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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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domingo, 27 de julho de 2025

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URÂNIO ENRIQUECIDO É DESEMBARCADO NO PORTO DO RIO DE JANEIRO


Material para confecção de elementos combustíveis para recarga de Angra 2 foi transportado sob escolta, para a Fábrica de Combustível Nuclear

Na última terça-feira (22) foi recebido no Porto do Rio de Janeiro e transportado sob escolta, para a Fábrica de Combustível Nuclear (FCN), em Resende, 388 varetas de U-Gadolínio, com pastilhas enriquecidas a 2,90% e 4,25% de U-235, para confecção de elementos combustíveis para a 21ª Recarga de Angra 2, oriundas de Rotterdan na Holanda.

A descarga das varetas, fabricado na empresa Framatome, na Alemanha, acondicionadas em um contêiner, foi acompanhado pela INB - A Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

Transporte

O transporte foi realizado inteiramente pela INB, seguindo à risca os protocolos estabelecidos nos planos previamente aprovados pelos órgãos reguladores e de fiscalização, com foco na proteção da carga, da população e do meio ambiente.

SIPRON

A complexidade da operação demandou articulação entre diversas instituições de segurança e defesa, sob a coordenação do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron), ligado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR). Também participaram da ação a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o Ministério da Defesa (MD), a Guarda Portuária (GPort) e o Centro Nacional de Gestão de Riscos e Desastres (Cenagen), entre outros órgãos.

Varetas - Urânio enriquecido e Gadolínio

As varetas transportadas são compostas por urânio enriquecido e gadolínio, um elemento absorvedor de nêutrons fundamental para o controle da reação de fissão nuclear dentro dos reatores.

Utilização

As varetas de gadolínio são utilizadas solução técnica para gerenciar a reatividade inicial dos reatores, promover a queima progressiva dos elementos e melhorar a distribuição da potência ao longo do núcleo, das usinas de Angra 1 e Angra 2, da Eletronuclear. Além disso, a presença do gadolínio nos combustíveis permite o prolongamento da vida útil dos elementos, favorecendo o desempenho energético das unidades geradoras.

Recarga

A recarga é uma etapa planejada e fundamental para o funcionamento das usinas nucleares. Em Angra 2, o processo ocorre a cada 14 meses, quando aproximadamente um terço dos elementos combustíveis do reator é substituído. Cada elemento permanece em operação por três ciclos, assegurando eficiência energética, segurança nas operações e continuidade na geração de energia limpa e estável.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto (Safety/Security). A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Texto: O texto deste artigo relata acontecimentos, baseado em fatos obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis e dados observados ou verificados diretamente junto a colaboradores.

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e adicionado o link do artigo.




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quarta-feira, 24 de julho de 2024

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GUARDA PORTUÁRIA PARTICIPA NO RIO DE JANEIRO DE TREINAMENTO EM RADIOPROTEÇÃO


No treinamento foram abordados desafios e procedimentos específicos para responder a emergências com radiações ionizantes

A Guarda Portuária (GPort) dos portos públicos do estado do Rio de Janeiro, participou nos dias 3 e 4 de junho, de um Treinamento em Radioproteção e Ações de Resposta a Emergências Radiológicas, visando preparar agentes de Segurança Pública para atuar em situações de emergência envolvendo material radioativo.

A proteção radiológica tem como principal objetivo dar um padrão adequado de preservação contra os efeitos nocivos das radiações. A norma da radioproteção fundamenta-se no conceito de que qualquer dose, por menor que seja, está associada à probabilidade de ocorrência de danos e estabelece os três princípios de radioproteção: justificação, otimização e limitação de dose.

Esta capacitação, realizada no Porto do Rio de Janeiro, faz parte do programa de atividades do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON), coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR).

Treinamento de Radioproteção

O treinamento foi ministrado pelos instrutores Raul dos Santos e Carlos Alberto dos Santos, do Instituto de Radioproteção e Dosimetria da Comissão Nacional de Energia Nuclear (IRD/CNEN).

No treinamento foram abordados desafios e procedimentos específicos para responder a emergências com radiações ionizantes.

A metodologia combinou aulas teóricas e práticas, utilizando instrumentação nuclear e equipamentos de proteção individual. Exercícios de campo e simulações de emergência reforçaram o aprendizado.

Conteúdo Programático

Foram abordados, entre outros, tópicos como Princípios de Proteção Radiológica, Categorização de Fontes de Radiação Ionizante, Protocolo de usos do Monitor PRD (Detector de Radiação Portátil), o Sistema Brasileiro de Atendimento a Emergências Radiológicas e Nucleares, e Procedimentos de Monitoração de viatura que acondicionam e transportam material radioativo, material nuclear e produtos perigosos, como as sinalizações que devem ser utilizadas em veículos (rodoviários, ferroviários, marítimos e aéreos), bem como a documentação que devem portar e recomendações e regulamentos nacionais e internacionais.

