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quinta-feira, 30 de maio de 2013

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RECEITA FEDERAL APREENDE QUASE 300 QUILOS DE COCAÍNA PURA NO PORTO DE SANTOS



Droga estava junto com a soja que seria levada para fora do país.

Fiscal da Receita estranhou a presença de malas dentro do contêiner.




A Receita Federal apreendeu quase 300 quilos de cocaína pura dentro de oito malas, no Terminal da Santos Brasil, localizado na Margem esquerda do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A droga foi encontrada no final da noite desta quarta-feira (29) dentro de um contêiner que sairia do país. Até o momento ninguém foi preso.

Durante uma fiscalização de rotina, um fiscal da Receita estranhou a presença das malas dentro de um contêiner carregado com soja. As malas escondiam 269 quilos da droga, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Federal. O objetivo é descobrir a origem e o destino da droga e saber onde e como os traficantes conseguiram ter acesso ao contêiner. Ainda não há informações sobre quem seria o responsável pela droga apreendida.

Segundo a Polícia Federal, o quilo da cocaína pura pode ser vendido por US$ 40 mil. A droga apreendida está avaliada em mais de  US$ 10 milhões  ou seja quase R$ 21 milhões. Ainda não há informações sobre quem seria o responsável pela droga apreendida.
Fonte: Jornal A Tribuna / TV Tribuna - Edição Segurança Portuária Em Foco



Vídeo TV Tribuna







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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

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OPERAÇÃO PORTO SEGURO DA POLÍCIA FEDERAL BALANÇA OS ALICERCES DA CODESP



SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / POLÍCIA FEDERAL




A Operação Porto Seguro desencadeada pela Policia Federal que culminou com a detenção de 6 pessoas e indiciamento de outras 12 até o momento, parece ser apenas a ponta de um grande iceberg. Desde a última sexta feira o assunto vem estampando as manchetes dos principais jornais e demais meios de comunicação, nacional e internacional, noticiando os desdobramentos de mais um caso de corrupção, tráfico de influência e fraudes envolvendo vários nomes ligados aos órgãos reguladores e empresas estatais, entre elas a Codesp.
Se para muitos as denúncias causaram espanto e indignação, para outros elas não são nenhuma novidade, sobretudo para os que conhecem bem os meandros e os bastidores da Autoridade Portuária que administra o porto de Santos. Há tempos o Sindaport vem denunciando os desmandos administrativos praticados pelas gestões, quase sempre políticas, que se sucederam na direção da empresa. Não por acaso, homens que de alguma forma ditaram os rumos da Codesp e que hoje estão envolvidos no novo escândalo.
Utilizada como moeda de troca por muitos partidos ao longo dos anos, a Codesp se transformou em uma verdadeira mina de ouro e paraíso de oportunidades, além de ser considerada atualmente uma dos maiores “cabidaços” de emprego no seguimento portuário. Direta ou indiretamente, pela Avenida Rodrigues Alves s/nº já passaram muitos Valdemares, Vieiras, Dirceus e tantos outros, sempre escoltados por seus inseparáveis e indefectíveis gafanhotos. Seja da espécie coqueiro, do campo, do milho, gigante, migratório, peregrino, soldado ou verde, os gafanhotos seguem sem largar o osso, ou melhor, as folhas, e continuam "mordendo".
Enquanto empresas do setor investem cada vez mais na formação e qualificação profissional de seus quadros, recrutando e disputando os melhores profissionais disponíveis no mercado de trabalho, a Codesp navega na contramão e continua sua triste rotina de empregar indicados e afilhados políticos, que, invariavelmente bem remunerados, encontram na companhia docas paulista um legítimo porto seguro. Em sua maioria, seguem ocupando cargos estratégicos sob o ponto de vista politico e econômico, como se verificou na nova investida da Polícia Federal.
Ainda que tardiamente, a caixa preta que existe na Codesp desde que o Governo Federal passou a administrá-la começa a ser finalmente aberta. O suposto envolvimento do Tecondi - Terminal de Contêineres da Margem Direita e da Codesp em transação de favorecimento ilícito não deixa a menor dúvida de que há muito a ser desvendado em se tratando de privatizações, contratos de arrendamentos e suas prorrogações, adensamentos de áreas, licitações, contratações de empresas e serviços, emissão de pareceres e etc. A Operação Porto Seguro balança os alicerces da Codesp.

