrões" ou pequenas mulas (transportadores da droga), todos correm atrás do lucro astronômico da venda da cocaína em países da Europa e da Oceania. Ele chegaria a até 1000% em comparação com a comercialização no mercado consumidor interno.
Para se ter uma ideia, nos últimos 90 dias, a Polícia Federal em Florianópolis prendeu sete pessoas que tentavam embarcar levando malas recheadas de cocaína para a Austrália. A investigação está sendo concluída, mas já chama a atenção dos federais o grau de envolvimento de catarinenses com o esquema internacional.
Os traficantes do porte de Cabeça Branca atuam com uma rede do tráfico, que é segmentada, ou seja, envolve inúmeros outros criminosos locais. Aí entram corrupção, compra de laranjas, ordens de execução e uma guerra temerosa entre facções na fronteira do Brasil e o Paraguai que dimensionam o tamanho do problema.
Desde o ano passado, as apreensões recordes de cocaína em portos do Estado careciam de respostas, o que a Polícia Federal começa agora a descortinar diante das revelações do esquema montado por Cabeça Branca.

* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                                                                                                                         
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terça-feira, 25 de julho de 2017

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VITÓRIA É O PRIMEIRO PORTO PÚBLICO DO BRASIL A IMPLANTAR SISTEMA DE TRÁFEGO DIGITAL E ONLINE




O novo sistema de gestão proporciona mais segurança e eficiência ao tráfego de embarcações e maior rapidez na operação das cargas

O Porto de Vitória (ES) saiu na frente. É o primeiro porto público do Brasil a implantar o Sistema de Gerenciamento e Informatização do Tráfego de Embarcações – VTMIS (sigla em inglês para Vessel Traffic Management Information System). Ele melhora a segurança e a eficiência do tráfego de embarcações e protege o meio ambiente. Embora ainda precise da homologação da Marinha, prevista para agosto, o sistema já está em operação. O governo federal investiu R$ 22,9 milhões no VTMIS.
"Este é um processo sem volta, saltamos de um sistema arcaico para a era digital e online, que torna o porto mais eficiente e seguro", afirmou o presidente da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), Luís Claudio Montenegro. Integrado ao programa Porto sem Papel, o sistema também vai proporcionar maior rapidez no fluxo de cargas e ganho de tempo operacional.
O próximo porto brasileiro a implantar o sistema VTMIS é o de Santos, que em fevereiro inaugurou o seu Centro de Controle de Operações (CCO) no complexo Santista.
No Porto de Vitória, o sistema opera com dois radares, localizados nos Morros do Moreno e de Atalaia, Vila Velha (ES). Eles monitoram a navegação na barra, incluindo o canal de acesso ao Porto de Vitória, além dos Portos de Tubarão e de Praia Mole.
VTMIS
O VTMIS é um sistema de auxílio eletrônico à navegação, com capacidade para prover a monitoração ativa do tráfego aquaviário. O objetivo do sistema é ampliar a segurança navegação e da vida humana no mar e a proteção ao meio ambiente nas áreas em que há intensa movimentação de embarcações ou risco de acidentes em grandes proporções.
O sistema é uma poderosa ferramenta de gerenciamento de dados, já que realiza a integração de um grande volume de informações provenientes de dispositivos e sensores. Entre outras funções, a busca pela melhoria na eficiência da movimentação de cargas, utilização dos recursos e infraestrutura do porto e organização do tráfego aquaviário na área portuária, canais de acesso e fundeadouros.
O Centro de Controle Operacional do VTMIS deve ser localizado em área estratégica do porto, no qual operadores devidamente habilitados possam analisar o tráfego aquaviário.
Brasil
No País, a Autoridade Competente de que trata essa resolução é a Marinha do Brasil através do Centro de Sinalização Náutica e Reparos Almirante Moraes Rêgo (CAMR). O CAMR representa o Brasil como Membro Nacional da Associação Internacional de Sinalização Marítima (IALA) desde 1961 e membro do seu conselho desde 1998.
Requisitos

Segundo a Recomendação V-128 da IALA sobre Requisitos Operacionais e Técnicos para o Desempenho de Equipamentos VTS, os elementos essenciais de um sistema moderno são: Radares, que possibilitam o rastreamento de embarcações, AIS (Automatic Identification System) que equipam os navios de grande porte; CFTV dotado de câmeras de longo alcance e visão noturna; sensores meteorológicos e hidrológicos; comunicações VHF; e um Centro de Controle Operacional (CCO-VTMIS), para o qual convergem todas as informações capturadas através dos sensores remotos.
O serviço deve ter a “capacidade de interagir com o tráfego e responder a situações que se desenvolvam dentro da área de VTS”.

