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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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segunda-feira, 24 de junho de 2019

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GUARDA PORTUÁRIA REALIZA SEMINÁRIO



O objetivo é desenvolver uma pauta unificada nacionalmente, buscando a união ideológica das instituições representativas da categoria e adaptada aos objetivos coletivos
Nos dias 25 e 26 de maio, a Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro (AGPERJ) organizou o “Seminário pela Unificação Nacional das Guardas Portuárias”. O intuito do evento, realizado no Hotel Intercity Porto Maravilha, situado na capital do estado do Rio de Janeiro, é desenvolver uma pauta unificada nacionalmente, buscando a união ideológica das instituições representativas da categoria e adaptada aos objetivos coletivos.
Abertura
O presidente da AGPERJ, Ruy Freitas da Silva, abriu o seminário discorrendo sobre a situação atual da Guarda Portuária, a necessidade de união e a proposta do evento. Apresentou também uma revista, que foi distribuindo aos participantes, como um modelo a ser desenvolvido por todos, para posteriormente ela ser apresentada as autoridades e o público em geral.
Palestras
Victor Cavalcanti

Victor Cavalcanti, guarda portuário, instrutor de tiro credenciado pela Polícia Federal e responsável pela renovação dos portes dos guardas portuários do Rio de Janeiro, iniciou o ciclo de palestras falando sobre a importância da mobilização direta dos guardas portuários enquanto classe trabalhadora.
Sergio Sathler

Em seguida, Sergio Sathler, guarda portuário e supervisor de segurança portuária (SSP) do Porto do Rio de Janeiro, falou da implantação de um novo e pioneiro sistema de segurança no porto local, dos trabalhos em parcerias com outras instituições de segurança pública e da importância de um trabalho de excelência para que se justifiquem investimentos na Guarda Portuária não só naquele estado, como em todo o Brasil.
Dr. Manoel Peixinho

Por último, o advogado e professor Manoel Peixinho, especialista em direito administrativo, responsável pela assessoria jurídica da AGPERJ, apresentou um breve histórico sobre a Guarda Portuária e legislações em que a mesma esta inclusa, e da sua importância como polícia de fronteira, considerações especiais quanto ao poder de polícia da Guarda Portuária, além dos aspectos legais sobre a unificação e mudança de regime jurídico.
Propostas
No período da tarde, o presidente da AGPER falou sobre o paradoxo entre as atribuições conferidas pelo estado à Guarda Portuária, necessitando portanto, de imediata adequação de sua natureza jurídica às funções legais que exerce. Mencionou a necessidade de construção jurídica efetiva, com parecer jurídico de escritório de advocacia de renome, a fim de dar embasamento quanto à possibilidade jurídica do pedido, transformando a atual situação anômala (grande aberração jurídica) em um sólido argumento favorável à instituição.
Ruy finalizou o primeiro dia propondo a formação de um colegiado composto pelas representações da Guarda Portuária, falou sobre a importância do mesmo para o sucesso dos objetivos comuns da categoria, da necessidade de elaboração de pauta unificada.
As lideranças
Reunião das lideranças, representando as entidades representativas de cada estado

O segundo dia foi reservado para as lideranças deliberarem sobre as possibilidades levantadas no dia anterior, entre elas, da criação de um conselho/colegiado composto pelos representantes eleitos pelas associações e sindicatos, além de discutirem estratégias e metas de interesse comum a todos os integrantes da Guarda Portuária.
A criação desse conselho já tinha sido aprovada no Encontro Nacional da Guarda Portuária, realizado em dezembro do ano passado, no entanto, naquela ocasião ficou decidido que ele seria formado por representantes e não por representações, como proposto nesse seminário.
O presidente da Associação Profissional da Guarda Portuária (APROGPORT,) Anderson Luiz Rodrigues Ribeiro, também propôs a criação de um Home Office em Brasília.
As propostas apresentadas serão levadas ao conhecimento das bases, através de assembleias promovidas pelas instituições regionais, e posteriormente, serão discutidas e aprovadas em nova reunião nacional, marcada para o dia 27 de junho, em Salvador, na Bahia.
Esse modelo de gestão coletiva de luta em pró dos interesses da Guarda Portuária já ocorreu anteriormente. Em 1999 foi criada a “Coordenação Nacional da Guarda Portuária”, formada por representante de várias entidades representativas, que por alguns anos, encabeçou a luta da categoria pela transformação da Guarda Portuária em Polícia Portuária.
Participação
André Lima do Rio de Janeiro e Régis e Luciano, do Espírito Santo

