SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

Postagem em destaque

GUARDA PORTUÁRIA TERÁ CONCURSO NA CODESP

A afirmação é do presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, José Alex Botelho de Oliva. Em todos os eventos que tem parti...

terça-feira, 24 de maio de 2016

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RECEITA FEDERAL FEZ A MAIOR APREENSÃO DE COCAÍNA EM SANTA CATARINA


Os tabletes de cocaína estavam escondidos dentro de blocos de granito (Foto: Receita Federal/Divulgação)

A droga estava escondida em blocos de pedra que seriam levados de navio para a Espanha

No dia 6 de maio, uma Operação da Receita Federal realizada no Porto de Itajaí, resultou na apreensão de 811 quilogramas de pasta base de cocaína, no terminal portuário de Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina. A droga estava escondida em blocos de pedra que seriam levados de navio para a Espanha. No total, foram encontrados 751 tabletes.
O Porto de Navegantes é um porto privado, localizado na foz do Rio Itajaí, no município de Navegantes, no estado de Santa Catarina. A empresa administradora do porto é a Portonave SA - Terminais Portuários de Navegantes
A carga de blocos de pedra (granito) estava dentro de oito contêineres, que foram selecionados pela Receita Federal para passar pelo escâner, baseado em informações de inteligência e ferramentas de análise de risco. Cada bloco pesava 17 toneladas.
Os blocos foram descarregados e fiscalizados (Reprodução – TV RBS)

Após a passagem pelo scanner, as imagens evidenciaram que a composição do bloco não apresentava consistência e semelhança, optando-se então, pelo uso dos cães de faro da Polícia Militar.
Os blocos foram descarregados e farejados pelo cão Lobo, do 1º Batalhão da Polícia Militar de Itajaí, que prestou apoio à operação.
O cão Lobo, da Polícia Militar de Itajaí, que prestou apoio à operação. (Reprodução – TV RBS)

Durante a inspeção, os fiscais localizaram a droga. "Descobrimos fundo falso e dentro de uma pedra havia 200 quilos de cocaína", explicou o inspetor da Receita Federal Luís Gustavo Robetti.
A carga estava acondicionada em oito contêineres, cada um com um bloco de pedra (granito). Depois de descarregada e vistoriada, foi encontrada droga em três desses oito contêineres, resultando na localização de cinco pontos que foram destinados a esconder a droga e dissimular a mesma dos controles aduaneiros.
Ninguém foi preso
No momento da abordagem, estavam apenas os motoristas dos caminhões que levavam os contêineres. Ninguém foi preso. A apreensão foi encaminhada à Polícia Federal, que irá investigar o caso.
A Receita Federal não informou quem é o exportador, para não atrapalhar o andamento do processo. Ele será responsabilizado pela carga na esfera civil. As investigações criminais ficarão sob responsabilidade da Polícia Federal.
Organização criminosa
No total, foram encontrados 751 tabletes (Reprodução – TV RBS)

O delegado chefe da Polícia Federal em Itajaí, Alexandre Braga, disse que uma apreensão desse volume de drogas é difícil ocorrer:
– Apreensões desse quilate são raríssimas. Só vemos algo parecido nos Estados Unidos, casos de cartéis colombianos que enviam drogas em pequenos submarinos ou grandes cargueiros. Uma quantidade dessas é impressionante.
Os tabletes recolhidos pela Receita têm uma marca, que pode indicar a que grupo criminoso pertencia. O responsável pela carga será enquadrado em crime de tráfico internacional, considerável gravíssimo e similar ao crime hediondo, com penas de até 15 anos de prisão.
Modus oprendi
Os blocos de granito estavam acondicionados em contêineres (Foto: Lucas Correia / Agência RBS)

Esta não é a primeira apreensão deste tipo no país. Em 2011, a Polícia Federal descobriu uma quadrilha que usava blocos de granito para enviar drogas à Europa no Espírito Santo. Com o grupo foram recolhidos 181 kg de cocaína.
A apreensão é uma das maiores já feitas no país e a maior em Santa Catarina. Em 2008, cerca de 600 quilos haviam sido encontrados em Imbituba.





