Postagem em destaque

FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

Mostrando postagens com marcador manifestação de portuários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador manifestação de portuários. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

0

GUARDAS PORTUÁRIOS FAZEM MANIFESTAÇÃO E PEDEM A SAÍDA DA DIRETORIA DA CDP

 

Os trabalhadores aguardam do Ministro dos Portos para essa semana a exoneração sumária de toda diretoria da CDP

Guardas Portuários da Companhia Docas do Pará – CDP fizeram na manhã de hoje, 23 de janeiro, manifestações em frente ao Edifício Sede da estatal, pedindo a exoneração imediata de toda a diretoria da companhia.

A manifestação tem como eixo principal a redução do adicional noturno de 50% para 20%, a partir da folha de fevereiro deste ano.

O presidente do sindicato dos guardas portuários SINDIGUAPOR, Rodrigo Rabelo, e o vice-presidente do SINDIPORTO, guarda portuário Diego Filgueiras, alertam que é inadmissível a manutenção dessa diretoria, que não recebe os trabalhadores e age de forma arbitrária e autoritária no trato com as demandas dos empregados. Semana passada, os sindicatos da categoria tiveram negado um pedido de reunião com o presidente da CDP, Eduardo Bezerra, cuja pauta era tentar um termo aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), visando evitar essa redução.

O representante dos empregados no Conselho de Administração (CONSAD), Cileno Borges, disse que há leis específicas para o trabalho portuário, em função dos riscos que a atividade traz.

Em outras Cia. Docas foi mantido o adicional noturno a 50%, esse percentual está previsto no Regulamento de Pessoal da CDP e a Resolução CCE 09/96 que diferenciava os trabalhadores de Docas foi revogada, o que possibilita a isonomia a 50% do adicional para todos os empregados da área operacional.

Acrescentou ainda, o Conselheiro, que o período noturno do portuário está previsto na Lei 4860/65, e vai das 19 às 07hs, conforme artigo 4°, parágrafo 1, da referida lei.

Os trabalhadores aguardam do Ministro dos Portos para essa semana a exoneração sumária de toda diretoria da CDP, caso contrário, irão convocar assembleias para discutir possível paralisação das atividades até a saída da atual diretoria, cuja política de pessoal e salarial, nos últimos 4 anos, foi totalmente nociva aos trabalhadores.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.

Continue lendo ►

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

0

COM PARTICIPAÇÃO DA UGT-BA PORTUÁRIOS REALIZAM MOBILIZAÇÃO NACIONAL EM DEFESA DOS PORTOS E CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES

 A ação da central se concentrou nos portos de Candeias e de Salvador

A União Geral dos Trabalhadores no Estado da Bahia participou, na manhã da sexta-feira (28), da Mobilização Nacional em Defesa dos Portos e contra as Privatizações.

A ação da central se concentrou nos portos de Candeias e de Salvador, contribuindo e ampliando a luta em defesa dos empregos da categoria.

Marcelo Carvalho, presidente da UGT-BA não se fez presente em virtude do seu diagnóstico positivo para covid-19.

Participaram dos atos o presidente do Sindicato dos Portuários de Candeias, Valci Pinto de Santana, Luiz Santos e Elson Pessoa, respectivamente, secretário de Organização e Políticas Sindicais e secretários Executivos da UGT-BA, além da presença de Luís Paulo membro da Executiva Nacional da UGT.

Fonte: UGT


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.

Continue lendo ►
0

PORTUÁRIOS EM DEFESA DO DIREITO DE GREVE!


Decisão liminar proibiu a greve portuária e estabeleceu  a imposição de “100% de atividade”

Os portuários, categoria profissional de abrangência nacional, comemoram no dia 28 de janeiro o seu especial dia, no qual se reúnem tanto para rememorar o histórico de lutas deste segmento de trabalhadores, como também as dificuldades enfrentadas no presente, sobretudo neste quadro de perda de direitos históricos, privatização, terceirização desenfreada, debilitação das atividades de segurança portuária a cargo da Guarda Portuária, aviltamento do trabalho dos avulsos estivadores, conferentes, capatazia, vigias, consertadores e demais trabalhadores portuários, enfim um constante retrocesso nos direitos destes profissionais.

