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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

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ASSOCIADOS PEDEM A RENÚNCIA DO PRESIDENTE DO SINDIGUAPOR




O Presidente diz que não renuncia e que pretende cumprir seu mandato até o final

Vários associados do Sindicato da Guarda Portuária do Pará e Amapá (Sindiguapor) procuraram esse Portal para informarem que na última quinta-feira (22), no auditório do Porto de Vila do Conde (PVC), ocorreu uma reunião entre os membros da Guarda Portuária da Companhia Docas do Pará (CDP), lotados naquele porto.
Além da presença de 40 associados (o efetivo é 46) estava presente o presidente desta entidade de classe, Jonas Melo; o Gerente de Segurança (GERSEG), GP João Gualberto e o Supervisor de Segurança Substituto (SSPCON SUB), GP Denis Uilton, que ficou responsável pela confecção da Ata dessa reunião.
O principal item de pauta por parte dos guardas que atuam no PVC foi que o efetivo atual, de cerca de 10 guardas por turno de serviço, está incompatível com a demanda de serviço no referido porto, solicitando estes, um aumento na escala diária, além do fato de que muitos postos se encontram atualmente descobertos, solicitando ainda a escalação de 05 guardas de serviço fixos na portaria por turno de serviço.
Segundo foi apurado por esse Portal, em 2010, quando o PVC foi certificado, na visita realizada pela Conportos, havia um efetivo de 18 guardas portuários no turno de trabalho, inclusive sendo esse fato destacado pelo representante da Receita Federal, Cnéio Lucius de Pontes e Souza – Inspetor Chefe da Alfândega do Porto de Belém, em reunião do Conselho de Autoridade Portuária (CAP).
Ressalte-se que em 2008, quando Cileno Borges era o SSPCON SUB, GP Cileno Borges, ele fez um oficio ao Diretor Presidente à época solicitando o aumento do efetivo para 17 guardas por turno de serviço, pois o efetivo era incompatível para operacionalizar o Plano de Segurança.
O GERSEG afirmou aos presentes que o efetivo por turno hoje no PVC é o que reza no Plano de Segurança deste porto, pois o mesmo sofreu alterações e emendas recentes propostas pelos representantes da Guarda em cargos de gestão na CDP e que, segundo estes, acatadas pela CESPORTOS. No entanto, diante da solicitação exposta na reunião, o GERSEG firmou compromisso com os presentes do aumento de efetivo da escala diária para 11 guardas e de 05 guardas efetivos e fixos na portaria, sendo que esta escala para ser cumprida deverá contar com convocação de serviços extras; da escalação de assistentes administrativos 24 horas no posto cadastro, atualmente coberto por guardas portuários; a escalação de técnicos portuários para o serviço de controle de cargas através do uso dos coletores de dados e o remanejamento dos guardas dos portinhos (ÓBIDOS, ITAITUBA e ALTAMIRA) para o PVC, que segundo o GERSEG depende da determinação do MPT. Afirmando ainda o GERSEG que a CDP poderá promover um novo concurso para o quadro da GP.
Os associados discordaram do remanejamento dos guardas dos portinhos, pois isso representa perda de postos de serviço e acreditam que nessas audiências a procuradora do MPT possa estar sendo levada a cometer certos equívocos por informações que possam estar sendo passadas erradas pelos representantes da Guarda Portuária nos sindicatos.
Foi apurado, que os guardas estão dispostos a marcar audiência com a referida procuradora para se certificarem se a supressão dos guardas dos portinhos é determinação deste Ministério e alertaram ainda que se o acordo firmado entre o GERSEG e a guarnição do PVC presente nesta reunião não for cumprido, deverão paralisar legalmente as atividades da GUAPOR neste porto, até que o acordo seja cumprido.
Os guardas presentes, ao final da reunião, em virtude da falta de representatividade dos guardas do PVC; em face a manobra deste presidente para ser removido para o Porto de Belém, mesmo estando liberado da escala de serviço e em face a um áudio postado no grupo de WhatsApp do Sindiguapor, no qual ele afirma que os guardas que não dão conta do serviço entreguem seus lugares, todos os associados presentes, sem exceção, pediram verbalmente a renúncia do presidente desta entidade.
Porém, o mesmo disse que não renuncia e que pretende cumprir seu mandato até o final, cuja próxima eleição será em fins de 2017.

A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

15

REMOÇÃO DE GUARDAS CAUSA POLÊMICA NO PARÁ


O GP Rodrigo Mota, o sexto guarda da lista de remoção, se viu prejudicado pela inclusão do presidente do sindicato

Guarda portuário recorre contra o favorecimento ao presidente do Sindicato
A remoção de seis guardas portuários do Porto de Vila do Conde (PVC), situado em Barcarena, para o Porto de Belém, no Pará, vem sofrendo críticas da categoria, que acusam o presidente do Sindicato da Guarda Portuária do Pará e Amapá (Sindiguapor), Jonas Melo Pereira, de efetuar manobra política e troca de favores, pois lá é tão ou mais necessário do que na capital.
Segundo os guardas portuários, o mais absurdo nessas remoções é o presidente do sindicato se beneficiar desse fato, constando na relação dos contemplados, mesmo estando fora de escala em virtude do mandato sindical.