O evento contou com a participação de representantes de diversas associações e sindicatos representantes das Guardas Portuárias: Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro (AGPERJ), Associação dos Guardas Portuários do Estado da Bahia (ASGPOR), Associação dos Guardas Portuários do Estado de Santa Catarina (AGPESC), Associação Profissional da Guarda Portuária nos Serviços de Vigilância e Segurança Portuária do Estado de São Paulo (APROGPORT), Associação Nacional da Guarda Portuária do Brasil (ANGPB), Sindicato dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR), Sindicato da Guarda Portuária no Estado do Espírito Santo (SINDGUAPOR), Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (SINDAPORT), que representa os guardas portuários dos portos de Santos e São Sebastião e o Sindicato dos Trabalhadores em Serviços Portuários nos Terminais Públicos, Privativos e Retroporto nos Estados do Pará e Amapá (SINDIPORTO), que apesar de não representar os guardas portuários, tem um representante da categoria como vice-presidente. Além de diversos membros da Guarda Portuária do Rio de Janeiro e de vários estados.
Encontros
Nos três últimos encontros nacionais realizados, 2016 em Paranaguá; 2017 em Salvador e 2018 em Santos, a maioria do que foi decidido neles não teve continuidade. Neste último, além da criação do Conselho, então denominado “Grupo de Trabalho”, também foi aprovado à criação de uma “Equipe de Marketing”, visando a produção de conteúdo informativo para a divulgação da história e o trabalho que a Guarda Portuária realiza nos portos brasileiros.
O próximo encontro, que tinha sido decidido ser realizado em Brasília, entre os meses de março e maio, até agora também não se concretizou.


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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

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DIRETOR DA POLÍCIA FEDERAL RECEBE REPRESENTANTES DA GUARDA PORTUÁRIA





Segóvia recebeu um histórico sobre a Guarda Portuária e um trabalho técnico sobre a concessão do porte de arma funcional e pessoal

Na última quarta-feira (07), o Diretor Geral do Departamento de Polícia Federal (DPF), Fernando Segóvia, recebeu em Brasília-DF, o presidente da Associação Nacional da Guarda Portuária do Brasil (ANGPB), Vilmar Soares dos Santos.
No encontro, o Diretor Geral recebeu um histórico sobre a Guarda Portuária e um trabalho técnico, desenvolvido pelo Rondante Levi Nogueira da Silva, do Porto de Itaguaí, sobre o problema que a categoria enfrenta na concessão do porte de arma funcional em alguns estados e do porte pessoal em todo o território nacional, onde foi apresentada como sugestão, a edição de uma portaria semelhante a que regulamenta o porte dos agentes penitenciários.


