SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

Postagem em destaque

GUARDA PORTUÁRIA TERÁ 51 NOVOS INTEGRANTES

Em janeiro eles deverão ser nomeados e passarão por treinamento antes de assumir a função No dia 16 de dezembro, foi publicada no ...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

0

JUSTIÇA MULTA CODESP EM R$ 100 MIL POR DESRESPEITO A JORNADA DE TRABALHO NA GUARDA PORTUÁRIA




O comando da Guarda Portuária decidiu alterar a jornada de trabalho sem ciência do sindicato

Diz o ditado popular que “apressado come cru e quente”. Pois bem, em maio de 2015 a Codesp implantou a Operação Curto Circuito, com o objetivo de conter os furtos de cabos de cobre que vinham ocorrendo na usina de Itatinga, em Bertioga. Para a realização da operação, a jornada de trabalho dos guardas portuários foi alterada de seis para doze horas, sem acordo com o SINDICATO.
O assunto foi parar na Justiça e agora, em janeiro deste ano, a juíza do Trabalho, Adriana de Jesus Pita Colella, declarou nula a mudança na jornada de trabalho dos guardas portuários. “De acordo com a sentença, a ordem de serviço 01/2015 ofende os preceitos legais trabalhistas e a empresa não pode exigir dos guardas portuários o cumprimento de jornadas superiores a seis horas, nos turnos de revezamento, sendo permitida somente a prorrogação em até duas horas diárias e, em casos excepcionais. Caso a Codesp não cumpra a decisão judicial terá que pagar multa diária de R$10 mil por infração e trabalhador prejudicado”, explica o presidente do SINDAPORT, Everandy Cirino dos Santos.
O dirigente sindical ressalta ainda que a Codesp foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 100 mil, que deverá ser revertido ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) ou a critério do Ministério Público do Trabalho. “Na época, como o comando da Guarda Portuária decidiu alterar a jornada de trabalho sem ciência do SINDICATO, nós levamos o caso para a Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Santos que determinou que a Codesp apresentasse uma proposta oficial, o que só se concretizou em agosto. Nós levamos para conhecimento da categoria, mas a proposta não foi aprovada”, relembra.
Na assembleia realizada em 28 de agosto de 2015, os guardas portuários não concordaram com a proposta da empresa de alteração na jornada e decidiram que o SINDICATO poderia ingressar com mandado de segurança, com a participação do Ministério Público do Trabalho, na tentativa de colocar fim ao horário irregular que vinha sendo praticado.
Na época, o SINDAPORT também fez questão de enviar ofício para conhecimento do superintendente de Recursos Humanos da Codesp, Pedro Augusto Chibebe Waller, para que providências fossem tomadas visando suspender a imposição do cumprimento de turno de 12 horas. “Infelizmente como ninguém tomou nenhuma providência sobre a irregularidade cometida, entramos na Justiça e agora a Codesp terá que pagar pela incompetência de seus gestores”, afirma, enfatizando que a resposta da Codesp por meio de ofício foi a de que a empresa aguardaria a manifestação na Justiça para tomar providências determinadas por decisão judicial.
Everandy Cirino sugere aos gestores da Codesp que antes de qualquer mudança ou determinação o departamento jurídico da empresa seja consultado para que o assunto não seja levado para a Justiça e cause prejuízos aos cofres públicos.
“Considerando a decisão proferida nos autos do processo agora no dia 11 de janeiro de 2017 e como a Codesp disse que aguardaria a determinação judicial para tomar as devidas providências, esperamos que a Companhia cumpra na íntegra a sentença judicial suspendendo, imediatamente, a determinação para o cumprimento da jornada de 12e horas”, finaliza.



* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

0

A NOVELA DA JORNADA DE DOZE HORAS FINALMENTE CHEGARÁ AO FIM




A jornada de trabalho dos guardas portuários foi alterada de seis para doze horas de maneira unilateral

Em 29 de maio de 2015 teve inicio a operação denominada “Curto Circuito”, implantada através da Ordem de Serviço 01/2015 do Superintendente da Guarda Portuária, Ézio Borghetti, com o objetivo de conter os furtos de cabos de cobre que vinham ocorrendo na usina de Itatinga.
Na operação em questão, a jornada de trabalho dos guardas portuários foi alterada de seis para doze horas de maneira unilateral, ou seja, sem qualquer negociação ou acordo com o Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), representante da categoria.
A partir desse fato, o Sindaport encaminhou ofício para a Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Santos requerendo o agendamento de mesa redonda, no que foi prontamente atendido. Na audiência, os auditores do Trabalho deram prazo de dez dias para a empresa apresentar proposta de alteração de jornada de trabalho.
Em agosto de 2015, a Codesp enviou oficialmente a proposta de 12 horas, que foi elaborada pela Unidade de Segurança. Em 28 de agosto de 2015 foi realizada assembleia específica da categoria, que na ocasião decidiu pela não aceitação da mudança de jornada deliberando, por maioria absoluta, ao Sindaport o imediato ingresso de mandado de segurança, notificando também o Ministério Público do Trabalho, na tentativa de colocar fim ao horário irregular que vinha sendo praticado.
Em 11/01/2017, foi publicada decisão do processo Nº 0001552-25.2015.5.02.0444, na qual a Justiça do Trabalho, através da juíza Adriana de Jesus Pita Colella, declarou nula a ordem de serviço 01/2015, por entender ofendidos os preceitos legais trabalhistas e condenando a reclamada a "não exigir dos empregados que se ativam como guardas portuários o cumprimento de jornadas superiores a seis horas, nos turnos de revezamento, ressalvada a prorrogação em até duas horas diárias e, em casos excepcionais, as chamadas dobras, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00, por infração e trabalhador prejudicado".
Na ocasião, a Codesp foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, no importe de R$ 100.000,00 (cem mil reais), revertido ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), ou outra destinação a critério do Ministério Público do Trabalho.
Em virtude dessa sentença, o Sindaport está encaminhando ofício à Codesp solicitando o cumprimento na íntegra da sentença judicial, em relação aos empregados em funções de confiança lotados na Guarda Portuária.

* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

0

JUSTIÇA CONDENA QUATRO ENVOLVIDOS EM IMPORTAÇÕES FRAUDULENTAS




Envolvidos atuavam no Porto de Santos e em aeroportos do Rio e Curitiba
Esquema sonegava impostos, cujo montante alcança R$ 25,5 milhões

