Postagem em destaque

GUARDA PORTUÁRIA DETÉM CAMINHONEIRO APÓS TOMBAMENTO DE VEÍCULO EM VIA DO PORTO DE SANTOS

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos como embriaguez ao volante Na manhã do último domingo (14/06), por ...

Mostrando postagens com marcador Libra Terminais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Libra Terminais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

0

LIBRA TERMINAIS RESTRINGE ACESSO E PREJUDICA TRABALHADORES E USUÁRIOS




Com a alteração, o acesso ao local passou a ser realizado por empresa de segurança patrimonial a serviço da Libra

Na madrugada de segunda-feira (06), usuários e trabalhadores do Porto de Santos foram surpreendidos com uma inusitada medida adotada por uma das mais antigas e importantes empresas portuárias que atuam no complexo, a Libra Terminais.
Sem qualquer comunicado prévio, ainda que informal, ou notificação oficial dirigida à Autoridade Portuária - Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a direção da operadora de contêineres resolveu restringir o acesso aos locais que circundam a área primária das instalações.
O acesso, até então livre e de uso público, foi bloqueado de maneira abrupta e unilateral prejudicando uma grande parcela de trabalhadores portuários avulsos e vinculados, além de profissionais em geral que estão direta e indiretamente ligados à atividade da navegação comercial.


Com a alteração, o acesso ao local passou a ser realizado por empresa de segurança patrimonial a serviço da Libra. Acionados, os dirigentes do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport) se dirigiram ao local. "O fato da Libra exercer a fiscalização com pessoal próprio deixa muitas dúvidas a respeito da licitude dessa medida, que entendemos como provocativa e desnecessária, uma vez que a Guarda Portuária, entre outras tantas atribuições, é legalmente responsável pela fiscalização administrativa nos portos estatais se sobrepondo a qualquer tipo de vigilância patrimonial", afirmou o primeiro secretário do Sindicato, Edilson de Paula Machado.
O presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, também rechaçou a medida proibitiva e prontamente acionou a direção da Codesp. "Não podemos aceitar passivamente uma ação dessa natureza, ostensiva e prejudicial aos companheiros e usuários que por ali transitam sem gerar nenhum problema de ordem operacional e administrativa à empresa, e por tal já encaminhamos ofício ao presidente da estatal, Alex Oliva, solicitando esclarecimentos sobre a atitude tomada pela Libra, considerando que o contrato de arrendamento daquela área encontra-se em juízo arbitral".


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.


Continue lendo ►

quarta-feira, 20 de julho de 2016

0

JUSTIÇA DEFERE LIMINAR QUE PROÍBE MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA NO PORTO DE SANTOS




Libra Terminais e Santos Brasil têm usado da prática durante a greve dos estivadores, segundo o sindicato

A Justiça deferiu nesta terça-feira (19) uma liminar favorável ao Sindicato dos Estivadores (Sindestiva), que proíbe a Libra Terminais de operar no Porto de Santos com mão de obra estrangeira. Algo que, segundo os representantes dos trabalhadores, se tornou comum durante as greves da categoria, que está em campanha salarial.
Na última quinta-feira (14), a mesma decisão já havia sido aplicada contra a Santos Brasil. Caso as determinações sejam descumpridas, as empresas serão multadas.
A Libra Terminais em R$ 50 mil por profissional estrangeiro utilizado - a sanção pode dobrar caso este trabalhe em dois períodos - e de R$ 20 mil para a Santos Brasil.
Segundo o advogado do Sindestiva, Marcelo Vaz, a liminar acaba por respeitar direito de greve dos trabalhadores, previsto na Constituição de 1.988 e impedindo irregularidades nas empresas.
“Eles pagam para os tripulantes estrangeiros realizarem o serviço e, com isso, os navios não perdem tempo atracados. Os juízes reconheceram que estas pessoas não podem trabalhar por não estarem vinculadas ao Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), por não terem qualificação, além de não recolherem impostos e não terem visto temporário de trabalho”, diz.
Marcelo conta, ainda, que sugeriu aos magistrados que fossem aplicadas multas altas caso aconteça o descumprimento da liminar. “As empresas, na ânsia de operarem preferem desrespeitar a ordem (determinação da Justiça) e pagar a multa, porque, senão, podem perder o armador (dono do navio)”.
Greve de 48 horas
No último final de semana, estivadores avulsos e vinculados mais uma vez cruzaram os braços no Porto de Santos e, novamente, constaram o trabalho estrangeiro nas embarcações.
De acordo com o advogado do Sindestiva, as questões já foram reportadas aos juízes, que tomarão as atitudes cabíveis. No caso, as empresas serão multadas.
Apesar da liminar contra a Libra Terminais ter saído dois dias após o movimento grevista, Marcelo Vaz garante que as sanções serão aplicadas. “Ela (liminar) compreende até cinco dias antes de sua divulgação”.
O advogado explica que a utilização de mão de obra estrangeira foi comprovada aos juízes pelo Sindestiva e, também, pelo subdelegado do trabalho e delegado da Polícia Federal.
Resposta
O Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) informou, por meio de nota, que as empresas da câmara de contêineres não contratam mão de obra estrangeira. No entanto, quando há algum problema operacional, essas empresas notificam armadores, que não têm como realizar os serviços nos contêineres e os armadores e comandantes dos navios realizam tais serviços com sua própria tripulação.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.



