SEGURANÇA PORTUÁRIA EM FOCO

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CDRJ INAUGURA MODERNA ESTRUTURA DE SEGURANÇA NO PORTO DO RIO DE JANEIRO

O sistema de monitoramento conta com mais de 150 câmeras, cancelas, catracas, rádios, radares de segurança perimetral, drones, sistemas...

LEGISLAÇÕES

sexta-feira, 24 de maio de 2019

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APREENSÃO DE COCAÍNA CRESCE 95% EM UM ANO NO PORTO DE SANTOS




O porto paulista lidera com folga as apreensões de cocaína entre os dez principais portos brasileiros. Este ano, segundo a PF, já foram apreendidos 8.072,7 quilos em Santos
Em um ano, as apreensões de cocaína cresceram 95% no Porto de Santos, litoral do Estado de São Paulo. Conforme dados da Polícia Federal, em todo o ano passado foram apreendidos 23.832,1 quilos, enquanto em 2017 as apreensões somaram 12.118,1 kg.
O porto paulista lidera com folga as apreensões de cocaína entre os dez principais portos brasileiros. Este ano, segundo a PF, já foram apreendidos 8.072,7 quilos em Santos. A quantia está próxima do total de todo o ano de 2016, quando foram apreendidos 10.606,7 quilos. Em 2015, foram apenas 1.436,5 quilos.
O aumento nas apreensões é atribuído às tecnologias de inspeção de contêineres, que são usados para o transporte clandestino da droga. Diariamente, são movimentados cerca de 6 mil contêineres no porto. Os traficantes usam uma técnica conhecida como rip-on/rip-off, onde a droga é escondida em meio a um carregamento legal para despistar a fiscalização.
O problema para o tráfico é que, desde 2016, foi intensificado o uso de scanners de alta tecnologia para “ver” o conteúdo dos contêineres fechados. Em caso de suspeita, a PF e a Receita Federal são acionadas.
Somente nos últimos três dias, com o uso dessa tecnologia, foram feitas quatro apreensões de cocaína nos terminais santistas, totalizando 1.777 quilos de droga. As cargas eram destinadas a portos europeus, como o de Antuérpia, na Bélgica, e de Roterdã, na Holanda.
A PF intensificou as operações depois de detectar uma ação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para estabelecer rotas de tráfico internacional a partir dos portos brasileiros.
Operações realizadas em 2017 e no ano passado identificaram células criminosas do PCC operando no litoral paulista. Os suspeitos adquiriam a droga diretamente de traficantes da Bolívia e da Colômbia e conseguiam inserir a carga em contêineres, cooptando prestadores de serviços e outras pessoas com acesso aos terminais.
Numa das ações, foram presos caminhoneiros que transportavam a droga em meio a cargas destinadas à exportação.
Nas ações contra o tráfico, a PF age de forma conjunta com a Guarda Portuária e a Receita Federal. O serviço de inteligência da PF identificou que, após a intensificação das apreensões no Porto de Santos, desde o início de 2018, os traficantes passaram a buscar outras rotas de saída para a droga, na região nordeste e no sul do país.
No Porto de Paranaguá, no Paraná, as apreensões cresceram de 845 quilos em 2017 para 4.745,5 quilos em 2018. Este ano, em pouco mais de quatro meses, já foram apreendidos 6.575 quilos.
No Porto de Itajaí, em Santa Catarina, os 557,2 quilos de cocaína apreendidos em quatro meses deste ano já superam os 459 kg de todo ano passado.
No Porto de Natal, no Rio Grande do Norte, não houve registro de apreensão em 2018. Este ano, até maio, já foram apreendidos 3.275 quilos.
Os volumes de cocaína apreendidos em portos brasileiros vêm crescendo desde 2015, quando a apreensão totalizou 1.542,5 quilos. Em 2016, o volume saltou para 15.171,9; em 2017 foi de 18.327,8 e, em 2018, de 32.319. Este ano, até maio, nos dez portos já foram apreendidos 18.502,2 quilos, volume igual ao de todo o ano de 2017.
Fonte: Estadão



Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

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COMPANHIA DOCAS PRETENDE AMPLIAR SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS



Autoridade Portuária de Santos planeja aumentar quantidade de câmeras de vigilância e adotar tecnologias mais modernas no cais
Ampliar o número de câmeras de monitoramento instaladas no Porto de Santos e utilizar equipamentos de infravermelho e térmicos para garantir a precisão das informações coletadas. Estes são os objetivos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que pretende, em cerca de três meses, contratar a modernização do sistema.
As câmeras fazem parte do sistema do ISPS Code, o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias, uma norma internacional para controle de acessos e monitoramento. Ele foi adotado depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque (EUA). Por exigência dos Estados Unidos, os portos do mundo todo tiveram que implantar planos de segurança.
Em Santos, o código começou a ser implantado em 2004 e, desde então, não foi modernizado. Foram levantados 32 itens que devem ser adequados, mas apenas a metade das questões foi resolvida.
“Apesar de funcionar, as câmeras são antigas, elas são analógicas. Hoje já existem soluções de software embarcado, com câmeras digitais em que você consegue distinguir um caminhão de um carro, de uma bicicleta, em diferentes velocidades. E você pode modificar o nível de atenção no sistema se o pátio está em operação ou não”, disse o diretor-presidente da Docas, Casemiro Tércio Carvalho.
O objetivo, segundo o executivo, é manter, em uma mesma sala de monitoramento, o controle terrestre e marítimo do Porto. Com isso, a ideia é garantir a segurança física da operação, que envolve questões de meio ambiente e o combate a ilícitos, como tráfico internacional de drogas.
De acordo com o executivo, todas essas informações são repassadas às autoridades policiais. Com câmeras térmicas e de infravermelho, o monitoramento será mais eficiente, segundo Carvalho.
“Hoje, as câmeras são utilizadas só para a segurança. A operação fica refém da segurança. Quem controla o joystick é segurança. A gente pretende separar câmeras para a operação, ou seja, a fiscalização passa a ser feita pelas câmeras e outras câmeras da segurança. Não faz sentido ter um cara com uma prancheta no costado do navio anotando. Ele pode fazer tudo isso dentro de uma sala com instrumentação e tecnologia”, destacou Carvalho.
Algoritmos contra o crime
O presidente da Codesp também aponta a possibilidade de realizar uma análise de risco, utilizando algoritmos. “Podemos criar um raciocínio de identificação automática de delitos. Hoje a identificação é feita visualmente pela Guarda Portuária. A gente pode criar uma camada de negócios em que eu consiga identificar um caminhão em velocidade, um carro em velocidade e uma pessoa em uma bicicleta. E, com isso, o software traduzir em um alerta de risco. Eu mexo no risco ao longo do dia. Diminuo durante o dia, com a operação. À noite, como não está operando, eu aumento a sensibilidade desse risco”, explicou
Segundo Carvalho, a Docas também está revisando o Plano de Segurança Portuário.“ Aqui, nesta sede, por incrível que pareça, nós estamos em uma área de ISPS Code e o nosso entendimento é de que não deveria estar. É acesso público. Não tem movimentação, operação. Não faz sentido”.
Proteção
O Porto de Santos conta com 28 gates (portões) de acessos ao cais e mais de 200 câmeras e equipamentos, como handkeys (leitores de mão), além do Centro de Controle de Operações (CCCom) da Guarda Portuária (Gport), inaugurado em 2005. No Brasil, as inspeções dos terminais e as concessões dos certificados do ISPS Code são responsabilidades da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), seguindo o código da Organização Marítima Internacional (IMO). A Conportos é formada por representantes dos ministérios da Justiça, da Defesa (Marinha), da Fazenda, das Relações Exteriores e da Infraestrutura.


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quarta-feira, 22 de maio de 2019

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RECEITA FEDERAL E PF LOCALIZAM MAIS 543 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS



Foram quatro as ações realizadas entre sábado e segunda-feira totalizando 1.777 kg da droga
Na noite de segunda-feira (20), a Receita Federal e a Polícia Federal frustraram o envio de mais uma carga de cocaína ao exterior. A apreensão ocorreu durante a continuidade das operações conjuntas realizadas no final de semana.
A varredura de imagens e a verificação do pátio levaram a equipe a identificar um contêiner com indícios de violação. Como ocorreu na parte da tarde, a unidade de carga localizada à noite continha tambores de suco de laranja e tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda.

