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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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terça-feira, 10 de maio de 2022

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OPERAÇÃO CONJUNTA FISCALIZA TERMINAIS DE GRANÉIS NO PORTO DE SANTOS

 

Antaq emitiu 28 Notificação de Correção de Irregularidade (NOCI) e houve nove autuações de trânsito efetuadas pela Guarda Portuária (GPort)

A Operação Porto Limpo, foi realizada de 25 a 29 de abril, no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, e fiscalizou 14 Terminais de Granéis Sólidos, Operadores, Terminais de Uso Privado (TUP), a Santos Port Authority (SPA), além de caminhões que circulam em vias públicas da área portuária.

Ação Conjunta

A operação, liderada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), contou com a participação de 11 órgãos públicos e 50 agentes de fiscalização.

Participaram o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Marinha do Brasil (MB), Grupamento de Patrulhamento Naval do Sudeste, da Capitania dos Portos, Unidade de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Receita Federal do Brasl (RFB), Guarda Portuária (GPort), da Autoridade Portuária, Ministério do Trabalho (MT) e da Prefeitura Municipal de Santos (PMS).

Objetivo

O objetivo da ação foi aferir as condições de higiene e limpeza das operações portuárias e verificar o cumprimento das melhores práticas no controle da proliferação de fauna sinantrópica (composta por espécies de animais que interagem de forma negativa com a população humana), para evitar doenças e outros danos causados pela sujeira provocada por materiais que caem no solo. 

Uso de Drones

Os agentes contaram com ajuda de drones, que sobrevoaram os terminais e auxiliam na vistoria, flagrando material espalhado pelo solo e em mal estado, por exemplo.

Esgoto

Os agentes, a partir de denúncia recebida, verificaram irregularidades envolvendo descarte de esgoto para o canal do Porto - cuja origem não foi identificada. A Autoridade Portuária foi notificada pela Antaq a tomar providências.

Linhas Férreas

Além dos terminais, também foram fiscalizadas linhas férreas em razão de denúncias sobre vazamento de cargas dos vagões de soja, milhos e outros produtos, que apodrecem nos trilhos e provocam poluição.

O Instituto seguirá com a averiguação das irregularidades ambientais detectadas na operação: “A Antaq entendeu que era o momento de juntar as forças com as autoridades e o Ibama vai dar continuidade, vistoriando linhas férreas, com foco nos terminais cujo licenciamento ambiental é de responsabilidade do Instituto”, afirma Ana Angélica Alabarce, chefe da Unidade do Ibama em Santos.

Notificações

Como resultado da Operação Porto Limpo, a Antaq emitiu 28 Notificação de Correção de Irregularidade (NOCI) e houve nove autuações com base no Código Nacional de Trânsito (CNT) efetuadas pela Guarda Portuária (GPort).

De acordo com as normas da Antaq, o ente que foi notificado precisará regularizar aspectos relacionados à higiene e limpeza apontados pelos fiscais da autarquia dentro do prazo estabelecido.

NOCI

As emissões das NOCIs, que é um tipo de instrumento possível de ser utilizado pela agência, são efetuadas pelos agentes de fiscalização após a verificação in loco, em caso de não conformidade.

Uma vez que não seja atendida a notificação no prazo estabelecido, o fiscal lavrará Auto de Infração. Os fiscais utilizam como referência os checklists de higiene e limpeza do SFIS Mobile.

SFIS Mobile

O SFIS Mobile é um aplicativo que permite uma série de facilidades para o servidor da Antaq durante a fiscalização, como a importação das informações das empresas autorizadas, a integração com os bancos de dados, bem como a geração automática de notificações e autos de infração para envio imediato ao regulado.

Movimentação

De acordo com a Antaq, o Porto de Santos ficou em segundo lugar na movimentação de cargas no primeiro bimestre deste ano, movimentando 17,9 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 14,2% em relação ao mesmo período de 2021.

Em relação aos granéis, o Porto de Santos é o que mais movimenta cargas a granel. Em 2021, foram exportadas mais de 30 milhões de toneladas de soja pelo cais santista.


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sábado, 18 de dezembro de 2021

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OPERAÇÃO TAIFA II FISCALIZOU NAVIOS ATRACADOS NO PORTO DE SANTOS

 

A operação contou com a participação de diversos órgãos que atuam no porto

No início do mês foi realizada no Porto de Santos, litoral de São Paulo a “Operação Taifa II”, para verificar os procedimentos de remoção dos resíduos das embarcações. Ela teve início na quarta (01) e foi concluída na sexta-feira (03).

A Santos Port Authority (SPA), empresa que administra o porto, coordenou o grupo que contou com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Capitania dos Portos de São Paulo (Marinha do Brasil)

Objetivo

O objetivo foi de fiscalizar verificar o gerenciamento dos resíduos gerados pelas embarcações e tripulações dos navios atracados no porto

A ação também visou promover a conscientização dos armadores, agentes marítimos e prestadores de serviço sobre as normas vigentes no porto como nas águas jurisdicionais brasileiras.

