GPs Mario Paiva e Moisés Azevedo no combate ao fogo
O fogo foi contido pela Brigada de Incêndio da Guarda
Portuária, com o auxílio dos brigadistas do próprio terminal
Na
última quinta-feira (05), por volta das 7h30, Uma empilhadeira de contêineres
pegou fogo no terminal da empresa Santos Brasil, em Guarujá, na margem esquerda
do Porto de Santos, litoral de São Paulo.
A empilhadeira pegou foco durante operação
O
fogo foi contido pela Brigada de Incêndio da Guarda Portuária, com o auxílio dos
brigadistas do próprio terminal e extinto totalmente com a chegada do Corpo de
Bombeiros.
Segundo
a Santos Brasil, apesar do incêndio ocorrer durante operação, e atingiram os
contêineres, não houve danos às cargas e ninguém ficou ferido. O operador saiu da
empilhadeira assim que notou as chamas.
Caminhão auto-bomba da Guarda Portuária
A
Guarda Portuária utilizou no combate as chamas o seu caminhão auto bomba com
dois brigadistas, enquanto dois guardas portuários, com uma viatura, efetuaram
o isolamento do local. As operações do terminal prosseguiram normalmente.
* Esta publicação é de inteira
responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter
informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma,
estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o
seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
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Portal, tem areprodução autorizada
pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o
mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a
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Cláudio
foi atingido por uma empilhadeira e morreu na hora - Foto: Folha de Vitória (Reprodução
Facebook)
Acidente aconteceu no
início da tarde desta quinta-feira, em Portocel. Cláudio de Windsor Santos, que
atuava como conferente de carregamento morreu na hora.
Um
trabalhador portuário morreu na tarde desta quinta-feira (28), vítima de um
acidente de trabalho no terminal de Portocel, em Barra do Riacho, Aracruz, no
norte do Estado. Cláudio de Windsor Santos, 45 anos, foi atingido por uma empilhadeira
por volta das 13h35.
Segundo
informações do Sindicato Unificado da Orla Portuária (Suport-ES), um colega de
trabalho da vítima operava a máquina, de 24 toneladas, e estava retirando
fardos de celulose do armazém da Fibria para levar até o navio. Windsor, que
era trabalhador avulso e atuava como conferente de carregamento, estaria
próximo ao local da manobra, quando foi atingido pela empilhadeira.
Ainda
de acordo com o sindicato, o trabalhador morreu na hora e o colega entrou em
estado de choque. O operador de máquina, de 56 anos, recebeu atendimento da
empresa e foi conduzido ao ambulatório da Fibria.
A
perícia foi acionada e todas as atividades de operação foram suspensas em
Portocel. De acordo com o Suport-ES, os dois trabalhadores são experientes em
suas funções e associados ao sindicato.
O
presidente do sindicato, Ernani Pereira Pinto, lamentou a fatalidade, ocorrida
justamente no Dia do Portuário. "Esperamos que a perícia encontre as reais
causas do acidente e que haja maior empenho da empresa em fortalecer a
segurança do trabalhador, tendo em vista os riscos da atividade e o potencial
econômico de Portocel, que pode oferecer melhores condições de saúde e
segurança aos seus colaboradores", destacou.
Por
meio de nota, o Portocel informou que um processo de investigação está em curso
na empresa para identificar as causas do acidente. A companhia ressaltou que,
em conjunto com o Suport-ES, está prestando toda assistência à família da
vítima. O Portocel disse ainda que "nesse momento de consternação,
manifesta pêsames aos parentes e amigos".
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Na
última terça-feira (06) a Guarda Portuária do Estado do Espírito Santo deu
início a uma operação de tolerância zero, com base nos normativos do ISPS-Code
– Código Internacional de Segurança de Navios e Instalações Portuárias e da
resolução CONTRAN 14/98, fiscalizando a documentação de todos os condutores e
veículos e as condições de trafegabilidade dos mesmos que adentram os terminais
portuários públicos no Espírito Santo.
A
operação vem ocasionando imensas filas de caminhões no Porto de Capuaba e um
atraso de cerca de 90% (noventa por cento) nas operações dos terminais que lá
operam, inclusive com cancelamento das mesmas. Referida operação tem todo um
respaldo legal e deveria ser feita rotineiramente, não o sendo apenas devido ao
pequeno efetivo da corporação, mas a categoria decidiu em assembleia sindical
que a mesma será por tempo indeterminado até que a SEP/PR – Secretaria de
Portos da Presidência da República e o DEST - Departamento de Coordenação e
Governança das Empresas Estatais destinem aos funcionários da CODESA uma tabela
salarial igual a de Santos (SP) e do Rio de Janeiro.