A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
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segunda-feira, 24 de julho de 2017

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GUARDAS PORTUÁRIOS PARTICIPAM DE TREINAMENTO DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA NO PORTO DE ITAJAÍ




O destaque do treinamento foi um simulado de Brigadista e Emergência, em atendimento as Instruções Normativas do Corpo de Bombeiros Militar

No Porto de Itajaí, em Santa Catarina, ocorreu entre os dias 10 e 15 de julho, o Treinamento de Formação e Reciclagem da Brigada de Emergência. Durante seis dias, nos horários matutinos e vespertinos, o auditório da superintendência da Autoridade Portuária foi palco de palestras e atividades apresentadas por profissionais capacitados em treinamentos de Armas Químicas e na formação de Brigada de Incêndios.
No total, 60 pessoas participaram, sendo guardas portuários e servidores que atuam junto a Gerência de Operações e de outros setores administrativos da superintendência. Os treinos foram coordenados pela Gerência de Meio Ambiente e abordaram diversas ações de prevenção de incêndios e treinamentos específicos com o objetivo principal de capacitar o efetivo em casos de sinistros.

O curso englobou uma carga horária de 24 horas, dividida em dois turnos. Entre os módulos foram apresentadas: noções básicas de anatomia e fisiologia humana, princípios de biossegurança, sinais vitais e verificação, parada respiratória e parada cardíaca, hemorragias, estado de choque, queimaduras e lesões ambientais, intoxicação e envenenamento, ferimentos em tecidos moles e uso de bandagens e ataduras, fraturas, luxações e entorses, traumatismo craniano encefálico, combate a sinistros, classes de incêndio, operações em combate à incêndios, uso de equipamentos, uso de extintores, combate a incêndios de sistema de bombas e gravitacional, entre outras noções e práticas básicas.

Na quinta-feira (13), o destaque do treinamento foi um simulado de Brigadista e Emergência, em atendimento as Instruções Normativas do Corpo de Bombeiros Militar. Na oportunidade, todos os servidores da superintendência participaram do simulado de evacuação de emergência nos prédios da Superintendência e Centro Integrado de Atendimento (CIA). Equipes da CODETRAN – Coordenadoria de Trânsito de Itajaí prestaram auxílio durante o simulado com viaturas e efetivos nas ruas que circulam o prédio da superintendência.
Ao término do simulado, os servidores foram orientados quanto aos procedimentos de emergência de evacuação de áreas, “Fazemos todos os anos este treinamento de reciclagem e é muito importante os servidores participarem do simulado, pois todos podem ter noções de conhecimento no combate a incêndios e acima de tudo, conseguimos atender as normas do Corpo de Bombeiros, bem como prestar os primeiros socorros em caso de acidentes com vítimas ou algum mal súbito, até a chegada de uma ambulância ao recinto do Porto”, destacou a Gerente de Meio Ambiente, Médelin Pitrez dos Santos. Na sexta-feira (14), foram aplicadas aulas práticas de treinamento na área interna do porto, localizado na Vale Port. No local há projetos de prevenção de incêndios, rede de hidrantes e casa de bombas.

“Durante toda a semana tivemos a participação de colaboradores da Superintendência do Porto de Itajaí participando do Treinamento de Formação e Reciclagem da Brigada de Emergência do Porto de Itajaí, evento  este de  grande importância e  necessário para  a  Autoridade Portuária  tendo em vista  que a preocupação com a  segurança e o pronto Atendimento às  situações de emergência são fatores primordiais para a atividade portuária. Dessa forma,  ações  de  treinamento e reciclagem da Brigada de Emergência do Porto de Itajaí são  fatores preponderantes para assegurar que todos os seus componentes estejam preparados e aptos para o atendimento de qualquer  situação emergencial”, reforça o Assessor de Direção do Porto de Itajaí,  Heder Cassino Moritz.

