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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

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GUARDAS PORTUÁRIOS BUSCAM APOIO PARA GARANTIR PORTE DE ARMA FORA DE SERVIÇO


Guterra (ao meio) e Ange Biniou [1º dir] do Sindicato dos Portuários (RJ), em reunião com integrantes do MJ
Sindicalistas de entidades filiadas à Federação Nacional dos Portuários (FNP) buscam apoio para garantir sanção integral da presidenta, Dilma Rousseff, a projeto de lei, aprovado no Senado em 21 de maio, que autoriza porte de arma por guardas portuários fora do serviço. Em reunião com Ricardo Lobo da Luz da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e assessores, nesta terça-feira (10), representantes da categoria entregaram documentos com subsídios à decisão. (Leia o ofício encaminhado ao MJ).
O texto original do PLC 28/2014, encaminhado à Câmara dos Deputados pelo Ministério da Justiça, autorizava agentes e guardas prisionais a portar arma de fogo particular ou fornecida pela instituição. Emenda da Câmara estendeu o porte à Guarda Portuária.
Para o presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Guterra, os guardas portuários desempenham atividade de segurança pública, em ambiente de risco, por isso é fundamental que estejam bem equipados.
Em Brasília, no último dia (5), representantes da Guarda Portuária em Santos (SP), Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ), e Rio Grande (RS) já haviam se reunido com representantes do Ministério da Justiça e da Casa Civil para tratar do tema.  A expectativa é que o projeto seja sancionado pela presidenta na próxima semana.


Fonte: FNP






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quinta-feira, 21 de março de 2013

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REPRESENTANTES DA GUARDA PORTUÁRIA FORAM RECEBIDOS NA SEP





Na última quarta-feira (20), o presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Eduardo Guterra,o pressidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, o presidente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro, Sergio Magalhães Gianetto, e os representantes da Guarda Portuária, Ange Bibiou, Dejacy da Conceição e Sergio Ricardo Mendonça, foram recebidos pelo ministro da Secretaria de Portos (SEP), Leônidas Cristino. Os trabalhadores entregaram pauta com itens que reivindicavam que fossem incluídos ou retirados alguns itens da Medida Provisória 595/12 que cria novo regulamento para o setor. O documento também foi entregue ontem ao relator da MP, o senador Eduardo Braga.

Os trabalhadores pediram apoio do ministro nas discussões sobre a inclusão da Guarda Portuária na MP. A categoria pediu a supressão do parágrafo único do artigo 4º que prevê a privatização da administração portuária, hoje a cargo das companhias Docas. Na ocasião, o ministro se comprometeu a analisar o documento com essas e outras reivindicações dos portuários.
O trabalho realizado pelos nossos "anjos guerreiros" foi muito importante em Brasília. o trabalho entregue ao ministro e ao relator da MP mostrando a realidade da Guarda Portuária ajudou no convencimento para a manutenção da categoria.


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sábado, 2 de março de 2013

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GUARDA PORTUÁRIA LUTA CONTRA MP-595



A AGPERJ esteve presente em Brasília na última terça e quarta-feira representada pelos Guardas Portuários Dejacy, Péricles e Camargo onde se juntaram aos representantes do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro Biniou e Mendonça com o objetivo de buscarem apoio dos parlamentares nas emendas propostas na MP 595.

Dos vários parlamentares procurados pelo grupo destacam-se as recepções dadas pelos Deputados Federais Nelson Marquezelli (PTB –SP), Edson Santos (PT-RJ) e Marcio França (PSB-SP). Marquezelli, membro titular da comissão que trata da MP dos Portos, mostrou-se indignado com a possibilidade de exclusão da Guarda Portuária na Segurança dos Portos e afirmou que dará todo o apoio necessário para a aprovação das emendas que visam manter a permanência de atuação da categoria. O deputado paulista também alertou o grupo quanto a manobra do Governo de manipular informações para justificar a extinção da Guarda Portuária, como o fato de que, segundo o Governo, a média salarial dos componentes da Guarda Portuária, próximos ao teto do funcionalismo público. Já o deputado Edson Santos, mesmo não fazendo parte da comissão, dedicou seu tempo no intuito de ajudar o grupo usando de sua influência para que os mesmos pudessem conversar pessoalmente com representantes de alta importância no Governo.


