Postagem em destaque

FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

Mostrando postagens com marcador Operação Além Mar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Operação Além Mar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

0

PRESO EM OPERAÇÃO NA FRONTEIRA ENVIAVA DROGA PARA À EUROPRA PELOS PORTOS DE RECIFE

Autoridades suspeitam que ele seja membro do PCC.

No mês passado, no dia 18 de agosto, como parte da Operação Além Mar uma ação conjunta entre as autoridades antidrogas paraguaias e a Polícia Federal (PF) apreendeu 250,4 kg de cloridrato de cocaína, 60 kg de pasta base e 325,6 kg de maconha em uma propriedade rural na cidade de Pedro Juan Caballero, departamento de Amambay, na fronteira com o Brasil.

Segundo relatório da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD), a droga encontrada pertenceria à estrutura criminosa do chefão do tráfico brasileiro Sergio de Arruda Quintiliano Neto, vulgo "Minotauro", que foi capturado em fevereiro do ano passado em Balneário Camboriú, no Estado de Santa Catarina.

Após investigação de pelo menos três anos e com a colaboração da PF, os agentes invadiram o local. Segundo as autoridades, carregamentos de cocaína e maconha foram enviados dessa propriedade para o Brasil, de onde foram enviados para a Europa pelos portos de Recife, usando o Paraguai como corredor de substâncias ilícitas dos países produtores.


Além do esconderijo de drogas, no local os agentes apreenderam uma pistola e uma balança elétrica usada para pesar substâncias ilícitas e uma pessoa de nacionalidade paraguaia, identificada como Héctor Darío Cabral. Ele tem tatuagens nas panturrilhas e em um dos braços com características semelhantes às dos criminosos do Primeiro Comando da Capital (PCC), conforme fotos divulgadas pela Senad.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

0

PILOTO DO FAMOSO "HELICOCA" É UM DOS "PILOTOS DO TRÁFICO" PRESOS PELA PF NA OPERAÇÃO ALÉM MAR

 


Ele ganhou notoriedade ao ser preso, em 2013, transportando 445 kg de cocaína no helicóptero que pertencia ao senador Zezé Perrella.

A Operação Além Mar, da Polícia Federal de Pernambuco, que desbaratou um esquema criminoso de tráfico internacional que internava cerca de cinco toneladas de cocaína por mês para o Brasil destinadas à exportação para a África e a Europa tem entre seus alvos uma subcelebridade que ficou famosa por envolvimento no rumoroso caso do “Helicoca”.

Trata-se do piloto de helicópteros Alexandre José de Oliveira Junior, vulgo Júnior, que teve sua prisão preventiva decretada na Operação Além Mar e que ganhou notoriedade ao ser preso, em 2013, juntamente com outro piloto, Rogério Almeida Antunes, transportando 445 kg de cocaína no helicóptero de prefixo PR-GZP, que pertencia ao senador Zezé Perrella e ao ex-deputado estadual de Minas Gerais, Gustavo Perrella, filho de Zezé, ligados ao ex-senador e hoje deputado federal Aécio Neves.

O fato foi inclusive destacado na Representação da Polícia Federal, pela qual foi requerida autorização judicial para a deflagração da Operação: “O evento foi objeto de grande repercussão na mídia. Conforme consta do relatório conclusivo elaborado em face do IPL 666/2013-SR/DPF/ES, cuja cópia dos autos, a droga fora embarcada em Pedro Juan Caballero/Paraguai, e abordagem da aeronave se deu durante a noite, quando do desembarque da cocaína no Município de Afonso Cláudio/ES e acondicionamento em um automóvel. Depreende-se do referido apuratório que ALEXANDRE JUNIOR teria cooptado para auxiliá-lo no transporte da cocaína o piloto ROGÉRIO ALMEIDA ANTUNES, a quem coube providenciar a aeronave, uma vez que o primeiro não dispunha de helicóptero com capacidade para realizar o transporte da droga.”

Alexandre Junior foi condenado nos autos do processo 0012299-92.2013.4.02.5001, que tramitou na 1ª Vara Federal Criminal – Seção Judiciária do Espírito Santo, a pena privativa de liberdade de dez (10) anos e quatro (4) meses de reclusão e pagamento do valor equivalente a 1.032 (mil e trinta e dois) dias-multa, por causa do episódio do “Helicoca”, mas a condenação ainda está pendente de apelação, destaca a autoridade policial e enquanto gozava de liberdade procisória ”na época em que a sentença foi exarada, dezembro de 2017, ALEXANDRO JUNIOR atuava ativamente cooptando pilotos para transportar cocaína a serviço de SÉRGIO QUINTILIANO e CAIO BERNASCONI (WILHIAN)”, considerados os líderes da organização criminosa desbaratada pela Operação Além Mar e que eram os responsáveis pelo envio das cinco toneladas mensais de cocaína do Paraguai para o Brasil, justamente por meio da utilização de helicópteros.

