O Presidente diz que não renuncia e que pretende cumprir
seu mandato até o final
Vários
associados do Sindicato da Guarda Portuária do Pará e Amapá (Sindiguapor) procuraram
esse Portal para informarem que na última quinta-feira (22), no auditório do
Porto de Vila do Conde (PVC), ocorreu uma reunião entre os membros da Guarda Portuária
da Companhia Docas do Pará (CDP), lotados naquele porto.
Além
da presença de 40 associados (o efetivo é 46) estava presente o presidente
desta entidade de classe, Jonas Melo; o Gerente de Segurança (GERSEG), GP João
Gualberto e o Supervisor de Segurança Substituto (SSPCON SUB), GP Denis Uilton,
que ficou responsável pela confecção da Ata dessa reunião.
O
principal item de pauta por parte dos guardas que atuam no PVC foi que o
efetivo atual, de cerca de 10 guardas por turno de serviço, está incompatível
com a demanda de serviço no referido porto, solicitando estes, um aumento na
escala diária, além do fato de que muitos postos se encontram atualmente
descobertos, solicitando ainda a escalação de 05 guardas de serviço fixos na
portaria por turno de serviço.
Segundo
foi apurado por esse Portal, em 2010, quando o PVC foi certificado, na visita
realizada pela Conportos, havia um efetivo de 18 guardas portuários no turno de
trabalho, inclusive sendo esse fato destacado pelo representante da Receita
Federal, Cnéio Lucius de Pontes e Souza – Inspetor Chefe da Alfândega do Porto
de Belém, em reunião do Conselho de Autoridade Portuária (CAP).
Ressalte-se
que em 2008, quando Cileno Borges era o SSPCON SUB, GP Cileno Borges, ele fez um
oficio ao Diretor Presidente à época solicitando o aumento do efetivo para 17
guardas por turno de serviço, pois o efetivo era incompatível para
operacionalizar o Plano de Segurança.
O
GERSEG afirmou aos presentes que o efetivo por turno hoje no PVC é o que reza
no Plano de Segurança deste porto, pois o mesmo sofreu alterações e emendas
recentes propostas pelos representantes da Guarda em cargos de gestão na CDP e
que, segundo estes, acatadas pela CESPORTOS. No entanto, diante da solicitação exposta
na reunião, o GERSEG firmou compromisso com os presentes do aumento de efetivo
da escala diária para 11 guardas e de 05 guardas efetivos e fixos na portaria,
sendo que esta escala para ser cumprida deverá contar com convocação de
serviços extras; da escalação de assistentes administrativos 24 horas no posto
cadastro, atualmente coberto por guardas portuários; a escalação de técnicos
portuários para o serviço de controle de cargas através do uso dos coletores de
dados e o remanejamento dos guardas dos portinhos (ÓBIDOS, ITAITUBA e ALTAMIRA)
para o PVC, que segundo o GERSEG depende da determinação do MPT. Afirmando
ainda o GERSEG que a CDP poderá promover um novo concurso para o quadro da GP.
Os associados discordaram do remanejamento dos guardas dos portinhos, pois
isso representa perda de postos de serviço e acreditam que nessas audiências a
procuradora do MPT possa estar sendo levada a cometer certos equívocos por informações
que possam estar sendo passadas erradas pelos representantes da Guarda Portuária
nos sindicatos.
Foi
apurado, que os guardas estão dispostos a marcar audiência com a referida
procuradora para se certificarem se a supressão dos guardas dos portinhos é
determinação deste Ministério e alertaram ainda que se o acordo firmado entre o
GERSEG e a guarnição do PVC presente nesta reunião não for cumprido, deverão
paralisar legalmente as atividades da GUAPOR neste porto, até que o acordo seja
cumprido.
Os guardas presentes, ao final da reunião, em
virtude da falta de representatividade dos guardas do PVC; em face a manobra
deste presidente para ser removido para o Porto de Belém, mesmo estando
liberado da escala de serviço e em face a um áudio postado no grupo de WhatsApp
do Sindiguapor, no qual ele afirma que os guardas que não dão conta do serviço
entreguem seus lugares, todos os associados presentes, sem exceção, pediram
verbalmente a renúncia do presidente desta entidade.
Porém,
o mesmo disse que não renuncia e que pretende cumprir seu mandato
até o final, cuja próxima eleição será em fins de 2017.
A nossa missão é manter informado àqueles
que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam
relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu
contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
* Direitos Autorais:Os artigos e notícias, originais deste
Portal, tem areprodução autorizada
pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o
mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a
informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
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O GP Rodrigo
Mota, o sexto guarda da lista de remoção, se viu prejudicado pela inclusão do
presidente do sindicato
Guarda portuário recorre contra o favorecimento ao presidente do
Sindicato
A remoção de seis guardas portuários do
Porto de Vila do Conde (PVC), situado
em Barcarena, para o Porto de Belém, no Pará, vem sofrendo críticas da
categoria, que acusam o presidente do Sindicato da Guarda Portuária do Pará e
Amapá (Sindiguapor), Jonas Melo Pereira, de efetuar manobra política e troca de
favores, pois lá é tão ou mais necessário do que na capital.
