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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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segunda-feira, 26 de agosto de 2024

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SINDICATO DA GUARDA PORTUÁRIA CONCORDOU COM TERCEIRIZAÇÃO DE POSTOS NO PARÁ

Rodrigo Vilhena, presidente do Sindiguapor e Sergio Gianetto, presidente da FNP

Rodrigo Vilhena também é representante da Guarda Portuária no Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – CNSP

O Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), representado pelo seu presidente, Rodrigo Vilhena Rabelo, concordou com proposta apresentada pela Companhia Docas do Pará (CDP) junto ao Ministério Publico do Trabalho (MPT), para a revogação de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) e voltar a terceirizar postos da Guarda Portuária (GPort), no Porto de Belém.

TAC

Depois de um longo processo, iniciado em novembro de 2015, em cumprimento a um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), a CDP rescindiu o contrato de terceirização com a empresa de vigilância Vidicon, afastando 146 vigilantes, que irregularmente ocupavam postos de atribuição da GPort há mais de 20 anos.

Desde a publicação do Relatório de Arquivamento de Cumprimento do TAC, em 27 de agosto de 2020, a CDP busca, de todas as formas a sua alteração junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), para voltar a terceirizar postos da GPort.

SAIBA MAIS: GUARDA PORTUÁRIA RECONQUISTA POSTOS NO PARÁ

Proposta de troca de postos apresentada pela CDP

Em 30 de abril, A CDP apresentou ao MPT uma proposta de troca de posto, buscando mais uma vez, a revogação do TAC para voltar a terceirizar postos da Guarda Portuária.

Agora a CDP tenta emplacar a terceirização, inicialmente de dois postos (Edifício Sede e Almoxarifado), propondo uma troca, com a realocação deles em outros postos (Posto de Apoio ao CFTV e Posto de Apoio à VTR).

No entanto, como a própria empresa admite nas suas considerações, o Posto de Apoio CFTV já deveria estar guarnecido, conforme normativo da Cesportos, portanto não pode ser considerado como uma troca.

Com respeito a troca pelo Posto de Apoio à VTR, este já consta em escala, inclusive em algumas ocasiões ele é guarnecido.  Isso só não acontece todos os dias por falta de efetivo, mesmo ela admitindo nas suas considerações a sua necessidade para a segurança interna nas rondas.

Outro ponto absurdo é a subjetividade da troca de postos, com a possibilidade de escalar os guardas em qualquer posto, conforme citado na proposta.

Nas suas considerações a empresa cita o art. 4º, do Decreto 9.507/2018, que não se encaixa nessa situação, e mesmo que fosse possível, como cita o próprio artigo citado, caberia ao Conselho de Administração (Consad) estabelecer o conjunto de atividades passíveis de execução indireta, mediante contratação de serviços, o que de fato não aconteceu.

A empresa cita também a Resolução nº 7.490/2020 – ANTAQ, que não tem nenhuma relação com a possível terceirização.

 

Relatório MTE aponta que postos são atribuições da GPort

Em fiscalização realizada em fevereiro de 2023 o Auditor Fiscal do Trabalho Dr. Luiz Fernando Araújo Pinho, em síntese, abordou que o Plano de Empregos e Salários (PES) atribuiu aos guardas portuários, nas atividades específicas na área de segurança portuária, dentre outras, efetuar a segurança na área de porto organizado e dependências da CDP, utilizando meios disponibilizados pela Autoridade Portuária; manter rigorosa vigilância dos bens sob a guarda da Autoridade Portuária; zelar pela conservação dos bens da CDP ou sob sua guarda, tal como ocorre no Edifício Sede e no almoxarifado.

Mostrou também que o quantitativo de guardas era insuficiente, muito próximo ao limite em relação aos postos com base nos Planos de Segurança Pública Portuária (PSPP) de todos os portos, autuando inclusive a CDP por prorrogar a jornada normal de trabalho, além do limite que foi estabelecido na ACT 2022/2023, sendo que desde então, vários guardas portuários foram desligados, só piorando a situação, mostrando claramente a necessidade da realização de novo concurso público.

Audiência no MPT

Em audiência realizada no dia 29/11/2023, CDP propõe a terceirização desses postos de trabalho e o Procurador Sandoval Alves da Silva informou que, após inspeção realizada in loco, pasmem, ficou convencido de que é possível a terceirização nessas áreas, pois não parecem afetos à área portuária, ignorando que a terceirização desses postos já foi discutida por diversas vezes, e envolve várias circunstâncias, como Acordo Coletivo de Trabalho, Plano de Cargos e Salários, Regimento Interno da Guarda Portuária, Plano de Segurança Pública Portuária, ente outras.

