SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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MINISTÉRIO DO TRABALHO CONSTATA DESCASO COM A GUARDA PORTUÁRIA NO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO

  A Companhia Docas deverá comprovar medidas no sentido promover a abertura de processo seletivo para contratação de Guardas Portuários. A...

LEGISLAÇÕES

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

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RECEITA FEDERAL APREENDE 298 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 

Carga com destino à Israel, teria transbordo no Porto de Gioia Tauro, na Itália.

Nesta quinta-feira (26) a Receita Federal do Brasil (RFB) apreendeu no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, 298 kg de cocaína escondidos em um carregamento de papel offset, destinado à Israel, mas que seria objeto de transbordo no Porto de Gioia Tauro, na Itália.

A carga foi selecionada para conferência através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva por imagens de escâner.

Durante a inspeção, o cão de faro da RFB sinalizou positivamente para a presença de drogas. Após a abertura do contêiner, foram localizados 270 tabletes de cocaína em seu interior, que totalizaram 298 kg da droga.

A droga interceptada pela RFB foi entregue à Polícia Federal (PF), que acompanhou a operação a partir de sua localização e prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Receita.





A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                      

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terça-feira, 24 de novembro de 2020

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A 2ª FASE DA OPERAÇÃO JOIAS DO OCEANO

 

Novo pedido de sequestro de bens e ativos na importância de R$ 11 milhões.

A primeira fase da operação, deflagrada em julho do ano passado, foi direcionada à identificação da lavagem dos bens do tráfico e foram sequestrados mais de R$ 75 milhões em apartamentos, casas e veículos de luxo do grupo criminoso, sendo cumpridos também 32 mandados de busca e apreensão. 

A partir de novas diligências e análise do material arrecadado durante as buscas, foram identificados outros bens e valores que vinha sendo ocultado pelo investigado por meio de laranjas e empresas, fazendo com que a Polícia Federal (PF) apresentasse um novo pedido de sequestro de bens e ativos na importância de R$ 11 milhões, o que foi deferido pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Itajaí e a 2ª fase foi realizada em 20 de agosto.

Em continuidade a investigações realizadas na operação Joias do Oceano, a Polícia Federal identificou novos bens pertencentes a um indivíduo preso em 2017 e condenado por ser um dos líderes de uma organização criminosa que exportou mais de 8 toneladas de cocaína para países como Bélgica, Holanda, Itália, Espanha, Turquia e México a partir dos portos de Itajaí e Navegantes. 

Foram constatados indícios de que o investigado, com auxílio de pessoas físicas e jurídicas, usou o dinheiro do tráfico para adquirir diversos bens e direitos como um apartamento e uma cobertura de luxo na cidade de Itapema; a sede de um clube recreativo na cidade de Joinville; terrenos; um sítio; valores aplicados como investimento em uma rede de laboratórios clínicos; e um motorhome utilizado em rodeios e feiras de exposição.

As investigações tiveram por objetivo principal a descapitalização do grupo criminoso, com a perda dos bens e valores obtidos com as práticas criminosas, em favor do Estado e da sociedade.  

 Motorhome apreendido nesta 2ª fase da operação (Foto: Divulgação PF)

Os bens que envolvem essas operações chamam atenção pelo valor.  Em 2017, quando foi deflagrada a Operação Oceano Branco, na prisão dos líderes do grupo, um dos veículos sequestrados pela PF foi uma Lamborghini Gallardo, avaliada em R$ 1 milhão. O carro estava na garagem de um edifício em Balneário Camboriú. Na primeira fase da Operação Joias do Oceano foram sequestrados imóveis, lanchas, iates, caminhões e carros – entre eles automóveis das marcas Porshe, Lamborghini e Ferrari, avaliados em mais de R$ 75 milhões.

Organização Criminosa

A operação Oceano branco identificou como integrantes da organização criminosa atuante na região do Complexo Portuário do Rio Itajaí, Jackson Zaki Yussuf (apontado como líder do grupo) e Herbert Moreira Ferreira como coordenadores das atividades do “Grupo Fornecedor”; Reginaldo Franco Dimbarre e Vitor franco Dimbarre como coordenadores do “Grupo Embarcador 1”; e Laércio José Petkovicz coordenador do “Grupo Embarcador 2”

Por suas condutas, os investigados também responderão pelo crime de lavagem de dinheiro, previsto na Lei nº 9.613/98, que prevê pena de 3 a 10 anos de prisão.



