Combate ao crime organizado exige
inteligência, tecnologia e estrutura — valorizando quem exerce,
constitucionalmente, o controle aduaneiro
O endurecimento da
fiscalização no Porto de Santos (SP), o maior terminal da América Latina,
empurrou para outros terminais marítimos do país os operadores do tráfico
internacional de drogas. Investigações federais analisadas pela imprensa
mostram que facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando
Vermelho (CV) migraram suas rotas para portos do Sul e do Norte, entre eles
Paranaguá (PR), Itajaí, Navegantes, Itapoá, Imbituba e São Francisco do Sul
(SC), além de Santana (AP), na fronteira com a Guiana Francesa. O movimento
escancara um problema estrutural: sem uma política pública que fortaleça a
Receita Federal — órgão com precedência constitucional nas ações de fiscalização,
vigilância e repressão aduaneira — o país seguirá vulnerável ao crime
organizado em suas fronteiras, nos portos e nos aeroportos.
Um crime que se adapta, desloca e se reorganiza
O cenário que hoje
se desenha nos terminais do Sul e do Norte não é um acaso, mas o resultado de
um crime que se adapta com rapidez às condições do território. Em 2023, o Porto
de Paranaguá esteve no centro de uma tentativa frustrada do Primeiro Grupo
Catarinense (PGC), de Santa Catarina, de enviar ao menos cem quilos de cocaína
ao exterior. A droga foi apreendida, mas há suspeitas de que outras remessas
tenham passado ilesas. O caso, que também alcança os portos catarinenses,
revela a "vultosa capacidade financeira e aparato operacional
robusto" das organizações criminosas, que mantêm cadeias logísticas
complexas e constantemente alteradas para driblar a fiscalização aduaneira.
Não há um trajeto
específico pelo qual os criminosos passaram a ter preferência — e é exatamente
essa capilaridade que surpreende as autoridades em terminais outrora mais
calmos. O tráfico não escolhe apenas o porto, escolhe o ponto mais frágil da
cadeia. Quando um elo é reforçado, os esquemas migram. Foi o que ocorreu com
Santos: o maior porto da América Latina, com seus controles cada vez mais apurados,
deixou de ser a rota preferencial para se tornar um ponto de passagem mais
arriscado. A mensagem extraída de um celular apreendido no curso de uma
investigação resume a lógica do crime: "em Santos está ruim de
trabalhar".
Um esquema bilionário com conexões internacionais
O caso que expôs
essa migração entrou na mira das autoridades em 2021, com a prisão dos
italianos Vincenzo Pasquino e Rocco Morabito, apontados como a ponte entre a
máfia 'Ndrangheta e o PCC. Extraditados para a Itália, eles integravam um
esquema que movimenta bilhões de reais e envolve uma complexa cadeia criada e
constantemente alterada para burlar os sistemas de controle do comércio
internacional — com apoio, inclusive, de máfias europeias, uma italiana e outra
albanesa.
Os números dimensionam
a gravidade. Segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) divulgada
em março de 2026, cerca de 40% da cocaína apreendida no Brasil — o equivalente
a 155 toneladas — foi encontrada em áreas portuárias. O país consolidou-se, na
avaliação de autoridades e especialistas, como uma das principais plataformas
de exportação de cocaína para a Europa. Reportagem do jornal francês Le Figaro
aponta que redes criminosas, incluindo grupos nigerianos articulados com
facções brasileiras, podem movimentar cerca de 20 toneladas de cocaína por ano
a partir do Brasil com destino ao mercado francês, aproveitando o intenso fluxo
comercial entre portos brasileiros, africanos e europeus. Para dificultar a
interceptação, os traficantes passaram a usar barcos de pesca, veleiros e
semissubmersíveis, além dos contêineres.
Na terça-feira (18),
por exemplo, 702 quilos de cocaína foram apreendidos em uma carga de café que
sairia do porto de Santos com destino à Europa. O dado é a prova viva de que as
drogas continuam fluindo: o que muda não é a existência do tráfico, mas a
geografia por onde ele escoa.