O Procurador fez o seguinte encaminhamento: O sindicato e a CDP trabalharão na confecção de cláusula para indicação dos postos de trabalho substitutos ou compensatórios, no prazo de 10 dias úteis.

Retrocesso

Ao contrário do que vem ocorrendo nos demais portos públicos do país, a CDP busca o retrocesso. Atualmente, com a mudança de Governo, outras Companhias Docas, vêm realizando concurso público. Isso já ocorreu na Companhia Docas do Ceará – CDC, quando ela foi obrigada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) a realizar concurso público e acabar com a terceirização. No dia 5 de agosto, a CDC deu posse a 32 (trinta e dois) guardas portuários aprovados. Também está em andamento o concurso público na Autoridade Portuária de Santos – APS, Ex-CODESP.

Categoria não aceitou a proposta

Após a divulgação da proposta apresentada pela CDP  no Portal Segurança Portuária Em Foco, vários guardas portuários do Pará entraram em contato conosco, e segundo eles a mesma não foi aceita, por diversas vezes, pela categoria.

De acordo com os guardas portuários não foi publicado nenhum edital de assembleia ou mesmo reunião para a discussão da proposta apresentado pela CDP, apesar de ser solicitada pela categoria.

 

Posteriormente, em 4 de dezembro, o Sindiguapor divulgou um Comunicado, dizendo, ao contrário do que consta na ata da Audiência no MPT, que o Procurador informou que é possível a terceirização, e que após a sua intervenção, para não haver redução de postos o Sindicato e a CDP concordaram com a criação de “NOVOS” postos de trabalho para compensar esses dois que seriam terceirizados. 

Após esse Comunicado, o Sindiguapor divulgou em uma rede social a realização de uma reunião virtual, com o efetivo dos portos de Belém, Miramar e Outeiro.

O sindicato cita no aviso que “Em decorrência da autorização do MPT terceirizar os seguintes postos: prédio e almoxarifado”, quando na realidade não houve nenhuma autorização por parte daquele órgão.

Segundo os guardas portuários, nessa reunião virtual, apesar do presidente do Sindguapor defender veemente a proposta apresentada pela CDP, ela não foi aprovada, por unanimidade.

De acordo com os guardas portuários, o sindicato, não satisfeito com “A Não Aprovação da Proposta”, realizou outras reuniões, que não foram amplamente divulgadas.

No entanto, em uma delas, realizada no Porto de Belém, porto onde estão localizados os postos alvo de terceirização, ela também foi rejeitada pela maioria.


Incoerência - Terceirização desses postos já foi recusada anteriormente

Em fevereiro de 2017 a CDP publicou no Diário Oficial da União (DOU), edital para a realização de concurso para porteiros visando ocupar postos da GPort, buscando dessa forma burlar o TAC, no entanto esse concurso foi cancelado após “os empregados” denunciarem ao MPT, que então obrigou a companhia a realizar um novo concurso público.

SAIBA MAIS: MPT DETERMINA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PARA A GUARDA PORTUÁRIA NO PARÁ

Em março de 2021, houve outra tentativa de terceirização, citando inclusive os postos do Edifício Sede e Prédio Anexo (Almoxarifado), ambos no Porto de Belém.

Conforme consta nos autos do TAC, diferente do que aconteceu agora, essa proposta foi amplamente rechaçada pelo SINDIGUAPOR (Clique aqui e veja argumentação apresentada na época).

Sindiguapor dessa vez concordou com a proposta

O Sindicato, para a surpresa de todos, protocolou junto ao MPT, em 28 de maio, após varias cobranças do Procurador, a petição concordando com a proposta apresentada pela CDP, sem, no entanto anexar nenhum edital ou ata demonstrando que a categoria teria aceitado.


