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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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terça-feira, 30 de abril de 2024

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NAVIO DINAMARQUÊS VAZA ÓLEO NO PORTO DE SANTOS


Porta-contêineres Maersk Leon estava atracado no terminal da BTP- Brasil Terminal Portuário

O porta-contêineres Maersk Leon, de bandeira da Dinamarca, teve um vazamento de óleo na manhã da última sexta-feira (26). A embarcação, que chegou a Santos vinda de Salvador, estava na área da Brasil Terminal Portuário (BTP), na Margem Direita do Porto de Santos.

De acordo com a Capitania dos Portos (CPSP), uma avaliação preliminar da situação indicou que, aproximadamente, 20 litros de resíduos foram derramados.

Segundo apurou A Tribuna, o vazamento teria ocorrido durante a retirada de óleo velho do navio, feita pela empresa Paraná Oil.

Equipe de Peritos da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) foi enviada imediatamente ao local, constatando que o vazamento havia sido contido. Ainda de acordo com a CPSP, “amostras foram coletadas para análise e um procedimento administrativo será instaurado para identificação das causas do incidente e correta avaliação do volume derramado no mar”.

“Além disso, o vazamento encontrava-se controlado e o navio permaneceu impedido de deixar o Porto de Santos até que todas as medidas para evitar novo derramamento fossem tomadas”.

Posicionamentos

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) afirmou que , constatou o vazamento de resíduos oleosos, a partir do convés de navio atracado no berço 3. “A agência acompanhou as ações e concedeu apoio técnico às equipes da Capitania dos Portos e do Ibama, responsáveis pelas investigações e eventuais autuações, diante de vazamento a partir de navio”.

Além disso, “parte do óleo vazado escorreu pelo costado do cais e atingiu as águas do estuário. A estatal estima que o vazamento possa ter chegado a cerca de 100 litros de resíduos oleosos, que chegaram ao mar, mas foram retidos e recolhidos, com uso de barreiras de contenção e absorção. Foi realizada a limpeza das manchas oleosas no casco da embarcação”.

Também em nota, a Autoridade Portuária de Santos (APS) informou que “foi avisada do vazamento às 10 horas pela própria BTP, que é a arrendatária da área, e que não solicitou o acionamento do plano de emergência da APS, visto que o seu próprio plano de emergência teve capacidade de atender a ocorrência”.

Conforme a APS, “a BTP tomou uma série de providências para conter o vazamento, que ficou localizado entre o casco do navio e o costado do cais. Mantas absorventes e barreiras de contenção foram imediatamente instaladas e teve início o processo de limpeza do navio”.

Já a BTP informa que “de imediato ao ocorrido, sua equipe de contingência atuou prontamente na contenção e no recolhimento do resíduo oleoso vazado acidentalmente, com o uso de barreiras absorventes e todas as medidas previstas no Plano de Emergência Individual (PEI). A tripulação a bordo do navio prontamente atuou em conjunto, colaborando para a devida contenção”;

A empresa acrescenta que “se trata de um vazamento de pequenas proporções e que a situação foi controlada”. “Reiteramos que todas as autoridades competentes e órgãos anuentes foram informados e acompanharam devidamente as providências no terminal”, finaliza.

A Maersk, em nota, confirmou o vazamento durante as operações de eliminação de resíduos do navio Maersk Leon, no Brasil Terminal Portuário (BTP), em Santos. "Os planos de contingência foram prontamente acionados, tanto pela tripulação quanto pelo terminal, e o derramamento foi efetivamente contido. Não houve feridos e todos estão bem. Priorizamos a segurança de nossas operações e levamos essas situações muito a sério. Cooperamos totalmente com todas as autoridades competentes e partes interessadas na gestão deste incidente".

A Reportagem do Jornal a Tribuna procurou a Paraná Oil e o Ibama, mas não obteve resposta

Fonte: A Tribuna


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segunda-feira, 8 de maio de 2023

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NAVIO EM TERMINAL NO PORTO DE SANTOS TEM VAZAMENTO DE 200 LITROS E MOBILIZA AUTORIDADES

 

De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), há a estimativa de que cerca de 200 litros do produto tenham vazado

O acidente ocorreu no terminal da Copersucar. A Cetesb informou que, na segunda (1º), ocorreu uma falha durante o fornecimento de óleo da barcaça que abastece os navios.

Os técnicos da companhia orientaram os trabalhos de contenção do óleo e realizaram uma avaliação geral. A Autoridade Portuária de Santos (APS) também monitorou o ocorrido.