O Presidente da ANGPB, Vilmar Soares, falou a Segovia sobre a necessidade do porte de arma pessoal
Segóvia achou justo e pertinente o pleito, dizendo ainda que o momento era propício, pois o DPF estava reformulando a Instrução Normativa 023, que trata dos portes de armas em geral e tem um tópico sobre a Guarda Portuária.
Ações conjuntas
O presidente da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CONPORTOS), Delegado de Polícia Federal, Luiz Carlos de Carvalho Cruz, que também participou da reunião, disse ter muitos planos para a Guarda Portuária, segundo ele uma corporação importante e subutilizada, entre elas, pretende ativar um trabalho em conjunto DPF/Gport nas ações policiais, dentro e fora da água.
Carteira funcional
Cruz propôs ao diretor da DPF criar um cadastro único nacional de todos integrantes da Guarda Portuária, e buscar junto o Ministério dos Transportes, a instituição de uma carteira funcional única, onde o porte estaria expressamente descrito na mesma.
PEC 59
O Diretor da Polícia Federal também recebeu das mãos dos representantes da Guarda Portuária uma cópia do Projeto de Emenda Complementar nº 59 (PEC 59), que propõem a criação da Guarda Portuária Federal (GPF).
Demonstrando interesse no tema, Segóvia disse que não via nenhum problema na criação da GPF, e que também não seria problema como Polícia Portuária Federal (PPF). Uma cópia desse projeto também foi encaminhada ao Ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim.
Participaram também da reunião o Vice Presidente da ANGPB, Marco Jamil e o Presidente da Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro- AGPERJ, Dejacy da Conceição.

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

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SEMANA DE VACINAÇÃO NA GUARDA PORTUÁRIA



Campanha promoveu a aplicação de vacinas para a imunização contra a gripe H1N1
A Comissão de Qualidade de Vida no Trabalho da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CQVT), ciente da importância da imunização dos funcionários em época de epidemia de H1N1, sobretudo nas áreas de operação, por livre e espontânea vontade se empenhou em conseguir doses de vacina para imunização de forma gratuita atuando brilhantemente dentro de seu objetivo de busca de qualidade de vida dos empregados.
Ela conseguiu a doação de 600 doses da vacina contra a gripe Influenza com o apoio Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e o auxilio do Órgão Gestor de Mão de obra (OGMO) conseguiu realizar a vacinação entre os dias 19 e 24 de maio nos empregados, terceirizados e estagiários da Companhia Docas do Rio de Janeiro - RJ (CDRJ).
Vacinação na Guarda Portuária
Na Guarda Portuária o horário foi modificado para começar e terminar mais cedo visando atender todas as turmas na rendição não havendo danos a proteção das zonas portuárias. As vacinas não poderiam ficar mais tempo fora de refrigeração. O plantão do dia fez a solicitação que os técnicos de enfermagem que estavam ministrando a vacina fossem para o porto para imunizar nos postos da guarda.
Descaso na corporação
Ocorre que mesmo fazendo essa verdadeira operação de boa vontade conjunta, sem nenhuma obrigação, modificando o horário para melhor atender os guarda portuários sem ocasionar prejuízos a segurança nos portos e áreas adjacentes, nossa corporação foi a única que ao invés de tentar compreender a situação, se solidarizar com a causa e parabenizar os envolvidos pela atitude devido ao esforço apenas criticou o fato mostrando seu pouco interesse pela saúde de seu contingente. Assim fica difícil ajudar.
Sobre a CQVT
A Comissão de Qualidade de Vida no Trabalho da Companhia Docas do Rio de Janeiro foi designada pela Portaria DIRPRE nº 08/2016, contando com a participação de 14 empregados e sob a presidência da Empregada Ellen Moratelli e tem o objetivo de proporcionar e manter ações que visam o bem estar, a satisfação e valorização dos empregados.
O CQVT realiza periodicamente eventos visando o reconhecimento e bem estar dos funcionários como foi o caso da comemoração do dia da mulher com palestras sobre a Mulher no Mercado no porto do Rio de Janeiro no dia 04/05 com a presença do Presidente da CDRJ, Sr. Hideraldo Luis Aragão Mouta, que presenteou as mães da empresa também havendo um bazar nos dias 05 e 06 de maio onde os objetos e comidas em exposição foram vendidos pelos próprios funcionários.