Durante a inspeção, foram encontradas 13 bolsas contendo tabletes de cocaína, além de tabletes soltos porque algumas bolsas se romperam. O peso total apurado para o entorpecente, as bolsas e os sacos utilizados para recolher os tabletes soltos foi de 543 kg.
A apreensão foi a quarta ocorrida no Porto de Santos desde o final de semana. No sábado (18), foram apreendidos 329 kg de cocaína. No domingo (19) 364 kg. Na tarde de segunda-feira (20) 541 kg. Somadas à apreensão realizada na noite de segunda-feira, já foram apreendidos 1.777 kg da droga.

Nos quatro casos, suspeita-se da técnica criminosa denominada “rip-on/rip-off”, em que a droga é inserida em uma carga lícita sem o conhecimento dos exportadores e importadores.
A droga interceptada ficará sob a guarda da Delegacia de Polícia Federal de Santos, que prosseguirá com as investigações.


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terça-feira, 21 de maio de 2019

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RECEITA FEDERAL E PF LOCALIZAM 541 KG DE COCAÍNA EM TAMBORES DE SUCO NO PORTO DE SANTOS



O carregamento tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda
Uma ação conjunta da Receita Federal e da Polícia Federal, promovida na segunda-feira (20), frustrou a tentativa de envio ao exterior de mais de 541 kg de cocaína. O carregamento tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda.
Durante a ação, foi implementada uma varredura de imagens e verificação no pátio de um terminal da margem esquerda do porto, em Guarujá (SP), o que possibilitou a identificação de um contêiner frigorífico com indícios de contaminação.
A carga continha tambores de suco de laranja, no entanto, próximo às portas foram encontrados 15 sacos de açúcar contendo tabletes de cocaína
As autoridades acreditam que os traficantes tenham utilizado da técnica criminosa denominada "rip-on/rip-off", em que a droga é inserida em uma carga lícita sem o conhecimento dos exportadores e importadores.
A droga interceptada ficará sob a guarda da Delegacia de Polícia Federal de Santos, que prosseguirá com as investigações.

A ação de segunda-feira foi uma continuidade das operações realizadas no final de semana no mesmo terminal. No sábado (18), foram apreendidos 329 kg de cocaína. No domingo (19), 364 kg. Os carregamentos tinham como destino os portos da Holanda e a Bélgica.


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segunda-feira, 20 de maio de 2019

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RECEITA FEDERAL APREENDE 304 KG DE COCAÍNA EM CONTÊINER NO PORTO DE PARANAGUÁ



A droga estava dentro de um contêiner carregado com carga de sucata de metal que tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda
Na madrugada da última sexta-feira (17) a equipe da Seção de Vigilância Aduaneira da Alfândega da Receita Federal do Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná apreendeu 304 quilos cocaína na sua forma mais pura (cloridrato de cocaína).

A droga estava dentro de um contêiner carregado com carga de sucata de metal que tinha como destino o Porto de Rotterdam, na Holanda.
Segundo a Receita, a droga, com valor estimado em 8 milhões de reais, foi avistada por scanners em uma operação de rotina no Terminal de Contêineres do porto. Ela foi encaminhada à Polícia Federal que prosseguirá com a investigação do caso. Ninguém foi preso

Essa é a décima apreensão realizada em 2019 pela Receita Federal, no Porto de Paranaguá, totalizando 6.701 kg da droga.


