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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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quinta-feira, 14 de setembro de 2023

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PF PRENDE TRIPULANTE DE NAVIO POR TRÁFICO INTERNACIONAL NO PORTO DE SANTOS

 

Objeto sendo içado em navio foi registrado por imagens de câmeras do Centro de Controle de Operações e Segurança (CCOS), da Guarda Portuária

No último domingo (10), a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal do Brasil (RFB) realizaram ação conjunta que culminou na apreensão de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A PF foi acionada após a identificação de movimentação de objeto sendo içado em navio atracado no Porto de Santos, o que foi registrado por imagens de câmeras de segurança do Centro de Controle de Operações e Segurança (CCOS), da Guarda Portuária (GPort), da Autoridade Portuária do Porto de Santos.

Após averiguação das imagens, foi identificado um tripulante a bordo do navio na região próxima ao içamento. Durante a abordagem e entrevista ao tripulante, foi apurado que o objeto içado se tratava de mala contendo garrafas de whisky.

Ainda durante a averiguação e inspeção no navio, após atitudes suspeitas, o tripulante relatou participar de esquema de envio de drogas e indicou diversos caminhões no interior do navio sendo exportados e que escondiam tabletes de cocaína. 

Droga foi localizada oculta em caminhões - Foto: Divulgação Polícia Federal

Após a inspeção dos caminhões, foram localizados em dois deles diversos tabletes de cocaína, totalizando cerca de 405 kg da substância.

De acordo com a Receita Federal, o navio seguiria pela rota Sul (sentido América do Sul), com destino à Argentina, para então retornar pela rota Norte (sentido Europa).

Além da identificação da droga, foi localizada grande quantidade de dólares junto ao tripulante. O montante foi apreendido e segue à disposição da justiça.

Grande quantidade de dólares foi localizada com o tripulante - Foto: Divulgação Polícia Federal

O tripulante, de nacionalidade filipina, foi preso em flagrante. O entorpecente foi apreendido pela PF, que realizou a perícia no local dos fatos, a fim de subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

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PORTO DO ITAQUI CRIA SOFTWARE PARA GESTÃO PORTUÁRIA

 


O Sistema Integrado de Monitoramento conecta programação, planejamento e controle das operações portuárias.

A gestão portuária é complexa e envolve múltiplos atores e processos. Anteriormente controlado por meio de várias planilhas utilizadas para monitorar cada etapa do fluxo operacional, esse gerenciamento vem se modernizando no Porto do Itaqui. De 2017 para cá foram incorporados softwares para promover a integração dos setores de programação, planejamento e controle das operações portuárias. Um dos resultados dessa inovação foi alcançado agora em 2020, com o registro do Sistema Integrado de Monitoramento (SIM) do Porto do Itaqui, desenvolvido pela equipe da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

“É um orgulho grande para nós termos esse primeiro programa pensado e desenvolvido para os nossos clientes, uma solução desenhada pela área de Operação da EMAP para gerar mais eficiência e segurança, além de possibilitar o monitoramento de todas as nossas atividades”, afirma o diretor de Operações e Planejamento do Porto do Itaqui, Jailson Luz.

Válido por 50 anos, o registro de programa de computador concedido ao SIM pelo INPI atesta a propriedade dessa tecnologia concebida pela EMAP, fruto do trabalho de uma equipe multidisciplinar formada pelos funcionários Alexandre dos Santos, Fabrício de Lima, Marco Aurélio Mendes e Mário Sergio Trovão.

“Sou muito grato pela confiança que a empresa teve no meu trabalho e tenho orgulho de fazer parte desse projeto, trazendo meus conhecimentos em programação para a elaboração do código-fonte”, afirma o analista Fabrício.

“Além do módulo de operação registrado no INPI, o projeto contempla os módulos de indicadores operacionais, gestão do planejamento, da segurança, de projetos, da manutenção e um aplicativo para acessar todas essas informações”, explica o coordenador de Soluções Integradas, Alexandre Sá.

“O SIM é uma solução que veio para melhorar os processos operacionais, integrar e facilitar a comunicação entre os setores de forma rápida, gerando dados confiáveis”, completa o gerente de Manutenção, Marco Aurélio.

A trajetória vitoriosa dessa solução, assim como ocorre em quase toda tecnologia que rompe padrões estabelecidos, enfrentou certa desconfiança. “O ponto-chave para vencermos essa insegurança inicial em relação à mudança foi demonstrar de forma muito clara que o sistema forneceria dados irrefutáveis para a tomada de decisões da empresa”, destaca o analista de Soluções Integradas, Mário Sérgio.

