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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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sábado, 10 de dezembro de 2022

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EXERCÍCIO DE SEGURANÇA FÍSICA NUCLEAR É REALIZADO NO PORTO DO RIO DE JANEIRO

 

A ação foi coordenada pelo GSI em conjunto com a CONPORTOS

O Porto do Rio de Janeiro sediou, no período de 23 a 25 de novembro, o Exercício de Segurança Nuclear em Porto (ESFPORTO 2022).

 A ação foi coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), Órgão Central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON), em conjunto com a Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CONPORTOS) e a Comissão Estadual (CESPORTOS-RJ).

Além da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Autoridade Portuária que administra o Porto do Rio de Janeiro, o exercício envolveu dezenas de organizações públicas federais, estaduais e municipais, e algumas empresas privadas. A atividade foi realizada na modalidade “exercício de mesa”, em que situações fictícias foram analisadas pelos órgãos participantes, que operaram no Centro de Comando e Controle de Segurança Portuária (CCCSP) do Porto do Rio de Janeiro.

Para o superintendente da Guarda Portuária (GPort), José Tadeu Diniz, além de treinar o pessoal para pronta-resposta diante de uma emergência nuclear em área portuária e promover a interação entre as instituições, o exercício é uma boa oportunidade para aprimorar a gestão de risco: “Por meio dessa atividade, podemos identificar vulnerabilidades, conhecer as ameaças e adotar as boas práticas de prevenção. Sabemos que a probabilidade de ocorrerem acidentes dessa natureza é muito baixo, mas devemos estar sempre preparados, porque as consequências seriam desastrosas para a população, o meio ambiente e a economia”.

Segundo a gerente de Riscos de QSMS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde) da Docas do Rio, Jussara Mendes, o exercício ocorreu conforme o planejamento e foi bem-sucedido. “Participo do exercício desde 2020 e perseguimos o objetivo de estabelecer um grupo de trabalho sólido para compor uma ação integrada para elaboração de protocolo de resposta para Operações de Carga de classe 7. Foi perceptível o engajamento e comprometimento dos participantes em apresentar soluções inteligentes e integradas para cenários como esse”.

ESFPORTO

O ESFPORTO tem por objetivos testar a efetividade dos protocolos de atuação integrada, elaborados pela CONPORTOS e pela CESPORTOS-RJ, durante uma operação portuária com carga nuclear ou radiológica; propor aperfeiçoamentos aos referidos protocolos, a fim de utilizá-los como base em outros portos de interesse do Programa Nuclear Brasileiro (PNB); e testar a capacidade de comando e controle do Centro Integrado de Comando e Controle Regional.

Organizações participantes

O GSI participou por meio do Departamento de Coordenação Nuclear (DCNuc) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). As demais instituições participantes foram: Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), Superintendência Regional de Polícia Federal do Rio de Janeiro (SR/PF/RJ), Coordenação de Enfrentamento ao Terrorismo da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal (CET/PF), Núcleo de Polícia Marítima da Delegacia Regional Executiva da SR/PF/RJ, Guarda Portuária (GPort), Polícia Rodoviária Federal (PRF), CONPORTOS e CESPORTOS-RJ/; Ministério da Defesa, por meio do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Comando da Marinha do Brasil (MB), Comando do Exército Brasileiro (EB) e Comando da Aeronáutica (FAB); Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB); Ministério da Infraestrutura, por meio da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA); Ministério da Saúde; Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SNPDC); Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ); Companhia Docas do Rio de Janeiro; Indústrias Nucleares do Brasil (INB); Eletronuclear; Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM), Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), Secretaria de Estado de Defesa Civil, por meio do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA); Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da Guarda Municipal, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e do Centro de Operações do Município do Rio de Janeiro (COR); Praticagem do Rio de Janeiro; e as empresas MultiRio e ICTSI-Rio, arrendatárias dos terminais de contêineres do Porto do Rio de Janeiro.


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

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EXERCÍCIO DE SEGURANÇA FÍSICA NUCLEAR FOI REALIZADO NO PORTO DO RIO DE JANEIRO

 

O Exercício envolveu dezenas de profissionais de 30 organizações.

No período de 24 a 26 de novembro foi realizado, no Porto do Rio de Janeiro, o Exercício de Segurança Física Nuclear em Porto (ESFPORTO – 2020). A atividade foi coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI /PR), Órgão Central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON).

A Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CONPORTOS), que coordenou o evento em conjunto com o GSI, teve o apoio da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e da Marinha do Brasil (MB).

 Foto: Divulgação CDRJ

A cerimônia de abertura, que aconteceu na Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, contou com a presença de diversas autoridades civis e militares. O Exercício envolveu dezenas de profissionais de 30 organizações, incluindo representantes das autoridades intervenientes do porto, de instituições policiais, das forças armadas e de empresas portuárias.

 Foto: Ilona Maria de Brito Sá - Ibama/RJ

Objetivo

O objetivo foi avaliar a capacidade de pronta-resposta dos órgãos e entidades envolvidos diante de uma emergência nuclear em áreas portuárias, testar a efetividade dos protocolos e promover a interação entre os participantes.