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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

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"LAVA JATO DO PCC": FACÇÃO COMPROU 15 TONELADAS DE COCAÍNA EM SEIS MESES

 

Robson Sampaio de Lima, chamado de "Tubarão" e "Alemanha", apontado como contador do PCC (Foto:Reprodução)

A maior parte da droga foi transportada para a Baixada Santista e pode ter sido enviada para a Europa via Porto de Santos.

O braço financeiro do PCC (Primeiro Comando da Capital), desarticulado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo em setembro, movimentou R$ 1 bilhão proveniente do tráfico de drogas no período de janeiro de 2018 a julho de 2019.

A Justiça aceitou no dia 23 de outubro a denúncia oferecida pelo MP contra 19 integrantes da organização criminosa. Todos se tornaram réus e agora respondem a processo por lavagem de dinheiro e ocultação de bens e valores. Eles também tiveram a prisão preventiva decretada.

Os nomes dos réus aparecem no mais novo organograma da facção, divulgado no dia 14 de setembro deste ano pelo MP. Ao todo eram 21 acusados. Dois morreram em tiroteios com policiais militares. Dez estão presos, um encontra-se em prisão domiciliar e oito continuam foragidos.

As investigações começaram em 8 de agosto de 2018, após a prisão de Robson Sampaio de Lima, chamado de "Tubarão" e "Alemanha" e apontado como contador do grupo. Com ele, haviam sido apreendidos um notebook, diversos aparelhos de telefone celular e farta contabilidade.

As apurações iniciais mostravam que os acusados tinham movimentado de janeiro a agosto de 2018 R$ 50 milhões e US$ 3,7 milhões (equivalentes a R$ 14 milhões à época), conforme reportagem publicada na coluna do jornalista Josmar Jozino (UOL).

Porém, após novas análises minuciosas no notebook, nos celulares e em planilhas encontradas com os demais investigados, a movimentação de valores do braço financeiro aumentou para R$ 1 bilhão em um ano e meio. A facção usou dois doleiros para lavar o dinheiro.

Primeira fase da "Lava Jato do PCC" A desarticulação desse braço financeiro do PCC é considerada pelo Ministério Público como a primeira fase da operação "Lava Jato" contra a maior organização criminosa do país.

Segundo o MP, a facção criminosa comprou 15 toneladas de cocaína apenas no primeiro semestre de 2019. A maior parte da droga foi transportada para a Baixada Santista e pode ter sido enviada para a Europa via Porto de Santos.

O MP apurou ainda que o PCC gastou US$ 925.860,00 na aquisição de aeronaves; contratações de pilotos para transportar drogas; despesas com combustíveis e reposição de peças para os aviões e helicópteros.

Os integrantes do braço financeiro do PCC se comunicavam usando apelidos para dificultar possível identificação. Os líderes do esquema utilizavam iPhone de última geração e mantinham uma rede restrita para trocar mensagens.

Na reportagem publicada na coluna do jornalista Josmar Jozino (UOL) no dia 18 de outubro, os apelidos dos acusados não foram revelados porque o processo corria em segredo de Justiça.

Os celulares apreendidos com Lima, o "Alemanha", continham dezenas de mensagens com Carla Luy Riciotti Lima. Ela era chamada de "Chechênia" e uma de suas funções, de acordo com o MP, era providenciar os telefones para uso da rede restrita dos líderes.

As investigações mostraram que "Alemanha" era subordinado a Marcelo Moreira Prado, o "Exu", e Eduardo Aparecido de Almeida, o "Pisca", ambos da alta cúpula do PCC presos na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, e a Patrick Uelinton Salomão, recolhido na Penitenciária Federal de Brasília.

 "Alemanha" prestava contas sobre a movimentação financeira para Valceci Alves dos Santos, o "Colorido", e Marcos Roberto de Almeida, mais conhecido como "Tuta", mas também chamado de "Angola" na rede restrita do braço financeiro. Ambos estão foragidos.

"Colorido" é apontado pelo Ministério Público como o maior fornecedor de drogas do PCC na atualidade. "Tuta" é considerado pelo MP como o número 1 da facção nas ruas e depois dele, no topo do novo organograma, aparece Décio Gouveia Luís, o "Décio Português", preso na P2 de Venceslau.

Promotores de Justiça descobriram que alguns dos investigados adquiriram casas de luxo, transportadoras, salões de beleza e clínicas de estética em bairros nobres da capital e Grande São Paulo.

"Colorido" também é acusado pelo MP de ter adquirido três imóveis em Alphaville. Odair Lopes Mazzi Júnior, o "Argentina", outro foragido, tem, segundo as investigações, imóveis em Alphaville, restaurante e salão de beleza em Moema e apartamento no Morumbi.

