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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

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RECEITA APREENDE 223 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE PARANAGUÁ




O entorpecente estava escondido em meio a uma carga de sacaria de amendoim que iria ser exportada para o Porto de Rotterdam, na Holanda

Na quinta-feira (04,) a Alfândega da Receita Federal de Paranaguá apreendeu 223 kg de cocaína no terminal de contêineres do Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná.
Segundo o delegado da Receita Federal, Gerson Zanetti Faucz, a droga foi localizada após uma análise diária de risco de possíveis cargas contaminadas, onde é levada em consideração o exportador, destino da carga e o tipo do contêiner.

“Ontem, pelo sistema, os fiscais desconfiaram de um contêiner que estava sem o lacre de origem. Ao passarem no scanner, perceberam que tinha um volume diferente e decidiram fazer a conferência física. Ao abrir localizaram a droga, que estava embalada com papel filme e dentro de bolsas”, explicou,
O método utilizado para despachar a droga para o exterior é conhecido como "rip-on/rip-off", quando a cocaína é colocada clandestinamente dentro do contêiner, sem o conhecimento do agente marítimo e do proprietário da carga. O entorpecente estava escondido em meio a uma carga de sacaria de amendoim que iria ser exportada para o Porto de Rotterdam, na Holanda.
Todo caminhão que chega ao porto passa por um scanner para verificar o que há na carga, e no terminal de contêineres há 400 câmeras de monitoramento. A Receita Federal tem acesso a todos os sistemas informatizados, controle da entrada de veículos, pessoas e mercadorias de todos os recintos.

“Temos um scanner de alta resolução, que com alta penetração e com o contraste consegue ver a mercadoria que está dentro do contêiner, além de mantermos uma parceria com o terminal de contêineres que vem surtindo bastante efeito. As informações que eles nos trazem são muito importantes", afirma Faucz. Ainda segundo ele, dependendo do tipo de operação da Receita Federal em Paranaguá, são solicitados cães farejadores de Curitiba e de Itajaí.
Segundo o delegado, até o momento nenhum envolvido foi preso, mas as investigações foram iniciadas para punir os responsáveis por crime de tráfico internacional de drogas. "Todos os detalhes que temos da movimentação do próprio contêiner passamos para a Polícia Federal para que seja dado prosseguimento à investigação", explica Faucz.

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