Segundo os guardas portuários, o mais
absurdo nessas remoções é o presidente do sindicato se beneficiar desse fato,
constando na relação dos contemplados, mesmo estando fora de escala em virtude
do mandato sindical.
O GP Rodrigo Mota, osexto guarda da lista de remoção,
que se viu prejudicado pela inclusão do presidente do sindicato, entrou com
recurso ao Diretor Presidente (Dirpre), alegando que Jonas, por se encontrar fora da
escala de serviço há quatro anos, em virtude do mandato sindical, não se enquadra no edital de
remoção.
Em
manifestação ao GP Rodrigo, o gerente de recursos humanos (GERHUM) da Companhia
Docas do Pará (CDP), guarda portuário Wisllen, afirmou que o recurso deveria
ser feito pela Diretoria da CDP responsável pela remoção, já que cita
abertamente o candidato GP Jonas, enquadrando este objetivamente nos itens do
edital, chamando atenção para o fato que este está inabilitado para concorrer.
O Portal Segurança Portuária em Foco,
entrou em contato com o GP Diego Filgueiras, que falou sobre o assunto:
- Não estamos aqui pra levantar polêmica,
entretanto a harmonia do grupo não pode depender da subserviência de todos aos
interesses particulares de uma minoria. Digo isso por entender que está havendo
uma contradição na política sindical em relação às transferências que estão
sendo preparadas.
Ha alguns meses atrás, talvez seis,
nosso sindicato defendeu, no TRT, a necessidade da presença da Guarda Portuária
nos "portinhos", sob a justificativa de ali haver operação e
patrimônio.
O que motivou agora o próprio sindicato
defender a saída da Guarda da referida operação, questão que nem a CDP esta
levantando? Não tem mais operação? A CDP se desfez do patrimônio? O sindicato
esta concordando com a terceirização?
E o que faremos com os 26 guardas que
entraram agora sob a alegação de irem para os "portinhos"? Serão
desligados, já que para o sindicato o serviço da Guarda lá não é mais
necessário? Ou o sindicato errou na petição e a Companhia vai pagar o preço por
35 anos?
Outra conta que não bate é a seguinte:
Já de algum tempo o PVC de longe é o porto da CDP com maior extensão
territorial, concentra nossos principais clientes, e tem maior receita em
relação aos demais portos; enquanto que o Porto de Belém já opera há vários
meses em déficit; bem como o Terminal de Outeiro que não se paga; nesse
contexto, o mais acertado, ao que parece, seria enviar mão de obra pra onde tem
mais serviço; tirar guarda de PVC que esta expandindo cada vez mais, e mandar
para Belém, que está literalmente fechando, só parece ter sentido na cabeça de
quem ou não tem sensibilidade com a segurança e com as finanças da Companhia,
ou de quem tem interesses pessoais envolvidos.
Se a justificativa for para resolver o
problema de "extras" em Belém, certamente vai se trocar seis por meia
dúzia, uma vez que o déficit de guardas só vai mudar de porto; ou alguém duvida
que a escala de PVC vai ficar super apertada?
Dizer que lá está sobrando guardas e
que vai haver uma adequação na escala com as remoções, é também reconhecer que
não está havendo planejamento nem comprometimento com a Companhia na hora de
pedir mais guardas ao TRT, e sim apenas a preocupação em formar um bom curral
eleitoral.
Não é desmedido tirar a Guarda dos
portinhos, fragilizando a segurança do PVC, apenas pra reduzir
"extras"? Se lá houve reduções de postos para viabilizar a
remoção, não podemos fazer também aqui? Reduzir alguns postos aqui reduziria
extras sem precisar de mais efetivo...
Se for pra resolver o problema de
"extas", a remoção é muito remédio pra pouco problema, agora se o
objetivo for mesmo o sugerido pelo David, de que essa remoção só foi criada
para favorecer o presidente do sindicato e uma guarda portuária, que não foi
contemplada na primeira remoção em virtude dos critérios do edital, é sinal de
que enquanto nacionalmente se discute a ameaça de terceirização,
privatização, e terminais privados, por aqui nossa instituição sindical virou
moeda de troca de favores pessoais.
