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segunda-feira, 13 de abril de 2026

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ATP LANÇA GUIA DE MELHORES PRÁTICAS DE SEGURANÇA PORTUÁRIA E ADUANEIRA


No estudo não há nenhuma menção ao papel da Guarda Portuária (GPort), vinculada as administrações portuárias nos portos públicos

A Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) lançou, no dia 07 de abril, em Brasília, o “Guia de Melhores Práticas de Segurança Portuária e Aduaneira”, uma referência estratégica para elevar os padrões de segurança, eficiência e confiabilidade no setor.

O estudo foi desenvolvido em parceria com a UFMA - Universidade Federal do Maranhão, por meio do Grupo de Pesquisa LabPortos, do Departamento de Ciências Contábeis e Administração da Universidade, especializado em gestão portuária, logística portuária, transporte marítimo e competitividade e estratégia do setor portuário.

O Guia contou com a coordenação do Prof. Sérgio Cutrim e da equipe técnica da ATP - Associação de Terminais Portuários Privados, Bárbara Cavalcanti Rosa, Rafaela Brandão Rocha, e Joelma Miranda, além da colaboração dos especialistas: Antonio Russo Filho, Benjamim Vieira Paiva, Carlos Albuquerque, Elessandra Lira e Luciana Fuschini Nave.

Ele foi produzido pela Coalizão Empresarial Portuária, formada pelas seguintes instituições: ATP, Associação Brasileira de Terminais de Contêineres (ABRATEC), Associação Brasileira de Terminais de Líquidos (ABTL), Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA) e Federação Nacional das Operações Portuárias (FENOP) e com o apoio institucional da Confederação Nacional do Transporte - CNT.

As fraquezas e ameaças foram sistematizadas em sete categorias temáticas, consideradas representativas das ocorrências mais sensíveis no setor: Terrorismo e sabotagem, Passageiros clandestinos, Roubo; Furto de Carga e Extorsão, Tráfico; Descaminho e Contrabando, Espionagem Industrial, Treinamento inadequado e Ciberataque.

Para enfrentar esses desafios, o guia propõe a adoção de tecnologias avançadas, como drones, radares, câmeras térmicas, reconhecimento facial e detectores de metais, além de reforçar a importância de treinamentos contínuos e simulações operacionais.

Guarda Portuária

O estudo cita que não há como se falar em segurança, sem envolvermos a colaboração entre entidades públicas (como autoridades portuárias, forças de segurança, agências reguladoras, forças armadas) e entidades privadas (operadores portuários, empresas de transporte, entre outras).

Destaca também que a evolução da segurança portuária no Brasil depende diretamente da cooperação entre instituições como Polícia Federal, Receita Federal, administrações portuárias e organismos internacionais. Entre as recomendações, estão a criação de forças-tarefa, operações conjuntas, redes coordenadas de informação e modelos híbridos de policiamento.

No entanto, no estudo não há nenhuma menção ao papel da Guarda Portuária (GPort), vinculada as administrações portuárias nos portos públicos.

É publico e notório que a Polícia Federal não tem efetivo para o policiamento dos portos, e que, principalmente no Porto de Santos, a GPort é acionada pelos terminais privados para o pronto atendimento.

Mesmo assim, ela não é citada no capítulo que apresenta "As atribuições dos diferentes órgãos e entidades envolvidos na segurança portuária e aduaneira, detalhando responsabilidades, competências e formas de atuação que estruturam o sistema de proteção das instalações portuárias. Também não há nenhuma referência no capítulo “Principais Atores na Segurança Portuária e Aduaneira”.

Acesse o “Guia de melhores práticas de segurança portuária e aduaneira”, clicando aqui


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