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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

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SINDAPORT E APROGPORT SE REÚNEM COM SUPERINTENDENTE DA GUARDA PORTUÁRIA



Os principais assuntos abordados foram: efetivo; estrutura organizacional da Guarda Portuária; porte de arma; treinamentos e assuntos diversos
As diretorias do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (SINDAPORT) e da Associação Profissional da Guarda Portuária (APROGPORT) estiveram reunidas, na manhã da última terça feira (23), com o novo superintendente da Guarda Portuária, o Capitão de Mar e Guerra, Luís Fernando Baptistella.
Participaram da reunião o presidente do SINDAPORT, Everandy Cirino, o vice-presidente João de Andrade, o diretor social Edilson, o segundo secretario Sinval, além do presidente da APROGPORT, Anderson, e os diretores Felipe e Salles.
Na ocasião todos tiveram a oportunidade de desejar uma profícua gestão ao novo comandante da GPort, que de maneira muito solícita disse que as portas de seu gabinete sempre estarão abertas para atender os representantes da categoria.
Os principais assuntos abordados foram: efetivo; estrutura organizacional da Guarda Portuária; porte de arma; treinamentos e assuntos diversos.
De maneira muito ponderada o superintendente informou que ainda está se "familiarizando" com a diversidade de atribuições que competem a Guarda Portuária e também com os problemas, que não são poucos.
O comandante já está ciente que a Guarda Portuária tem deficiência no seu efetivo, deixou bem claro que é contra a terceirização e informou que irá solicitar à direção da empresa a abertura de concurso público. Como solução paliativa para amenizar o déficit de pessoal, a intenção é apresentar para avaliação da diretoria uma proposta de flexibilização de horário, que consiste em jornadas de trabalho variadas e não somente turno ininterrupto de 6 horas.
Com relação à estrutura organizacional, ele está atento à demanda que a corporação necessita nas funções de gestão, inclusive sugeriu que a categoria se mobilizasse na criação de um quadro de carreira. Disse ainda que estuda a possibilidade de criar uma “caixa” de sugestões na superintendência.
Sobre o porte de armas, informou que o processo foi concluído, faltando somente a parte documental que ainda necessita de alguns ajustes para que possam ser emitidas as carteiras funcionais. Mostrou-se preocupado com o fato de alguns guardas terem sido reprovados nas avaliações e disse que esses casos ainda serão avaliados.
Foram feitas algumas reivindicações como, telefone de emergência, padronização de fardamento, cursos de atualização, INFOSEG, entre outras, que serão estudadas pelos gestores.
LEIA TAMBÉM: CODESP: COMISSIONADO NÃO TERIA CURSO PARA ASSUMIR SUPERINTENDÊNCIA DA GUARDA PORTUÁRIA
A impressão que ficou desse primeiro contato foi muito boa, porém o comandante já deixou claro que não vai admitir indisciplina. Disse que já presenciou guardas assistindo TV, com fone de ouvido, utilizando redes sociais no celular, esses tipos de conduta não serão admitidos.
Finalizando o SINDAPORT deseja uma gestão de sucesso e realizações para o novo comando da Guarda Portuária.
Fonte: SINDAPORT



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terça-feira, 16 de outubro de 2018

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CURSO DE ABORDAGEM É PROMOVIDO PELA APROGPORT



Realizado em duas etapas, sendo a primeira (teórica) ministrada no Centro de Treinamento, e a segunda (prática) no ginásio de esportes, o curso teve a contribuição da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP)

A Associação Profissional da Guarda Portuária (APROGPORT), de Santos, promoveu no mês passado o curso de técnicas de abordagem, imobilização e uso de algemas, para os seus associados.

Essa é a sua segundo edição do curso, o primeiro foi realizado em junho. O Curso teve carga horária de 04 (quatro) horas. O curso foi ministrado em 2 (dois) horários distintos, para poder atender todas as turmas, sendo uma das 8h às 12h, e outra das 13h às 17h.

O instrutor Vínícius Vaz Ferreira, do Grupo Combat Treinamento e Consultoria abordou a abordagem a veículos automotores; abordagem a motocicletas; abordagem a caminhões; defesa pessoal contra faca; defesa pessoal contra armas de fogo; imobilizações táticas; utilização de algemas e legislação.