Continue lendo ►

sábado, 12 de outubro de 2013

1

AS BONDADES DA CODESP COM A LIBRA TERMINAIS


“Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, não abriu a caixa preta da Libra Terminais”.


Libra T.33


O mundo portuário nacional já sabe que uma dívida milionária da Libra Terminais com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), autoridade portuária do Porto de Santos (litoral paulista), rola por corredores brasilienses há muito tempo, mesmo tendo uma decisão judicial favorável à Codesp. Todavia, não sabe que essa mesma empresa recebeu mais um benefício de “pai para filho” dessa mesma autoridade portuária.

Vamos aos fatos.

1- A Libra Terminais comprou o contrato da NST licitado com o objeto de movimentação de açúcar, no armazém 33, no cais santista. Ato contínuo, com os “olhos e coração” meigos da Codesp, a empresa não encontrou dificuldade para desrespeitar a lei e mudar, sem licitação, o objeto do contrato em vigência de terminal açucareiro para pátio de contêineres. Levando-se em conta a demanda do mercado e sem necessidade de ser um grande matemático, dá para entender que a Libra foi premiada com uma tremenda vantagem competitiva. Tinha apenas um porém: ela estava obrigada a devolver para a Codesp os shiploaders para carregamento de navios com açúcar.

2- Com o início das obras para construção do pátio de contêineres, a Codesp resolveu fazer um leilão desses equipamentos, mesmo sem ainda os ter recebido de volta. Como o valor mínimo exigido de lance era muito acima do de mercado, a oferta a menor da TGrão (Terminal de Graneis AS) foi rejeitada.

3- A Libra ficou com esse equipamento de presente. E o que é pior: recentemente o vendeu por preço inferior ao que foi ofertado pela TGrão. Alega que vai instalar equipamento de maior valor para movimentação de contêineres.

Assusta o mundo portuário e a sociedade imaginar qual tipo de “cordão umbilical” liga tão fortemente a Codesp e a Libra Terminais. Enquanto isso, órgãos de fiscalização em Brasília continuam sem ajustar adequadamente os binóculos em direção ao maior porto do País e a boa prática pública fica a ver navios.

Fonte: Portogente






Continue lendo ►

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

1

LADRÃO INVADE TERMINAL LIBRA-T37 DE CAIAQUE




O Centro de Controle Operacional (CCO) da Libra Terminais T-37, do Porto de Santos, observou pelas imagens do monitoramento a aproximação de um elemento, à bordo de um caiaque junto ao costado. Ao acompanhar os seus movimentos, visualizou ele invadir o Terminal a entrar no interior da Caldeiraria, subtraindo do local, um cabo de máquina de solda, medindo aproximadamente 15 metros.

Quando percebeu que os seguranças do Terminal estavam no seu encalço, tentou se livrar do produto do furto e empreender fuga, no entanto não obteve êxito, sendo detido.

A Guarda Portuária foi acionada para comparecer ao local, e ao tomar ciência dos fatos, conduziu as partes e o produto do furto na Central de Polícia Judiciária (CPJ), no 1º Distrito Policial de Santos, onde foram apresentados ao Del. Dr. Leonardo Amorim Nunes Rivau.

No Distrito, o elemento foi identificado como sendo Gildeão de Almeida Melo, morador no Sítio Conceiçãozinha, favela de Vicente de Carvalho, localizada na Margem Esquerda do Porto de Santos.

O material subtraído foi avaliado em cerca de R$ 450,00 reais. Gildeão foi autuado em flagrante por furto qualificado, sendo recolhido à cadeia. Na hipótese de condenação, ele está sujeito a pena de 2 a 8 anos de reclusão.