Fonte: Agperj

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

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EM NOVO ENCONTRO COM A DEPUTADA LAURA CARNEIRO, AGPERJ PEDE APOIO A GUARDA PORTUÁRIA




Associação pede criação de autarquia para prover a fiscalização e segurança dos portos absorvendo os guardas portuários pela ANTAQ

Em visita à Deputada Federal Laura Carneiro (PMDB-RJ) na última segunda-feira (16) a Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro - AGPERJ conversou sobre a atual mudança no cenário político brasileiro.
No ensejo, os representantes da Guarda Portuária entregaram documento solicitando apoio da deputada em algumas pautas, dentre elas a absorção dos Guardas Portuários pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ e aprovação da tão sonhada PEC 59/2007.

É importante lembrar que não é a primeira vez que a deputada abre as portas para a Guarda Portuária. Em encontro realizado no início do mês de abril, ela já mostrava apoio às causas da categoria.



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sábado, 28 de março de 2015

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I ENCONTRO NACIONAL DAS GUARDAS PORTUÁRIAS NO RIO DE JANEIRO




A Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro – AGPERJ promoverá, de 13 a 15 de abril, o I Encontro Nacional das Guardas Portuárias no Rio de Janeiro.
O encontro será realizado na Estação Leopoldina, localizado na Rua Francisco Bicalho s/n, Centro, na cidade do Rio de Janeiro, onde os participantes serão recepcionados a partir das 9h.
Os interessados em participar poderão entrar em contato com o presidente da associação, Dejacy da Conceição, através dos telefones (21) 2233-6986 e (21) 96421-2531.
Dia do Guarda Portuário              
Durante o Encontro, o Inspetor Dejacy da Conceição, do Porto do Rio de Janeiro e o Guarda Portuário Vilmar Soares dos Santos, irão apresentar a proposta do Projeto de Lei (PL), a ser apresentado no Congresso, referente a criação do “Dia do Guarda Portuário”,
Debates
Durante o encontro, está programada a realização de alguns debates:
  • Debate sobre as dificuldades e soluções sobre renovação de registros de armas, portes funcionais e pessoais junto à Polícia Federal;
  • Debate sobre programa de capacitação e reciclagem nacional para a Guarda Portuária, baseada na Portaria 350/2014 SEP;
  • Debate sobre diretrizes para apresentação, em parceria com a FNP, de propostas de uniforme Nacional a ser normatizado pela SEP para uso das Guardas Portuárias;
  • Debate e diretrizes para a adoção do Brasão da Guarda Portuária normatizada pela SEP, com a intervenção conjunta da FNP.

Convidados
Além da participação de integrantes da Guarda Portuária, o encontro contará com a participação de convidados.
Eduardo Guterra, da Federação Nacional dos Portuários – FNP irá fazer uma explanação técnica e política sobre as Portarias 121/2009 e 350/2014 SEP com foco nas oportunidades. Nildes Sampaio, do Sindicato do Rio de Janeiro, irá falar sobre a importância da mulher na Segurança Pública Portuária.
O Delegado DPF Dr. Joel Mazo, presidente da Regional, Seção 27, da International Police Association – IPA – Brasil, que fará uma apresentação do IPA e de seus produtos. O Presidente da Ordem dos Policiais do Brasil – OPB, PRF Frederico França, irá falar sobre a Ordem dos Policiais do Brasil – Propósitos e a inclusão da Guarda Portuária nos objetivos.
A Delegada DPF Drª Christiane Machado, irá ministrar uma palestra sobre Antiterrorismo no Brasil e o Chefe de Serviço da Guarda Portuária de Santos irá falar sobre “Guarda Portuária, Acidentes e Fatos da Navegação”.
Haverá ainda uma palestra do Sr. Eli Robson, que terá como tema; “Recrutamento Adverso”.
Cronograma

O cronograma de palestras e assuntos acima poderão sofrer alterações até a data do evento.
Metas e Objetivos

Ao término do recontro será feito um resumo de metas e a eleição de um grupo de trabalho para o encaminhamento dos assuntos tratados.