Realizado em duas etapas, sendo a primeira (teórica) ministrada no Centro de Treinamento, e a segunda (prática) no ginásio de esportes, o curso teve a contribuição da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), que cedeu as instalações e uma viatura, além de validar o curso como horas de treinamento.



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sexta-feira, 23 de junho de 2017

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CURSO ESPECIALIZADO PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE EMERGÊNCIA



O prazo para a realização do Curso de Condutores de Veículo de Emergência era 31 de dezembro de 2016

A APROGPORT – Associação Profissional da Guarda Portuária de Santos promoverá aos seus associados, o “Curso Especializado para Condutores de Veículos de Emergência”, com carga horária de 50 horas/aula.
O treinamento será ministrado no SEST/SENAT - Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (credenciado pelo Detran), e localizado na Praça Adalberto Panzan, nº. 151 - Cidade Náutica III, em São Vicente –SP.
O interesse é contribuir através da qualificação profissional, para a melhoria dos serviços prestados pela Guarda Portuária.
O curso especializado para transporte de veículos de emergência tem a finalidade de aperfeiçoar, instruir, qualificar e atualizar condutores, habilitando-os à condução de veículos de emergência. Com uma metodologia dinâmica e objetiva, oferece aos condutores o acesso a um conteúdo educacional de alta qualidade, debate de temas, reflexão e informações atuais sobre a legislação, segurança veicular e boas práticas no processo de transporte e condução de viaturas.
Protocolamos ofício ao Superintendente da Guarda Portuária - Ezio Ricardo Borghetti, solicitando a dispensa do pessoal para a participação no curso, bem como para o devido reconhecimento por parte da empresa como de pleno aproveitamento na atividade da GPORT, o que possibilita o protocolo do certificado na ficha funcional de cada participante. Fomos atendidos e a Codesp, não apenas reconheceu como manifestou a necessidade da Guarda Portuária se adequar à legislação.
O prazo para a realização do Curso de Condutores de Veículo de Emergência era 31 de dezembro de 2016, segundo Resolução 522 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O curso é obrigatório para os condutores de veículos em prestação de serviços de urgência e emergência pertencentes aos órgãos de segurança pública, forças armadas e auxiliares, segundo a Resolução nº 168, de 14 de dezembro de 2004 do mesmo órgão, que estabeleceu no artigo 33 a necessidade de realização de cursos especializados para os condutores já habilitados e que pretendam conduzir veículo de emergência.
As turmas serão limitadas a 20 Guardas (4 de cada turma) e todos serão dispensados do serviço para comparecer as aulas. E caso haja demanda, o critério para inscrição e participação será o seguinte:
1- Ser associado APROGPORT;
2- Estar escalado como condutor de viaturas;
3- Estar escalado como reforço de viaturas;
4- Ordem de inscrição para participação;
5- Registro Codesp.
Os requisitos exigidos pelo Detran para realização do curso são:
1- Ser maior de 21 anos;
2- CNH válida no primeiro dia do Curso;
3- Não estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir ou cassação da CNH decorrentes de crime de trânsito;
4- Não deve constar na CNH a frase “VEDADA A ATIVIDADE REMUNERADA”.
Os interessados devem procurar os seguintes diretores nas respectivas turmas: Ferreira - “A”; Rocha - “B”; Sinval - “C”; Rafael - “D”; e Maurício na “E”. Serão necessários ainda os seguintes documentos:
- 1 Foto 2x2 colorida e recente;
- Xerox da C.N.H aumentada em 130%;
- Certidão Original do Prontuário Detran pelo site www.detran.sp.gov.br/. Selecionar “Histórico – Certidão de CNH”);
- Certidão Original de Distribuição Criminal pelo site https://esaj.tjsp.jus.br/sco/abrirCadastro.do .Selecione o Modelo: Certidão de Distribuição de Ações Criminais. Preencher TODOS os dados idênticos ao da CNH.) – Nascidos antes de 01/01/69 somente no Fórum (estes documentos devem ser entregues ao diretor responsável pela inscrição.
Observações importantes: As cópias devem ser em papel A4 (um documento por folha).
A data inicial do curso será disponibilizada após a formação da turma. O curso será realizado em 5 dias, de segunda à sexta-feira das 08:00 às 18:00 horas.
Fonte: Aprogport