Também foi realizado um estudo de acidentes radiológicos globais, detalhamento do acidente de Goiânia em 1987,

Na prática, foram realizadas atividades de detecção de radiação em situações de emergência, incluindo o uso do monitor PRD e procedimentos de monitoração de viaturas.

Superintendente da GPort destacou a importância

O superintendente da Guarda Portuária, José Tadeu Diniz, destacou a importância da capacitação contínua: "A participação em treinamentos como este é fundamental para garantirmos uma resposta eficaz e segura em situações de emergência. A preparação adequada da Guarda Portuária é essencial para proteger os usuários dos portos, o público em geral e o meio ambiente. Além disso, o evento reúne outros agentes de segurança pública, o que contribui para a integração das capacidades de resposta de diversos órgãos públicos".

Participantes

Além da Guarda Portuária, participaram do treinamento a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Grupo de Operações com Produtos Perigosos do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (GOPP/CBMERJ), o Batalhão de Polícia de Choque da Polícia Militar (BPChq/PMERJ), a Marinha do Brasil (MB) e operadores portuários.


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sábado, 10 de dezembro de 2022

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EXERCÍCIO DE SEGURANÇA FÍSICA NUCLEAR É REALIZADO NO PORTO DO RIO DE JANEIRO

 

A ação foi coordenada pelo GSI em conjunto com a CONPORTOS

O Porto do Rio de Janeiro sediou, no período de 23 a 25 de novembro, o Exercício de Segurança Nuclear em Porto (ESFPORTO 2022).

 A ação foi coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), Órgão Central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON), em conjunto com a Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CONPORTOS) e a Comissão Estadual (CESPORTOS-RJ).

Além da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Autoridade Portuária que administra o Porto do Rio de Janeiro, o exercício envolveu dezenas de organizações públicas federais, estaduais e municipais, e algumas empresas privadas. A atividade foi realizada na modalidade “exercício de mesa”, em que situações fictícias foram analisadas pelos órgãos participantes, que operaram no Centro de Comando e Controle de Segurança Portuária (CCCSP) do Porto do Rio de Janeiro.

Para o superintendente da Guarda Portuária (GPort), José Tadeu Diniz, além de treinar o pessoal para pronta-resposta diante de uma emergência nuclear em área portuária e promover a interação entre as instituições, o exercício é uma boa oportunidade para aprimorar a gestão de risco: “Por meio dessa atividade, podemos identificar vulnerabilidades, conhecer as ameaças e adotar as boas práticas de prevenção. Sabemos que a probabilidade de ocorrerem acidentes dessa natureza é muito baixo, mas devemos estar sempre preparados, porque as consequências seriam desastrosas para a população, o meio ambiente e a economia”.

Segundo a gerente de Riscos de QSMS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde) da Docas do Rio, Jussara Mendes, o exercício ocorreu conforme o planejamento e foi bem-sucedido. “Participo do exercício desde 2020 e perseguimos o objetivo de estabelecer um grupo de trabalho sólido para compor uma ação integrada para elaboração de protocolo de resposta para Operações de Carga de classe 7. Foi perceptível o engajamento e comprometimento dos participantes em apresentar soluções inteligentes e integradas para cenários como esse”.

ESFPORTO

O ESFPORTO tem por objetivos testar a efetividade dos protocolos de atuação integrada, elaborados pela CONPORTOS e pela CESPORTOS-RJ, durante uma operação portuária com carga nuclear ou radiológica; propor aperfeiçoamentos aos referidos protocolos, a fim de utilizá-los como base em outros portos de interesse do Programa Nuclear Brasileiro (PNB); e testar a capacidade de comando e controle do Centro Integrado de Comando e Controle Regional.

Organizações participantes

O GSI participou por meio do Departamento de Coordenação Nuclear (DCNuc) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). As demais instituições participantes foram: Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), Superintendência Regional de Polícia Federal do Rio de Janeiro (SR/PF/RJ), Coordenação de Enfrentamento ao Terrorismo da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal (CET/PF), Núcleo de Polícia Marítima da Delegacia Regional Executiva da SR/PF/RJ, Guarda Portuária (GPort), Polícia Rodoviária Federal (PRF), CONPORTOS e CESPORTOS-RJ/; Ministério da Defesa, por meio do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Comando da Marinha do Brasil (MB), Comando do Exército Brasileiro (EB) e Comando da Aeronáutica (FAB); Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB); Ministério da Infraestrutura, por meio da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA); Ministério da Saúde; Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SNPDC); Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ); Companhia Docas do Rio de Janeiro; Indústrias Nucleares do Brasil (INB); Eletronuclear; Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM), Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), Secretaria de Estado de Defesa Civil, por meio do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA); Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da Guarda Municipal, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e do Centro de Operações do Município do Rio de Janeiro (COR); Praticagem do Rio de Janeiro; e as empresas MultiRio e ICTSI-Rio, arrendatárias dos terminais de contêineres do Porto do Rio de Janeiro.


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