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GUARDA PORTUÁRIA DETÉM CAMINHONEIRO APÓS TOMBAMENTO DE VEÍCULO EM VIA DO PORTO DE SANTOS

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos como embriaguez ao volante Na manhã do último domingo (14/06), por ...

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domingo, 26 de fevereiro de 2023

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GUARDA COSTEIRA FRANCESA ENCONTRA COCAÍNA EM NAVIO PROVENIENTE DO BRASIL

 

O cargueiro, carregado com 20 mil toneladas de farelo de soja, deixou o Porto de Paranaguá, no Brasil, no dia 24 de janeiro

A Guarda Costeira da França encontrou na cidade portuária de Lorient, no noroeste da França, 180,3 kg de cocaína escondidos no navio graneleiro “Falkonera”, de bandeira liberiana, procedente do Brasil.

O entorpecente foi apreendido na noite de 9 para 10 de fevereiro de 2023, em frente ao Porto de Lorient. O cargueiro, carregado com 20 mil toneladas de farelo de soja, deixou o Porto de Paranaguá, no Brasil, no dia 24 de janeiro.

O promotor de Lorient, Stéphane Kellenberger, especificou em comunicado à imprensa, no dia 14 de fevereiro de 2023, as circunstâncias da apreensão.

Após o direcionamento da unidade de inteligência e orientação de inspeções marítimas do serviço de guarda costeira alfandegária de Nantes, a tripulação da brigada de guarda costeira de Lorient realizou a inspeção do cargueiro “Falkonera”.

A fiscalização começou ao nível do convés principal, na presença do capitão e dos marinheiros do navio, todos de nacionalidade indiana. Às 2h30, uma equipe de três mergulhadores da alfândega iniciou uma inspeção no casco do navio. Trinta minutos depois, a avaliação evidencia uma anomalia numa das redes de água do mar, sea chest (baú de mar), abaixo da linha d’água.

“A droga foi encontrada acondicionada em fardos impermeáveis”, disse à AFP Guillaume Pape, da assessoria de imprensa da Guarda Costeira da região.

O comunicado da promotoria continua: “Ao final das operações de mergulho, os testes realizados no pó branco contido nos tabletes reagiram positivamente à cocaína. O capitão foi imediatamente colocado em detenção alfandegária, sendo imediatamente notificado o Ministério Público de Lorient. (…) Os bens e o capitão foram entregues, sob a supervisão do Raid, à Direcção Territorial da Polícia Judiciária de Rennes - ramo Ofast, de acordo com as directivas e sob a coordenação do procurador de Lorient. O capitão do navio foi detido, para efeito de verificação, antes de ser libertado”.

O estupefaciente apreendido, destinado à destruição imediata, representa um valor superior a 15 milhões de euros no mercado de revenda ilícita a varejo, além do seu impacto em termos de saúde pública e criminalidade organizada.

Sea Chest

Os sea chest (baús de mar), ou em francês as “caixas de captação de água”, são espaços ocos e estanques, no casco de um navio, que podem ser inundados e servem para sugar a água do mar por meio de canos. Essa água é essencial para resfriar motores, prevenir riscos de incêndio, encher lastros ou ser bebida depois de dessalinizada. Atrás das grades dessas cavidades, os pacotes de drogas foram "escondidos, imersos e embalados de forma selada", detalhou o procurador de Lorient, Stéphane Kellenberger. Uma técnica cada vez mais utilizada

(Infographie Le Télégramme/Laurent Silliau)

Esta não é a primeira vez que essas caixas de entrada de água são usadas para esconder drogas em um navio cargueiro. Em 26 de maio de 2022, três sacolas contendo 128,4 kg de cocaína e pesadas por discos de ferro fundido foram encontradas em uma cavidade localizada a doze metros de profundidade no casco de um graneleiro.

O navio, que esperava para despejar celulose no Porto de La Rochelle, também era procedente do Brasil e também arvorava bandeira da Libéria. Mais recentemente, um dia antes da apreensão em Lorient, em 8 de fevereiro de 2023, a alfândega de Gibraltar apreendeu 172 kg de cocaína escondidos nas tomadas d'água de um cargueiro que estava estocando combustível na Baía de Algeciras.




A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

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NOVAS MOTOS REFORÇAM SEGURANÇA NOS PORTOS DO PARANÁ

 

Equipes da Guarda Portuária usarão os veículos em  abordagens nos Portos de Paranaguá e Antonina

A Guarda Portuária (GPort) vinculada a empresa pública “Portos do Paraná”, que administra os portos públicos daquele estado, recebeu um reforço importante: quatro motos para uso em patrulhamento. Elas darão uma maior mobilidade para atuação em abordagens nos Portos de Paranaguá e Antonina.