A expansão para o Nordeste e o Norte
A migração não se
limita ao Sul. A Operação Conexão Paraíba, deflagrada em 2024, investigou um
esquema de tráfico internacional por portos do Nordeste — Suape (PE), Pecém
(CE), Cabedelo (PB), além de Fortaleza, Salvador e Natal — que teria
movimentado cerca de R$ 4 bilhões em seis anos, mantendo as operações mesmo
após a prisão dos dois italianos. No Amapá, a apreensão de 155 quilos de
cocaína no Porto de Santana chamou a atenção das autoridades por ser, até
então, caso inédito na região em dois anos de atuação.
No Rio de Janeiro, o
Comando Vermelho disputa o controle de corredores que dão acesso aos Portos do
Rio e de Itaguaí e à Baía de Guanabara, com o objetivo declarado de ampliar o
tráfico internacional de drogas para a Europa e a África. O projeto de expansão
da facção, segundo autoridades, vai muito além do domínio territorial: é o
controle das rotas e das plataformas de exportação.
A atuação permanente da Receita Federal no combate ao narcotráfico
Diante desse
cenário, a Receita Federal mantém atuação firme e permanente no enfrentamento
ao narcotráfico, que se vale cada vez mais de meios alternativos de ocultação
das drogas em produtos variados. Os resultados são expressivos e demonstram a
importância estratégica do órgão no controle aduaneiro.
Em 2025, a Receita
Federal registrou um conjunto expressivo de apreensões que ilustra a
capilaridade e a eficiência do controle aduaneiro brasileiro. Em maio de 2025,
localizou e bloqueou o envio de 156 quilos de cocaína escondidos em madeira no
Porto de Paranaguá, com destino à Austrália. Em junho de 2025, apreendeu 1,5
tonelada de cocaína oculta em uma carga de papel no Porto de Santos. Em novembro
de 2025, interceptou 300 garrafas de refrigerante contendo cocaína líquida,
destinadas à exportação para a Eslovênia, no complexo portuário de Itajaí e
Navegantes. Em dezembro de 2025, realizou no Aeroporto Internacional de Belo
Horizonte (Confins) a maior apreensão de cocaína já registrada em aeroportos
brasileiros, com cerca de 1,2 tonelada de cocaína pura escondida dentro de
móveis. Somente nos portos de Santa Catarina, as apreensões de cocaína em 2025
superaram 2,3 toneladas. Esse conjunto de resultados confirma que, mesmo diante
de um efetivo reduzido, a Aduana brasileira segue na linha de frente do
enfrentamento ao narcotráfico.
Os casos revelam a
sofisticação crescente do crime. Os criminosos buscam constantemente novas
formas de ocultação para dificultar o trabalho das autoridades — como a cocaína
negra, mistura clandestina da droga com carvão ativado e outros agentes
químicos que é indetectável por cães farejadores e resistente a testes rápidos,
e a cocaína líquida, forma diluída do entorpecente em solventes ou água. Para
enfrentar essa realidade, a Receita Federal emprega métodos complementares de
identificação e seleciona cargas suspeitas por meio de gestão de risco, a
partir de situações de aparente ilegalidade que trazem elementos caracterizadores.
A atuação também se
dá em cooperação internacional. A Operação Timber Shield é iniciativa histórica
e de sucesso no compartilhamento de inteligência entre a aduana brasileira e
parceiros internacionais, com retenção cautelar de cargas com base em
informações compartilhadas entre agências dos Estados Unidos, da Bolívia e do
Chile. Em 2024, os servidores da Receita Federal apreenderam 69,7 toneladas de
drogas e realizaram mais de 18 mil operações de repressão ao contrabando, com
apreensões que superaram R$ 3,76 bilhões em mercadorias ilegais.
A competência constitucional da Receita Federal no controle aduaneiro
A atuação da Receita
Federal no combate ao narcotráfico não é uma escolha discricionária — é uma
competência constitucional. Nos termos do artigo 237 da Constituição Federal,
compete ao Ministério da Fazenda, por meio da Receita Federal, a fiscalização e
o controle sobre o comércio exterior, essenciais à defesa dos interesses
fazendários nacionais. É da Receita Federal a competência exclusiva para
alfandegar recintos, portos, aeroportos e pontos de fronteira, assim como
jurisdicionar todo o território nacional no que se refere à fiscalização dos
fluxos comerciais internacionais, incluindo o combate ao contrabando e ao
descaminho.