O GP Rodrigo Mota, o sexto guarda da lista de remoção, que se viu prejudicado pela inclusão do presidente do sindicato, entrou com recurso ao Diretor Presidente (Dirpre), alegando que Jonas, por se encontrar fora da escala de serviço há quatro anos, em virtude do mandato sindical, não se enquadra no edital de remoção.
Em manifestação ao GP Rodrigo, o gerente de recursos humanos (GERHUM) da Companhia Docas do Pará (CDP), guarda portuário Wisllen, afirmou que o recurso deveria ser feito pela Diretoria da CDP responsável pela remoção, já que cita abertamente o candidato GP Jonas, enquadrando este objetivamente nos itens do edital, chamando atenção para o fato que este está inabilitado para concorrer.

O Portal Segurança Portuária em Foco, entrou em contato com o GP Diego Filgueiras, que falou sobre o assunto:
- Não estamos aqui pra levantar polêmica, entretanto a harmonia do grupo não pode depender da subserviência de todos aos interesses particulares de uma minoria. Digo isso por entender que está havendo uma contradição na política sindical em relação às transferências que estão sendo preparadas.
Ha alguns meses atrás, talvez seis, nosso sindicato defendeu, no TRT, a necessidade da presença da Guarda Portuária nos "portinhos", sob a justificativa de ali haver operação e patrimônio.
O que motivou agora o próprio sindicato defender a saída da Guarda da referida operação, questão que nem a CDP esta levantando? Não tem mais operação? A CDP se desfez do patrimônio? O sindicato esta concordando com a terceirização?
E o que faremos com os 26 guardas que entraram agora sob a alegação de irem para os "portinhos"? Serão desligados, já que para o sindicato o serviço da Guarda lá não é mais necessário? Ou o sindicato errou na petição e a Companhia vai pagar o preço por 35 anos?
Outra conta que não bate é a seguinte: Já de algum tempo o PVC de longe é o porto da CDP com maior extensão territorial, concentra nossos principais clientes, e tem maior receita em relação aos demais portos; enquanto que o Porto de Belém já opera há vários meses em déficit; bem como o Terminal de Outeiro que não se paga; nesse contexto, o mais acertado, ao que parece, seria enviar mão de obra pra onde tem mais serviço; tirar guarda de PVC que esta expandindo cada vez mais, e mandar para Belém, que está literalmente fechando, só parece ter sentido na cabeça de quem ou não tem sensibilidade com a segurança e com as finanças da Companhia, ou de quem tem interesses pessoais envolvidos.
Se a justificativa for para resolver o problema de "extras" em Belém, certamente vai se trocar seis por meia dúzia, uma vez que o déficit de guardas só vai mudar de porto; ou alguém duvida que a escala de PVC vai ficar super apertada?
Dizer que lá está sobrando guardas e que vai haver uma adequação na escala com as remoções, é também reconhecer que não está havendo planejamento nem comprometimento com a Companhia na hora de pedir mais guardas ao TRT, e sim apenas a preocupação em formar um bom curral eleitoral.
Não é desmedido tirar a Guarda dos portinhos, fragilizando a segurança do PVC, apenas pra reduzir "extras"?  Se lá houve reduções de postos para viabilizar a remoção, não podemos fazer também aqui? Reduzir alguns postos aqui reduziria extras sem precisar de mais efetivo...
Se for pra resolver o problema de "extas", a remoção é muito remédio pra pouco problema, agora se o objetivo for mesmo o sugerido pelo David, de que essa remoção só foi criada para favorecer o presidente do sindicato e uma guarda portuária, que não foi contemplada na primeira remoção em virtude dos critérios do edital, é sinal de que enquanto nacionalmente  se discute a ameaça de terceirização, privatização, e terminais privados, por aqui nossa instituição sindical virou moeda de troca de favores pessoais.
Mesmo com toda repercussão negativa sobre esse processo, já que contraria o edital, ao final dessa segunda remoção interna, a classificação definitiva permaneceu inalterada, já que o recurso do guarda Rodrigo foi indeferido pela GERJUR – Gerência Jurídica - da CDP e com decisão favorável da Comissão de Remoção ao presidente do Sindiguapor que acatou o parecer daquela GERJUR, ficando ao Presidente em exercício Raimundo Rodrigues (inspetor da Guarda e atual Diretor Financeiro - Dirafi) acatar e assinar o edital que indefere o recurso, favorecendo ao guarda Jonas, mesmo sabendo que este está afastado da escala de serviço a mais de quatro anos e não virá cobrir os postos dos portos da capital, já que este seria o principal motivo dessas remoções.
Prejudicados ameaçam entrar com denúncia no Ministério Público. Comenta-se que, em função disso tudo, um terceiro edital de remoção será publicado.

