SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

CURSO DE ISPS CODE

domingo, 30 de agosto de 2015

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PARCERIA PROPORCIONA DESCONTO EM CURSO DE ISPS CODE




Em parceria inédita realizada com o Instituto de Capacitação Técnica Profissional (INCATEP), os leitores do Portal Segurança Portuária Em Foco terão desconto de 30% no Curso de ISPS Code.
O Código Internacional para a Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code – International Ship & Port Facility Security Code), ou simplesmente Código ISPS, é um conjunto abrangente de medidas e procedimentos para prevenir que armas, substâncias perigosas e os dispositivos que possam ser destinados a causar danos em pessoas, navios ou portos; sejam introduzidos em uma instalação portuária ou a bordo de uma embarcação.
A Comissão Nacional de Segurança Pública dos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS é o único órgão que capacita profissionais para atuarem na função de supervisor de segurança portuária em instalações portuárias, no entanto, existem vários centros de treinamento que promovem o curso de ISPS Code a fim de  capacitar os alunos no conhecimento desse código internacional de segurança.
Curso voltado para Instalações Portuárias
A parceria se dá em virtude de que, o curso de ISPS Code promovido pela Incatep tem a sua atenção voltada para a segurança das instalações portuárias e não de embarcações, diferente dos atuais cursos existentes no país, além de ser uma empresa com mais de 16 anos de experiência na capacitação de profissionais na área portuária, retroportuária e aquaviária.
O curso será realizado no período de 14 à 18 de setembro, das 19hs às 23hs, no Centro de Treinamento da Rua Otávio Correa nº 178, defronte ao Terminal da Libra, em Santos, com carga horária de 20 horas.
Ele proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os conceitos e diretrizes do Código Internacional de Proteção de Navios e Instalações Portuárias – ISPS CODE e a sua aplicabilidade em Instalações Portuárias, sendo um diferencial capacitacional para os profissionais que atuam na área portuária.
O conhecimento do ISPS Code é primordial para os profissionais de segurança patrimonial e de segurança do trabalho, e essencial para aqueles que trabalham em outros segmentos da área portuária.
Promoção
Os leitores do Portal Segurança Portuária Em Foco ao fazerem a sua inscrição no site da Incatep (www.grupoincatep.com.br) deverão inserir o voucher WSS 026 para obter o desconto.
Incatep


A Incatep é a 1ª empresa credenciada pela Marinha do Brasil em nível nacional para ministrar cursos PREPOM (Portaria 017-DPC). Ela Conta com certificação ISSO 9001:2008 e registro no Ministério da Educação, contando com centros de treinamento no Rio de Janeiro, Itajaí, Itapoá, Manaus, Paranaguá, São Sebastião-SP, e Fortaleza.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
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sábado, 29 de agosto de 2015

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TCU DETERMINA O FIM DA TERCEIRIZAÇÃO DA GUARDA PORTUÁRIA NA CDP



A segurança e vigilância dos portos é exclusividade da Guarda Portuária

Os serviços de vigilância das áreas do porto organizado deverão ser exercidos diretamente pela Guarda Portuária.

As penalidades pecuniárias impostas à empresa em decorrência da terceirização irregular serão de responsabilidade pessoal do presidente da CDP.


Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), reunidos em sessão extraordinária reservada do Plenário, após conhecer as denúncias, e ante as razões expostas pela relatora Ana Arraes determinaram que à Companhia Docas do Pará (CDP) cesse as terceirizações de prestação de serviços de vigilância armada e desarmada nas áreas dos portos organizados sob sua jurisdição, em especial nas dependências do Prédio Sede da CDP e dos portos de Belém, Santarém, Vila do Conde, Itaituba, Altamira, Óbidos, Terminal de Outeiro e Terminal Petroquímico de Miramar, em face de sua ilegalidade à vista do art. 4º da Portaria SEP 121/2009, c/c o art. 2º da Portaria SEP 350/2014.
O início do processo não partiu do Sindicato da Guarda Portuária, mais sim de uma denúncia sigilosa, versando sobre possíveis irregularidades ocorridas na CDP, referentes à terceirização da prestação de serviços de vigilância portuária em portos administrados pela companhia, a despeito de haver candidatos aprovados em concurso público, iniciado em 2012 e concluído em 2014, para provimento de cargos de guarda portuário.
O TCU levou em consideração para tomar a sua decisão:
a) termo de compromisso de ajustamento de conduta, firmado junto ao Ministério Público do Trabalho em 11/05/2006, por meio do qual a CDP se comprometeu, no prazo de 180 dias, a se abster de utilizar trabalhadores terceirizados para realizar a vigilância e controle de acesso da área do porto, sob pena de multa de R$ 2.000,00 por trabalhador encontrado em situação irregular;
b) aditivo ao termo de compromisso de ajustamento de conduta, firmado junto ao Ministério Público do Trabalho em 29/05/2008, por meio do qual a CDP se comprometeu a não utilizar trabalhadores terceirizados nas atividades que importem no controle e vigilância de acesso e trânsito de pessoas, veículos e cargas nas áreas primárias portuárias;
c) auto de infração 1023-5 da Superintendência de Fiscalização e Coordenação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – SFC/ANTAQ, de 13/8/2014, e parecer técnico instrutório de 3/11/2014 sugerindo a aplicação de multa no valor de R$ 165.000,00, em decorrência da utilização de segurança terceirizada para o exercício de atividades de competência da Guarda Portuária;
d) informações prestadas pela CDP ao MPT em 08/09/2014, na qual menciona não haver descumprimento do Termo de Compromisso firmado em 2006, tampouco do Concurso Público;
e) Ata de audiência 28604.2014, do dia 03/11/2014, na qual se reuniram membros do MPT, do MTE, da CDP, da ANTAQ, do Sindicato dos Portuários do Pará e Amapá (SINDIPORTO), do Sindicato dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), e representantes dos candidatos aprovados no concurso público da Guarda Portuária da CDP;
f) auto de infração 20.532.032-5, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Pará/Ministério do Trabalho e Emprego – SRTE/PA/MTE, de 25/11/2014, referente à terceirização ilícita de 125 empregados exercendo atividade típica da Guarda Portuária; e
g) ata da audiência 2705.2015, de 19/01/2015, ocorrida na sede do Ministério Público do Trabalho - MPT, ocasião em que a CDP comprometeu-se a se manifestar no prazo de 20 dias acerca da redução do número de terceirizados e sua substituição pelos candidatos aprovados no último concurso público.
O TCU constatou que, preliminarmente, a atuação do MPT, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Pará – MTE e da Superintendência de Fiscalização e Coordenação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, não tem surtido o resultado esperado no tocante à substituição dos terceirizados da CDP que exercem a atividade de vigilância portuária por guardas pertencentes ao quadro permanente da instituição.
Pelo contrário, a documentação disposta nos autos evidencia que desde 2006, ano em que se firmou o Termo de Compromisso com o MPT, apenas 21 guardas portuários foram convocados, por meio do concurso público 2/2012, havendo, ainda, aproximadamente 125 terceirizados exercendo atividades de vigilância.
Segundo o TCU, não se tem notícia nos autos de que a CDP foi penalizada pelo descumprimento do Termo de Compromisso firmado em 11/05/2006. Tampouco há informações disponíveis acerca dos efeitos produzidos pelos autos de infração 1023-5, de 13/08/2014, e 20.532.032-5, de 25/11/2014, lavrados respectivamente pela SFC/ANTAQ e pela SRTE/PA/MTE. Deve-se destacar que todas essas ações conciliatórias e repressivas dizem respeito à mesma irregularidade: terceirização de serviços que deveriam ser executados exclusivamente pela Guarda Portuária.
Cita o TCU que a audiência ocorrida em 19/01/2015 na sede do MPT revela que as ações adotadas pela CDP com vistas a eliminar a terceirização dos serviços de vigilância caminham a passos lentos. O MPT parece não adotar medidas enérgicas em face da morosidade e inadimplência da CDP, haja vista que desde 2006 até a data presente a situação pouco evoluiu. Vale lembrar que o Termo de Compromisso visa evitar a proposição de uma ação civil pública, oferecendo ao empregador a oportunidade de cumprir obrigações inadimplidas ou deixar de fazer algum ilícito considerado prejudicial à coletividade de trabalhadores. 
O TCU lembra que a terceirização dos serviços de vigilância somente é autorizada no caso dos beneficiários de concessões, permissões e autorizações, bem como de arrendamentos de instalações portuárias na área do porto organizado, os quais poderão ter os seus próprios serviços de vigilância, condicionando-se, contudo, a prestação de tais serviços terceirizados à orientação da Guarda Portuária, de forma a não interferirem em suas atividades, bem assim à devida aprovação da Administração do Porto (art. 6º da Portaria SEP 121/2009).
Assim, tem-se que as normas de regência da matéria proíbem a terceirização dos serviços de vigilância e segurança portuária, sendo necessário que as Autoridades Portuárias, a exemplo da CDP, desempenhem tais atribuições diretamente por intermédio de seu quadro de pessoal, devendo sempre respeitar a exigência constitucional de concurso público para contratação de pessoal pela Administração Pública.
O TCU convocou para comparecer em audiências o Sr. Olívio Antônio Palheta Gomes, Diretor Administrativo Financeiro da CDP, Carlos José Ponciano da Silva, na época Diretor Presidente da CDP e  Maria do Socorro Pirâmides Soares, Diretora de Gestão Portuária, para ouvir as suas justificativas e tomarem ciência que o não atendimento à audiência implicaria revelia, para todos os efeitos, dando-se prosseguimento ao processo, e que a rejeição das razões de justificativa poderiam ensejar a aplicação de multa.
No entendimento do TCU os serviços de vigilância das áreas do porto organizado deverão ser exercidos diretamente pela Guarda Portuária, sendo clara a ilegalidade de sua terceirização. Desta forma, determinar à CDP que cumpra a legislação e cesse as terceirizações irregulares. Ademais, em face do quadro infracional apontado pelo Ministério Público do Trabalho e dos autos emitidos pela Antaq e MTE, alerta ao atual diretor-presidente da CDP que eventuais penalidades pecuniárias impostas à empresa em decorrência da terceirização irregular, a partir da determinação do Tribunal, serão de sua responsabilidade pessoal.
No entanto, mesmo cientes, no dia 30 de junho, a CDP firmou o aditamento do contrato milionário que mantém com a empresa Vidicon Serviços de Vigilância Ltda., prorrogando por mais 12 (doze) meses e reajustando o valor para R$ R$ 6.248.161,60. O termo aditivo do contrato foi assinado por Jorge Ernesto Sanchez Ruiz, antes de ser substituído, em 30 de julho, do cargo de presidente da CDP e pelo Diretor Administrativo Olívio Antônio Palheta.
O Acórdão nº 2097/2015 - TCU – Plenário ao processo TC 017.111/2014-5, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) na última quinta-feira (27).