Nos treinamentos foram aplicadas aulas práticas na Escola Técnica da Associação de Bombeiros Voluntários do município de Barra Velha, “Nosso maior objetivo foi poder reunir todos os servidores nos horários distintos. Através de ações de segurança contra incêndios, mais uma vez conseguimos atingir nossa meta”, concluiu Médelin.
Ainda de acordo com informações da Gerência do Meio Ambientedo Porto de Itajaí, está programado para o mês de agosto, em data ainda a ser definida, a entrega do Certificado de Participação. A cerimônia será realizada no auditório da superintendência e contará com a presença de Bombeiros Militares e CODETRAN.

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domingo, 23 de julho de 2017

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CARRETA TOMBA E DERRAMA MILHO EM AVENIDA PORTUÁRIA DE GUARUJÁ, SP




Acidente provocou a interdição de duas faixas da Avenida Perimetral
Uma carreta carregada de milho tombou, na noite da última sexta-feira (21), em Guarujá, no litoral de São Paulo. Os grãos ficaram espalhados pela pista da Avenida Perimetral, que ficou interditada até a manhã de sábado (22).
De acordo com a Guarda Portuária, o acidente aconteceu por volta das 23h. O motorista de uma carreta bi-trem foi realizar o retorno, mas bateu em um poste e a carreta tombou. Ainda segundo a Guarda, o motorista relatou que houve falha mecânica no veículo.
Com a batida, parte da carga de milho que seria descarregada em um terminal do Porto, acabou caindo na Avenida Perimetral, em frente ao bairro Conceiçãozinha. A carga foi recolhida durante a madrugada.

O acidente provocou a interdição de duas faixas da avenida. Por volta das 11h30 de sábado, a carreta ainda permanecia no local, já que ainda não tinha sido possível retirá-la. Duas faixas da avenida foram destinadas ao tráfego de veículos, por isso, não houve lentidão na via.

Fonte: G1 Santos

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sábado, 22 de julho de 2017

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EX-DIRETOR DO PORTO É PRESO NO PARANÁ




Gaeco prende ex-diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina

O ex-diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luis Carlos de Souza, conhecido como Luís Polaco foi preso em sua residência, em Pontal do Paraná, no dia 14 desse mês pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPE-PR). A operação recebeu o nome de “À Deriva”.
Luís Carlos de Souza, conhecido como Luís Polaco, foi candidato a vereador em 2008 pelo PR

Foram duas prisões preventivas (sem prazo previsto para deixar a prisão), e uma temporária de cinco dias. Ainda foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão.
Além de Polaco, foi preso preventivamente o diretor-presidente da empresa Terminais Portuários da Ponta do Félix (TPPF), Valdécio Antonio Bombonatto. Ele já havia sido citado durante a “Operação Carne Fraca”, que apura irregularidades no setor frigorífico.
Valdécio Antonio Bombonatto já havia sido citado na “Operação Carne Fraca”

Também foi preso temporariamente Rafael de Moura, conhecido como Raposão, uma espécie de lobista que atuava, que segundo o MP, fazendo a ponta entre os interesses do setor portuário e os poderes municipais.
Segundo o MPE, os mandados de busca e apreensão foram realizadas no TPPF, no escritório de advocacia Medeiros e Emerick, em uma empresa e em seis residências; foram cumpridos em Antonina, Pontal do Paraná, Paranaguá, Pinhais e Curitiba. No escritório de advocacia são sócios Adriano Emerick e o deputado estadual Tião Medeiros, que estaria afastado das atividades.



