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GUARDA PORTUÁRIA DETÉM CAMINHONEIRO APÓS TOMBAMENTO DE VEÍCULO EM VIA DO PORTO DE SANTOS

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos como embriaguez ao volante Na manhã do último domingo (14/06), por ...

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

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PORTO DE SANTOS OPERA EM NÍVEL 2 MESMO APÓS GREVE





O nível de segurança foi elevado não só em virtude da grave geral, mas também considerando a decisão do TST que determinou a paridade de 50% na escalação de avulsos
Mesmo após a greve nacional realizada na última sexta-feira (28) o Porto de Santos, no litoral de São Paulo, continua operando no Nível 2 de Segurança, estipulado pelo Código Internacional ISPS-Code.
A elevação do nível foi decretada pelo Delegado da Polícia Federal Marcelo João da Silva, Coordenador-Subdtituto da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos e Vias Navegáveis no Estado de São Paulo, através da Portaria nº 02.2017 – Cesportos-SP.
Segundo o delegado, o nível de segurança foi elevado não só em virtude da grave geral, mas também considerando a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que determinou a paridade de 50% na escalação de avulsos e vinculados na escala de trabalho.
A decisão foi tomada por unanimidade na 34º Reunião Plenária Ordinária da Cesportos-SP, ocorrida na última quinta-feira (27), levando-se em conta o histórico das ocorrências observadas nos eventos anteriores, devendo continuar até novo comunicado estabelecendo o seu término.
Durante a permanência nesse nível de segurança, as Unidades de Segurança das Instalações Portuárias deverão aplicar as medidas adicionais de proteção constantes no seu Plano de Segurança, devendo as mesmas ser registradas e serem aproveitadas para treinamento para as futuras auditorias da CONPORTOS-MJ.
A Portaria também autoriza o ingresso da Polícia Militar do Estado de São Paulo na área do Porto de Santos em caso de distúrbio, invasão e grave perturbação da ordem na área portuária e interior de navios.
A Portaria também determina que as instalações portuárias somente autorizem a entrada de novo turno de trabalhadores após a saída dos integrantes do turno anterior, devendo ser realizada revista pessoal em todos, mediante aplicação dos padrões permitidos em lei.
Confronto na área portuária

No dia da greve, a Avenida Portuária foi bloqueada por volta das 5h15, em frente ao Terminal da Ecoporto, no Valongo com os manifestantes ateando fogo em pneus. Alguns caminhoneiros tentaram furar o bloqueio gerando discussão, pois apenas os veículos de emergência eram liberados.


O movimento era pacífico e acompanhado de perto pela Guarda Portuária. Por volta das 8h, policiais militares e estivadores tentaram negociar a liberação do local, no entanto a tropa de choque acabou avançando ocorrendo um inevitável confronto, que perdurou por cerca de uma hora, se estendendo até o centro da cidade.

A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

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ESTIVADORES SÃO DETIDOS PELA PF APÓS PARALISAÇÃO EM TERMINAL DO PORTO


Paralisação ocorreu na manhã desta terça-feira (20), na BTP (Foto: Reprodução/Via WhatApp)

Confusão aconteceu nesta manhã, na Margem Direita do cais santista

Pelo menos oito estivadores foram detidos e encaminhados à delegacia da Polícia Federal em Santos por impedirem a operação em um terminal de contêineres da Margem Direita, na manhã desta terça-feira (20). Eles serão ouvidos e deverão ser liberados após assinatura de um termo circunstanciado.
A paralisação das atividades ocorreu nas instalações da Brasil Terminal Portuário (BTP). Conforme apurado com a Polícia Federal, os estivadores interromperam os trabalhos e também impediram que os trabalhadores vinculados à empresa pudessem dar continuidade às operações em navios.
A PF foi acionada e solicitou apoio à Polícia Militar, que enviou três equipes do Batalhão de Ações Especiais ao local. Não houve resistência e os trabalhadores portuários detidos foram levados em um ônibus para a delegacia, no Centro de Santos. Alguns deles registram a ação em fotos.
Pelo menos oito estivadores foram detidos e encaminhados à delegacia da Polícia Federal em Santos por impedirem a operação em um terminal de contêineres da Margem Direita, na manhã desta terça-feira (20). Eles serão ouvidos e deverão ser liberados após assinatura de um termo circunstanciado.
A paralisação das atividades ocorreu nas instalações da Brasil Terminal Portuário (BTP). Conforme apurado com a Polícia Federal, os estivadores interromperam os trabalhos e também impediram que os trabalhadores vinculados à empresa pudessem dar continuidade às operações em navios.