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

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GUARDA PORTUÁRIA DO RIO DE JANEIRO QUER FUNDAR SINDICATO PRÓPRIO



No próximo dia 23, os guardas portuários do estado do Rio de Janeiro realizarão assembleia para a criação do Sindicato dos Guardas Portuários Empregados de Autoridades Portuárias dos Municípios de Arraial do Cabo, Angra dos Reis, Itaguaí, Niterói e Rio de Janeiro.
A Comissão Pró- Fundação é presidida por Dejacy da Conceição, atual presidente da Associação dos Guardas Portuários do Rio de Janeiro. A assembleia será realizada na Rua Silvino Montenegro nº 88, no Bairro de Gamboa, Rio de Janeiro.

Atualmente os guardas portuários do estado do Rio de Janeiro são representados pelo Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro, tendo em sua diretoria Ange Biniou, Roberto Pinho do Nascimento, Sergio Ricardo Mendonça, entre outros.

Os representantes da categoria no Sindicato dos Portuários estão sempre presentes em Brasília acompanhando todos os assuntos referentes a Guarda Portuária. Recentemente denunciaram as péssimas condições de trabalho atualmente impostas aos guardas no Porto do Rio de Janeiro.





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sábado, 2 de março de 2013

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GUARDA PORTUÁRIA LUTA CONTRA MP-595



A AGPERJ esteve presente em Brasília na última terça e quarta-feira representada pelos Guardas Portuários Dejacy, Péricles e Camargo onde se juntaram aos representantes do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro Biniou e Mendonça com o objetivo de buscarem apoio dos parlamentares nas emendas propostas na MP 595.

Dos vários parlamentares procurados pelo grupo destacam-se as recepções dadas pelos Deputados Federais Nelson Marquezelli (PTB –SP), Edson Santos (PT-RJ) e Marcio França (PSB-SP). Marquezelli, membro titular da comissão que trata da MP dos Portos, mostrou-se indignado com a possibilidade de exclusão da Guarda Portuária na Segurança dos Portos e afirmou que dará todo o apoio necessário para a aprovação das emendas que visam manter a permanência de atuação da categoria. O deputado paulista também alertou o grupo quanto a manobra do Governo de manipular informações para justificar a extinção da Guarda Portuária, como o fato de que, segundo o Governo, a média salarial dos componentes da Guarda Portuária, próximos ao teto do funcionalismo público. Já o deputado Edson Santos, mesmo não fazendo parte da comissão, dedicou seu tempo no intuito de ajudar o grupo usando de sua influência para que os mesmos pudessem conversar pessoalmente com representantes de alta importância no Governo.


Representantes da Guarda com o Deputado Federal Nelson Marquezelli


O grupo foi apresentado em um primeiro momento ao Deputado Federal Luiz Sergio (PT-RJ) que informou que o Governo também estaria usando como justificativa para implementação da MP dos Portos estatísticas baseadas no fato de que a tarifa aplicada para a movimentação de cada contêiner no Porto de Santos custaria torno de $360,00, valor 47% maior que o aplicado no Porto de Roterdã.


No entanto a realidade era outra, pois o Deputado estava com um estudo da FGV, encomendado pela FIESP, onde se percebia que o Governo estava manipulando as informações, escolhendo o Porto mais caro do Brasil e comparando com o porto mais em conta internacional. Porém o Deputado luiz sergio alertou que a tarifa do Rio, por exemplo era mais barata que a de Roterdã e que foram apontados diversos portos internacionais com tarifas mais elevadas que a de Santos.


Em seguida o Deputado Federal Edson Santos se dirigiu com os representantes da Guarda Portuária para a sessão que ocorria na Comissão dos Portos e pessoalmente solicitou aos Deputados e Senadores presentes o apoio necessário para a Guarda Portuária. Marcio França, autor de duas emendas propostas na MP 595, cujo assunto trata-se especificamente da Guarda Portuária, alertou o grupo ao afirmar que o Governo não tem interesse em manter as Companhias Docas como autoridades portuárias e que a sobrevivência da Guarda Portuária dependeria exclusivamente das aprovações das emendas propostas.