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CAMINHONEIRO É CONDENADO APÓS ESCONDER DROGAS E TRAFICANTES PARA ENTRAR NO PORTO DE SANTOS



Motorista foi condenado a nove anos de prisão pela Justiça Federal. Dono do caminhão, cuja cabine foi modificada com um compartimento secreto, foi absolvido. Ambos já têm passagem criminal
O caminhoneiro Thiago Felipe da Silva, de 36 anos, foi condenado pela Justiça Federal em Santos, no litoral de São Paulo, a nove anos, seis meses e dez dias de prisão por tráfico internacional de drogas. Ele foi apontado como o responsável por levar ao porto três traficantes e 279 kg de cocaína. A droga seguiria para a Europa.
Na mesma sentença, a juíza Lisa Taubemblatt, da 6ª Vara Federal, inocentou o também caminhoneiro Jailton Souza do Carmo, de 42 anos. Ele é o proprietário do caminhão usado na ação criminosa que foi frustrada em janeiro de 2018. A cabine do veículo foi modificada para que fosse possível esconder objetos, além de pessoas.
Caminhão é registrado com cabine adulterada entrando no terminal da Santos Brasil - Foto: G1 Santos

As investigações mostraram que Thiago conduziu um caminhão com um contêiner vazio até um terminal da margem esquerda do cais, em Guarujá (SP), onde ficou por aproximadamente uma hora durante a madrugada. Enquanto esteve na empresa, ele não despertou qualquer suspeita da segurança, mesmo estacionando em local não permitido.
Foram as imagens de escâneres, ao qual o veículo foi submetido, que indicaram a ação criminosa. Elas foram recuperadas pelas autoridades somente na manhã seguinte. O G1 teve acesso a uma delas, em que é possível observar três pessoas, uma em pé e duas sentadas, entre malas, em um compartimento oculto, atrás da cabine.
Segundo a denúncia, Thiago auxiliou o trio a violar um contêiner armazenado no pátio da empresa e inserir nele 10 malas pretas de viagem com centenas de tabletes de cocaína. A caixa metálica, que teve o lacre adulterado, foi interceptada pela Receita Federal antes de ser embarcada no cargueiro Cap San Antonio com destino à França.
A droga apreendida, além da identificação do condutor e do proprietário do veículo, sustentou a Justiça Federal a ordenar a prisão preventiva de ambos no segundo semestre do mesmo ano a pedido da Polícia Federal. O motorista foi localizado e detido. Jailton, que era investigado por ser um dos que se esconderam na cabine, já estava preso.
O Ministério Público Federal (MPF), com base nas provas colhidas pela autoridade policial, denunciou ambos em novembro por tráfico internacional de drogas e associação ao tráfico. A investigação, entretanto, não conseguiu determinar a real identidade dos três homens que foram descobertos no esconderijo a partir do escaneamento.
Compartimento secreto era usado para esconder ilícitos e acessar o terminal — Foto: G1 Santos

A juíza Lisa Taubemblatt, na sentença, absolveu Jailton pelo crime de tráfico e inocentou ambos pela acusação de associação criminosa. Entretanto, condenou Thiago a regime fechado ao entender que ele transportou, guardou e armazenou a droga. A sentença levou em consideração a reincidência do motorista pelo mesmo tipo de crime.
O advogado João Manoel Armôa Junior defendeu Jailton no caso. "A dúvida teve que ser eleita para fundamentar uma decisão absolutória em favor dele, pois nenhuma prova sequer indiciária, foi devidamente comprovada", declarou. O alvará de soltura foi expedido, mas o réu permanece preso por responder a outro processo na justiça estadual.
Após a sentença, o mesmo advogado passou a representar Thiago e afirmou que vai recorrer em instância superior da decisão que o condenou, visando a liberdade do cliente. "Vamos buscar a absolvição no tribunal, pois não há prova nenhuma de que ele auxiliou no embarque da droga apreendida", afirma Armôa Junior.
Dono do caminhão
O dono do caminhão adulterado tem extensa ficha criminal, segundo a polícia. Em abril de 2018, ele e outros seis homens foram presos em flagrante com mais de 200 kg de cocaína durante investigação do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) de São Paulo em Guarujá. Esse processo ainda não foi julgado.
Caminhão foi localizado em entreposto do tráfico, em Guarujá, SP, quando Jailton foi preso — Foto: G1 Santos

Na operação da Polícia Civil, houve intensa troca de tiros na região do Distrito de Vicente de Carvalho, próximo a uma das margens do porto, depois que investigadores encontraram um galpão utilizado como entreposto de ilícitos. No local, estava o mesmo caminhão utilizado pelos narcotraficantes para acessar e levar a droga ao cais em janeiro.
Fonte: G1 Santos-SP



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