SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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TORQUATO NOMEIA NOVO PRESIDENTE DA CONPORTOS

O novo presidente foi coordenador do grupo de trabalho para implantação do Sistema Nacional de Polícia Marítima O Ministro da Just...

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

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CONDENADOS POR TRÁFICO INTERNACIONAL SERÃO SOLTOS




Sete trabalhadores portuários foram presos com 31,9 kg de cocaína
Sete estivadores que atuam no Porto de Santos foram condenados pela Justiça Federal por narcotráfico internacional, mas serão soltos. Eles poderão recorrer em liberdade, porque as suas penas foram fixadas em patamar inferior a oito anos de reclusão, a serem cumpridas em regime inicial semiaberto.
A juíza federal Lisa Taubemblatt, da 6ª Vara Federal de Santos, fundamentou na sentença que seria contraditório manter as prisões preventivas dos estivadores, negando-lhes a possibilidade de apelar soltos, pois trata-se de uma situação mais severa daquela imposta na sentença (regime semiaberto).
A decisão levou em conta a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual “verifica-se notória contradição entre o cumprimento da pena em regime semiaberto e a manutenção da prisão cautelar, submetendo o paciente (acusado) a regime mais grave de restrição de liberdade do que o previsto na sentença condenatória”.
O grupo de trabalhadores foi preso na madrugada de 26 de abril de 2017, nas dependências do Brasil Terminal Portuário (BTP), no cais da Alemoa. Os acusados traziam tijolos de cocaína presos aos seus corpos com cintas. A intenção era embarcar a droga em dois navios com destinos à Espanha e à África do Sul.



Dividido em 29 tijolos, o entorpecente totalizou 31,9 quilos. A apreensão da cocaína resultou nas prisões em flagrante de Cláudio Argolo dos Santos, Haílton Bento dos Santos, Juscelino Almeida Santos, Marcelo Cardoso dos Santos, Mário Sérgio Correia, Orismar Oliveira de Paula Santos e Valmir Catarino de Souza.
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou os estivadores por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Em suas alegações finais, requereu condenação de todos os réus por ambos os delitos, mas a juíza federal julgou a ação penal parcialmente procedente para condenar pelo tráfico e absolver pela associação.
Segundo o advogado Felipe Fontes dos Reis Costa Pires de Campos, que defendeu Cláudio e Orismar, não ficou demonstrado que os estivadores mantinham entre si vínculo estável e necessário para caracterizar crime de associação para o tráfico. Lisa fundamentou a absolvição por este delito em razão da insuficiência de provas.
Em relação ao tráfico, a magistrada observou que o motivo do crime foi “busca pelo lucro fácil”, no entanto, “sem graves consequências, ante a apreensão do entorpecente”. Ao permitir recurso em liberdade, levou em conta, além do regime semiaberto, o fato de o delito não ter sido cometido com violência ou grave ameaça.
As penas
Primários, Valmir, Juscelino e Orismar foram condenados a cinco anos, dois meses e seis dias de reclusão. A juíza reconheceu a causa de diminuição de pena do tráfico privilegiado – prevista no Artigo 33, parágrafo 4º, da Lei 11.343/2006, e aplicável quando inexiste prova de que o réu se dedique a atividades criminosas ou integre organização criminosa.
Também primários e beneficiados com a redução do tráfico privilegiado, Haílton e Mário Sérgio tiveram as penas fixadas em cinco anos e dez meses de reclusão, pois não fizeram jus a outras circunstâncias favoráveis reconhecidas pela juíza federal para Valmir, Juscelino e Orismar.
Com condenação anterior por tráfico, Marcelo foi apenado a seis anos, nove meses e 20 dias, sem a redução do tráfico privilegiado. A mesma causa de diminuição também não foi aplicada para Cláudio. Já condenado por roubo e furto, a sua sanção foi de sete anos e sete meses.
Como as condenações antigas de Marcelo e Cláudio lhes foram impostas na década de 90, tecnicamente, são primários e não reincidentes. Porém, a titular da 6ª Vara Federal de Santos as considerou como maus antecedentes na fixação de suas penas. Cláudio possui histórico carcerário que totaliza 24 anos, 11 meses e 23 dias.