No
dia 07 de abril último, os funcionários da CODESA – Companhia Docas do Estado
do Espírito Santo, tanto os associados ao SINDGUAPOR-ES – Sindicato da Guarda
Portuária no Espírito Santo quanto os associados ao SUPORT-ES – Sindicato
Unificado da Orla Portuária no Estado do Espírito Santo, deliberaram por uma
paralisação dos portos públicos no Estado por um período de 48 horas que foi
realizada a partir das 7:00 horas do dia 15.04
até as 7:00 horas do dia 17.04.2014.
Esta
greve por 48 horas foi motivada pela insatisfação dos funcionários da CODESA em
relação ao PCCS – Plano de Cargos, Carreiras e Salários que a empresa pretende
implementar de comum acordo com a SEP/PR e o DEST.
O
PCCS proposto pela empresa está muito aquém das expectativas e necessidades das
categorias trabalhistas que laboram na CODESA, ressaltando inclusive que tal
Plano possui uma tabela de vencimentos muito abaixo daquelas que constam de
Planos que recentemente foram implementados na CODESP – Companhia Docas do
Estado de São Paulo e CDRJ – Companhia Docas do Rio de Janeiro.
As
tabelas salariais da CODESP e CDRJ são iguais, já a que querem implementar na
CODESA é muito inferior, em que aja uma justificativa plausível para tal fato,
afinal essas empresas estão na mesma região geográfica. Vitória tem um custo de
vida elevado, talvez maior até que o de Santos (SP), além de ser o 2º Porto
Público em movimentação de cargas e lucratividade no País.
A
CODESA encontra-se em melhor situação financeira que a CDRJ e vem nos últimos
anos obtendo resultado financeiro positivo e o seu passivo trabalhista daestá
sob controle.
O
piso salarial para a Guarda Portuária na CDRJ e CODESP é de R$ 1.899,13 (hum
mil, oitocentos e noventa e nove reais e treze centavos), observando-se que em
ambas as Companhias Docas ocorreram transposição, ou seja, foi levado em conta
o tempo de serviço dos funcionários com o reenquadramento dos mesmos em níveis
superiores dependo do tempo de serviço.
Para
a Codesa, apesar de constar na tabela do plano um piso de R$ 1.519,30 (hum mil,
quinhentos e dezenove reais e trinta centavos) este piso é apenas uma sugestão
da CODESA enviada ao DEST, pois a tabela aprovada pelo DEST para a Guarda
Portuária tem um piso de cerca de R$ 1.330,00 (hum mil, trezentos e trinta
reais).
Os
guardas portuários admitidos no último concurso público foram para “técnicos de
nível médio com lotação na Guarda Portuária”, portanto são técnicos de nível
médio e no mínimo deveriam estar enquadrados na tabela a eles destinada.
Nas
tabelas salariais aprovadas pelo DEST constantes do novo Plano de Cargos e
Salários da CODESA quer para os técnicos de nível superior haverá um aumento
salarial da ordem de 70% (setenta por cento), saindo o piso de R$ 2.400,00 para
R$ 3.800,00, é para os técnicos de nível médio um aumento de cerca de 30%, no
entanto para a Guarda Portuária é proposto apenas cerca de 10%.
Os
funcionários da CODESA acham mais do que justo que tenham um Plano de Cargos e
Salários com tabelas de remuneração iguais àquelas implementadas na CODESP e
CDRJ, não concordando de forma alguma com uma tabela inferior àquela destinada
aos outros Portos Públicos da região Sudeste.
O
Plano de Cargos e Salários visa motivar e manter os funcionários em uma
empresa. Com o Plano proposto, a CODESA continuará sofrendo com a evasão de
funcionários de seu quadro, o que vem acontecendo a tempos e de forma muito
elevada. Dos funcionários aprovados nos últimos dois concursos públicos, muitos
já saíram da empresa por falta de perspectivas de crescimento profissional e
por encontrarem melhores atrativos em outras empresas públicas e privadas.
Direitos Autorais - Autorizamos a reprodução total ou em parte do artigo aqui vinculado, desde que citada a fonte.
A vários anos a Codesa não fornece uniforme aos
guardas portuários
Ontem (17), a Guarda
Portuária dos Portos Públicos do Espírito Santo deu início a uma Operação
Padrão por prazo indeterminado, nos Portos de Vitória e Capuaba - Vila Velha,
conforme deliberação da categoria tomada em assembleia dia 07 último.
