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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

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GUARDA COSTEIRA DOS EUA FAZ INTERCÂMBIO NO PORTO DE FORTALEZA

 

Encontro teve como foco o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias – ISPS Code

No dia 10 de dezembro, a Guarda Costeira dos Estados Unidos esteve no Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) do Porto de Fortaleza. Esse intercâmbio visou o aperfeiçoamento do trabalho portuário brasileiro e americano nos sistemas de transportes marítimos.

A visita faz parte do intercâmbio promovido entre a Guarda Costeira dos EUA e a Comissão Nacional de Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), em função do ISPS Code.

O Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code, na sigla em inglês) é uma norma internacional de segurança. No Brasil, as inspeções dos terminais e as concessões dos certificados são responsabilidade da Conportos, seguindo o código internacional da Organização Marítima Internacional (IMO).

A participação direta da Guarda Costeira dos Estados Unidos teve como foco o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code), a fim de alcançar benefícios mútuos para os parceiros comerciais marítimos daquele país.

As visitas recíprocas e técnicas em portos permitem discussões e compartilhamento de melhorias em segurança portuária e desenvolvimento de segurança dos navios que chegam aos Estados Unidos.

Programa Nacional de Segurança Portuária

Neste encontro, a Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CESPORTOS) apresentou o Programa Nacional de Segurança Portuária. Diversos assuntos importantes foram abordados, a exemplo da segurança cibernética e a necessidade de capacitação dos seus integrantes.

Os encontros da CESPORTOS preveem organizar as atribuições em curso de aprovação, estudar as avaliações de riscos e alinhar o plano de segurança. Também está prevista a realização de inspeções em instalações portuárias, a análise de processos referentes à atuação dos supervisores de Segurança Portuária e das Organizações de Segurança, sob a gestão da Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conportos).

Visita ao Porto de Pecém

A comissão da Guarda Costeira dos Estados Unidos visitou as instalações do Porto do Pecém. A comitiva foi recebida pela diretoria do Complexo do Pecém e em seguida visitou algumas das principais instalações do terminal portuário cearense, como o Centro de Controle Operacional (CCO) e o Centro de Monitoramento de Vigilância Eletrônica (CMVE).

Em 2005, o Porto do Pecém foi o primeiro terminal portuário do Brasil a obter o certificado do ISPS Code

Participantes

Por parte da Guarda Costeira americana estavam Michael Alexander Karnath (Oficial de Ligação do Programa Internacional de Segurança Portuária da Guarda Costeira dos Estados Unidos), Robert Shaw (Especialista em Segurança Portuária da Guarda Costeira dos Estados Unidos), John O’Brien (Cônsul para Assuntos Políticos e Econômicos do Consulado Americano no Recife) e Patrícia Corrêa (Representante da área de Segurança do Consulado dos EUA na capital pernambucana).

Representando a Companhia Docas do Ceará, Adriano de Carvalho, da Coordenadoria de Gestão e Negócios (CODGEN), fez a apresentação institucional do Porto de Fortaleza. Em destaque, a sistemática de organização e negócios da CDC, autoridade portuária que administra a movimentação de granéis líquidos (combustíveis, lubrificantes, nafta, GLP, óleo vegetal), granéis sólidos (trigo, escória, manganês, coque de petróleo, enxofre) e carga geral (frutas, castanha, chapas, partes de pás eólicas e bobinas), entre outros.

Cesportos

A Cesportos é coordenada por um delegado da Polícia Federal e tem como membros representantes da Receita Federal do Brasil, Autoridade Portuária Companhia Docas do Ceará, Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Marinha do Brasil, Governo do Estado do Ceará e, como membro convidado, representante do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP)..



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

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SUBMARINO COM 5,4 TONELADAS DE COCAÍNA É APREENDIDO NOS ESTADOS UNIDOS



Drogas na embarcação foram avaliadas em R$ 689 milhões pela Guarda Costeira.
Um semi-submersível autopropulsado (SPSS) com pouco mais de 5,4 toneladas de cocaína, avaliadas em mais de R$ 689 milhões, foi apreendido pela Guarda Costeira dos Estados Unidos (EUA), no início do mês de setembro, segundo informações das autoridades divulgadas nessa terça.
A tripulação Valiant Cutter interceptou a embarcação de 40 pés no Pacífico Leste e apreendeu quatro suspeitos por contrabando. Aproximadamente 500 quilos da droga foram recuperados e apreendidos durante as operações. O restante não pôde ser extraído com segurança devido a preocupações de estabilidade do navio.