Representantes da Guarda com o Deputado Federal Nelson Marquezelli


O grupo foi apresentado em um primeiro momento ao Deputado Federal Luiz Sergio (PT-RJ) que informou que o Governo também estaria usando como justificativa para implementação da MP dos Portos estatísticas baseadas no fato de que a tarifa aplicada para a movimentação de cada contêiner no Porto de Santos custaria torno de $360,00, valor 47% maior que o aplicado no Porto de Roterdã.


No entanto a realidade era outra, pois o Deputado estava com um estudo da FGV, encomendado pela FIESP, onde se percebia que o Governo estava manipulando as informações, escolhendo o Porto mais caro do Brasil e comparando com o porto mais em conta internacional. Porém o Deputado luiz sergio alertou que a tarifa do Rio, por exemplo era mais barata que a de Roterdã e que foram apontados diversos portos internacionais com tarifas mais elevadas que a de Santos.


Em seguida o Deputado Federal Edson Santos se dirigiu com os representantes da Guarda Portuária para a sessão que ocorria na Comissão dos Portos e pessoalmente solicitou aos Deputados e Senadores presentes o apoio necessário para a Guarda Portuária. Marcio França, autor de duas emendas propostas na MP 595, cujo assunto trata-se especificamente da Guarda Portuária, alertou o grupo ao afirmar que o Governo não tem interesse em manter as Companhias Docas como autoridades portuárias e que a sobrevivência da Guarda Portuária dependeria exclusivamente das aprovações das emendas propostas.

O grupo também recebeu o apoio do Senador Eduardo Braga (PMDB-AM), relator da comissão da MP dos Portos, através do seu chefe de gabinete, Dr. Alexandre, por quem foram recepcionados. Vale ressaltar que o Dr. Alexandre foi o responsável pela indicação do presidente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro para participar como membro palestrante da audiência pública sobre a MP dos Portos a ser realizada na próxima semana.

Por fim os representantes da Guarda Portuária assistiram a sessão da Comissão dos Portos onde ficou decidido a realização de audiência pública com participação dos representantes portuários a serem ouvidos nos dias 05 e 06 de março e representantes das empresas portuárias, usuários e especialistas a serem ouvidos no dia 12 de março. A participação do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro na audiência pública foi confirmada para o dia 06 de março.

O cronograma de trabalho da Comissão

05.03.2013 – Representantes dos Trabalhadores Portuários

1. FNE – Federação Nacional dos Estivadores

2. FNP – Federação Nacional dos Portuários

3. FENCCOVIB – Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, Nas Atividades Portuárias.

4. Representante do Ministério Público do Trabalho

06.03.2013 – Representantes dos Trabalhadores Portuários

1. FETAPORT – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Agenciamento Marítimo, Aquaviário e Operadores Portuários

2. STSPPERJ – Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro

3. Representante da Intersindical da Orla Portuária do Estado do Espírito Santo

12.03.2013 – Representantes das Empresas Portuárias / Usuários / Especialista (Grupo 1)

1. FENOP – Federação Nacional dos Operadores Portuários

2. FENAVEGA – Federação Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Fluvial, Lacustre e de Tráfego Portuário

3. ABRATEC – Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público

4. Paulo Fernando Fleury – Presidente do Instituto de Logística e Supluy Chaim - ILOS

5. Sérgio Aquino – Ex-Presidente do Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Santos

6. ABTP – Associação Brasileira dos Terminais Portuários

13.03.2013 – Representantes das Empresas Portuárias / Usuários / Especialista (Grupo 2)

1. CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

2. CNI – Confederação Nacional da Indústria

3. CNT – Confederação Nacional do Transporte

4. Jorge Gerdau Johannpeter - Coordenador da Ação Empresarial

5. Antonio Delfim Neto – Ex-Ministro da Fazenda

6. ABDIB – Associação Brasileira da Indústria de Base e Infraestrutura

20.03.2013 - Representantes do Governo Federal

1. SEP – Secretaria Especial de Portos

2. Ministério dos Transportes

3. Ministério do Trabalho e Emprego

4. Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

5. ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários

6. EPL – Empresa de Planejamento e Logística


Fonte: Péricles Lata Mosso - Diretor Jurídico AGPERJ
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terça-feira, 30 de outubro de 2012

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GUARDA PORTUÁRIA-RJ ADMITE SETE GUARDAS


 
SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / GUARDA PORTUÁRIA






Apesar do grande déficit da Guarda Portuária do Rio de Janeiro/CDRJ, apenas sete guardas foram admitidos e receberam o curso de formação.
 