Fonte: Fonte: DCG / AssCom Sindaport DCG / AssCom Sindaport


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sábado, 17 de novembro de 2012

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TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS NO PORTO DE IMBITUBA



SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / POLÍCIA FEDERAL


Tráfico Internacional de Drogas







Uma operação surpresa da Polícia Federal (PF) em Imbituba, no último dia 9, culminou na prisão de um filipino e um dinamarquês, acusados de tráfico internacional de drogas. Um dos homens foi preso no porto da cidade, um dos maiores do país, após a chegada de um navio com a bandeira de Bahamas.
 
A Polícia Federal recebeu uma denúncia que um tripulante de um navio de bandeira de Bahamas, natural das Filipinas, no continente asiático, estaria transportando drogas.
 
De acordo com a Polícia Federal, o homem de 48 anos, Reinaldo D.R, de 48 anos, foi preso no Porto de Imbituba. Com ele foram encontrados sete tabletes de cocaína pura, de 1kg cada, escondidos embaixo da cama. Quando autuado, Reinaldo prestou depoimento alegando que teria comprado a droga de um dinamarquês, na região portuária, no bairro da Vila Nova, que estava hospedado em um hotel da região.
 
O dinamarquês B.L (que só teve as siglas do nome divulgado), de 38 anos, foi encontrado com um carro e nove tijolos de cocaína.
 
Os homens estão reclusos na carceragem da PF, na Agronômica, Capital. Eles deverão ser encaminhados nos próximos dias a um presídio federal.
 
Agora, os trabalhos se concentram no distribuidor da droga pelas vias marítimas. Acredita-se que o entorpecente vem da Europa e teria como destino Grande Florianópolis e Sul do Estado. Os estrangeiros teriam sido utilizados como mulas - quem transporta drogas para traficantes e produtores de entorpecentes.
 
A maior apreensão de cocaína em Santa Catarina ocorreu justamente no Porto de Imbituba, em 2008, quando a Receita Federal apreendeu 627 quilos da droga pura, avaliada em R$ 50 milhões. A cocaína estava escondida em compartimento de um contêiner proveniente do Equador, cuja carga declarada foi descrita como “óleo de palma refinado líquido”.
 
Diário do Sul / Diário Catarinense / G1
 
 
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

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POLÍCIA FEDERAL PROMOVE INTERCÂMBIO COM PAÍSES SUL-AMERICANOS


SEGURANÇA PÚBLICA / POLÍCIA FEDERAL
 

 

A Polícia Federal realizou em Brasília, de 24 de setembro a 05 de outubro, um intercâmbio com as polícias dos países vizinhos para a discussão do controle de produtos químicos na América Latina, uma importante ferramenta no combate à produção e ao refino de drogas.
 
O encontro foi uma iniciativa de cooperação internacional, que possibilitou a troca de experiências e práticas no combate ao tráfico de produtos químicos. No curso, foram demonstrados alguns mecanismos de controle e fiscalização adotados pela Polícia Federal.
 
O encontro se chamou “Estágio para Policiais Estrangeiros e Policiais Federais de Fronteira” e contou com a presença de agentes da Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru, Uruguai, Suriname e brasileiros de Ponta Porã/MS, Dionísio Cerqueira/SC e Uruguaiana/RS, que são cidades fronteiriças.
 
Na ocasião, o Chefe de Controle de Produtos Químicos da Polícia Federal, delegado Júlio Danilo, ressaltou a importância do princípio de responsabilidade compartilhada, onde não só o país produtor deve se preocupar com o controle dos produtos químicos e do tráfico, mas também com a cooperação entre as demais nações, no sentido de unificar o combate ao desvio de produtos usados na fabricação de drogas.
 