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segunda-feira, 7 de março de 2016

11

A IMPORTÂNCIA DAS CANECAS PARA A GUARDA PORTUÁRIA




Sindicalistas menosprezam Encontro da Guarda Portuária, ofendem palestrante, e preferem dar canecas para os associados.

Nos dias 24 e 25 de fevereiro, foi realizado em Paranaguá o Encontro Nacional da Guarda Portuária, o evento, foi elogiado por cerca de cem participantes, representando vários sindicatos e associações do país.
Todos os presentes estranharam a ausência de representantes do estado do Pará, visto que no ano anterior esse porto enviou dez representantes no Encontro realizado no Rio de Janeiro, disputando inclusive com o Porto de Paranaguá, quem sediaria o evento desse ano.
Segundo o presidente do Sindicato dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), Jonas Melo, o sindicato não enviou representantes em virtude de achar que o Encontro não tinha relevância, e por deixar para comprar a passagem na última hora, ela estava muito cara.
Veja abaixo a transcrição do áudio, em que o presidente do Sindiguapor chama palestrante de imbecil, diz que o Encontro não tem relevância e fala que já está articulando com o ministro Helder Barbalho a transformação das Portarias 121 e 350 em Lei:
“Até a semana passada a pauta não estava fechada, depois mandaram uma pauta preliminar que vai ter lá o imbecil do Carvalhal fazendo uma palestra sobre o ISPS, a nossa conceituada Dra. Milena abordando direito marítimo portuário, e em relação a segurança e as demandas mais macros da Guarda Portuária a gente não viu, na verdade a mobilização maior será no dia 25 em que o pessoal vai fazer um ato na frete do Porto de Paranaguá devido a terceirização, mas a gente já encaminhou alguns documentos em relação a nossa vitória contra a terceirização aqui no Pará. Todos os documentos do Ministério Público já foram encaminhados para o pessoal que está a frente dessa luta. Então, eu vejo que não existe grande relevância da nossa presença lá nesse congresso, até porque esse congresso teria que ter um macro maior, com a presença de senadores, deputados; e que o nosso objetivo maior fosse já encaminhado que é a transformação da Portaria 350 e a 121 em Lei, que seja criado um regulamento nacional da Guarda Portuária, mas isso a gente já tá articulando via SEP, através do Ministro Helder barbalho, então nesse momento o sindicato não tem como enviar, mesmo porque até a semana passada que a gente estava observando, a passagem de ida e volta, estava custando mais de R$ 2.000,00. Como hoje já é dia 22, a passagem comprada com dois dias de antecedência é muito mais cara. Então a gente tem que guardar esse dinheiro e já se preparar para os movimentos que vem aí no congresso em relação a terceirização e em relação a muitas demandas de mais relevância para a Guarda Portuária”.

Ouça o áudio na íntegra (Jonas aparece à direita na foto):



Vergonha Nacional
Não é a primeira vez que Jonas Melo envergonha a categoria. Em 22/02/2013, o SINDIGUAPOR não participou da paralisação, do item relativo à MP 595 que era prejudicial a Guarda Portuária.
Em 21/11/14, em assembleia realizada no Terminal de Combustíveis de Miramar, Jonas Melo se retratou a categoria, já que este, nas redes sociais (watzap) reportou-se ao grupo formado por cerca de 20 integrantes da corporação, usando de registro fotográfico e de termos pejorativos e depreciativos, atacando a dignidade dos guardas portuários, e atribuindo-lhes ato desonroso, através dessas postagens.
Sindiporto
Em 2015, Pará enviou representantes ao Encontro Nacional