Operação

A operação, que durou três dias, fiscalizou três embarcações de cruzeiro, duas embarcações graneleiras (uma de carga vegetal e outra de fertilizantes) e duas embarcações de transporte de contêiner.

Nos navios de passageiros os agentes constataram que as tripulações buscam atender os padrões internacionais de sustentabilidade, havendo maior qualidade no gerenciamento do de seus resíduos, no entanto, as autoridades constataram algumas irregularidades nas ações.

Nos cargueiros, por sua vez, foram identificados pontos de atenção, que demandarão uma análise documental mais aprofundada, ao longo dos próximos dias.

Continuidade

A Operação Taifa deverá ter continuidade no início do próximo ano. Nessa nova etapa a operação contará com a participação de outros órgãos, pois será monitorada a rota dos resíduos, desde a coleta nos navios até as unidades de recolhimento e tratamento.

Nome da Operação

O nome da operação (Taifa) é o jargão marítimo para o lixo produzido nos navios.

Reunião de avaliação

No dia 6 de dezembro, foi realizada na sede da empresa que administra o porto, a reunião de avaliação.

Para o diretor de Infraestrutura da SPA, Afrânio Moreira, o destaque da ação é o poder de integração dos órgãos de fiscalização. “Com essa união, as atividades das instituições que atuam no Porto de Santos se complementam e permitem um resultado mais efetivo”, conferindo uma fiscalização completa ao envolver as áreas sanitária, ambiental e de segurança.


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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

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FISCALIZAÇÃO AGROPECUÁRIA NO PORTO DE SANTOS PEGA 55 PRAGAS NESTE ANO

 

Fiscalização de cargas no Porto de Santos — Foto: Divulgação/ABTRA

Doenças, insetos, ácaros e ervas daninhas chegaram com produtos agrícolas

Apesar de a maioria das atividades da economia terem reduzido de ritmo durante a pandemia, o movimento nos portos brasileiros não parou, assim como não pararam de chegar de outros países pragas agropecuárias capazes de trazer prejuízo à produção brasileira.

É comum que pragas entrem no país junto com carregamentos de produtos agrícolas importados. As pragas são seres nocivos às plantas e aos animais. Geralmente são doenças, insetos, ácaros e ervas daninhas.

Neste ano, fiscais do maior porto do país, em Santos, já impediram a entrada no Brasil de 55 pragas agropecuárias. Ao menos oito delas eram consideradas exóticas e nove, sem registro de ocorrência no país.

A maioria das pragas barradas –37 no total– foram as do tipo “não quarentenárias”, que são organismos que geram prejuízos à produtividade da planta e, em consequência, têm graves impactos econômicos na produção.

Os dados são da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.


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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

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VIGIAGRO INTERCEPTA 30 CARGAS COM A PRESENÇA DE PRAGAS OU DOENÇAS NO PORTO DE SANTOS



Entre as cargas estavam frutas com pragas, bacalhau com salmonela e bebidas fora do padrão. Cargas foram devolvidas ao exterior ou destruídas.
A Vigilância do Trânsito Agropecuário Internacional (Vigiagro) no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, impediu a entrada de mais de 2.100 toneladas de cargas irregulares em 2019. Os dados foram obtidos após um levantamento solicitado pelo G1. Essas mercadorias apresentavam riscos ao ingressarem no território nacional e não atendiam a legislação vigente.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é responsável por promover a defesa agropecuária, impedindo a entrada de pragas e doenças exóticas no país e que podem afetar a produção nacional. Ele tem papel importante no controle de alimentos que chegam à mesa do consumidor. Outra linha de ação é o controle dos insumos agropecuários que abastecem a agricultura e pecuária, além da certificação das exportações brasileiras.
Segundo o levantamento do Vigiagro, em 2019, foram interceptadas 30 cargas com a presença de pragas ou doenças que não existem no Brasil e que tem potencial de causar dano econômico na produção nacional, caso fossem introduzidas no Brasil.
Entre os produtos controlados e que tiveram seu ingresso proibido no Porto de Santos em 2019 estão:
  • Cargas de maçãs e peras, paletes de madeira e mel importado com presença de pragas exóticas.
  • Amêndoas e castanhas com excesso de micotoxinas (substâncias químicas tóxicas produzidas por fungos) mediante análise laboratorial. O excesso de algumas toxinas em alimentos representa risco ao consumidor, devido a seu potencial carcinogênico.
  • Alhos abaixo do padrão mínimo de qualidade.
  • Bebidas importadas, como sucos e vinhos, que não atenderam os padrões nacionais. Algumas cargas declaradas como refresco não continham os níveis mínimos de suco de frutas exigidos em legislação.
  • Peixes com relação de umidade e proteína fora dos padrões, que indica a adição de água acima do permitido.
  • Lulas com excesso de sódio na composição.
  • Bacalhau com presença de Salmonella.