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segunda-feira, 23 de maio de 2016

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GUARDA PORTUÁRIA: ATUANDO NOS PORTOS BRASILEIROS EM DEFESA DA POPULAÇÃO




A Guarda é formada por servidores públicos, subordinados às Administrações Públicas Portuárias

Ele usa farda, porém, não é militar e sua função é a segurança, vigilância e policiamento ostensivo nas áreas dos portos públicos brasileiros. Estamos falando da Guarda Portuária (GPort), uma das profissões que integram o quadro da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB). A Guarda é formada por servidores públicos, subordinados às Administrações Públicas Portuárias. Atualmente, são pouco mais de 2 mil GPorts, em todo o país, atuando nos 37 portos públicos, entre marítimos e fluviais. Um efetivo pequeno para tamanha responsabilidade.

Além do volume de 95% do comércio exterior, os portos ainda contam com um crescimento vertiginoso do turismo marítimo, o que implica considerar que, para um montante tão expressivo, é dever do Estado, constantemente, revisar as vulnerabilidades dos terminais marítimos, onde ilícitos como o descaminho, o tráfico de pessoas, animais, armas e drogas conforme constantemente acompanhamos na mídia. As atividades da guarda portuária estão na Lei dos Portos (12.815/2013) e em duas portarias da Secretaria de Portos da Presidência da República (121/2009 e 350/2014).

“Nós fiscalizamos entrada, saída e permanência de materiais e de pessoas nos portos, assim como também fiscalizamos o trânsito de veículos dentro das áreas portuárias”, conta o guarda portuário e Conselheiro Federal  da OPB, Lucas Bernardo Vasconcelos. No momento, os GPorts lutam pela  aprovação da PEC 59/2007, a qual insere a Guarda Portuária no artigo 144 (segurança pública) da Constituição Federal. “Em paralelo, estamos também buscando um Projeto de Lei que crie o Estatuto Geral das Guardas Portuárias (mais ou menos como a Guarda Municipal conseguiu recentemente)”, conta.
Segundo ele, “tentamos através do PL 3972/2015, mas ele foi devolvido. Estamos adequando novamente para uma nova apresentação”. Outro importante projeto que tramita para a categoria é o PL 7737/14, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que concede porte de arma de fogo aos guardas portuários, mesmo não estando em serviço. "O porte de arma nós já possuímos, mas é apenas o porte funcional. Este PL nos daria a autorização para utilizarmos arma mesmo fora de serviço", explica. Depois de aprovado na Comissão de Segurança Pública, a Mesa Diretora da Câmara decidiu apensar proposta ao Projeto de Lei que revoga o Estatuto do Desarmamento (PL 3722/2012).
Infelizmente, existem muitas ocasiões em que a Guarda Portuária é usada e tratada como se fossem vigilantes patrimoniais, isso ocorre na contramão das diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública Portuária (Decreto 6869/2009) e não está também em consonância com o Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS-Code) em sua totalidade.
A busca pela valorização profissional é uma constante para a categoria que tem buscado cada vez mais a união dos colegas, criando associações e utilizado a mídia e redes sociais para divulgar o trabalho. Quem desejar conhecer um pouco mais sobre os GPorts, o Ex-Inspetor Carlos Carvalhal, de Santos (SP), criou o site www.segurancaportuariaemfoco.com.br. Outra dica são as páginas da Associação dos Guardas Portuários do Estado da Bahia - ASGPOR-BA. Confira:



* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                                                                               
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domingo, 22 de maio de 2016

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RECEITA FEDERAL REALIZA OPERAÇÃO INTERNAÇÃO IV EM MANAUS




Foram apreendidos produtos importadas e/ou produzidas na ZFM, com benefícios fiscais, e estavam sendo remetidas para outras regiões do país de forma irregular

