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domingo, 1 de junho de 2014

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CODESP LIBERA DOIS TERRENOS PARA CAMINHONEIROS


Reprodução TV Tribuna

Caminhoneiros autônomos do Porto de Santos terão duas opções para o estacionamento de veículos na Cidade. Uma delas será na Alemoa e a outra, na Ponta da Praia. A decisão da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), anunciada ontem, é vista como uma vitória pela categoria, que chegou a cogitar a realização de protestos nas ruas de Santos por conta da falta de vagas onde parar seus veículos.
A queixa pela falta de estacionamentos para caminhões no Município é rotina há décadas. O problema se agravou quando as vagas da Praça da Fome, no Valongo, foram destinadas aos ônibus que levarão turistas ao Museu Pelé, com inauguração prevista para as próximas semanas.
Diante disto, na última segunda-feira, cerca de 50 caminhoneiros invadiram um terreno da Codesp que estava desocupado, no Macuco. A área fica na Avenida Siqueira Campos (Canal 4), nas proximidades da Avenida Almirante Tamandaré. O plano foi chamar a atenção da Autoridade Portuária para o problema e forçar a oferta de novas vagas para estacionamento.
Entre as reivindicações, estavam a liberação da antiga área da empresa de transportes Lloydbratti, na Ponta da Praia, e do terreno da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), na Alemoa. Ambas foram liberadas pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU) à Docas em abril do ano passado, justamente para se tornarem pátios de veículos de carga.
A Codesp cogitou pedir, na Justiça, a reintegração de posse do terreno do Macuco, mas desistiu. O diretor-presidente da estatal, Angelino Caputo, recebeu ontem grupos de caminhoneiros para discutir o assunto. Os encontros foram intermediados e acompanhados pelo vereador Evaldo Stanislau (PT), de Santos.
Propostas                                                                                                           
Como conclusão dessas reuniões, Caputo prometeu desocupar uma parte do terreno da Alemoa, onde estão carcaças de caminhões que foram guinchados pela Codesp. A previsão é que este serviço seja feito na próxima semana, assim que os caminhoneiros deixarem a área do Macuco, porque as peças serão transferidas para o local que está hoje ocupado.
E no final da tarde de ontem, a Codesp delimitou e disponibilizou espaço na área da antiga Lloydbratti, para que os caminhoneiros deixem as instalações da Av. Siqueira Campos.
Esse terreno da Ponta da Praia já era ocupado por caminhoneiros e pelos veículos que seguem em direção às instalações da Libra Terminais.
Mas a Autoridade Portuária destacou que as duas medidas são provisórias. Isto porque a estatal quer implantar um pátio de veículos oficial no terreno da Alemoa. A Docas já verifica com o Ibama a necessidade de licenciamento ambiental para a utilização completa dessa área. Lá, segundo os caminhoneiros, podem ser implantadas 300 vagas rotativas.
A gleba que era da Lloydbratti será, no futuro, utilizada como uma alça viária para o acesso às instalações da Libra Terminais.
“Enquanto tiver negociação, nós garantimos que não terá movimento. Já que o presidente da Codesp se comprometeu a resolver o nosso lado, nós vamos ajudar e temos que agradecê-lo. Somos mais de 3 mil caminhoneiros no vira e qualquer possibilidade de estacionamento será muito boa”, afirmou Thales Cambuí, um dos caminhoneiros recebidos por Caputo.


Fonte: Jornal A Tribuna






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