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quarta-feira, 6 de março de 2013

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GUARDA PORTUÁRIA PARTICIPA DA 7ª MARCHA DAS CENTRAIS SINDICAIS E MOVIMENTOS SOCIAIS





Medida Provisória dos Portos não pode prejudicar os trabalhadores, disse o presidente da Central Única dos Trabalhadores CUT, Vagner Freitas, na 7ª Marcha das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais durante a manhã desta quarta-feira (6), em Brasília. Na ocasião, mais de 50 mil trabalhadores tomaram o Eixo Monumental e a Esplanada dos Ministérios com direção ao Congresso Nacional onde fizeram ato público pelo desenvolvimento e valorização do trabalho.

É preciso discutir as condições de trabalho e melhores salários para os portuários, além da garantia de emprego dentro da nova regulamentação para o porto público”, disse Freitas.

Durante a Marcha, portuários se manifestaram contra reflexos da Medida Provisória 595/12 para a categoria. “Lutamos pelo fortalecimento da autoridade portuária pública, defendemos o porto público e o desenvolvimento do setor portuário com justiça social”, declarou o presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Eduardo Guterra.

A Marcha das Centrais iniciou no Estádio Nacional Mané Garrincha, durou mais de três horas até a chegada no Congresso Nacional e reuniu trabalhadores de todos os setores da economia brasileira. As reivindicações são a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução salarial, o fim do fator previdenciário, a aplicação de 10% do PIB para educação, reforma agrária e política de valorização dos aposentados.

A grande manifestação foi terminada com uma homenagem ao ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, que morreu ontem (5) à tarde. Chávez foi saudado pelos manifestantes como “maior defensor das causas trabalhistas”. Os presidentes das centrais sindicais devem se reunir com a presidenta, Dilma Rousseff, no final do dia de hoje.

Portuários anunciam paralisação no próximo dia 19


A Medida Provisória 595/2012, a chamada MP dos Portos, que está em tramitação no Congresso foi um dos temas da conversa dos sindicalistas com o presidente do Senado, Renan Calheiros, no início da tarde desta quarta-feira (6).

Os sindicalistas anunciaram após o encontro com o presidente que farão uma paralisação no próximo dia 19 por considerarem que as negociações com o governo estão muito lentas.

– Estamos em um processo de negociação com o governo e com o Congresso Nacional sobre a MP dos Portos, mas ontem os portuários fizeram uma plenária e decidiram fazer uma greve de 24 horas no próximo dia 19. Então, no dia 19 os portos ficarão paralisados por 24 horas, um pouco para forçar a negociação. Essa negociação está muito devagar.

Em audiência pública realizada nesta terça-feira (5) no Senado, os sindicalistas já haviam manifestado descontentamento com a MP. Os trabalhadores apontaram riscos de privatização, redução dos postos de trabalho, achatamento salarial e perda de direitos e cobram mudanças no texto.

Um comentário:

  1. A GUARDA PORTUÁRIA TEM QUE PARAR!

    AQUI NO PARÁ MESMO SE O SINDGUAPOR NÃO QUISER ENTRAR NO MOVIMENTO, O SINDIPORTO VAI REPRESENTAR OS GUARDAS DA CDP.

    FORA JONAS MELO, PRESIDENTE DO SINDGUAPOR.

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