A droga, segundo a PF, depois que chegava de helicóptero a São Paulo, era transportada em caminhões de empresários pernambucanos para Portos Nordestinos onde eram embarcados por empresas de exportação, também pernambucanas, para a Europa e para a África, dentro de cargas de frutas oriundas de Petrolina, em Pernambuco e de Quixeré, no interior do Ceará.

O envolvimento do piloto do “Helicoca” com a ORCRIM foi revelada pelo depoimento prestado por Felipe Ramos Morais, em delação premiada: “com a compra do helicóptero PP-MAU, em novembro de 2017, por CAIO BERNASCONI e seu comparsa SERGIO QUINTILIANO NETO, ALEXANDRE JUNIOR passou a trabalhar para ambos, cooptando pilotos para as empreitadas de tráfico de drogas. Ainda nos termos do supracitado depoimento, após as duas viagens em que FELIPE RAMOS transportou cerca de 1 tonelada de pasta base de cocaína para a ORCRIM, recebendo o valor de R$600,00 (seiscentos reais) por cada quilograma de droga transportada, ‘não voltou a voar no PPMAU, mas JUNIOR havia perguntado ao declarante se poderia utilizar o código ANAC dele para levar seu patrão de Congonhas a Florianópolis, o que o declarante autorizou; QUE após a virada do ano, JUNIOR entrou em contato dizendo que teria mais serviço mas o declarante; QUE o declarante recusou pois não tinha condições de pilotar; QUE JUNIOR então disse que passaria o serviço para outro piloto pois seu patrão tinha urgência’”

Diz a PF: “ALEXANDRE JUNIOR foi responsável pelo transporte aéreo da cocaína apreendida em poder de RONELSON CANDIDO quando de sua prisão em flagrante delito em abril de 2018, valendo-se do helicóptero de prefixo PP-MAU. Nesse sentido, como já citado, a Informação de Polícia Judiciária 75/2018-GISE/SP, juntada aos autos, que relata as diligências veladas que levaram à prisão em flagrante delito de RONELSON CANDIDO MARTINS e outros, confirma a identificação do piloto ALEXANDRE JUNIOR quando da chegada do helicóptero PP-MAU no heliponto Rei das Coxinhas (sic) para embarque de ANTONIO LO. Ressalte-se, a informação foi elaborada em maio de 2018, muito antes das declarações prestadas por FELIPE RAMOS MORAIS.”

Ainda na representação, a alusão ao caso do “Helicoca”: “Ilustrativa, por fim, reportagem pulicada em 26/04/2014 em face de entrevista dada pelo piloto ALEXANDRE JUNIOR ao jornalista Joaquim de Carvalho. Após contextualizar a trajetória do jovem empresário ALEXANDRE JOSÉ DE OLIVEIRA JUNIOR, relembrando reportagem da RedeTV! em que JUNIOR era apresentado como proprietário de uma das escolas de pilotos que mais crescia em São Paulo, a JR HELICOPTEROS ESCOLA DE AVIACAO CIVIL LTDA, CNPJ 14310772000134, escola que “em dois anos...aumentou sua frota de dois para cinco helicópteros”, arremata: “em quatro anos, Alexandre foi de estagiário da Agência Nacional da Aviação Civil, a ANAC, a empresário respeitado no Campo de Marte. Com diploma de bacharel em aviação civil pela Universidade Anhembi-Morumbi, casou-se, aceitou o convite para fazer parte de uma loja maçônica e comprou um apartamento. Tudo isso com apenas 26 anos de idade. No dia 24 de novembro, o sonho de Alexandre desmoronou. Ele foi preso depois de transportar quase meia tonelada de pasta base de cocaína a bordo do helicóptero que pertencia ao senador Zezé Perrella e seu filho, o deputado Gustavo Perrella”.

Fonte: Blog da Noelia Brito.



Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►

terça-feira, 8 de setembro de 2020

0

POLÍCIA FEDERAL DESARTICULA QUARILHA DE TRAFICO INTERNACIONAL DE DROGAS

 


Porto de Natal é apontado pela PF como um dos principais pontos de embarque de drogas para a Europa.

No dia 18 de agosto, com a participação de aproximadamente 630 agentes e equipes do Comando de Operações Táticas, a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Além-Mar, que investiga esquema de Tráfico Internacional de Drogas e Lavagem de Dinheiro.