Pois bem, foi dentre deste contexto de comemoração pelo seu dia, ao lado da afirmação de suas pautas reivindicatórias, que foram realizados atos públicos e paralisações em todos os portos brasileiros, contra a privatização, em defesa da Autoridade Portuária Pública e da soberania nacional, sobretudo tendo em vista que o governo federal anuncia a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA), como primeiro passo para entrega de outros portos à iniciativa privada, como o Porto do Rio de Janeiro, cujo grau de arrendamento para operadoras privadas, por si só, já vem, de longa data, desde o fim do monopólio estatal da atividade portuária,  reduzindo o espaço público, em prejuízo da soberania nacional neste estratégico setor.

Direito de Greve ferido

Mas, como se não bastassem os problemas trabalhistas já enfrentados pela categoria, causou enorme indignação o fato do Sindicato dos Portuários do Estado do Rio de Janeiro, ao lado dos demais sindicatos que integram a Intersindical Portuária no estado,  ter  sido  intimado, nas primeiras horas do amanhecer, por diversas ordens judiciais, sejam de interditos possessórios em relação a paralisação, seja – em um caso especifico – por uma decisão liminar que, na pratica, proibiu a greve portuária, ao estabelecer  a imposição de “100% de atividade”, o que, convenhamos, significa  a negação do próprio direito de greve.

Tratou-se de decisão liminar da 70º Vara do Trabalho da Justiça do Trabalho do Rio de janeiro (que já está sendo objeto de recurso jurídico), mas que, para além das medidas cabíveis que estão sendo tomadas por todos os sindicatos atingidos, cabe protestar e repudiar que, em pleno século XXI, no qual é incontestável a legitimidade do direito de greve, que alguns juízes brasileiros decidam desta maneira, contrariando este direito constitucional dos trabalhadores, previsto no art. 9 de nossa Constituição e reproduzido e consagrado pela maioria absoluta das Constituições vigentes no mundo inteiro, além de Tratados e Convenções da OIT. E acrescente-se ainda que sequer é da competência da Primeira Instância (varas do trabalho) julgar greves, mas do TRT e TST !

Os portuários do Rio de Janeiro, além da referida motivação pela comemoração de seu dia, estavam reivindicando direitos tipicamente trabalhistas, deliberados em assembleias devidamente convocadas, na forma de seus estatutos, de modo que a determinação de “100% de retorno ao trabalho”, além de ferir o direito de greve, atenta contra o próprio regime democrático, pois  não é possível  cogitar de um verdadeiro  Estado de Direito onde os trabalhadores não tenham liberdade de paralisar suas atividades em defesa de suas reivindicações. Nada absolutamente pessoal em nossa crítica, mas é necessário dizer que decisões como estas fazem lembrar o período da ditadura militar de 64, de triste memória, onde a greve era criminalizada por atos institucionais dos generais que se apoderaram do poder.

Não queremos a ditadura de volta!  E nem um judiciário que não respeite o direito de greve dos trabalhadores, como hoje ocorreu, infelizmente, no Dia Nacional dos Portuários.

Sérgio Giannetto – Presidente do Sindicato dos Portuários do Estado do Rio de Janeiro

Aderson Bussinger Carvalho – Advogado do Sindicato dos Portuários do Estado do Rio de Janeiro

Fonte: Esquerda Online


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►
0

PORTUÁRIOS DO RIO DE JANEIRO REALIZAM ATOS CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS

 

Em vários municípios do estado do Rio de Janeiro, o Dia do Portuário foi comemorado com atos em defesa da soberania nacional e contra a privatização

Uma mobilização em defesa da soberania nacional. Esse foi a maneira que trabalhadores e trabalhadoras encontraram de celebrar o Dia Nacional do Portuário, nesta sexta-feira (28), em portos de diferentes estados brasileiros.