A PF foi acionada e solicitou apoio à Polícia Militar, que enviou três equipes do Batalhão de Ações Especiais ao local. Não houve resistência e os trabalhadores portuários detidos foram levados em um ônibus para a delegacia, no Centro de Santos. Alguns deles registram a ação em fotos.


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

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PORTUÁRIOS BLOQUEARAM ACESSO AO PORTO DO ITAQUI




Em adesão ao Dia Nacional de Lutas, os trabalhadores portuários avulsos (TPAs) do Porto do Itaqui bloquearam ontem (11) a entrada e a saída da área desde as 7h. Estivadores, arrumadores, conferentes, consertadores e vigilantes protestaram pelo fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias; pela redução da jornada de trabalho sem redução dos salários; e pela rejeição do Projeto de Lei 4.330, que beneficia a terceirização e acaba com os empregos diretos.
 
Eles também reivindicaram mais disponibilização de áreas de trabalho, melhorias salariais e revogação do artigo 40 da nova Lei dos Portos, que exclui a possibilidade de o trabalhador meramente cadastrado no Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) ser contratado com vínculo empregatício.

Segundo o presidente do Sindicato dos Arrumadores de São Luís, João José Pereira, os 164 trabalhadores que compõem a categoria na capital maranhense lutam principalmente contra o fator previdenciário e o projeto de lei que aprova a terceirização.

“Esses dois pontos desfavorecem e desvalorizam o trabalhador, uma vez que ele deixaria de ser funcionário direto para ser apenas um subcontratado ou substituído por um terceirizado. Em relação ao fator previdenciário, isso é prejudicial ao trabalhador porque diminui o valor do benefício pago para quem se aposenta por tempo de serviço. Em síntese, o que o governo quer é que os trabalhadores continuem se aposentando mais tarde, já que o fator leva em conta a idade, a expectativa de sobrevida e o tempo de contribuição do segurado ao se aposentar”, disse João Pereira.

O presidente do Sindicato dos Estivadores e Trabalhadores em Estiva de Minério de São Luís, Apolinário José Mendes Pereira, afirmou que a categoria, que soma 151 estivadores na capital, também é contra o Projeto de Lei 4.330 e a redução dos salários com a diminuição da jornada de trabalho.

“Se esse PL foi aprovado, abrirá as portas para a terceirização ao permitir a contratação de empresas prestadoras de serviços em todas as atividades econômicas no Brasil. Na prática, trabalhadores registrados poderão ser substituídos por empresas que se utilizam de mão de obra precarizada, com direitos reduzidos e salários rebaixados”, explicou Apolinário.

Há aproximadamente 400 trabalhadores portuários avulsos (TPAs) no Porto do Itaqui. Com a suspensão das atividades ontem, o setor de carga e descarga dos navios que deveriam carregar ou descarregar grãos, fertilizantes, carvão mineral, cimento e cargas em geral, ficaram parados.

De acordo com os sindicalistas que lideravam o movimento, o bloqueio no acesso ao porto só seria suspenso às 19h.

Em nota, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), responsável pelo Porto do Itaqui, confirmou que a movimentação de carga geral, granéis sólidos e contêineres ficou paralisada ontem, durante o bloqueio dos trabalhadores. A empresa informou, ainda, que foram mantidas as operações com os derivados de petróleo.

 

Fonte/foto: Jornal Pequeno/MA – Portos S.A.
 
 
 
 
 
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sexta-feira, 12 de julho de 2013

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EMBRAPORT DECIDE TRANSFERIR A OPERAÇÃO PARA OUTRO TERMINAL



Após a desocupação do navio, os estivadores comemoraram
 
Os sindicatos dos Operários Portuários (Sintraport) e dos Estivadores suspenderem a manifestação que fariam na tarde desta sexta-feira, atrás da Alfândega de Santos. Isso porque a Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport) marcou negociação para segunda-feira, em horário ainda a ser definido, sobre a utilização de mão-de-obra em seu terminal. A informação é do Sintraport.

Por volta das 12h30, sindicalistas e trabalhadores receberam, com aplausos e abraços, os seis últimos portuários a sair do navio Maersk La Paz, ocupado por 93 companheiros, na tarde de quinta-feira. O navio saiu da Embraport e atracou no terminal de contêineres da Santos Brasil, também localizado na Margem Esquerda do Porto.