Sindicato dos Trabalhadores em Serviços Portuários nos Terminais Públicos, Privativos e Retroportos nos Estados do Pará e Amapá – SINDIPORTO, no ano anterior, foi o responsável pela ida da maioria dos guardas portuários, pois tem muitos associados da categoria, inclusive na atual diretoria.
No entanto, segundo o GP Dorivaldo (Dorival Santarém), houve um gasto considerável do Sindiporto com a confecção de canecas com emblema do sindicato, o que não deixou margem para a compra das passagens aéreas e demais gastos.
Dorival acha justo o investimento na compra de canecas, pois a Companhia não dá mais copos para os empregados, além de achar muito sábias as palavras do presidente Jonas Melo.
Outra Opinião
Já o GP Diego Filgueiras critica a postura do Presidente:
- Acho que houve excesso em demasia em chamar o Sr. Carvalhal de Imbecil. Todos que acompanhamos o blog deste cidadão, sabemos da importância desse canal em divulgar o trabalho da Guarda Portuária pelo Brasil, e em denunciar atitudes que vão de encontro aos interesses de nossas instituições. Não acho que isso seja imbecil, parece ser brioso. Ora, se este senhor foi chamado para palestrante desse evento, significa que a opinião do sindicato esta bastante isolada do restante do Brasil.
Também desconheço qualquer costura com o Ministro sobre o futuro da Guarda que esteja sendo costurada por aqui. Ate onde sei, algumas lideranças nacionais pediram a algumas pessoas daqui que viabilizassem um encontro com o S.r Ministro, por este ser da terra. Bom, segundo o Rodrigues, ainda estamos aguardando um posicionamento do gabinete dele quanto ao agendamento de uma visita, o que até o momento não aconteceu. Ou estou desatualizado ou a informação é falsa”.
Diego: Sobre "Paranaguá":
1. Encontros tem um caráter menos informativo que Seminários e Congressos. Num congresso ou Seminário se sobressaem as "comunicações" e "informações"; num Encontro, se sobressaem as "discussões" e "construções de pautas". Nesse sentido, a programação de palestras do evento nacional, em Paranaguá, é mero detalhe ante o principal objetivo do encontro: Reunir as lideranças nacionais da Guarda Portuária, avaliar e planejar nossos projetos políticos como instituição una.
2. Deixar de ir ao encontro nacional soa certo desconhecimento de nossas demandas a nível nacional ou indiferença quanto ao esforço que os demais colegas vêm fazendo, em nível nacional pela GUAPOR. Em tempos de privatização, de concessão, de concorrência com os terminais privados digo que a saída da Guapor das Cias Docas, para o MJ, SEP, ou ANTAQ, deixou de ser um sonho e passou a ser uma extrema necessidade. Ou isso acontece ou já era a GUAPOR. Ou Alguém acha que a CDP ainda dura 30 anos? Ou alguém acha que os que os que estão no Governo, que seguram privatização, vão permanecer depois de 2018? Não existe GUAPOR, existe CDP. Somos funcionários como todos os outros. Se os portos públicos dançarem, nos também dançaremos...
Há muita coisa pra ser feita, há muita coisa a defender, e acredito que unidos somos mais fortes. Por isso entendo que seja nosso dever prestigiar qualquer iniciativa de trabalho a nível nacional que vise o bem comum. Ou será que alguém acredita na ilusão de que conseguiremos resolver todos os nossos problemas isolados? É justo continuarmos recebendo o bônus do esforço de terceiros, como se deu com a portaria 121 e 350, e com a PL 4330, sem darmos nossa devida contribuição?
Só mais um lembrete: A privatização que assola Paranaguá hoje, pode ser o nosso futuro de amanhã.
3. Até onde sabemos as atividades sindicais ainda são representativas. Ou pelo menos deveriam ser, não sem outro motivo existe o advento da "assembleia geral". Embora todos aqui devam saber, não custa lembrar que as ações do sindicato são apenas representativas do que a assembleia decide. QUEM DECIDE É A ASSEMBLEIA, O SINDICATO REPRESENTA. logo, a opinião de um representante de que "não há relevância no encontro nacional", deve ser RESPEITADA. Contudo, a decisão de enviar ou não alguém ao evento DEVE ser da assembleia. Nesse sentido, ciente a quase 01 ano de que o evento aconteceria, ao menos uma assembleia deveria ser feita para se discutir a importância do evento, digo isso porque tenho certeza de que há um grande número de GPs que tem um ponto de vista diferente sobre esse tema, e at onde eu sei, não me lembro de ter alienado meu direito de reflexão e de opinião ao Senhor Presidente.
4. Dizer que o Sindicato não tem caixa pra enviar representantes a um evento nacional não se sustenta:
A. Não há mais cartão de credito? Não há quem financie uma viagem enquanto o sindicato repõe aos poucos? Aumentaram nossos salários, entraram pelo menos mais 50 contribuintes, sendo assim, parece que o problema não foi a falta de dinheiro, mas a falta de interesse.
B. Agora, se com todas as novas contribuições o caixa do sindicato esta no vermelho, é sinal de que precisamos rever as prioridades de nossas despesas.
Ai fica a dúvida, num momento de incertezas quanto ao futuro da Guarda Portuária, será que canecas e confraternizações são mais importantes que um encontro nacional? Gastar tantos mil com uma confraternização, cujo número de funcionários talvez não chegue a 1/3 dos presentes, e outros tantos mil de brindes para a mesma confraternização expressa bem as nossas prioridades atuais, e também o preço que pagamos pelo "pede, pede".
Entendo que nesse momento da entrada dos novos colegas, o dever do sindicato era colocá-los a par da atual situação dos portos públicos e de nossas demandas. Tenho certeza que muitos colegas contribuiriam para esse processo. Acho que falsear uma realidade apenas com objetivo de justificar atividades que deveriam ser feitas e não foram não ajuda muito no crescimento profissional dos colegas. Preocupa-me muito que tipo de educação sindical está se plantando nos guardas que estão chegando agora, porque são os nossos sindicalistas de amanhã
"Não é só o cego, o ignorante também não vê"
A Empresa não tem que dar caneca e sim porte de arma, o Sindicato não tem que dar caneca, mas sim defender o emprego e os direitos de seus associados.
O guarda portuário que traga a sua caneca de casa, pois amanhã talvez ele não tenha mais o seu local de trabalho para beber a sua água e tenha que beber a sua água em casa. O sindicato tem que garantir a água, não a caneca.
O presidente do Sindiguapor deve estar certo, muito sábio ele. Os dirigentes dos outros sindicatos presentes no Encontro é que estão todos errados, devem ser bobos, pois não ganharam canecas. Sabe o que eles ganharam: Parceiros, conhecimentos, experiência, etc...
Perseguição
O presidente do sindicato e os seus correligionários acusam esse Portal de perseguição, no entanto, não perseguimos ninguém, nós desvendamos, desmascaramos, revelamos a verdade, baseado em dados, fotos e documentos.
Esse Portal também não promove ninguém, ele reconhece os méritos daqueles que labutam em prol da Guarda Portuária.