Mesmo com
toda repercussão negativa sobre esse processo, já que contraria o edital, ao
final dessa segunda remoção interna, a classificação definitiva permaneceu inalterada,
já que o recurso do guarda Rodrigo foi indeferido pela GERJUR – Gerência
Jurídica - da CDP e com decisão favorável da Comissão de Remoção ao presidente
do Sindiguapor que acatou o parecer daquela GERJUR, ficando ao Presidente em
exercício Raimundo Rodrigues (inspetor da Guarda e atual Diretor Financeiro - Dirafi)
acatar e assinar o edital que indefere o recurso, favorecendo ao guarda Jonas,
mesmo sabendo que este está afastado da escala de serviço a mais de quatro anos
e não virá cobrir os postos dos portos da capital, já que este seria o
principal motivo dessas remoções.
Prejudicados ameaçam entrar com denúncia no Ministério Público. Comenta-se
que, em função disso tudo, um terceiro edital de remoção será publicado.
A nossa missão é manter informado àqueles
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Sindicalistas
menosprezam Encontro da Guarda Portuária, ofendem palestrante, e preferem dar
canecas para os associados.
Nos
dias 24 e 25 de fevereiro, foi realizado em Paranaguá o Encontro Nacional da Guarda
Portuária, o evento, foi elogiado por cerca de cem participantes, representando
vários sindicatos e associações do país.
Todos
os presentes estranharam a ausência de representantes do estado do Pará, visto
que no ano anterior esse porto enviou dez representantes no Encontro realizado
no Rio de Janeiro, disputando inclusive com o Porto de Paranaguá, quem sediaria
o evento desse ano.
Segundo
o presidente do Sindicato
dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), Jonas Melo, o sindicato não enviou representantes
em virtude de achar que o Encontro não tinha relevância, e por deixar para
comprar a passagem na última hora, ela estava muito cara.
Veja
abaixo a transcrição do áudio, em que o presidente do Sindiguapor chama
palestrante de imbecil, diz que o Encontro não tem relevância e fala que já
está articulando com o ministro Helder Barbalho a transformação das Portarias
121 e 350 em Lei:
“Até
a semana passada a pauta não estava fechada, depois mandaram uma pauta preliminar
que vai ter lá o imbecil do Carvalhal fazendo uma palestra sobre o ISPS, a
nossa conceituada Dra. Milena abordando direito marítimo portuário, e em
relação a segurança e as demandas mais macros da Guarda Portuária a gente não
viu, na verdade a mobilização maior será no dia 25 em que o pessoal vai fazer
um ato na frete do Porto de Paranaguá devido a terceirização, mas a gente já
encaminhou alguns documentos em relação a nossa vitória contra a terceirização
aqui no Pará. Todos os documentos do Ministério Público já foram encaminhados
para o pessoal que está a frente dessa luta. Então, eu vejo que não existe
grande relevância da nossa presença lá nesse congresso, até porque esse congresso
teria que ter um macro maior, com a presença de senadores, deputados; e que o
nosso objetivo maior fosse já encaminhado que é a transformação da Portaria 350
e a 121 em Lei, que seja criado um regulamento nacional da Guarda Portuária,
mas isso a gente já tá articulando via SEP, através do Ministro Helder
barbalho, então nesse momento o sindicato não tem como enviar, mesmo porque até
a semana passada que a gente estava observando, a passagem de ida e volta,
estava custando mais de R$ 2.000,00. Como hoje já é dia 22, a passagem
comprada com dois dias de antecedência é muito mais cara. Então a gente tem que
guardar esse dinheiro e já se preparar para os movimentos que vem aí no
congresso em relação a terceirização e em relação a muitas demandas de mais
relevância para a Guarda Portuária”. Ouça o áudio na íntegra (Jonas aparece à direita na foto):
Vergonha Nacional
Não
é a primeira vez que Jonas Melo envergonha a categoria. Em 22/02/2013, o SINDIGUAPOR
não participou da paralisação, do item relativo à MP 595 que era prejudicial a
Guarda Portuária.
Em
21/11/14, em assembleia realizada no Terminal de Combustíveis de Miramar, Jonas Melo se retratou a categoria, já que este, nas redes sociais (watzap)
reportou-se ao grupo formado por cerca de 20 integrantes da corporação, usando
de registro fotográfico e de termos pejorativos e depreciativos, atacando a
dignidade dos guardas portuários, e atribuindo-lhes ato desonroso, através
dessas postagens.
Sindiporto
Em 2015, Pará enviou representantes ao Encontro Nacional
Sindicato
dos Trabalhadores em Serviços Portuários nos Terminais Públicos, Privativos e
Retroportos nos Estados do Pará e Amapá – SINDIPORTO, no ano anterior, foi o responsável
pela ida da maioria dos guardas portuários, pois tem muitos associados da
categoria, inclusive na atual diretoria.
No
entanto, segundo o GP Dorivaldo (Dorival Santarém), houve um gasto considerável
do Sindiporto com a confecção de canecas com emblema do sindicato, o que não
deixou margem para a compra das passagens aéreas e demais gastos.