“As motos fazem parte da modernização das forças de segurança, juntamente com a compra de armas novas e os treinamentos recebidos”, destaca Romeu Canedo, gerente adjunto da GPort.

De acordo com ele, os novos veículos darão mais agilidade nos atendimentos. “A moto permite uma mobilidade maior e nossas equipes chegarão mais rápido para responder os chamados”, afirma.

Os equipamentos foram adquiridos pensando nas necessidades do serviço e equipadas para o patrulhamento.

“São motos de médio porte, Honda XRE 300, com boa capacidade, freio ABS, totalmente equipada para a GPort, similares às usadas pela Polícia Militar (PM) e guardas municipais. Elas vêm equipadas com giroflex, sirene, todos os itens necessários para o uso no dia a dia do piloto”, diz o coordenador de Serviços Gerais da Portos do Paraná, Evandro Ricardo Ziemniczak.

Todos os demais equipamentos de segurança e treinamentos já estão sendo fornecidos pela empresa pública aos pelotões que serão formados para o uso dos veículos.


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

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MP AFIRMA QUE CERCA DE 100 PESSOAS PODEM ESTAR ENVOLVIDAS NO ESQUEMA DOS “DEDOS DE SILICONE” NO PORTO




A maioria foi demitida antes mesmo das denúncias serem oferecidas à Justiça

Vinte e dois servidores que trabalhavam no pátio de triagem e no setor administrativo da APPA, nenhum deles em cargo de chefia, foram denunciados pelo Ministério Público.

A maioria foi demitida antes mesmo das denúncias serem oferecidas à Justiça, depois que o MP pediu à Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina que instaurasse uma investigação interna.
O promotor Leonardo Busatto afirmou que o número de envolvidos no esquema dos dedos de silicone pode chegar a 100.
As denúncias foram oferecidas quase 3 anos após o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na zona portuária de Paranaguá. Em fevereiro de 2014, agentes da Polícia Federal encontraram 23 moldes de dedos de silicone que, segundo a promotoria, eram usados pra burlar o ponto eletrônico de presença na APPA. Durante a investigação, cerca de 30 pessoas foram ouvidas, e fichas pontos dos funcionários analisadas. Imagens do circuito interno também foram anexadas ao inquérito.  O promotor diz, no entanto, que outros vídeos desapareceram pra, segundo ele, ocultar o envolvimento de mais gente no esquema .
O Ministério Público diz que o grupo fraudou o ponto eletrônico de presença durante os 6 meses que antecederam a varredura na APPA pelos agentes federais.
O promotor é taxativo: havia uma quadrilha organizada trabalhando nos portos do Estado. E atenta para a ausência de fiscalização, facilitando a vida dos donos dos dedos de silicone.
Os denunciados terão tempo para se defenderem das acusações de estelionato e formação de quadrilha. Se condenados, podem pegar até 8 anos de prisão e terão que devolver os salários recebidos por dias de serviço não trabalhados – valores que ainda não foram contabilizados.
Em nota, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina informou que assim que o caso veio à tona, instaurou um processo administrativo que resultou na demissão de 15 empregados . Outros procedimentos internos de investigação ainda estão em curso, em fase de contraditório.
A APPA diz que também que levou a situação ao Ministério Público Federal.

Fonte: CBN

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sábado, 31 de maio de 2014

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CAMINHONEIROS FECHAM ACESSO AO PORTO DE PARANAGUÁ


Na última quinta-feira (29), uma manifestação organizada pelas redes sociais obstruiu totalmente a BR 277 próxima ao Porto de Paranaguá. Motoristas de caminhão autônomos e ligados a cooperativas e sindicatos fizeram um protesto queimando pneus em função das multas emitidas pela Guarda Municipal de Paranaguá. Por determinação do Ministério Público do Trabalho (MPT), a prefeitura está aplicando a lei de trânsito de forma intensa no que se refere ao estacionamento em lugares impróprios. O MP entendeu que os caminhões estavam causando transtorno no trânsito nos arredores da área portuária em função dos estacionamentos irregulares.