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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

4

PRESIDENTE DE SINDICATO DA GUARDA PORTUÁRIA SE RETRATA APÓS OFENSAS A CATEGORIA



Responsáveis diretos pela segurança pública dos portos e terminais administrados pela Companhia Docas do Pará (CDP), e contando hoje com cerca de 110 integrantes, os guardas portuários do estado do Pará, em assembleia promovida pelo Sindicato dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), realizada no Terminal de Combustíveis de Miramar, no dia 21/11/14, sofreram retratação e desagravo por parte do presidente da entidade, guarda portuário Jonas Melo, já que este, nas redes sociais (watzap) reportou-se ao grupo formado por cerca de 20 integrantes da corporação, usando de registro fotográfico e de termos pejorativos e depreciativos, atacando a dignidade dos guardas portuários, empregados efetivos dessa Administração Pública Portuária, e atribuindo-lhes ato desonroso, através dessas postagens.
Este dirigente sindical, no dia 12/11/14, em uma reunião com representantes da gerência de Recursos Humanos, da Comissão de Ética, com o Gerente da Guarda Portuária - GERSEG, e com a assistente social, psicóloga, médica do trabalho e alguns guardas da CDP que atuam no terminal de Miramar, já tinha reconhecido e assumido seu erro, dado razão aos empregados, pedindo, na ocasião, desculpa e perdão a todos pela sua conduta inadequada nas redes sociais, faltando com apreço, moralidade administrativa e ofendendo, inexplicavelmente, àqueles a quem deveria representar, pelo fato de ser o presidente atual da categoria.
Foto da Portaria de Miramar publicada pelo presidente do Sindiguapor no watzap em 31/10/2014

Igualmente, o diretor presidente da CDP, Jorge Ruiz, a pedido do Gerente de Segurança (GERSEG), Francisco Martins, já havia solicitado à Comissão de Ética que apurasse a conduta do presidente por ser, também, empregado efetivo da CDP. O inspetor da Guarda, Raimundo Rodrigues, já havia feito Comunicação Interna de número 1253/14, datada de 09/11/14, formalizando o fato a gerência de segurança da CDP, inclusive com anexos das conversas do WATZAP. E os próprios guardas do Porto de Belém e terminais de Miramar e Outeiro já tinham providenciado encaminhamento ao Ministério Público Federal, Estadual e do Trabalho, denunciando, com base no Código Penal, o referido presidente pelos crimes de injuria (art.140) e difamação (art.139) e, também, conforme a lei 8.112/90, por falta de moralidade administrativa (art.116), por promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição (art.117).

O SINDIGUAPOR tem hoje cerca 69 associados, sendo que na última eleição, realizada em 2012, com três chapas concorrendo, a chapa eleita só obteve 36 votos dos 100 computados, tendo o sindicato sofrido muitas desfiliações por conta da insatisfação com a gestão do atual presidente, que já afirmou aos próprios associados que não representa quem não votou nele e que não se importa com as medidas baixadas pelo GERSEG, que venham a desagradar a categoria.
Um assistente administrativo chegou a ser filiado, sem anuência da categoria, cujo voto foi decisivo para que ganhasse a eleição, filiação esta que contraria o estatuto sindical, já que os eleitores são, legal e legitimamente, somente aqueles que exercem a atividade profissional de guardas e inspetores portuários da CDP.