Exercício

O Exercício é elaborado a partir de requisitos para salvaguardar o transporte de material nuclear ou radioativo pelos modais terrestre e marítimo, estabelecidos pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) e pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), das quais o Brasil é membro.

Para o Exercício, foi criado um cenário simulando incidentes no transporte de material nuclear/radiológico no Porto do Rio de Janeiro, incluindo etapas como a aproximação do navio, os preparativos para desembarque, para o transporte terrestre e a saída do porto. Foram realizadas também simulações de controle de emergência visando testar os protocolos e procedimentos para, de forma coordenada, gerenciar todas as capacidades das organizações e gerar ações preventivas para esse tipo de acidente.

Guarda Portuária

Para o superintendente da Guarda Portuária, José Tadeu Diniz, o Exercício de Segurança Física Nuclear em Porto também se constitui numa oportunidade para o aprimoramento da gestão de risco: “Por meio dessa atividade, podemos identificar vulnerabilidades, conhecer as ameaças e adotar as boas práticas de prevenção. Sabemos que o risco de acidentes dessa natureza é muito baixo, mas devemos estar sempre preparados, porque as consequências seriam desastrosas para a população, o meio ambiente e a economia”.


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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

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PORTO DE SANTOS SEDIA O 1º EXERCÍCIO DE SEGURANÇA FÍSICA NUCLEAR EM PORTO


Participaram 22 instituições representadas por aproximadamente 60 profissionais.
O Porto de Santos foi sede do 1º Exercício de Segurança Física Nuclear em Porto (ESFPORTO), realizado entre os dias 26 e 28 de novembro.
O exercício, que ocorreu nas dependências da Capitania dos Portos de São Paulo, foi realizado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Órgão Central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron), em coordenação com a Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CONPORTOS), com o apoio da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP) e a Marinha do Brasil (MB).
A escolha do Porto de Santos para sediar o evento partiu do presidente da Conportos, o delegado da Polícia Federal Marcelo João da Silva, que vê como fundamental o fortalecimento da gestão integrada entre os órgãos. 
“A Conportos tem um interesse muito grande nesse exercício justamente para fomentar a gestão de risco. Algo pode dar errado, então vamos, preventivamente, agir para estudar o que pode dar errado, explorar vulnerabilidades, conhecer as ameaças antes que isso aconteça. O risco é muito baixo, mas as consequências seriam desastrosas, não só para a população, para economia, para a imagem do programa nuclear brasileiro. A gente tem que estar um passo à frente”, destacou.
Cerimônia de abertura

Na cerimônia de abertura estiveram presentes, o Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante, Claudio Henrique Mello de Almeida; o Secretário de Coordenação de Sistemas do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Contra-Almirante Antonio Capistrano de Freitas Filho; o Comandante da 1ª Brigada de Artilharia Anti-Aérea, General de Brigada Alexandre de Almeida Porto; o Presidente da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos Terminais e Vias Navegáveis – Conportos, Delegado da Polícia Federal, Dr. Marcelo João da Silva, e o Diretor Presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, Dr. Casemiro Décio dos Reis Lima Carvalho.
Exercício

O exercício, que tem como propósito identificar as capacidades das organizações envolvidas e aprimorar a resposta do Estado brasileiro frente a essa adversidade, foi elaborado a partir de requisitos para salvaguardar o transporte de material nuclear ou radiológico pelos modais terrestre e marítimo da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), das quais o Brasil é membro.
A Direção do Exercício (DIREX) criou um cenário fictício simulando incidentes no transporte de material nuclear e radiológico no maior porto da América Latina.
Foram realizadas simulações de controle de emergência de natureza Nuclear, biológica, química e radiológica (NBQR) por equipe do Batalhão de Defesa NBQR de Aramar, bem como exposição estática dos equipamentos empregados por aquela cidade.
Guarda Portuária

Pela Guarda Portuária participaram o superintendente da Guarda Portuária, Luis Fernando Baptistella, o gerente de Planejamento da Unidade de Segurança, José Eduardo Florido Turcato, o supervisor da mesma unidade, Thiago Macena da Silva, e o assistente sênior da gerência de Operação, Rafael Carlos dos Santos.
Representando a Autoridade Portuária (Santos Port Authority) também participaram o diretor de operações, Marcelo Ribeiro e o gerente de segurança do trabalho, Ernesto Henriques da Costa Junior.
Sipron

Segundo o diretor do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron), capitão de mar e guerra Gleiber Banus Barbosa, o exercício de segurança foi inédito no País e ocorrências deste tipo são raríssimas. “A possibilidade de ocorrência é baixíssima porque nós já seguimos as recomendações de agências que o Brasil já é signatário. Isso gera uma confiabilidade do transporte. Esse tipo de incidente com carga nunca aconteceu”, explicou. 
Participantes
Participaram do evento, representantes das polícias Civil, Militar, Federal e Federal Rodoviária; da Marinha, do Exército, e da Aeronáutica e da Guarda Portuária. Ao todo foram 22 instituições representadas por aproximadamente 60 profissionais ligados às atividades preventivas relacionadas aos riscos e incidentes com material nuclear ou radioativo.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             
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