Na tarde e noite do dia 06 de maio, a Receita Federal deflagrou a Operação Internação IV, interceptando uma embarcação no Porto da Manaus Moderna, que estava levando mercadorias para fora da Zona Franca de Manaus (ZFM) de forma irregular.
Durante a operação, foram retidos 12 aparelhos de ar condicionado, três motos, 270 resmas de papel e cerca de 15 mil rolos de fitas adesivas, avaliados em R$ 117 mil.
As mercadorias haviam sido importadas e/ou produzidas na ZFM, com benefícios fiscais, e estavam sendo remetidas para outras regiões do país de forma irregular.
As mercadorias retidas serão encaminhadas ao DMA (Depósito de Mercadorias Apreendidas) da Receita Federal do Brasil em Manaus. Esta infração tributária sujeita as mercadorias retidas à pena de perdimento.

As Operações Internação 1, 2, 3 e 4, desencadeadas em 2016, totalizam R$ 1,38 milhão em apreensões de mercadorias importadas e/ou produzidas na ZFM que estavam sendo enviadas irregularmente para fora da região, que goza de benefícios fiscais.

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sábado, 21 de maio de 2016

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RECEITA FEDERAL APREENDE R$ 30 MI EM MERCADORIAS FALSAS NO PORTO DE SANTOS


Materiais apreendidos no Porto de Santos após operação da Receita (Foto: Adriana Cutino / TV Tribuna)
Produtos estavam distribuídos em 13 contêineres no Cais santista.
Essa é a maior apreensão realizada na região.


A Receita Federal apreendeu, no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, mais de R$ 30 milhões em mercadorias falsificadas vindas da China.
Os materiais estavam acondicionados em 13 contêineres e foram encontrados durante a “Operação Seascape”, realizada pela Organização Mundial das Aduanas (OMA) em vários países da América do Sul e Caribe, entre os dias 11 e 29 de abril. De acordo com a Alfândega de Santos, essa é a maior apreensão realizada na região.
A Alfândega do Porto de Santos anunciou ontem a apreensão de mais de 1,5 milhão de produtos falsificados no Porto de Santos. As mercadorias com valor estimado em mais de 30 milhões, vieram da China e seriam distribuídas nos comércios populares de São Paulo, como o da Rua 25 de março, na região central da Capital.
Para localizar os produtos irregulares, a Aduana conta com uma divisão de vigilância e controle e faz análise de risco em tudo que chega ao Porto. “A divisão verifica para onde a carga vai, de onde veio, quem é o importador. A partir daí, selecionamos os nossos alvos”, explica o Inspetor-Chefe da Alfândega, Cleiton Alves dos Santos João Simões. Foi dessa forma que o órgão federal chegou aos produtos localizados no mês passado.
Entre os artigos estavam peças de roupa, material esportivo, óculos de sol, armações para óculos, escovas de dente, carregadores, cabos, bolsas e carteiras femininas, produtos para festa, pen drives, máscaras de brinquedos, relógios, camisas de times de futebol, filtros de óleo, rolamentos, chaveiros e calçados.
Qualidade Duvidosa
As peças apreendidas foram avaliadas em mais de R$ 30 milhões (Foto: Alberto Marques / Jornal A Tribuna) 
Em sua maioria, os produtos são peças frágeis, sem qualidade, como óculos que soltam as lentes e hastes ao serem manuseados. Outros chegam a enganar o consumidor, como relógios bem parecidos com os originais e que vêm em embalagens de luxo. Mas, em alguns deles, ao se abrir o equipamento, ele está vazio, sem o maquinário.
Em certas peças, os falsificadores se dão ao trabalho de imprimir o certificado de garantia, com número de série. Mas todos os documentos trazem o mesmo número, comprovando a origem criminosa.
Depois de fazer o levantamento de todos os produtos, agora a Aduana vai concluir a representação penal, que será encaminhada ao Ministério Público para que os responsáveis respondam pelo crime na Justiça. O órgão não informou o nome das importadoras que estão envolvidas na vinda dos produtos falsificados da China, afirmando apenas que são várias as empresas nacionais. Em breve todos os materiais serão destruídos.