Dorival
acha justo o investimento na compra de canecas, pois a Companhia não dá mais
copos para os empregados, além de achar muito sábias as palavras do presidente Jonas Melo.
Outra Opinião
Já
o GP Diego Filgueiras critica a postura do Presidente:
-
Acho que houve excesso em demasia em chamar o Sr. Carvalhal de Imbecil. Todos
que acompanhamos o blog deste cidadão, sabemos da importância desse canal em
divulgar o trabalho da Guarda Portuária pelo Brasil, e em denunciar atitudes que
vão de encontro aos interesses de nossas instituições. Não acho que isso seja
imbecil, parece ser brioso. Ora, se este senhor foi chamado para palestrante
desse evento, significa que a opinião do sindicato esta bastante isolada do
restante do Brasil.
Também
desconheço qualquer costura com o Ministro sobre o futuro da Guarda que esteja
sendo costurada por aqui. Ate onde sei, algumas lideranças nacionais pediram a
algumas pessoas daqui que viabilizassem um encontro com o S.r Ministro, por
este ser da terra. Bom, segundo o Rodrigues, ainda estamos aguardando um
posicionamento do gabinete dele quanto ao agendamento de uma visita, o que até
o momento não aconteceu. Ou estou desatualizado ou a informação é falsa”.
Diego:
Sobre "Paranaguá":
1.
Encontros tem um caráter menos informativo que Seminários e Congressos. Num
congresso ou Seminário se sobressaem as "comunicações" e
"informações"; num Encontro, se sobressaem as "discussões"
e "construções de pautas". Nesse sentido, a programação de palestras
do evento nacional, em Paranaguá, é mero detalhe ante o principal objetivo do
encontro: Reunir as lideranças nacionais da Guarda Portuária, avaliar e
planejar nossos projetos políticos como instituição una.
2.
Deixar de ir ao encontro nacional soa certo desconhecimento de nossas demandas
a nível nacional ou indiferença quanto ao esforço que os demais colegas vêm fazendo,
em nível nacional pela GUAPOR. Em tempos de privatização, de concessão, de
concorrência com os terminais privados digo que a saída da Guapor das Cias
Docas, para o MJ, SEP, ou ANTAQ, deixou de ser um sonho e passou a ser uma
extrema necessidade. Ou isso acontece ou já era a GUAPOR. Ou Alguém acha que a
CDP ainda dura 30 anos? Ou alguém acha que os que os que estão no Governo, que
seguram privatização, vão permanecer depois de 2018? Não existe GUAPOR, existe
CDP. Somos funcionários como todos os outros. Se os portos públicos dançarem,
nos também dançaremos...
Há
muita coisa pra ser feita, há muita coisa a defender, e acredito que unidos
somos mais fortes. Por isso entendo que seja nosso dever prestigiar qualquer
iniciativa de trabalho a nível nacional que vise o bem comum. Ou será que
alguém acredita na ilusão de que conseguiremos resolver todos os nossos
problemas isolados? É justo continuarmos recebendo o bônus do esforço de
terceiros, como se deu com a portaria 121 e 350, e com a PL 4330, sem darmos
nossa devida contribuição?
Só
mais um lembrete: A privatização que assola Paranaguá hoje, pode ser o nosso
futuro de amanhã.
3.
Até onde sabemos as atividades sindicais ainda são representativas. Ou pelo
menos deveriam ser, não sem outro motivo existe o advento da "assembleia
geral". Embora todos aqui devam saber, não custa lembrar que as ações do
sindicato são apenas representativas do que a assembleia decide. QUEM DECIDE É
A ASSEMBLEIA, O SINDICATO REPRESENTA. logo, a opinião de um representante de
que "não há relevância no encontro nacional", deve ser RESPEITADA.
Contudo, a decisão de enviar ou não alguém ao evento DEVE ser da assembleia.
Nesse sentido, ciente a quase 01 ano de que o evento aconteceria, ao menos uma
assembleia deveria ser feita para se discutir a importância do evento, digo isso
porque tenho certeza de que há um grande número de GPs que tem um ponto de
vista diferente sobre esse tema, e at onde eu sei, não me lembro de ter
alienado meu direito de reflexão e de opinião ao Senhor Presidente.
4.
Dizer que o Sindicato não tem caixa pra enviar representantes a um evento
nacional não se sustenta:
A.
Não há mais cartão de credito? Não há quem financie uma viagem enquanto o
sindicato repõe aos poucos? Aumentaram nossos salários, entraram pelo menos
mais 50 contribuintes, sendo assim, parece que o problema não foi a falta de
dinheiro, mas a falta de interesse.
B.
Agora, se com todas as novas contribuições o caixa do sindicato esta no
vermelho, é sinal de que precisamos rever as prioridades de nossas despesas.