Esses trabalhadores portuários desembarcaram no momento em que o navio se dirigia ao terminal da Santos Brasil. Neste local, o Maersk La Paz pode ser operado pelos trabalhadores cadastrados no Ogmo. Os demais já tinham deixado a embarcação na madrugada desta sexta-feira.

O protesto dos estivadores, que pedem a contratação da Embraport de acordo com o regime de escalação do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), teve início na tarde desta quinta-feira e durou 12 horas. O terminal opta pelo sistema de Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Detidos
 
Polícia Federal deteve dois sindicalistas

No meio do impasse envolvendo os trabalhadores, dois líderes sindicais da categoria foram detidos na noite de quinta-feira. O presidente em exercício do Sintraport, Claudomiro Machado, o Miro, e o presidente do Sindicato dos Estivadores, Rodnei Oliveira da Silva, o Nei, discutiram com policiais após tomarem conhecimento da segunda liminar da Justiça que os mandava deixar o local. De acordo com a Polícia Federal, os dois foram liberados horas depois, mas serão indiciados por invadir um terminal particular.
 
Guarda Portuária acompanhou a entrega da intimação

A apresentação da nova liminar deixou os ânimos acirrados. O documento, expedido às 21 horas, ratificava a desocupação do terminal e cobrava multa diária de R$ 50 mil com repasses de 1% desse valor pra Justiça e 20% à Embraport.

Comunicado

Em nota, a Embraport informa que está aberta ao diálogo e que as atividades da empresa estão voltando à normalidade. A empresa faz ainda um levantamento "sobre os danos causados pelos invasores à empresa e ao navio, e também fará análise das imagens captadas pelas câmeras do sistema de segurança para a identificação de responsáveis".

O comunicado diz ainda que a empresa considera que "a violência e agressão de que foi vítima atingem também, indiretamente, os mais de 500 trabalhadores já contratados pela empresa, e ameaçam comprometer mais de mil outros empregos diretos que serão oferecidos ao longo dos próximos dois anos, todos com direito a carteira assinada e às vantagens e garantias oferecidas pela CLT". A empresa ressalta que já assinou Acordo Coletivo de Trabalho com outros três sindicatos, que representam 90% da mão de obra do terminal.

E diz ainda que, graças a liminar obtida pela empresa na Justiça, impondo multa diária de R$ 50 mil passível de aumento para R$ 100 mil em função da continuidade do descumprimento da ordem judicial, os manifestantes que renderam guardas de segurança e invadiram o terminal portuário da empresa deixaram o local na noite de

operado pelos trabalhadores cadastrados no Ogmo.

Polícia Federal avaliou embarcação

Por volta das 16 horas de quinta-feira, policiais federais avaliaram, na presença dos representantes dos sindicatos dos estivadores e dos operários portuários, se houve danos ou avarias na embarcação com bandeira de Hong Kong. A Reportagem apurou que nenhuma irregularidade foi constatada pela polícia.

A Invasão
 
 
Durante toda a ocupação a Guarda Portuária se fez presente

Os trabalhadores chegaram pelo mar, por pequenos barcos, e subiram nos atracadouros da instalação. Quando tentaram entrar nos portêineres (grandes guindastes responsáveis por movimentar o contêiner entre o cais e o navio), vigilantes atiraram para o alto tentando evitar a ação. Para se refugiar, entraram no navio atracado.
 
 
Estivadores resistiram à bordo do navio

Operários portuários e estivadores chegaram a ser recebidos a tiros pelos seguranças da instalação. Ninguém ficou ferido e a Polícia Federal (PF) foi acionada para controlar a situação.

Prefeitura multa Embraport por falta de Habite-se

A prefeitura multou a Embraport (Empresa Brasileira de Terminais Portuários S.A.) em 800 UFMs (Unidades Fiscais do Município), o equivalente a R$ 772,20, no dia 3 de julho, pelo fato de o terminal entrar em operação sem ter sido concedida a Carta de Ocupação (Habite-se).

Por decisão do prefeito Paulo Alexandre Barbosa devidamente amparada no parágrafo único do artigo 86 da Lei Complementar 84/93, será aplicada pela Siedi (Secretaria de Infraestrutura e Edificações) multa diária de 800 UFMs à empresa.

Para conseguir o Habite-se, a Embraport deve encaminhar à prefeitura a documentação ainda pendente para operação. Em caso de descumprimento, ficará sujeita à penalidade de embargos (suspensão das atividades), conforme prevê a legislação municipal.