Na ocasião, em conjunto com o SUPORT-ES -
Sindicato Unificado da Orla Portuária, todos os funcionários da Autoridade
Portuária no Estado do Espírito Santo - CODESA, tanto aqueles associados ao
SINDGUAPOR-ES - Sindicato da Guarda Portuária, quanto os associados ao
SUPORT-ES decidiram por uma paralisação de 48 horas que se encerrou às 7 horas
desta quinta-feira.
Em continuidade ao
movimento, a Guarda Portuária decidiu desencadear uma Operação Padrão, que
consta na checagem de toda a documentação dos condutores e dos veículos que
pretendam adentar as áreas dos Portos Públicos, averiguando aspectos e
condições de equipamentos, tanto dos veículos quanto das cargas transportadas.
Todos aqueles que não se enquadrarem dentro de padrões ambientais e de
segurança do trabalho serão impedidos de acessarem os terminais portuários,
mesmo os veículos de passeio pertencentes a funcionários destes terminais.
A motivação, tanto para a
paralisação total por 48 horas, quanto para a deflagração da Operação Padrão
por prazo indeterminado deve-se à insatisfação dos funcionários da Codesa em
relação ao PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS que a empresa pretende implementar de
comum acordo com a SEP/PR - Secretaria de Portos da Presidência da República e
o DEST - Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, órgão
do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Tal Plano de Cargos e
Salários estar muito aquém das expectativas e necessidades das categorias
trabalhistas que laboram na Codesa.
A
Operação padrão causou uma enorme fila na entrada do Porto de Capuaba,
localizado em Vila Velha
O Plano proposto possui
uma tabela de vencimentos muito abaixo daquelas que recentemente foram
implementadas na CODESP - Companhia Docas do Estado de São Paulo e CDRJ-Companhia Docas do Rio de Janeiro.
O último concurso para a
Guarda Portuária foi realizado em dezembro de 2005 e os aprovados só tomaram
posse a partir de março de 2008. Já o último concurso para funcionários de
níveis médio e superior com lotação na área administrativa foi realizado a
cerca de três anos atrás. Em todas estas categorias, Guarda Portuária como
também na área administrativa houveram muitos pedidos de demissões, pois os
salários pagos não são atraentes e faltam perspectivas de crescimento dentro da
empresa.
O atual Plano de Cargos e
Salários data de 2.000, tendo portanto 14 anos e já está a muito precisando ser
revisto. Quando pensamos que a Codesa, a SEP e o Ministério do Planejamento
iriam implementar um Plano de Cargos e Salários semelhante àqueles efetivados
nas outras Companhias Docas da região Sudeste fomos surpreendidos com um PCES
que desvaloriza o trabalhador portuário capixaba. Se tal Plano de Cargos e
Salários vier a ser implementado na CODESA ela continuará a perder
funcionários, pois tal plano não oferece atrativos.
A Operação Padrão
efetuada em Capuaba - Vila Velha atrasou bastante o funcionamento de todos os
terminais lá instalados. Inclusive ocasionando o cancelamento de operações por
parte dos mesmos, como foi o caso do LOGIN-TVV, terminal que opera carga e
descarga de containers. O TVV transferiu para as 13 horas a operação que
deveria ter se iniciado as 7 horas e transferiu também a operação marcada para
as 13 horas para as 19 horas.
A Guarda Portuária não
enfrentou maiores problemas na Operação Padrão que foi aplicada de acordo com
as normas internacionais de segurança portuária determinada pelo ISPS-Code -
Código Internacional de Segurança de navios e Instalações Portuárias e as
Normas de Acesso de Pessoas e Veículos.
Na
madrugada do último dia 21, os guardas portuários Rodrigues e Bravim observaram
uma movimentação estranha nas correias transportadoras dos silos, no Porto de
Capuaba, em Vila Velha-ES. Ao verificar o que estava ocorrendo, flagraram três
meliantes tentando subtrair aproximadamente 100 kg. de cabo elétrico já
cortado.
Afrânio
Batista de Souza, de 26 anos e Fabiano Paiva dos Santos, de 19 anos, foram presos
em flagrante e um adolescente de 16 anos foi apreendido. Duas pessoas
conseguiram fugir. Os suspeitos estavam escondidos atrás de uma máquina de
sucção de ar.
Depois
da análise das imagens do Centro de Controle e Monitoramento, foram constatados
que havia outros dois elementos que conseguiram fugir. Os três meliantes presos
contaram à polícia que iriam vender o cobre em um ferro velho, no Bairro São
Torquato, em Vila Velha.
Os
dois maiores foram autuados por furto e em seguida encaminhados para o Centro
de Triagem de Viana. O menor também foi autuado, mas irá responder em liberdade.
De
posse dos acusados, foi encontrado alicate, serra e aproximadamente 100kg de
fio de cobre, que foi restituído à Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA),
pela Autoridade Policial.