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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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quinta-feira, 30 de novembro de 2023

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MEMBROS DO HEZBOLLAH JÁ FORAM CONDENADOS POR ATUAR NO PORTO DE SANTOS

 Hezbollah — Foto: Arte/GloboNews

Grupo foi condenado por envio de centenas de quilos de cocaína à Europa pelo maior porto da América Latina

Dez homens suspeitos de financiar atividades terroristas do Hezbollah, organização política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita com base no Líbano, já foram acusados por integrar uma organização criminosa responsável pelo envio de centenas de quilos de cocaína à Europa pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A condenação aconteceu há três anos, mas o grupo começou a ser desmantelado pela Polícia Federal (PF) em 2014, a partir de dossiê elaborado pela Drug Enforcemente Administration (DEA), agência antidrogas norte-americana, enviado às autoridades do país por meio da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

A época, o dossiê do órgão norte-americano apontou: “A inteligência recente da DEA indica que Mohamed Ali Jaber [vulgo Ali, Mohamed] é, atualmente, o líder de uma organização de tráfico de drogas internacional com base em São Paulo. Ele também é responsável por carregamentos de centenas de quilogramas de cocaína para países da Europa e África, trabalhando via Porto de Santos, no Brasil”.

Por conta da posição de liderança, Mohamed foi condenado a 37 anos, nove meses e 18 dias de reclusão por tráfico internacional de drogas e organização criminosa.

As investigações apontavam que ele contava com a parceria de compatriotas no comando do grupo, razão pela qual a PF batizou a investigação de Operação Beirute.

Eles foram apontados como responsáveis pelo carregamento de 1.180 kg de cocaína apreendido em 7 de julho de 2014 em Ipeúna, no interior de São Paulo.

A droga seguiria ao Porto de Santos e estava escondida em uma carga lícita de pisos cerâmicos. O objetivo dos criminosos era enviar o entorpecente a Portugal, onde valeria R$ 253 milhões.

Apesar da apreensão, o grupo seguiu com as atividades e houve a interceptação de mais dois lotes de cocaína para exportação em Guarujá (30 kg) e Santos (290 kg), respectivamente, em 3 de setembro e 26 de novembro do mesmo ano.

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 17 réus, sendo que dois respondiam às acusações em processos distintos. Mohamed e outros 14 foram sentenciados pela juíza federal Daniela Paulovich de Lima, da 1ª Vara Federal de Piracicaba. Por falta de prova, cinco foram absolvidos.

Agente da Polícia Federal na Operação Beirute, em 2014 — Foto: Divulgação PF

Além de Mohamed, também foram condenados: Walter Fernandes (cinco anos e dez meses), Hicham Mohamad Safie (10 anos, um mês e 12 dias), Marcelo Thadeu Mondini (22 anos e dois meses), Nahim Fouad El Ghassan (21 anos, quatro meses e 24 dias), Nivaldo Aguillar (32 anos e oito meses), Andrew Balta Ramos (30 anos e quatro meses), Jesus Missiano da Silva Júnior (30 anos e quatro meses), Carlos José da Silveira (cinco anos e dez meses) e Marcelo Almeida da Silva (17 anos e seis meses).

À época, o advogado Eduardo Durante, defensor de Andrew Ramos, Marcelo da Silva e um terceiro réu, que foi absolvido, informou que os dez condenados poderiam recorrer em liberdade.

Um habeas corpus chegou a ser concedido em 19 de fevereiro de 2018, substituindo a prisão preventiva dos réus pelas medidas cautelares de comparecimento mensal em juízo para justificar atividades, proibição de deixar as cidades onde moram sem autorização judicial e proibição de sair do país, com entrega do passaporte à Justiça Federal.

Interesse americano

A megaquadrilha era suspeita de injetar recursos financeiros no Hezbollah e lavar dinheiro do narcotráfico internacional nos Estados Unidos com a compra de imóveis.

Materiais apreendidos pela PF durante a Operação Beirute — Foto: Divulgação PF

Durante a Operação Beirute, a PF apurou que Hicham Safie iniciou tratativas, que não evoluíram, para comprar um laboratório farmacêutico. A empresa da negociação, segundo a polícia, foi usada pelo doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, para lavar dinheiro e mascarar o repasse de propinas a agentes públicos e políticos.

Operação Trapiche

A Polícia Federal cumpriu mandado contra um sexto alvo suspeito de envolvimento com o grupo Hezbollah no Brasil no dia 10 de novembro. Ao todo, dois mandados de prisão temporária, além de buscas e apreensões em Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal e Goiás, contra seis pessoas.