Ainda não há conhecimento sobre eventuais danos ambientais provocados pelo vazamento, que ocorreu durante o abastecimento do navio Pride. Imagens obtidas por A Tribuna mostram a movimentação das embarcações em torno do navio.

Combustível de navio

A APS informou em nota que o vazamento ocorreu por volta de 12h45 da segunda-feira (1º), e que na manhã foi realizada vistoria ao longo do estuário, juntamente com a Cetesb. As duas autoridades seguiram acompanhando a ocorrência na área.

A autoridade portuária explicou que o óleo vazado trata-se do tipo bunker, usado como combustível para os navios. A embarcação estava atracada no cais dos armazéns 20 e 21, no bairro Paquetá, margem direita do Porto de Santos. O óleo segue sendo removido pelas autoridades.

"Imediatamente, a empresa responsável pelo abastecimento providenciou o reforço da contenção por meio da colocação de cercos preventivos e barreiras absorventes", disse a APS.

A Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) disse que uma equipe de peritos foi até o local para verificar os fatos que geraram o incidente. A Marinha confirmou que cerca de 200 litros de óleo caíram no mar, mas ficaram contidos na barreira de proteção, sendo recolhidos posteriormente sem maiores danos.

Também foi instaurado inquérito pela CPSP para apurar as causas e possíveis responsáveis pelo acidente. Denúncias e emergências náuticas podem ser comunicadas pelo telefone 185.

Em nota, a Copersucar esclarece que a responsabilidade pela contingência é exclusiva da empresa que faz o abastecimento da embarcação e do armador, não tendo qualquer relação direta com o ocorrido, não sendo para qualquer efeito parte contratante ou contratada nessa operação de recarga de combustível, que acontece em área pública.

Fonte: Jornal A Tribuna


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terça-feira, 26 de novembro de 2019

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ÓLEO VAZA DE NAVIO NO PORTO DE RIO GRANDE



Navio estava atracado no terminal da Termasa. Multa pode chegar a 50 milhões.
O vazamento ocorreu por volta das 23hs do dia 13 de novembro durante o processo de abastecimento do navio Dimitris L, da empresa grega Vrontados, que estava atracado no terminal da Termasa, no Porto de Rio Grande, litoral do Rio Grande do Sul.
Embarcação estava atracada no terminal da Termassa (Foto: Augustine Timm)

A mancha de óleo atingiu a orla marítima de Rio Grande. Segundo uma estimativa preliminar Superintendência do Porto (SUPRG) foram vazados de 2 a 3 m³ de óleo bunker, equivalente a 12 a 18 barris de petróleo cru.
A Superintendência do Porto de Rio Grande (SUPRG), acionou o plano de área para procedimentos ambientais e imediatamente foram instaladas barreiras de contenção e também barreiras de absorção do material.
SUPRG instalou barreiras de contenção  (Foto: Sindicato dos Marítimos de Rio Grande / Divulgação)

Órgãos Públicos
A SUPRG também acionou o sistema de segurança ambiental do complexo portuário, com a participação de empresas e órgãos públicos, na busca pela solução do problema.
Foram acionados a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), além do Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM), que através de um contrato entre a SUPRG e a Furg, realiza o monitoramento de toda a fauna da região, principalmente dos leões marinhos que ficam no entorno dos Molhes da Barra.
Vazamento ocorreu durante a noite (Foto: Sindicato dos Marítimos de Rio Grande / Divulgação)

O Comando Ambiental da Brigada Militar (Patram) realiza o monitoramento para saber a extensão da área atingida e a Capitania dos Portos atua no trabalho de identificação das causas e remoção do material. Não há, porém, a dimensão da área afetada pelo derramamento de óleo e as causas do derramamento ainda não foram esclarecidas.
Auto de Infração
Na última sexta-feira (22), após a instauração de um processo administrativo, a agência marítima Unimar, representante da armadora grega Vrontados, recebeu o Auto de Infração, em virtude do descumprimento do artigo 17 da Lei Federal 9966/2000. Segundo a legislação, "é proibida a descarga de óleo, misturas oleosas e lixo em águas sob jurisdição nacional”.
Multa
Segundo a Capitania, a autuação é em decorrência do vazamento, pelo volume estimado e pelos danos ambientais. A multa está condicionada ao processo administrativo, que inclui a análise da defesa, mas, segundo o órgão, ela pode chegar a R$ 50 milhões.