O grupo também recebeu o apoio do Senador Eduardo Braga (PMDB-AM), relator da comissão da MP dos Portos, através do seu chefe de gabinete, Dr. Alexandre, por quem foram recepcionados. Vale ressaltar que o Dr. Alexandre foi o responsável pela indicação do presidente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro para participar como membro palestrante da audiência pública sobre a MP dos Portos a ser realizada na próxima semana.

Por fim os representantes da Guarda Portuária assistiram a sessão da Comissão dos Portos onde ficou decidido a realização de audiência pública com participação dos representantes portuários a serem ouvidos nos dias 05 e 06 de março e representantes das empresas portuárias, usuários e especialistas a serem ouvidos no dia 12 de março. A participação do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro na audiência pública foi confirmada para o dia 06 de março.

O cronograma de trabalho da Comissão

05.03.2013 – Representantes dos Trabalhadores Portuários

1. FNE – Federação Nacional dos Estivadores

2. FNP – Federação Nacional dos Portuários

3. FENCCOVIB – Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, Nas Atividades Portuárias.

4. Representante do Ministério Público do Trabalho

06.03.2013 – Representantes dos Trabalhadores Portuários

1. FETAPORT – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Agenciamento Marítimo, Aquaviário e Operadores Portuários

2. STSPPERJ – Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro

3. Representante da Intersindical da Orla Portuária do Estado do Espírito Santo

12.03.2013 – Representantes das Empresas Portuárias / Usuários / Especialista (Grupo 1)

1. FENOP – Federação Nacional dos Operadores Portuários

2. FENAVEGA – Federação Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Fluvial, Lacustre e de Tráfego Portuário

3. ABRATEC – Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público

4. Paulo Fernando Fleury – Presidente do Instituto de Logística e Supluy Chaim - ILOS

5. Sérgio Aquino – Ex-Presidente do Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Santos

6. ABTP – Associação Brasileira dos Terminais Portuários

13.03.2013 – Representantes das Empresas Portuárias / Usuários / Especialista (Grupo 2)

1. CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

2. CNI – Confederação Nacional da Indústria

3. CNT – Confederação Nacional do Transporte

4. Jorge Gerdau Johannpeter - Coordenador da Ação Empresarial

5. Antonio Delfim Neto – Ex-Ministro da Fazenda

6. ABDIB – Associação Brasileira da Indústria de Base e Infraestrutura

20.03.2013 - Representantes do Governo Federal

1. SEP – Secretaria Especial de Portos

2. Ministério dos Transportes

3. Ministério do Trabalho e Emprego

4. Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

5. ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários

6. EPL – Empresa de Planejamento e Logística


Fonte: Péricles Lata Mosso - Diretor Jurídico AGPERJ
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terça-feira, 30 de outubro de 2012

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GUARDA PORTUÁRIA-RJ ADMITE SETE GUARDAS


 
SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / GUARDA PORTUÁRIA






Apesar do grande déficit da Guarda Portuária do Rio de Janeiro/CDRJ, apenas sete guardas foram admitidos e receberam o curso de formação.
 
No último dia 15, eles concluíram o curso de formação e já estão compondo o quadro da Guarda Portuária da Companhia Docas do Rio de Janeiro - CDRJ
 
 

Foram 90 dias de intenso treinamento e capacitação que os novos guardas passaram, sob o rígido regime da empresa de treinamento ABRAPAM.

Conhecimento técnico, tático, defesa pessoal, imobilização, noções de ISPS Code, antiterrorismo, negociação e imobilização, fizeram parte da grade

O Concurso

O concurso ocorreu em maio de 2010 e tinha validade até maio de 2012. O caráter da seleção era o de preenchimento do cadastro de reservas, mesmo assim, na época foram chamados oito dos aprovados.