Como o grupo se formou e o que faz?

No começo dos anos 1980, uma parte dos palestinos que combatiam o governo de Israel usava o território do Líbano como base. Israel chegou a invadir o país vizinho nessa época.

O grupo Hezbollah surgiu no Líbano para se opor à presença de israelenses no país. Hezbollah significa “Partido de Deus” em árabe. O grupo rapidamente se tornou aliado do maior país xiita da região, o Irã.

Israel só se retirou plenamente do Líbano no ano 2000, mas o Hezbollah permaneceu.

O Hezbollah também é um partido político legítimo, eles participam das eleições parlamentares e têm seus deputados.

Além disso, o Hezbollah também controla algumas partes do território libanês. Grosso modo, considera-se que o Hezbollah é um Estado dentro de Um Estado – eles providenciam serviços sociais.

Fonte: g1 Santos e Região


* Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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terça-feira, 19 de outubro de 2021

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PF DESMANTELA NO PARANÁ ESQUEMA DE LAVAGEM DE DINHEIRO DO TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS

 

Os envolvidos movimentaram mais de R$ 24 milhões em suas contas bancárias

A Polícia Federal (PF) deflagrou no dia 6 de outubro a Operação Maasari, que teve como objetivo desarticular um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico internacional de drogas.

Os envolvidos investigados movimentaram mais de R$ 24 milhões em suas contas bancárias, sem que tivessem declarado capacidade financeira que justificasse o montante. Na ação, cerca de 20 policiais federais deram cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, sendo dois em Curitiba/PR e dois em Ponta Grossa/PR.

O trabalho foi um desmembramento da Operação Beirute, deflagrada pela Polícia Federal em 2014. Ela desmantelou uma organização criminosa com ramificações em diversos países. Na ocasião, foi constatado que o grupo investigado atuava na exportação de cocaína da América do Sul para os continentes europeu, africano e asiático.

Entre os envolvidos, está um libanês residente no Jardim Social, em Curitiba, apontado como financiador das atividades ilícitas e responsável pela intermediação com traficantes asiáticos e libaneses.

As investigações revelaram que tal indivíduo constituiu uma estrutura formada por empresas fictícias e seus respectivos sócios, tendo como propósito operacionalizar a lavagem dos recursos oriundos do tráfico internacional de drogas.

Verificou-se que os investigados movimentaram mais de R$ 24 milhões em suas contas bancárias durante o período apurado, grande parte através de transações em espécie e operações estruturadas (denominadas comumente de “smurfing”), bem como investimentos e aquisição de bens, tudo isto sem capacidade econômica e financeira declaradamente compatível, havendo também indícios de interposição das pessoas físicas e jurídicas para fins de ocultação dos bens e valores.

Os investigados poderão responder pelo crime de lavagem de dinheiro, com penas que podem variar de 3 a 10 anos para cada ato de lavagem.


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

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JUSTIÇA CONDENA GRUPO LIGADO AO HEZBOLLAH QUE ATUAVA NO PORTO DE SANTOS



Dez pessoas condenadas são ligadas pelo envio de centenas de quilos de cocaína à Europa pelo Porto de Santos.
A Justiça Federal condenou dez homens acusados de integrar uma organização criminosa responsável pelo envio de centenas de quilos de cocaína à Europa pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A cúpula do grupo ainda é suspeita de financiar atividades terroristas do Hezbollah e tentar comprar um laboratório farmacêutico envolvido na Operação Lava Jato.
A organização criminosa começou a ser desmantelada pela Polícia Federal (PF) em 2014, a partir de dossiê elaborado pela Drug Enforcement Administration (DEA), agência antidrogas norte-americana. O documento foi enviado às autoridades do país por meio da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.
“Inteligência recente da DEA indica que Mohamed Ali Jaber [vulgo Ali, Mohamed] é, atualmente, o líder de uma organização de tráfico de drogas internacional com base em São Paulo. Ele também é responsável por carregamentos de centenas de quilogramas de cocaína para países da Europa e África, trabalhando via Porto de Santos, no Brasil”, informa parte do dossiê.
Não à toa, a posição de liderança do libanês Mohamed lhe rendeu a mais elevada pena imposta aos membros da super quadrilha: 37 anos, nove meses e 18 dias de reclusão pelos delitos de tráfico internacional de drogas e integrar organização criminosa. O cabeça contaria com a parceria de compatriotas no comando do grupo, razão pela qual a PF batizou a investigação de Operação Beirute.
1,5 tonelada
O grupo é apontado como dono do carregamento de 1.180 kg de cocaína pura apreendido no dia 7 de julho de 2014 no município de Ipeúna (SP).
Escondida em uma carga lícita de pisos cerâmicos, a droga foi preparada na cidade vizinha de Rio Claro e seguia de caminhão ao Porto de Santos. O objetivo dos criminosos era enviar o entorpecente a Portugal, onde ele valeria US$ 60 milhões (R$ 253 milhões).
Apesar da vultosa apreensão, as atividades do grupo continuaram. Houve a interceptação de mais dois lotes de cocaína para exportação em Guarujá (30 kg) e Santos (290 kg), respectivamente, nos dias 3 de setembro e 26 novembro de 2014. Quem a PF não conseguiu prender em flagrante nas operações de logística do tráfico foi identificado durante as investigações da Beirute.
Agente da Polícia Federal reúne materiais apreendidos na Operação Beirute, em 2014 — Foto: Divulgação / Setor de Comunicação Social da PF l

