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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

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RECEITA FEDERAL APREENDE 55,5 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE ITAPOÁ

 

A droga foi detectada em um contêiner de grafite em pó que seria descarregado no Porto de Algeciras na Espanha

A Receita Federal do Brasil (RFB) apreendeu na última sexta-feira (27) mais uma apreensão de drogas no Porto de Itapoá, no Norte de Santa Catarina.

A droga foi detectada com o auxílio do cão de faro e com imagens de raio-x em um contêiner de grafite em pó que seria descarregado no Porto de Algeciras na Espanha.

Com a abertura do contêiner, o entorpecente foi localizado em duas malas de viagem junto a porta. Após pesagem foi constatado o peso de 55,5 kg.

O método utilizado pelos traficantes foi o rip-on/rip-off, no qual a droga é inserida no contêiner sem o conhecimento do exportador.

A droga apreendida foi encaminhada a sede da Polícia Federal (PF), que prosseguirá com as investigações para identificar os envolvidos.

1ª apreensão neste ano

Essa foi a primeira apreensão de cocaína do ano de 2023 no Porto de Itapoá. Em 2022, foi apreendida aproximadamente 1 tonelada da droga no complexo portuário de Itapoá.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

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GUARDIA DI FINANZA DA ITÁLIA APREENDE CERCA DE UMA TONELADA DE COCAÍNA PROVENIENTE DO BRASIL

A cocaína transportada por um navio mercante desembarcou no porto de Savona procedente do Porto de Santos

No final da noite do dia 17/01, a Unidade de Polícia Econômico-Financeira da Guardia di Finanza de Bari apreendeu cerca de 1 tonelada de cocaína transportada por um navio mercante desembarcado no Porto de Savona.

As investigações realizadas até agora pelo Fiamme Gialle de Bari - com a coordenação da Direção Distrital Antimáfia de Bari - visam reconstruir as operações de uma associação criminosa dedicada ao tráfico transnacional de cocaína, que supostamente opera no centro-sul da Itália em colaboração com o crime albanês.

Durante as investigações, após provas investigativas específicas, no dia 2 de janeiro, os financiadores da capital apuliana - após uma busca de iniciativa em um apartamento usado como B&B no município de Celle Ligure (SV), onde os traficantes haviam, entretanto, armazenado o narcótico chegou ao Porto de Savona - procederam à apreensão de mais de 3,5 kg de cocaína, com a consequente detenção em flagrante de 4 indivíduos de nacionalidade albanesa responsáveis ​​pelo tráfico ilícito.

O resultado desta atividade foi comunicado ao Ministério Público de Savona que deu início às consequentes investigações investigativas.

Investigações posteriores permitiram obter informações sobre a chegada de outro navio mercante, de bandeira de Hong Kong, que partiu do Porto de Santos, no Brasil, em 30 de dezembro passado, que supostamente transportava outra grande carga de cocaína, destinado à organização criminosa italiana/albanesa sob investigação.

Segundo Josmar Jozino, colunista do site UOL, antes de seguir rumo à Itália, o cargueiro chinês Cosco Shipping Honor tinha passado pelos portos de Santos e Paranaguá (PR); Conchilas, no Uruguai, e novamente no Porto de Santos. 

Portanto, as chamas amarelas de Bari do Grupo de Investigação do Crime Organizado montaram um dispositivo de contraste adequado com a ajuda - em relação às operações a serem realizadas mesmo no mar - de unidades aéreas e navais da Guardia di Finanza da Aeronavale Comando Operacional e o apoio de funcionários do Serviço Central de Investigação do Crime Organizado, bem como da Unidade de Polícia Econômico-Financeira e do Departamento de Operações Aéreas e Navais de Gênova.

Na manhã de 17 de janeiro, após a chegada ao Porto de Savona do referido navio mercante, monitorado pela aeronave do Corpo, desde que entrou no Estreito de Gibraltar, os militares operacionais procederam à vistoria da parte submersa do casco do navio. A atividade, realizada pelos mergulhadores da Seção de Operações Navais de Savona, permitiu localizar e apreender 741 tabletes de cocaína, acondicionados em 26 embalagens de celofane, habilmente escondidos nas “tortas de mar” (sea chest) dos motores do barco, para um peso total de cerca de 1 tonelada.


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

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COMBATE AO PCC E A MILÍCIA NO PORTO DO CRIME

 

O volume de contrabando e drogas Porto de Itaguaí o coloca como o nº 1 na preferência de milicianos e traficantes do PCC

Escondido entre a mata atlântica e a Baía de Sepetiba, a 90 km do Rio, o Porto de Itaguaí pode passar despercebido se comparado aos maiores terminais marítimos do Brasil. Mas o volume de contrabando e drogas que entram e saem por ali o coloca como o nº 1 na preferência de milicianos e traficantes do PCC.