 Ange Biniou
 
 
No final do ano passado, Ange Biniou, então presidente da Associação dos Guardas Portuários do Estado do Rio de Janeiro – AGPERJ, deu entrevista ao Portal Marítimo sobre a polêmica do último concurso para o cargo.







Bem, em primeiro lugar, qual a posição da AGPERJ em relação ao imbróglio envolvendo o último concurso para guarda portuário?
 
A posição da AGPERJ é a mesma em relação aos concursados, ou seja, de total insatisfação ao processo que vem sendo adotado neste último concurso. Se uma empresa abre um concurso para cadastro de reserva é por que, no mínimo, prevê uma necessidade futura de novos funcionários. E a própria Cia Docas já provou essa real necessidade ao publicar edital de convocação de vigilância terceirizada.
 
Qual a opinião da AGPERJ em relação ao déficit de guardas portuários nos portos brasileiros e, especificamente, no Porto do Rio?
 
Infelizmente só se pensa em segurança depois da “casa arrombada”. Com a GP não poderia ser diferente. Somente somos tolerados por conta da lei, senão seria tudo terceirizado. Apenas como ilustração, do ultimo concurso para os que já estavam na GP, há um “buraco” de quase 20 anos. Precisou acontecer aquela tragédia das Torres Gêmeas para a “fênix” ressurgir das cinzas. A Guarda Portuária é uma instituição criada por lei. Sua função vai muito além de segurança, policiamento e fiscalização nos portos brasileiros. Sua atuação é de tal importância que lida diretamente com área de fronteira internacional. Toda carga ou passageiros de navios estrangeiros que passam pelos portos brasileiros estão subordinados à segurança e fiscalização da Guarda Portuária. Diversas áreas nos portos do Rio de Janeiro deixam de ser cobertas pela Guarda Portuária por falta de material humano e aquelas que estão cobertas não tem a quantidade necessária considerada como ideal.
 
Na opinião de vocês, por quê os aprovados ainda não foram chamados, uma vez que está nítida a necessidade de mais guardas portuários em efetivo serviço?
 
Devido a Cia DOCAS ter ocupado as vacâncias da GP, colocando pessoal da administração como engenheiros, administrativos, etc. (vide as convocações dos outros cargos deste concurso em relação à Guarda) voltando a preencher o efetivo total da Empresa, desprezando os diversos apelos de superintendências passadas para o devido preenchimento das vagas. Portanto, hoje, a DOCAS somente admitirá os concursados em havendo novas vacâncias ou ficando pronto o novo plano de segurança, cujo edital está em vias de ser publicado no diário oficial, onde obrigatoriamente constará o efetivo total. O qual terá que ser cumprido. Todos os ofícios enviados pela AGPERJ à diretoria da Cia Docas do Rio de Janeiro solicitando a contratação de novos concursados foram respondidos com a justificativa de aguardo da criação de um novo Plano de Segurança para definir o efetivo necessário na Guarda Portuária do RJ. O problema é que essa burocracia vem se prolongando a um bom tempo. A contratação desses concursados é uma gestão da empresa e o último concurso foi de cadastro de reservas. O que não iremos admitir é que a empresa contrate serviço de segurança terceirizada sem antes chamar todo o banco de aprovados do último concurso em vigor.
 
Entre nossos leitores, houve quem disse que não era interessante para os guardas portuários a entrada dos aprovados, por conta do acúmulo de gratificações por horas extras. Isso é verdade? Qual a posição da AGPERJ a respeito desta acusação?
 