Fonte: Jornal A Tribuna / G1 Santos / TV Tribuna
Edição: Portal Segurança Portuária Em Foco



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quinta-feira, 19 de maio de 2016

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RECEITA FEDERAL APREENDE 218 QUILOS DE COCAÍNA NO PORTO DE PARANAGUÁ


Droga embarcada em contêiner seria enviada à Espanha – Foto: Folha do Litoral News

A droga seria embarcada para a Espanha onde seria distribuída
Na manhã do dia 11 de maio, a Receita Federal apreendeu 218 quilos de cocaína que estavam dentro de um contêiner no Terminal de Contêineres de Paranaguá/PR.
Na tentativa de exportação das drogas foi utilizado o método rip-on/rip-off, quando a droga é colocada clandestinamente no contêiner pouco antes do embarque, à revelia do dono da carga. Este método já era conhecido e a apreensão foi resultado de trabalho investigativo da Seção de Vigilância e Controle Aduaneiro do Porto de Paranaguá/PR.

Ninguém foi preso na operação, mas a Receita Federal estima que uma quadrilha internacional de tráfico de drogas esteja agindo na cidade desde o ano passado.
A quadrilha estaria usando o Porto de Paranaguá para enviar a droga para diversos destinos, geralmente, o leste europeu, onde estão cidades como Ibiza, Amsterdã e Split, cidades com alto índice de concentração turística em que o turismo da droga é lucrativo para os traficantes. O entorpecente encontrado em Paranaguá foi encaminhado para a Delegacia da Receita Federal e a Polícia Federal vai investigar de onde ela veio.

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EM NOVO ENCONTRO COM A DEPUTADA LAURA CARNEIRO, AGPERJ PEDE APOIO A GUARDA PORTUÁRIA




Associação pede criação de autarquia para prover a fiscalização e segurança dos portos absorvendo os guardas portuários pela ANTAQ

Em visita à Deputada Federal Laura Carneiro (PMDB-RJ) na última segunda-feira (16) a Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro - AGPERJ conversou sobre a atual mudança no cenário político brasileiro.
No ensejo, os representantes da Guarda Portuária entregaram documento solicitando apoio da deputada em algumas pautas, dentre elas a absorção dos Guardas Portuários pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ e aprovação da tão sonhada PEC 59/2007.

É importante lembrar que não é a primeira vez que a deputada abre as portas para a Guarda Portuária. Em encontro realizado no início do mês de abril, ela já mostrava apoio às causas da categoria.



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quarta-feira, 18 de maio de 2016

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GUARDA PORTUÁRIO RECEBE MEDALHA DO MÉRITO DO TRABALHO




A medalha foi entregue em virtude de Soares salvar a vida de vários cães do Canil da Guarda Portuária após o vazamento de gás no Terminal da Localfrio

No dia 03 de maio, o guarda portuário Eduardo Soares, da Guarda Portuária do Porto de Santos, estado de São Paulo, recebeu da Câmara Municipal de Guarujá, a “Medalha Legislativa do Mérito do Trabalho”.
A homenagem, realizada em sessão solene da Câmera, na Sala Alberto Santos Dumont, é concedida a personalidades civis pelos relevantes serviços prestados ao Município. O evento foi em comemoração ao Dia Mundial do Trabalhador.

A medalha foi entregue a dezessete homenageados, indicados pelos vereadores do município. O Vereador Edílson Dias de Andrade é que indicou o guarda portuário Eduardo Soares de Souza
A medalha foi entregue em virtude de Soares salvar a vida de vários cães que atuam no Canil da Guarda Portuária após o vazamento de gás na área da empresa Localfrio, no Terminal 1 do Porto de Santos, que fica no Distrito de Vicente de Carvalho.
Os animais estavam passando mal por causa da fumaça emitida do local do vazamento e Eduardo, arriscando a própria vida, começou a retirá-los do canil um por um.
LEIA TAMBÉM:  GUARDA ARRISCA A PRÓPRIA VIDA E SALVA CÃES PRESOS APÓS VAZAMENTO DE GÁS
Outra Homenagem


Em março, os canis das Guardas Municipais já haviam homenageado Eduardo Soares, com a entrega de uma placa de prata, por considerarem o seu ato de bravura e heroísmo ao salvar os cães durante o incêndio.