De aparelhos usados para piratear sinal de TV por assinatura a roupas de marca falsificadas vendidas na 25 de Março, em São Paulo, tudo chega por Itaguaí.

Chegava

De 2018 para cá, a Receita Federal do Brasil (RFB) começou a bater de frente com as gangues. Até novembro do ano passado, já eram 700 kg de cocaína e 3.500 t de mercadorias ilegais apreendidas.

Esta é a história de como as forças de segurança se organizaram para estancar a sangria no porto que reúne o maior número de apreensões de carga do país.

Milícias e piratas

Cercado por grades e arame farpado e vigiado por câmeras 24 horas, um dos pátios do Porto de Itaguaí abriga pilhas de até quatro contêineres uns sobre os outros, recheados de apreensões. Ao todo, os itens recolhidos ocupam 500 contêineres.

Imitações de iPhone, roupas, cuecas, relógios, raquetes, brinquedos e termômetros infravermelho são alguns dos itens mais comumente confiscados no local.

Identificados, eles têm três destinos: doação, se estiverem em bom estado; leilão, se puderem gerar dinheiro para os cofres públicos; ou destruição, caso violem direitos autorais ou haja componentes que façam mal à saúde.

Em uma área do porto, sacos brancos de lona armazenam restos de peças de plástico preto, onde se lê expressões como "5G" e "4K". São aparelhos de TV Box

Mais de 1 milhão de dispositivos do tipo foram apreendidos em operações da Receita e da Polícia Civil no porto entre 2020 e 2021.

A quantidade tem relação com um fenômeno típico do Rio: o TV Box é usado para ofertar serviços de "gatonet", uma das principais fontes de receita para as comunidades controladas por milícias — e Itaguaí está cercado por elas.

“Eu me lembro de que, por meses, a gente ia apontando os contêineres e, de cada quatro, três tinham apreensões. São taxas, no contexto nacional, completamente fora do normal, esdrúxulas, disse Raul dos Santos Gomes Pereira, chefe-substituto da Coordenação Especial de Gestão de Riscos Aduaneiros da Receita Federal.

As Caixas de Mangas do PCC

Mangas recheadas com cocaína também quase fizeram escala no Porto de Itaguaí.

As frutas foram encontradas em 30 de setembro de 2021, quando policiais civis e federais descobriram um galpão usado por traficantes na avenida Ponte Preta, a 20 km do terminal.

Ao entrarem no espaço, localizaram 120 caixas com mais de 1.500 mangas em uma câmara refrigerada. Dentro das frutas, em vez de caroços, bexigas com cocaína. Ao todo, 641,5 kg, avaliados em R$ 200 milhões.

Se os policiais não tivessem agido, um caminhão levaria o carregamento até o porto. De lá, a droga seguiria de navio para a Europa.

A sequência das investigações revelou uma quadrilha com mais de 20 pessoas, espalhada por cinco estados e ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital), que já usava terminais como o de Itaguaí para exportar cocaína.

O caso das mangas não foi único. Só em 2022, as Polícias Civil e Federal apreenderam, juntamente com a Receita, mais de 700 kg de cocaína a caminho da Itália e outros países por meio do terminal, escondidas em contêineres e tambores de massa corrida.

Funcionários da Receita comentam que traficantes cariocas também descarregam drogas de embarcações ancoradas na Baía de Sepetiba e usam os canais da foz do Rio Guandu para entrar com o material em Antares e outras favelas da região.

“Itaguaí é um porto num lugar muito isolado. Mas, ao mesmo tempo, num ponto logístico muito bom, e a Receita tinha dificuldade de alocar gente lá. Então, os grupos criminosos foram aproveitando uma eventual fraqueza e a coisa foi se instalando”, falou Raul dos Santos Gomes Pereira.

A gangue dos auditores

O auditor fiscal Josafá Beserra Siqueira fez um bom negócio em 5 de julho de 2017, de acordo com dados de denúncia do Ministério Público Federal. Naquela data, comprou por R$ 800 mil o apartamento 201 do condomínio Well Sunset, na avenida Lúcio Costa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio.

Avaliado em R$ 1,7 milhão, o imóvel foi vendido apenas dois meses depois aos proprietários da cobertura do prédio por R$ 2,2 milhões. Os investigadores concluíram que as transações foram feitas com dinheiro vivo, já que não havia registro de movimentação dos valores nas contas do servidor.