Nota do Sindiguapor

Procurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, o presidente do Sindiguapor emitiu a seguinte Nota:

Nota de esclarecimento Sindiguapor Pa/Ap - Sobre o aditivo ao TAC autorizando a Companhia Docas do Pará a terceirizar os postos de serviço do prédio sede e almoxarifado, se deu em decorrência da mudança de entendimento do Procurador em relação aos fundamentos do TAC  devido a Portaria 84 que autoriza a terceirização, que na manifestação do Procurador e possível flexibilizar o TAC atual permitindo a terceirização nos postos de serviço secundário e não alfandegados, este processo se estende desde o ano de 2021 com várias manifestações contrarias a essa flexibilizacão por parte do Sindicato, mas infelizmente finalizou com o procurador dizendo que iria autorizar a terceirização independentemente da posição do Sindicato,  e que devido a isso em uma das audiências foi proposto a compensação dos postos terceirizados por outros 02 postos de serviço dentro da aérea primária e alfandegada, que foi aceita pelo procurador e pela CDP, e que após essas tratativas o Sindicato chamou uma assembleia para discutir e deliberar a compensação dos postos suprimidos e que foi aprovado por maioria em assembleia gera a compensação, a categoria reconheceu que devido ao que constava nos autos era a melhor saída fazer a compensação dos postos suprimidos por dois novos postos de serviço, com a ameaça de perder 1 posto de serviço e meio sem compensação, que inclusive esse dois novos postos de serviço foram aprovados pela Guardas Portuários lotados no Porto de Belém pois seria lá que seria suprimido os postos de serviço,  portanto a manifestação do Sindicato no processo teve conhecimento da categoria com amplo debate e aprovação e assembleia geral.

Proposta aguarda Manifestação do MPT

Ao contrário do que foi divulgado pelo Sindiguapor, a proposta ainda não foi aceita. O Procurador Sandoval Alves da Silva encaminhou a proposta a Procuradora Silvia Silva da Silva, responsável pelo TAC, que em outras ocasiões já se manifestou contra a sua revogação, e a volta da terceirização dos postos da Guarda Portuária.

A Procuradora, considerando o entendimento de que a celebração do termo aditivo proposto seria tema cuja prevenção estaria afeta ao 13º Ofício Geral, encaminhou o processo para o procurador responsável deste ofício, antes da tomada e qualquer decisão, e caso considere a revogação do TAC, deverá convocar uma audiência para a homologação do acordo.

Indicação da FNP

Além de presidente do Sindiguapor, Vilhena é representante da Guarda Portuária (GPort) no Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – CNSP.

Como a indicação deve partir de "conselho nacional devidamente constituído", o nome dos representantes ao Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – CNSP partiu da Federação Nacional dos Portuários – FNP, que representa a nível nacional sindicatos específicos da Guarda Portuária, assim como sindicatos de portuários, no qual os guardas portuários são filiados, onde não existe sindicato próprio.

A FNP encaminhou ao Ministério de Portos e Aeroporto (MPOR) ofício, indicando 2 (dois) Guardas Portuários para a condição de membros titular e suplente do CNSP, que encaminhou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública/Gabinete do Ministro (MJSP). A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 14/06/2024.

A nomeação de Vilhena causou grande surpresa para a categoria, pois se esperava uma eleição para a escolha do representante, ou no mínimo, fosse indicado alguém que nos últimos anos tivesse se destacado a nível nacional na luta pela GPort,

Segundo algumas pessoas ouvidas pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, a indicação de Vilhena como membro titular teve caráter político, e não foi um consenso.

A preferência seria a indicação do guarda portuário Israel Angelo S. de Aguiar, da Associação dos Guardas Portuários do Estado da Bahia (ASGPOR), que acabou sendo indicado como suplente no Conselho.

SAIBA MAIS: REPRESENTANTE DA GUARDA PORTUÁRIA PASSA A INTEGRAR O CNSP

De acordo com o presidente da FNP, Sergio Gianetto o nome dele foi escolhido pelos representantes da Guarda Portuária nos sindicatos que representam a categoria e são filiados a Federação.

Procurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, até o momento dessa publicação, não emitiu nenhuma nota.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Texto: O texto deste artigo relata acontecimentos, baseado em fatos obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis e dados observados ou verificados diretamente junto a colaboradores.

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e adicionado o link do artigo. 


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segunda-feira, 22 de julho de 2024

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CDP QUER REVOGAR TAC PARA VOLTAR A TERCEIRIZAR POSTOS DA GUARDA PORTUÁRIA NO PARÁ


Desde a publicação do Relatório de Arquivamento de Cumprimento de TAC a CDP busca, de todas as formas a sua alteração

A Companhia Docas do Pará – CDP, que administra os portos públicos do estado do Pará solicitou junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) a revisão do Termo de Ajuste de Conduta – TAC, buscando mais uma vez voltar a terceirizar postos da Guarda Portuária (GPort).