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

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TERMINAIS DO PORTO DE SANTOS RECEBEM CERTIFICADO DE SEGURANÇA


Certificados foram entregues pelos membros da Cesportos na sede do Conselho da Autoridade Portuária (CAP).
Documento certifica cumprimento das normas do ISPS Code.

Este ano, mais seis terminais do Porto de Santos receberam a Declaração de Cumprimento (DC). O certificado atesta que os terminais operam no nível de segurança adequado ao Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code) e às normas da CONPORTOS (Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis).
Após inspeção realizada pela Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos) de São Paulo, que verificou a conformidade dos terminais às exigências de segurança, o certificado foi entregue para:
  • Terminal 12 A S/A,
  • Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá Ltda (TEAG)
  • Ultrafértil S/A,
  • Terminal XXXIX de Santos S/A,
  • Vopak Brasil S/A
  • Embraport S/A.

O ISPS Code é uma norma internacional de segurança para controle de acessos e monitoramento determinado pela Organização Marítima Internacional (IMO). A Cesportos de São Paulo é composta pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Polícia Federal, Capitania dos Portos de São Paulo, Receita Federal, Polícias Civil e Militar e participação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Segundo o presidente da Cesportos de São Paulo, o delegado da Polícia Federal Júlio César Baida Filho, a Comissão fará inspeções mensais aos terminais portuários. “Queremos, além disso, uma atitude proativa, ouvindo o que os terminais têm a dizer sobre segurança”, pontuou o delegado.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

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HOMEM É DETIDO PELA GUARDA PORTUARIA APÓS FURTO DE BICICLETA




Foi detido em flagrante, na tarde desta quarta-feira (26), mais um indivíduo furtando bicicletas de trabalhadores do Porto de Paranaguá.
Através de monitoramentos e rondas, a Guarda Portuária tenta impedir tais ações, praticadas em sua maioria, por usuários de drogas. Neste caso específico, infelizmente por desinteresse da vitima, que não quis registrar a ocorrência, o indivíduo foi catalogado junto à lista de meliantes da Guapor e liberado.