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segunda-feira, 25 de abril de 2016

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GUARDA PORTUÁRIA TERÁ CONCURSO NA CODESP




A afirmação é do presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, José Alex Botelho de Oliva.
Em todos os eventos que tem participado neste ano, o presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), fala sobre a realização de um concurso público na empresa.
A Diretoria Executiva, na sua 1745º Reunião Ordinária, realizada em 13/01/2016, decidiu autorizar os procedimentos objetivando a realização de concurso público e formação de cadastro de reserva para admissão de pessoal.
Restrição
Em 23 de dezembro de 2015, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria nº 17, do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), estabelecendo os limites máximos para o quadro de pessoal das empresas públicas e sociedades de economia mista onde a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.
O limite máximo estipulado para a CODESP é fixado em 1.588 empregados, e atualmente, a empresa conta com 1.575 funcionários, considerando inclusive o Porto de Laguna, estando vagos apenas 13 postos de trabalho.
Apenas em situações excepcionais e devidamente justificadas, deverá haver admissões na situação de acréscimo de contingente, cabendo ao gestor trabalhar com a hipótese de reposição de pessoal.
PIDV
Paralelamente a realização do Concurso Público, a CODESP vem trabalhando na formatação de um Programa de Incentivo de Desligamento Voluntário (PIDV), o que poderá ocasionar a abertura de muitas vagas, pois existem dentro da empresa vários empregados aposentados, apenas esperando a abertura desse plano para oficializarem o seu desligamento.
Aprogport
Diante das manifestações do presidente, a Associação Profissional da Guarda Portuária nos Serviços de Vigilância e Segurança Portuária do Estado de São Paulo (APROGPORT), em 05 de fevereiro, enviou ofício solicitando que a Guarda Portuária fosse contemplada no processo de avaliação de vagas.
Em resposta a solicitação, Alex Botelho assegurou que a Guarda Portuária será contemplada.

Superintendente da Guarda
Segundo o Superintendente da Guarda Portuária, Ezio Ricardo Borghetti, as vagas deverão levar em consideração a revisão do Plano de Segurança Pública Portuária (PSPP) e o PIDV para então definir o número de guardas portuários. Borghetti fala ainda que será necessário processar alterações no quadro de colaboradores para o bom desempenho da Unidade de Segurança, no entanto, sem especificar quais seriam essas alterações.
Vagas atuais
Segundo foi apurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, desde a última admissão de guarda portuário, realizada em 04 de julho de 2013, houve a rescisão contratual de 12 (doze) guardas, sendo 04 (quatro) rescisões sem justa causa, por iniciativa do empregado; 02 (duas) rescisões com justa causa, por iniciativa do empregador; 04 (quatro) rescisões em decorrência do falecimento do empregado e 01 (uma) rescisão em decorrência de aposentadoria especial.
Autorização
A CODESP aguarda agora a autorização do DEST para a implantação do PIDV, e posteriormente para a realização do concurso.

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

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GUARDA PORTUÁRIA CONTESTA PARECER NA AGU



Na pauta da reunião, o “Parecer” emitido pelo advogado da AGU, que discorre sobre o processo de terceirização da Guarda Portuária.