Foram cumpridos 139 mandados de busca e apreensão e 50 mandados de prisão (20 prisões preventivas e 30 prisões temporárias), expedidos pela 4ª Vara Federal – Seção Judiciária de Pernambuco. Os mandados foram dirigidos a endereços e pessoas localizados em 12 estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo) e no Distrito Federal.

Foi determinado, ainda, pela Justiça Federal o sequestro de aviões (7), helicópteros (5), caminhões (42) e imóveis (35) urbanos e rurais (fazendas) ligados aos investigados e ao esquema criminoso, além do bloqueio judicial do valor de R$100 milhões.

As investigações apontaram que a droga saía do Paraguai, entrava no Brasil transportada por helicópteros, e enviada através de portos brasileiros à países europeus, como Holanda e Bélgica.

Atuação de Quatro Organizações Criminosas - ORCRIM

Quatro organizações criminosas autônomas, atuando em conexão, viabilizavam o esquema de tráfico internacional de drogas investigado na atual operação, por meio do qual, toneladas de cocaína foram exportadas para a Europa via portos brasileiros, especialmente no Porto de Natal/RN.

ORCRIM 1 – São Paulo-SP


A primeira célula do grupo, estabelecida na capital paulista, operava a entrada da cocaína pela fronteira com o Paraguai, transportando-a via aérea até o estado de São Paulo e distribuindo-a no atacado para organizações criminosas estabelecidas no Brasil e na Europa.

ORCRIM 2 – Campinas-SP


A segunda, estabelecida em Campinas/SP, parceira da anterior, recebia a cocaína internalizada no território nacional para distribuição interna e exportação para Cabo Verde e Europa.

ORCRIM 3 – Recife-PE


A terceira, estabelecida em Recife/PE, é integrada por empresários do setor de transporte de cargas, funcionários e motoristas de caminhão cooptados, atuava na logística de transporte rodoviário da droga e o armazenamento da droga até o momento de sua ocultação nos containers.

ORCRIM 4 – São Paulo-SP


A quarta parte da organização criminosa, estabelecida na região do Braz, em São Paulo/SP, cuidava das finanças, atuando como um banco paralelo, disponibilizando sua rede de contas bancárias (titularizadas por empresas fantasma, de fachada ou em nome de “laranjas”) para movimentação de recursos de terceiros, de origem ilícita, mediante controle de crédito/débito, cujas restituições se dão em espécie e a partir de TEDs, disponibilizando essas contas mediante remuneração.

Os dólares obtidos com a venda no exterior eram repatriados de forma paralela, sem conhecimento das autoridades, e os valores em espécie eram repassados aos traficantes no Brasil. Não havia um endereço específico, mas, de acordo com a PF, o esquema de movimentação financeira ocorria em ruas como a Oriente e a 25 de março, no Brás.

"Essa organização também oferecia um serviço que chamamos de 'dólar cabo', quando o pagamento pela droga é feito na Europa e a organização entrega o dinheiro no Brasil, sem uma operação de câmbio", disse a delegada.

Investigação

Prisões em flagrante e apreensões de drogas ao longo das investigações caracterizaram um modus operandi dividido em três fases: INTERNAÇÃO da cocaína pela fronteira com o Paraguai e armazenamento no interior de São Paulo; TRANSPORTE INTERNO da droga para as regiões de embarque marítimo e armazenamento em galpões; TRANSPORTE INTERNACIONAL mediante embarque da droga em navios de carga (contaminação de containers) ou veleiros.

Durante a fase sigilosa das investigações foram presas 12 pessoas e apreendidas mais de 11 toneladas de cocaína, no Brasil e na Europa, relacionados ao esquema criminoso. Dentre esses presos estava um grande traficante, que permaneceu foragido da justiça brasileira por 10 anos e era procurado pela Polícia Federal e pela National Crime Agency – NCA, do Reino Unido. Ele foi preso em Jundiaí/SP em março/2019.


As investigações foram iniciadas no ano de 2018, com a apreensão de cocaína em veleiros no litoral pernambucano, nas proximidades de Fernando de Noronha através de informações difundidas à Polícia Federal pela National Crime Agency – NCA, como resultado de parceria estabelecida para reprimir o tráfico de cocaína destinada à Europa.

Utilização de helicópteros

Segundo a Delegada da Polícia Federal Adriana Vasconcelos, diferentemente de outras quadrilhas, que utilizam aviões privados e se submetem a toda a fiscalização do espaço aéreo brasileiro, essa organização usava helicópteros, que são menos suscetíveis a esse sistema de fiscalização, mas tem menos autonomia do que os aviões.