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 17 réus. Dois respondem às acusações em processos distintos, ainda em trâmite. Mohamed e os 14 restantes foram sentenciados, no último dia 13, pela juíza federal Daniela Paulovich de Lima, da 1ª Vara Federal de Piracicaba. Por insuficiência de prova, ela absolveu cinco.
Além de Mohamed, os demais condenados e as suas penas são: Walter Fernandes (cinco anos e dez meses), Hicham Mohamad Safie (10 anos, um mês e 12 dias), Marcelo Thadeu Mondini (22 anos e dois meses), Nahim Fouad El Ghassan (21 anos, quatro meses e 24 dias), Nivaldo Aguillar (32 anos e oito meses), Andrew Balta Ramos (30 anos e quatro meses), Jesus Missiano da Silva Júnior (30 anos e quatro meses), Carlos José da Silveira (cinco anos e dez meses) e Marcelo Almeida da Silva (17 anos e seis meses).


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Habeas corpus
Defensor de Andrew Ramos, Marcelo da Silva e um terceiro réu que foi absolvido, o advogado Eduardo Durante informou que os dez condenados poderão recorrer em liberdade. Na sentença, a juíza fundamentou a possibilidade de os acusados apelarem soltos com o fato de eles terem sido beneficiados com habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).
O habeas corpus foi concedido no dia 19 de fevereiro de 2018, substituindo a prisão preventiva dos réus pelas medidas cautelares de comparecimento mensal em juízo para justificar atividades, proibição de deixar as cidades onde moram sem autorização judicial e proibição de sair do país, com entrega do passaporte à Justiça Federal.
Interesse americano
Apoiadora do líder do Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah usa as palavras 'vingança poderosa' na mão, em referência à morte de Soleimani, antes de um discurso de Nasrallah na TV em Beirute, no Líbano, neste domingo (5). — Foto: Maya Alleruzzo/AP

As suspeitas de que a megaquadrilha injetava recursos financeiros no Hezbollah, detentor de braço político no Líbano, e lavava dinheiro do narcotráfico internacional nos Estados Unidos com a compra de imóveis, despertaram o interesse da DEA.
Durante a Operação Beirute, a PF apurou que Hicham Safie iniciou tratativas, que não evoluíram, para comprar um laboratório farmacêutico. A empresa objeto da negociação, segundo a PF, foi usada pelo doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, para lavar dinheiro e mascarar o repasse de propinas a agentes públicos e políticos.



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sábado, 12 de dezembro de 2015

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PF VÊ LIGAÇÃO ENTRE TRAFICANTES QUE OPERAM NO BRASIL E HEZBOLLAH


O Hezbollah, que significa “Partido de Deus”, surgiu após a ocupação do Líbano por Israel.

A droga saía do Brasil por meio dos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).
A ligação entre o grupo e o Hezbollah foi detectada pelo DEA (departamento antidrogas dos EUA).