Na assembleia, os associados, na presença do presidente do SINDIGUAPOR, reportaram-se ao Gerente de Segurança da CDP, ali presente, quanto ao assédio moral que este gerente vem promovendo contra, em especial os guardas de Miramar, com algumas medidas baixadas sem discussões com os guardas desse terminal e que não têm sido, até o momento, representados pelo atual presidente da categoria.
“Vão pra Justiça”, afirmou o gerente de segurança da CDP na presença do presidente do Sindiguapor. 

Autor: Cileno Borges - Guarda Portuário da CDP

*Esta publicação é de inteira responsabilidade do seu autor. O nosso papel é apenas manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária.



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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

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PRESIDENTE DO SINDICATO DA GUARDA PORTUÁRIA AMEAÇA PARAR OS PORTOS DO PARÁ





Na sexta-feira (02) os portuários do Pará voltaram a fazer nova manifestação, desta vez, enfrente ao Escritório Central (CASARÃO) da Companhia Docas do Pará - CDP, momento em que se reunia o Conselho de Administração dessa estatal - CONSAD.

Como sempre a manifestação foi pautada pelo cumprimento imediato da sentença normativa do TRT, julgada e publicada em maio, que determinou o realinhamento dos salários dos empregados com base na Tabela Salarial (tabela PUCS), única adotada na CDP, porém o Diretor Presidente, Carlos José Ponciano insiste em não querer cumprir, inclusive já tendo feito o realinhamento apenas com base no percentual de 1.33%, com o que não concorda a categoria, pois esse realinhamento, inclusive, não é o entendimento dos setores Jurídico e de Recursos Humanos da empresa, que não tem a palavra final, embora estejam alertando para o erro da CDP.

Presidente do Sindiguapor ameaça fazer novas paralizações

Jonas Melo, Presidente do Sindguapor-PA

“O movimento vai continuar, se o CONSAD não der jeito, se o CAP não der jeito, nós vamos parar todos esses portos do estado do Pará. Vamos fazer paralização em Miramar, paralização no Porto de Vila do Conde, Porto de Outeiro. A população vai conhecer a importância do trabalhador portuário do Pará.”, disse Jonas Melo, presidente do Sindiguapor.

O movimento também deu bastante ênfase à conjuntura hoje estabelecida na CDP. Os empregados chamaram a atenção dos conselheiros, dois deles ligados a Secretaria Especial de Portos - SEP e um ligado diretamente a presidência da Republica (este presidente do CONSAD), fazendo com que a reunião fosse interrompida por diversas vezes, já que o presidente da CDP se ausentou da sala por diversas vezes, demonstrando perante o Conselho, estar visivelmente incomodado e desconfortável com o ato que acontecia.

Durante e após a reunião houve o interesse dos conselheiros em saber sobre a pauta da manifestação que ocorria. Eles se disseram surpresos com as coisas que tem ocorrido na CDP, inclusive com a promessa de tudo ser levado oficialmente pelos membros ao conhecimento da Casa Civil.

Fora Ponciano


Portuários gritam: "Fora Ponciano)

A manifestação reiterou por inúmeras vezes os desmandos e arbitrariedades do atual presidente, que estabeleceu um verdadeiro regime de exceção nesta Companhia Docas, já que ele tem sempre dado á palavra final sobre as deliberações e atos da empresa, não acatando as decisões da Diretoria Executiva – DIREX, Conselho de Administração – CONSAD e o Conselho de Autoridade Portuária – CAP.

O presidente também não respeita o Dissídio Coletivo, os pareceres dos setores no caso dos processos administrativos disciplinares – PADS, além de demitir sumariamente os empregados desta estatal, inclusive desrespeitando o próprio Acordo Coletivo de Trabalho em vigor.

Guarda Portuário se envergonha do Presidente


Cileno Borges, Guarda Portuário
 
“É uma vergonha ter um presidente como este. Nossos colegas que estão em cargos comissionados deixarem se contaminar por esse tipo de pessoa só para manterem seus cargos, Não tem atitude, maus caráteres, simplesmente perseguem funcionários”, disse o guarda portuário Cileno Borges.


VEJA OS VÍDEOS DA MANIFESTAÇÃO:



Jonas Melo
 
 
Cileno Borges
 
 
"Fora Ponciano"
 
 
 
 
 
 
 
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domingo, 3 de março de 2013

2

SINDICATO DA GUARDA PORTUÁRIA DO PARÁ NÃO PARTICIPA DAS MANIFESTAÇÕES CONTRA A MP 595







No Pará, dos sindicatos representativos dos empregados da administração portuária, apenas o Sindicato dos Trabalhadores em Serviços Portuários nos Terminais Públicos, Privativos e Retroportos nos Estados do Pará e Amapá – SINDIPORTO participou da paralisação, na última sexta-feira (22), contra a MP 595.


O Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá – SINDIGUAPOR não participou da paralisação, do item relativo à MP 595 e justificativa sobre a não assinatura do presidente do Sindguapor aderindo à paralisação nacional dos portuários do dia 22/02/13.
Vergonha Portuária Nacional
O guarda portuário Danilo Oliveira falou em nome da categoria



No dia da paralisação, descontentes, alguns guardas portuários, mesmo estando de serviço, até mesmo aqueles que votaram na chapa eleita, fizeram um abaixo assinado, nos termos do estatuto do Sindguapor, solicitando inclusão na pauta da assembleia.
Segundo alguns guardas, o presidente Jonas Melo, desde que assumiu, dia 04/02/13, já realizou três assembleias onde, em nenhuma delas, abordou a MP 595 e nem declarou oficialmente o posicionamento do Sindguapor quanto à paralisação decidida pela plenária das três Federações de Portuários, realizada em Brasília.
Dizem ainda que, Jonas Melo ameaçou na Assembleia do dia 20/02/13, fazer BO contra os ex-diretores da sindical por conta pendências financeiras da gestão passada. O que foi oficialmente desmentido pelo tesoureiro, Inspetor Leílson Lira, que também assinou o abaixo assinado. Este dirigente demonstrou aos guardas portuários Miguel Belo e Paulo Sérgio, através de documentos próprios do sindicato, que não existe a pendência relatada por parte do presidente, em relação à diretoria anterior, inclusive fornecendo cópias de documentos aos mesmos.
Pedido de Impeachment e abaixo assinado para inclusão da discussão sobre  a MP 595 na pauta da assembleia

 Jonas Melo – Presidente do Sindiguapor

Carta de um guarda solicitando o Impeachment 
                              Cileno Borges participou junto com outros portuários,de manifestação no Portão 17



COMPANHEIRO JONAS MELO,
PRESIDENTE DO SINDICATO DOS GUARDAS PORTUARIOS DO ESTADO DO PARÁ
VENHO LHE PEDIR, EM NOME DO TODOS OS GUARDAS PORTUÁRIOS, QUASE 70% DA CATEGORIA QUE NÃO APOIOU SUA CHAPA, QUE RENUNCIE AO CARGO, MESMO TENDO ELE SIDO ELETIVO.
VOSSA SENHORIA ESTÁ USANDO A DIRETORIA DESSA SINDICAL E A PRÓPRIA ENTIDADE PARA ESCREVER UMA PÁGINA LAMENTAVEL NA HISTÓRIA DA GUAPOR DA CDP.
VOSSA SENHORIA NÃO ASSINOU O OFÍCIO, EM CONJUNTO COM O SINDIPORTO, ENDEREÇADO À DIRETORIA DA CDP, INFORMANO A DELIBRAÇÃO DA PARALISAÇÃO, QUE SE DARÁ EM CARÁTER NACIONAL NOS DIAS 22 E 26 DE FEVEREIRO;
À CATEGORIA E AOS REPRESENTANTES DO SINDIPORTO E DA FNP, VOSSA SENHORIA AFIRMOU QUE NÃO ASSINOU O OFICIO DECLARANDO QUE NÃO ESTÁ A PAR - POR DENTRO DO QUE ANDA ACONTECENDO - E DESCONHECE A MP 595 E TODA DISCUSSÃO E MOBILIZAÇÃO DOS PORTUÁRIOS EM TODO BRASIL NA TENTAIVA DE DEIXAR QUE A MESMA NÃO SEJA ENTERRADA GOELA ABAIXO DOS TRABALHADORES, CLARAMENTE TRAZENDO DESEMPREGO PARA MUITOS LIGADOS AO SISTEMA PORTUÁRIO, OU VOSSA SENHORIA PENSA DIFERENTE?
ISSO E INJUSTIFICÁVEL! UM REPRESENTANTE APOLITIZADO A FRENTE DE UMA SINDICAL. SE É QUE SEJA REALMENTE ISSO.
VOSSA SENHORIA NÃO TEM TEMPO OU INTERESSE EM CONHECER SOBRE A MP; SOBRE A LUTA DOS TRABALHADORES QUE SE DÁ EM TODO BRASIL E, ASSIM, REPRESENTAR DIGNAMENTE OS EMPREGADOS DA CDP, GUARDAS PORTUÁRIOS, MAS TEM TEMPO PARA FAZER REUNIÕES COM ATUAL PRESIDENTE DESSA CDP E FICAR ANDANDO NA COMPANHIA DO ATUAL GERENTE DE SEGURANÇA DESSA CIA, ESTES QUE TEM SIDO OS PRINCIPAIS ALGOZES DOS EMPREGADOS DA CDP E DA GUARDA PORTUÁRIA, RESPONSÁVEIS DIRETOS PELO EXTERMINIO QUE VEM SENDO IMPOSTO A ESTA CATEGORIA, ATRAVÉS DE MEDIDAS QUE ENFRAQUECEM A SEGURANÇA DOS PORTOS ( PERMITINDO O AVANÇO DA TERCEIRIZAÇÃO) E ATRAVÉS, TAMBÉM, DAS MUITAS PERSEGUIÇÕES QUE ESTES VEM IMPONDO AOS INTEGRANTES DA GUAPOR, COMO TAMBÉM, DE OUTROS SETORES DA EMPRESA.
COMPANHEIRO RENUNCIE, POIS JÁ DESTES MOSTRAS A QUE VIESTES A FRENTE DO SINDGUAPOR.
A TUA PRESENÇA A FRENTE DESSE SINDICATO ENVERGONHA A TODOS OS PORTUÁRIOS DESSE PAÍS.
ATT
CILENO BORGES