No Rio de Janeiro, a concentração da categoria começou logo cedo, às 7 da manhã desta sexta-feira (28), nos portos dos municípios do Rio, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis. A manifestação prosseguirá até as 19h desta noite.

Desde o amanhecer, a categoria marcou presença com protestos nos portos do estado do Rio de Janeiro. O ato realizado pelo Sindicato dos Portuários, como parte da mobilização nacional, marcou a posição contra a privatização, pela manutenção da Autoridade Portuária Pública e em defesa da soberania nacional. O protesto não impediu a entrada de funcionários e garantiu o acesso ao porto.

Faixas, cartazes, bandeiras e carro de som mostraram a luta da categoria na defesa da manutenção da guarda portuária e contra as mudanças na legislação que prejudicam os trabalhadores e trabalhadoras.

Para Sérgio Giannetto, presidente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro, os atos comprovam a resistência da classe frente aos desmontes do atual governo.

“Infelizmente, a ação do governo federal, que anunciou a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo como primeiro passo para entrega de outros portos à iniciativa privada, mostra o momento crítico que vivemos”, analisa o dirigente.

“Hoje, realizamos nosso ato e apesar de não haver impedimento para a entrada no porto, recebemos muito apoio da categoria. Parabenizo nossos companheiros e companheiras que entendem a gravidade da situação atual e que, mesmo no Dia dos Portuários, não fogem da luta. Vamos batalhar para que tenhamos dias melhores no nosso país. E isso depende de cada um de nós”, conclui Giannetto.

Fonte: CUT


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►
0

BRAÇOS CRUZADOS NOS PORTOS CAPIXABAS NO DIA DOS PORTUÁRIOS

Trabalhadores realizam manifestações em defesa da autoridade portuária pública na Codesa nesta sexta-feira

Os trabalhadores dos portos do Espírito Santo cruzam os braços e realizam uma série de manifestações na sexta-feira (28), de 7h às 19h, em alusão ao Dia dos Portuários. Na programação, atos na entrada do porto da Ilha do Príncipe, em Vitória, em Capuaba, Vila Velha, e no Portocel, em Aracruz.

O ponto central dos protestos é a defesa da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) como autoridade portuária pública. A privatização da Codesa, como vem sendo conduzida pelo governo federal, sem qualquer resistência do governo estadual, é apontada como danosa não somente para os trabalhadores, mas também para a economia capixaba como um todo.

Em nota pública, o Sindicato Unificado da Orla Portuária (Suport-ES), integrante do Fórum Permanente Portuário (FPP), elencou as quatro principais pautas reivindicadas pela categoria, incluindo os trabalhadores da Codesa e de outros terminais, além dos avulsos, e demais sindicatos da orla portuária.

O primeiro ponto focal é a afirmação da "Autoridade Portuária (Codesa) sempre representada por um ente público da União ou de delegatário (estado ou município)". Decorrente desse, o segundo ponto afirma que deve ser evitada "a entrega (concessão) de bem público (os portos) sem o necessário respaldo constitucional e legal". Em terceiro, a "preocupação com a perda imediata do emprego de servidores das administrações portuárias (inclusive da Guarda Portuária)". E em quarto, "evitar a possível extinção, a curto ou médio prazo, do trabalho avulso e até eliminação do uso de trabalhadores portuários avulsos (TPAs) inscritos no Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) em qualquer modalidade de contratação".

O movimento reivindicatório, sublinha o Suport-ES, "é pacífico e é aberto à sociedade, uma vez que se trata de um patrimônio público, que é de todos".

O Sindicato relata que empregados concursados estão sendo demitidos e os que ainda estão na empresa precisam de mais garantias sobre seu futuro. Um ano de estabilidade, como foi proposto aos trabalhadores, acentua a entidade, "é muito pouco para que esses profissionais, extremamente especializados, possam reprogramar suas vidas".