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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

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NAVIO DA MARINHA AFUNDA E PROVOCA DERRAMAMENTO DE ÓLEO NA BAÍA DE GUANABARA



O terminal da Marinha fica à beira da Baía de Guanabara, na foz do Rio Jequiá.
Na última segunda-feira (04), um navio rebocador da Marinha do Brasil afundou lançando grande volume de óleo nas águas da Baía de Guanabara, atingindo praias, a biodiversidade marinha e o manguezal do Rio Jequiá, na Ilha do Governador.
Na Ponta do Matoso funciona o Terminal de Petróleo da Estação Rádio da Marinha, que compreende a Área de Proteção Ambiental e de Recuperação Urbana (APARU) do Rio Jequiá.
O local abriga a Colônia de Pescadores Z-10 e o manguezal serve como refúgio e de alimentação para a avifauna, inclusive espécies migratórias, como maçaricos (Charadriiforme da família Scolopacidae), que anualmente vem do Hemisfério Norte.
O terminal da Marinha, que fica à beira da Baía de Guanabara, na foz do Rio Jequiá, é uma das 92 áreas de riscos tecnológicos localizados no município do Rio de Janeiro, sendo que 1/3 deste total ficam situadas nas ilhas do Governador e do Fundão, na XX Região Administrativa.
Procurada, a Marinha do Brasil se posicionou sobre o caso.
“A Marinha do Brasil (MB), por meio do Comando do 1º Distrito Naval, informa que um dos rebocadores de porto da Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ) naufragou junto ao cais do Depósito de Combustíveis da Marinha, nas proximidades da Ilha do Governador, na tarde do dia 3 de novembro. Imediatamente, foram acionados os planos de emergência individual do Depósito de Combustíveis e da BNRJ, com o lançamento de dupla linha de barreiras de contenção e barreiras absorvedoras na posição, realizada inspeção da embarcação por mergulhadores da Marinha e feito monitoramento de áreas e praias próximas, inclusive colônias de pescadores que ali vivem. Não houve feridos e todos os quatro tripulantes que estavam na embarcação foram retirados em segurança. A reflutuação da embarcação seguiu as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM) 16 e foi realizada na terça-feira (5), acompanhada pela Capitania dos Portos do Rio de Janeiro. Atualmente, a embarcação se encontra atracada e em reparos na BNRJ. A MB esclarece que desde o ocorrido, equipes realizam monitoramento das praias e dos locais adjacentes ao incidente, e não foram identificados indícios de poluição hídrica”.
Para o ecologista Sérgio Ricardo, membro-fundador do movimento Baía Viva: “A legislação municipal tem sido flagrantemente desrespeitada pela poluidora Grupo MOOVE/COSAN já que a legislação que trata do zoneamento urbano da Ribeira não permite, na verdade proíbe, a ampliação industrial desta fábrica de lubrificantes que se expandiu tanto, nos últimos anos, que instalou um grande porto privado que pode ser visto na Praia da Ribeira.
A MOOVE/COSAN vem colocando em risco seus próprios operários e a população vizinha de sua fábrica, assim como ameaça poluir o ecossistema da Baía de Guanabara ao operar grandes navios cargueiros que manuseiam cargas perigosas no porto da Ribeira: em caso de um acidente como derramamento de óleo combustível estará ameaçada a APARU (Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana) do manguezal do rio Jequiá, protegido pelo Decreto Municipal no. 12.250 de 31 de Agosto de 1993.
 Este manguezal abriga espécies ameaçadas de extinção da avifauna (garça rosa ou colhereiro rosado, garça azul), assim como espécies migratórias como os maçaricos (Charadriiforme da família Scolopacidae) vindos, anualmente, do Hemisfério Norte que utilizam a área de mangue como local de abrigo e alimentação.
O manguezal do Jequiá também serve como ninhal para a avifauna. Tem também grande importância como berçário da natureza, sendo responsável pela produção de alimentos para o pescado e crustáceos que são a fonte de sobrevivência de grande número de pescadores artesanais da Colônia de Pescadores Z-10.”
A partir de um estudo feito pelo Movimento Baía Viva, em Fevereiro de 2019 foi protocolada uma Representação no Ministério Público Estadual, que iniciou uma investigação para apurar potenciais riscos de acidentes industriais na Ilha do Governador: na foz do Rio Jequiá, além deste Terminal de Petróleo da Estação Rádio da Marinha, estão localizadas empresas petroquímicas como a SHEEL DO BRASIL e a MOOVIE / COSAN que opera ilegalmente um grande porto privado no bairro da Ribeira com capacidade para 12 milhões de litros de combustíveis e produtos inflamáveis.
Diariamente, circulam pela Estrada do Galeão e ruas da Ribeira, 250 caminhões-tanque e carretas bi-trem carregados com produtos inflamáveis. Cada veículo transporta de 50 mil a 70 mil litros de combustíveis.
O Inquérito Civil do MP Estadual No. 2019.00221439 que encontra-se em andamento no MP Estadual, coordenado pelo Promotor de Justiça Pedro Rubim Borges Fortes, comprovou que estas atividades industriais na foz do rio Jequiá estão em desacordo com o Zoneamento Urbano municipal e não dispõe de Plano de Contingência no caso de um sinistro – desastre.
Em Abril de 2015, a poluidora fábrica de lubrificantes MOOVIE / COSAN recebeu multa do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) no valor de R$ 35 milhões por despejar efluentes tóxicos acima dos limites estabelecidos pela legislação ambiental, cujas emissões tinham níveis de toxicidade à saúde humana acima do permitido. Esta multa nunca foi paga.