Favorecimentos e irregularidades comprovadas pela Comissão Eleitoral no pleito realizado em novembro de 2012


Segundo alguns guardas ouvidos pelo Blog, existem fortes indícios de favorecimento financeiro (viagem "bancada" para campanha eleitoral em Santarém) por parte de um diretor, dois gerentes e um administrador da CDP à chapa vencedora da eleição e "pressão' do Gerseg sobre os supervisores de segurança titulares e suplentes (dez ao todo) e, até, sobre alguns guardas portuários, de modo que a chapa que agradava a empresa, fosse a vencedora e não a chapa do inspetor Rodrigues. Além dos fatos de um associado que não é guarda portuário e que é assistente administrativo, ter votado na eleição, sendo que este foi associado em uma outra gestão do próprio Jonas, quando esteve a frente do Sindguapor; e que o guarda Edson, de Itaituba, que sempre votou em todas as eleições passadas, não teve seu direito de voto respeitado, mesmo estando esse em dias com o Sindguapor. Tudo isso registrado em ata da Comissão Eleitoral.
Três chapas concorreram a eleição do Sindicato
Chapa do Inspetor Rodrigues: 34 votos.

Chapa do guarda Jonas Melo: 36 votos.

Chapa do guarda Rodrigo V. Rabelo: 30 votos.

A Assembleia
Segundo os guardas que participaram da última assembleia, dia 25/02/13, o presidente Jonas Melo reconheceu que não existiam pendências no valor de R$ 53.000,00, como ele havia declarado na assembleia anterior, que existem apenas algumas pendências, não esclarecidas, no valor de R$ 2.700,00, portanto bem menos do que ele havia declarado.
Ele também teria declarado que não assinou a paralisação, porque não teve o aval da categoria, porém, segundo consta, houve duas assembleias antes da paralisação, nos dias 15 e 20 de fevereiro e, em nenhuma delas foi tratado do assunto, mesmo sabedor da MP 595 e tudo que ela pode resultar para a Guarda Portuária, e pior, ainda divulgou, no dia 21/02/13, para alguns guardas lotados no Porto de Belém, de que não haveria manifestação nenhuma no dia seguinte, prática e conduta essa semelhante à praticada horas mais tarde pelo Diretor Presidente da CDP, que em uma reunião com os empregados da CDP no Espaço Influenza, assegurou que “NINGÚEM DEVERIA IR PELA CABEÇA DOS OUTROS", numa clara tentativa de desmobilizar o movimento.
No entanto, o dia 22/02/13 ficou marcado na história, 40.000 trabalhadores portuários de todo o Brasil paralisaram os portos brasileiros e mostraram a força do movimento por eles deflagrado.
Na assembleia não se discutiu nada, além disso, sendo marcada outra para o dia 10/03. Segundo seus associados, até o momento, a atual diretoria não tomou nenhuma atitude relacionada ao famigerado novo Regulamento da Guarda Portuária, a retirada de atribuições dos inspetores e a perseguição e o assédio moral que muitos vêm sofrendo.
Este Blog tem por objetivo divulgar os assuntos relacionados a Segurança Portuária e principalmente, àqueles relacionados a Guarda Portuária, tendo como lema: “TUDO O QUE VOCÊ FIZER À FAVOR OU CONTRA A GUARDA PORTUÁRIA FICARÁ MARCADO PARA SEMPRE NA HISTÓRIA”. O Blog é apartidário, tanto que já entrou em contato com o Sr. Jonas Melo, se colocando à disposição para divulgar os fatos relacionados à Guarda Portuária do Pará e Amapá, posição esta que aqui se renova.

Cópia dos documentos

Veja o vídeo da paralisação dos portuários contra a MP-595 e a declaração do guarda portuário Danilo Oliveira, no Programa Balanço Geral










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