 

Fonte: Jornal Expresso Popular





Continue lendo ►

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

0

MISTÉRIO ENVOLVENDO LIBRA, CODESP E SPU





O uso de uma área junto ao Porto de Santos para estocar e movimentar contêineres da Libra Terminais seria absolutamente normal se o terreno, arrendado sem licitação e em nome de uma outra empresa, não fosse patrimônio da União, sob a administração da Secretaria do Patrimônio da União (SPU). Uma triangulação no mínimo esquisita, que favorece a empresa cuja dívida milionária de arrendamento do seu terminal portuário com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) não é cobrada, e para a qual se tenta uma negociação lesiva aos interesses da estatal.

Situada na Avenida Portuária, essa área faz parte do patrimônio remanescente da extinta companhia de navegação estatal Lloyd Brasileiro. O que todos querem saber da SPU é porque e por que se preferenciou a Libra com uma área pública que deveria estar sendo utilizada pela Codesp, como estacionamento de carretas para mitigar o caótico congestionamento do Porto de Santos? E por que a Codesp se calou ao ser passada para trás na utilização prevista daquela área, tão necessária para melhorar sua logística interna?



É a Advocacia-Geral da União (AGU), do ministro Luís Inácio Adams, e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), do ex-ministro Pedro Brito, conjuntamente, que compete decidir sobre os cabeludos casos da Libra. Ambas instituições tiveram membros envolvidos no processo da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, de venda de pareceres no Porto de Santos. Seria essa a razão dessas excessivas tolerâncias dispensadas a Libra?
Fonte:Portogente





Continue lendo ►

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

0

LIBRA TERMINAIS SANTOS TEM NOVA ÁREA ALFANDEGADA




Como parte do plano de expansão, visando à criação do maior berço de atracação do País, a Libra Terminais Santos conta com uma nova área alfandegada. O novo espaço tem mais de 15 mil m² e está situado no T33, adquirido pelo Grupo Libra em julho de 2009 e que passou por ampla reforma, durante oito meses, com infraestrutura de pátio, armazém e costado e também na ampliação e modernização do parque de equipamentos.

A nova área faz parte do projeto Libra-Santos, com investimento de R$ 550 milhões em obras de modernização para a criação de um só berço de atracação com mais de 1,7 km, integrando o seus terminais, tornando-se um dos maiores do Brasil e único a ser dotado de infraestrutura para receber navios acima de 15 mil TEUs.

Segundo o presidente da Libra Terminais, Wagner Biasoli, com a unificação dos terminais, a capacidade deve passar dos atuais 850 mil TEUs para 1,7 milhão. Para isso, a Libra Terminais Santos vem se preparando, com a aquisição de equipamentos de ponta, como quatro novos portêineres com lanças maiores e três Eco RTGs. “A produtividade saltou para até 70 MPH”, afirma o executivo.

A Libra Terminais Santos vem crescendo sua movimentação e no final de julho operou, simultaneamente e de forma inédita, o CMA CGM Carmen e Tosca, dois navios de grande porte, cada um com 334 metros.

 

Fonte: Revista Porto S.A.
 
 
 
 
Continue lendo ►

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

0

BLOQUEIO EM CAMINHÃO FRUSTA ASSALTO




Roubo de carga depois de saída de terminal no Porto de Santos
 

 Gates do Terminal da Libra na Avenida Mario Covas
 
O sistema de monitoramento instalado em um caminhão bloqueou o veículo, momentos após ele se desviar da rota previamente traçada, e impediu a consumação do roubo de uma carga de 796 televisores, avaliada em R$ 950.933,44.

Esse fato, muito provavelmente, motivou a mesma quadrilha a abortar outro roubo de carga que era praticado simultaneamente nas imediações. Os assaltos ocorreram no Estuário, em Santos, na madrugada desta quinta-feira.

A certeza de que ambas as ações criminosas foram cometidas por idêntico bando decorre das características similares de tempo e local dos roubos, além do fato de as vítimas serem levadas para o mesmo cativeiro. Elas não se conhecem e não souberam informar o lugar onde foram mantidas em cárcere privado.

O roubo dos televisores teve início após um motorista de Americana (SP) deixar o Terminal da Libra, onde houve o carregamento dos aparelhos de LED e 40 polegadas, da marca Semp Toshiba. Ele dirigia um caminhão que tracionava um semirreboque, sendo rendido ao ingressar em uma rua nas imediações da Avenida Almirante Cochrane (Canal 5).

