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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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segunda-feira, 28 de abril de 2025

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SETE MESES APÓS OPERAÇÃO, JUSTIÇA SOLTA ACUSADOS DE EXPORTAR COCAÍNA


Investigados estavam detidos desde setembro do ano passado. Eles foram presos pela Operação Papyrus da Polícia Federal

Três presos acusados de exportar cocaína misturada à carga de papel em uma operação da Polícia Federal (PF) em Santos, no litoral de São Paulo, foram soltos no dia 10 de abril. A Justiça Federal determinou a soltura dos suspeitos após a PF, por falta de provas, pedir mais tempo de investigação.

A apuração do caso começou no dia 5 de junho do ano passado, após apreensão de 270 kg de cocaína no Porto de Santos. Os indícios demonstraram que os alvos da operação executaram um plano para esconder cocaína em contêineres destinados ao exterior, especialmente para a França.

Na época, em setembro de 2024, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva decretados pela 5ª Vara Federal de Santos contra funcionários de empresas da logística portuária. Desde então, Italo Augusto de Jesus Ramos, Malcoln Vieira Santos e Valmir Benedito de Castro estavam presos.

SAIBA MAIS: PF DEFLAGRA OPERAÇÃO CONTRA FUNCIONÁRIOS DE EMPRESAS DE LOGÍSTICA DO PORTO DE SANTOS

Defesa contesta

Segundo o art.51 da Lei de Drogas, o inquérito policial sobre tráfico de entorpecentes deve ser concluído em 30 dias se o indiciado estiver preso. Contudo, na ocasião, a Polícia Federal pediu ao Ministério Público Federal (MPF) a prisão preventiva dos supostos envolvidos e o prazo de 120 dias para o trabalho de investigação — que foi acatado pela complexidade da ação.

Cerca de cinco meses depois, as diligências não resultaram em provas suficientes para a manutenção da prisão e a defesa de um dos suspeitos contestou ao MP. Em entrevista ao site Metrópoles, o advogado Marcos do Nascimento Jesuino Junior, representante de Italo, conta que, até o momento, foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão na casa do cliente, vistoria no aparelho celular e nada ilícito foi encontrado.

Constatada a irregularidade no prazo das diligências realizadas pela PF, a defesa solicitou à Justiça a emissão de alvarás de soltura aos presos. Os documentos foram concedidos em 10/04.

Agora soltos, os investigados devem comparecer ao juízo uma vez por mês, via balcão virtual, para justificar atividades. Eles estão proibidos de manter contato entre eles e não podem se ausentar do local de residência por período superior a oito dias. Além disso, enquanto as diligências não são concluídas, os suspeitos deverão comparecer a todos os atos do processo.

Autores/Fonte: Guilherme Bianchi - Milena Vogado / Site Metropolis


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segunda-feira, 21 de outubro de 2024

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PF DEFLAGRA OPERAÇÃO CONTRA FUNCIONÁRIOS DE EMPRESAS DE LOGÍSTICA DO PORTO DE SANTOS


Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva. Quatro pessoas foram presas e R$ 250 mil foram apreendidos

A Polícia Federal (PF) deflagrou na última quarta-feira, 16/10, com apoio do BAEP - Batalhão de Ações Especiais de Polícia, da Polícia Militar a Operação Papyrus, com o objetivo de aprofundar as investigações, após a apreensão em 5/6/2024, de 271 kg de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A operação Papyrus teve como objetivo, cumprir 12 mandados de busca e apreensão cinco mandados de prisão preventiva, decretados pela 5ª Vara Federal de Santos em desfavor de investigados funcionários de empresas da logística portuária.

Ao todo, foram cumpridos os 12 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária em Cubatão e um de Guarujá. Uma pessoa foi presa em flagrante por lavagem de dinheiro em Cubatão.

Segundo o Delegado da Polícia Federal Edson Patrício do nascimento, as quatro pessoas detidas são funcionários de empresas de logística portuária, com idade de 26, 34, 40 e 42 anos. 

Na ação foram apreendidos R$ 250 mil em cidades da Baixada Santista, no litoral e em Mogi Guaçu, no interior do estado. De acordo com a PF, o dinheiro encontrado é fruto do tráfico de drogas.

Do toal apreendido, R$ 74.900,00 em espécie foram apreendidos em um imóvel, no Jardim Bom Vista, em Mogi Guaçu. 

Os indícios colhidos na investigação demonstraram que os alvos da operação atuaram de forma associada para que ocorresse inserção da cocaína em contêineres destinados ao exterior, especialmente para a França.

O modus operandi consistia na retirada indevida dos cofres de carga do local onde estavam armazenados, no pátio da empresa transportadora, em Cubatão/SP, para serem levados até o pátio de um terminal retroportuário em Guarujá/SP, onde ocorria a abertura dos contêineres para colocação da droga em meio à carga de papel destinado à exportação.

Além desta apreensão no Porto de Santos, foi apurado no decorrer da investigação que o grupo criminoso pode ter atuado na contaminação de outros quatro contêineres, nos quais ocorreu apreensão de drogas no exterior. Com relação a estas ocorrências, estão em andamento medidas de cooperação policial internacional para obter informações com autoridades do local das apreensões.

Somadas, as apreensões de cocaína no Brasil e no exterior, pro meio do modus operandi citado, chegam a aproximadamente 1.300 kg.

Nome da Operação

A operação foi nomeada de Papyrus, nome de planta usada para a escrita durante a Antiguidade Antigo Egito, em virtude do tipo de carga existente, papel sulfite, nos contêineres que foram alvo de contaminação.


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