O artigo 37, inciso
XVIII, da Constituição Federal garante à administração fazendária a precedência
sobre os demais setores administrativos em sua área de atuação. O Regulamento
Aduaneiro (Decreto nº 6.759/2009) reitera essa competência em seu artigo 17,
estendendo-a a portos, aeroportos, pontos de fronteira e recintos alfandegados.
O Decreto nº 11.195/2022 confirma, em seu artigo 16, que a supervisão do
controle de acesso nos recintos alfandegados dos aeroportos cabe à Receita
Federal. E o Supremo Tribunal Federal, em acórdão de 2010 (MI 598/PR, Rel. Min.
Cármen Lúcia), definiu que a atividade dos servidores fiscais "não poderá
ser obstaculizada, nem serem criados artifícios ou embaraços ao pleno exercício
de suas atividades fiscais".
É importante
esclarecer: identificar e impedir o tráfico internacional de drogas faz parte
da missão aduaneira e não configura usurpação de atribuição policial. A Receita
Federal não exerce polícia judiciária nem substitui a Polícia Federal na
condução de inquéritos, mas realiza fiscalização, vigilância, análise de risco,
inspeções, retenções e apreensões administrativas — instrumentos ordinários
adotados por todas as aduanas do mundo. Ao seguir o rastro do dinheiro, o órgão
cumpre um papel insubstituível: a Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto
de 2025, desvendou um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, sonegação
fiscal e adulteração de combustíveis, no qual o PCC utilizava fintechs como
"bancos paralelos" para movimentar bilhões de reais sem rastreamento
— uma única dessas instituições chegou a movimentar R$ 46 bilhões entre 2020 e
2024. Em maio de 2026, a Operação Fluxo Oculto identificou mais seis fintechs
que juntas movimentaram R$ 26 bilhões adicionais.
As propostas do Sindireceita: inteligência, tecnologia e servidores
É nesse sentido que
os Analistas-Tributários da Receita Federal — que atuam na linha de frente do
controle aduaneiro em nossas fronteiras, em portos, aeroportos e postos de
fronteira terrestre — defendem um conjunto de medidas concretas para assegurar
maior efetividade nas ações de controle de pessoas, mercadorias e veículos que
entram e saem do país:
Adoção de
tecnologias de vigilância e monitoramento a distância nos principais pontos de
fronteira terrestre. A utilização desses sistemas já é realidade em diversas
Aduanas do mundo e, no caso brasileiro, não há como pensar no controle de mais
de 16,8 mil quilômetros de fronteira sem a sua utilização — administrados pela
própria Receita Federal.
Investimento
permanente na capacidade de análise de risco. O emprego de técnicas e
instrumentos que permitem determinar e quantificar o nível de risco
representado por cada operação é a espinha dorsal do controle aduaneiro
moderno. É ela que permite à Aduana concentrar esforços onde o risco é maior, sem
travar o comércio legítimo.
Recomposição do
quadro de servidores da Carreira Tributária e Aduaneira. Tecnologia e
inteligência dependem de gente. O transporte das grandes remessas de drogas,
armas e munições envolve elevado nível de sofisticação — cadeias logísticas
complexas, sistemas eletrônicos de transferência de renda, ocultação de
patrimônio e evasão de divisas. Enfrentar organizações criminosas com conexões
internacionais exige, da mesma maneira, capacidade dos órgãos de controle para
atuar de forma integrada, com servidores em número suficiente.
Política pública
eficiente que promova a permanência de servidores em pontos estratégicos de
controle de fronteira, com a atualização da Indenização de Fronteira (IF).
Muitas dessas localidades são isoladas e inóspitas, o que dificulta a fixação e
a permanência dos servidores. O valor atualmente pago como Indenização de
Fronteira está defasado e não compensa as dificuldades de atuar nessas regiões.
É preciso assegurar condições adequadas de trabalho, infraestrutura e estímulos
que garantam a presença fiscal contínua nesses pontos, evitando a rotatividade
que fragiliza o controle aduaneiro.
