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APÓS TENTAR A TERCEIRIZAÇÃO, CDP DIVULGA NOVO CONCURSO PARA A GUARDA PORTUÁRIA

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

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GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA DE SEGURANÇA PÚBLICA É INSTALADA EM PARANAGUÁ

 

O colegiado é formado por órgãos e instituições federais, estaduais e municipais

O planejamento da Secretaria da Segurança Pública do Paraná para proporcionar uma gestão inteligente para os municípios do Estado deu mais um passo no dia 3 de dezembro, com a instalação do Gabinete de Gestão Integrada do Litoral (GGI/Litoral), sediado na Delegacia Cidadã de Paranaguá.

O colegiado é formado por órgãos e instituições federais, estaduais e municipais e vai trabalhar na prevenção de crimes e na criação de ações que melhorem a segurança da população que vive nos sete municípios litorâneos.

A instalação do GGI/Litoral ocorreu no auditório da empresa Portos do Paraná, que administra o Porto de Paranaguá, e contou com uma comitiva do Gabinete de Segurança Nacional da Presidência da República (GSI/PR), que veio ao Paraná esta semana para tratar do Programa de Proteção Integrada das Fronteiras (PPIF), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ/SP).

Prestigiaram o evento os prefeitos de Pontal do Paraná, Rudisney Gimenes Filho; de Morretes, Sebastião Brindarolli; de Antonina, Zé Paulo; o Coordenador do Centro Integrado de Inteligência do Sul (CIISP-Sul), coronel Luiz Augusto de Oliveira Santiago; o presidente da Administração dos Portos de Antonina e Paranaguá, Luiz Fernando Garcia da Silva; o Comandante do 1º Comando Regional da PM (1º CRPM), coronel Renato de Oliveira Ribas Filho; o comandante da Força Nacional, coronel Aginaldo de Oliveira; o coordenador do Arco Sul do Ministério da Justiça e Segurança Pública, coronel Éveron César Puchetti Ferreira; a oficial de inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Lívia Isabele Mayer Blaskevicz; o superitendente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Gaioski; a Superintendente Regional da Receita Federal no Paraná, Claudia Regina Leão do Nascimento Thomaz; o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná, inspetor Antônio Paim de Abreu Júnior; o subcomandante do Corpo de Bombeiros, coronel Gelson Marcelo Jahnke; o diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Luiz Rodrigo Grochocki; o comandante da Guarda Portuária, major Cesar Kamakawa; o coordenador do Conselhos Comunitários de Segurança Pública, coronel Chehade Elias Geha; o comandante da Capitania dos Portos do Paraná, capitão de Mar e Guerra André Luiz Morais de Vasconcelos; o deputado estadual Galo; além de outras autoridades.

O secretário-executivo do Gabinete de Segurança Nacional da Presidência da República (GSI/PR), general Carlos José Russo Assumpção Penteado, destacou o protagonismo do Paraná com ações inteligentes para combater a criminalidade e a preocupação em fortalecer a integração entre as instituições para maximizar resultados.

“Presenciamos um momento muito feliz com a inauguração deste Gabinete de Gestão Integrada, que teve origem no modelo que já adotamos no Programa de Proteção Integrada de Fronteiras. Nós sabemos que as regiões portuárias acabaram tornando-se foco de alguns tipos de crimes, portanto, a integração é essencial”, explicou.

O GGI é um programa do Governo Federal que parte do conceito de Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). A premissa é a atuação coordenada e concentrada dos órgãos de segurança pública a fim de obter resultados mais eficientes tanto na prevenção à criminalidade quanto no desenvolvimento de ações de combate ao crime organizado.

Pronasci

O Gabinete também é uma das ações que compõe o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

Secretaria Municipal de Segurança, Comandante da Guarda Civil Municipal, Superintendente Municipal de Trânsito, Delegacia de Polícia Civil, Batalhão da Polícia Militar, Grupamento do Corpo de Bombeiros, Conselho Tutelar, Delegacia de Polícia Rodoviária Federal, Justiça da Vara Criminal, Delegacia de Polícia Federal, Guarda Portuária, Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal serão os órgãos que vão contar com representantes no Gabinete.


Também estão autorizados representantes das secretarias municipais de Assistência Social, Educação, Urbanismo, Serviços Urbanos, Saúde, Obras Públicas, Cultura e Turismo como convidados em ações sociais preventivas.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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terça-feira, 30 de julho de 2019

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TRANSBORDO DE CARGA EM ÁREA DE FUNDEIO VEM SENDO DEBATIDO POR AUTORIDADES PORTUÁRIAS EM SANTARÉM



O sistema já tem sido adotado em diversos lugares do Brasil e do mundo.
O transbordo de carga em área de fundeio tem sido pauta de reuniões entre a Capitania Fluvial, a Receita Federal, Guarda Portuária e Companhia Docas do Pará (CDP). O objetivo é delimitar regras para a realização desta atividade levando em conta a legislação, além de determinar ações e definir a atuação de cada órgão em relação. Uma delas ocorreu no dia 12 de julho, na sede da Capitania Fluvial de Santarém.
O aumento significativo da exportação de produtos como grãos e combustíveis tem aumentado também a demanda portuária da região e os terminais de Santarém passam a ser cada vez mais estratégicos para a logística deste mercado. 
A construção de novos terminais hoje exigiria um investimento muito alto, além de grandes entraves por conta da legislação e possíveis impactos ambientais. A saída mais viável, seria aumentar a área de fundeio no leito do Rio Tapajós, com uma poligonal que se estenderia por uma faixa de 30 km.
Atualmente, os Portos da CDP e da Cargill operam no embarque e desembarque de três navios, simultaneamente, enquanto a fila de espera reúne até quatro navios. Com a utilização da área de fundeio, a capacidade operacional deve dobrar, aumentando para sete, o número de navios em operação.
Essa alternativa foi apresentada dentro do Plano de negócios, baseados no Plano Mestre desenvolvido pelo Ministério da Infraestrutura que identifica as potencialidades e os gargalos na região, e que também vem sendo debatido entre empresários e o poder público local por meio do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Sustentável (GGI).
Área de fundeio pode ser definida como um sinônimo de ancoradouro ou fundeadouro, ou seja, local onde a embarcação lança âncora, previamente aprovado e regulamentado pela autoridade marítima em determinado ponto do rio para o embarque e desembarque de cargas diretamente entre navios, sem a necessidade de atracação no cais (desembarque água a água).
O sistema já tem sido adotado em diversos lugares do Brasil e do mundo, porém, ele ainda não tem sido regulamentado em Santarém, justamente por conta da ausência de legislação específica. O projeto para autorizar a modalidade ainda está em fase de análise. Atualmente, a CDP vem utilizando o transbordo de carga de barcaças para navios que estejam atracados nos terminais.
Fonte: OESTADONET


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