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GUARDA PORTUÁRIA DETÉM CAMINHONEIRO APÓS TOMBAMENTO DE VEÍCULO EM VIA DO PORTO DE SANTOS

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos como embriaguez ao volante Na manhã do último domingo (14/06), por ...

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

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GUARDA PORTUÁRIA RECEBE HOMENAGEM NA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTOS PELOS SEUS 100 ANOS






Um dos setores mais importantes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Guarda Portuária do Porto de Santos será homenageada pela Câmara Municipal de Santos na noite desta terça-feira, pela passagem de seu centenário. Autoridades, empresários e lideranças sindicais do setor já confirmaram presença no evento.

A láurea é uma iniciativa do vereador Benedito Furtado (PSB), autor da propositura aprovada e transformada no Decreto Legislativo nº 16, de 08 de agosto de 2013. Na sessão solene uma placa comemorativa em deferência aos 100 anos de instituição será entregue aos dirigentes da Codesp responsáveis pela corporação.

O presidente da estatal portuária, Renato Ferreira Barco, e o presidente da Câmara Municipal de Santos, vereador Sadao Nakai (PSDB), recebem os convidados. Funcionário aposentado da Codesp e ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na administração Portuária (Sindaport0, Benedito Furtado fará o discurso de saudação.

Profundo conhecedor da atividade portuária, ao lado da Associação Profissional da Guarda Portuária e do Sindaport o vereador defende a regulamentação da Portaria nº 121, de maio de 2009. "Sou favorável à organização das guardas portuárias, em todos os portos considerados organizados, mediante diretrizes e normas que consolidem o papel de destaque dessa importante instituição".

A data comemorativa relembra os 100 anos do primeiro regulamento assinado pelo então presidente da Companhia Docas de Santos (CDS), Cândido Gafrée, em 20 de novembro de 1913, estabelecendo os serviços e procedimentos internos para o setor de Administração e Polícia.

Passados 21 anos, em 1934, já no chamado Governo Provisório que marcou o início da era Vargas, o então presidente sancionou o Decreto 24.447, instituindo a Polícia Portuária em seu artigo 8º, à qual cabia o policiamento das instalações nos portos brasileiros. A denominação Guarda Portuária viria em 1963, através do Decreto Lei nº 3, de 27 de janeiro de 1966.

Para o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, a homenagem faz jus à relevância do trabalho desempenhado pela corporação. "É o reconhecimento do poder público por cem anos de realizações e serviços prestados não apenas para o Porto, mas também para a cidade de Santos e até mesmo de Guarujá, e por isso a Guarda Portuária sempre foi e continuará sendo motivo de muito orgulho para todos nós", disse o dirigente, não por acaso um ex-guarda portuário.
 
Fonte: Sindaport


















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segunda-feira, 8 de julho de 2013

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ESTANDE DE TIRO DA GUARDA PORTUÁRIA SOFRE VANDALISMO


Coronel Cubas mostra o local onde ficava armazenada as munições

O Cubas Clube de Tiros, no Jabaquara, sofreu atos de vandalismo no início de junho, chegando a ser queimado. O administrador do local, o coronel da reserva da Polícia Militar José Carlos Cubas de Almeida, culpa a própria PM pelo ocorrido. O tempero da história é que o terreno, ocupado há 25 anos pelo clube, é de propriedade da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que tenta na Justiça recuperar a área para repassá-la à Polícia.

Segundo cubas, a PM invadiu e ocupou o terreno do empreendimento por três dias, colocou fogo em várias dependências e destruiu os vidros do seu carro com pedradas e um tiro de arma de fogo.

fogueira onde foram queimados os bancos do carro e ouros materiais

Questionada sobre todas as acusações, a PM, por meio da assessoria de imprensa, não assumiu a autoria do vandalismo e afirmou que “por não ser pare do processo, só espera para cumprir as decisões judiciais”.

De acordo com José Cubas, o imbróglio teve início no ano passado, quando a SPU, com uma notificação administrativa, lhe solicitou a devolução do terreno. O pedido foi ignorado pelo responsável do clube, pois a retirada só poderia ser ordenada com determinação judicial.

Com o objetivo de negociar a permanência no terreno, José Cubas procurou a SPU e foi informado que, para seguir no local, precisaria realizar alguma espécie de trabalho social.

“Comprovei que já fazia isso, porque é o clube que realiza a administração dos materiais de toda a área, deixando-a pronta, gratuitamente, ao treinamento de tiros das polícias Civil, Federal, Militar, das Guardas Municipais e Portuária e da capitania dos Portos. Foi comprovado o que eles (a SPU) queriam”, declara.

Início da Briga

O tempo passou e José Cubas seguiu no aguardo de uma notificação judicial que o obrigasse a sair. No entanto, ela não veio.

Foi então que, a três meses, a PM tentou acelerar a desocupação da área por conta dela e colocou policiamento militar 24 horas aqui dentro, impedindo os frequentadores de utilizarem o clube. Interpretei aquilo de forma absurda. Como uma viatura entra dentro da “minha casa”, se tenho todos os alvarás de funcionamento em ordem?, questiona.