Ai
fica a dúvida, num momento de incertezas quanto ao futuro da Guarda Portuária,
será que canecas e confraternizações são mais importantes que um encontro
nacional? Gastar tantos mil com uma confraternização, cujo número de funcionários
talvez não chegue a 1/3 dos presentes, e outros tantos mil de brindes para a
mesma confraternização expressa bem as nossas prioridades atuais, e também o
preço que pagamos pelo "pede, pede".
Entendo
que nesse momento da entrada dos novos colegas, o dever do sindicato era
colocá-los a par da atual situação dos portos públicos e de nossas demandas. Tenho
certeza que muitos colegas contribuiriam para esse processo. Acho que falsear
uma realidade apenas com objetivo de justificar atividades que deveriam ser
feitas e não foram não ajuda muito no crescimento profissional dos colegas. Preocupa-me
muito que tipo de educação sindical está se plantando nos guardas que estão
chegando agora, porque são os nossos sindicalistas de amanhã
"Não é só o cego, o
ignorante também não vê"
A
Empresa não tem que dar caneca e sim porte de arma, o Sindicato não tem que dar
caneca, mas sim defender o emprego e os direitos de seus associados.
O guarda portuário que traga
a sua caneca de casa, pois amanhã talvez ele não tenha mais o seu local de trabalho para beber a sua água e tenha que beber a sua água em
casa. O sindicato tem que garantir a água, não a caneca.
O
presidente do Sindiguapor deve estar certo, muito sábio ele. Os dirigentes
dos outros sindicatos presentes no Encontro é que estão todos errados, devem ser bobos, pois não ganharam canecas. Sabe o que eles ganharam: Parceiros, conhecimentos,
experiência, etc...
Perseguição
O
presidente do sindicato e os seus correligionários acusam esse Portal de
perseguição, no entanto, não perseguimos ninguém, nós desvendamos, desmascaramos,
revelamos a verdade, baseado em dados, fotos e documentos.
Esse
Portal também não promove ninguém, ele reconhece os méritos daqueles que
labutam em prol da Guarda Portuária.
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Responsáveis
diretos pela segurança pública dos portos e terminais administrados pela
Companhia Docas do Pará (CDP), e contando hoje com cerca de 110 integrantes, os
guardas portuários do estado do Pará, em assembleia promovida pelo Sindicato
dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), realizada no
Terminal de Combustíveis de Miramar, no dia 21/11/14, sofreram retratação e
desagravo por parte do presidente da entidade, guarda portuário Jonas Melo, já
que este, nas redes sociais (watzap) reportou-se ao grupo formado por cerca de
20 integrantes da corporação, usando de registro fotográfico e de termos
pejorativos e depreciativos, atacando a dignidade dos guardas portuários,
empregados efetivos dessa Administração Pública Portuária, e atribuindo-lhes
ato desonroso, através dessas postagens.
Este
dirigente sindical, no dia 12/11/14, em uma reunião com representantes da
gerência de Recursos Humanos, da Comissão de Ética, com o Gerente da Guarda
Portuária - GERSEG, e com a assistente social, psicóloga, médica do trabalho e
alguns guardas da CDP que atuam no terminal de Miramar, já tinha reconhecido e
assumido seu erro, dado razão aos empregados, pedindo, na ocasião, desculpa e
perdão a todos pela sua conduta inadequada nas redes sociais, faltando com
apreço, moralidade administrativa e ofendendo, inexplicavelmente, àqueles a
quem deveria representar, pelo fato de ser o presidente atual da categoria.
Foto
da Portaria de Miramar publicada pelo presidente do Sindiguapor no watzap em
31/10/2014
Igualmente,
o diretor presidente da CDP, Jorge Ruiz, a pedido do Gerente de Segurança
(GERSEG), Francisco Martins, já havia solicitado à Comissão de Ética que
apurasse a conduta do presidente por ser, também, empregado efetivo da CDP. O
inspetor da Guarda, Raimundo Rodrigues, já havia feito Comunicação Interna de
número 1253/14, datada de 09/11/14, formalizando o fato a gerência de segurança
da CDP, inclusive com anexos das conversas do WATZAP. E os próprios guardas do
Porto de Belém e terminais de Miramar e Outeiro já tinham providenciado
encaminhamento ao Ministério Público Federal, Estadual e do Trabalho,
denunciando, com base no Código Penal, o referido presidente pelos crimes de
injuria (art.140) e difamação (art.139) e, também, conforme a lei 8.112/90,
por falta de moralidade administrativa (art.116), por promover manifestação de
apreço ou desapreço no recinto da repartição (art.117).
O
SINDIGUAPOR tem hoje cerca 69 associados, sendo que na última eleição,
realizada em 2012, com três chapas concorrendo, a chapa eleita só obteve 36
votos dos 100 computados, tendo o sindicato sofrido muitas desfiliações por
conta da insatisfação com a gestão do atual presidente, que já afirmou aos
próprios associados que não representa quem não votou nele e que não se importa
com as medidas baixadas pelo GERSEG, que venham a desagradar a categoria.