No último dia 30, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (SINDAPORT), Everandy Cirino dos Santos e o presidente da Associação Profissional da Guarda Portuária do Estado de São Paulo (APROGPORT), Sinval Nascimento de Santana, acompanhados do presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), participaram em Brasília, de uma reunião com o consultor-geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior.
Na pauta da importante reunião o parecer emitido pela Assessoria Jurídica da própria AGU (nº 00065/2016/ASJUR-SEP/CGU/AGU, sob a NUP 00045.000657/2016-26), que discorre sobre o processo de terceirização da Guarda Portuária, desencadeado pelos gestores da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA).
Segundo os representantes da categoria o “Parecer” emitido pelo advogado da AGU junto à SEP contraria um parecer anterior da própria AGU, o PARECER nº 00290/2006, que cita o seguinte:
“(...) esta AGU/MT/CONJUR/CGLJ entende que não é possível a terceirização das atribuições de vigilância e segurança dos portos, sendo necessário que as Administrações Portuárias organizem e regulamentem a guarda portuária. Em caso de haver necessidade de contratação de pessoal, somente por concurso público poderá ser feita tal contratação".
O consultor ouviu as ponderações dos líderes da categoria, que entregaram documentos que explicam detalhadamente a posição contrária das entidades à terceirização da Guarda Portuária, corporação que zela pela segurança dos portos do país. O consultor afirmou que após analisar o caso dará um retorno às entidades representantes dos trabalhadores.
A Consultoria-Geral da União (CGU), braço da Advocacia-Geral da União, é responsável pela assessoria jurídica e representação extrajudicial dos órgãos da administração direta federal.
Devido aos desdobramentos políticos, o Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo não pode participar da reunião.
O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que intermediou o agendamento da audiência. "Nós o oficiamos pedindo seu apoio e ele novamente nos atendeu de imediato, demonstrando não apenas toda sua preocupação diante dos nossos argumentos, mas principalmente porque mais uma vez provou ser um legítimo homem do porto", concluiu o presidente do Sindaport.

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quarta-feira, 23 de março de 2016

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SINDAPORT E APROGPORT SE REÚNEM COM CONSULTOR-GERAL DA UNIÃO NA PRÓXIMA SEMANA, EM BRASÍLIA



Na pauta da reunião o processo de terceirização da Guarda Portuária desencadeado pelos gestores da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA).
Atendendo solicitação de audiência em caráter de urgência encaminhada pelo presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, a Advocacia Geral da União (AGU), que tem à frente o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, agendou o encontro para o próximo dia 30, em Brasília.
Na pauta da importante reunião o parecer emitido pela Assessoria Jurídica da própria AGU (nº 00065/2016/ASJUR-SEP/CGU/AGU, sob a NUP 00045.000657/2016-26), que discorre sobre o processo de terceirização da Guarda Portuária desencadeado pelos gestores da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA).
"A linha de atuação do Sindaport será no sentido de assegurar que a categoria não tenha prejuízos em face da avaliação jurídica atual, considerando o disposto nas portarias 121/2009 e 350/2014 emitidas pela Secretaria de Portos (SEP), que regulamentam a questão nos termos da Lei 12.815, mais precisamente em seu inciso XV do parágrafo 1°, do artigo 17°", esclareceu o dirigente sindical.
Devido aos desdobramentos políticos que tomaram conta da capital do País nos últimos dias, a presença de José Eduardo Cardozo na reunião com os portuários ainda não é certa. Nesse sentido, caso a ausência do titular da autarquia seja confirmada a AGU estará representada pelo Consultor-Geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior.
Para defender os interesses e o mercado de trabalho dos guardas portuários que atuam nos portos estatais, o mandatário do Sindaport terá um aliado de peso durante a audiência. "Vamos à Brasília com o intuito de preservar os direitos dos companheiros, que estão previstos nas portarias 121 e 350 da própria SEP, conforme aprovado pela categoria", destacou o presidente da Associação Profissional da Guarda Portuária - Porto de Santos (Aprogport), Sinval Nascimento de Santana.
O mandatário da associação avalia que a terceirização em curso nos portos do Paraná representa uma séria ameaça para os empregados das companhias docas administradas pelo Poder Público. "O início da precarização de uma das mais importantes atividades exercidas nos portos brasileiros e o parecer emitido pela AGU não deixa dúvidas de que estamos diante de um momento extremamente preocupante e delicado.", disse Sinval, que pede serenidade aos guardas portuários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
Sinval e Everandy Cirino fizeram questão de agradecer o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que intermediou o agendamento da audiência que acontecerá na quarta-feira da próxima semana. "Nós o oficiamos pedindo seu apoio e ele novamente nos atendeu de imediato, demonstrando não apenas toda sua preocupação diante dos nossos argumentos, mas principalmente porque mais uma vez provou ser um legítimo homem do porto", concluiu o presidente do Sindaport.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                                                                               
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sábado, 11 de julho de 2015

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OPERAÇÃO “CURTO-CIRCUITO” PEGA FOGO




Pagamento diferenciado causa revolta na categoria.
Sindicato fala em discriminação.