O semi-submersível foi originalmente detectado e monitorado por aeronaves de patrulha marítima (MPA), e a tripulação foi avisada pela Força-Tarefa Conjunta Interagências Sul (JIATF-S) para interditá-lo, chegando após o pôr do sol. Foram lançados dois pequenos barcos com equipes compostas por membros da Valiant e da Equipe Tática da Polícia da Guarda Costeira do Pacífico, com a ajuda de ativos navais colombianos que entraram em cena pouco depois.
De acordo com o comandante de Valiant, Matthew Waldron, a interdição coincidiu com o marco e a tradição de um marinheiro consagrado pelo tempo de atravessar o Equador, o que tornou os dois eventos ainda mais significativos na patrulha do navio. "Não há palavras para descrever o sentimento que a equipe da Valiant está experimentando no momento", disse.

"Em um período de 24 horas, a tripulação atravessou o equador e interceptou um embarcação semi-submersível carregada de drogas. É um evento importante na carreira de todos. Realizar isso juntos é verdadeiramente extraordinário", acrescentou.


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segunda-feira, 29 de julho de 2019

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EUA APREENDEM 13 TONELADAS DE COCAÍNA NA COSTA DA AMÉRICA LATINA


Mais de 13 toneladas de cocaína apreendidas nas costas do México e da América do Sul Central são descarregadas do navio da Guarda Costeira dos EUA, Steadfast, em um porto de San Diego. — Foto: Mike Blake/Reuters

A droga, com valor de US$ 350 milhões, foi encontrada em pacotes que flutuavam em águas internacionais no leste do oceano Pacífico, ao longo da costa do México, da América Central e da América do Sul.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou na noite de sexta-feira (26) que desmantelou uma rede de tráfico de droga e apreendeu 13 toneladas de cocaína em operações recentes na América Latina.
A droga, com valor de US$ 350 milhões, foi encontrada em pacotes que flutuavam em águas internacionais no leste do oceano Pacífico, ao longo da costa do México, da América Central e da América do Sul, entre o fim de junho e meados de julho, informou a Guarda Costeira (USCG, na sigla em inglês) em um comunicado.
Seis embarcações suspeitas de transportar a droga também foram interceptadas por lanchas rápidas americanas.
"São 13 toneladas de cocaína que não foram parar nas ruas dos Estados Unidos, e isso nos dá a oportunidade de afirmar que continuamos lutando contra as organizações criminosas internacionais, que diariamente transportam cocaína pelo Pacífico", declarou Peter Gautier, comandante do distrito 11 da USCG.
Desde o começo deste ano, os guardas costeiros americanos interceptaram mais de cem barcos, apreenderam mais de 100 toneladas de cocaína e prenderam mais de 400 suspeitos nas zonas de trânsito da droga no leste do oceano Pacífico.
Fonte: G1


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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

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ANTAQ E GUARDA COSTEIRA DOS ESTADOS UNIDOS TROCAM INFORMAÇÕES SOBRE SEGURANÇA PORTUÁRIA




Os participantes também abordaram o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code)

Representantes da ANTAQ e da Guarda Costeira dos Estados Unidos trocaram experiências sobre segurança portuária e na navegação durante reunião realizada nesta sexta-feira (15) na sede da Agência, em Brasília. Participaram também integrantes da Marinha do Brasil e da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos).
No encontro, os estadunidenses puderam conhecer como a ANTAQ, a Marinha do Brasil e a Conportos atuam na costa brasileira, uma ação em parceria, mas que respeita a competência de cada um. O diretor-geral da ANTAQ, Adalberto Tokarski, destacou esse trabalho em conjunto. “Se a segurança avançar, é bom para o Brasil e para os países que são nossos parceiros, como os Estados Unidos”, disse.

