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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

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SINDICATOS PORTUÁRIOS DE SANTOS VÃO PARA BRASÍLIA LUTAR CONTRA A MP 595




Sindicalistas vão para Brasília dia 24 expor aos políticos prejuízos da MP 595




No próximo dia 24 de janeiro líderes sindicais do Porto de Santos vão para Brasília expor ao líder do Governo no Congresso, o senador José Pimentel (PT-Ceará), o impacto negativo da Medida Provisória 595 para o setor portuário. A decisão de ir a Brasília foi tomada na manhã desta terça-feira, 15 de janeiro, durante reunião dos representantes dos sindicatos portuários com o deputado federal Marcio França, na sede do SINDAPORT (Sindicato dos Empregados na Administração Portuária), em Santos. O parlamentar será o intermediador do encontro entre o senador e os líderes portuários.

Durante a reunião, Marcio França falou que foi surpreendido com a divulgação da MP 595 e da forma como ela foi concebida e afirmou que não participou do processo de elaboração da medida provisória.

"A MP acabou com as Companhias Docas, com a Guarda Portuária, com os Conselhos de Autoridade Portuária (CAPs), além de abrir oficialmente o porto para trabalhadores sem registro ou cadastro no Órgão Gestor de Mão-de-Obra", avalia o presidente do SINDAPORT (Sindicato dos Empregados na Administração Portuária) e vice-presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Everandy Cirino dos Santos.

Os sindicalistas devem permanecer em Brasília até o dia 28 de janeiro, quando prefeitos de todo o país terão encontro com a presidente Dilma Roussef. "A hora é de mobilização. Temos que expor aos políticos os prejuízos que essa MP vai acarretar a todo o setor portuário. Os trabalhadores portuários de capatazia e os empregados das Companhias Docas são os que mais perderam com essa MP. Por isso, temos que expor nossa posição em defesa de nosso mercado de trabalho", diz Everandy Cirino.

O representante do SINDAPORT apresentou 18 emendas à Medida Provisória, sendo que 15 abrangem o trabalhador portuário avulso, como uma renda mínima para o TPA. "No início de fevereiro, uma comissão deve começar a analisar as emendas apresentadas à MP".

O presidente do Sintraport (Sindicato dos Operários Portuários), Robson de Lima Apolinário, reiterou o compromisso que os sindicatos devem ter com os trabalhadores avulsos e vinculados. "Temos que fazer uma grande manifestação em prol da categoria. Estamos em um momento delicado para todos do setor portuário, por isso temos que pensar em uma estratégia a curto, médio e longo prazo", analisou.

Uma grande mobilização também está prevista para ocorrer em fevereiro. "Ainda estamos definindo se faremos somente aqui em Santos ou se será uma greve nacional", ressalta Everandy Cirino.

Os representantes do Sintraport também afirmaram que já estão colhendo assinaturas de associados interessados a participar da caravana em Brasília, caso ocorra a mobilização na Capital Federal.

Ministro

Everandy Cirino esteve, na segunda-feira, reunido com o ministro de Portos, Leônidas Cristino, durante visita a  Codesp.

No encontro, o sindicalista do SINDAPORT relatou ao representante da SEP (Secretaria Especial de Portos) o temor dos trabalhadores com a MP 595. "Falei para o ministro que a MP desmontou a Codesp, assim como as demais companhias docas. Expliquei sobre a situação da segurança e o trânsito nos portos, já que a Guarda Portuária não tem mais poder para multar ou atuar dentro da área do porto. Enfim, apresentei ao ministro o que ninguém está falando, que a Lei 8.630 não vale mais nada, assim como as Companhias Docas, Guardas Portuárias e CAPs. Por isso, temos que nos mobilizar em defesa da continuidade da Autoridade Portuária Pública, da Guarda Portuária como responsável pela segurança do porto e até pelo CAP".


Fonte: GO / AssCom Sindaport


3 comentários:

  1. Essa mp 595 é mais um exemplo de q o pt não é o partido dos TRABALHADORES, mas sim dos empresários, tanto brasileiros como estrangeiros, q se pudessem pagariam a mão de obra com cachaça, fumo e feijäo, pois são como a nuvem de gafanhotos, q só deixa o local após não restar mais nada, sem contar a evasão de divisas q esses portos privados irão gerar, o governo vai na contra mäo de tudo q é correto e justo, são marionetes ambiciosas, tolas, corruptas e sem nenhum sentimento de honra e busca do bem comum, somente o seu próprio bem a custa da desgraça de muitos. A Guarda Portuaria, assim como outras categorias de serv. Públicos estão vendo a cada ano q passa o sucateamento, falta de respaldo, falta de exemplos morai, e nada ê feito, só a demagogia e a hipocricidade são vistos. Mas há uma minoria de politicos q procuram fazer o seu trabalho com altruísmo, temos de acreditar, porq. se não, mais para frente devemos nos preparar para uma guerra civil, logo o Brasil q tem um povo muito pacífico, porq. se não fosse, diante da cachorrada q se vê todo dia já estaria pior q a Siria.

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  2. A MP 595 sem dúvida nenhuma veio como forma de exterminar a comunidade Portuária, a forma como foi editada, sem ouvir os trabalhadores do universo portuário, muito menos seus representantes é prova contundente.
    E o que mais nos assusta é que tal medida foi concebida pelo governo dos trabalhadores, governo este que outrora lutava para que os trabalhadores fossem ouvidos.
    Mas, a diferença entre estar no poder e ser oposição é concebida pelas atitudes tomadas.
    Diante do contexto de caos confeccionado pelo poder executivo (extinção da Lei 8.630) ficou mais fácil para os que estão a frente da engrenagem portuária aplicar seus desmando, o semeio da incerteza no seio da comunidade portuária, dia a dia vem deixando a classe trabalhadora sem um norte a ser seguido.
    O que observamos é que os comandantes do planalto não tem visão estratégica para o crescimento do País, pois escancaram as portas da entrada do progresso do Brasil apenas aos poderosos, deixando os trabalhadores relegados a um segundo plano. Acreditamos que tais comandantes, apenas visualizam projetos políticos, atropelando trabalhadores, cidadãos ou qualquer um que possa interromper a realização de tais projetos.
    Por fim, precisamos sim de mobilização, mas não isoladamente, mas de todos os trabalhadores que integram o grande universo portuário, de norte a sul do Brasil, talvez assim, a cidadã eleita através do partido dos trabalhadores, reveja suas atitudes políticas e relembrem de onde ela foi forjada (no seio da classe trabalhadora)

    Jonas Melo
    Guarda Portuário
    Belém - PA

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  3. "....A Guarda Portuaria, assim como outras categorias de serv. Públicos estão vendo a cada ano q passa o sucateamento, falta de respaldo, falta de exemplos morai, e nada ê feito, só a demagogia e a hipocricidade são vistos..."

    COMPANHEIRO CELIO BECKER
    NO ACIMA EXPOSTO POR VÓS ESCRITO, DISSESTE TUDO

    ATT
    CILENO BORGES

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