Fonte: Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal
 
 
 
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sábado, 29 de setembro de 2012

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TRÁFICO DE DROGAS NO PORTO DE PARANAGUÁ


SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / POLÍCIA FEDERAL





 

A Polícia Federal em Paranaguá desencadeou na última terça-feira (25/09), a Operação Safira, que teve por objetivo desarticular uma quadrilha de traficantes internacionais.
As investigações foram autorizadas pela Justiça Federal de Paranaguá, com o acompanhamento do Ministério Público Federal (MPF).
O modus operandi é a remessa de cocaína através de tripulantes marítimos, utilizando-se de navios atracados no Porto de Paranaguá e em outros portos brasileiros.
Durante as investigações, foram identificados membros de uma quadrilha composta por bolivianos, brasileiros, argentinos, espanhóis e colombianos, além de funcionário de agência marítima e de empresas que prestam serviço aos navios, tais como o fornecimento de comida e retirada de resíduos, cada um com funções específicas dentro do esquema criminoso.
As investigações tiveram início em janeiro deste ano e possuem ligação com os fatos apurados na Operação Deadline, inclusive com a participação de alguns investigados nos dois esquemas de tráfico internacional. Neste período, foram apreendidos 114 kg de cocaína e sete pessoas foram presas em flagrante.
O valor estimado, no mercado europeu, da cocaína apreendida é de aproximadamente, R$ 8,5 milhões.
Foram expedidos pela Justiça Federal, em Paranaguá, 13 mandados de prisão preventiva; seis mandados de busca e apreensão em Paranaguá/PR, Matinhos/PR e São Paulo/SP; além do sequestro de bens móveis e imóveis e o bloqueio de valores depositados nas contas bancárias dos investigados.
 
QUADRILHA PRESA EM JANEIRO
 
Flagrantes registrados em janeiro de 2012, exibidos no programa Domingo Espetacular, da Rede Record, mostram a principal parte da ação.
O Porto de Paranaguá é um dos principais corredores do tráfico internacional no país, por ele circulam mais de mil contêineres por dia. A droga segue para o exterior dentro destes contêineres. O dono da mercadoria exportada não tinha nenhum envolvimento com o tráfico.
 
 
O Delegado Sergio de Oliveira, da Polícia Federal explica: “Eles simplesmente aproveitam o contêiner que é legal, ou seja, o dono da mercadoria, o exportador, o importador, ninguém sabe de nada. Eles têm um contato no porto de destino, e antes de ser desembaraçado o contêiner, alguém abre, tira a droga, e fecha”.
 
 
A ação dos traficantes começava antes do contêiner chegar ao Porto de Paranaguá. A quadrilha contava com a participação de um motorista e de funcionários de agências marítimas e do terminal portuário. No caminho para o porto, os caminhões eram desviados da rota para que os traficantes pudessem colocar sacolas cheias de cocaína dentro dos contêineres.
 
 
Foi feito o contato com a Polícia espanhola e a droga foi apreendida lá.
Toda a ação foi filmada pelo programa Domingo Espetacular da Rede Record, veja o vídeo:
 





Comunicação Social da Polícia Federal no Estado do Paraná / Rede Record


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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

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NAVIO MSC LAUSANNE - PIRATARIA NO PORTO DE SANTOS

O DIA EM QUE UMA QUADRILHA INTEIRA FOI PRESA PELA GUARDA PORTUÁRIA


SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / GUARDA PORTUÁRIA / HISTÓRIA