Durante o intercâmbio de informações, a comitiva dos EUA também conheceu as competências da Conportos, entre elas baixar norma, em nível nacional, sobre segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis; analisar programas de aperfeiçoamento das atividades de segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis; e encaminhar aos órgãos competentes avaliações periódicas sobre as necessidades relativas à segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis.
Tokarski destacou a Resolução 3.274/14, editada pela ANTAQ, que aprova a norma que dispõe sobre a fiscalização da prestação dos serviços portuários e estabelece as infrações administrativas. No artigo 3º do normativo, está que a autoridade portuária, o arrendatário, o autorizatário e o operador portuário devem observar, permanentemente, sem prejuízo de outras obrigações constantes da regulamentação aplicável e dos respectivos contratos, uma série de condições mínimas: uma delas é o cumprimento das determinações da Conportos, quanto à implantação, à manutenção e à execução dos planos de segurança.
Os participantes também abordaram o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code, na sigla em inglês). “Temos 196 terminais de uso privado autorizados pela ANTAQ. E nós exigimos que as instalações sigam o ISPS Code”, afirmou Tokarski.
Nas últimas semanas, a comitiva estadunidense visitou as instalações portuárias de Manaus e de Santos (SP). Ficou acordado que os integrantes da Guarda Costeira dos Estados Unidos vão elaborar um relatório sobre essas visitas. O material será entregue para a ANTAQ, Marinha e Conportos, além de outros órgãos intervenientes em relação à segurança nos portos e na navegação. “É fundamental esse olhar diferente. Por isso, esse intercâmbio de informações é fundamental para que possamos melhorar nossa segurança”, destacou o diretor-geral da ANTAQ.

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terça-feira, 3 de outubro de 2017

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ANTAQ INTEGRA MISSÃO SOBRE SEGURANÇA DA NAVEGAÇÃO NOS EUA




A comitiva brasileira visitou instalações da Guarda Costeira norte-americana em Washington, Norfolk e Miami, onde manteve contatos com autoridades militares e civis daquele país

O Diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, integrou a comitiva brasileira que visitou, na semana passada, instalações da Guarda Costeira dos Estados Unidos da América, em Washington D.C., Norfolk e Miami. Na ocasião também se discutiu  sobre  o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code), que foi criado pela Organização Marítima Mundial.
A comitiva, liderada pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia – Censipam, também contou com a participação do diretor daquele Centro, Rogério Soares, do COordenador do Comando de Operações Táticas – COT / Serviço de Polícia Marítima da Polícia Federal, Delegado Marcos Santos, do Adido Naval do Brasil nos Estados Unidos e Canadá, Contra-Almirante Newton Calvoso Pinto Homem, e do Diretor do Centro Integrado para Combate ao Crime Organizado com Ênfase em Narcotráfico (Ciccon), Cláudio Mendes.

Durante os cinco dias da missão, a comitiva brasileira visitou o Quartel General da Guarda Costeira americana, em Washington, a Área Atlântica da instituição, em Portsmouth/Norfolk, e o Comando do Sul, (SouthCom), em Miami, onde avistou-se com autoridades militares e civis daquele país para debater aspectos de comando e controle, operações voltadas a missões de segurança nacional – busca e salvamento, aplicação da Lei Marítima e segurança nos portos.
Na ocasião, a Marinha do Brasil, o Ministério da Defesa, a Antaq e o Serviço de Polícia Marítima da Polícia Federal do Brasil reuniram-se com lideranças da Guarda Costeira dos EUA, com o objetivo de fomentar relacionamentos profissionais através de interações e reuniões com lideranças das respectivas instituições representadas.
A visita dá início às negociações para acordos bilaterais entre a Guarda Costeira dos EUA e a Marinha do Brasil, no âmbito da aplicação da lei de segurança da navegação no Brasil, e para criação do cargo de adido da Guarda Costeira dos EUA, em Brasília. A visita também promoveu encontros pessoais e abriu o caminho para discussões voltadas à elaboração do rascunho de Memorando de Entendimento para Compartilhamento de Informações entre os dois países na área da segurança da navegação.
Para o Diretor-Geral da Antaq, a missão proporcionou uma oportunidade de tratar com as autoridades brasileiras a segurança da navegação no Brasil, especialmente nos rios da Amazônia, onde a pirataria vem crescendo em ritmo alarmante, gerando, com isso, enormes prejuízos materiais e de vidas.
Segundo Tokarski, por conta dessas pilhagens, que são cada vez mais frequentes, os fretes cobrados na região já estão encarecendo por conta de novos custos para os armadores na contratação de segurança privada, dentre outros. “Isso não pode continuar, sob pena de inviabilizarmos os produtos produzidos na região, no caso eletrônicos, e os combustíveis, tornando-os mais caros para toda a sociedade da Amazônia”, salientou o diretor-geral da Antaq, acrescentando que a maior parte dos assaltos ocorrem em áreas onde não há nenhum sistema de comunicação disponível, dificultando a ação da polícia.