Ainda com relação ao terminal Embraport, a prefeitura reforça seu apoio às reivindicações apresentadas pelas federações nacionais que representam os trabalhadores portuários, estivadores, conferentes, consertadores de carga e descarga, vigias portuários, trabalhadores de bloco, arrumadores e amarradores de navios.

A adesão da administração pública está representada com ações práticas e concretas em defesa da família portuária, como a intermediação feita pelo prefeito no processo de negociação dos representantes sindicais dos trabalhadores com os dirigentes da Embraport.

NOTA À IMPRENSA

Em cumprimento à legislação municipal e nos limites fixados pelas normas legais vigentes, a Prefeitura de Santos comunica que, no dia 3 de julho de 2013, multou a Empresa Brasileira de Terminais Portuários S.A – Embraport, por ocupar edificação sem ter sido concedida a respectiva Carta de Ocupação.

Por decisão do prefeito Paulo Alexandre Barbosa, devidamente amparada no parágrafo único do artigo 86 da Lei Complementar 84/93, será aplicada pela Secretaria de Infraestrutura e Edificações (Siedi) multa diária de 800 UFMs à empresa.

Caso as infrações apontadas persistam, a empresa ficará sujeita à penalidade de embargos (suspensão das atividades), conforme prevê a legislação municipal.

Quanto às reivindicações apresentadas pelas federações nacionais que representam os trabalhadores portuários, estivadores, conferentes, consertadores de carga e descarga, vigias portuários, trabalhadores de bloco, arrumadores e amarradores de navios, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa manifesta total e irrestrito apoio à luta dessas entidades.

A adesão vai além das manifestações públicas de solidariedade amplamente declaradas aos trabalhadores. O apoio se materializa com ações práticas e concretas em defesa da Família Portuária, como a intermediação feita pelo prefeito no processo de negociação dos representantes sindicais dos trabalhadores com os dirigentes da Embraport.

Ciente que a responsabilidade é de competência exclusiva do Governo Federal, que tem o poder político e legal para reversão das medidas defendidas pelos trabalhadores, o prefeito mais uma vez se coloca à disposição das entidades sindicais, na união de esforços para que a cidade de Santos não seja mais uma vez prejudicada por decisões governamentais desprovidas da legitimidade popular e soberania das ruas.
Fonte: Jornal A Tribuna / TV Tribuna / G1 - Edição Segurança Portuária Em Foco
 
 
 
 
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quinta-feira, 5 de julho de 2012

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TRABALHADORES E MPT SELAM ACORDO NO TRT





Após conflito envolvendo os trabalhadores portuários avulsos do Porto de Santos, o Ministério Público do Trabalho (MPT) fez um acordo parcial com os sindicatos e o Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo). O acordo foi firmado na última sexta-feira, 29, durante audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, localizada na capital paulista.
Entre os principais pontos discutidos, ficou acordado que os Trabalhadores Portuários Avulsos (TPA) escalados com erro do sistema serão indenizados e que haverá, ainda, a existência de duas paredes simultâneas na escala da noite e da madrugada. Além disso, o Ogmo ficou responsável por criar um balcão de reclamação para orientar e esclarecer o trabalhador que tiver dificuldade com o novo sistema. No acordo, foi reafirmada a obrigação de respeito ao intervalo interjornada de 11 horas, previsto no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado em 2006.
No dia 31 de maio os trabalhadores paralisaram as atividades em protesto ao sistema de escalação eletrônico implantando pelo Ogmo, por exigência do MPT ante a necessidade de cumprimento do TAC nº 31/2006. Os trabalhadores alegaram que o sistema eletrônico era problemático e não funcionava, com a finalidade de defender a manutenção do sistema manual. A Coordenadoria Nacional do Trabalho Portuário e Aquaviário (CONATPA) esteve presente em Santos e verificou o regular andamento do sistema e pode comprovar que, quando em pleno funcionamento, proporcionará igualdade entre os trabalhadores.
Como pressão, os trabalhadores fizeram várias manifestações durante o mês de junho. O dissídio de greve foi instaurado pelo MPT após a paralisação dos trabalhadores que não concordaram com o sistema de escalação eletrônico. Durante os protestos um carro do Ogmo e um totem do ponto de Escalação foram danificados. O subprocurador-geral do Trabalho Ronaldo Fleury e o coordenador nacional da CONATPA, Gláucio Oliveira, foram ameaçados de morte em uma rede social, mas nada prejudicou o andamento das negociações.
O acordo parcial representou um grande avanço nas negociações com a quebra da animosidade existente entre as partes, passo inicial para que haja um diálogo produtivo com respeito à Lei e ao Termo de Ajustamento de Conduta nº 31/2006. O processo de Dissídio Coletivo continua suspenso pelo prazo de 60 (sessenta) dias. 
 
