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APÓS TENTAR A TERCEIRIZAÇÃO, CDP DIVULGA NOVO CONCURSO PARA A GUARDA PORTUÁRIA

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

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POLÍCIA FEDERAL INTEGRA A REDE GLOBAL DE ACADEMIAS DA INTERPOL


Termo de Aceitação foi assinado em Brasília pelo Diretor-Geral da PF e pelo Secretário-Geral da INTERPOL

O Diretor-Geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, recebeu na quinta-feira (6/11) o Secretário-Geral da INTERPOL, Valdecy Urquiza, para a assinatura do Termo de Aceitação da Academia Nacional da Polícia Federal (ANP) à Rede Global de Academias da INTERPOL.

O documento firmado consolida o compromisso da Polícia Federal em facilitar a divulgação de cursos promovidos pela INTERPOL e em participar de uma plataforma restrita de discussões coordenada pelo Secretariado-Geral, na qual os membros da Rede poderão tratar de temas de interesse comum, identificar necessidades regionais de capacitação e coordenar ações de resposta a essas demandas.

A cerimônia, realizada na sede da Polícia Federal, contou com a presença de autoridades e servidores da instituição. A Academia Nacional de Polícia foi representada por sua diretora, Christiane Machado, e a INTERPOL, além do Secretário-Geral, pelo Diretor do Gabinete, Gustavo de Souza.

A integração da ANP à Rede Global de Academias reforça o compromisso da Polícia Federal com a cooperação internacional e com a excelência na formação e capacitação de seus quadros, fortalecendo a atuação conjunta com instituições policiais de todo o mundo.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto (Safety/Security). A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Texto: O texto deste artigo relata acontecimentos, baseado em fatos obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis e dados observados ou verificados diretamente junto a colaboradores.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

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RECEITA FEDERAL RETÉM CARGAS DE COMBUSTÍVEIS EM DOIS NAVIOS EM NOVA FASE DA OPERAÇÃO CADEIA DE CARBONO


Navios transportavam óleo diesel procedente do exterior com destino a recintos de armazenagem no Rio de Janeiro e em São Paulo

A Receita Federal do Brasil (RFB) realizou, na sexta-feira (26/9), com o apoio da Marinha do Brasil (MB), a retenção das cargas de dois navios que transportavam óleo diesel procedente do exterior com destino a recintos de armazenagem no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de diversos contêineres de insumos importados utilizados na formulação de combustíveis.

É a Segunda fase da Operação Cadeia de Carbono.

A ação dá continuidade à operação que já havia resultado na retenção da carga de outros dois navios em situação semelhante na região do Rio de Janeiro.

A RFB também apoiou a equipe da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Combustível (ANP), em diligência para verificar se a refinaria está atuando em conformidade com a regulação e aplicando corretamente a decisão da Agência que se refere à cessão de espaço para distribuidoras.

Todos os navios estão sendo monitorados pela Marinha do Brasil e pela Receita Federal, com novos registros de imagem.

Nesta data foram retidos 91 milhões de litros de óleo diesel, avaliados em mais de R$ 290 milhões, e cerca de 115 toneladas de compostos químicos usualmente utilizados como aditivos para combustíveis, oriundos de diferentes continentes.

Durante a fiscalização, foram apurados:

  • simulação nas vendas dos produtos importados, por meio de sucessivas emissões de notas fiscais e conhecimentos de transporte, que podem dificultar o acesso dos fiscos estaduais e federal aos verdadeiros responsáveis pelas operações;
  • possibilidade de ocultação dos reais beneficiários das operações de comércio exterior realizadas pelas empresas, que buscam se manter à margem dos controles e registros aduaneiros;
  • inconsistências na prestação de informações dos importadores aos órgãos reguladores, relativamente à importação de petróleo e seus derivados, bem como informações sobre a produção e venda de combustíveis;
  • análise dos fluxos financeiros e a origem dos recursos empregados nas operações sob fiscalização.

Os produtos retidos serão submetidos a perícia técnica para avaliação de sua composição e características.

O trabalho da fiscalização aduaneira visa garantir a regularidade na importação e comercialização dos insumos e produtos ligados ao setor de combustíveis para proteção da concorrência leal, da arrecadação tributária e da integridade do comércio exterior brasileiro.


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