Fonte: ANTAQ

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sábado, 2 de abril de 2016

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GUARDA PORTUÁRIA RECEBE GUARDA COSTEIRA AMERICANA




Guarda Portuária recebeu no Porto do Rio uma equipe da Guarda Costeira dos EUA, para tratar de do controle de acesso nas Olimpíadas.

O Porto do Rio recebeu nos dias 16, 17 e 18 de março uma equipe da Guarda Costeira Americana, representada pelo comandante Brent Bergan.
O comandante foi recebido pelo diretor de Operações da CDRJ, Guilherme Carvalho de Souza, e pelo diretor Administrativo Financeiro, Airton Amaral. Além de tratar das operações especiais que estão sendo montadas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Bergan e sua equipe, em visita ao cais, ampliaram as tratativas para as operações rotineiras de desembarque de passageiros e controle de acesso ao Porto do Rio de Janeiro.
“Agradeço a recepção das Docas do Rio de Janeiro. Este intercâmbio entre os dois países é muito importante. Impressiona o planejamento que está sendo realizado. Não só por conta dos Jogos Olímpicos, mas também o trabalho integral, diário, para garantir o controle de acesso de malas e bagagens que chegam pelo porto”, resumiu Bergan.
O comandante esteve reunido com representantes das autoridades Olímpicas, da prefeitura do Rio de Janeiro, e de diversos órgãos de apoio ao evento.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

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GUARDA COSTEIRA AMERICANA VISITA COMPLEXO PORTUÁRIO DE ITAJAÍ



SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / ISPS CODE





 
O Complexo Portuário do Itajaí recebeu na última quinta-feira (08/11) uma comitiva da Guarda Costeira Americana que veio fazer uma vistoria nos procedimentos de segurança adotados pelo Porto Público e demais terminais que compõem o complexo.
 

Fizeram parte da delegação os oficiais Eric M. Carrero, Sharmine Jones, John Hurst, Steve Barry, acompanhados do coordenador da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos/SC), Ricardo Garcia Duarte e do gerente de Segurança do Porto de Itajaí e membro da Cesportos/SC, Roberto Carlos Cunha, mais representantes dos setores de segurança da APM Terminals Itajaí, Portonave Terminais Portuários Navegantes e Teporti.
 

Os procedimentos em Itajaí envolveram visitas técnicas ao porto e terminais, além de reuniões com os responsáveis pelos setores de segurança das respectivas entidades e vistorias aos equipamentos e procedimentos de segurança utilizados no Complexo.
 

“Essa visita é muito importante para nosso Complexo Portuário, uma vez que teremos a possibilidade de trocarmos experiências e adquirirmos um pouco do know-how da Guarda Costeira dos EUA, país que implantou o ISPS Code, código de segurança que rege nossos procedimentos nesta área”, disse Antonio Ayres dos Santos Júnior, superintendente do Porto de Itajaí.
 

A comitiva da Guarda Costeira Norte Americana ao se despedir de Santa Catarina, entregou um relatório para melhoria dos procedimentos de segurança, que devem ser adotados pelo Complexo Portuário de Itajaí para a Copa e a Olimpíada.
 

A comitiva de especialistas norte-americanos já passou pelo Rio de Janeiro. Eles vão conhecer portos de todo o país. A visita faz parte das exigências norte-americanas relacionadas ao ISPS Code, código internacional para proteção de navios e instalações portuárias que foi criado depois do ataque as Torres Gêmeas, em 11 de setembro.
 

Com todo um esquema de segurança utilizando dispositivos tecnológicos, os Estados Unidos buscam medidas para tentar evitar e combater o terrorismo. No Brasil, os procedimentos seguem o mesmo padrão, mas a preocupação aqui é voltada para o tráfico de drogas, de armas e as mercadorias que são furtadas dos portos.
 

Não há registros de terrorismo, mas o país deve estar preparado para os dois grandes eventos internacionais, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Com a troca de experiências proporcionada com a visita, algumas técnicas voltadas para tentar evitar esse tipo de crime devem ser adotadas no transporte marítimo do Brasil.
 

“Cada terminal, cada país que visitamos tem os seus problemas. a gente tem que tentar resolver isso da melhor forma possível, compartilhando informações.”, afirmou John Gohnjohn, Chefe delegação dos Estados Unidos.
 
 

Fonte: Guia Marítimo /Band SC / O Sol Diário
 
 
 
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