Necessidade de inovar

Além do SIM, a EMAP vem investindo em outras ferramentas tecnológicas, como o Terminal Operating System Plus (TOS+), plataforma com a função de atender à solicitação de alfandegamento da Receita Federal, coletar dados e fornecer informações sobre as operações portuárias, eliminando possíveis gargalos e otimizando processos. O sistema começou a ser implantado em 2017 e desde então vem integrando os setores que compõem o processo operacional do Itaqui, incluindo agências marítimas, despachantes aduaneiros, operadores portuários, transportadores rodoviários e importadores de graneis sólidos.

A partir do uso da plataforma foi preciso buscar recursos mais específicos para transformar dados em informações visuais e de fácil interpretação, bem como registros das ações. Então a equipe de planejamento desenvolveu o SIM, ferramenta que utiliza as informações do TOS+, convertendo os dados em imagens e facilitando a tomada de decisões.

A rede de monitoramento do Porto do Itaqui, além do TOS+ e do SIM, conta com um Centro de Controle Operacional (CCO) equipado com videowall de oito telas integradas ao sistema de gestão portuária para garantir a segurança no tráfego de navios e cargas, contribuindo também para o aumento da produtividade do porto. Quanto mais informações claras e confiáveis a tecnologia puder oferecer, melhor são trabalhados indicadores como volumes movimentados por navios, cálculos de produtividade, períodos de operação, controle de paradas e respectivas causas, taxas de ocupação de berços, tempo de navios em fila, dentre outros aspectos.

Além disso, a integração ao Eletronic Data Interchange (EDI) padroniza a troca eletrônica de dados, evita digitação manual (o que reduz o tempo de processamento de informações), otimiza as horas trabalhadas da equipe, assegura a confiabilidade dos relatórios gerados e permite que os analistas se dediquem a efetuar análises das informações e, caso necessário, planos de ação para eliminação de possíveis gargalos operacionais.

A busca por novas tecnologias para melhorar a gestão operacional é um processo contínuo na EMAP. “Estamos constantemente revisando e desenvolvendo procedimentos internos e nesse momento a equipe está finalizando o módulo de agendamento e gestão de contêineres e cargas gerais, um simulador das capacidades e fluxos rodoviários, ferroviários e aquaviários para as cargas que chegam ou saem do porto”, informa o gerente de Logística, Hibernon Marinho.

O setor também vem trabalhando no projeto de reconfiguração e modernização das portarias de acesso Norte e Sul e preparando a automatização e futura divulgação em tempo real do line-up do Itaqui. O SIM não é um produto fechado, exemplo disso é que estão sendo desenvolvidos novos módulos para integrar além da operação, outras áreas ao sistema, como manutenção, engenharia, segurança portuária, planejamento estratégico e assim por diante.

Saiba mais sobre o SIM

O Sistema Integrado de Monitoramento criado para atender à necessidade do porto de gerenciar melhor suas operações e fazer um controle mais efetivo de sua produtividade, é composto atualmente por seis módulos principais:

Módulo Acompanhamento Operacional – Monitora todos os resultados dos navios e a partir da tela inicial é possível acessar um painel detalhado para verificação de desempenho de cada turno, paradas, dados das cargas e de clientes, médias operacionais etc.

Módulo de Passagem de Turno – Elaborado com a finalidade de eliminar falha na comunicação e problemas operacionais, gera um relatório de informações ao longo de cada turno.

Módulo Radar – Tem a função de efetuar as liberações de manutenção, acessos e processos operacionais relevantes que venham a impactar o fluxo das operações. O Radar possui também uma tela de resumo para visualizar as atividades em andamento e seus quantitativos.

Módulo de Alinhamento Operacional – Facilita o registro de reuniões vinculadas a um processo, como uma operação de navio ou uma atividade do Radar. Essas reuniões são classificadas por assunto, como por exemplo: Operação, Segurança, Meio Ambiente, etc.

Módulo de Gerenciamento de Operação Não Mecanizada – Permite análises dos gargalos operacionais, apresenta os tempos médios entre cada processo, o que possibilita ajustes e ganho de produtividade.

Módulo de Gerenciamento das Operações de Berços e Janelas de Atracação/Desatracação – Possibilita uma gestão macro da operação portuária, já que o sistema demonstra graficamente quatro processos: planejamento, estadia de navio, tempo operacional e projeção corrigida.