Um único assaltante, armado de pistola, entrou na cabine do caminhão. Após dirigir o veículo por alguns minutos sob a mira da arma, a vítima foi obrigada a entrar em um automóvel e levada para uma casa. Posteriormente, parte da quadrilha a abandonou próximo a um atacadista no início da Avenida Nossa Senhora de Fátima, no Chico de Paula.

Ainda durante a madrugada, o caminhão, o semirreboque e a carga de televisores foram encontrados intactos na Avenida Engenheiro Augusto Barata, na Alemoa, próximo do local onde a vítima foi posteriormente liberada. Por esse motivo, suspeita-se de que a casa utilizada como cativeiro fique nas imediações.

Ao chegar ao cativeiro, o motorista de Americana se deparou com outro caminhoneiro, residente em Praia Grande, que também foi libertado perto do atacadista do Chico de Paula. Esta vítima transportava uma carga de decodificadores de TV a cabo, cujo valor não foi divulgado.

Segundo ela, mais de três homens armados a dominaram na Avenida Mario Covas com o Canal 5, no Estuário. Enquanto parte do bando fugiu com o caminhão e a carga de decodificadores, o restante levou o motorista ao cativeiro. O veículo e o seu carregamento também foram encontrados abandonados intactos. Eles estavam na Rua João Alfredo, no Macuco.


Fonte: Eduardo Velozo Fuccia - Jornal a Tribuna
 
 
Continue lendo ►

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

0

JUSTIÇA CONDENA LIBRA TERMINAIS E TOMÉ ENGENHARIA POR DANOS AMBIENTAIS



SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / GUARDA PORTUÁRIA






As vezes os integrantes da Guarda Portuária se perguntam: O que adianta fazermos as ocorrências, se elas não dão em nada? Esta condenação é o resultado de uma ocorrência registrada pelo inspetor Carvalhal da Guarda Portuária de Santos, em RDO - Registro Diário de Ocorrência, às 18:30 horas do dia 22/10/2002 e aditada pelo Inspetor Henrique no dia posterior, quando da retirada do produto contaminado.

O juiz da 1ª Vara Federal de Santos, José Denilson Branco, condenou as empresas Libra Terminais S/A e Tomé Engenharia e Transportes Ltda a pagarem, solidariamente, R$ 100 mil de indenização por danos ambientais causados pelo derramamento de óleo lubrificante no estuário do Porto de Santos.

Sobre o valor, o juiz ainda impôs o pagamento de juros de mora à taxa de 6% ao ano e correção monetária, desde a data da sentença até a do efetivo depósito. Libra e Tomé ainda terão que arcar com os custos processuais e honorários advocatícios, fixados em 20% do valor da condenação – R$ 20 mil (metade para cada).

A ação, movida pelos ministérios públicos, estadual e federal, revela que o acidente ocorreu há 10 anos (em outubro de 2002), durante o serviço de manutenção de uma empilhadeira, realizado indevidamente por funcionários da empresa Tomé Engenharia Transportes, no pátio do terminal portuário da Libra. Cerca de 10 litros de óleo do motor da empilhadeira escoaram até um bueiro da rede de drenagem pluvial, sendo então lançados nas águas do estuário, agravando ainda mais a situação de uma área considerada degradada.

Na sentença, José Denilson Branco ressalta que não há como minimizar a responsabilidade das rés (Libra e Tomé) pelo fato do derramamento de óleo ter ocorrido neste local. Para o juiz, consentir com essa situação “representará indiscutivelmente a aceitação permanente da degradação ambiental”.

O valor de indenização foi fixado com base no grau de vulnerabilidade da área atingida, a persistência do produto na natureza e o volume derramado. Os recursos serão utilizados na aplicação de ações ou projetos que visem à recuperação do estuário de Santos.

Na ação, também havia o pedido que as empresas fossem condenadas à perda de incentivos e benefícios fiscais concedidos pelo Poder Público e a participação em linhas de financiamento em estabelecimentos de crédito. No entanto, José Denilson indeferiu esses pedidos em virtude de as rés terem adotado, posteriormente ao acidente, medidas de prevenção.
 

Fonte: Diário do Litoral.
 
 
Continue lendo ►

domingo, 2 de dezembro de 2012

0

ROSE E A SEDUÇÃO DO PODER



SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / POLÍCIA FEDERAL

OPERAÇÃO PORTO SEGURO LEVANTA SUSPEITA NA CONCESSÃO DE ÁREA À TERMINAIS PORTUÁRIOS DE SANTOS.