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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

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GUARDA PORTUÁRIA APREENDE 552 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS




Dois suspeitos foram detidos. Entorpecente tinha como destino a Europa
Na madrugada do último sábado (06), a Guarda Portuária (Gport) do Porto de Santos, litoral de São Paulo, apreendeu 23 malas contendo 552 kg de cocaína, distribuídos em vários tabletes identificados com a imagem de um avião.
Os agentes foram acionados, por volta das 2 horas, pelos funcionários que trabalham no setor de monitoramento do Terminal da Santos Brasil, localizado na Margem Esquerda do porto, em Vicente de Carvalho, distrito da cidade de Guarujá.
O acionamento se deu em virtude dos monitores estranharem a presença de três indivíduos próximos a um caminhão, carregado com um contêiner vazio, parado numa quadra onde ficam os contêineres cheios para exportação, com destino à Europa.
De imediato se dirigiram para o local a ronda de policiamento, integrada pelos guardas portuários Saggia e Sergio Lucas, e a Ronda do Inspetor Fernando Serafim, acompanhado do guarda portuário Davi.


Na foto o motorista e a mala que foi apreendida na cabine do caminhão
Ao serem abordados e se derem conta que “a casa caiu”, gíria utilizada quando a prisão é eminente, dois elementos saíram em desabalada carreira. Um deles, que se dirigiu para a área do cais, foi alcançado e detido pelo GP Davi. O outro empreendeu fuga em meio aos contêineres armazenados, e apesar das buscas realizadas, não foi localizado. O motorista foi contido pelo GP Sergio Lucas junto ao caminhão.


A maior parte da droga apreendida estava escondida em um compartimento embaixo do assoalho da carreta
Em vistoria realizada no veículo os agentes encontraram uma mala com tabletes da droga na cabine e outras em um compartimento escondido localizado embaixo do assoalho da carreta, entre as longarinas. Os guardas portuários também verificaram que a placa da carreta havia sido adulterada, pois além de não possuir o lacre e a tarjeta identificando a cidade e o estado, também era diferente da documentação apresentada. Diante do flagrante, os dois foram algemados e receberam a voz de prisão.


A placa da carreta foi adulterada
Em virtude da quantidade apreendida, a Polícia Federal (PF) foi acionada para comparecer ao local a fim de que a droga, juntamente com os elementos detidos, pudesse ser transportada com segurança até a sede daquela repartição federal, localizada na cidade de Santos.
Como o caminhão estava estacionado entre duas fileiras de contêineres, como se houvesse a intenção de esconder algo, os agentes da Policia Federal e da Guarda Portuária realizaram uma busca minuciosa nas imediações, logrando êxito em localizar mais duas malas contendo a droga e um alicate de pressão, força bruta, chamado “lábios de mel”, utilizado para o rompimento de cadeados e lacres. No entanto, nenhum contêiner aberto ou com o lacre violado foi encontrado.


Duas malas foram localizadas entre os contêineres armazenados com destino a Europa
Para fazer o transporte da droga de Guarujá para Santos, a Polícia Federal solicitou o reforço de mais guardas portuários, além da requisição de uma lancha particular para a travessia do Canal do Estuário. Em Santos, as malas com as drogas e os dois elementos detidos foram escoltados por três viaturas da Gport e uma da PF.


