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APÓS TENTAR A TERCEIRIZAÇÃO, CDP DIVULGA NOVO CONCURSO PARA A GUARDA PORTUÁRIA

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terça-feira, 27 de outubro de 2015

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COMISSÃO APROVA MUDANÇAS NO ESTATUTO DO DESARMAMENTO





Nesta terça-feira (27), a Comissão Especial da Câmara aprovou, por 19 votos a 8, o texto-base do substitutivo apresentado pelo deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG) aos projetos de lei (3722/12 e apensados) que revogam o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03).
O projeto de lei, criado pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB) em 2012, já passou por várias revisões, renomeado de Estatuto de Controle de Armas de Fogo, o novo texto assegura a todos os cidadãos que cumprirem os requisitos mínimos exigidos em lei, o direito de possuir e portar armas de fogo para legítima defesa ou proteção do próprio patrimônio.
O texto foi aprovado por 19 votos a 8.

Atualmente, o Estatuto do Desarmamento prevê que o interessado declare a efetiva necessidade da arma, o que permite que a licença venha a ser negada ou recusada pelo órgão expedidor.
No texto aprovado, não será mais necessário que um delegado da Polícia Federal dê o seu parecer sobre a "efetiva necessidade" do requerente. Ou seja, qualquer civil que cumpra as exigências citadas passa a poder portar uma arma de fogo - desde que a arma que pretende usar seja regularizada.
Grupos contra o projeto pressionaram os deputados.

Foram mantidas as exigências de atestados de aptidão técnica e psicológica para o uso do armamento, apresentação de certificados negativos de antecedentes criminais e não estar respondendo a processo criminal.
O PL reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no País; estende o porte para outras autoridades, como deputados e senadores; e autoriza a posse e o porte de armas de fogo para pessoas que respondem a inquérito policial ou a processo criminal.
Guarda Portuária
Integrantes da Guarda Portuária acompanhara o trabalho da Comissão

No parecer inicial do relator, a Guarda Portuária tinha ficado exatamente como o atual estatuto vigente. Na semana passada, representantes da Guarda Portuária do Brasil foram à Brasília para reverter essa situação, alterando a redação para:
Art. 42. O porte funcional de arma de fogo é prerrogativa das autoridades mencionadas a seguir:
XII – integrantes das Guardas Portuárias;
Art. 43. É conferida a licença funcional para portar arma de fogo, de propriedade particular ou institucional:
II – de uso permitido, em serviço ou fora dele, às autoridades mencionadas nos incisos VII, VIII, IX, XI e XII do art. 42.
O projeto ainda tem um longo percurso pelo Congresso, mas não podíamos deixá-lo seguir sem a nossa intervenção. Agora é acompanhar de perto.
Destaques              
Na próxima terça-feira, os deputados membros da comissão vão discutir cerca de 20 destaques. Depois disso, ele pode seguir para votação em plenário na Câmara - embora não haja previsão de quando isso pode acontecer.

A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto, não cabendo a esse Portal a emissão de qualquer juízo de valor.
                                                                                                                                                                                                                                               
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

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FNP CONVOCA SINDICATOS DA GUARDA PORTUÁRIA





A Federação Nacional dos Portuários (FNP) está convocando os sindicatos representativos da Guarda Portuária para estarem em Brasília, nos próximos dias 19 e 20, segunda-feira e terça-feira, para acompanhar a apreciação pela Comissão Especial destinada a proferir parecer do relator, Deputado Laudívio Carvalho ao Projeto de Lei nº 3722, de 2012, que "disciplina as normas sobre aquisição, posse, porte e circulação de armas de fogo e munições, cominando penalidades e dando providências correlatas" (altera o Decreto-lei nº 2.848, de 1940 e revoga a Lei nº 10.826, de 2003) - PL3722/12 (novo estatuto do desarmamento).
A apreciação ocorrerá na terça-feira, dia 20.10, ainda sem um horário definido, podendo ocorrer na parte da manhã, em torno de 9hs, ou à tarde, em torno de 14hs.