TERMINAL LIBRA
FORMITEX (PARTICIPAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUÁRIAS  TECONDI, CONCAIS, ADONAI e PIER MAUÁ - RJ)
A GUARDA PORTUÁRIA TAMBÉM É CITADA NESTA REPORTAGEM.





Uma triste passagem de bastão marcou a política brasileira na semana passada: saiu de cena um escândalo político; entrou outro. De um lado, o Supremo Tribunal Federal fez história ao definir as penas dos condenados do mensalão. Treze dos réus, incluindo o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, vão para a cadeia em tempo integral – uma rara ocasião na história brasileira em que poderosos pagarão por seus crimes. De outro lado, uma nova personagem irrompeu na cena política nacional: Rosemary Nóvoa de Noronha, ou Rose. Falando em nome de um padrinho político poderoso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rose trabalhou pela nomeação de vários afilhados no governo federal. Ao se dirigir a diretores de empresas estatais ou órgãos do governo, Rose frequentemente se apresentava como “namorada” do ex-presidente. Um dos afilhados de Rose, Paulo Vieira, foi preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Porto Seguro, acusado de chefiar uma quadrilha que cobrava propinas de empresários, em troca de pareceres jurídicos favoráveis em Brasília – fosse no governo, nas agências reguladoras ou no Tribunal de Contas da União. Rubens Vieira, diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), irmão de Paulo e outro dos afilhados de Rose, também foi preso. Tão logo o caso veio a público, na sexta-feira dia 23 de novembro, Rose foi exonerada do cargo que exercia, como chefe do gabinete da Presidência em São Paulo.



Como foi possível que Rose, uma simples secretária do PT, acumulasse tanto poder e prestígio, a ponto de influenciar nos rumos do governo federal – e causar tamanho salseiro? “A investigação demonstra que o poder de Rose advinha da relação dela com Lula. Não há elementos, entretanto, de que o ex-presidente soubesse disso ou tivesse se beneficiado diretamente do esquema”, afirma uma das principais autoridades que cuidaram do caso. “Lula cometeu o erro de deixar que essa secretária se valesse da íntima relação de ambos”, afirma um amigo do casal Lula e Dona Marisa. “Deveria ter cortado esse caso há muito tempo.” Os autos do processo, de que ÉPOCA obteve uma cópia integral, e entrevistas com os principais envolvidos revelam que:

1) Lula, ainda presidente da República, prestou – mesmo que não soubesse disso – três favores à quadrilha. Por influência de Rose, indicou os irmãos Paulo Vieira e Rubens Vieira para a direção, respectivamente, da ANA e da Anac. Lula, chamado em e-mails de “chefão” ou “PR” por Rose, também deu um emprego no governo para a filha dela, Mirelle;

2) A quadrilha espalhou-se pelo coração do poder – e passou a fazer negócios. Os irmãos Vieira, aliados a altos advogados do PT que ocupavam cargos no governo, passaram a vender facilidades a empresários que dependiam de canetadas de Brasília;

3) Rose, gabando-se de sua relação com Lula, tinha influência no Banco do Brasil. Trabalhou pela escolha do atual presidente do BB, Aldemir Bendine, indicou diretores (um deles a pedido de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado no caso do mensalão), intermediou encontros de empresários com dirigentes do BB e obteve um contrato para a empresa de construção de seu marido;

4) Despesas do procurador federal Mauro Hauschild, do PT, ex-chefe de gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e, depois, presidente do INSS, foram pagas pela quadrilha. É uma situação similar à do recém-demitido número dois da Advocacia-Geral da União (AGU), José Weber Holanda – que, segundo a PF, recebeu propina;

5) A PF, mesmo diante das evidências de que Rose era uma das líderes da quadrilha, optou por não investigá-la. Não pediu o monitoramento das comunicações de Rose e não quis detonar a Operação Porto Seguro no começo de setembro, quando a Justiça autorizara as batidas e prisões. Esperou até o fim das eleições municipais.

De acordo com o relato feito a ÉPOCA por um alto executivo que trabalhou na Companhia das Docas do Porto de Santos (Codesp), Rose evocava sua relação com Lula para fazer indicações e interferir, segundo seus interesses, nos negócios da empresa. Nessas ocasiões, diz o executivo, Rose se apresentava como “namorada do Lula”. “Ela jogava com essa informação, jogava com a fama”, diz ele.