A Justiça Federal, a pedido do Ministério Público Federal em Santos, no litoral de São Paulo, condenou quatro envolvidos em um esquema de importações fraudulentas de diversos produtos, incluindo dois servidores da Receita Federal. A quadrilha sonegava impostos, e o montante desviado alcança, pelo menos, R$ 25,5 milhões.
O grupo, formado por mais de 30 pessoas, atuou de 2010 até a deflagração da Operação Navio Fantasma, em março de 2012. Segundo o MPF, no início, os envolvidos adotaram a modalidade “trânsito aduaneiro de passagem”. O esquema funcionava nos aeroportos Afonso Pena (Curitiba) e Tom Jobim (Rio de Janeiro) e no Porto de Santos. Os produtos chegavam em aviões e eram despachados para o cais santista. No entanto, os caminhões desviavam o trajeto e levavam as cargas aos reais compradores no Brasil, sem o pagamento de impostos. Em Santos, funcionários do Fisco registravam falsamente a chegada dos carregamentos.
Após o início das investigações, em 2011, a quadrilha mudou a forma de burlar as importações e passou a adotar a modalidade “trânsito aduaneiro de entrada comum”. Os produtos seguiam o mesmo percurso e eram igualmente desviados. A diferença estava no tratamento recebido em Santos. Os auditores da Receita concluíam a fraude preenchendo formulários que indicavam o encaminhamento da carga para áreas do porto onde não havia fiscalização ou incidência de tributos. Das 85 operações irregulares realizadas, 70 foram feitas nesse esquema.
Os auditores da Receita Federal burlavam os procedimentos regulares de importação, impedindo a fiscalização alfandegária em benefício próprio e de terceiros, que auxiliavam e beneficiavam-se das ilegalidades. A investigação apontou o aumento desproporcional do patrimônio dos servidores em relação às suas rendas, o que indica o recebimento de propina para a operação das fraudes.
Condenados
A soma das penas aplicadas aos quatro condenados ultrapassa os 30 anos de prisão. Dois deles são servidores da Receita Federal: o auditor Carlos Emiliano Alexandre Patzsch e o analista tributário Laertes Cassiano Lazarotto. Ambos foram condenados por corrupção passiva e facilitação de descaminho, e deverão cumprir 10 anos e 25 dias cada. A sentença ainda responsabiliza Carlos por formação de quadrilha, o que aumenta em um ano sua pena. A 6ª Vara Federal de Santos determinou, também, a perda dos cargos públicos e a entrega à União de quantias em real e dólar que os servidores receberam como propina, apreendidas quando a operação foi deflagrada.
Os outros dois condenados são Paulo Barbosa Junior e Vagno Fonseca de Moura, que deverão cumprir penas de quatro anos e cinco meses cada por corrupção ativa. Paulo foi identificado como mentor e coordenador do grupo criminoso, sendo responsável pelo contato com os clientes e por providenciar a execução de todas as etapas do esquema, desde a contratação das empresas que prestavam os serviços de importação e transporte até a destinação de propinas aos agentes públicos. Já Vagno estava incumbido de realizar os pagamentos ilícitos aos servidores da Receita em Curitiba e levar informações sobre as cargas a serem desembarcadas no Afonso Pena. Os réus poderão recorrer em liberdade.
Todos os envolvidos no esquema de sonegação, inclusive os integrantes do núcleo que agia em Curitiba, já respondem a uma ação de improbidade administrativa, também proposta pelo MPF. Em agosto de 2015, a Justiça Federal acolheu o pedido liminar da Procuradoria e determinou a indisponibilidade de bens dos réus, no total de R$ 76,4 milhões. A quantia corresponde ao volume de recursos necessários para que eles cumpram eventual sentença condenatória que os obrigue a ressarcir o valor sonegado e pagar multa civil correspondente a duas vezes o prejuízo causado aos cofres públicos. Os acusados respondem ainda a outras ações penais, relacionadas aos grupos que atuavam no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Fonte: G1 Santos

* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

0

RECEITA E PF APREENDEM 399 KG DE COCAÍNA EM CONTÊINER NO PORTO DE SANTOS


As malas foram levadas para a sede da Polícia Federal (Foto: Reprodução TV Tribuna)

Carga de óxido de ferro tinha como destino Antuérpia, na Bélgica
Agentes da Receita Federal e da Delegacia da Polícia Federal (DPF) em Santos apreenderam, por volta das 17 horas de ontem, 399 quilos de cocaína em um terminal da Margem Esquerda do Porto, em Vicente de Carvalho, Guarujá.
A droga estava em 14 mochilas escondidas em um contêiner com óxido de ferro. O entorpecente teria como destino o Porto de Antuérpia, na Bélgica. Ninguém foi preso.
O delegado Rodrigo Fernandes, que participou da apreensão, disse que o contêiner com o entorpecente estava em um terminal da Margem operadora Santos Brasil. Agentes da Receita identificaram as mochilas após submeter a caixa metálica a verificação por escâner.
“As mochilas estavam cobertas com uma manta prateada, na tentativa de se ocultar as mochilas do (sistema de) raios X”, relatou Fernandes. Após a identificação do material, a PF foi chamada e transportou as mochilas para sua sede, no Centro de Santos. Não havia informações sobre suspeitos até o fechamento desta edição.
Em alta
No ano passado, as apreensões de cocaína em terminais e em navios no Porto totalizaram 10,6 toneladas, número oito vezes superior ao registrado em 2015. A Europa é destino recorrente das drogas encontradas no cais santista.
A ocorrência de maior destaque em 2016 teve registro em 31 de agosto. Naquela data, quase 1,5 tonelada de cocaína (1.495 quilos) foi encontrada oculta em três contêineres durante fiscalização de rotina pela Receita Federal.
A droga estava escondida em meio a uma carga de pisos e bobinas de papel e, a exemplo do que foi apreendido nesta terça, teria Antuérpia como destino. Na ocasião, foi o maior flagrante em seis anos.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