As malas apreendidas foram transportadas na viatura da Guarda Portuária
Na repartição policial, as partes foram apresentadas a Delegada Maria Ângela A. de Oliveira, que ratificou a voz de prisão e determinou a prisão em flagrante dos meliantes por tráfico de entorpecentes.
O motorista do caminhão foi identificado como sendo Nicollas Moreira Medeiros e o ajudante como Fábio de Jesus Pereira, sendo que ambos já tinham passagens pela polícia.
Por determinação da autoridade policial, o caminhão ficou retido no terminal para perícia, ficando o supervisor de segurança da empresa como fiel depositário. A Polícia Federal seguirá com as investigações para apurar a origem e o destino da droga, assim como, o possível envolvimento de mais pessoas.


A suspeita é que a droga tinha como destino a Europa
Não é a primeira vez
Essa não foi a primeira vez, em Santos já ocorreram várias apreensões por parte da Guarda Portuária. A última, em 06 de agosto do ano passado, a Gport apreendeu 233 Kg de cocaína e também dois elementos foram detidos.
Elogio
O presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo – Codesp, administradora do Porto de Santos, José Alex Oliva recebeu vários elogios pela atuação da sua Guarda, fazendo questão de retransmitir aos guardas portuários que participaram da ação.
O fato a ser destacado foi a perfeita sintonia entre a Guarda Portuária e a Polícia Federal durante todo o desenrolar da ocorrência.



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domingo, 7 de janeiro de 2018

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MOTORISTA COM CNH FALSA É DETIDO PELA GUARDA PORTUÁRIA EM SFS



A detenção se deu após os agentes receberem uma denúncia
Na manhã última quarta-feira (03), a Guarda Portuária do Porto de São Francisco do Sul deteve um caminhoneiro, portanto uma carteira nacional de habilitação (CNH) falsa, quando ele tentava entrar no porto dirigindo um caminhão.

A detenção se deu após os agentes receberem uma denúncia de que o motorista Dorlei João Antunes Filho, 23 anos, estaria utilizando uma CNH falsa para poder carregar no porto. Ao ser abordado ele assumiu que a sua carteira não era verdadeira, sendo então a Polícia Militar acionada para o encaminhamento das partes ao Distrito Policial.

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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

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RECEITA FEDERAL APREENDE 69 QUILOS DE COCAÍNA NO PORTO DE PARANAGUÁ




O valor da apreensão foi estimado em US$ 1 milhão. Droga estava escondida no contêiner refrigerado

Na última quinta-feira (28), equipes da Alfândega da Receita Federal no Porto de Paranaguá, com apoio da Polícia Federal, encontraram 69,5 quilos de cocaína pura, no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). A droga estava escondida na estrutura do teto de um contêiner refrigerado que estava vazio e em trânsito entre portos brasileiros.

A localização foi possível graças às imagens geradas pelo aparelho de escâner localizado no terminal. Os servidores retiraram a parte interna do teto do contêiner e encontraram a droga entre a espuma que faz o isolamento térmico.
A Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal investigarão agora quem seriam os responsáveis pelo envio da droga ao exterior.
Segundo Luciano Andreoli, inspetor-chefe adjunto da alfândega da Receita Federal em Paranaguá, os agentes estavam no local para fazer uma análise e passaram um scanner no contêiner. O equipamento apontou a existência de algo escondido na estrutura e, diante da suspeita, houve a mobilização para a retirada dos tabletes de cocaína.
“O valor de mercado desta quantidade de cocaína pura é de cerca de US$ 1 milhão. Agora começam as investigações para tentar encontrar os responsáveis pela droga”, contou Andreoli
Ainda de acordo com ele, o contêiner estava em trânsito entre portos brasileiros. A Receita Federal e a Polícia Federal, que auxiliou na apreensão, estimam que a cocaína seria enviada ao exterior.
A Receita Federal e Polícia Federal vão investigar o caso para apurar quem são os responsáveis pela tentativa de enviar a cocaína para o exterior.