Os alvos da operação são investigados por crimes de corrupção ativa e passiva e associação criminosa. A defesa do ex-diretor afirma que ainda não teve acesso aos autos e, portanto, não vai se pronunciar por enquanto. As outras partes não foram localizadas.
Denúncia
O caso faz parte de uma denúncia por corrupção envolvendo onze pessoas, aceita pela juíza Daniana Schneider, da Vara Criminal de Antonina. O processo foi encaminhado pelo Ministério Público acusando boa parte dos políticos da cidade de fazerem parte de um esquema de corrupção, envolvendo o ex-prefeito João Ubirajara, conhecido como João Domero, quatro ex-vereadores e dois ex-secretários municipais da gestão 2013-2016, além de Luís Polaco.
De acordo com as investigações do MP, o então prefeito pagou propina a alguns vereadores para que eles votassem contra sua cassação em processo que estava em curso na Câmara Municipal. Além disso, o ex-prefeito teria pagado para que retirassem de pauta no Legislativo projeto contrário aos interesses da atividade portuária. O dinheiro, segundo o MPE, vinha do ex-diretor da Appa.
Em um dos vídeos obtidos pelo MPE, o assessor de um vereador aparece beijando um maço de dinheiro que recebeu de propina. O ex-prefeito e os ex-vereadores foram presos em março deste ano, no âmbito da Operação Grande Hermano.
Nota da APPA
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), ao tomar conhecimento da investigação do Ministério Público do Estado do Paraná (MPE), referente ao envolvimento de integrante do quadro diretivo do Porto de Antonina com a Prefeitura Municipal de Antonina, determinou a abertura de procedimento administrativo para apuração dos fatos, formalizado pela Portaria 169/2017 – APPA, de 04/05/2017.
A APPA informa ainda que, inicialmente, o diretor do Porto de Antonina foi afastado das suas funções e, posteriormente, exonerado dos quadros da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, por meio da portaria nº 188, de 17 de maio de 2017, em virtude das denúncias do MPE.
A Administração defende a investigação de eventuais irregularidades de forma ampla e irrestrita, visando apurar todas as denúncias, e se coloca à disposição das autoridades.


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sexta-feira, 21 de julho de 2017

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GUARDA PORTUÁRIA FORMA NOVA TURMA DE AGENTES DE TRÂNSITO




Agentes estão habilitados para fiscalização do trânsito na área portuária
Cerca de 30 guardas portuários concluíram, nesta sexta-feira, dia 21 de julho, um treinamento para fiscalização do trânsito. Com isso, ficam habilitados como agentes de trânsito para atuarem na orientação e fiscalização do tráfego de automóveis, motocicletas e caminhões na área portuária.
O curso foi ministrado por orientadores da Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET), com quem a Codesp mantém convênio para a fiscalização das vias do Porto de Santos. Por lei, o trânsito urbano é responsabilidade da Prefeitura local, a quem é subordinada a CET.
O Gerente de Operações de Segurança da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa responsável pela Guarda Portuária do Porto de Santos, Hélio Marques Azevedo, representou a direção da empresa na entrega dos certificados aos cursistas. Ele agradeceu à CET pela parceira e pela disponibilidade: "o mais importante para a Autoridade Portuária, a Codesp, é a fiscalização e orientação, para que o trânsito flua bem nas vias de Porto", disse ele.
A Guarda Portuária atua como agente de trânsito nas vias internas do Porto de Santos, auxiliando o andamento do tráfego em importantes avenidas do município, como a Avenida Augusto Barata (conhecida como retão da Alemoa), Avenida Perimetral e Avenida Mário Covas.

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MEMBROS DO PLANO DE AJUDA MÚTUA (PAM) DO PORTO DE SANTOS PARTICIPAM DE TREINAMENTO




Objetivo é o uso do equipamento de rádio para agilizar atendimento a ocorrências

O Plano de Ajuda Mútua (PAM) do Porto de Santos, organização composta pelas empresas da área do Porto Organizado e coordenada pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp),  promoveu, nesta  quarta-feira (19/07), um novo treinamento de Operador de rádio comunicação. O curso foi voltado para porteiros, brigadistas e guardas patrimoniais, dentre outros. Cerca de trinta pessoas participaram do evento, que aconteceu no Centro de Treinamento da Codesp, em Santos.
O instrutor do curso foi o guarda portuário Sílvio Nabor, que é também o coordenador de Comunicação e Operações do PAM do Porto de Santos. Ele falou sobre os procedimentos tanto com relação ao uso e cuidado com o equipamento quanto em relação às mensagens a serem enviadas. "Quanto mais clara a mensagem, melhor vai ser o acionamento das equipes e mais eficiente o combate a sinistros", explicou ele aos cursistas.
O PAM do Porto de Santos já promoveu treinamento para uso de rádio, em abril último. O objetivo dos treinamentos é criar um padrão na comunicação, otimizar o manuseio do equipamento e auxiliar os terminais a proceder corretamente em ocorrências. A coordenação visa promover treinamentos para várias atividades ligadas ao PAM para aumentar a segurança no Porto de Santos.