0

CODESP NEGA TERCEIRIZAÇÃO DE BOMBEIROS CIVIS




Companhia desmentiu medida anunciada pelo coordenador do Plano de Auxílio Mútuo (PAM)

A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) negou a intenção de contratar bombeiros civis terceirizados para atuar no Porto de Santos, desmentindo a medida anunciada pelo coordenador do Plano de Auxílio Mútuo (PAM) do complexo marítimo, Evandro Lourenço.
Em nota divulgada no início da tarde de ontem, a Autoridade Portuária destacou que, hoje, esta função é da Brigada de Incêndio da Guarda Portuária (Gport) e da equipes dos terminais portuários.
Na última quinta-feira, o coordenador do PAM divulgou o projeto da Codesp de contratar bombeiros civis - o fato foi publicado em A Tribuna na edição de sexta-feira. No ocasião, ele explicou que esse reforço seria feito através de terceirização do serviço, por conta do limite de funcionários estabelecido pelo Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest).
Lourenço chegou a afirmar que uma consultoria já atuava no levantamento das vagas que deveriam ser abertas para que todas as áreas do Porto de Santos pudessem contar com os profissionais especializados no combate ao fogo. Este trabalho, segundo o coordenador, contava com o aval do diretor-presidente da Codesp, José Alex Oliva.
O anúncio feito pelo coordenador gerou polêmica no setor portuário. Ontem, pela manhã, o site do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Portuária (www.sindaport.com.br) publicou um texto criticando a iniciativa, especialmente por terceirizar uma atividade da Guarda Portuária.
Em sua mensagem, a entidade sindical citou a possibilidade de recorrer à Justiça ou organizar uma greve contra o projeto.
Horas depois, a Codesp divulgou a nota com o desmentido. No texto, a companhia reforça que esta possibilidade – de terceirização – não existe. E destacou ainda o plano de promover treinamentos e melhorias para a Gport e sua brigada de incêndio.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►
0

CODESP EMITE NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE TERCEIRIZAÇÃO NA GUARDA PORTUÁRIA




Não existe a possibilidade da Codesp contratar bombeiros civis, terceirizando a função que hoje é da Brigada de Incêndio da Guarda Portuária


Ao Sindaport:
Prezados:
Em relação ao artigo “Codesp começa o ano com o pé esquerdo”, publicado no site do Sindaport em 09/01/2017, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) esclarece que a informação de que a empresa tem a intenção de contratar bombeiros civis, conforme foi divulgado em matéria do jornal A Tribuna, em 06/01/2017, não corresponde à realidade.
Cabe salientar que a responsabilidade de atendimento de acidentes é do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, com acionamento da Defesa Civil do Estado conforme avaliação daquela corporação. A Codesp, como Autoridade Portuária, é coordenadora do Plano de Ajuda Mútua do Porto de Santos (PAM), composto por todas as empresas da área portuária.  
O PAM do Porto de Santos vem tomando medidas preventivas, como a realização de exercícios simulados de combate a incêndios e acidentes, bem como as auditorias de verificação dos equipamentos de atendimento a emergências e treinamento das brigadas de incêndio.
A coordenação do PAM projeta outras iniciativas no intuito de aumentar a segurança do Porto de Santos. No entanto, neste momento não existe a possibilidade da Codesp contratar bombeiros civis, terceirizando a função que hoje é da Brigada de Incêndio da Guarda Portuária e das brigadas dos terminais portuários.
Ressaltamos que intenção da Codesp é, antes de qualquer atividade, sempre prestigiar a Guarda Portuária e sua brigada de incêndios. Assim é que a primeira iniciativa da Diretoria da Companhia Docas neste ano foi reunir os Guardas para uma conversa direta com o diretor presidente, o qual expôs a eles o propósito da Diretoria de promover mais treinamentos e melhorias para a corporação.
Solicitamos publicar este esclarecimento.
Atenciosamente,