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sábado, 30 de dezembro de 2017

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EM DOIS DIAS, POLÍCIA FEDERAL APREENDE 660 QUILOS DE COCAÍNA NO RIO DE JANEIRO




Droga foi apreendida dentro de barco que navegava na Baía de Guanabara

A Polícia Federal (PF) apreendeu em apenas dois dias, no Rio de Janeiro, 660 quilos de cocaína. Na quinta-feira (28), os agentes encontraram 280 quilos da droga na Alfândega do Porto do Rio. Já nesta sexta-feira (29), a PF prendeu três homens e flagrante e apreendeu aproximadamente 380 quilos de cocaína, que estavam escondidos em um barco de pesca na Baía de Guanabara.

A abordagem ao barco nesta sexta-feira (29) foi feita pela Capitania dos Portos, que acionou agentes do Núcleo de Polícia Marítima (Nepom) da PF. Naquele momento, a Capitania fazia fiscalização de embarcações na Baía de Guanabara.
Um dos ocupantes do barco informou aos agentes que havia uma arma a bordo. Os agentes verificaram que o revólver calibre 38 era ilegal e estava com a numeração raspada.
Cão farejador ajudou a descobrir droga

Depois disso, a embarcação foi levada para o cais do Núcleo de Polícia Marítima, onde, após uma revista, que contou com apoio de policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da PF (DRE) e com o auxílio do cão farejador Black, os policiais descobriram a droga dentro da caixa d'água no interior da embarcação.
Encaminhados à Superintendência de Polícia Federal, no centro do Rio, os três presos, que disseram ser pescadores, foram indiciados por tráfico de drogas. Para lá, ainda foram levadas a droga e a arma apreendidas.
Um dos homens, indiciado também por porte de arma com numeração adulterada, foi transferido após procedimentos de praxe, para o sistema prisional, para onde foram levados os outros dois presos.
Em outra operação feita na quinta-feira (28), os agentes apreenderam 280 quilos de cocaína na Alfândega do Porto do Rio de Janeiro. De acordo com a PF, as investigações continuam.

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

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RF E PF APREENDEM 280KG DE COCAÍNA NO PORTO DO RIO




Carga descrita como material para construção, que tinha como destino, a Espanha

Na manhã de ontem (28) a Receita Federal (RF), em conjunto a Policia Federal (PF), aprenderam cerca de 280 quilos de cocaína no Porto do Rio de Janeiro.
Segundo a autoridade aduaneira, os seus agentes suspeitaram do alto valor declarado para uma carga descrita como material para construção, que tinha como destino a Espanha.
A cocaína foi detectada com o auxílio do cão farejador Black, um pastor belga Malinois da PF, que sinalizou a presença de entorpecentes dentro do contêiner.
Após ser aberto, foram encontradas em seu interior malas de viagem com drogas, escondidas atrás de blocos de concreto pré-fabricados. Os tabletes estavam envolvidos em material plástico contendo orégano, numa tentativa de disfarçar o cheiro e dificultar a identificação da substância entorpecente.
O material apreendido foi encaminhado para a sede da Superintendência de Polícia Federal no Rio de Janeiro, na Praça Mauá, centro da cidade, que seguirá com as investigações para detectar a origem da droga.

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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

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SEGURANÇA É EXEMPLAR NO PORTO DE VITÓRIA




A afirmação é da Codesa, empresa que administra os portos de Vitória e de Vila Velha