O temor pela perda de emprego também atinge os trabalhadores portuários avulsos (TPAs). "O porto privatizado vai visar o lucro, aumentando tarifas e levando as cargas a migrarem para outros portos, o que vai reduzir a oportunidade de contratação desses trabalhadores e a arrecadação de impostos municipais e estaduais", explica.

Para a entidade, "é preciso maior reflexão sobre as alternativas e as consequências do modelo proposto, que inevitavelmente restringirá a atuação dos operadores portuários e aumentará os custos portuários, com reflexo em toda a cadeia de importação e exportação do Espírito Santo".

O presidente do Suport-ES, Marildo Capanema, prevê que "haverá um esvaziamento econômico do setor de serviços portuários nos próximos 35 anos, comprometendo severamente o desenvolvimento socioeconômico regional e, consequentemente, a contratação de mão de obra especializada e reconhecida por lei como a única capacitada para executar as atividades dentro do porto público". Para o líder sindical, "somente o maior debate e aprofundamento do papel do porto público permitirá o efetivo alcance de mais investimentos, empregos e desenvolvimento da economia do Espírito Santo e do Brasil".

Fonte: SéculoDiário


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Continue lendo ►

terça-feira, 5 de setembro de 2017

0

PORTUÁRIOS “ABRAÇAM” O PORTO DE VITÓRIA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DA CODESA




Os trabalhadores “abraçaram” simbolicamente o porto, gritando palavras de ordem para protestar contra a desestatização

Os portuários, unidos à classe trabalhadora, realizaram na manhã desta terça-feira, dia 5, um ato solidário de união em defesa do patrimônio público. Os trabalhadores “abraçaram” simbolicamente o porto, gritando palavras de ordem para protestar contra a desestatização. Os trabalhadores ainda interditaram uma faixa da Avenida Getúlio Vargas sentido Palácio Anchieta com um carro de som.
O protesto, que teve início às 7h, com concentração em frente ao prédio 4 da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), terminou por volta das 9h.  Ao todo, 14 sindicatos participaram do protesto, além de federações e centrais.
Em um carro de som, os trabalhadores fizeram um alerta para as consequências da privatização da maior empresa pública do Estado, que vai trazer impactos negativos para a economia capixaba.
Abraço



De mãos dadas, os trabalhadores fizeram um "Abraço ao Porto" contra a privatização da Codesa. Foi formada uma corrente humana em torno do porto, mostrando à sociedade a necessidade de união das categorias para defender o patrimônio público.



Esse é o segundo "Abraço ao Porto" realizado em torno da empresa. Em 1990, o Movimento Nacional em Defesa dos Portos (MNDP) foi uma grande mobilização, quando o então presidente Collor propôs uma nova legislação portuária que modificou as questões institucionais, bem como toda a relação capital e trabalho.
O MNDP foi criado em Vitória, como parte de um processo de unificação de estratégia sindical, que teve papel estratégico e foi marcado por um grande "abraço ao porto público".



FNP
Eduardo Guterra, presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), criticou o modelo de privatização proposto. “Não podemos perder o controle em cima dos nossos portos. Com a privatização, estaremos implantando um modelo portuário que trará monopólios e cartéis, fazendo com que cargas deixem de operar pelo nosso porto. Além disso, não podemos aceitar que trabalhadores concursados sejam demitidos”, disse.



Suport
O presidente do Suport-ES, Ernani Pereira Pinto, fez críticas ao governo Temer. "Dizemos não ao entreguismo do patrimônio público. Querem nos privatizar e não vamos aceitar. Esse governo não fala a linguagem da classe trabalhadora. Os portos são essenciais para manter a economia e os empregos que são gerados", destacou Ernani. Essa privatização vai abranger todos os envolvidos na logística portuária, trabalhadores vinculados ou não a Codesa e outros na área administrativa. Creio que isso vá trazer um prejuízo ao porto e a sociedade capixaba”.
Participantes