Edmilson de Menezes é acusado de ter transportadora. Ele está foragido e, de acordo com o MP, é cunhado de um preso apontado como o número 2 na hierarquia do PCC, recolhido na Penitenciária Federal de Brasília.

Advogados dos acusados procurados pelo UOL disseram que ainda não tinham tido acesso à decisão judicial e que iriam se pronunciar oportunamente.

Fonte: Josmar Jozino - UOL


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

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MINISTÉRIO DO TRABALHO CONSTATA DESCASO COM A GUARDA PORTUÁRIA NO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO

 

A Companhia Docas deverá comprovar medidas no sentido promover a abertura de processo seletivo para contratação de Guardas Portuários. Ajustar a nomenclatura funcional dos guardas portuários, conforme a CBO.

Em fiscalização realizada nos dias 21, 22 e 26 de outubro pelos fiscais do Ministério do Trabalho no Porto de São Sebastião, eles puderam constatar o descaso com a segurança do porto.

Os fiscais notificaram no dia 13 de novembro o Diretor Presidente da Companhia Docas De São Sebastião, Paulo Tsutomu Oda, a adotar no prazo de 60 dias, a contar da última segunda-feira (16), várias medidas de segurança, Saúde e Higiene do Trabalho:

Abster-se no momento de manter o guarda portuário em “posto fixo” na área denominada “antigo canteiro de obra” localizada no Pátio-3 (parte não alfandegada) tendo em vista o local não oferecer às condições mínimas exigidas pela norma de higiene, saúde e segurança do trabalho (NR-24). Prazo: imediato!

Alguns postos não oferecem nenhuma condição de trabalho

Instalar Chuveiros junto ao vestiário da edificação existente na entrada do Porto, devendo abster do uso das instalações localizadas na antiga área onde funcionava o canteiro de obras do pátio-3. A antiga edificação da Guarda localizada ao lado do NEPOM foi cedida aos Bombeiros!

Manter protegidas e funcionando as instalações elétricas das instalações sanitárias, incluindo o interruptor e o chuveiro (prazo imediato!) - Providenciar iluminação no corredor do CCO (Centro de Controle Operacional da GPORT). Prazo imediato!

Irregularidades

Deverão também ser sanadas as seguintes irregularidades constatadas:

Comprovar medidas no sentido promover a abertura de processo seletivo para contratação de Guardas Portuários para atender principalmente os serviços de ronda ostensiva e cumprir o que determina o regulamento próprio. Abster de colocar somente um guarda na ronda noturna, sem portar arma de fogo e colete balístico.

Ajustar a nomenclatura funcional dos guardas portuários, conforme a CBO (Classificação Brasileira de Ocupação) dentro do que prevê a Lei n° 12.815/2013.

Promover treinamento e qualificação de guardas portuários para operar o escâner de mala, melhorando às condições do local onde o equipamento está instalado em razão do espaço físico e número de pessoas/bagagens).

Monitoramento, Controle de Acesso e Iluminação

Providenciar o conserto/operacionalização de 26 (vinte e seis câmeras) do sistema de monitoramento e limpeza das lentes das câmeras existentes.

Ajustar o controle de acesso de forma a não permitir entrada e saída de pessoas (trabalhadores) sem o fiel registro no sistema, como também, ajustar ou integrar o sistema com a escalação eletrônica do OGMO – Órgão Gestor de Mão de Obra, de forma a não permitir que TPA’s – Trabalhadores Portuários Avulsos não escalados adentrem o Porto (local de trabalho). Abolir a forma manual desse tipo de controle pela Guarda Portuária.

Manter iluminado o perímetro do Porto em toda sua extensão, em especial, o perímetro do Pátio-3 (fronteira com Pátio-4 e perímetro do fundo divisa com área externa).

Melhora da Estrutura do Pátio 3

Iluminar dentro dos níveis mínimos estabelecidos na NR-29 o Pátio-3 (fundos), área não alfandegada, local de estacionamento dos caminhões (espera para descarregamento ou carregamento de carga).

Pavimentar ou adotar outra medida junto ao piso do Pátio-3 onde os caminhões permanecem estacionados, que evite à exposição de poeira suspensa no ar (aerodispersóides), quando há deslocamento de veículo pelo local ou pela força do vento.

Sinalizar as vias e faixas de pedestres, os locais de estacionamentos de veículos, placas de trânsito (mão de direção, parada obrigatória entre outras necessária para ordenar o trânsito pelo recinto).

Instalar no Pátio-3, onde os caminhões permanecem estacionados, local de aguardo de serviços (operação portuária de descarregamento ou carregamento).

Instalar no Pátio-3 água potável conforme dimensionamento da NR-24.