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CENTRO DE PRONTIDÃO AMBIENTAL DA APPA ATENDE OCORRÊNCIA




Equipes conseguiram conter um vazamento de cerca de 100 litros de óleo de soja a granel

A capacidade de atendimento a emergências ambientais envolvendo derramamento de óleo vegetal do Porto de Paranaguá foi comprovada. No dia 11, equipes formadas por cerca de 15 pessoas - que atuam 24 horas por dia no Centro de Proteção Ambiental das Baías de Paranaguá e Antonina, inaugurado em 2016, com investimentos de R$19,5 milhões – conseguiram conter um vazamento de cerca de 100 litros de óleo de soja a granel.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) foi notificada pela empresa Cattalini Terminais Marítimos sobre vazamento de óleo de soja, que aconteceu durante a operação do navio Stenaweco Marjorie K, atracado no píer de graneis líquidos número 141.
O vazamento ocorreu por volta das 09h50 devido a problemas nos flanges de conexão do navio. O terminal deu início a operação de contenção do vazamento por volta das 10h30, solicitando apoio do Centro de Prontidão para Emergências Ambientais da APPA.
“No momento do vazamento o navio havia completado somente 2,87% do total da carga de 30 mil toneladas que deveria ser carregada. A APPA determinou a imediata paralisação do carregamento”, conta o diretor de Meio Ambiente da Appa, Bruno da Silveira Guimaraes.
A APPA também determinou a todos os envolvidos o acionamento dos seus Planos de Emergência Individuais (PEI) no apoio para as operações de recolhimento – coordenada pela empresa Cattalini que é a responsável pela ação de recolhimento do óleo.
A APPA informa ainda que disponibilizou toda a sua estrutura de defesa ambiental e também abriu procedimento averiguatório para apurar as responsabilidades pelo vazamento.
Atendimento rápido

O novo prédio, que atende todas as orientações do Plano Nacional de Contingência, abriga equipe de resgate, brigada de incêndio do Porto de Paranaguá e biólogos responsáveis pela despetrolização da fauna, facilitando a ação e operação, em caso de emergências decorrentes da atividade portuária.
Localizado na beira da água o CPA possui uma rampa que permite a rápida colocação de embarcações na baía, o lançamento e uso de equipamentos como, por exemplo, barreiras de contenção e recuperadores de óleo em situações de emergência ambiental. Com isso, o atendimento às emergências ambientais acontece duas vezes mais rápido do que o normal.
O Centro é equipado permanentemente com embarcações, motobombas, barreiras de contenção, recolhedores, bombas para produtos químicos, tanques para armazenamentos de resíduos sólidos e líquidos e equipamentos de proteção individual para atendimento dos mais variados níveis de emergência.
No local, ocupado pela equipe da Alpina Briggs, empresa contratada pela APPA e especializada no atendimento a emergências envolvendo hidrocarbonetos e produtos químicos diversos, atuam 20 funcionários que trabalham em turnos, 24 horas por dia, nos 365 dias do ano, para garantir o pronto atendimento previsto na Licença de Operação do Porto de Paranaguá, emitida pelo IBAMA.
Maiores investimentos da história


Nos últimos cinco anos, a APPA investiu aproximadamente R$35 milhões em mais de 40 programas de meio ambiente. Vale lembrar que, devido a estas ações e investimentos, o Porto de Paranaguá saltou da 26ª posição em 2012 no Índice de Desempenho Ambiental da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) para a 3ª colocação em 2016.

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GUARDA PORTUÁRIA IMPLANTA NOVO SISTEMA DE MONITORAMENTO NO PORTO DO RIO




Trata-se de um novo sistema de monitoramento que auxilia o controle de acesso

A Superintendência da Guarda Portuária (SUPGUA), da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) iniciou a implantação de um projeto de modernização tecnológica. Trata-se de um novo sistema de monitoramento que auxilia o controle de acesso para o Porto do Rio. 
A instalação dos equipamentos foi realizada na semana passada. Os dispositivos acompanham o porto 24h e gravam imagens de alta resolução. Além disso, possibilitam a captação de imagens à noite, operando com qualquer tipo de visibilidade. As imagens captadas são direcionadas a uma central instalada na sala de controle da Guarda Portuária.
A iniciativa atende ao Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code). O Superintendente da Guarda Portuária, Cel. Beltrão Lessa destaca a importância do projeto na administração da segurança no Porto do Rio: “Este é um incremento na qualidade da segurança para os usuários, clientes e funcionários do porto e representa uma garantia para as pessoas e para as cargas que circulam no ambiente portuário” Explica.

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