Depois de um longo processo, em novembro de 2015, em cumprimento ao TAC, a CDP rescindiu o contrato de terceirização com a empresa de vigilância Vidicon, afastando os 146 vigilantes, que irregularmente ocupavam esses postos há mais de 20 anos.

SAIBA MAIS: GUARDA PORTUÁRIA RECONQUISTA POSTOS NO PARÁ

Em fevereiro de 2017 a CDP publicou no Diário Oficial da União (DOU), edital para a realização de concurso para porteiros visando ocupar postos da GPort, buscado dessa forma burlar o TAC, no entanto esse concurso foi cancelado após os empregados denunciarem ao MPT, que obrigou a companhia a realizar um novo concurso público.

Desde a publicação do Relatório de Arquivamento de Cumprimento de TAC, em 27 de agosto de 2020, a CDP busca, de todas as formas a sua alteração.

A primeira foi em março de 2021, citando os postos do Edifício Sede e Prédio Anexo (Almoxarifado), ambos no Porto de Belém.

Conforme consta nos autos do TAC, essa proposta foi amplamente rechaçada pelo Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá – SINDGUAPOR (Clique aqui e veja argumentação apresentada na época).

Agora a CDP tenta novamente emplacar essa proposta, propondo a realocação dos guardas portuários escalados nesses postos para o Posto de Apoio ao CFTV e para o Posto de Apoio à VTR.

Como a própria empresa admite nas suas considerações para propor a troca, o Posto de Apoio CFTV já deveria estar guarnecido, portanto não pode ser considerado como uma troca:

“Considerando a necessidade de mais de um Guarda Portuário no Posto de Monitoramento (CFTV), conforme normativos da CESPORTOS”

Cabe ainda salientar que, a atual estrutura onde hoje está situado o CFTV não comporta mais um guarda portuário. Não há espaço suficiente e nem equipamentos. O local sequer possui banheiro, contrariando as normas trabalhistas, inclusive a Companhia foi autuada novamente este ano em nova fiscalização realizada pela Secretaria Regional do trabalho e Emprego (SRTE/PA).

Com respeito a troca pelo Posto de Apoio à VTR, este já consta em escala, inclusive em algumas ocasiões ele é guarnecido.  Isso só não acontece todos os dias por falta de efetivo, mesmo ela admitindo na justificativa da proposta a sua necessidade para a segurança interna nas rondas.

“Considerando a necessidade de mais de um Guarda Portuário no Posto da VTR, visando apoio e segurança interna nas rondas”

Outro ponto que não pode ser aceito na proposta é a subjetividade da troca de postos, isto é, A CDP pode escalar os guardas em qualquer posto, quando na proposta ela cita:

“garantida à Companhia Docas do Pará, em decorrência do seu poder diretivo, a realocação futura destes Guardas Portuários em outros postos de trabalho, caso o interesse público assim o determine”.

Relatório da SRT/MTE

Em fiscalização realizada em fevereiro de 2023 o Auditor Fiscal do Trabalho Dr. Luiz Fernando Araújo Pinho, em síntese, abordou que o Plano de Empregos e Salários (PES) atribuiu aos guardas portuários, nas atividades específicas na área de segurança portuária, dentre outras, efetuar a segurança na área de porto organizado e dependências da CDP, utilizando meios disponibilizados pela Autoridade Portuária; manter rigorosa vigilância dos bens sob a guarda da Autoridade Portuária; zelar pela conservação dos bens da CDP ou sob sua guarda, tal como ocorre no Edifício Sede e no almoxarifado.

Mostrou também que o quantitativo de guardas era insuficiente, muito próximo ao limite em relação aos postos com base nos Planos de Segurança Pública Portuária (PSPP) de todos os portos, autuando inclusive a CDP por prorrogar a jornada normal de trabalho, além do limite que foi estabelecido na ACT 2022/2023, sendo que desde então, vários guardas portuários foram desligados, só piorando a situação, mostrando claramente a necessidade da realização de novo concurso público.

Concurso Público

Ao contrário do que vem ocorrendo nos demais portos públicos do país, a CDP busca o retrocesso, apresentando uma proposta de troca de postos no intuito de voltar a terceirizar os postos da GPort.

Atualmente, com a mudança de Governo, outras Companhias Docas, vêm realizando concurso para a Guarda Portuária. Isso já ocorreu na Companhia Docas do Ceará – CDC, e também está em andamento na Autoridade Portuária de Santos –APS, Ex-CODESP.