Os guardas portuários, após 27 anos trabalhando armados, desde o inicio deste ano, tiveram suas armas recolhidas pela APPA. Fato que já é conhecido pelos marginais, o que vem aumentando tais ocorrências, até mesmo com situações de confronto. Diante de tais atendimentos, os guardas portuários acabam colocando em risco a própria vida.


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GUARDA PORTUÁRIA PARTICIPA DE NOVA APREENSÃO DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS




Na tarde de ontem (26), por volta das 15hs, agentes da Receita Federal, da Polícia Federal e da Guarda Portuária apreenderam 317 kg de cocaína no Terminal da BTP, no Porto de Santos, litoral de São Paulo.
A cocaína foi localizada em 12 sacolas, sendo que 8 estavam no interior de um contêiner e outras 4 nas proximidades, acondicionadas em tabletes, com cerca de 25 kg cada.







Segundo o auditor fiscal da Alfândega de Santos, Oswaldo Souza Junior, o contêiner contendo peças automotivas, seria embarcado no Navio MSC Antares, com destino ao Porto de Roterdam, na Holanda.
De acordo com o delegado Ciro Tadeu Moraes, do Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom), em virtude das investigações dos últimos dias, os agentes foram ao terminal sabendo que haveria a tentativa de embarque da droga, mas não havia a expectativa do flagrante.
O Navio MSC Antares estava atracado no Terminal da BTP (Foto: Agustin Alapont Castilla)
No entanto, com a chegada das viaturas, os agentes observaram quando um caminhoneiro deixou o local onde se encontrava o contêiner suspeito e se dirigiu para portaria do terminal, tentando se evadir. Ao ser abordado, não ofereceu resistência, e acabou confessando o crime.



Ele foi detido em flagrante e levado para a sede da Polícia Federal no Centro de Santos, onde permanece preso.
Agora as investigações prosseguem buscando identificar os demais membros da organização criminosa.


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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

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CURSO DE SUPERVISOR DE SEGURANÇA DA CONPORTOS TEVE INÍCIO EM VITÓRIA



Edison de Oliveira Vianna Júnior, Coordenador-Gerais de Programas do Ministério dos Transportes.

Na última segunda-feira (24), teve início em Vitória, capital do estado de Espírito Santo, a 15ª Edição do Curso Especial de Supervisor de Segurança Portuária (CESSP), promovido pela Secretaria Executiva da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias navegáveis (CONPORTOS).

Do curso participam 87 empregados de instalações portuárias de todo o país, e acontece até a próxima sexta-feira (28), no Auditório do Parque Botânico, Complexo de Tubarão da Vale, com o apoio da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).
No início do dia a recepção aos alunos foi realizada pelos representantes da CONPORTOS, Wolnei Scholant de Moraes (coordenador), Edson Raimundo Machado (supervisor) e Romildo Francisco dos Santos da Silva (monitor).

Em seguida os alunos assistiram à palestra: “Elaboração de Planejamento para alcançar os portos e vias navegáveis do interior do país – Vivência e Constatações”, ministrada pelo doutor em Sistemas de Potências e Mestre em Estruturas Ambientais Urbanas, Edison de Oliveira Vianna Júnior, Coordenador-Gerais de Programas do Ministério dos Transportes.
Capitão de Fragata da Reserva de Marinha, Cláudio José Costa de Lima.


O destaque desse dia foi no curso foi a matéria ministrada pelo Capitão de Fragata da Reserva de Marinha, Cláudio José Costa de Lima, tendo como título: “Plano de Segurança e Legislação”.