Antes, na segunda-feira, pela manhã, os sindicalistas se reunirão para traçar uma estratégia de luta. Já no período da tarde, eles conversarão com o relator e alguns deputados, visando corrigir o texto do substitutivo, apresentado dia 07/10, que prevê o porte de arma apenas funcional para a Guarda Portuária.
Comissão Especial 
Presidente: Marcos Montes (PSD/MG)     
1º Vice-Presidente: Claudio Cajado (DEM/BA) 
2º Vice-Presidente: Guilherme Mussi (PP/SP)
3º Vice-Presidente:
Relator: Laudivio Carvalho (PMDB/MG) 
TITULARES
SUPLENTES
PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/
PSDC/PEN/PRTB
Adail Carneiro PHS/CE (Gab. 335-IV)
Alberto Fraga DEM/DF (Gab. 511-IV)
Afonso Hamm PP/RS (Gab. 604-IV)
Alexandre Leite DEM/SP (Gab. 841-IV)
Arnaldo Faria de Sá PTB/SP (Gab. 929-IV)
Andre Moura PSC/SE (Gab. 846-IV) - vaga do PSDB/PSB/PPS/PV
Claudio Cajado DEM/BA (Gab. 630-IV)
Edio Lopes PMDB/RR (Gab. 408-IV)
Delegado Edson Moreira PTN/MG (Gab. 933-IV)
Jair Bolsonaro PP/RJ (Gab. 482-III)
Eduardo Bolsonaro PSC/SP (Gab. 481-III)
Lucas Vergilio SD/GO (Gab. 816-IV)
Ezequiel Teixeira SD/RJ (Gab. 210-IV)
Luis Carlos Heinze PP/RS (Gab. 526-IV)
Guilherme Mussi PP/SP (Gab. 712-IV)
Marcos Reategui PSC/AP (Gab. 344-IV)
Laudivio Carvalho PMDB/MG (Gab. 717-IV)
Onyx Lorenzoni DEM/RS (Gab. 828-IV)
Marcos Rotta PMDB/AM (Gab. 333-IV)
Ricardo Barros PP/PR (Gab. 412-IV)
Rogério Peninha Mendonça PMDB/SC(Gab. 656-IV)
Ronaldo Martins PRB/CE (Gab. 568-III)
Valdir Colatto PMDB/SC (Gab. 516-IV) - vaga do PSDB/PSB/PPS/PV
Vitor Valim PMDB/CE (Gab. 545-IV)
PT/PSD/PR/PROS/PCdoB
Alice Portugal PCdoB/BA (Gab. 420-IV)
Antonio Balhmann (*) PROS/CE *
Cabo Sabino PR/CE (Gab. 617-IV)
Capitão Augusto PR/SP (Gab. 273-III) - vaga do PTdoB
Delegado Éder Mauro PSD/PA (Gab. 586-III)
Fábio Faria PSD/RN (Gab. 706-IV)
Luiz Couto PT/PB (Gab. 442-IV)
Gabriel Guimarães PT/MG (Gab. 821-IV)
Magda Mofatto PR/GO (Gab. 934-IV)
João Rodrigues PSD/SC (Gab. 503-IV)
Marcos Montes PSD/MG (Gab. 334-IV)
Milton Monti PR/SP (Gab. 328-IV)
Paulo Teixeira PT/SP (Gab. 281-III)
Paulão PT/AL (Gab. 366-III)
Wellington Roberto PR/PB (Gab. 514-IV) - vaga do PTdoB
Silas Freire PR/PI (Gab. 484-III)
(Deputado do REDE ocupa a vaga)
(Deputado do PSOL ocupa a vaga)
PSDB/PSB/PPS/PV
Delegado Waldir PSDB/GO (Gab. 645-IV)
Antonio Carlos Mendes Thame PSDB/SP(Gab. 915-IV)
Flavinho PSB/SP (Gab. 379-III)
Daniel Coelho PSDB/PE (Gab. 813-IV)
Gonzaga Patriota PSB/PE (Gab. 430-IV)
João Campos PSDB/GO (Gab. 315-IV)
Marcus Pestana PSDB/MG (Gab. 715-IV)
(Deputado do PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/
PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB ocupa a vaga)
Nelson Marchezan Junior PSDB/RS (Gab. 250-IV)
(Deputado do PSOL ocupa a vaga)
Sarney Filho PV/MA (Gab. 202-IV)
(Deputado do PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/
PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB ocupa a vaga)
PDT
Subtenente Gonzaga PDT/MG (Gab. 750-IV)
Pompeo de Mattos PDT/RS (Gab. 704-IV)
PTdoB
(Deputado do PT/PSD/PR/PROS/PCdoB ocupa a vaga)
(Deputado do PT/PSD/PR/PROS/PCdoB ocupa a vaga)
PSOL
Glauber Braga PSOL/RJ (Gab. 362-IV) - vaga do PSDB/PSB/PPS/PV
Ivan Valente PSOL/SP (Gab. 716-IV) - vaga do PT/PSD/PR/PROS/PCdoB
REDE
Alessandro Molon REDE/RJ (Gab. 652-IV) - vaga do PT/PSD/PR/PROS/PCdoB
Secretário(a): Leila Machado Campos
Local: Anexo II - Pavimento Superior - Sala 165-B
Telefones: (61) 3216-6212
FAX: (61) 3216-6225
(*) = deputado(a) não está no exercício do mandato.