Guarda Portuária SIM terceirização NÃO

A categoria espera que essa nova tentativa da CDP seja novamente rejeitada pelo sindicato, pois como disse o ex-Ministro do Meio Ambiente do Governo Bolsonaro, Ricardo Salles, onde passa boi, passa boiada.

A Federação Nacional dos Portuários (FNP), o Conselho Nacional de Representações da Guarda Portuária (CONGPORT) e a Associação Nacional da Guarda Portuária do Brasil (ANGPB), entidades representativas da categoria, assim como os seus representantes no Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – CNSP devem ficar atentos, e combater com veemência toda e qualquer iniciativa de terceirizar postos, assim como buscar reverter os que hoje ainda se encontram ocupados por vigilantes, assim como ocorreu recentemente no Ceará, quando a Companhia Docas do Ceará (CDC), foi obrigada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) a realizar concurso público e acabar com a terceirização naquele porto público.


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

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MPT ENTREGA UTI MÓVEL A MARINHA NO RIO DE JANEIRO

 

Doação foi promovida por meio de TAC firmado entre o MPT-RJ e a MSC Cruzeiros

No dia 9 de dezembro, o vice procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ), Fabio Goulart Villela, esteve no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) para a entrega de uma UTI móvel à Instituição.

A ambulância UTI, adquirida por meio de verba proveniente de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre o MPT-RJ e a empresa MSC Cruzeiro, foi integrada ao Hospital do AMRJ (HAMRJ) após passar por um processo de adaptação veicular em conformidade com Portaria do Ministério da Saúde que aprova o regulamento técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência.

A doação, viabilizada por destinação de recursos financeiros oriundos de processo judicial trabalhista em 2019, quando foi verificada uma situação irregular na MSC Cruzeiro referente a jornada de trabalho. A multa, no valor de R$200 mil, foi convertida para a aquisição da UTI móvel, e vai intensificar a estrutura do HAMRJ no suporte à vida dos militares e civis lotados na organização militar, a fim de melhor prestar o serviço público.

A cerimônia de assinatura do termo de recebimento contou a presença do Diretor do Arsenal de Marinha, Contra-Almirante (EN) José Luiz Rangel da Silva, e do Vice-Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região, Fábio Goulart Villela.



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quarta-feira, 27 de março de 2019

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PORTO DE SANTOS ESTÁ SEM ISPS CODE




Operações estão por de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre ANTAQ e a Codesp
Uma situação inusitada. O Porto de Santos está com o International Ship and Port Facility Security Code (ISPS Code) - Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias - suspenso. Ele está operando por conta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
Conforme a Assessoria da ANTAQ, o maior porto da América Latina, porta de entrada e saída de boa parte dos produtos produzidos no País e no Mundo, foi autuado e, durante a instrução processual, a penalidade de multa pecuniária foi substituída pela celebração do TAC.
Os termos e prazos estão sob sigilo, segundo a ANTAQ. O inadimplemento das obrigações prevista do TAC resultará em aplicação de multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por dia.
Conportos
A Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos) e a Cesportos-SP (entidade semelhante no estado e ligada a primeira) são as intervenientes e tomaram como base um cronograma, aprovado pelas comissões, com diversas ações a serem implementadas. Um dos compromissos do TAC é o envio de relatório trimestrais para que a Conportos e a Antaq avaliem a evoluções das ações.
A Codesp terá um prazo de um ano para corrigir as inconformidades observadas pela Conportos/Cesportos-SP, tais como adequações dos gates, restruturação do sistema de monitoramento, adequação de bases da Guarda Portuária, melhorias no controle de acesso de veículos e pedestres em diversas área do Porto, entre outras medidas.
Ainda segundo a Antaq, o ISPS Code segue o código internacional, passado pela Organização Marítima Internacional (IMO), e estabelece que na ausência de condições para manutenção do Porto, os atos administrativos do Código Internacional de Segurança, como a emissão da Declaração de Proteção, deverão ser solicitadas ao Coordenador da Cesportos-SP que, após verificar se as ações implementadas de segurança pelo terminal/porto, emitirá ou não declaração de proteção.
Codesp
A Codesp informou ontem que o Porto de Santos possui o certificado do ISPS Code por meio da Declaração de Cumprimento, com todo um sistema de controle de acesso e monitoramento de entrada e saída de pessoas e cargas.
Entretanto, devido a algumas observações estruturais feitas pela Conportos em auditoria, a Declaração de Cumprimento está suspensa até nova vistoria do colegiado. Existe previsão legal para a situação de Declaração de Cumprimento suspensa, não havendo qualquer impedimento de operação no porto.
Um ano
A Autoridade Portuária de Santos confirmou à Reportagem que tem o prazo de um ano para se adequar às novas exigências. Diversas medidas já foram tomadas para tanto. De 32 itens que estavam inadequados, sete foram resolvidos. A diretoria estabeleceu como meta interna equacionar o restante até o fim do ano. A suspensão da Declaração de Cumprimento só cessa com a nova vistoria do colegiado, após a constatação das melhorias apontadas pelo termo.