Lula fez três favores à quadrilha dos pareceres enquanto era presidente da República

Uma história contada por ele ilustra o estilo de atuação de Rose. Em 2005, uma funcionária da Guarda Portuária passou a dizer na Codesp que fora indicada para o cargo porque era amiga da “namorada do Lula”. O caso chegou ao conhecimento da direção do Porto de Santos. Um diretor repreendeu a funcionária e chegou a abrir uma sindicância para apurar o fato – e ela foi demitida. O executivo conta que, contrariada, Rose ligou para executivos para cobrar explicações e reafirmou o que a amiga havia dito: “Eu sou a namorada do Lula”. Os executivos acharam que ela blefava. “No começo, a gente não sabia que ela era tão forte”, diz um deles. No Porto, ela foi responsável pelas indicações de Paulo Vieira e do petista Danilo de Camargo, ligado ao grupo do ex-ministro José Dirceu no PT. Os dois passaram a atuar em parceria com Valdemar Costa Neto, o deputado pelo PR condenado à prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do mensalão, responsável por indicar o presidente da Codesp.

Um dos interesses desse grupo era perdoar uma parcela da dívida da empresa transportadora Libra com a Codesp. O valor da dívida era de R$ 120 milhões. O acordo foi fechado no Ministério dos Transportes, então controlado pelo grupo ligado a Costa Neto, e contou com o aval de Camargo, presidente do Conselho de Administração. O PT de Santos, liderado pela ex-prefeita Telma de Souza, ficou revoltado com os termos do acordo e resolveu cobrar explicações de Camargo. Novamente Rose entrou em ação para defender os interesses da Libra, do PR de Costa Neto e de Paulo Vieira. Na ocasião, diz o alto executivo, ela evocou novamente o nome de Lula. Nos telefonemas que dava aos petistas contrários ao perdão da dívida, afirma ele, Rosemary sempre mencionava o então presidente.

Rose tem 57 anos, começou jovem na militância política e sua turma, dentro do PT, é uma turma das antigas. Seus principais interlocutores no partido, além de Lula, são Paulo Frateschi, secretário de organização do PT, e os já mencionados Camargo e Dirceu. Rose trabalhou como assessora de Dirceu nos anos 1990. Acompanhou de perto sua ascensão à presidência do PT. No total, foram 12 anos de parceria. Foi no período em que trabalhava com Dirceu que Rose conheceu Lula. Em fevereiro de 2003, com Lula no Planalto, Rose se tornou assessora especial do gabinete regional da Presidência em São Paulo. Em 2005, tornou-se chefe da unidade. Seu poder no partido foi crescendo. Ela fazia triagem informal dos currículos de candidatos a cargos do segundo escalão. Nessa época, começou a exercer influência também no Banco do Brasil. Rose trabalhou, de acordo com políticos e executivos do setor bancário, pela indicação de Aldemir Bendine para a presidência do BB.

A proximidade com Bendine permitiu que Rose, em 2009, conseguisse um emprego para José Cláudio Noronha, seu ex-marido. Noronha ganhou a vaga de suplente no Conselho de Administração da Aliança Brasil Seguros, atual Brasilprev. De acordo com as investigações da PF, Paulo Vieira forjou um diploma de curso superior para que Noronha cumprisse uma exigência da Brasilprev e assumisse a vaga. Em agosto do ano passado, o mandato de Noronha foi renovado.

Rose era também próxima de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado a oito anos e 11 meses de prisão no caso do mensalão. Os dois costumavam tomar café no Conjunto Nacional, centro comercial próximo ao prédio do gabinete da Presidência. A pedido de Delúbio, segundo executivos do BB, ela usou sua proximidade com Bendine para conseguir a nomeação de Édson Bündchen para a superintendência do BB em Goiás, em setembro passado.



Rose circulava tão bem no BB que pairava acima das disputas fratricidas entre seus diretores. Era próxima também de Ricardo Flores, ex-vice-presidente de crédito e ex-presidente da Previ, o bilionário fundo de pensão dos funcionários do banco. Flores e Bendine travaram embates corporativos constantes e são considerados inimigos. Isso nunca impediu Rose de se sentir segura para pedir favores a ambos. Em 25 de março de 2009, Rose pediu a Flores que examinasse um pedido de empréstimo de cerca de R$ 48 milhões da empresa Formitex. Era um desejo de Paulo Vieira – na época, ele ainda não era diretor da ANA. “Gostaria que encaminhasse esses dados técnicos ao Dr. Ricardo (Flores) e, se possível, conseguisse uma agenda para o Dr. César Floriano”, diz Paulo em e-mail para Rose que consta do inquérito policial. Floriano era um dos empresários que bancavam a quadrilha. Em 17 de agosto de 2009, Rose encaminha outro e-mail a Paulo em que pergunta se “aquele assunto do Flores foi resolvido”. Poucos minutos depois, Paulo responde: “As coisas com o Flores estão caminhando bem, ele tem sido muito legal e parece que vamos avançar bastante” (leia o e-mail abaixo).