Instalar no Pátio-3, onde os caminhões permanecem estacionados, instalações sanitárias com número de vasos e lavatórios suficientes de acordo com o dimensionamento da NR-24

Instalar no Pátio-3, onde os caminhões permanecem estacionados, chuveiros (água quente e fria) e vestiários em número suficientes, conforme dimensionamento, devendo haver bancos e instalação de suportes para toalhas e sabonete.

Instalar no Pátio-3, onde os caminhões permanecem estacionados, refeitório dimensionado ao número de trabalhadores. Obs.: o refeitório existente com capacidade de 32 lugares e está em média a 250 metros do Pátio-3, podendo servir para suprir a necessidade emergencial, desde que o limite de caminhoneiros por turno não ultrapasse a capacidade e o dimensionamento previsto. - Corrigir o devassamento do compartimento do chuveiro no banheiro perto do refeitório (prazo imediato!)

Quanto aos armazéns de lona, tomar providências e/ou exigir dos usuários.

Cumprimento da legislação pertinente a prevenção de incêndios.

Armazéns

Proteção dos armazéns quanto a descargas atmosféricas (SPDA).

Plano de Armazenagem, não devendo ser obstruídos extintores de incêndio, quadros elétricos, rotas de fuga, portas e passagens, bem como manter espaço entre a carga armazenada e as laterais da estrutura.

Conforme o tipo de operação portuária nos pátios e no interior dos armazéns (área pública): adotar e implementar sinalização complementar (horizontal e vertical) com utilização de barreiras físicas e placas, para delimitação da área operacional da área de pessoas (trabalhadores), como medidas preventivas para afastar o risco de atropelamento.

PAM

Armazéns de lona oferecem risco (Foto: TamoyoNews)

Adequação do PCE - Plano de Controle de Emergência e do PAM – Plano de Ajuda Mútua, em especial, ao plano de atendimento para situações de emergência quanto aos riscos de sinistros potenciais envolvendo os armazéns de lona, levando em consideração a quantidade e a natureza do produto estocado e sua carga de incêndio.

Realizar simulados práticos dentro das diretrizes de implementação do PCE.

Pátios alfandegados e vias de trânsito:

Manter a iluminação dos pátios, passagens e áreas operacionais dentro dos padrões mínimos exigidos pela norma de segurança e saúde do trabalho portuário (NR-29).

Manter os pisos dos recintos e vias de trânsito conservados, sem buracos ou avarias.

Sinalizar melhor as vias de trânsito, em especial a rotatória das balanças com a instalação de placas indicando mão de direção; faixas pedestres a contar do refeitório em direção ao Pátio-2 e cais; sinalização horizontal do traçado da via pública da rotatória (lado do refeitório); melhorar as pinturas das faixas de pedestres junto aos portões dos pátios (calçadas).

Documentos

Notificou também para apresentar até a data de ontem (19) os documentos abaixo discriminados, para uma nova inspeção, podendo o não cumprimento ensejar autuação na forma da lei.

Controle de Horário da Guarda Portuária do período de NOV/2019 a NOV/20 (exceto os meses de JUN/20, JUL/20 e AGO/20 já anteriormente disponibilizados).

Escalas de Revezamento de turnos de folgas da Guarda Portuária do período de NOV/2019 a NOV/20 (exceto os meses de JUN/20, JUL/20 e AGO/20 já anteriormente disponibilizados).

Folha de Pagamento de Salário da Guarda Portuária do período de NOV/2019 a NOV/20 (exceto os meses de JUN/20, JUL/20 e AGO/20 já anteriormente disponibilizados).

LEIA TAMBÉM: OPERAÇÃO ENVOLVENDO PF, RFB E GPORT APREENDE MAIS DE UMA TONELADA DE COCAÍNA NO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO


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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

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CARRO CAI AO MAR NO PORTO DO RIO

 


Quatro pessoas morreram e um homem sobreviveu.

Na noite de ontem (18), um carro caiu ao mar quando manobrava defronte ao armazém 10, no Porto do Rio de Janeiro. Quatro pessoas morreram. Uma quinta pessoa que estava sentada no banco de trás sobreviveu após pular do veículo antes que ele caísse na água e nadar até o costado.

Segundo testemunhas, o motorista estava manobrando quando o veículo começou a patinar, fazendo com que ele perdesse o controle. Algumas pessoas também disseram que o carro bateu em uma proteção lateral antes de cair na água e afundar.

As vítimas são funcionários da empresa Pennant Serviços Marítimos, que presta serviço terceirizado no porto. O motorista compareceu ao local para o transporte deles, após a troca de turno.