Por volta das 10 horas do dia 25 de junho de 2007, o guarda portuário Luis Carlos, de serviço no Centro de Controle de Comunicação - CCCOM, da Guarda Portuária do Porto de Santos, observou uma movimentação estranha à bordo do Navio MSC Lausane, de bandeira alemã, atracado no Terminal da Santos Brasil - TECON, localizado na outra margem do Porto, no Distrito de Vicente de Carvalho, na cidade de Guarujá. Vários trabalhadores avulsos  (TPA’s) estavam concentrados no convés, do lado de mar.
Depois de alguns minutos de observação, ele visualizou estes trabalhadores carregando algumas caixas em direção a proa do Navio, trabalho totalmente incomum aos trabalhadores escalados de serviço à bordo, que é de estivagem e desestivagem, serviço executado por estivadores e apeação e despeação, serviço executado por trabalhadores de bloco.
De imediato foi dado ciência ao Inspetor Carlos Carvalhal, de plantão no CCCOM, que acompanhou o monitoramento de toda a ação e solicitou que a equipe de trabalho recuperasse as imagens gravadas desde a “parede da estiva” (local onde era feita a escala dos trabalhadores), a passagens destes trabalhadores pelos Gates (portões) de acesso, até a subida no Navio e levantassem a relação dos trabalhadores escalados naquela embarcação.


                                                        CCCOM
Neste levantamento das imagens e controles de acessos, foi constatado que vários trabalhadores com passagens policiais estavam escalados para trabalharem naquele navio. Na "parede" (local onde os trabalhadores são escalados para o trabalho à bordo), eles mantiveram contato, entre si, antes de acessarem aquela embarcação, e as suas características eram as mesmas das pessoas que continuavam carregando várias caixas, de um lado para o outro no convés.
Carvalhal designou que uma viatura da Ronda de Policiamento atravessasse da cidade de Santos para a cidade de Guarujá para atuar em apoio. Acionou a equipe do Patrulhamento Marítimo da Guarda Portuária, para também em apoio, se dirigisse para aquele Terminal. Em seguida, entrou em contato com Departamento de Polícia Marítima – DEPOM, da Polícia Federal, informando o que estava acontecendo, que designou três agentes para acompanharem os guardas portuários na subida à bordo daquele Navio.
O inspetor Samuel, de serviço na 4ª Subsede da Guarda Portuária, localizada na Margem Esquerda do Porto de Santos, no Distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, onde se situa o Terminal de Contêineres da Santos Brasil, designou uma equipe para fiscalizar a portaria de saída daquele terminal e outra equipe para acompanhar os agentes federais para subirem à bordo do Navio.
Enquanto a Guarda Portuária e a Polícia Federal efetuava a tomada do navio, os guardas do CCCOM informavam, via rádio, a localização e as vestes dos miliantes, que ao tomarem conhecimento da invasão das forças policiais, trocaram de vestimentas e tentaram disfarçar, fingindo estarem trabalhando, mas foram todos identificados e detidos.



Em busca realizada no convés do Navio, os guardas portuários localizaram um contêiner, com o lacre estourado, de onde foram subtraídas as caixas e um contêiner vazio onde o produto do furto, cerca de 89 caixas de uísque, da marca Chivas Regal, doze anos, cada caixa contendo 12 garrafas, carga avaliada em R$ 96.120,00, estava sendo armazenado.
Foram detidos à bordo Wagner Eduardo da Silva, vigia de bordo; Aparecido Machado Leocádio, contra-mestre; Wladimir Germano Bernardo, contra-mestre; Luiz Marcelo da Silva Siqueira (vulgo Magaiver), contra-mestre; Rogério da Silva (vulgo Nego Rogério), trabalhador de bloco; Alessandro Roberto Rocha (vulgo China), trabalhador de bloco; José Valter dos Santos (vulgo Zé Valter), trabalhador de bloco; Jobim Martins da Cruz, estivador; Sebastião Gomes de Sá, estivador. Foram detidos tentando sair pela portaria do Terminal, George Brito Gonçalves, trabalhador de bloco e Francisco Chagas da Cunha (vulgo Boy), trabalhador de bloco.
Como nenhum dos detidos apresentou qualquer reação ao ser inquerido, e como também não negaram a autoria do furto, conforme consta nos autos, o Inspetor Samuel deu voz de prisão a todos, sendo então conduzidos a Delegacia Sede da Polícia Federal, em Santos.
O Dr. Del. Marcelo João da Silva, após a análise dos fatos, ratificou a voz de prisão em flagrante delito à José Valter dos Santos, Alessandro Roberto Rocha, George Brito Gonçalves, Rogério da Silva e Francisco Chagas da Cunha e determinou o encaminhamento dos presos para a Cadeia Pública do Guarujá. Os demais, em virtude das vestimentas não estarem de acordo com as verificadas nas imagens colhidas do ato delituoso, foram qualificados como testemunhas.