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quinta-feira, 23 de maio de 2019

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COMPANHIA DOCAS PRETENDE AMPLIAR SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS



Autoridade Portuária de Santos planeja aumentar quantidade de câmeras de vigilância e adotar tecnologias mais modernas no cais
Ampliar o número de câmeras de monitoramento instaladas no Porto de Santos e utilizar equipamentos de infravermelho e térmicos para garantir a precisão das informações coletadas. Estes são os objetivos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que pretende, em cerca de três meses, contratar a modernização do sistema.
As câmeras fazem parte do sistema do ISPS Code, o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias, uma norma internacional para controle de acessos e monitoramento. Ele foi adotado depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque (EUA). Por exigência dos Estados Unidos, os portos do mundo todo tiveram que implantar planos de segurança.
Em Santos, o código começou a ser implantado em 2004 e, desde então, não foi modernizado. Foram levantados 32 itens que devem ser adequados, mas apenas a metade das questões foi resolvida.
“Apesar de funcionar, as câmeras são antigas, elas são analógicas. Hoje já existem soluções de software embarcado, com câmeras digitais em que você consegue distinguir um caminhão de um carro, de uma bicicleta, em diferentes velocidades. E você pode modificar o nível de atenção no sistema se o pátio está em operação ou não”, disse o diretor-presidente da Docas, Casemiro Tércio Carvalho.
O objetivo, segundo o executivo, é manter, em uma mesma sala de monitoramento, o controle terrestre e marítimo do Porto. Com isso, a ideia é garantir a segurança física da operação, que envolve questões de meio ambiente e o combate a ilícitos, como tráfico internacional de drogas.
De acordo com o executivo, todas essas informações são repassadas às autoridades policiais. Com câmeras térmicas e de infravermelho, o monitoramento será mais eficiente, segundo Carvalho.
“Hoje, as câmeras são utilizadas só para a segurança. A operação fica refém da segurança. Quem controla o joystick é segurança. A gente pretende separar câmeras para a operação, ou seja, a fiscalização passa a ser feita pelas câmeras e outras câmeras da segurança. Não faz sentido ter um cara com uma prancheta no costado do navio anotando. Ele pode fazer tudo isso dentro de uma sala com instrumentação e tecnologia”, destacou Carvalho.
Algoritmos contra o crime
O presidente da Codesp também aponta a possibilidade de realizar uma análise de risco, utilizando algoritmos. “Podemos criar um raciocínio de identificação automática de delitos. Hoje a identificação é feita visualmente pela Guarda Portuária. A gente pode criar uma camada de negócios em que eu consiga identificar um caminhão em velocidade, um carro em velocidade e uma pessoa em uma bicicleta. E, com isso, o software traduzir em um alerta de risco. Eu mexo no risco ao longo do dia. Diminuo durante o dia, com a operação. À noite, como não está operando, eu aumento a sensibilidade desse risco”, explicou
Segundo Carvalho, a Docas também está revisando o Plano de Segurança Portuário.“ Aqui, nesta sede, por incrível que pareça, nós estamos em uma área de ISPS Code e o nosso entendimento é de que não deveria estar. É acesso público. Não tem movimentação, operação. Não faz sentido”.
Proteção
O Porto de Santos conta com 28 gates (portões) de acessos ao cais e mais de 200 câmeras e equipamentos, como handkeys (leitores de mão), além do Centro de Controle de Operações (CCCom) da Guarda Portuária (Gport), inaugurado em 2005. No Brasil, as inspeções dos terminais e as concessões dos certificados do ISPS Code são responsabilidades da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), seguindo o código da Organização Marítima Internacional (IMO). A Conportos é formada por representantes dos ministérios da Justiça, da Defesa (Marinha), da Fazenda, das Relações Exteriores e da Infraestrutura.


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sexta-feira, 3 de julho de 2015

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GUARDA PORTUÁRIA VOLTA A OPERAR O CCOS DO PORTO DE BELÉM


Cileno Borges foi um dos maiores lutadores pela reconquista do posto de trabalho da Guarda Portuária