Buscas

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 21h20 e as busca pelos ocupantes do veículo avançaram a madrugada desta quinta (19). Segundo a corporação, o carro foi encontrado pela equipe de mergulho, quase duas horas depois, às 23h15. Por volta de 00h40, a última vítima foi retirada do interior do carro.

Os corpos foram resgatados e levados para o Instituto Médico Legal (IML). A profundidade e a chuva forte dificultaram o trabalho dos bombeiros.

As vítimas são: Rogério Rocha do Sacramento, de 48 anos; Paulo Roberto da Silva Almeida, de 34 anos; Luís Carlos Oliveira Silva, de 40 anos e Denílson Santana Cruz, de 53 anos.

Por meio de nota, a Marinha do Brasil (MB) informou que a logo que a Capitania dos Portos tomou conhecimento do acidente, enviou uma equipe para o local que acompanhou o trabalho dos mergulhadores do Corpo de Bombeiros, garantindo a segurança da navegação ao redor do local do acidente.

Sobrevivente

O ocupante do veículo que conseguiu escapar foi identificado como Eduardo Pontes. Em uma postagem em uma rede social, ele lamentou a morte dos colegas.

“Hoje, sem dúvida, é um dos dias mais difíceis da minha vida. Estava no carro indo embora depois de uma noite de trabalho e o carro caiu no mar. Deus me ajudou, que consegui me salvar, porém perdi quatro amigos. Que Deus console a família de todos e os receba de braços abertos. Muito triste”, disse o funcionário.

Motorista do Veículo

O site UOL conversou na manhã de hoje com um funcionário da Pennant Serviços Marítimos, que pediu para não ser identificado. Segundo ele, quem dirigia o veículo era um segurança sem experiência necessária para atuar no local. "Eles estavam indo embora. O rapaz que estava dirigindo era o vigilante. Ele não tem experiência com carro. Dirige ali para gente para quebrar um galho. Faz um transporte interno porque a região do porto é muito grande.

“Ele tava só quebrando um galho, como outros também fazem. Como é o último a deixar o local, ele leva os funcionários para Rodoviária e para o INTO [Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia], onde tem condução para gente. O local é escorregadio e exige uma experiência, mas isso poderia ter acontecido com qualquer um de nós".

Nota da CDRJ

A Companhia Docas do Rio de Janeiro  (CDRJ) informou que "a Diretoria Executiva da CDRJ se solidariza com as famílias das vítimas e com os colegas da empresa Pennant e ressalta que os empregados da Autoridade Portuária estão consternados com a tragédia, tratando-se de uma perda inestimável para todo comunidade portuária".

A empresa Pennant Serviços Marítimos ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

Investigação

Local do acidente estava em obras (Foto: Reprodução TV Globo)

A investigação sobre o caso ficará a cargo da Polícia Federal (PF). Ela vai apurar se houve falha humana ou mecânica. Também deverá ser apurado se houve negligência quanto a sinalização de segurança no local do acidente.

Acidente Semelhante no Porto de Santos

Em 2014, ocorreu um acidente semelhante no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

Naquela ocasião duas pessoas morreram após um gol prata, da empresa Vila Rica Rent a Car, que prestava serviço terceirizado para a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), caiu no canal do Estuário do Porto de Santos.

Imagens de câmeras de monitoramento mostraram o momento em que o carro caiu dentro do canal do Porto de Santos

Outro caso

Há menos de 2 meses antes, um motorista de uma Kombi perdeu o controle do veículo e caiu no canal do Porto de Santos, próximo ao armazém 12. O acidente aconteceu no dia 16 de maio. Segundo a Capitania dos Portos, quatro pessoas estavam no carro, mas ninguém se feriu com gravidade.


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terça-feira, 17 de novembro de 2020

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PORTO DE CABEDELO PROMOVE TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCÊNDIO

 


O objetivo foi capacitar 32 pessoas do Porto de Cabedelo, para atuar no combate e prevenção de incêndio.

A Companhia Docas da Paraíba, que administra o Porto de Cabedelo, na Paraíba, realizou no período de 05/11 à 10/11, um Minicurso de Brigada de Incêndio, ministrado pelo integrantes ao Corpo de Bombeiros daquele estado.


O objetivo foi capacitar 32 pessoas do Porto de Cabedelo, para atuar no combate e prevenção de incêndio, no abandono de área e na aplicação dos primeiros socorros.


Os instrutores, 2º Tenente Francisco Roberto Tavares, o 3º Sargento Vanderson da Silva e o CB Carlos Henrique proporcionaram aulas expositivas, palestras e também instruções práticas de como realizar um procedimento caso seja necessário.



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