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.

Continue lendo ►

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

0

CODESP COMEÇA O ANO COM O PÉ ESQUERDO




A estatal portuária pretende contratar bombeiros civis terceirizados para o atendimento de ocorrências no cais

A julgar pela matéria veiculada no jornal A Tribuna, na edição da última sexta-feira (06), sob o título "PAM fará vistorias em terminais portuários - Simulado ocorrerá na Ilha Barnabé", a direção da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) apresenta seu cartão de visitas para 2017 e começa o ano novo com o pé esquerdo.
Isto porque, a notícia de que a estatal portuária pretende contratar bombeiros civis terceirizados para o atendimento de ocorrências no cais santista foi mal recebida pelos colaboradores da empresa, com destaque para os lotados na Guarda Portuária, e mais ainda pelos dirigentes do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport).
A intenção da empresa está sendo encarada pelos trabalhadores como uma afronta diante da séria ameaça de terceirização de serviços que há anos são realizados pelos membros da antiga corporação. "Soltar uma nota dessas foi seguramente um ato de irresponsabilidade, sobretudo pelo clima de insatisfação e intranquilidade que acabou gerando na categoria", reclamou o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos.
Segundo o dirigente, desde as primeiras horas da manhã os telefones do Sindicato foram acionados com dezenas de chamadas dos colaboradores da estatal questionando a nota e pedindo providências da entidade representativa. "Foi assim durante o dia inteiro, mas logo cedo acionamos o nosso departamento jurídico para uma consulta sobre a legitimidade ou não da Codesp poder promover uma mudança dessa magnitude uma vez que a Guarda Portuária está prevista no marco regulatório do setor (Lei nº 12.815/13)."
Para Cirino, a iniciativa não é novidade considerando que a empresa, no início dos anos 2000, tentou terceirizar as atividades atribuídas aos guardas portuários, sem sucesso. Na ocasião, o poder de mobilização da lendária categoria aliado a uma atuação incisiva das lideranças do Sindaport junto aos tribunais, autoridades do seguimento, políticos e demais agentes envolvidos se constituíram em fatores determinantes para o recuo da estatal portuária.
De acordo com o sindicalista, uma nova ação judicial contra a empresa e até mesmo a paralisação das atividades no complexo santista já estão sendo consideradas pelas lideranças do Sindaport e trabalhadores. "Vamos aguardar o posicionamento do nosso corpo jurídico, bem como do Ministério Público e demais autoridades consultadas para sabermos quais os próximos passos e providências que adotaremos contra essa ou qualquer outra ameaça de terceirização dentro da Codesp", concluiu.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

sábado, 7 de janeiro de 2017

0

ESTIVADOR É PRESO COM 156 KG DE COCAÍNA NA REGIÃO PORTUÁRIA DE SANTOS




Ele foi detido com parte da droga após tentar fugir do flagrante correndo
Estivador e outras pessoas estavam perto de veículo cheio de cocaína