De acordo com o presidente da Cooperativa Mista e de Transporte de Fertilizantes, Sal, Corrosivos e Derivados do Litoral (Coopadubo), Luiz Henrique Castanho Coelho, em menos de uma semana foram mais de 80 multas emitidas. “Tem motorista que teve a carteira suspensa e não consegue mais trabalhar. Estão multando até caminhões estacionados dentro de casas. A arbitrariedade no cumprimento da lei gerou revolta e fica difícil controlar os ânimos, uma vez que o movimento não tem uma liderança, nasceu da insatisfação generalizada”, afirmou.

A pista foi liberada por volta das 10hs pelo Corpo de Bombeiros. A manifestação não prejudicou as operações portuárias, apenas causou lentidão no acesso ao cais comercial pela Avenida Ayrton Senna da Silva.

A Appa vem realizando diversas reuniões com operadores portuários, sindicatos, prefeituras e representantes da sociedade organizada para discutir a necessidade da criação de espaços próprios para acondicionamento de caminhões. “Temos registrado aumento sistemático da movimentação de mercadorias e, com isso, aumenta proporcionalmente o fluxo de caminhões. Para que o porto tenha uma relação harmônica com a cidade, é preciso organizar estes caminhões. Já existem empresas se mobilizando para construir seus pátios e evitar transtornos desta natureza”, disse o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino.


Fonte: APPA






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sexta-feira, 26 de abril de 2013

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NO PORTO DE PARANAGUÁ, GRÃO DE SOJA VIRA MOEDA DE TROCA POR CRACK





Usuários de crack encontraram na soja uma nova moeda de troca para sustentar o vício no entorno do Porto de Paranaguá, no Litoral do estado do Paraná. Eles arrebentam as bicas de caminhões carregados e levam o que conseguem.

Os cadeados que reforçam a segurança dos caminhões não são suficientes para impedir a ação dos viciados da “cracolândia da soja” na região portuária. Esses pequenos furtos acontecem com mais frequência durante a noite e a madrugada, quando os caminhoneiros saem do pátio de triagem para os locais de descarregamento que funcionam 24 horas.

Na maioria dos casos em que a soja é furtada dessa forma, os caminhoneiros precisam enfrentar outro drama. Depois de atacados pelos dependentes químicos, eles se deparam com os policiais, que, em vez de perseguir os usuários de drogas, multam os caminhoneiros por sujar a via pública.

Eles são obrigados a limpar a rua dos restos de soja que os “craqueiros” não conseguiram pegar. Como estão nas filas que se formam nas ruas próximas aos terminais, os caminhoneiros dizem também que não contam com a autoridade portuária para zelar pela segurança dos veículos.

Para o comandante do 9.º Batalhão da Polícia Militar do Paraná em Paranaguá, major Nivaldo Marcelos da Silva, o maior problema é a dificuldade de manter essas pessoas presas.

“Os drogados que cometem esses furtos são conhecidos, mas, mesmo que sejam pegos em flagrante, têm de ser soltos por causa da legislação vigente. Dessa forma, no mesmo dia eles voltam a cometer os mesmos delitos”, diz.

O major afirma que uma ação em conjunto com a Polícia Civil já prendeu alguns receptadores da “soja suja”. “Prendemos alguns, mas outros receptadores apareceram na mesma velocidade. Estamos constantemente investigando esses casos e acreditamos que os grãos sejam manipulados na área rural de Paranaguá e em alguns casos até levados para outras cidades”, completou. Sobre as multas, ele disse que, se o caminhoneiro comprovar com um boletim de ocorrência que houve o furto, pode recorrer.

Modus operandi

Os caminhões de soja contam com dois sistemas de escoamento: as bicas, localizadas na parte de baixo da carreta, e o tombador (na porta traseira do caminhão).

A ação dos usuários de crack é rápida. Eles recolhem a soja das ruas com sacos e até carrinhos de mão. Muitas vezes levam os produtos para cantos abandonados. Depois, vendem os grãos por até R$ 10 a saca de 60 kg (contra R$ 60 do preço normal) para as empresas que vivem da “soja suja”, o refugo que sobra nos armazéns e dos caminhões e é utilizado para ração animal. Mas também há casos de troca direta de soja por pedras de crack, segundo caminhoneiros locais.

Caminhoneiros são orientados a trancar bicas

O caminhoneiro Ivanildo Fernandes, de Tupãssi, no Oeste do Paraná, reforçou o seu caminhão para evitar o prejuízo. “O que eu tenho feito é colocar um parafuso grosso, com porca lisa, para dificultar as ações deles. Mas dá dó mesmo é dos jovens caminhoneiros, que não têm essa malícia, vêm aqui e perdem muito, levam multa e ainda têm de pagar o prejuízo”, diz.