A PF (Polícia Federal) disse ter encontrado indícios de ligações entre traficantes internacionais de drogas baseados em Rio Claro (173 km de São Paulo) com o grupo fundamentalista libanês Hezbollah. Segundo a instituição, o lucro da venda de drogas pode ter sido utilizado para financiar atividades do grupo no exterior. A informação foi confirmada em nota pelo delegado Florisvaldo Emílio das Neves, da PF em Piracicaba.
Os 11 traficantes, presos em dezembro de 2014, estão sendo julgados pela Justiça Federal de Piracicaba. Neves não informou detalhes da possível ligação do grupo com os traficantes.
Apreensão na Operação Beirute (Foto: Divulgação Receita Federal)
Ele também relatou que a ligação com a organização internacional não altera em nada a tipificação dos crimes cometidos pelos traficantes. "Esse fato, embora reclame maior atenção com a segurança, como reforço nas escoltas, por exemplo, não altera o panorama de organização criminosa e tráfico transnacional de drogas dos crimes", disse Neves.
Responsável pelo julgamento do caso, a juíza da 1ª Vara da Justiça Federal em Piracicaba, Daniela Paulovich, afirma que o processo não investiga a ligação dos traficantes com o Hezbollah. "Estamos analisando apenas a questão do tráfico internacional de drogas. Existe uma investigação relacionada ao terrorismo, mas não está nesse processo", informou.
A ligação entre o grupo e o Hezbollah foi detectada pelo DEA, o departamento antidrogas norte-americano, e repassada à PF no primeiro semestre de 2014. Por meio da Operação Beirute, a PF realizou escutas nos telefones dos traficantes e comprovou que a droga era comprada na Bolívia e entrava no Brasil pela fronteira com o Paraguai. De lá, era remetida para Rio Claro, onde era escondida em carregamentos de pisos cerâmicos exportados, em contêineres, para países africanos, europeus e do Oriente Médio. A droga saía do Brasil por meio dos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).
De acordo com a PF, a quadrilha era chefiada por um libanês e atuava no Brasil havia pelo menos dez anos, sendo que os três principais líderes do grupo eram libaneses. Os brasileiros entravam na operacionalização do esquema. Após a investigação, 11 pessoas foram presas e mais de 1,5 tonelada de cocaína foi apreendida.
Cerca de 1,1 tonelada de cocaína apreendida em 2014 em Ipeúna (Foto:Valter Martins/Piracicaba em Alerta)
Todos os presos acusados estão sendo julgados na 1ª Vara Federal de Piracicaba. Eles respondem pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, com penas que variam de 8 a 30 anos de reclusão. Há ainda uma investigação em curso na PF sobre a relação dos traficantes com o terrorismo, fato que também é investigado pelo DEA.
A reportagem tentou falar com o advogado indicado nos autos como defensor do libanês, mas ele não foi localizado em seu escritório para comentar. Em sua defesa, entretanto, o acusado afirma que não há provas que caracterizem o ato como tráfico internacional de entorpecentes e sua relação com os outros envolvidos como formação de quadrilha. Ele também argumenta que tem sofrido coação de movimentos por se encontrar preso sem base legal, segundo sua defesa.

Fonte: UOL.

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

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PF DESARTICULA QUADRILHA DE LIBANESES QUE AGIA EM SANTOS E PARANAGUÁ


(Foto: Divulgação Receita Federal)


A Polícia Federal deflagrou na última quarta-feira (10) a Operação Beirute, que desarticulou uma organização criminosa de narcotraficantes liderada por libaneses que atuava em São Paulo e no Paraná. Onze pessoas foram presas e uma se encontra foragida.

Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo e Paraná, nas cidades de Rio Claro, São Paulo, Santos e Curitiba.

O inquérito policial foi instaurado em julho de 2013. Desde o início da investigação foram presas 5 pessoas e realizadas três apreensões de cocaína, totalizando quase 2 toneladas. Em uma delas, realizada em julho na cidade de Ipeúna/SP, a PF apreendeu mais de uma tonelada que estavam escondidos numa carga de pisos de porcelanato que teria destino a Europa. Foi a maior apreensão da droga em 2014, em todo Brasil.

A cocaína era comprada na Bolívia e remetida para o interior de São Paulo. Lá era escondida em meio a produtos exportados para países da África, da Europa e do Oriente Médio, pelos portos Santos/SP e Paranaguá/PR.

Segundo a Polícia Federal (PF), desde o início da investigação, foram presas cinco pessoas e realizadas três apreensões de cocaína, totalizando 1,5 tonelada. Em uma delas, em 8 de julho na cidade de Ipeúna, interior de São Paulo, a PF apreendeu 1.180 quilos que estavam escondidos em uma carga de pisos de porcelanato que teria a Europa como destino. Foi a maior apreensão da droga em 2014, em todo Brasil.

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, com penas de oito anos a 30 anos de reclusão.


Vídeo TV Tribuna



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