Os elementos presos em flafrante


 
  José Walter dos Santos                         Francisco Chagas da Cunha                  George Brito Gonçalves
                                                                     
                                       

        Alessandro Roberto Rocha                                                                                                   Rogério da Silva

Nos seus depoimentos, todos negaram a autoria do crime, disseram que não observaram qualquer movimentação suspeita, que se conhecem apenas de vista. Francisco Chagas alegou ainda que só vê o que lhe interessa. 

A sentença

A sentença julgou parcialmente procedente a denúncia para absolver Francisco Chagas Cunha, George Brito Gonçalves, José Valter dos Santos e Rogério da Silva, em virtude de que, o Laudo de Exame de Material Audiovisual não ser conclusivo quanto a autoria dos fatos, em razão da qualidade das imagens, uma vez, em face da distância entre a câmera o navio, é impossível vislumbrar a face de qualquer dos indivíduos autores do fato típico. Desse modo, considerados os depoimentos das testemunhas, somente a Alessandro Roberto Rocha (vulgo China) foi imputado da autoria do crime e condenado a pena de um ano de reclusão, cumprida em regime aberto. A pena privativa foi substituída por duas restritivas de direito, consistentes na prestação de serviço à comunidade ou entidade pública, e prestação pecuniária estipulada em R$ 800,00 (oitocentos reais).

O Recurso

Alessandro Roberto Rocha interpôs recurso requerendo absolvição da imputação da pena que lhe foi imposta, no entanto o Ministério Público apresentou contra-razões requerendo o improvimento do recurso.
A Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, por unanimidade, decidiu negar o recurso, seguindo o voto do Desembargador Federal Relator Cotrim Guimarães. (veja o acordão).
 
Os acontecimentos foram relatados na imprensa.








Veja tambem:

Navio Isomeria - Pirataria no Porto de Santos


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terça-feira, 31 de julho de 2012

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POLÍCIA FEDERAL RECEBE FUZIS HK 417

SEGURANÇA PÚBLICA / POLÍCIA FEDERAL




Dando continuidade à aquisição de equipamentos da Polícia Federal, começou a distribuição de 200 fuzis de assalto HK417 comprados para equipar os Grupos de Pronta Intervenção (GPIs), os Núcleos de Polícia Marítima (NEPOMs) e o Comando de Operações Táticas (COT), além de algumas Superintendências Regionais.



A nova arma é a mais moderna versão de fuzil de assalto em calibre 7,62x51mm OTAN fabricado pela famosa Heckler und Koch alemã. O HK417 imita a excelente configuração ergonômica dos fuzis da família AR15, facilitando seu manuseio tático com velocidade e eficiência. Medindo de 905mm a 985mm de comprimento, dependendo da posição de sua coronha telescópica, possui um cano de 406mm e pesa 4,6 kg com seu carregador de 20 cartuchos vazio.

Funciona por meio de um sistema de gases com pistão de recuo curto agindo sobre um ferrolho com múltiplos ressaltos de trancamento, sistema resistente e altamente confiável, já amplamente testado em seu "irmão menor", o HK 416, que foi adotado por forças armadas e unidades de operações especiais de diversas nações.


Texto: Alexandre Beraldi
Especialista em Armas Leves e Forças Especiais
Fonte: DEFESANET


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