Os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) apreenderam 156 quilos de cocaína em tabletes, na madrugada deste sábado (7), na região portuária de Santos, no litoral de São Paulo. Um estivador foi preso por tráfico internacional de drogas.
Na noite desta sexta-feira (6), os policiais civis receberam uma denúncia anônima sobre um veículo que estaria carregado com drogas. Os entorpecentes seriam embarcados em um navio no Porto de Santos.
Com as características do veículo, os policiais fizeram uma ronda pela área portuária. Pouco tempo depois, eles encontraram o veículo estacionado na Rua Engenheiro Antônio Alves Freire. Várias pessoas estavam nas proximidades e, quando avistaram a viatura, o grupo saiu correndo. Segundo a polícia, todos estavam com roupas de trabalhadores portuários.
Os policiais conseguiram deter um homem. O estivador José Fernandes da Cruz, de 59 anos, estava com dois tabletes de cocaína. Dentro do carro, foram encontrados mais 131 tabletes da mesma droga. Ainda segundo a polícia, no total, foram apreendidos 156,69 kgs de cocaína.
Os tabletes da droga e o veículo foram apreendidos e levados para a Delegacia de Investigações Gerais de Santos. O estivador foi preso e encaminhado para a cadeia pública anexa ao 5º DP de Santos. O homem vai responder por tráfico internacional de drogas.


Fonte: G1 Santos


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.

Continue lendo ►

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

0

HOMEM É PRESO EM GUARUJÁ POR TRÁFICO INTERNACIONAL




Thiago Luiz da Silva, de 28 anos, foi capturado no apartamento onde ele mora com a mulher

Após três meses de investigações, policiais civis de Guarujá prenderam na quinta-feira (5), em um condomínio de alto padrão a uma quadra da Praia das Astúrias, um homem acusado de ser um dos responsáveis por uma carga de 264 quilos de cocaína apreendida em 2015. A droga seria despachada para o exterior pelo Porto de Santos.
Chefiados pelos delegados Marco Antônio do Couto Perez e Maurício Barbosa Júnior, respectivamente, titulares da Delegacia e do 2º DP de Guarujá, os investigadores capturaram Thiago Luiz da Silva, o TH, de 28 anos, no apartamento onde ele mora com a mulher, na Avenida General Rondon, 400.
TH (Foto: Reprodução VTV)

A pedido da Polícia Civil, o juízo da 3ª Vara Criminal de Guarujá decretou a prisão temporária de 30 dias do acusado. Neste prazo, que poderá ser prorrogado por igual período, os policiais querem identificar outros envolvidos com o carregamento de cocaína e a sua logística.
As equipes dos investigadores Alessandro Cursino e Paulo Eduardo Cunha trabalharam em conjunto para identificar TH desde que os 264 quilos de cocaína foram apreendidos na caçamba de uma picape Chevrolet Montana branca, em Vicente de Carvalho, na manhã de 4 de outubro passado.
A caminhonete estava estacionada na Rua Francisco Alves, no Pae Cará, para onde policiais civis e militares se deslocaram após denúncia anônima sobre a descarga de uma grande quantidade de drogas de uma picape branca.
Com a chegada dos policiais, os homens envolvidos nesta operação fugiram, mas abandonaram a valiosa carga de cocaína, que estava dividida em 238 tijolos, acondicionados em dez bolsas. A forma de embalagem da droga e o seu elevado grau de pureza, desde o início, revelavam que se tratava de um caso de tráfico internacional.
Estes indícios foram confirmados durante as investigações, segundo o policial Paulo Cunha. Ele disse que, ao final do inquérito, deverá ser requerida a prisão preventiva de TH. Para se chegar até este acusado foi feito um “rastreamento” da Montana, que não registrava queixa de roubo nem de furto.
Oficialmente, o veículo pertence a outro homem. Ele alegou que apenas “emprestou” o seu nome para um comerciante financiar a picape, utilizá-la e arcar com o pagamento das prestações. Após a identificação desta pessoa, os policiais chegaram até TH e o vincularam à cocaína apreendida.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

LEGISLAÇÕES