Obtidos pelo UOL por meio da Lei de Acesso à Informação, os dados fazem parte de uma investigação realizada entre 2014 e 2019. De acordo com a denúncia, auditores recebiam suborno e vendiam laudos técnicos em troca de facilidades para empresas.

Roupas e outros produtos eram misturados a itens que pagam impostos mais baratos para entrar no país com tributação menor — entre outras manobras.

Num dos casos, a quadrilha registrava peso de 0,5 g para canetas importadas que pesam de 8 g a 10 g, a fim de reduzir o valor final da taxação que incidia sobre as mercadorias. A rua 25 de março em são Paulo, era o destino do contrabando.

Siqueira não foi o único do bando a se beneficiar. Segundo os investigadores, Cláudia Abreu Cavalcante comprou em 2015 um apartamento no Barramares, um dos mais antigos condomínios da Barra da Tijuca, por R$ 510 mil. De acordo com a denúncia, um imóvel ali dificilmente custaria menos de R$ 2 milhões.

Em outra transação, ela pagou R$ 80 mil por uma casa no bairro do Joá. O imóvel era avaliado em R$ 750 mil.

Procurada pelo UOL, Cláudia não retornou à reportagem. Já Siqueira faleceu em setembro último. A 7ª Vara Federal Criminal informou que a ação ao qual os dois respondem corre hoje sob segredo de Justiça e ainda não foi julgada.

“Não aceitamos que a região se tornasse controlada pelo crime”, disse Flávio Passos Coelho, superintendente da Receita Federal na 7ª Região Fiscal.

Quem manda no porto

"O pau quebrou muito sério lá. A chapa era muito quente."

É assim que Raul dos Santos Gomes Pereira, chefe substituto da Coordenação Especial de Gestão de Riscos Aduaneiros da Receita Federal, resume a contraofensiva do órgão em Itaguaí, com a intensificação dos exames físico e documental de cargas em operações com Marinha, Polícia Rodoviária Federal e outras instituições.

Nos últimos cinco anos, 22,4 mil t de produtos ilegais foram apreendidas em Itaguaí, 5.000 t a mais do que o que foi capturado no porto de Santos, o maior da América Latina. O valor das mercadorias retidas nesse período está estimado em R$ 1,4 bilhão, contra R$ 1 bilhão em Santos.

Só entre 2020 e 2021, houve queda de 45% para 10% na fatia das chamadas empresas "de alto risco" que atuam no porto de Itaguaí.

"Foi estancada a sangria", afirma Élcio Ferreto da Silva, delegado da Receita responsável pelo porto.

 “Eles apostavam que ia ser um voo de galinha e tudo voltaria a ser como era antes. A gente olhava as apreensões e falava: 'Esses caras não vão parar? Quanto tempo mais?”, falou Raul dos Santos Gomes Pereira.

Tem que manter

Em 2019, o então delegado da Receita em Itaguaí, José Alex Nóbrega de Oliveira, compartilhou com colegas um texto no qual afirmava sofrer pressões por conta de seu trabalho. À época, circulou entre os auditores a informação de que a fiscalização no porto incomodava membros do governo em Brasília - o que a Receita Federal sempre negou. Procurado pelo UOL, José Alex Nóbrega de Oliveira disse que prefere não comentar o episódio.

"Controle aduaneiro é uma atividade difícil e que envolve vários interesses econômicos, eventualmente até de organizações criminosas", afirma Isac Falcão, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil.

Até hoje, Falcão não sabe quem queria tirar Oliveira de Itaguaí e quais seriam as razões para isso. Apesar da crise, o delegado se manteve no cargo até 2021, quando Élcio Ferreto da Silva assumiu a função, até hoje desempenhada por ele.

Após as intervenções realizadas nos últimos anos e o recorde de apreensões, a expectativa na Receita é que Itaguaí registre um menor fluxo de cargas irregulares nos próximos tempos. Apesar de comemorar os resultados, o delegado da Silva sabe que o trabalho está apenas começando.

“Neste trabalho que a gente faz, a preocupação é manter. É como diz uma personagem no filme 'Cidade de Deus': 'O malandro não para, o malandro dá um tempo'. Se a gente parar o que a gente está fazendo, daqui a pouco esse pessoal volta”, disse Élcio Ferreto da Silva, delegado da Receita no Porto de Itaguaí desde 2021.

Fonte: site UOL


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

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COCAÍNA É ENCONTRADA DENTRO DE VANS DESEMBARCADAS NO PORTO DE VITÓRIA

 

Levantamentos iniciais dão conta que as vans vieram de um navio procedente da Argentina e que seguiu para a Espanha

A Polícia Federal (PF) apreendeu no dia 15 de dezembro, 10,5 kg de cocaína no Porto de Vitória, no litoral do Espírito Santo.