De acordo com a investigação da PF, além do emprego para o ex-marido, Rose usou seus contatos no BB para ajudar o atual, João Vasconcelos. Documentos apreendidos pela polícia na casa de Rose, em São Paulo, mostram que a construtora de Vasconcelos, a New Talent, obteve um contrato de R$ 1,1 milhão – sem licitação – com a Cobra Tecnologia, subsidiária do BB. Tratava-se de uma obra de adequação e reforma do novo centro de impressão da empresa em São Paulo. Mais uma vez, Rose recorreu a Paulo Vieira para forjar documentos. A Associação Educacional e Cultural Nossa Senhora Aparecida, mantenedora da faculdade de propriedade de Vieira em Cruzeiro, São Paulo, emitiu um falso atestado de capacidade técnica para a New Talent conseguir o contrato com a Cobra. Em maio de 2010, funcionários da Cobra encaminharam a Vasconcelos o contrato com a New Talent.



Fonte: DIEGO ESCOSTEGUY E ALBERTO BOMBIG, COM LEOPOLDO MATEUS, MARCELO ROCHA, MURILO RAMOS, FLÁVIA TAVARES E LEANDRO LOYOLADIEGO ESCOSTEGUY E ALBERTO BOMBIG, COM LEOPOLDO MATEUS, MARCELO ROCHA, MURILO RAMOS, FLÁVIA TAVARES E LEANDRO LOYOLA – REVISTA ÉPOCA – G1.




* Esta publicação é de inteira responsabilidade do órgão de imprenssa que a publicou. O nosso papel   é apenas manter informado aqueles que acompanham o Blog, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária, nesse caso, a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.


Continue lendo ►

terça-feira, 4 de setembro de 2012

0

LIBRA AUMENTA AUTOMAÇÂO NOS SEUS GATES


SEGURANÇA PORTUÁRIA / LIBRA
 
                                                              Libra Rio
O Grupo Libra, alinhado com as demandas de infraestrutura do país, através da sua Unidade de Negócios Libra Terminais, está implementando um programa de automação e aumento da eficiência operacional dos seus terminais portuários que resultará, em um primeiro momento, na adoção de uma solução de OCR (Optical Character Recognition) em todos os seus Gates de acesso de carga e carretas em suas unidades nos portos de Santos e Rio de Janeiro.
Em um primeiro momento, o foco são os aspectos legais da portaria 3518/2011 da Receita Federal (a qual estabelece as regras para identificação das placas de veículos e numeração de container), para na sequência serem implementados os aspectos de automação, resultando em ganhos para todos os envolvidos na cadeia.
A HTS Brasil, braço nacional da HTS, empresa israelense líder mundial em automação de portos, foi a escolhida pelo Grupo Libra para fornecimento da solução. O sistema da HTS reconhece a placa do caminhão, o número do contêiner e, em seguida, transmite a informação. A identificação do veículo no novo sistema é feita durante a entrada do caminhão, em movimento, com base em um conjunto de sensores. A iluminação é operada automaticamente e várias fotos são tiradas por diferentes câmeras.
“A forma como conduziu a negociação foi um diferencial para a seleção da HTS, focando não apenas no aspecto legal como nos ganhos de eficiência para a Libra. Foram elaborados pouco mais de 10 projetos executivos antes da contratação do projeto”, disse Diogo Vasconcellos, responsável pela área de TI da Unidade de Negócios Libra Terminais.
“Estamos muito satisfeitos com a receptividade que a HTS está tendo no mercado brasileiro, a empresa está no país desde o começo do ano e já tem contratos com os maiores players do mercado”, disse Maxwell Rodrigues, vice-presidente da HTS Brasil. Na visão do executivo, os terminais não querem apenas cumprir as exigências legais ao automatizar, buscam, acima de tudo, aumentar a competitividade.
A HTS Hi-Tech Solutions é reconhecida mundialmente como líder em OCR (Optical Character Recognition) e em tecnologia para reconhecimento de caracteres em contêineres, placa de veículos e radares de alta e baixa velocidade. Fundada em 1992, a empresa tem a base em Israel, e conta com escritórios nos Estados Unidos e na Europa. Todos os produtos HTS são desenvolvidos internamente e se baseiam em tecnologia própria e avançados softwares de processamento de imagens. Com mais de 1000 sistemas implantados em 40 países, HTS fornece soluções para logística e segurança, além de contar com portais capazes de fazer varredura de radiação para inspecionar o conteúdo de contêineres. No Brasil, está presente desde o começo do ano com foco em monitoramento de rodovias e portos.
 Fonte: Guia Marítimo
 