Um
assistente administrativo chegou a ser filiado, sem anuência da categoria, cujo
voto foi decisivo para que ganhasse a eleição, filiação esta que contraria o
estatuto sindical, já que os eleitores são, legal e legitimamente, somente
aqueles que exercem a atividade profissional de guardas e inspetores portuários
da CDP.
Na
assembleia, os associados, na presença do presidente do SINDIGUAPOR,
reportaram-se ao Gerente de Segurança da CDP, ali presente, quanto ao assédio
moral que este gerente vem promovendo contra, em especial os guardas de
Miramar, com algumas medidas baixadas sem discussões com os guardas desse
terminal e que não têm sido, até o momento, representados pelo atual presidente
da categoria.
“Vão
pra Justiça”, afirmou o gerente de segurança da CDP na presença do presidente do Sindiguapor.
Autor:
Cileno Borges - Guarda Portuário da CDP
*Esta publicação é de
inteira responsabilidade do seu autor. O nosso papel é apenas manter informado
àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam
relacionados com a Segurança Portuária.
Na
sexta-feira (02) os portuários do Pará voltaram a fazer nova manifestação,
desta vez, enfrente ao Escritório Central (CASARÃO) da Companhia Docas do Pará
- CDP, momento em que se reunia o Conselho de Administração dessa estatal - CONSAD.
Como
sempre a manifestação foi pautada pelo cumprimento imediato da sentença
normativa do TRT, julgada e publicada em maio, que determinou o realinhamento
dos salários dos empregados com base na Tabela Salarial (tabela PUCS), única
adotada na CDP, porém o Diretor Presidente, Carlos José Ponciano insiste em não
querer cumprir, inclusive já tendo feito o realinhamento apenas com base no
percentual de 1.33%, com o que não concorda a categoria, pois esse realinhamento,
inclusive, não é o entendimento dos setores Jurídico e de Recursos Humanos da
empresa, que não tem a palavra final, embora estejam alertando para o erro da
CDP.
Presidente do Sindiguapor ameaça fazer
novas paralizações
Jonas Melo, Presidente do Sindguapor-PA
“O
movimento vai continuar, se o CONSAD não der jeito, se o CAP não der jeito, nós
vamos parar todos esses portos do estado do Pará. Vamos fazer paralização em
Miramar, paralização no Porto de Vila do Conde, Porto de Outeiro. A população
vai conhecer a importância do trabalhador portuário do Pará.”, disse Jonas
Melo, presidente do Sindiguapor.
O
movimento também deu bastante ênfase à conjuntura hoje estabelecida na CDP. Os
empregados chamaram a atenção dos conselheiros, dois deles ligados a Secretaria
Especial de Portos - SEP e um ligado diretamente a presidência da Republica
(este presidente do CONSAD), fazendo com que a reunião fosse interrompida por
diversas vezes, já que o presidente da CDP se ausentou da sala por diversas
vezes, demonstrando perante o Conselho, estar visivelmente incomodado e
desconfortável com o ato que acontecia.
Durante
e após a reunião houve o interesse dos conselheiros em saber sobre a pauta da
manifestação que ocorria. Eles se disseram surpresos com as coisas que tem
ocorrido na CDP, inclusive com a promessa de tudo ser levado oficialmente pelos
membros ao conhecimento da Casa Civil.
Fora Ponciano
Portuários gritam: "Fora Ponciano)
A
manifestação reiterou por inúmeras vezes os desmandos e arbitrariedades do
atual presidente, que estabeleceu um verdadeiro regime de exceção nesta
Companhia Docas, já que ele tem sempre dado á palavra final sobre as
deliberações e atos da empresa, não acatando as decisões da Diretoria Executiva
– DIREX, Conselho de Administração – CONSAD e o Conselho de Autoridade
Portuária – CAP.
O
presidente também não respeita o Dissídio Coletivo, os pareceres dos setores no
caso dos processos administrativos disciplinares – PADS, além de demitir
sumariamente os empregados desta estatal, inclusive desrespeitando o próprio
Acordo Coletivo de Trabalho em vigor. Guarda Portuário se envergonha do Presidente
Cileno Borges, Guarda Portuário
“É
uma vergonha ter um presidente como este. Nossos colegas que estão em cargos
comissionados deixarem se contaminar por esse tipo de pessoa só para manterem
seus cargos, Não tem atitude, maus caráteres, simplesmente perseguem
funcionários”, disse o guarda portuário Cileno Borges.
No Pará, dos sindicatos representativos dos
empregados da administração portuária, apenas o Sindicato dos Trabalhadores em
Serviços Portuários nos Terminais Públicos, Privativos e Retroportos nos
Estados do Pará e Amapá – SINDIPORTO participou da paralisação, na última
sexta-feira (22), contra a MP 595.
O Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá
– SINDIGUAPOR não participou da paralisação, do item relativo à MP 595 e
justificativa sobre a não assinatura do presidente do Sindguapor aderindo à
paralisação nacional dos portuários do dia 22/02/13.
Vergonha
Portuária Nacional
O guarda portuário Danilo Oliveira falou em nome da categoria
No dia da paralisação, descontentes, alguns guardas
portuários, mesmo estando de serviço, até mesmo aqueles que votaram na chapa
eleita, fizeram um abaixo assinado, nos termos do estatuto do Sindguapor,
solicitando inclusão na pauta da assembleia.
Segundo alguns guardas, o presidente Jonas Melo,
desde que assumiu, dia 04/02/13, já realizou três assembleias onde, em nenhuma
delas, abordou a MP 595 e nem declarou oficialmente o posicionamento do
Sindguapor quanto à paralisação decidida pela plenária das três Federações de
Portuários, realizada em Brasília.
Dizem ainda que, Jonas Melo ameaçou na Assembleia do dia 20/02/13, fazer BO contra os ex-diretores da sindical por conta pendências
financeiras da gestão passada. O que foi oficialmente desmentido pelo tesoureiro,
Inspetor Leílson Lira, que
também assinou o abaixo assinado. Este dirigente demonstrou aos guardas
portuários Miguel Belo e Paulo Sérgio, através de documentos próprios do sindicato,
que não existe a pendência relatada por parte do presidente, em relação à diretoria
anterior, inclusive fornecendo cópias de documentos aos mesmos.
Pedido de Impeachment e abaixo assinado para inclusão da discussão sobre a MP 595 na pauta da assembleia
Jonas Melo – Presidente do Sindiguapor
Carta de um guarda
solicitando o Impeachment
Cileno Borges participou junto com outros portuários,de manifestação no Portão 17
COMPANHEIRO JONAS MELO,
PRESIDENTE DO SINDICATO DOS GUARDAS PORTUARIOS DO
ESTADO DO PARÁ
VENHO LHE PEDIR, EM NOME DO TODOS OS GUARDAS
PORTUÁRIOS, QUASE 70% DA CATEGORIA QUE NÃO APOIOU SUA CHAPA, QUE RENUNCIE AO
CARGO, MESMO TENDO ELE SIDO ELETIVO.
VOSSA SENHORIA ESTÁ USANDO A DIRETORIA DESSA SINDICAL
E A PRÓPRIA ENTIDADE PARA ESCREVER UMA PÁGINA LAMENTAVEL NA HISTÓRIA DA GUAPOR
DA CDP.
VOSSA SENHORIA NÃO ASSINOU O OFÍCIO, EM CONJUNTO COM
O SINDIPORTO, ENDEREÇADO À DIRETORIA DA CDP, INFORMANO A DELIBRAÇÃO DA
PARALISAÇÃO, QUE SE DARÁ EM CARÁTER NACIONAL NOS DIAS 22 E 26 DE FEVEREIRO;
À CATEGORIA E AOS REPRESENTANTES DO SINDIPORTO E DA
FNP, VOSSA SENHORIA AFIRMOU QUE NÃO ASSINOU O OFICIO DECLARANDO QUE NÃO ESTÁ A
PAR - POR DENTRO DO QUE ANDA ACONTECENDO - E DESCONHECE A MP 595 E TODA
DISCUSSÃO E MOBILIZAÇÃO DOS PORTUÁRIOS EM TODO BRASIL NA TENTAIVA DE DEIXAR QUE
A MESMA NÃO SEJA ENTERRADA GOELA ABAIXO DOS TRABALHADORES, CLARAMENTE TRAZENDO
DESEMPREGO PARA MUITOS LIGADOS AO SISTEMA PORTUÁRIO, OU VOSSA SENHORIA PENSA
DIFERENTE?
ISSO E INJUSTIFICÁVEL! UM REPRESENTANTE APOLITIZADO A
FRENTE DE UMA SINDICAL. SE É QUE SEJA REALMENTE ISSO.