A exigência é do MPT, que firmou TAC em 2006 com a CDP, porém esta nunca cumpriu o referido termo.
Depois de mais de nove anos descumprindo o Termo de Ajustamento de Conduta - TAC, firmado com o MPT em 11 de maio de 2006, a Companhia Docas do Pará - CDP, foi obrigada, sob pena de multa especificada neste mesmo Termo, a se abster de mão de obra contratada nas áreas internas dos portos organizados por ela administrados, principalmente quanto ao controle de acesso e vigilância das áreas internas desses portos.
Assim, desde o dia 01 de julho de 2015 a Guarda Portuária voltou a ser escalada no CFTV do Porto de Belém, porém, tal medida, deverá também se estender brevemente aos demais CFTVs e postos internos dos demais portos onde o TAC ainda está sendo descumprido.
Muitos outros postos onde atuavam os terceirizados, tanto das áreas internas quanto retro áreas, foram e estão sendo suprimidos, onde dezenas desses contratados estão sendo dispensados da CDP, e cuja economia, por contratado, representa cerca de R$ 4.000,00 aos cofres da Companhia.
Segundo apurado junto a representantes da Companhia, a Diretoria da CDP irá fazer uma proposta ao Ministério Público Federal, em reunião no próximo dia 06 de julho, para o chamamento do restante dos guardas portuários do cadastro de reserva, referente ao concurso público do ano de 2012, já que até agora só foram contratados 28 guardas portuários, restando ainda 22. A maioria está sendo lotada no Porto de Vila do Conde (PVC), já em Santarém, não terá mais vigilância terceirizada na área primaria do porto com a recente lotação de 07 guardas nesta unidade. Segundo a diretoria, no PVC a substituição será realizada gradualmente conforme proposta a ser apresentada ao MPF.
Vale ressaltar que o efetivo da Guarda Portuária (cerca de 12 homens por turno de serviço) para os três portos da região metropolitana - Belém, Miramar e Outeiro - está bem aquém do necessário, onde essa escala diária representa cerca de 25% do que vinha sendo escalado e considerando que os postos de serviço permanecem os mesmos, porém, agora a maioria descobertos, em função da supressão dos terceirizados.
Em reunião no dia 25 de junho passado entre os guardas concursados de 2012 com a procuradora do MPF, Dra. Sílvia, um outro concurso público já foi cogitado por este ministério, pois questionou-se que estão retirando os terceirizados, mas, não estão colocando efetivos, agora com os postos permanecendo descobertos, ficando também sem ser entendido como a CDP mantinha contrato por décadas, pagando-se elevadas somas em dinheiro por postos que agora ficam sem ninguém.


Texto: Cileno Borges - Guarda Portuário

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

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CENTRO DE MONITORAMENTO DA GUARDA PORTUÁRIA FLAGRA SUSPEITO DE FURTO


Elemento abordado na Avenida Portuária (imagens cedidas pela Guarda Portuária)



No dia 10 de janeiro, a equipe de monitoramento da Turma "A", de serviço no Centro de Controle de Comunicação e Monitoramento (CCCOM), integrada pelos guardas portuários Alexandre, Leandro, Mário e Mesquita, flagraram um elemento, junto ao pátio de triagem defronte ao armazém 29, transportando uma caixa. Diante da atitude suspeita, todos os seus movimentos começaram a ser monitorados. Foi visualizado que ele começou a manter contato com outro elemento que estava posicionado na Avenida Mário Covas, também conhecida como Avenida Portuária.

Elemento carregando caixa acompanhado por outro do lado de fora (imagens cedidas pela Guarda Portuária)

Em continuidade, o Inspetor II / Supervisor de Segurança de plantão no Centro de Controle Operações e Serviços (CCOS) acionou as viaturas mais próximas para ali comparecerem.


A primeira viatura a chegar ao local foi a Ronda do Transito (ROTRAN 01), integrada pelos guardas portuários Marlon e Paiva, que abordaram os dois suspeitos quando o elemento que se encontrava na Avenida Portuária puxou a grade para que aquele que estava na área interior por ali, se evadisse do local.

 Elemento se evadindo pela grade (imagens cedidas pela Guarda Portuária)


Em seguida compareceram em apoio as Rondas de Apoio Com Motos (ROCAM), integrada pelos guardas portuários Murilo, Nilvandro e Rafael. Na abordagem foi constatada que dentro da caixa havia certa quantidade de fios de cobre.


Posteriormente compareceu ao local a Ronda Setorial III, integrada pelo Inspetor Mauro Augusto e o guarda portuário Braz. O elemento que conduzia a caixa com fios de cobre foi identificado como sendo Isvaldo Lucimar da Costa e o elemento que lhe dava cobertura na Avenida Portuária foi identificado como sendo Marcelo de Freitas.


No momento em que Isvaldo foi convidado a entrar na viatura para ser apresentado a autoridade policial, este começou a proferir insultos, razão que, em virtude do crime de desobediência, Desacato e Resistência, teve que ser contido e algemado para ser conduzido.

Diante da Desobediência, do Desacato e da Resistência o elemento teve que ser contido e algemado (imagens cedidas pela Guarda Portuária)

Na Delegacia de Atendimento ao Turista (DEATUR), localizado na área portuária, A Dra. Delegada Juliana Buck Gianini, constatou que na caixa transportada por Isvaldo havia aproximadamente 5 Kg de cobre. Como não foi possível identificar a procedência do material apreendido, foi lavrado um Termo Circunstanciado.


 Vídeo do monitoramento cedido pela Guarda Portuária


No Distrito, após pesquisa nos arquivos policiais, foi constatado que Marcelo de Freitas já tinha várias passagens por furto, no entanto, no momento não devia nada para a justiça.








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