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

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CONCURSO DA CODESP ATENDE DETERMINAÇÃO DO MPT





A função de amarrador é atividade-fim e não pode ser terceirizada.
São 88 vagas para preenchimento imediato


Na última quinta-feira (20), Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, publicou no Diário Oficial da União (DOU), o edital para selecionar candidatos para 88 vagas de auxiliar portuário, além de formar um cadastro de reserva. Há uma cota específica, contendo 18 vagas, para candidatos que se declararem negros.
Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), em Santos, a realização do concurso atende a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que a Companhia Docas do Estado De São Paulo (Codesp) firmou, se comprometendo na contratação de trabalhadores por meio de concurso público para a realização de mão de obra relacionada à sua atividade-fim. 
No  TAC, a Codesp também se comprometeu a aumentar a iluminação do cais público, corrigir falhas no piso e providenciar instalações sanitárias e vestiários adequados, assim como locais destinados a refeições, além de outras cinco obrigações relacionadas ao meio ambiente de trabalho.
O TAC foi firmado após uma diligência realizada no ano passado, por procuradores do Trabalho representantes da Coordenadoria Nacional do Trabalho Portuário e Aquaviário (CONATPA), ter encontrado várias irregularidades no meio ambiente de trabalho que podem comprometer a saúde e segurança dos trabalhadores.
A denúncia partiu de trabalhadores terceirizados que exerciam atividade de amarradores de navios, que não tinham as mesmas condições de trabalho que os contratados diretamente pela Codesp para a mesma função. O alojamento dos trabalhadores terceirizados é utilizado também como refeitório, vestiário, escritório e local de espera de ordens de serviço.
Durante a diligência, ficou comprovada que a construção é inadequada para o fim a que se destina e é mantida em condições precárias de conservação: faltam vidros na janela, as instalações elétricas são improvisadas, faltam lâmpadas nas luminárias e a parede de tábuas não oferece privacidade evidente. Os sanitários são insuficientes e mantidos sob precárias condições de higiene, com chuveiro sem aquecimento e ralos sem sifão hidráulico.
O TAC foi proposto pelos procuradores Danielle Leite de P. Costa, Cristiane Aneolito Ferreira, Carolina de Almeida Mesquita, Rodrigo Lestrade Pedroso e Augusto Grieco Sant’Anna Meirinho.
O TAC estipula que, caso haja descumprimento, a companhia pagará uma multa de R$ 200 mil por cláusula descumprida e R$ 20 mil por trabalhador em situação irregular. Os valores serão revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
A função
O auxiliar portuário é o responsável pela amarração e pela desamarração das embarcações no complexo santista, nas operações de atracação ou desatracação, respectivamente. A atividade consiste, principalmente, em prender ou soltar os cabos dos navios (denominados amarras) dos cabeços instalados na beira do cais.
O edital
Conforme o edital do concurso, os candidatos devem ter 18 anos ou mais e concluído o Ensino Fundamental. Os aprovados irão trabalhar em turno de 6 horas diárias, em sistema de rodízio (das 00hs às 6hs - das 6hs às 12hs - das 12hs às 18hs - das 18hs às 24hs). O salário será de R$ 1.091,25, mais vale-alimentação de R$ 864,90. A contratação seguirá a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como ocorre com os demais funcionários da Codesp.
O processo seletivo é realizado pela Cetro Concursos Públicos. As inscrições, abertas na quinta-feira, podem ser feitas até as 23h59 do próximo dia 10 de setembro, apenas pela internet, através do endereço eletrônico da Cetro (www.cetroconcursos.org.br).
No site, os candidatos terão de preencher uma ficha de inscrição e, em seguida, imprimir o boleto bancário para o pagamento de uma taxa de R$ 35,00.
O processo terá provas objetivas, com 30 questões de Língua Portuguesa e 30 de Matemática, e de aptidão física. A primeira, que será realizada em 4 de outubro, na Cidade, terá caráter classificatório e eliminatório. O local e o horário ainda serão determinados. O gabarito será divulgado no dia seguinte, 5 de outubro.
Os melhores classificados nessa primeira etapa serão chamados para os testes de aptidão, que envolvem a realização de exercícios físicos. Esta fase também será feita em Santos, mas a data e o endereço preciso ainda não foram comunicados.
Os resultados finais devem sair em 7 de dezembro, no site da Cetro Concursos Públicos e na edição do Diário Oficial da União.

Com validade de um ano, existe a possibilidade deste Concurso ser prorrogado por igual período.
Clique aqui e veja o Edital completo. 