Na última quarta-feira (08) o Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (SINDAPORT), requereu junto ao Ministério do Trabalho, a realização de uma “Mesa Redonda”.
Em decorrência de frequentes furtos de cabos de energia elétrica das linhas de transmissão da Usina de Itatinga para o Porto de Santos, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) intensificou o policiamento na área continental de Santos, implantando uma operação, denominada como “Curto-Circuito”, numa alusão ao método utilizado pelos ladrões nesse tipo de crime. Eles causam um curto-circuito nas linhas de transmissão, provocando a queda da energia elétrica, possibilitando assim o furto dos cabos de cobre.
Esse policiamento passou a ser feito por 36 guardas portuários e 04 coordenadores que passaram a cumprir jornada de trabalho, denominada pela empresa como especial, em turno de 12 horas, diferente do turno habitual da categoria que é de 06 horas.
No entanto, diferente do que havia sido anteriormente divulgado, os guardas portuários integrantes dessa operação receberam como se tivessem trabalhado não 12 horas, mas sim 06 horas normais e 06 horas extras, causando uma grande revolta na categoria.
Segundo o sindicato, com esse procedimento, os guardas portuários integrantes da Operação, passaram a receber um quantitativo de horas extras, bem superior ao demais, tendo um tratamento discriminatório, “Se a empresa tem necessidade, para cumprir a vigilância da rede elétrica, de extensão de jornada dos guardas portuários, deve possibilitar o acesso de todos e não apenas de um determinado grupo”, disse Everandy Cirino dos Santos, presidente do Sindaport.
Segundo Cirino, a extensão da jornada, na forma como vem sendo praticada, não foi objeto de negociação com o Sindicato, como deveria ter ocorrido, sendo assim, para discutir a jornada especial implantada pela empresa e o tratamento dispensado, que não respeita a isonomia, requeremos a realização de uma "Mesa Redonda" para discussão do assunto.

Superintendente da Guarda esclarece
Procurado pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, o Superintendente da Guarda Portuária, Ezio Ricardo Borghetthi, esclareceu que ocorreu um erro no pagamento dos salários.
“Os guardas que participam da “Operação Curto-Circuito” fazem turno de trabalho diferenciado e não realizam horas extras”, disse Borghetti.
Segundo o Superintendente da Guarda, os guardas terão que reembolsar a empresa os valores recebidos a maior, devendo na próxima semana ser decidido de que forma isso será realizado.
Aprogport
Criticada por alguns integrantes da categoria em virtude da postura dos seus diretores sobre a Operação, a Associação Profissional da Guarda Portuária publicou na sua página no Facebook o seguinte comunicado:
Comunicado - Aprogport
Devido a grande insatisfação ocasionada pelo pagamento das dobras à equipe de Itatinga, a APROGPORT vem por meio deste comunicado esclarecer alguns pontos:
1. A equipe foi formada com o intuito de conter os diversos furtos que estavam ocorrendo nas linhas de transmissão, mesmo com o guarnecimento por parte da Guarda Portuária;
2. Ficou acertado que seriam destacados 36 guardas e 4 coordenadores que trabalhariam em 4 equipes em turnos de 12 h, sendo que os guardas receberiam a diferença de 30 horas devido a escala praticada;
3. Essa operação, denominada “OPERAÇÃO CURTO CIRCUITO”, foi feita dentro da legalidade, pois foi dada ordem de missão com prazo determinado e prorrogável conforme a necessidade.
Diante do exposto, segundo informações da chefia da Guarda Portuária, o pagamento ocorreu desta forma por conta de não ter havido aceitação do Sistema de Ponto da forma proposta e não ser mais aceito qualquer apontamento em documento.
Ressaltamos que a APROGPORT sempre esteve a frente das lutas da nossa categoria, cobrando os representantes sindicais, a diretoria da CODESP e a superintendência da Guarda Portuária. Nossas conquistas foram das mais variadas nessa jornada de 10 anos: PCES, inclusão da Guarda Portuária no CBO – Código Brasileiro de Ocupação, o que ajudou na inclusão de nossa categoria na Portaria do Ministério do Trabalho nº 1885/13 (40%), convênio com a AFC – Associação dos Funcionários da Cosipa, inclusão da Guarda Portuária no CTB – Código de Trânsito Brasileiro, inclusão da GPORT na lei 12.815, entre outras diversas conquistas. Muitos podem julgar serem poucas as conquistas, porém a diretoria não é formada por apenas os já conhecidos colegas, somos em 28 diretores, cada qual com suas responsabilidades constantes no estatuto. Todos foram questionados quanto ao interesse em participar da chapa, mas infelizmente o trabalho se resume em apenas 6 ou 7 diretores. Não tem como forçar ninguém a nada, pois todos os trabalhos são feitos de forma voluntária, pois ninguém ganha absolutamente nada por isso.
No início desse mandato, tivemos um grande problema com as contas da APROGPORT, devido a problemas na documentação a ser apresentada no cartório e que seriam necessárias para regularização junto ao Banco do Brasil, o que levou a 4 diretores se revezarem no pagamento das contas da associação, o que fez com que cada um desembolsasse por volta de R$ 6.000,00, tudo para que o nome APROGPORT e suas conquistas não desaparecessem por entraves burocráticos. Nesse período, não deixamos de ir a Brasília no que realmente foi necessário, a conta de água, luz, aluguel e o convênio com a AFC foram pagos e todas as providências administrativas foram tomadas.
Se mais pode ser feito?? Com certeza! O que falta é “mão de obra” e boa vontade, comprometidos com o avanço da Guarda Portuária.
A diretoria da APROGPORT está à disposição da categoria para maiores esclarecimentos quanto às conquistas alcançadas ao longo de nossa jornada e as portas estão sempre abertas a quem quiser somar e trabalhar em prol da Guarda Portuária.