Os terminais públicos do Porto de Vitória têm sido exemplos para o sistema portuário nacional. Contando com mais de 130 agentes da Guarda Portuária (GP), atuando no Cais Comercial de Vitória e terminais de Capuaba, Atalaia e Paul Gusa, em Vila Velha, o exercício da atividade de segurança tem sido realizado com o rigor necessário e de acordo todas as normas técnicas e legais exigidas. Tudo isso porque a CODESA – Autoridade Portuária investe na capacitação de pessoal e aquisição de material necessário a atuação da guarda, e modernização das instalações portuárias com tecnologia de ponta.
A formação da Guarda Portuária da CODESA contou com o treinamento/curso de formação ministrado pela Polícia Militar do ES, Corpo de Bombeiros, Polícia Federal, Receita Federal, Grupo Especial de Segurança da Justiça Federal, além da Marinha do Brasil. Periodicamente são realizados cursos de capacitação com profissionais de referência no país, como o ex-capitão dos Portos do Espírito Santo, Roberto Ferreira da Silva e o coordenador-geral de Defesa, da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e especialista em combate ao terrorismo, Marcus Vinicius Reis. Este último ministrou um curso para a GP há menos de um mês, cujo evento foi promovido pelo Sindicato da Guarda Portuária, com total apoio da Autoridade Portuária.
Segundo o coordenador de Segurança Portuária (COSNIP), Enildo Pereira Gonçalves Júnior, "todas essas ações colaboram para a total segurança da movimentação de cargas e pessoas nos terminais públicos. Há um rigoroso controle de acesso e circulação de trabalhadores e mercadorias no complexo portuário. Há mais de 10 anos não há nenhuma ocorrência de tráfico de armas, drogas e pessoas na área pública. As últimas apreensões foram em áreas arrendadas: uma ação da Polícia Federal, que desencadeada no Rio de Janeiro, que a PF veio acompanhando. Com apoio da Alfândega, realizou a apreensão a bordo, em navio atracado. Outra foi a apreensão de um contêiner armazenado, e ambas, a ação foram em terminais privados", diz.
Tecnologia
A tecnologia também não ficou de fora. A CODESA vem investindo na modernização da gestão e operação portuária, tendo inaugurado este ano o Sistema de Informação e Gerenciamento do Tráfego de Embarcações (VTMIS), e está implantando o novo sistema de identificação e monitoramento, efetuado pela Cadeia Logística Portuária Inteligente (PortoLog). O VTMIS do Porto de Vitória colocou a CODESA como pioneira no país. Além do controle do tráfego marítimo, os equipamentos, dotados de radares e câmeras de longo alcance, com infravermelho, monitoram toda movimentação ao redor dos navios, inclusive os que ficam fundeados em alto mar, à espera da atracação. Se houver qualquer movimento anormal próximo da embarcação, como uma lancha, por exemplo, os operadores do VTMIS detectam e acionam a Polícia Federal, Alfândega e Capitania dos Portos.
Segundo Enildo, "a Autoridade Portuária consegue detectar de maneira clara e em tempo real as não conformidades que venham ocorrer na área de fundeio, canal de acesso, área de manobra e bacia de evolução da área portuária". E acrescenta que a construção das duas novas portarias – em Vitória e Capuaba – totalmente automatizadas, contribuirá para aumentar a segurança portuária. "As portarias, que fazem parte do projeto Portolog, contarão com vários gates de acesso, totalmente equipados com aparelhamentos de identificação, controle e pesagem, rádio frequência (RFID), identidade biométrica, Circuito Fechado de Televisão (CFTV), Reconhecimento Ótico de Placas (OCR) de contêiner e veículos, além de TAGS", explica.