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terça-feira, 15 de julho de 2014

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ESTATUTO DO DESARMAMENTO PODE SOFRER ALTERAÇÕES


Deputado Rogério Peninha Mendonça

Apoio da população ao porte de armas levou a novo recorde de interação da sociedade pelo 0800 da Câmara dos Deputados.
Nem educação, nem transporte, nem saúde. Assunto polêmico e delicado, o porte de armas de fogo e munições é o recordista de apoio popular pelos canais de interação da Câmara dos Deputados com a sociedade, como o telefone 0800 da instituição. Por ele ou por enquetes disponíveis em sua página na internet, a população tem interagido a favor de uma proposta que revoga o Estatudo do Desarmamento, lei federal de 2003.
Desde sua assinatura, há quase 10 anos, 65 projetos de lei foram propostos por deputados da casa com o intuito de alterar ou mesmo revogar seu texto. Mas nenhum havia chegado tão longe quanto o PL 3722/2012, que após um período estacionado, há um mês foi designado a uma Comissão Especial formada por 46 deputados. Neste semestre, uma nova audiência pública deve acontecer com a presença de Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil (MVB); o advogado Fabricio Rebelo, pesquisador em segurança pública no Nordeste e também integrante do MVB; e o delegado Fernando Segóvia, representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ANDPF). Entusiastas do projeto de lei estimam que ele pode chegar para votação no Plenário ainda este ano.
Proposto em 2012 pelo catarinense Rogério Mendonça Peninha (PMDB), o Projeto de Lei 3722/12 traz em seu texto uma vontade popular delineada em 2005, quando o referendo popular, terceiro na história do país e primeiro no mundo a consultar diretamente a sociedade sobre este assunto, constatou que 63,94% dos 95.375.824 brasileiros que responderam à consulta defendiam que o comércio de armas e munições não deveria ser proibido no Brasil. Não houve unidade federativa no país que apresentasse inclinação diferente.
Nos Estados Unidos, onde o porte de armas é um direito garantido pela Constituição, os estados são autônomos para legislar sobre o assunto. Na maioria deles, a venda e o uso de armamento pessoal são permitidos.
Iniciativa popular chega ao Senado
Plataforma de participação política, o portal e-Cidadania contempla um espaço destinado à proposição de novas leis por cidadãos comuns. Para que cheguem  a ser avaliadas pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, as ideias precisam conquistar 20 mil apoios. Desde quando foi lançada, a plataforma já recebeu mais de 1360 propostas legislativas. Destas, apenas três conseguiram os 20 mil apoios necessários no tempo hábil para seu andamento: a que regula o uso recreativo, medicinal e industrial da maconha; a que regulamenta as atividades de marketing de rede; e a que garante o direito de porte de armas a cidadão devidamente qualificado.
Proposta por André de Carvalho Franco em 18 de fevereiro deste ano, a ideia demorou pouco mais de dois meses para conquistar as 20 mil assinaturas; a título de comparação, a igualmente polêmica proposta de regulação da maconha levou menos de uma semana. O autor, um atirador de estande de Osasco, em São Paulo, chegou a pedir apoio em um fórum do site Tiro Dinâmico, que se dedica a "atiradores e apreciadores de armas de fogo". Procurado pela reportagem de iG, André não retornou os e-mails ou ligações.
Legítima defesa ou justiça com as próprias mãos?
Somadas, a iniciativa do deputado Peninha e a ideia legislativa proposta pelo e-Cidadania podem ser associados - e costumam ser justificados com - a sensação de insegurança no país: em 2012, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que mais de 20% dos brasileiros não se sentiam seguros dentro de suas casas. O levantamento se valeu de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad, 2009) que se referiam ao tema Vitimização e Justiça.
"A população sabe que está à mercê da criminalidade. O Estatuto do Desarmamento reduziu em 60% a comercialização de armas legais, mas o bandido, o marginal, quando compra arma, vai pelo contrabando. O cidadão de bem não pode se defender ou defender sua família", argumenta Peninha.


Fonte: IG






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