Clique aqui e veja a solicitação da “Mesa Redonda”.
Clique aqui e veja o Comunicado da Aprogport .




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segunda-feira, 19 de maio de 2014

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DIRETORIA DA APROGPORT SE REÚNE COM O NOVO PRESIDENTE DA CODESP



Na última sexta feira (16) a Associação Profissional da Guarda Portuária de Santos (APROGPORT) manteve em reunião com o novo presidente da Codesp, Angelino Caputo e Oliveira, para tratar de assuntos de interesse geral da categoria. Na oportunidade foi lhe dado boas vindas ao cargo de maior importância do complexo portuário santista e também desejado uma gestão de sucesso.
Após as apresentações, foi dito ao presidente as razões que os levaram a solicitarem a reunião, e exposto a ele as condições de um quase abandono da Guarda Portuária (Gport) e também a necessidade de uma melhor relação da Presidência com a Gport, já que existe uma subordinação direta. Diante disso, o presidente colocou que os diretores da Aprogport são bem vindos e as portas estão abertas para que a entidade possa contribuir apontando, opinando ou sugerindo a resolução dos problemas apresentados.
Na ocasião foram elencados os problemas julgados mais graves e que carecem de uma maior celeridade no saneamento ou que precisam de um melhor planejamento para que não voltem a ocorrer. São eles:
AQUISIÇÃO DE UNIFORMES E MATERIAIS PARA REPOSIÇÃO
A Gport está sem a reposição dos uniformes, botas e outros materiais de reposição desde 2013. Foi Salientado a necessidade de um planejamento prévio para a aquisição. A Codesp sempre tem atrasado a distribuição, o que acaba por manchar a imagem tanto da Gport quanto da Codesp, pois os guardas precisam trabalhar uniformizados.
PROGRAMAÇÃO PARA RECICLAGEM, TREINAMENTO E CURSOS DE NOVOS CONHECIMENTOS
A diretoria solicitou que a chefia da Gport adotasse providências junto à Codesp no sentido de organizar cursos de treinamento, reciclagem e novos conhecimentos para nossa categoria. É sabido que nos anos de 2011, 2012 e 2013 não foi disponibilizado quase nenhum curso na grade anual da empresa que se aplique à área de atuação da Guarda Portuária. Até mesmo os cursos que não se aplicam a nossa área, mas que possam interessar a algum guarda lhes foram negados pela Superintendência, com a alegação de falta de efetivo. Isto não só é inadmissível como também vai de encontro à modernidade na gestão de pessoal e da busca pela melhoria na qualidade do serviço prestado.
No ano passado, mais uma vez alegando falta de pessoal, aconteceu da Gport ser impedida de participar dos cursos de treinamento disponibilizados pela empresa. E desta vez, além do prejuízo à renovação do conhecimento, os guardas foram prejudicados financeiramente na distribuição da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), pois um dos pré-requisitos para a percepção integral do percentual distribuído é justamente a participação nos cursos por determinada quantidade de horas.
O Superintendente da Gport, Ezio Ricardo Borghetti, presente na reunião, explanou que há um programa de treinamento já aprovado pela empresa para a Guarda Portuária, faltando apenas alguns ajustes para ser colocado em prática.
RENOVAÇÃO DO PORTE DE ARMAS
Foi apontado por membro da Policia Federal que houve um “erro” gravíssimo na emissão do porte de arma por parte da Codesp. A Aprogport cobrou da Superintendência, providências quanto à regularização desta questão assim que isso veio a público em meados de 2012. Agora o problema é outro visto que os portes estão vencidos a mais de três meses, necessitando urgente da renovação, para que a categoria possa, dentro da legalidade, estar portando armas de fogo em serviço. O Superintendente já estar tratando dos ajustes finais para a contratação da empresa, devidamente credenciada pela Policia Federal, para a renovação dos portes para uso das armas em serviço.