Participaram da manifestação, o Suport-ES, os Sindicatos dos Estivadores, dos Arrumadores, dos Vigias, dos Amarradores e dos Conferentes, da Guarda Portuária do Espírito Santo (Sindguapor-ES), dos Trabalhadores em Transporte Aquaviário (Aquasind), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) , a Central dos Trabalhadores Brasileiros (CTB), a Federação Nacional dos Portuários (FNP), a Federação Nacional dos Estivadores (FNE), a Federação dos Conferentes e Arrumadores, a Associação dos Operadores Portuários (Aopes) , além de trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas da Codesa, portuários avulsos, vinculados de terminais e trabalhadores em geral.
A Polícia Militar acompanhou todo o protesto. Apesar de os trabalhadores terem ocupado uma faixa da pista e causado lentidão no trânsito, o tráfego de veículos continuou fluindo normalmente.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                                                                                                                         
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.                                                                                                                                                            
                                                                COMENTÁRIOS
                             
Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.
Continue lendo ►

terça-feira, 11 de abril de 2017

0

PORTUÁRIOS SE MOBILIZAM CONTRA APARELHAMENTO NA CDRJ




Os trabalhadores recriminaram o sucateamento dos portos e da Companhia Docas e o crescente aparelhamento político da empresa

Depois de se concentrarem na sede da Companhia Docas do Rio de Janeiro e proferir algumas palavras de ordem, os portuários saíram em caminhada rumo ao prédio da Superintendência do Porto do Rio de Janeiro (SUPRIO), localizado na Av. Rodrigues Alves, 20 – onde hoje funciona um trecho do Boulevard Olímpico.
A caminhada, organizada pelo Sindicato dos Portuários do Rio, foi uma tentativa de fazer contato com os membros da Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, que na manhã de ontem visitaram as instalações do Porto do Rio juntamente com a Diretoria Executiva da empresa.
Após inúmeras tentativas de dialogar com os parlamentares e membros da Comissão, sem sucesso, os portuários seguiram em marcha até o Armazém 2, com muito barulho e indignação. Quem passava, ouviu claramente as reivindicações portuárias, com direito a queima de fogos.
Insatisfeitos com as últimas ações capitaneadas por alguns parlamentares dentro da Companhia, os portuários questionaram o teor do encontro e reivindicaram a maior participação dos trabalhadores nas decisões que dizem respeito ao porto. Também criticaram as intenções do prefeito Marcelo Crivella, que já manifestou interesse na municipalização do porto carioca.
Os trabalhadores ainda recriminaram o sucateamento dos portos e da Companhia Docas e o crescente aparelhamento político da empresa, dois problemas graves e antigos que a categoria portuária enfrenta há décadas.
O presidente do Sindicato, Sérgio Magalhães Giannetto, foi categórico em relação aos últimos acontecimentos: “Centenas de trabalhadores correm o risco de ficarem desempregados. A municipalização e a distribuição de cargos segundo critérios político-partidários só prejudica a empresa. Não admitiremos esse tipo de ação! Vamos lutar como sempre lutamos em defesa da democracia, da nossa empresa e dos nossos portos!”, disse.
“Deixamos aqui nossa reverência à companheira Lia Mara que fez questão de marcar presença em nosso ato, mesmo em fase de recuperação de uma cirurgia. Muito obrigada e parabéns pela força, companheira”, disse Gianetto.

Nas próximas semanas, mais precisamente nos dias 17 e 27 de abril, os portuários se reunirão em Assembleia para deliberar quais serão as ações da categoria para a Greve Geral do Dia 28 de Abril, respeitando a convocação das centrais sindicais. “Estaremos nas ruas contra os retrocessos e toda e qualquer proposta que visa a retirada de direitos da classe trabalhadora. Juntos somos fortes!”, falou Gianetto.


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
                                                                                                                                                                                          
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
                                                                                                                                                            
COMENTÁRIOS

Os comentários publicados não representam a opinião do Portal Segurança Portuária Em Foco. A responsabilidade é do autor da mensagem. Não serão aceitos comentários anônimos.

Continue lendo ►

LEGISLAÇÕES