A Guarda Portuária trabalha 24h por dia, todos os dias da semana, de forma ostensiva nos terminais privados. Monitora as portarias de acesso, patrulha a retro área e confere toda a movimentação na área do porto organizado. "Podemos afirmar que nos terminais que fazem parte do Porto Organizado de Vitória, há um controle rígido de combate aos ilícitos que possam ocorrer na área portuária, de maneira preventiva e ostensiva", afirma o coordenador Enildo.
Parcerias
Há quatro anos a Guarda Portuária desenvolve atividades de integração com demais órgãos de segurança, conforme diretrizes do Código Internacional Para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code) e do Plano Nacional de Segurança Pública Portuária, existe um Grupo de Trabalho Master, Jurídico e Operacional. No estado, participa de um Grupo de Trabalho que conta com representantes da Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Agência Nacional de Transporte Aquaviário (ANTAQ), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e Secretaria Estadual de Segurança Pública (SESP).
O próprio Governo do estado reconhece a importância do trabalho da Guarda Portuária para a política de segurança pública e recentemente baixou uma portaria integrando a Autoridade Portuária, juntamente com a Infraero e Receita Federal, no Grupo de Trabalho de Repressão e Combate ao roubo de carga. Na última reunião desse grupo operacional foi abordada a necessidade de reforço na segurança dos portos da região Sul, bem como no Porto de Santos e do Rio de Janeiro, já que havia uma tendência dos crimes de tráfico de drogas e tráfico de armas migrarem para os terminais portuários do Espírito Santo.
Integração nacional
A CODESA, através da Guarda Portuária, também integra o Colegiado Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CESPORTOS), que tem por objetivo fiscalizar, auditar, orientar todos os terminais portuários do Espírito Santo, visando a manutenção do padrão mínimo de segurança exigido pelo Código ISPS. "Mantemos a equipe treinada, atualizada e pronta para agir. Cumprimos tudo que a legislação determina. Atualizamos nossos conhecimentos e contribuímos com os parceiros no combate e repressão ao tráfico e contrabando. A GP é mais uma unidade para somar. Não podemos garantir 100% de segurança, mas trabalhamos para melhorar sempre e os resultados demonstram isso", explica o coordenador.
Por ser um porto de referência no estado e região, por sua importância e localização, todas as divulgações públicas sempre citam, genericamente e de forma errônea, o Porto de Vitória, especialmente em situações negativas. Da mesma forma acontece com Capuaba, que equivocadamente é tratado como porto, mas tanto o Cais Comercial de Vitória e o Cais de Capuaba são terminais portuários que fazem parte do complexo do Porto.
No ES existem vários empreendimentos portuários, entre públicos, arrendados e privados. O Porto de Vitória e o Porto de Barra do Riacho estão sob a Autoridade Portuária da CODESA, mas contam com terminais arrendados e privados, cujas competências de gestão cabem aos respectivos responsáveis, conforme contratos assinados. Vale lembrar que o complexo portuário capixaba ainda conta com o Terminal Norte Capixaba, Porto de Regência, Porto de Praia Mole, Porto de Tubarão e Porto de Ubú, este ainda com atividades paralisadas.