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terça-feira, 17 de maio de 2016

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CODESA E ANTAQ APRESENTAM MANUAL DE FISCALIZAÇÃO




As irregularidades identificadas serão reportadas à ANTAQ por meio de um relatório de ocorrência portuária

A Companhia Docas do Estado do Espírito Santo (CODESA) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), apresentaram na última quarta-feira (11), o Manual de Fiscalização elaborado em conjunto e, que foi implementado em fevereiro deste ano.
A apresentação foi realizada pela equipe da ANTAQ, representada por Igor Ribeiro e Daniela Quadros, especialistas em regulação e pelos funcionários da CODESA.
Segundo Igor Ribeiro, o Manual tem por finalidade "estabelecer os procedimentos de fiscalização onde a CODESA é responsável pela identificação de irregularidades. Quando identificadas, são reportadas à ANTAQ por meio de um relatório de ocorrência portuária". Destacou, ainda, que o manual foi definido com base nas novas leis dos portos 12.815/2013, e que a ANTAQ tem competência sobre os operadores portuários e arrendatários.
CODESA
De acordo com Cláudia Maria Leite da Coordenação de Arrendamentos e Contratos (COARCO), que preside a comissão designada para a elaboração do manual em conjunto com a ANTAQ, o objetivo da apresentação foi orientar sobre os processos de fiscalização sob responsabilidade da Autoridade Portuária, esclarecer as fronteiras de atuação conjunta com a ANTAQ e sanar possíveis conflitos de competência com a agência reguladora.
Também fazem parte da comissão os colaboradores Maria Elisa de Freitas, da Coordenação de Meio Ambiente (COMAMB); Erika Angelo, Coordenação de Segurança do Trabalho (CODSAT) e Altino Marchesi, da Coordenação de Gestão Portuária (COGESP).

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

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DEZ ANOS APÓS PARAR SP, PCC NEGOCIA 40 TONELADAS DE COCAÍNA




Mais de 80% dos rendimentos do bando vêm do tráfico de drogas. O Porto de Santos é o ponto de partida dos carregamentos. Traficantes de Portugal e Holanda, por exemplo, já estão entre os clientes do PCC.
Passados dez anos da série de ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo contra agentes públicos de segurança, o poder da maior facção do Brasil só cresceu. Hoje, a organização já movimenta 40 toneladas de cocaína e arrecada R$ 200 milhões por ano, com atuação em praticamente todas as vertentes do crime.
O governo Geraldo Alckmin (PSDB), por meio das Secretarias da Segurança Pública (SSP) e da Administração Penitenciária (SAP), disse que o combate ao crime dentro e fora dos presídios é feito diuturnamente em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE) que, por usa vez, afirma que realizou a maior investigação contra a facção e pediu a prisão de 175 líderes à Justiça, mas ainda aguarda uma posição definitiva do Judiciário.
Segundo as investigações do MPE e da Polícia Federal (PF), às quais o Estado teve acesso, mais de 80% dos rendimentos do bando vêm do tráfico de drogas. O restante tem origem em assaltos a banco, sequestros, tráfico de armas, rifas vendidas à população carcerária e mensalidade de R$ 600 cobrada de cada um dos mais de 10 mil integrantes do PCC - mais de 7 mil estão presos.
Há uma década, a arrecadação anual era de aproximadamente R$ 120 milhões. A rota internacional de tráfico começava a dar os primeiros sinais de expansão em dois países vizinhos, Bolívia e Paraguai.
Agora, em vez de sufocada pelo poder estatal, a facção amplia seus tentáculos internacionais. O MPE e a Polícia Federal já têm provas de que o tráfico de drogas, principalmente o de cocaína, atravessou o Atlântico e desembarcou na Europa e na África. O Porto de Santos é o ponto de partida dos carregamentos. Traficantes de Portugal e Holanda, por exemplo, já estão entre os clientes do PCC.
Segundo o MPE, durante uma blitz recente em um navio, foram encontrados 100 quilos de cocaína com destino à Europa. A droga estava misturada a bolsas. Ainda não há, porém, estimativa da quantidade “exportada” para os dois continentes.
Células