VOSSA SENHORIA NÃO TEM TEMPO OU INTERESSE EM CONHECER
SOBRE A MP; SOBRE A LUTA DOS TRABALHADORES QUE SE DÁ EM TODO BRASIL E, ASSIM,
REPRESENTAR DIGNAMENTE OS EMPREGADOS DA CDP, GUARDAS PORTUÁRIOS, MAS TEM TEMPO
PARA FAZER REUNIÕES COM ATUAL PRESIDENTE DESSA CDP E FICAR ANDANDO NA COMPANHIA
DO ATUAL GERENTE DE SEGURANÇA DESSA CIA, ESTES QUE TEM SIDO OS PRINCIPAIS
ALGOZES DOS EMPREGADOS DA CDP E DA GUARDA PORTUÁRIA, RESPONSÁVEIS DIRETOS PELO
EXTERMINIO QUE VEM SENDO IMPOSTO A ESTA CATEGORIA, ATRAVÉS DE MEDIDAS QUE
ENFRAQUECEM A SEGURANÇA DOS PORTOS ( PERMITINDO O AVANÇO DA TERCEIRIZAÇÃO) E
ATRAVÉS, TAMBÉM, DAS MUITAS PERSEGUIÇÕES QUE ESTES VEM IMPONDO AOS INTEGRANTES
DA GUAPOR, COMO TAMBÉM, DE OUTROS SETORES DA EMPRESA.
COMPANHEIRO RENUNCIE, POIS JÁ DESTES MOSTRAS A QUE
VIESTES A FRENTE DO SINDGUAPOR.
A TUA PRESENÇA A FRENTE DESSE SINDICATO ENVERGONHA A
TODOS OS PORTUÁRIOS DESSE PAÍS.
ATT
CILENO BORGES
Favorecimentos e irregularidades comprovadas pela
Comissão Eleitoral no pleito realizado em novembro de 2012
Segundo alguns guardas ouvidos pelo Blog, existem
fortes indícios de favorecimento financeiro (viagem "bancada" para
campanha eleitoral em Santarém) por parte de um diretor, dois gerentes e um
administrador da CDP à chapa vencedora da eleição e "pressão' do Gerseg
sobre os supervisores de segurança titulares e suplentes (dez ao todo) e, até,
sobre alguns guardas portuários, de modo que a chapa que agradava a empresa,
fosse a vencedora e não a chapa do inspetor Rodrigues. Além dos fatos de um
associado que não é guarda portuário e que é assistente administrativo, ter
votado na eleição, sendo que este foi associado em uma outra gestão do próprio
Jonas, quando esteve a frente do Sindguapor; e que o guarda Edson, de Itaituba,
que sempre votou em todas as eleições passadas, não teve seu direito de voto
respeitado, mesmo estando esse em dias com o Sindguapor. Tudo isso registrado
em ata da Comissão Eleitoral.
Três chapas concorreram a eleição do Sindicato
Chapa do Inspetor
Rodrigues: 34 votos.
Chapa do guarda Jonas Melo:
36 votos.
Chapa do guarda Rodrigo V.
Rabelo: 30 votos.
A
Assembleia
Segundo
os guardas que participaram da última assembleia, dia 25/02/13, o presidente Jonas Melo
reconheceu que não existiam pendências no valor de R$ 53.000,00, como ele havia
declarado na assembleia anterior, que existem apenas algumas pendências, não
esclarecidas, no valor de R$ 2.700,00, portanto bem menos do que ele havia
declarado.
Ele
também teria declarado que não assinou a paralisação, porque não teve o aval da
categoria, porém, segundo consta, houve duas assembleias antes da paralisação,
nos dias 15 e 20 de fevereiro e, em nenhuma delas foi tratado do assunto, mesmo
sabedor da MP 595 e tudo que ela pode resultar para a Guarda Portuária, e pior, ainda divulgou, no dia
21/02/13, para alguns guardas lotados no Porto de Belém, de que não haveria
manifestação nenhuma no dia seguinte, prática e conduta essa semelhante à
praticada horas mais tarde pelo Diretor Presidente da CDP, que em uma reunião
com os empregados da CDP no Espaço Influenza, assegurou que “NINGÚEM DEVERIA IR PELA CABEÇA DOS
OUTROS", numa clara tentativa de desmobilizar o movimento.
No
entanto, o dia 22/02/13 ficou marcado na história, 40.000 trabalhadores portuários
de todo o Brasil paralisaram os portos brasileiros e mostraram a força do
movimento por eles deflagrado.
Na assembleia não se discutiu nada, além disso,
sendo marcada outra para o dia 10/03. Segundo seus associados, até o momento, a
atual diretoria não tomou nenhuma atitude relacionada ao famigerado novo
Regulamento da Guarda Portuária, a retirada de atribuições dos inspetores e a
perseguição e o assédio moral que muitos vêm sofrendo.
Este Blog tem por objetivo divulgar os assuntos
relacionados a Segurança Portuária e principalmente, àqueles relacionados a
Guarda Portuária, tendo como lema: “TUDO O QUE VOCÊ FIZER À FAVOR OU CONTRA A
GUARDA PORTUÁRIA FICARÁ MARCADO PARA SEMPRE NA HISTÓRIA”. O Blog é apartidário,
tanto que já entrou em contato com o Sr. Jonas Melo, se colocando à disposição
para divulgar os fatos relacionados à Guarda Portuária do Pará e Amapá, posição
esta que aqui se renova.