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

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GUARDAS PORTUÁRIOS DO PARÁ E AMAPÁ REALIZAM AÇÃO SOLIDÁRIA NO NATAL




Cestas básicas e brinquedos foram distribuídas a crianças carentes
No último sábado (23), alguns guardas portuários do Pará se mobilizaram e realizaram uma ação solidaria na comunidade carente de “Canarinho”, área invadida do Conjunto Tapajós.

A distribuição de brinquedos e cestas básicas aconteceu a partir das 9h em uma das casas da Rua Augusto Montenegro, onde uma grande fila foi organizada. As crianças além dos presentes ainda receberam lanche.

Amapá
No Amapá um grupo de guardas portuários também recolheu várias cestas básicas, que foram doadas a pessoas necessitadas.



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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

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PORTOS NO ES VIRAM ATRACADOURO PARA O TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS




Somente neste ano, a Polícia Federal já apreendeu uma tonelada e meia de cocaína em contêineres ou misturados a mercadorias. Isso significa mais de R$ 357 milhões ilegais

A fragilidade da segurança e a falta de fiscalização no complexo portuário do Espírito Santo têm facilitado a ação de quadrilhas especializadas em tráfico internacional de drogas. Do começo deste ano até agora, 1.500 quilos de cocaína já foram apreendidos pela Polícia Federal, totalizando US$ 105 milhões – algo em torno de R$ 357 milhões.
A carga ilegal tem como principal destino a Europa e muitas vezes segue viagem dentro de contêineres e escondida em mercadorias. Para agravar o cenário, o esquema conta, inclusive, com a participação de funcionários dos portos, segundo informação da Polícia Federal.
No dia 6 de dezembro, a PF apreendeu 253 quilos de cocaína em um contêiner que iria para a Espanha através do Porto de Capuaba, Vila Velha. Considerando-se o valor do quilo da cocaína na Europa, de US$ 70 mil, a droga apreendida vale mais de US$ 17 milhões.
Na ocasião, o presidente da Desportiva Ferroviária, Edney Costa, e outras seis pessoas foram presas. Ele é portuário e acusado pela Polícia Federal de ser “peça central” da quadrilha.
Segundo o delegado Leonardo Damasceno, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, os portos capixabas precisam reforçar a segurança para não se consolidarem como rota do tráfico internacional. “O tráfico internacional pelo modal marítimo é uma realidade. Temos recordes atrás de recordes de apreensão nos portos. O Porto de Santos bateu o recorde ano passado e nesse ano já bateu o recorde novamente. Os terminais têm que se adaptar a essa nova realidade, têm que aumentar a segurança para não ser alvo fácil dessas organizações (criminosas)”, avaliou.
Apreensões
Em outubro, 433kg de cocaína foram flagrados em um navio que iria para a Bélgica, através do Porto de Vila Velha. Em setembro, 500kg de cocaína foram encontrados dentro de um bloco de mármore, em Cachoeiro de Itapemirim, e 123kg da droga foram apreendidos em blocos de granito na Serra. Tudo isso deixaria o Espírito Santo pelos portos.
Para o especialista em Segurança Pública e Privada Alexandre Domingos, falta de tecnologia, pouca estrutura da Polícia Federal e o envolvimento de funcionários são alguns dos facilitadores do esquema ilegal.
“Quando a Polícia Federal rastreia um, pode ter certeza que vários já passaram. Os portos, de uma forma geral, são muito vulneráveis. Não existe controle de cargas e com o nível de tecnologia de um aeroporto. São contêineres enormes, muitos navios, e a Polícia Federal e Guarda Portuária não têm efetivos para fazer um trabalho de qualidade. Torna fácil trabalho de traficantes”, afirmou.
Conivência
O especialista ainda destacou que para o tráfico de drogas funcionar na área portuária é necessário  a participação de funcionários do porto, pessoas que participam do processo de carga e descarga.
“É um grande mercado de bilhões e bilhões de dólares e eles compram pessoas no mundo todo. Às vezes aquele funcionário nem tinha uma índole ruim, mas está passando por uma situação de necessidade e acaba aceitando a grande quantia, que para o traficante não é quase nada”, ressaltou.
Para Domingos, outros órgãos de controle policial teriam que auxiliar no combate às drogas que entram e saem nas embarcações. “Deveria existir uma parceria entre Polícia Federal, Militar, Civil e até mesmo com a segurança privada. A legislação deveria permitir isso e com atuação eficiente do Judiciário”, alertou.
Outro Lado
Procurada, a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), informou que o porto público conta com segurança feita pela Guarda Portuária, que é treinada e capacitada, com a contribuição da Policia Federal. Além disso, há a inspeção cargas feita pela Alfândega, que fiscaliza os terminais públicos e privados.
A Codesa informou, ainda, que a atuação de fiscalização nos terminais públicos continuará sendo feita de forma rigorosa e que em toda suspeita de tráfico, a Guarda Portuária aciona a Polícia Federal e a Alfândega.
Já em relação aos terminais privados, a Codesa informou que não possui direito de fiscalização e que esse trabalho é feito pelas empresas de segurança contratadas por cada terminal, além da Polícia Federal e da Alfândega.
"A Codesa lamenta o ocorrido e parabeniza o trabalho da Polícia Federal, se colocando a disposição sempre que for preciso para ajudar na apuração deste e outros casos", informou a assessoria de imprensa da Companhia, por telefone.


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