O poderio financeiro do PCC está diretamente relacionado ao tráfico de drogas. “Quanto mais droga vendida, mais dinheiro para comprar armas e drogas, que dão retorno com mais dinheiro”, diz a desembargadora Ivana David, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ao explicar o ciclo de crescimento da organização.
Ivana, que acompanhou centenas de investigações contra a facção antes dos ataques de maio de 2006, diz acreditar que o PCC só cresceu porque os integrantes que exercem funções de chefia recrutam substitutos capazes de dar sequência às atividades criminosas, caso algum líder seja preso ou morto. “São como células. Quando uma sai, há outras prontas para assumir”, afirma.
Uma amostra da força financeira do PCC, que se estrutura como uma empresa, está em uma planilha apreendida durante uma operação policial. Nela consta que a facção gastou mais de R$ 1 8 milhão com advogados só no primeiro semestre do ano passado em São Paulo. Nos outros Estados, o montante no período foi de mais de R$ 730 mil.
Transformação


O procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino, contudo, avalia que o PCC “não necessariamente cresceu, mas mudou” nos últimos dez anos. “Eles tinham um perfil inicial mais limitado, mais politizado, com um discurso em defesa dos direitos da população carcerária. Com o tempo e com as ações criminosas, o ‘partido’ sofreu mutações até chegar aonde chegou, uma dinâmica como a de uma grande empresa, mas com foco no tráfico, que permite arrecadação contínua.”
Um dos principais responsáveis pela mais completa investigação contra o PCC, o promotor Lincoln Gakiya, de Presidente Prudente, em parceria com colegas do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), denunciou 175 integrantes da facção em outubro de 2013. Ele pediu também a prisão preventiva de mais de cem bandidos (muitos já cumprindo pena) à Justiça e a internação da cúpula e de seus principais “assessores” no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), além de mandados de busca e apreensão na casa dos acusados e de parentes.
“A intenção era adotar as medidas simultaneamente justamente para cortar o contato das lideranças com seus subordinados diretos”, conta. A Justiça na cidade do oeste do Estado negou os pedidos. A Promotoria recorreu e aguarda decisão.
“Essa investigação serviu para mostrar, com provas, que o PCC nunca parou de praticar crimes. Ela expõe como a facção funciona e tem servido de base para investigações em outros Estados”, diz Gakiya.
A Secretaria da Segurança informou, por meio de nota, que desde 2006 “o orçamento para a pasta cresceu 94% acima da inflação do período, passando de R$ 9,3 bilhões para R$ 24,8 bilhões em 2016 - o montante é o triplo dos R$ 8,1 bilhões reservados pelo governo federal para todo o País”. A Secretaria de Administração Penitenciária afirmou que investe continuamente em modernização e ampliação da segurança no sistema prisional e, quando um detento é identificado como perigoso, “é imediatamente isolado nas penitenciárias 1 de Avaré ou 2 de Presidente Venceslau, onde o controle é ainda mais rigoroso - eles só podem sair algemados”.
PCC tem base em todos os Estados e em seis países