 Sem nenhuma explicação, segundo ele, a PM entrou na briga que era apenas do clube e da SPU. Inconformado, Cubas foi à Justiça contra a Polícia e abriu um processo pelo crime deturbação de posse – retirada forçada do bem de seu legítimo possuidor. Não demorou, a decisão judicial favoreceu o administrador, exigindo a saída imediata da viatura do local. O que ocorreu prontamente.

Porém, rapidamente também foi a resposta da SPU, que conseguiu cassar a ordem judicial, ordenando a saída de José Cubas do terreno no prazo de 30 dias.

“Estava conformado e comecei a realizar a minha mudança. Mas, quando estávamos prestes a terminar a retirada dos materiais, chegamos aqui (dia 04 de junho), vimos que o portão eletrônico havia sido arrombado e lacrado”, relata José Cubas, que recorreu da decisão com uma apelação na instância superior do Tribunal Regional Federal.

“Fiz uma consulta com o meu advogado e descobri que eles jamais poderiam ter entrado no terreno e feito o que fizeram. Mesmo que não tivesse saído dentro do período estipulado, seria necessária uma ação de reintegração de posse. Esse é o documento que poderia, através de um oficial de Justiça, me retirar do terreno”.

Posse Mantida

Conforme José Cubas, a PM permaneceu no clube por três dias. Em 7 de junho, chegou a decisão do tribunal Regional Federal, do juiz Paulo Domingues, afirmando que todas as obrigações do clube estavam em ordem e o terreno tinha que permanecer sob posse do administrador.

No dia seguinte, ele regressou ao clube portando a nova ordem judicial e acionou a própria PM para que desbloqueasse a entrada.

tiro no vidro do carro



“Solicitei que entrassem conosco, porque do lado de fora já tinha visto o meu carro (que fica estacionado dentro do clube) baleado e queria mostrar que havia outras coisas erradas ali”, diz José Cubas.

Ao ingressar no clube, o administrador viu, além dos vidros do seu carro quebrados, que os bancos foram retirados do veículo e queimados, assim como todo o material para a prática de paintball. “Fui entrando e notando os prejuízos. Mais de quarenta macacões e coletes sumiram”, lamenta.

Além disso, salas que serviam como depósito de munições, pólvora e outros matérias explosivos também foram incendiadas.

“O nível do fogo foi tão forte que as paredes racharam e os telhados explodiram. Os equipamentos existentes na nossa cantina foram igualmente destruídos em uma fogueira no meio do terreno”.

 
todas as dependências foram queimadas

Autoria

Diante de tudo o que ocorreu, José Cubas está abrindo processos judiciais, pois segundo ele, não se trata de um incêndio acidental, mas, sim, criminoso. “Vamos apurar a autoria exata desse absurdo. A Polícia Civil já esteve aqui para fazer a perícia e a Corregedoria da PM também está avaliando a situação”, explica. De acordo com a decisão do TRF, a permanência do Cubas Clube de Tiros no terreno está garantida até o término do processo. O responsável pelo escritório da SPU em Santos, Sergio Martins, afirma que a intenção do órgão é recuperar o terreno e entrega-lo à Polícia Militar. “A PM nos pediu a área e, assim que conseguirmos recuperá-la, iremos fazer este repasse”, diz Martins. Com a conquista do clube no TRF, o responsável pela SPU em Santos afirma que tentará, por meio das vias legais, reverter a situação.

Da União

44 imóveis pertencem a União, em um trecho que se inicia no Morro do Jabaquara e se estende até o Porto. Anteriormente, esses imóveis eram utilizados irregularmente pela extinta Portobrás. Ao longo do tempo, foram sendo ocupados para os mais diversos fins. Desde 2010, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) vem buscando a regularização dessas áreas.

Estande de Tiro da Guarda

No terreno, hoje ocupado pelo Cubas Clube de Tiros, a Companhia Docas do Estado de São Paulo – CODESP, construiu um estande de tiros para o treinamento da Guarda Portuária. Sempre que solicitado, este estande era emprestado para a Polícia Militar.

Como a Guarda Portuária não tinha efetivo para guarnecer o estande, ele foi cedido, por contrato, para o Coronel Cubas, que instalou ali o Clube de Tiros e aumentou a infra-estrutura no local, instalando novas pistas de tiro, cantina e local para recreação.

No contrato, ainda em vigor, José Cubas teria que dar instrução e ceder as instalações sempre que requisitado pela Guarda Portuária, para o treinamento do seu efetivo.

Segundo Luiz Roberto Gomes, gerente da Guarda Portuária falou para o “Segurança Portuária Em Foco”, o SPU consultou a CODESP se ela tinha interesse naquele terreno. A empresa, através da Guarda Portuária, se pronunciou pelo interesse da área, visto que ela é utilizada para o treinamento dos seus integrantes.

“Agora, quando a CODESP necessita do estande para dar o treinamento para os guardas portuários que estão em treinamento, tem gente querendo contratar um estande fora da cidade, no qual a empresa terá que desembolsar mais de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais)”, disse Gomes.