A droga foi localizada por funcionários de uma empresa do ramo de importação, fora da área portuária, no município de Serra, quando vistoriavam as vans desembarcadas no Porto de Vitória.

O entorpecente estava no porta-malas de um dos veículos. Os funcionários encontraram 10 (dez) tabletes contendo um pó branco, e com o logotipo da marca de relógios rolex.

Diante da situação, comunicaram a Polícia Federal (PF) que imediatamente foi ao local e, após testes químicos preliminares, constatou que a substância era cocaína.

Levantamentos iniciais dão conta que as vans vieram de um navio procedente da Argentina e que seguiu para a Espanha.

A droga foi levada para a Superintendência da Polícia Federal para pesagem oficial, que constatou o peso de 10,5 kg. Posteriormente foi realizada a confecção de laudos periciais e a instauração de inquérito que irá buscar os responsáveis pela carga ilegal.


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quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

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PF REALIZA OUTRA OPERAÇÃO CONTRA TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS NO PORTO DE SANTOS

 

O tráfico ocorreu através da contaminação de um contêiner que teria como destino final os Emirados Árabes Unidos

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã do dia 20/12, mais uma operação no combate ao tráfico internacional de entorpecentes no Porto de Santos.

Durante a ação denominada de “Operação Delphinus”, houve o cumprimento de três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, com a finalidade de aprofundar investigação envolvendo o tráfico no Porto de Santos.

O tráfico ocorreu através da contaminação de um contêiner que teria como destino final os Emirados Árabes Unidos.

Na ocasião, foram encontrados 498 kg de cocaína, inseridos por criminosos em meio à carga que seria exportada.


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quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

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RECEITA FEDERAL APREENDE CERCA 26 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS


Droga estava oculta em estrutura de um contêiner refrigerado

A Receita Federal do Brasil (RFB), no dia 14 de dezembro, apreendeu cerca de 26 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral de São Paulo.

O entorpecente foi localizado na estrutura de um contêiner, armazenado na área reservada aos componentes para refrigeração. A unidade de carga continha 25 toneladas de carne de frango congelada e tinha como destino o Porto de Roterdã, na Holanda.

O contêiner foi selecionado pela Área de Gestão de Riscos da RFB, com análise das operações de exportação e inspeção não intrusiva por imagens de escâner, em função do seu poder alfandegário no porto.

A Polícia Federal (PF) foi acionada para realizar a perícia a fim de subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

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PF APREENDE 191 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 

Droga foi apreendida durante a realização da Operação Ágata

A Polícia Federal (PF) apreendeu 191 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral sul de São Paulo. A ação, que ocorreu de 21 a 27 de novembro, visou a prevenção e repressão ao tráfico internacional de drogas e ocorreu em parceria com outras instituições públicas.

As ações englobaram patrulhamentos do canal portuário, bem como inspeções de cascos de navios, no intuito de localizar substâncias e materiais ilícitos inseridos em compartimentos das embarcações.

Os tabletes da droga estavam escondidos no sea chest (caixa-mar) de um navio que fora selecionado para inspeção, e foi retirado por mergulhadores da Marinha do Brasil.

O entorpecente foi apreendido pela PF, que instaurou inquérito policial para a continuidade das investigações.


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sexta-feira, 11 de novembro de 2022

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PF E RFB APREENDEM 2,75 TONELADAS COCAÍNA NO PORTO DE VILA DO CONDE

 

A droga estava em sacas de farelo de soja, que tinha como destino o Porto de Sines, em Portugal

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal do Brasil (RFB), em ação conjunta no dia 4 de novembro, interceptaram no Porto de Vila do Conde, em Barcarena, no Pará, 2,75 toneladas de cloridrato de cocaína.

Após analisarem a carga, com a ajuda do cão farejador Isa, conseguiram localizar a droga estava escondida dentro de sacas de farelo de soja, em um contêiner que tinha como destino o Porto de Sines, em Portugal. Essa foi uma das maiores apreensões de cocaína em portos no Brasil.

A ação foi resultado de um trabalho de investigação permanente feito pelas instituições. Ninguém foi preso nessa apreensão, mas foi aberto inquérito policial para se colher elementos de prova que apontem a autoria do crime.

A Polícia Federal e a Receita Federal já apreenderam mais de cinco toneladas de cocaína no Porto de Vila do Conde, nos anos de 2021 e 2022.


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