Nota do Ogmo

Em nota divulgada no final da tarde desta quinta-feira (05), o OGMO afirma que o acordo parcial proposto pelo TRT com relação às indenizações refere-se ao futuro. Uma vez implantado em definitivo o novo sistema, caso venha a ocorrer perda de oportunidade de trabalho para algum trabalhador avulso em decorrência de falha exclusiva do sistema do OGMO, o trabalhador receberá valor correspondente à melhor remuneração da faina (turma) ou à remuneração do cargo de chefia, se for o caso.
Segundo o órgão, não há nenhum direito à indenização pelo passado ou por eventuais problemas que venham a ocorrer no prazo de 60 dias de transição determinados pelo Tribunal.


Fonte: MPT - Jornal A Tribuna - TV Tribuna
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sábado, 23 de junho de 2012

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PORTUÁRIOS E MPT DECIDEM MANTER NEGOCIAÇÕES EM AUDIÊNCIA


Os sindicatos de trabalhadores portuários avulsos continuarão negociando com o Ministério Público do Trabalho (MPT) a escala do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo).

A decisão foi tomada na audiência de conciliação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), realizada na Capital, nesta sexta-feira. Com isso, o julgamento do dissídio coletivo de greve, previsto para terça-feira, ficará suspenso por 60 dias.

A suspensão do julgamento e a continuidade das negociações foi proposta pelas partes e aceita pela juíza Ivani Contini Bramante.

Para resolver o impasse no Porto de Santos, ficou acertada a disponibilização de mais funcionários do Ogmo para auxiliar os trabalhadores a operar as máquinas de escala.

De acordo com o relatório apresentado pela assessora econômica do TRT, Tânia Christina Zotto, sobre a avaliação da distribuição do trabalho entre as categorias de avulsos do Porto, o engajamento ao trabalho nos últimos sete dias foi superior a 70%.

Ela e duas oficiais de justiça do TRT acompanharam desde a semana passada, no Posto 3 do Ogmo, na Ponta da Praia, as escalas pelo sistema antigo e novo.

O novo sistema foi implementado por um termo de ajustamento de conduta (TAC), assinado há seis anos, pelo MPT e Ogmo.

As cláusulas deste documento dizem respeito à distribuição dos avulsos pra as operações portuárias e as chamadas normas de proteção aos trabalhadores, como o intervalo de 11 horas.




Fonte: Jornal a Tribuna / TV Tribuna


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terça-feira, 19 de junho de 2012

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DESEMBARGADORES ACOMPANHAM A ESCALAÇÃO NO PORTO DE SANTOS






A vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), Anelia Li Chum e a juíza Ivani Contini Bramante se deslocaram da capital para acompanharem na tarde de ontem (18/06), a escalação dos trabalhadores portuários avulsos do Porto de Santos.


Elas passaram primeiro pelo Órgão Gestor de Mão de Obra - Ogmo e depois acompanharam as "paredes" no ponto de escalação 3 - P3.

O objetivo da visita foi apurar como funcionam as duas escalações de mão de obra. A escalação experimental, retomada na última sexta-feira, trouxe de volta o método antigo de distribuição das atividades.  “Não adianta julgar sem conhecer a realidade. Vim ao porto para conhecer como o sistema funciona”, adiantou Ivani.

O entrave no Porto de Santos já dura quase um mês. No dia 29 de maio entrou em vigor a escalação eletrônica dos trabalhadores portuários avulsos. Junto com o novo sistema veio o descontentamento por parte dos trabalhadores, que criticam o novo sistema e o descanso de 11 horas entre as jornadas no porto. 


Mais rápida 


Assim como na última sexta-feira, pelo sistema antigo, os trabalhadores foram escalados em menos tempo, 74 homens foram convocados em 14 minutos. Pela escala eletrônica, a maioria das turmas levou pelo menos 30 minutos para saber onde iria trabalhar. 

Os dois sistemas serão analisados até a próxima quinta-feira. Após a vistoria, um relatório será feito e apresentado na terceira audiência de conciliação, marcada para sexta-feira, às 14 horas, em São Paulo.

                                                    Vídeo Jornal A Tribuna 2ª Edição - TV TRIBUNA

Fonte: Jornal A Tribuna - TV Tribuna


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