O poderio financeiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) reflete diretamente seu poderio geográfico. À medida que as receitas da organização crescem, expandem-se também seus limites territoriais. Se, em 2013, após três anos e meio de investigações, o Ministério Público Estadual (MPE) concluiu que a facção se espalhava por 22 Estados, Distrito Federal, Bolívia e Paraguai, hoje o PCC se faz presente em todas as 27 unidades da federação e já tem bases também na Argentina, no Peru, na Colômbia e na Venezuela.
Segundo o MPE, há evidências nas investigações que mostram contatos diretos de integrantes do PCC com o Exército do Povo Paraguaio (EPP), um grupo terrorista contrário ao governo local, e com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). “O foco está no tráfico de drogas e armas com todos os países listados. Começamos a verificar, por exemplo, o uso de fuzis argentinos no Brasil por parte de integrantes do PCC recentemente”, conta o promotor Lincoln Gakiya, de Presidente Prudente.
No Brasil, a presença do PCC, além de São Paulo, é mais forte em Mato Grosso do Sul e no Paraná, por causa da fronteira com os países que têm bandos parceiros da facção.
Segundo investigações, aos poucos, o grupo está deixando de lado os intermediários e assumindo a compra direta de drogas. É o caso de Fabiano Alves de Souza, conhecido como Paca e apontado como o único integrante da cúpula em liberdade. Segundo a polícia, ele vive no Paraguai e envia droga para o Brasil sob encomenda da facção. Paca estava preso no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) até 2014, quando recebeu um habeas corpus da Justiça. Sua prisão preventiva foi decretada pouco depois, mas ele nunca mais foi encontrado.
Segundo o procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino, “eles (os integrantes do PCC) conseguem ocupar uma região, um Estado, um país, porque há espaço. Há espaço porque conseguem fornecer drogas. É uma relação comercial”, afirma.
Investigações do MPE, de outubro de 2013, além do audacioso plano de execução do governador Geraldo Alckmin (PSDB) – considerado pelos criminosos como o responsável pela “opressão” à população carcerária -, revelaram a existência de uma aliança entre o PCC e o Comando Vermelho (CV), organização do Rio. Em território nacional, essa é a única facção que estabeleceu uma parceria com a facção paulista.
Os bandidos, segundo as investigações, trocavam informações sobre métodos de assaltos e sequestros e também sobre como estabelecer o domínio dentro do sistema prisional. De acordo com Christino, isso não acontece nos demais Estados. “Tudo está baseado no crescimento do tráfico de drogas. No Rio, as facções têm meios e infraestrutura para fornecer e comprar drogas em um ritmo acelerado”, explica.
Pelo restante do Brasil, o PCC tem controle garantido sobre o crime organizado. Christino diz que um revendedor de drogas cria vínculo com a facção e, desse modo, ganha projeção dentro da própria estrutura do “partido”. “A facção cresce nos Estados que não têm a mesma estrutura de venda de drogas”, diz o procurador. “Nos demais Estados, o PCC supre essa falta de estrutura e acaba cooptando os traficantes locais. Por isso, a facção cresce.”
Em janeiro de 2015, a polícia e o MPE descobriram contas na China e nos EUA que estariam sendo usadas para lavagem de dinheiro. Entre 2013 e 2014, a suspeita é de que a facção possa ter movimentado R$ 100 milhões – o valor é uma estimativa. Segundo as investigações, o PCC ainda não está familiarizado com a lavagem de dinheiro por meio de offshores e prefere operar com dinheiro vivo. Para isso, a organização guarda dinheiro em residências (enterrando em quintais, por exemplo) ou usa casas de câmbio para transferir valores para a compra de drogas na Bolívia e no Paraguai.
Histórico

A trajetória de crescimento do PCC vem de longa data: partiu de um presídio e atravessou fronteiras. O bando que hoje domina o crime no Brasil e atua na América do Sul, Europa e África foi fundado por apenas oito presos no Anexo da Casa de Custódia de Taubaté, no Vale do Paraíba, em 31 de agosto de 1993. Idemir Carlos Ambrósio, o Sombra, foi o primeiro líder da facção.
Foi Sombra quem comandou, em fevereiro de 2001, a primeira megarrebelião de São Paulo, quando 29 presídios foram tomados simultaneamente e 16 detentos morreram. Foi assassinado cinco meses depois. Marcola assumiu o mais alto posto do PCC em novembro de 2002, de onde nunca mais saiu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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