SEGURANÇA NAS BASES
As Bases/Subsedes (COS) da Gport estão muito fragilizadas quanto à segurança. De todas, apenas a Base II conta com uma estrutura que pode dificultar um pouco mais uma possível ação de meliantes. Diante disso, foi também solicitada urgência que se tome providencias quanto a este assunto.
PROFISSIONALISMO E PADRONIZAÇÃO DOS SERVIÇOS
É preciso que haja uma interação profissional, hierárquica e harmoniosa na estrutura de comando da Gport, a fim de se obter um “PADRÃO” operacional nos procedimentos e na prestação dos serviços. Esta ‘descontinuidade’ nos procedimentos contribui para a desvalorização da Gport como instituição organizada e acaba manchando também a imagem da Codesp. É preciso resgatar urgentemente o profissionalismo na Guarda Portuária.
ERROS CONSTANTES NOS PAGAMENTOS DOS GUARDAS
Os membros da diretoria reclamaram dos erros constantes nos pagamentos mensais dos integrantes da Guarda. Segundo foi informado pelo setor de ponto, isso se deve a uma mudança que ocorreu nos procedimentos. É que para haver um controle maior no pagamento das horas extras, foi instituído que o Diretor de cada área é que deve assinar as respectivas folhas de pagamento dos empregados. A partir daí começaram acontecer os atrasos na chegada do ponto ao setor responsável. Diante disso, foi solicitada uma simplificação destes procedimentos para se evitar o descontentamento geral da categoria e o desgaste provocado.
NÚMERO EXCESSIVO DE FALTAS AO TRABALHO NA GUARDA PORTUÁRIA
Notadamente há alguns problemas na Gport que estão refletindo num número excessivo de faltas ao trabalho por parte dos guardas. Segundo entendimento dos diretores da Aprogport, dois são os principais – desmotivação e escala de serviço. Diante disso, até que a discussão avance para a resolução definitiva desta questão, foi proposto que haja a possibilidade dos guardas permutarem seus horários de serviço e que haja também a possibilidade da reposição da falta ao serviço, tudo dentro da legalidade e de forma organizada, visando a não banalização da prática. Isso se daria através de uma norma fixada pela empresa através de um acordo com o sindicato. Quanto a este assunto, o Presidente sinalizou positivamente desde que, nossa proposta não fira nenhum principio legal nem deixe a empresa refém desta situação.
HORAS EXTRAS NOS HORÁRIOS DOS CURSOS
Foi solicitada autorização para que os integrantes da Gport possam realizar os cursos de treinamento oferecidos pela empresa em regime de horas extras, ou seja, em horários fora do seu expediente. Esta solicitação se justifica pelo baixo efetivo. Diante desta proposta o Presidente respondeu negativamente, alegando que há cobranças de vindas de Brasília no sentido de que a empresa precisa diminuir as horas extras pagas atualmente, contudo se posicionou favorável em compensar o período disponibilizado ao curso com uma folga posterior.
DO TRATAMENTO DIFERENCIADO DOS EXERCENTES DE FUNÇÕES DE CONFIANÇA DA GPORT
Desde a entrada em vigor do Plano de Cargos Comissionados da CODESP, que criou as funções de confiança de Chefe de Serviços, Coordenador e Encarregado, os guardas portuários que exercem essas funções vêm sendo tratado sem a devida observância das peculiaridades existentes na Guarda Portuária.
Para tanto, foi apresentada uma proposta objetivando resolver os problemas referentes às diferenças entre aqueles que exercem de funções de confiança dentro da Guarda Portuária, dos demais, lotados em setores administrativos da companhia, que laboram em horário fixo administrativo de segunda à sexta-feira, folgando finais de semanas e feriados.