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terça-feira, 9 de abril de 2019

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CARGILL É MULTADA EM R$ 2,5 MILHÕES APÓS ÓLEO VAZAR DE NAVIO E MATAR PEIXES NO LITORAL DE SP



Ibama autuou a multinacional pelo acidente ocorrido no Porto de Santos com cargueiro filipino. Após nove dias de trabalho, foram retirados aproximadamente 10 mil litros de resíduos do mar

A Cargill Agrícola foi autuada em R$ 2,5 milhões pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em razão dos danos ocasionados a partir do vazamento de óleo de um navio operado pela empresa que estava atracado no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O acidente ocasionou mortandade de peixes.


O vazamento ocorreu durante abastecimento do navio Golden Trader II, então de bandeira filipina, enquanto o cargueiro de granéis sólidos operava no cais do Armazém 38, em novembro de 2017. O óleo atingiu o mar e se espalhou por área de 2 mil metros quadrados, segundo o auto do Ibama. Foram necessários nove dias para a limpeza.

A autoridade ambiental federal estima que foi removida quase 10 mil litros de resíduos do mar a partir de boias de contenção e mantas de absorção que foram lançadas na água pelas equipes de emergência para conter o avanço da mancha do produto. O óleo também precisou ser retirado do casco do navio e do costado, no cais.

Durante os trabalhos de limpeza, os agentes federais constataram que o produto também ocasionou a morte de peixes no Estuário, utilizados para acesso aos terminais do complexo portuário. O fato, cuja dimensão não foi divulgada, agravou a multa, que foi aplicada ao final do trabalho de investigação do Ibama e da autoridade marítima.


As circunstâncias do vazamento, assim como as responsabilidades, couberam aos peritos da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), órgão da Marinha do Brasil, apurar. O resultado do inquérito é apresentado ao Tribunal Marítimo para eventual punição dos representantes da embarcação enquanto ela operava no porto.

Por meio de nota, a multinacional autuada informou que analisa como vai se defender. "A Cargill esclarece que não possui qualquer relação com o armador, tendo a sua divisão de Agência de Navegação figurado como mera 'agente protetora' do afretador, ou seja, apenas acompanhando os serviços prestados à embarcação no porto", declarou.

Fonte: G1 Santos



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terça-feira, 26 de março de 2019

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VAZAMENTO DE COMBUSTÍVEL DE NAVIO MOBILIZA EQUIPES DE EMERGÊNCIA NO PORTO DE SANTOS



Óleo atingiu o Canal do Estuário. Local foi isolado e equipes trabalham na limpeza
Equipes de emergência tentam conter os danos ambientais ocasionados pelo vazamento de combustível de navio na margem esquerda do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta segunda-feira (25). O acidente não deixou feridos, a área foi isolada e foi iniciado o processo de limpeza das embarcações envolvidas e de absorção de óleo no mar.

O vazamento de óleo bunker ocorreu depois que o mangote de uma barcaça rompeu durante o abastecimento do navio Star Lima, de bandeira norueguesa, atracado no terminal DP World Santos. Após identificado o ocorrido, o procedimento foi interrompido e equipes de emergência e de contenção de danos foram mobilizadas para conter a contaminação no mar.
Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), militares da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) e servidores da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) acompanham a situação. Até o início da tarde não havia a dimensão de quanto óleo havia vazado, nem a área atingida no canal.