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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

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MPT DE PARANAGUÁ MARCA AUDIÊNCIA PARA DISCUTIR TERCEIRIZAÇÃO DA GUARDA


Ariovaldo Alboitt, Felipe da Silva Cordeiro, o Procurador Dr. Ricardo Bruel de Almeida e Jorcy de Oliveira

Descumprimento por parte da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), de um Termo de ajuste de Conduta (TAC)      
                                                                                                       
No dia 24 de agosto, às 14h30, o Diretor de Assuntos da Guarda Portuária, na Federação Nacional dos Portuários (FNP), Jorcy de Oliveira, participou de uma reunião na Procuradoria do Trabalho em Curitiba, localizada na Av. Vicente Machado, nº 84, Centro, com o Procurador Dr. Ricardo Bruel de Almeida.
Jorcy convidou para acompanhá-lo nessa reunião o guarda portuário Ariovaldo Alboitt, presidente em exercício do Sindicato dos Trabalhadores Portuários do Paraná (Sintraport), que por sua vez também convidou o GP Felipe da Silva Cordeiro, da Associação da Guarda Portuária do Paraná (AGPE-PR).
Na reunião, Jorcy esclareceu ao Procurador, detalhes da denúncia que ele havia redigido e protocolado naquele órgão, através da FNP, referente ao descumprimento por parte da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), sobre a terceirização de postos da Guarda Portuária no Porto de Paranaguá.
Após ficar ciente do que vem ocorrendo na APPA, O Procurador deu um prazo de cinco dias para ela se adequar a alguns itens do TAC, mas como ela não se pronunciou, no dia 06 a APPA foi notificada da marcação de audiência para o próximo dia 22.

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domingo, 13 de setembro de 2015

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CDP CUMPRI DECISÃO JUDICIAL E CONVOCA GUARDAS PORTUÁRIOS CONCURSADOS


Presidente da CDP, Parsifal de Jesus Pontes, convoca candidatos aprovados no último concurso da Guarda Portuária.

Na última sexta-feira (11) , o presidente da Companhia Docas do Pará (CDP), por força da Ação de Execução de Obrigações assumidas em Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) n° 0000540-43.2015.5.08.0012, convocou os candidatos aprovados em concurso público para guarda portuário, realizado em 2012.
A convocação atende determinação do juiz Gustavo Lima Martins, em audiência ocorrida no dia 04 de setembro, na 12ª Vara do Trabalho de Belém, objetivando a execução do TAC assumido pela CDP, referente o fim da terceirização da Guarda Portuária.
Outra determinação do juiz foi a rescisão do contrato mantido com a empresa terceirizada VIDICON – Serviços de Vigilância Ltda., bem como, apresentar até o final de setembro, o plano de ação determinado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), contemplando inclusive, a realização de novo concurso público.
Convocação em ordem de classificação no concurso, como se segue:
Guarda Portuário Masculino - Vila do Conde/Barcarena
  1. Cassio Luiz Souza de Castro,
  2. Charles Johnson dos Santos Alves
  3. José Fernando Nogueira Vieira Júnior,
  4. Anderson de Jesus Siqueira Costa
  5. Renan Rodrigues dos Reis
  6. Anchises Maciel Cabral
  7. Juarez Lima Reis Júnior
  8. Hederson Lobato Rodrigues da Silva
  9. Iranildo Ferreira do Nascimento

Guarda Portuário – Feminino - Vila do Conde/Barcarena
  1. Maria do Socorro de Araújo da Fonseca
  2. Anne da Silva Correa


Os Candidatos convocados deverão comparecer na Gerência de Recursos Humanos, 2º andar, prédio Sede, situado a Avenida Presidente Vargas, n° 41, no horário de 08hs às 12hs e das 13hs às 16hs.

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