Isto é uma inverdade. Hoje, a Guarda Portuária do Rio de Janeiro trabalha numa escala de 12×24, 12×72. Tanto que os novos seis colegas recém chegados já estão trabalhando nessa mesma escala. A Guarda Portuária do Rio de Janeiro não faz horas extras além da necessária que corresponde a 1 (uma) hora de rendição por cada troca de plantão e essa hora é justificada para a realização de deslocamento dos postos até a sede. A política atual da empresa não permite a realização de horas extraordinárias. Portanto a contratação de novos concursados não modifica em nenhuma hipótese a remuneração dos Guardas Portuários do quadro atual. Ao contrário dessa falsa acusação, a expectativa de toda a categoria é pelo preenchimento o mais rápido possível dessa vacância, desonerando, dessa forma, o trabalho de quem tem que se desdobrar para cobrir esse déficit.
 
 O que a AGPERJ planeja fazer em relação a esta situação?
 
Como se sabe, o concurso foi para cadastro de reserva, o que gera para o concursado uma mera expectativa de direito. Porem, a DOCAS, ao publicar em diário oficial um edital de convocação de empresa de vigilância armada, evidenciou a carência de pessoal, comprovando a necessidade, o que deixou de ser mera expectativa. Como já dito, a atual gestão da AGPERJ vem alertando a empresa da real necessidade de novos funcionários. Porém a convocação ou não dos concursados é uma gestão da empresa. O que é ilegal e não permitiremos é a contratação de serviços terceirizados de segurança para atuar nos portos e patrimônios de Docas uma vez que há concurso para Guarda em vigor. Elaboramos documento e enviamos ao TCU denunciando a irregularidade dessa terceirização. Estamos encaminhando também esse documento ao Ministério do Trabalho e Ministério Público. Estamos realizando trabalho junto aos concursados manifestando todo tipo de apoio e agindo em prol da convocação deles e vamos tomar todas as medidas necessárias para inibir tais irregularidades.
 
Tirando o foco do concurso dos GP’s, qual a missão da AGPERJ e quais as questões com as quais a associação está envolvida atualmente?
 
A função principal da AGPERJ, como o próprio nome já diz, é zelar pela parte social dos guardas portuários. Porém sua atuação vai muito além dessa função. Nosso comprometimento é com a Guarda Portuária de um modo geral. Agimos na defesa de seus integrantes e da Instituição, no bem estar da categoria, nos interesses e anseios da Guarda Portuária. Temos também um importante papel a nível nacional. A Guarda Portuária do Rio de Janeiro é vista como referência no Brasil. Muitas de suas lutas visam beneficiar a Guarda Portuária não só do Rio de Janeiro, mas de todo o Brasil. Entendemos que só unindo todas as Guardas Portuárias conseguiremos a força necessária para alcançar nossos objetivos. A AGPERJ vem realizando um excelente trabalho em Brasília na aprovação de Projetos de Leis os quais todas as Guardas Portuárias estão envolvidas, como é o caso do PL 454/11 (PRONASCI), PLC 87/11 (Estatuto do desarmamento), PEC 59/07 (Polícia Portuária Federal), entre outras. Além disso, ainda temos um projeto de criar a unificação da Guarda Portuária, a nível nacional, dentro da SEP.
 
O que falta aos GPs hoje e o que já foi conquistado?
 
Todas as nossas conquistas são frutos do trabalho não só da AGPERJ, mas de toda a Guarda Portuária. Todo trabalho feito pela AGPERJ é realizado com a colaboração de toda categoria. Nossa maior conquista está em todo o apoio em nós depositado. A categoria está unida. Todos colaboram de diversas formas, atuando, sugerindo, incentivando. Zelamos pela transparência de nosso trabalho e procuramos informar a categoria sempre sobre a verdade dos acontecimentos. Tivemos um ótimo ano. Obtivemos importantes vitórias em Brasília, manifestamos nossos anseios junto a Cia Docas e a SEP, realizamos excelente trabalho em nossas negociações coletivas, atendemos diversos anseios da categoria. Ainda temos muito trabalho pela frente. É só o começo.

 

 
 
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