Tratamento isonômico
entre a Receita Federal e os órgãos de Segurança Pública. Os servidores da
Receita Federal que atuam em atividades de combate ao contrabando e ao
descaminho — muitas vezes em condições tão ou mais adversas que as enfrentadas
pelas forças de segurança — precisam receber tratamento equivalente ao
concedido aos órgãos de Segurança Pública, reconhecendo a natureza de risco e a
relevância estratégica de sua atuação.
A auditoria do TCU confirma o diagnóstico
O diagnóstico do
Sindireceita encontra respaldo em órgãos de controle. A auditoria do TCU sobre
o combate ao tráfico de drogas nos portos identificou problemas de coordenação
entre órgãos, falta de tecnologia adequada para o monitoramento marítimo e
fragilidades na regulamentação da segurança portuária. O Tribunal apontou,
entre outros pontos, a ausência do sistema VTMIS — usado para monitorar e
detectar embarcações clandestinas nas áreas de fundeio, canais de acesso e
regiões próximas às instalações portuárias — nos principais portos brasileiros,
com exceção do Porto de Vitória. Apontou ainda que a regulamentação da
segurança portuária por decreto autônomo, em vez de lei federal, enfraquece a
governança e dificulta a articulação entre os órgãos.
Em consequência, o
TCU determinou à Receita Federal e a outros órgãos que elaborem, no prazo de
180 dias, normativo conjunto para padronizar e agilizar a atuação no combate ao
tráfico de drogas em portos. A determinação é um passo importante — mas não
substitui o investimento estrutural de que a Aduana brasileira necessita.
Os números da Receita Federal evidenciam o déficit de servidores
Os dados são
reveladores da gravidade do quadro. Para realizar todas as ações de
fiscalização e controle aduaneiro, a Receita Federal conta com apenas 2.601
servidores — quantitativo que representa somente 50% do necessário para uma
presença fiscal minimamente adequada nos portos, aeroportos e postos de fronteira.
A comparação
internacional torna o déficit ainda mais evidente: mesmo países da América do
Sul mantêm efetivos superiores ao da Aduana brasileira — o Chile conta com
1.420 servidores, a Bolívia com 1.597 e a Argentina com 5.758. Diante de um
tráfico que movimenta bilhões de reais, conta com conexões internacionais e se
reorganiza a cada aperto da fiscalização, a conclusão é inevitável: o Brasil
precisa, urgentemente, de uma política pública de fortalecimento do controle
aduaneiro.
Alerta aos deputados federais e senadores eleitos: o fortalecimento da
Aduana depende do Congresso
O resultado das
urnas entregou ao novo Congresso Nacional a responsabilidade — e o poder — de
transformar esse diagnóstico em lei. São os deputados federais e senadores
eleitos que aprovam as propostas legislativas que definem o futuro dos
servidores públicos federais e, em especial, da Carreira Tributária e
Aduaneira: a recomposição dos quadros da Receita Federal, a atualização da
Indenização de Fronteira (IF), o tratamento isonômico com os órgãos de
Segurança Pública e a regulamentação que assegure à Aduana brasileira os meios
para exercer plenamente sua competência constitucional, a exemplo da LOAT (Lei
Orgânica das Administrações Tributárias).
Por isso, o
Sindireceita faz um alerta direto aos eleitos: o Brasil precisa de um
compromisso claro com o fortalecimento da Aduana. O país conta com apenas 2.601
servidores para exercer o controle aduaneiro — metade do efetivo necessário —
enquanto o tráfico internacional movimenta bilhões de reais e migra para novos
portos em busca dos pontos mais frágeis da cadeia. Cada proposta que chegar ao
Plenário da Câmara dos Deputados e do Senado Federal tratando do combate ao
crime organizado, do controle de fronteiras e da valorização dos servidores da
Receita Federal será um teste do compromisso dos parlamentares com a soberania
nacional.
O Sindireceita
cobrará dos deputados federais e senadores eleitos o apoio à pauta de
fortalecimento da Aduana — com inteligência, tecnologia e servidores em número
suficiente. Quem representa a sociedade brasileira no Congresso Nacional
precisa entender que proteger as fronteiras é proteger a economia, a saúde
pública e a segurança de todos os brasileiros.