A Codesp informou que presta apoio logístico ao Ibama e que o Plano de Emergência Individual (PEI) havia sido acionado às 9h20 pelo próprio terminal e pela firma responsável pelo abastecimento do navio. Barreiras de contenção foram instaladas, assim como mantas de absorção para retirar o óleo que permanecia na linha d'água no estuário.
O navio está atracado no costado do terminal para movimentar carga de papel e celulose. A agência responsável pela embarcação informou que equipes estão a bordo para realizar os trabalhos necessário e atender as autoridades envolvidas. A DP World informou que não tem responsabilidade sobre o ocorrido e não vai se posicionar.
Fonte: G1 Santos



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terça-feira, 7 de novembro de 2017

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NAVIO DERRAMA 3.000 LITROS DE ÓLEO NO PORTO DE SANTOS




Por conta do movimento intenso da maré, devido ao vento e chuva, ocorreu "escape de parte do óleo"

Na madrugada do último domingo (05) um navio derramou óleo no Canal do Estuário do Porto de Santos, no litoral de São Paulo.
Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o incidente ocorreu por volta das 2h30, no momento em que o navio graneleiro “Golden Trader II”, de bandeira filipina, atracado no cais do Terminal 38, era abastecido por uma barcaça.
Equipes da Codesp e da Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) foram acionadas e realizaram o monitoramento de todo o estuário para verificar a ocorrência de dispersão do óleo. O Plano de Emergência Individual do Terminal Caramuru também foi acionado.  
A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos de São Paulo enviou uma equipe de peritos para apurar o ocorrido. Um inquérito será instaurado para apurar possíveis causas e responsabilidades. A coleta de amostras do óleo "para confirmar sua origem" foram realizadas.

Segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), há três barreiras de contenção no entorno do navio. Por conta do movimento intenso da maré, devido ao vento e chuva, ocorreu "escape de parte do óleo".
Ibama
Segundo levantamento Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ao menos 3 mil litros de óleo vazaram do navio Golden Trader II. O acidente foi considerado grave pelo órgão, que agora avalia possíveis sanções aos responsáveis.
"Verificamos que o vazamento foi muito maior, pois as manchas de óleo foram encontradas próxima a outros navios e até do outro lado do Estuário", informou a agente ambiental federal Ana Angélica Alabarce.

O terminal onde o navio graneleiro operava executou o Plano de Emergência Individual, informou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária. Três empresas instalaram barreiras de contenção no cais e iniciaram o trabalho de limpeza no mar.
Duas inspeções realizadas no domingo e nesta segunda-feira (6) foram feitas nas regiões do Sítio Conceiçãozinha, Praia do Góes e Praia do Sangava, em Guarujá (SP), e na Ponta da Praia e Ponte Edgard Perdigão, em Santos. Segundo os técnicos, não foram encontrados vestígios de óleo.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) acompanha os trabalhos e informou que Ibama deverá aplicar sanções aos responsáveis. A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos de São Paulo, abriu um inquérito para apurar as possíveis causas e responsabilidades.

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

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EMPRESA É MULTADA EM MAIS R$ 125 MIL POR VAZAMENTO DE ÓLEO NO PORTO DE SANTOS




Penalidade ocorre após Ibama penalizar a mesma companhia em R$ 60 mil pelo vazamento

Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) multou em R$ 125.350 a empresa Atlantic Oil, na quinta-feira (14), pelo vazamento de 100 litros de óleo no Porto de Santos, no litoral paulista. O derramamento também ocasionou multa de R$ 60 mil à firma pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O incidente ocorreu na madrugada de domingo (10), segundo informações da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP). O navio estava atracado no cais quando ocorreu o vazamento durante a retirada de óleo residual do navio AmberChampion, atracado no cais. O estouro de um mangote foi a razão pela qual o produto vazou no mar.
A área foi isolada e equipes de emergência ambiental instalaram equipamentos para conter os impactos. Pelos danos ocasionados, as autoridades ambientais federal e estadual aplicaram as sanções contra a empresa. O Ibama autuou a firma na quarta-feira (13) e a Cetesb um dia depois, após avaliação dos impactos.
O G1 não conseguiu contato com a Atlantic Oil. A Marinha do Brasil informou que apura o incidente por meio de um Inquérito Administrativo sobre Fatos e Incidentes da Navegação. Na ocasião, ninguém ficou ferido, e a área, mesmo após quatro dias do ocorrido, permanece monitorada pela autoridade portuária.