No último dia 15, eles concluíram o curso de formação e já estão compondo o quadro da Guarda Portuária da Companhia Docas do Rio de Janeiro - CDRJ
 
 

Foram 90 dias de intenso treinamento e capacitação que os novos guardas passaram, sob o rígido regime da empresa de treinamento ABRAPAM.

Conhecimento técnico, tático, defesa pessoal, imobilização, noções de ISPS Code, antiterrorismo, negociação e imobilização, fizeram parte da grade

O Concurso

O concurso ocorreu em maio de 2010 e tinha validade até maio de 2012. O caráter da seleção era o de preenchimento do cadastro de reservas, mesmo assim, na época foram chamados oito dos aprovados.


 Ange Biniou
 
 
No final do ano passado, Ange Biniou, então presidente da Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro – AGPERJ, deu entrevista ao Portal Marítimo sobre a polêmica do último concurso para o cargo.







Bem, em primeiro lugar, qual a posição da AGPERJ em relação ao imbróglio envolvendo o último concurso para guarda portuário?
 
A posição da AGPERJ é a mesma em relação aos concursados, ou seja, de total insatisfação ao processo que vem sendo adotado neste último concurso. Se uma empresa abre um concurso para cadastro de reserva é por que, no mínimo, prevê uma necessidade futura de novos funcionários. E a própria Cia Docas já provou essa real necessidade ao publicar edital de convocação de vigilância terceirizada.
 
Qual a opinião da AGPERJ em relação ao déficit de guardas portuários nos portos brasileiros e, especificamente, no Porto do Rio?
 
Infelizmente só se pensa em segurança depois da “casa arrombada”. Com a GP não poderia ser diferente. Somente somos tolerados por conta da lei, senão seria tudo terceirizado. Apenas como ilustração, do ultimo concurso para os que já estavam na GP, há um “buraco” de quase 20 anos. Precisou acontecer aquela tragédia das Torres Gêmeas para a “fênix” ressurgir das cinzas. A Guarda Portuária é uma instituição criada por lei. Sua função vai muito além de segurança, policiamento e fiscalização nos portos brasileiros. Sua atuação é de tal importância que lida diretamente com área de fronteira internacional. Toda carga ou passageiros de navios estrangeiros que passam pelos portos brasileiros estão subordinados à segurança e fiscalização da Guarda Portuária. Diversas áreas nos portos do Rio de Janeiro deixam de ser cobertas pela Guarda Portuária por falta de material humano e aquelas que estão cobertas não tem a quantidade necessária considerada como ideal.
 
Na opinião de vocês, por quê os aprovados ainda não foram chamados, uma vez que está nítida a necessidade de mais guardas portuários em efetivo serviço?
 
Devido a Cia DOCAS ter ocupado as vacâncias da GP, colocando pessoal da administração como engenheiros, administrativos, etc. (vide as convocações dos outros cargos deste concurso em relação à Guarda) voltando a preencher o efetivo total da Empresa, desprezando os diversos apelos de superintendências passadas para o devido preenchimento das vagas. Portanto, hoje, a DOCAS somente admitirá os concursados em havendo novas vacâncias ou ficando pronto o novo plano de segurança, cujo edital está em vias de ser publicado no diário oficial, onde obrigatoriamente constará o efetivo total. O qual terá que ser cumprido. Todos os ofícios enviados pela AGPERJ à diretoria da Cia Docas do Rio de Janeiro solicitando a contratação de novos concursados foram respondidos com a justificativa de aguardo da criação de um novo Plano de Segurança para definir o efetivo necessário na Guarda Portuária do RJ. O problema é que essa burocracia vem se prolongando a um bom tempo. A contratação desses concursados é uma gestão da empresa e o último concurso foi de cadastro de reservas. O que não iremos admitir é que a empresa contrate serviço de segurança terceirizada sem antes chamar todo o banco de aprovados do último concurso em vigor.
 