Como esse tipo de aeronave tem baixa autonomia de voo, o município de Teodoro Sampaio-SP era utilizado como base para o abastecimento. Conforme as investigações, o entorpecente saía e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e tinha como ponto de entrada no país a cidade de Ponta Porã, passava por Dourados, e cruzava o Estado até entrar no interior paulista.

Nessa cidade do interior paulista, a cocaína era colocada em compartimentos preparados antecipadamente para que fosse ocultada. Em seguida, o transporte ocorria por meio de caminhões para a região de embarque marítimo. “Via de regra, na região Nordeste, mas também houve transporte para a região Norte”, disse a delegada.


A droga era levada, segundo a PF, escondida junto à mercadoria que estava dentro dos contêineres. "Há também outro modus operandi, que é a colocação e retirada rápida da droga, que fica localizada na porta do contêiner. Nessa segunda técnica, muitas vezes o contêiner é retirado ainda no mar", afirmou a delegada.

Integrantes presos

De acordo com a Delegada Adriana Vasconcelos, antes de a operação ser deflagrada, já haviam sido feitas prisões e apreensões de drogas em municípios dos estados Alagoas, São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e no porto de Rotterdam, na Holanda.

O homem apontado pela delegada como responsável pela primeira organização criminosa, Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, conhecido como "Minotauro", foi preso pela PF em 2019. "Os comparsas dele continuaram na atuação. A informação que temos é que a organização internava 5 toneladas de cocaína por mês", disse.

Na segunda organização criminosa, a PF apontou Romilton Queiroz Hosi como o responsável. "Ele era foragido, procurado há dez anos pela Polícia Federal e pela polícia do Reino Unido. No curso das investigações, conseguimos prendê-lo em 2019", afirmou Adriana.

Na terceira organização, segundo a delegada, não havia uma única pessoa à frente do setor de transportes. "Havia uma rotatividade grande de empresários", disse. Entre os presos estão empresários e um piloto.

"Ele [o piloto] é uma pessoa que teve um incremento patrimonial absurdo ao longo de três anos. Uma pessoa que, há três anos, tinha um veículo usado e agora tem seis, sete aeronaves, entre helicópteros e aviões. Na mesma forma, no Pará, foi alvo um outro piloto do tráfico, que começou do zero e apresentou aquela evolução patrimonial não justificada", explicou Adriana.

Ceará 


A operação identificou que o PCC lavava dinheiro do tráfico em uma rede de postos de combustível no Ceará, com aproximadamente 80 unidades. Por trás do esquema estaria um relevante prefeito cearense.


A rede de postos seria gerida por parente do gestor. O prefeito mesmo trabalharia nos bastidores fazendo o jogo sujo com os chefões da facção. 

Mato Grosso do Sul

No município de Três Lagoas (MS) um veterinário foi conduzido para a delegacia. Segundo informações da Polícia Federal, houve o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do homem, localizada no bairro Vila Nova.

Apreensões           

Segundo informações da PF, entre os bens que tiveram o sequestro determinado pela Justiça Federal estão 7 aviões (incluindo 1 em Brasília, 1 em SP e 2 no PA), 5 helicópteros (3 deles em PE), 42 caminhões e 35 imóveis urbanos e rurais ligados aos investigados. Além disso, também foi determinado o bloqueio judicial de R$ 100 milhões.

Veja abaixo alguns bens apreendidos:









Pernambuco

Em Pernambuco, vários carros de luxo foram apreendidos, entre eles um porche avaliado em mais de R$ 320 mil, e uma carreta.


São Paulo

A investigação é realizada pela PF de Pernambuco, mas é no território paulista a maioria dos alvos. Equipes do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná deram apoio a essa operação.

No interior de São Paulo, um avião foi apreendido em Campinas. Em Bauru um homem foi preso na Vila Pacífico, região da Vila Falcão. Em Marília, uma oficina de aeronaves, instalada no aeroporto de Marília, na zona Leste, foi alvo de mandado de busca da PF, com a apreensão de documentos e dados de serviço.

Mato Grosso do Sul

Um avião foi apreendido em Campo Grande (MS).

Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte foram cumpridos 5 mandados de busca e apreensão nas cidades de Brejinho, São José de Mipibu, Parnamirim e Natal e um mandado de prisão na capital potiguar.


Um empresário foi preso no Rio Grande do Norte, em propriedades do suspeito, que atua no ramo de combustíveis, cavalos e carros de luxo também foram apreendidos. Os cavalos e os carros estavam em fazendas em Brejinho e São José de Mipibu. Em uma casa, em Parnamirim, os agentes ainda apreenderam um Porsche.

                             

A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►

LEGISLAÇÕES