Nem os caminhoneiros parnanguaras conseguem fugir dos furtos. “É só parar o caminhão na avenida que eles chegam a pé ou de bicicleta e levam a carga. Um prejuízo de duas ou três sacas de soja já faz a gente perder quase a metade do valor do frete. Ganhamos em torno de R$ 120 para levar uma carga com o caminhão pequeno de um armazém ao outro. Quando somos roubados, recebemos só R$ 70”, conta o presidente do sindicato dos condutores autônomos de Paranaguá, Ademir Scumsson.

Resposta

O Porto de Paranaguá, por onde foram exportados no ano passado 13 milhões de toneladas de soja e derivados, diz que não pode policiar a área e que, desde 2012, orienta os caminhoneiros a trancar bem suas bicas e tombadores, para evitar a ação dos viciados. As dicas são distribuídas antes de os caminhoneiros chegarem à cidade, em parceria com as concessionárias das estradas que levam ao porto, com a distribuição de folhetos com mapas da cidade e dicas para o descarregamento.

“Hoje esse é o nosso maior problema no porto, desde que eles criaram o pátio e o sistema de controle do caminhão, que só é liberado para vir carregado do ‘Nortão’ quando tem espaço no porto”, afirma Daniel Rodrigues de Oliveira, caminhoneiro de Toledo (PR).

Amador Trindade Filho conta seu segredo para evitar a ação dos dependentes químicos. “Tento chegar em Paranaguá no meio da madrugada para descarregar no começo da manhã. O pior é chegar no fim da tarde, começo da noite. Aí, certamente você será chamado para descarregar na madrugada.”
 

Fonte: Gazeta do Povo





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segunda-feira, 18 de março de 2013

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PARANÁ INVESTE EM SEGURANÇA PORTUÁRIA



Governo do Paraná investe em segurança para a área portuária
 

 

Com o objetivo de tornar os portos do Paraná mais seguros, governador autoriza a contratação de serviços de inspeção de cargas não invasiva, além da construção de muros, substituição de cercas e instalação de novos portões e grades para controle do acesso

O governador do Paraná, Beto Richa, acaba de autorizar a contratação de serviços de inspeção de cargas e de contêineres através de sistemas de scanner, construção de muros e a substituição de grades e portões em todas as áreas de acesso controlada da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Estas medidas irão promover maior controle do acesso de cargas e das pessoas que entram e saem do complexo portuário.

Com a autorização do governado do Estado, a Appa dará início aos processos licitatórios. “É um grande investimento que o Paraná faz em segurança. Nossas fronteiras estarão recebendo rígido controle de tudo que entra e sai do nosso Estado. É importante ressaltar que é dever do Estado evitar que – junto com as riquezas que passam por aqui – sejam transportadas cargas ilícitas como drogas e contrabando”, afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Sobre a inspeção de cargas, Dividino explica que os serviços serão feitos por empresa especializada em locação e prestação de serviço de operação e manutenção de equipamentos como grandes scanners que ficarão à disposição da Receita e da Policia Federal.

No contrato, estarão inclusas a infraestrutura e a instalação física, infraestrutura elétrica e lógica, bem como a operação do sistema por pessoas habilitadas ao manuseio de sistemas desta natureza.

Agilidade

Estes sistemas deverão trazer agilidade no desembaraço e liberação das cargas. Será escaneado um contêiner por vez e as imagens em tempo real serão disponibilizadas aos técnicos da Receita e da Policia Federal.

Todos os equipamentos e serviços serão executados de acordo com as especificações técnicas estabelecidas pela Receita Federal do Brasil (RFB) – Portaria nº 3.518 de 30 de setembro de 2011.

Sobre a construção de muros e a substituição de grades e portões em todas as áreas de acesso controladas da Appa, o superintendente afirma que também será um investimento importante para manter a segurança das cargas e, principalmente, das pessoas que trabalham no Porto.

“Depois de quase 30 anos, faremos novos investimentos nas fronteiras físicas do Porto. Serão substituídas grades e portões na região da Faixa, Edifício Sede, Silo Vertical e áreas retro-portuárias (de retaguarda) estabelecendo as fronteiras das áreas controladas de acordo com as normas de segurança internacional”, finaliza Dividino.
 