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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

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CONTRA O APARELHAMENTO, PORTUÁRIOS DO RIO DECIDEM POR GREVE





Em assembleia realizada na última quinta-feira (20), por decisão unanime, o Sindicato dos Portuários do Estado do Rio de Janeiro decidiu fazer greve de 24 horas, com operação padrão da Guarda Portuária, no dia 04 de setembro (sexta-feira).
Neste dia, os portuários cruzarão os braços e os portos administrados pela CDRJ (Rio de Janeiro, Itaguaí, Angra dos Reis e Niterói) passarão por operações padrões da Guarda, que dificultam e prejudicam a entrada de veículos e pessoas nesses portos, formando imensas filas, congestionando o entorno dos portos.
Ao contrário do que ocorreu na quarta, quinta e sexta-feira da semana passada, oportunidade que os portuários entraram em estado de greve, dessa vez, o Sindicato tomou o cuidado de avisar com antecedência sobre as operações padrões da Guarda Portuária, permitindo, assim, que os usuários, seus prestadores de serviços e terminais possam ao menos programar entregas e retiradas de cargas e contêineres.
Aos usuários, solicitamos que conversem com seus despachantes e transportadores para atuarem com máxima antecedência de forma a evitar que entrega e retiradas sejam deixadas para o dia de greve. Para os casos cujas programações para o dia da greve forem inevitáveis, sugerimos procurar os terminais e negociar soluções. Temos certeza que eles serão parceiros nesse momento.
A CDRJ está vivendo tempos dificílimos. Mesmo sendo vitima de aparelhamentos e fatiamentos por partidos políticos por décadas, responsáveis  pela péssima situação financeira da companhia, que inclusive perdeu se alfandegamento por não conseguir Certidão Negativa de Débitos, não existem registros de um levante tão intenso como este, ao ponto de o Sindicato ter denunciado a atual gestão da companhia ao Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa e, segundo informações recentes, ter impetrado Mandado de Segurança contra nomeações feitas pelo atual diretor-presidente Alexandre Gadelha, alvo de muitas criticas dentro da companhia.
Embora contra as operações padrões, o UPRJ e a USUPORT-RJ apoiam os portuários nesse movimento de resgate da CDRJ. Somos contra o aparelhamento e o festival de nomeações indiscriminadas, no formato que vem ocorrendo. Simplesmente, desde 01/06/15, pouco menos de 50 dias úteis, mais de 20 pessoas, algumas com condutas contestadas pelo Sindicato, foram colocadas na CDRJ pelo atual diretor-presidente, segundo informações.  Se isso não é aparelhamento, não sabemos qual nome dar, então.  Apenas estamos vendo que a coisa tende a piorar e o Ministro Edinho Araújo precisa intervir imediatamente, afinal tudo isso é culpa de seus colegas de PMDB.



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sábado, 22 de agosto de 2015

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HOMEM MORRE ELETROCUTADO EM CABOS DE ENERGIA DE ITATINGA, NO PORTO DE SANTOS


(Foto: Site Viver em Santos)

Na última quinta-feira (20), um homem morreu eletrocutado nas linhas de transmissão de energia da Usina Hidrelétrica de Itatinga, que abastece o Porto de Santos, no litoral de São Paulo.
O corpo foi encontrado por empregados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), preso nos cabos de transmissão, junto de uma das torres, localizada no Bairro de Monte Cabrão.
Como no chão foi encontrado um alicate, a Guarda Portuária, que mantém vigilância constante na região em virtude de vários furtos ocorridos na área, acredita que ele tenha morrido ao tentar cortar os cabos para a comercialização do cobre.
Por volta das 13hs a energia teve que ser cortada para que as equipes do Corpo de Bombeiros e da Guarda Portuária pudessem retirar o corpo. Não foi divulgada a identificação da vítima. Durante esse período a CPFL ficou responsável pela energia do local.
As linhas de transmissão de energia que abastecem o Porto de Santos têm sofrido saques desde outubro do ano passado, e cerca de 50 quilômetros de cabos já foram furtados.
Usina
Dos 23 mil KW consumidos pelo Porto de Santos, a hidrelétrica de Itatinga, localizada em Bertioga, é responsável por 15 mil kW. Os outros 8 mil kW são obtidos por concessionárias de energia elétrica.

Na Margem Direita (Santos) a compensação é feita pela CPFL. Já na Margem Esquerda (Guarujá), as redes são segregadas e os terminais recebem energia, além da usina, das concessionárias CPFL e Elektro.

Reportagem da TV Costa Norte

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