Interesse Político

Segundo o Coronel Cubas, em contato com o “Segurança Portuária Em Foco”, tudo começou em virtude do interesse de um vereador da cidade, em instalar ali um centro para animais.

Defesa do Interesse Público

O “Segurança Portuária Em Foco” solicita que, em nome do interesse público, a Guarda Portuária, a CODESP, o Sindaport, o vereador Benedito Furtado de Andrade e o Ministério Público, saiam em defesa desta área para a Companhia Docas, afim de que ali, a Guarda Portuária continue a utilizar para o treinamento do seu efetivo.


Fonte: Jornal A Tribuna / TV Record - Edição Segurança Portuária Em Foco 




Veja o vídeo do Programa Balanço Geral - TV Record-SP












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sexta-feira, 23 de março de 2012

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GUARDA PORTUÁRIA SIM – TERCEIRIZAÇÃO NÃO

Henrique, Portugal Marinho, Carlos Carvalhal, Josué de Lima 


Em 18 de maio de 2004, aproveitando a realização de uma Sessão solene realizada na Câmara Municipal de Santos, para homenagear os 90 anos da existência da Guarda Portuária, propositura do vereador Benedito Furtado, houve uma grande mobilização da categoria que mudou o futuro da Guarda Portuária no Porto de Santos. Naquele ano, a intenção da CODESP – Companhia Docas do Estado de São Paulo, administradora do porto, era terceirizar o serviço de segurança e vigilância. O edital para a contratação de empresas privadas já tinha sido aberto, várias empresas de segurança já tinham efetuado a entrega dos envelopes com as suas propostas. O nome do departamento já tinha sido alterado para Guarda Portuária e Vigilância Patrimonial.
        As galerias da Câmara ficaram lotadas dos integrantes da Guarda Portuária

Os integrantes da categoria compareceram em grande número, vestindo camisas pretas com os dizeres “Guarda Portuária Sim, Terceirização Não”, e numa mobilização política, que durou até os bastidores da própria solenidade, presidida pelo vereador Ademir Pestana, conseguiu-se que o presidente da CODESP assumisse publicamente a realização de um concurso público para o cargo de guarda portuário.
                                            Nos bastidores da Câmara: Carvalhal, Henrique, Cirino e Piedermonico
O vereador Benedito Furtado de Andrade falou sobre o baixo efetivo da Guarda Portuária, na época com 165 integrantes. Que em julho daquele ano iria ser implantado o ISPS-CODE e o governo, apesar de ter conhecimento com antecedência, não se preparou, sendo assim, aproveitando a presença do presidente da CODESP neste ato solene, solicitou a abertura imediata de um concurso público.
 Benedito Furtado de Andadre

O presidente da CODESP, José Carlos do Melo Rêgo, diz em seu discurso: “Em virtude da eminente implantação do ISPS CODE, a Guarda Portuária ganha uma dimensão maior, em virtude disto, a diretoria da empresa não economizará esforços para a realização de um concurso público, que a princípio será para o preenchimento de 70 vagas, mas posteriormente de mais 200 vagas. A Guarda têm que ser própria, vamos treiná-la, por questão de segurança, a Guarda tem que ser do Porto, por isso, serão   desenvolvidos cursos, valorizando os seus profissionais”
                                                                    José Carlos do Melo Rêgo
Em seguida foi feita a entrega de placa comemorativa ao Cel.PM Gerson dos Santos Rezende, Superintendente da Guarda Portuária e iniciada a homenagem aos funcionários que se destacaram nestes 90 anos:
Superintendente da Guarda Gerson dos Santos Rezende
 
Os Homenageados: Arnaldo Martins Bassi, em memoriam, recebida por Antonio Carlos dos Santos; Airton Aparecido Gonzaga, Carlos Aurchewesk Neto, Edgar Portugal Marinho, Francisco de Paula Batista, Hélio Marques Azevedo; Hélio Vicente Guimarães, Jeorge Dias Karwaski, Joaquim Luiz de Melo, João Carlos Alves Bica, João Vitor dos Santos, Ten. José Alves de Carvalho, In memoriam Luiz Roberto, Luis Roberto Gomes, in memóriam, Marco Antonio Furtado, Manoel Laureano Perez, Martinho Félix Demare Júnior, in memorian, Nelson Duarte de Carvalho, Nelson Guijarro Garcia, Wilsom Rodrigues, Carlos Roberto Módica, Lídia Perez de Araújo, Messias Batista, Wagner Cardinal, Roldão Gomes Filho, Nelson Ubinha.
A Sessão foi encerrada com as palavras do presidente da Câmara Municipal de Santos, vereador Odair Gonzalez: “A distinção pública hoje conferida a 26 guardas portuários pelo Presidente da CODESP, representa mais do que um reconhecimento individual, é prova inconteste da importância e da contribuição desta valorosa categoria para o crescente desempenho do Porto Santista no cenário nacional e internacional”

 
COLABORADORES:

Luis Carlos Pires Gonçalves
Eduardo Bottini


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