Fonte: APPA
 
 
 
 
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terça-feira, 5 de março de 2013

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GUARDA PORTUÁRIA E POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL FAZEM OPERAÇÃO CONJUNTA NO PARANÁ





O governo do Paraná lançou nesta segunda-feira, 04, a Operação Safra, programa que visa impedir a formação de filas nas estradas por conta do escoamento da safra de grãos nas estradas e portos do Estado do Paraná. A Operação Safra do Porto de Paranaguá foi implantada na região dos Campos Gerais. Iniciado na BR 277 no final de janeiro, o Plano agora começa sua fase de interiorização.

Agentes da Guarda Portuária e da Polícia Rodoviária Federal abordaram motoristas no posto da PRF em Furnas, na BR 376. Eles distribuíram, no posto de pedágio da Concessionária CCR RodoNorte, em São Luiz do Purunã, folders explicativos da campanha aos caminhoneiros.

Além da distribuição de material nas praças de pedágio do interior, a Appa dá início a uma caravana que irá percorrer os postos de combustível das principais estradas de acesso ao porto, para conversar com os caminhoneiros e distribuir material informativo. Um site específico sobre a Operação Safra (www.operacaosafra.pr.gov.br), com informações em tempo real sobre o programa, também foi lançado, com matérias, contato direto com a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e parceiros e esclarecimentos sobre essa grande operação.

OPERAÇÃO SAFRA
 
 

A Operação Safra tem o objetivo de informar quais são os procedimentos operacionais do porto, as regras e as mudanças logísticas estabelecidas para melhorar o fluxo de mercadorias. Acredita-se que, com a sincronia de todos os envolvidos deste sistema, o porto atingirá maior eficácia operacional diante da expectativa de novos recordes na produção.

“Este é um plano bastante ousado no intuito de melhorar a operacionalização do escoamento da safra 2013. Temos mapeados os mais de 500 pontos de onde sai á carga de grãos rumo ao Porto de Paranaguá. Além disso, temos o mapeamento dos terminais do porto e da cidade de Paranaguá, onde atualizamos toda a sinalização para orientar quem chega para descarregar”, afirma Richa Filho.

O programa trabalha com três principais frentes: comunicação com o exportador, caminhoneiros e com os operadores portuários. Entre as mudanças principais estão as novas rotas de acesso aos terminais de grãos. Foram estabelecidos caminhos alternativos para cada um dos terminais de descarga, para evitar dificuldades no tráfego dentro da cidade. Placas de sinalização foram instaladas para orientar os motoristas. Além de serem distribuídos pela Caravana, os folders informativos também estão sendo entregues nas praças de pedágio na BR 277 e BR 376, além do pátio de triagem. O folder traz um mapa, para orientar os motoristas, e contém os telefones dos terminais de descarga em caso de dúvidas.

Além disso, foram espalhados outdoors e outras mídias pelas principais estradas que dão acesso ao porto e, no pátio de triagem, avisos sonoros e totens informativos são usados para divulgar as regras de recebimento dos caminhões. Os exportadores estão recebendo informativos eletrônicos que detalham as regras da Ordem de Serviço 21, editada no ano passado, que regulamenta o recebimento de cargas no Porto de Paranaguá.

“Este ano esperamos uma safra maior do que a do ano passado. Por isso, queremos nos aperfeiçoar ainda mais com esse planejamento no Porto, em Paranaguá, e agora rumando ao Interior. O objetivo é que os caminhões não saiam dos pontos de origem desavisados e sem cadastro. Dessa maneira, evitamos transtornos para os demais usuários das vias, para as transportadoras que não têm aumento nos custos, e para o próprio caminhoneiro”, afirma o diretor empresarial da Appa, Lourenço Fregonese.

Até o final de março, o material estará sendo distribuído na região de Cascavel e no interior de São Paulo, no entroncamento das estradas que ligam o Mato Grosso ao Paraná.

CARGA ONLINE

O sistema Carga Online continua sendo usado, com ajustes que aperfeiçoaram o sistema de triagem e endereçamento das cargas para os terminais privados. Com relação à programação de cargas, nada mudou do ano passado, pois somente serão programados para descarga os caminhões que tiverem programação de embarque e que tenham espaço para descarga nos terminais públicos e privados de carregamento. A novidade este ano será a integração de todas as informações no sentido de dar conta desta super safra.

“O porto é um ponto de passagem no processo de escoamento da safra. Por isso, é necessário aperfeiçoar os processos de forma a facilitar a programação para os exportadores”, disse o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino. “Para que tudo isso funcione adequadamente, é necessário dar ampla divulgação, principalmente aos exportadores, sobre as regras para evitarmos transtornos como a formação de filas nas estradas”, completou.