Entre nossos leitores, houve quem disse que não era interessante para os guardas portuários a entrada dos aprovados, por conta do acúmulo de gratificações por horas extras. Isso é verdade? Qual a posição da AGPERJ a respeito desta acusação?
 
Isto é uma inverdade. Hoje, a Guarda Portuária do Rio de Janeiro trabalha numa escala de 12×24, 12×72. Tanto que os novos seis colegas recém chegados já estão trabalhando nessa mesma escala. A Guarda Portuária do Rio de Janeiro não faz horas extras além da necessária que corresponde a 1 (uma) hora de rendição por cada troca de plantão e essa hora é justificada para a realização de deslocamento dos postos até a sede. A política atual da empresa não permite a realização de horas extraordinárias. Portanto a contratação de novos concursados não modifica em nenhuma hipótese a remuneração dos Guardas Portuários do quadro atual. Ao contrário dessa falsa acusação, a expectativa de toda a categoria é pelo preenchimento o mais rápido possível dessa vacância, desonerando, dessa forma, o trabalho de quem tem que se desdobrar para cobrir esse déficit.
 
 O que a AGPERJ planeja fazer em relação a esta situação?
 
Como se sabe, o concurso foi para cadastro de reserva, o que gera para o concursado uma mera expectativa de direito. Porem, a DOCAS, ao publicar em diário oficial um edital de convocação de empresa de vigilância armada, evidenciou a carência de pessoal, comprovando a necessidade, o que deixou de ser mera expectativa. Como já dito, a atual gestão da AGPERJ vem alertando a empresa da real necessidade de novos funcionários. Porém a convocação ou não dos concursados é uma gestão da empresa. O que é ilegal e não permitiremos é a contratação de serviços terceirizados de segurança para atuar nos portos e patrimônios de Docas uma vez que há concurso para Guarda em vigor. Elaboramos documento e enviamos ao TCU denunciando a irregularidade dessa terceirização. Estamos encaminhando também esse documento ao Ministério do Trabalho e Ministério Público. Estamos realizando trabalho junto aos concursados manifestando todo tipo de apoio e agindo em prol da convocação deles e vamos tomar todas as medidas necessárias para inibir tais irregularidades.
 
Tirando o foco do concurso dos GP’s, qual a missão da AGPERJ e quais as questões com as quais a associação está envolvida atualmente?
 
A função principal da AGPERJ, como o próprio nome já diz, é zelar pela parte social dos guardas portuários. Porém sua atuação vai muito além dessa função. Nosso comprometimento é com a Guarda Portuária de um modo geral. Agimos na defesa de seus integrantes e da Instituição, no bem estar da categoria, nos interesses e anseios da Guarda Portuária. Temos também um importante papel a nível nacional. A Guarda Portuária do Rio de Janeiro é vista como referência no Brasil. Muitas de suas lutas visam beneficiar a Guarda Portuária não só do Rio de Janeiro, mas de todo o Brasil. Entendemos que só unindo todas as Guardas Portuárias conseguiremos a força necessária para alcançar nossos objetivos. A AGPERJ vem realizando um excelente trabalho em Brasília na aprovação de Projetos de Leis os quais todas as Guardas Portuárias estão envolvidas, como é o caso do PL 454/11 (PRONASCI), PLC 87/11 (Estatuto do desarmamento), PEC 59/07 (Polícia Portuária Federal), entre outras. Além disso, ainda temos um projeto de criar a unificação da Guarda Portuária, a nível nacional, dentro da SEP.
 
O que falta aos GPs hoje e o que já foi conquistado?
 
Todas as nossas conquistas são frutos do trabalho não só da AGPERJ, mas de toda a Guarda Portuária. Todo trabalho feito pela AGPERJ é realizado com a colaboração de toda categoria. Nossa maior conquista está em todo o apoio em nós depositado. A categoria está unida. Todos colaboram de diversas formas, atuando, sugerindo, incentivando. Zelamos pela transparência de nosso trabalho e procuramos informar a categoria sempre sobre a verdade dos acontecimentos. Tivemos um ótimo ano. Obtivemos importantes vitórias em Brasília, manifestamos nossos anseios junto a Cia Docas e a SEP, realizamos excelente trabalho em nossas negociações coletivas, atendemos diversos anseios da categoria. Ainda temos muito trabalho pela frente. É só o começo.

 

 
 
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