Para isso, foram ressaltadas as principais diferenças encontradas:
Na Gport, os guardas que exercem de funções de confiança se apresentam ao trabalho com 30 (trinta) minutos de antecedência da jornada normal. Essa antecipação é necessária para a devida fiscalização do ponto e para passagem do serviço, sendo que o trabalho é exercido em sistema de rendição. Por conta do turno ininterrupto de revezamento em sistema de escala, eles são obrigados a laborar nos finais de semana, sem que recebam qualquer compensação financeira.
Também por conta do turno, os ocupantes de funções de confiança da Guarda Portuária são escalados em feriados nacionais, dia santo, natal, ano, carnaval etc.
A proposta apresentada consiste na criação de um Adicional de Turno no percentual de 30%, que substituirá todas as diferenças apresentadas. O adicional será pago exclusivamente aos trabalhadores submetidos ao regime de Turnos Ininterrupto de Revezamento e enquanto permanecerem neste. Será aplicado sobre o salário nominal do trabalhador, e integrará a base de cálculo para apuração do valor do salário hora. Caso o trabalhador não mais esteja submetido ao regime de Turno Ininterrupto de Revezamento, no todo ou em parte, individual ou coletivamente, cessará a obrigação da empresa quanto ao pagamento do Adicional de Turno, sem que implique desobediência aos termos do art. 468 da CLT.
Em função do recebimento do Adicional de Turno por parte dos ocupantes de funções de confiança lotados na Guarda Portuária, não será devido qualquer pagamento de hora extra, seja pela antecipação da jornada, por trabalho em finais de semana ou feriados. Com a adoção do referido adicional, a empresa resolveria, por completo, todas as diferenças entre os ocupantes de funções de confiança que laboram em horário administrativo, dos que trabalham em turno ininterrupto de revezamento.
O Presidente argumentou que é algo a ser estudado, porém já adiantou que havendo uma evolução nesta discussão aqui na Companhia, a palavra final vai ser de Brasília, ou seja, do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (DEST).
ESTRUTURA NOS POSTOS DE SERVIÇO
Os diretores reclamaram que os postos de serviço da Gport estão em péssimo estado de conservação, tendo em vista que em vários deles os guardas trazem inclusive cadeira de casa para poderem sentar, pois as últimas cadeiras compradas para estes postos ocorreram no ano de 2009, ou seja, cinco anos atrás, sendo que não existiu nenhum tipo de manutenção ou reposição das mesmas.
Quase todos os postos contam com algum vidro quebrado, além de vazamentos na parte hidráulica, sendo que a aparência externa também deixa a desejar. Nesta questão o Superintendente disse que há uma Auditoria no Plano de Segurança, que, aliás, teve início no dia anterior. O Presidente Angelino concordou que alguns materiais para reposição e reparos eventuais não podem esperar pela conclusão desta Auditoria.
Os diretores da Aprogport saíram da reunião satisfeitos e julgaram que foi positivo este primeiro contato com o mandatário da administradora do maior porto da América Latina. E como o Presidente bem disse, as portas da presidência estarão sempre abertas para a Aprogport.
Participaram desta reunião, além do Presidente Angelino Caputo, o Superintendente da Guarda Portuária Ezio Ricardo Borghetti, o diretor do Sindaport Edílson de Paula Machado; e pela Aprogport: o presidente Thiago Macena, o vice-presidente Sinval Nascimento, os diretores jurídico e financeiro Wagner Pinheiro e Rafael Carlos, respectivamente.


Fonte: APROGPORT





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