A Operação Safra foi desenvolvida pela Appa e conta com apoio dos Terminais Portuários Privados do Porto de Paranaguá, Grupo Ecovia, CCR Rodonorte e, institucionalmente, pela Polícia Rodoviária Federal e Militar. “O nosso objetivo é colaborar com essa grande operação para evitar as filas e outros transtornos. Assim, ajudamos a deixar as estradas ainda mais seguras”, afirma o delegado chefe da PRF em Ponta Grossa, Haroldo Rauch Filho. Segundo ele, ao longo da Operação Safra, a Polícia Rodoviária Federal dará continuidade à abordagem dos caminhoneiros e entrega do material.

A Federação Paranaense de Caminhoneiros Autônomos também apoia o programa “Tudo o que o governo faz para melhorar o Porto tem sempre nosso aval. Precisamos acabar com as filas e dar mais conforto e segurança aos caminhoneiros. A vida e a segurança nas estradas vêm em primeiro lugar”, garante o presidente da Federação e do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Ponta Grossa (Sinditac), Neuri Tigrão .

 
 





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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

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APPA INAUGURA INSTALAÇÃO DO CENTRO DE COMANDO


SEGURANÇA PORTUÁRIA - AUTORIDADE PORTUÁRA



 
Em 24 de setembro, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) inaugurou a sala que vai abrigar o Centro de Comando e Controle do Serviço de Tráfego Marítimo. O centro recebeu o nome de Arthur Miranda Ramos, superintendente entre os anos 1961 e 68. A homenagem foi recebida pelo Almirante-de-Esquadra da Marinha do Brasil, Arthur Pires Ramos, filho do homenageado.
 
O Centro de Comando Arthur Miranda Ramos está localizado no último andar do prédio ao lado direito do portão principal do Porto de Paranaguá. É uma sala redonda, com visão panorâmica. “O que hoje é apenas uma instalação, até o segundo semestre de 2013 vai abrigar o centro de inteligência e vigilância dos portos paranaenses. Com vistas para a faixa do cais e a sede administrativa, a ideia é que daqui se controle a segurança terrestre e marítima”, afirma o superintendente da APPA, Luiz Henrique Dividino.
Segundo Dividino, a atividade no centro será plena com a implantação dos softwares corporativos, dos sistemas de controle integrados International Ship and Port Facílity Security Code (ISPS) e Vessel Traffic Management System (VTMS). “Pretendemos que isso ocorra ainda no primeiro semestre de 2013. Atualmente, estamos estudando os projetos”, completa.
Na ocasião, o superintendente foi representado pelo diretor empresarial da APPA, Lourenço Fregonese. Participaram da inauguração representantes da Marinha do Brasil – entre eles, além do Almirante-de-Esquadra, o Almirante Paulo Cezar de Quadros Küster, comandante do 5º Distrito Naval, e o Capitão dos Portos, de Paranaguá, Capitão-de-Mar-e-Guerra, José Henrique Rabello – da Polícia Federal, Receita Federal do Brasil, da Praticagem, e do Sindicato das Agências Marítimas do Paraná.
Homenageado
Segundo o diretor da APPA, como superintendente, Arthur Miranda Ramos administrou o Porto como visionário e agregador. Graduado em Engenharia Civil e Ciências Econômicas na Universidade Federal do Paraná, Ramos exerceu diversas funções técnicas na área industrial, energética e portuária.
Na APPA, entre os anos de 1962 e 66, ele realizou o Plano de Expansão do Porto de Paranaguá e organizou o Porto de Antonina, também com plano de expansão. Miranda Ramos recebeu diversas condecorações e deixou muitos trabalhos técnicos publicados. Nascido em Guaratuba, ele faleceu em 1981, aos 59 anos.
A homenagem ao ex-superintendente foi recebida pelo filho dele, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos, Diretor-Geral do Material da Marinha do Brasil. Nascido em Curitiba, ele entrou para a Marinha em 1971 e já tem 41 anos de “casa”. Na instituição, Ramos ocupou diversos cargos, entre eles o de comandante do 5º Distrito Naval, e recebeu inúmeras condecorações.
 
 
"Recebo essa homenagem com muita emoção, não apenas porque o Centro de Comando leva o nome de meu pai, mas, principalmente, por meu pai dar nome a uma sala cuja função é de suma importância para a segurança - de mar e de terra", agradece o Almirante.

 

Fonte: APPA
 
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