 
Continue lendo ►

quinta-feira, 31 de maio de 2012

0

INVASÕES, OCUPAÇÕES E VANDALISMOS FAZEM COM QUE O NÍVEL 2 DE PROTEÇÃO SEJA MANTIDO NO PORTO DE SANTOS



TRABALHADORES PORTUÁRIOS AVULSOS - TPA'S, OCUPAM NAVIO NA SANTOS BRASIL


No início da tarde de ontem, vários trabalhadores portuários avulsos, após trabalharem no período matutino nos Navios EXPRESS PHOENIX e MASC UGANDA, atracados no Terminal da Santos Brasil, permaneceram à bordo, desocupando as embarcações somente após a intervenção da Polícia Federal, com o apoio da Guarda Portuária e da Policia Militar.


TRABALHADORES PORTUÁRIOS AVULSOS - TPA'S, INVADEM TERMINAL TECONDI


No início da noite, vários trabalhadores, comandados pelo presidente do Sindicato dos Estivadores, Rodnei Oliveira da Silva invadiram o Terminal de Contêineres da Margem Direita - TECONDI, visando ocupar duas embarcações que ali estavam atracadas, em virtude daquele Terminal estar operando as embarcações com pessoal próprio. A ocupação não se concretizou em virtude da atuação da Guarda Portuária. As escadas de acesso aos Navios foram levantadas e os trabalhadores, após negociação, desocuparam o Terminal de forma ordeira, enquanto várias viaturas da Polícia Militar aguardavam na portaria do Terminal, para agirem caso fosse necessário.


Segundo relato do estivador Marcelo Barreto da Silva, um dos vigilantes daquele Terminal sacou uma arma de fogo e o ameaçou. O Coordenador de Segurança do TECONDI, Herculano Luiz da Silva Júnior confirmou as equipes da Polícia Militar e Guarda Portuária, que os vigilantes que prestam serviço no local trabalham armados.

ATENTADO CONTRA CAMINHÃO DA LIBRA


No fim da noite um caminhão da empresa Libra Terminais foi abordado por vários manifestantes, defronte ao Ponto de Escalação do OGMO, na Av. Mario Covas. O motorista foi obrigado a descer do veículo, que após assumirem o seu controle, o posicionaram na frete do Gate 18, ainda na Av. Mario Covas, e atiraram um coquetel molotov no seu interior.

VEÍCULO DO OGMO É INCENDIADO




Um wolkswagem gol do Órgão Gestor de Mão de Obra - OGMO, foi incendiado na madrugada de hoje. O veículo estava estacionado na Av. Joaquim Montenegro, próximo ao ponto de escalação daquele órgão, fora da área portuária.

Por Carlos Roberto Carvalhal


Continue lendo ►

terça-feira, 1 de maio de 2012

0

CONTÊINER TOMBA SOBRE CAMINHÃO EM TERMINAL DO PORTO DE SANTOS








Um acidente durante a movimentação de contêineres na Brasil Terminais Retroportuários, que fica em área arrendada da Libra Terminais, às margens da Avenida Mario Covas, em Santos, deixou duas pessoas feridas, sem gravidade, por volta das 10:30 horas da última segunda-feira (30/04).


Segundo a Libra Terminais, um guindaste esbarrou em um contêiner e três caíram. Um deles atingiu a cabine de um caminhão que aguardava o embarque. Nela, estavam duas pessoas, que tiveram escoriações leves, foram socorridas rapidamente e já foram liberadas.


Segundo o Corpo de Bombeiros de Santos, que socorreu o motorista do caminhão, o homem foi resgatado e encaminhado para o Pronto Socorro da Zona Leste. A Guarda Portuária também foi acionada atender o acidente.



                                      



Fonte: Jornal A Tribuna.


Veja a reportagem do acidente no link da TV A Tribuna:




Continue lendo ►

LEGISLAÇÕES