Um alerta que não pode ser ignorado
A migração das rotas
do PCC e do CV para os portos do Sul, do Nordeste e do Norte é, portanto, um
alerta ao conjunto da sociedade. Mais efetivo do que criar estruturas é
fortalecer os órgãos de Estado que já atuam no país — e que já detêm a
competência constitucional, a estrutura operacional e o conhecimento técnico
para o enfrentamento do crime organizado transnacional. O fortalecimento da
aduana é o caminho seguro para um controle de fronteiras eficiente, capaz de
proteger a economia nacional e desferir golpes contundentes contra o crime
organizado.
O controle nas
fronteiras, nos portos e nos aeroportos só será mais efetivo com o reforço das
ações de fiscalização, vigilância, repressão e controle aduaneiro realizados
pela Receita Federal — com inteligência, tecnologia e servidores em quantidade
suficiente para enfrentar, de igual para igual, organizações criminosas que se
aproveitam da fragilidade do Estado brasileiro. Esse é o objetivo dos
Analistas-Tributários da Receita Federal ao apresentar esse conjunto de
medidas: garantir que o Brasil tenha, de fato, a Aduana que a sua soberania
exige.
Bibliografia
BEM PARANÁ. A nova
'rota do tráfico internacional' do PCC e CV passa pelo Porto do Paraná e
terminais regionais. Disponível em: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/com-fiscalizacao-em-santos-trafico-internacional-do-pcc-e-cv-migra-para-portos-do-sul-e-norte/
SINDIRECEITA.
Controle de fronteira e combate ao crime organizado se faz com inteligência e
com o fortalecimento da Receita Federal. Disponível em: https://sindireceita.org.br/noticias/2019/01/08/controle-de-fronteira-e-combate-ao-crime-organizado-se-faz-com-inteligencia-e-com-o-fortalecimento-da-receita-federal
SINDIRECEITA.
Sindireceita reforça a importância do controle Aduaneiro no Dia Internacional
das Aduanas. Disponível em: https://sindireceita.org.br/noticias/2023/01/26/sindireceita-reforca-a-importancia-do-controle-aduaneiro-no-dia-internacional-das-aduanas
Fontes complementares (dados e contexto)
REVISTA OESTE.
Brasil se torna rota estratégica da cocaína que abastece a França. Disponível
em: https://revistaoeste.com/mundo/brasil-se-torna-rota-estrategica-da-cocaina-que-abastece-a-franca/
TRIBUNAL DE CONTAS
DA UNIÃO (TCU). Combate ao tráfico de drogas nos portos precisa de mais
coordenação entre órgãos. Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/imprensa/noticias/combate-ao-trafico-de-drogas-nos-portos-precisa-de-mais-coordenacao-entre-orgaos
ABC DO ABC. Santos
aumenta fiscalização sobre tráfico internacional. Disponível em: https://www.abcdoabc.com.br/santos-fiscalizacao-trafico-internacional/
O GLOBO. As quatro
guerras do CV: facção disputa controle das rotas do tráfico no Rio mirando
portos e Baía de Guanabara. Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/08/10/mirando-portos-e-baia-de-guanabara-cv-disputa-controle-das-rotas-do-trafico-no-rio.ghtml
RECEITA FEDERAL DO
BRASIL. Receita Federal reforça atuação permanente no combate ao narcotráfico e
aos crimes ambientais nas fronteiras brasileiras. Disponível em: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/receita-federal-reforca-atuacao-permanente-no-combate-ao-narcotrafico-e-aos-crimes-ambientais-nas-fronteiras-brasileiras
AGÊNCIA GOV (EBC).
Receita Federal e o combate ao narcotráfico e a crimes ambientais nas
fronteiras. Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/receita-federal-reforca-atuacao-permanente-no-combate-ao-narcotrafico-e-aos-crimes-ambientais-nas-fronteiras-brasileiras
JOTA. Receita
Federal tem competência para enfrentar crime transnacional. Disponível em: https://www.jota.info/coberturas-especiais/receita-federal-tem-competencia-para-enfrentar-crime-transnacional
Fonte: Sindireceita
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