Fonte: G1 Santos


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domingo, 10 de setembro de 2017

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NAVIO DERRAMA 100 LITROS DE ÓLEO NO PORTO DE SANTOS




Acidente aconteceu na madrugada deste domingo
Um navio mercante derramou cerca de 100 litros de resíduo de óleo na madrugada deste domingo (10), no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A Capitania dos Portos de São Paulo apura o motivo do acidente.
De acordo com a Marinha do Brasil, a ocorrência aconteceu por volta das 3h30. O navio mercante “Amber Champion”, de bandeira de Hong Kong, estava atracado no porto, quando ocorreu o derramamento.

Uma equipe de peritos da Capitania foi enviada para o local para apurar o ocorrido. Barreiras de contenção foram colocadas no entorno da embarcação para tentar conter a propagação do óleo pelo mar.
O comandante da embarcação e a empresa proprietária foram notificados.

Em nota, a Cetesb disse que o acidente aconteceu no momento que a empresa Atlantic Oil fazia a retirada do óleo do navio e estourou um mangote. A empresa vai monitorar o ocorrido e, após as ações de retirada do óleo, será estudada a punição aplicada aos responsáveis.
Fonte: G1 Santos

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

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CENTRO DE PRONTIDÃO AMBIENTAL DA APPA ATENDE OCORRÊNCIA




Equipes conseguiram conter um vazamento de cerca de 100 litros de óleo de soja a granel

A capacidade de atendimento a emergências ambientais envolvendo derramamento de óleo vegetal do Porto de Paranaguá foi comprovada. No dia 11, equipes formadas por cerca de 15 pessoas - que atuam 24 horas por dia no Centro de Proteção Ambiental das Baías de Paranaguá e Antonina, inaugurado em 2016, com investimentos de R$19,5 milhões – conseguiram conter um vazamento de cerca de 100 litros de óleo de soja a granel.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) foi notificada pela empresa Cattalini Terminais Marítimos sobre vazamento de óleo de soja, que aconteceu durante a operação do navio Stenaweco Marjorie K, atracado no píer de graneis líquidos número 141.
O vazamento ocorreu por volta das 09h50 devido a problemas nos flanges de conexão do navio. O terminal deu início a operação de contenção do vazamento por volta das 10h30, solicitando apoio do Centro de Prontidão para Emergências Ambientais da APPA.
“No momento do vazamento o navio havia completado somente 2,87% do total da carga de 30 mil toneladas que deveria ser carregada. A APPA determinou a imediata paralisação do carregamento”, conta o diretor de Meio Ambiente da Appa, Bruno da Silveira Guimaraes.
A APPA também determinou a todos os envolvidos o acionamento dos seus Planos de Emergência Individuais (PEI) no apoio para as operações de recolhimento – coordenada pela empresa Cattalini que é a responsável pela ação de recolhimento do óleo.
A APPA informa ainda que disponibilizou toda a sua estrutura de defesa ambiental e também abriu procedimento averiguatório para apurar as responsabilidades pelo vazamento.
Atendimento rápido

O novo prédio, que atende todas as orientações do Plano Nacional de Contingência, abriga equipe de resgate, brigada de incêndio do Porto de Paranaguá e biólogos responsáveis pela despetrolização da fauna, facilitando a ação e operação, em caso de emergências decorrentes da atividade portuária.
Localizado na beira da água o CPA possui uma rampa que permite a rápida colocação de embarcações na baía, o lançamento e uso de equipamentos como, por exemplo, barreiras de contenção e recuperadores de óleo em situações de emergência ambiental. Com isso, o atendimento às emergências ambientais acontece duas vezes mais rápido do que o normal.
O Centro é equipado permanentemente com embarcações, motobombas, barreiras de contenção, recolhedores, bombas para produtos químicos, tanques para armazenamentos de resíduos sólidos e líquidos e equipamentos de proteção individual para atendimento dos mais variados níveis de emergência.
No local, ocupado pela equipe da Alpina Briggs, empresa contratada pela APPA e especializada no atendimento a emergências envolvendo hidrocarbonetos e produtos químicos diversos, atuam 20 funcionários que trabalham em turnos, 24 horas por dia, nos 365 dias do ano, para garantir o pronto atendimento previsto na Licença de Operação do Porto de Paranaguá, emitida pelo IBAMA.
Maiores investimentos da história


Nos últimos cinco anos, a APPA investiu aproximadamente R$35 milhões em mais de 40 programas de meio ambiente. Vale lembrar que, devido a estas ações e investimentos, o Porto de Paranaguá saltou da 26ª posição em 2012 no Índice de Desempenho Ambiental da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) para a 3ª colocação em 2016.

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