A verificação de possíveis fraudes por adição de água nos alimentos, análise de DNA para identificação da espécie de pescado e avaliação do perfil microbiológico dos produtos são alguns exemplos das atividades de rotina desenvolvidas na unidade do Vigiagro em Santos.
Segundo o engenheiro agrônomo e o auditor fiscal federal agropecuário André Okubo, além de promover a defesa da produção agropecuária nacional, as ações do órgão protegem o consumidor final que dificilmente encontraria problemas nos alimentos.
“Boa parte dos problemas e fraudes verificadas pelo Ministério da Agricultura, como adição de água ou troca de espécies em peixes, bebidas fora do padrão, fraudes no azeite de oliva, presença de toxinas em castanhas e frutas secas, presença de contaminantes microbiológicos como a salmonella e de substâncias proibidas, dificilmente seriam identificados diretamente pelo consumidor. Muitas vezes o consumidor pode estar colocando em sua mesa alimentos com uma série de problemas sem imaginar. É isso que buscamos evitar", disse.
Ainda segundo o Vigiagro, as cargas que foram barradas no Porto de Santos são rechaçadas ao exterior ou destruídas em território nacional.



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quinta-feira, 25 de julho de 2019

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PORTO DE SANTOS ADOTA TECNOLOGIA INÉDITA PARA FISCALIZAR CARGAS AGROPECUÁRIAS A DISTÂNCIA



Sistema, que utiliza câmeras de alta resolução para liberar cargas animais e vegetais, está em fase piloto em dois terminais. Mesmo processo é adotado oficialmente pela Alfândega há mais de um ano.
Os produtos agropecuários que entram e saem do Porto de Santos, o maior da América do Sul, serão fiscalizados por um novo sistema de inspeção à distância com câmeras de alta resolução, sem a necessidade de conferir a carga presencialmente. A ação é inédita no país, já que o processo não foi implantado em nenhum outro porto brasileiro. A solução tecnológica deve promover agilidade na fiscalização e reduzir o tempo de liberação das cargas de origem animal e vegetal, trazendo menos custos à comunidade portuária.
A Alfândega do Porto de Santos, responsável pela entrada, permanência, movimentação e liberação das mercadorias, implantou em 2015 o sistema Confere (Conferência Física Remota) para agilizar o fluxo das cargas que caem no canal vermelho e exigem uma conferência dos fiscais federais.


O Confere permite a fiscalização das cargas a distância por meio de câmeras já presentes nos terminais. O sistema foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegários (ABTRA), por meio de uma parceria público-privada, em que o órgão público não teve nenhum gasto com a nova tecnologia.
Após prévio agendamento da verificação da mercadoria, a carga é posicionada no local adequado a conferência, em frente às câmeras disponíveis no terminal. Dentro do escritório, o fiscal consegue realizar a análise da carga. Ele mantém contato telefônico e visual com a equipe que está no local, podendo fazer orientações e intervenções a qualquer momento.
"Você posiciona o contêiner na frente da câmera e abre. Com um controle remoto, que fica no escritório, onde está o funcionário público, ele dá um zoom na imagem. Ele pode até pedir para um funcionário do terminal entrar em um contêiner com uma câmera de celular, ou algo assim. Tudo isso é integrado no sistema”, explica o engenheiro e diretor-executivo da Abtra, Angelino Caputo.


Segundo a Abtra, atualmente, oito estações de trabalho da Alfândega de Santos exibem as imagens, em tempo real, da abertura de contêineres captadas por cerca de 250 celulares e câmeras fixas e móveis instaladas em 16 terminais alfandegados.
“Tem as câmeras fixas, de frente para os contêineres, que oferecem uma visão mais periférica e câmeras que tem um zoom ótico. Agora, com a inclusão dos celulares, tivemos a maior definição de detalhes. Tanto as etiquetas como lacres, de diversos tamanhos e colorações. Isso colaborou muito para a fiscalização”, explica a gerente de TI da Abtra, Juliana Rodrigues.
O Confere passou a funcionar, de forma definitiva, na Alfândega do Porto de Santos em 2018, quando as normas foram divulgadas por meio da Portaria Alf/STS 134. De acordo com a Alfândega, o sistema trouxe uma economia de tempo e custos, já que o fiscal pode conferir uma carga e, a seguir, verificar outra em um terminal diferente e distante. Com todos os fiscais em uma sala, o atendimento é centralizado e há maior integração entre eles.
O maior benefício é a maior agilidade na liberação de cargas no cais santista. Atualmente, segundo a Alfândega do Porto de Santos, a Equipe de Conferência (Eqcof) realiza, em média, de 8 a 15 conferências por dia. A solução tecnológica também traz mais segurança ao controle aduaneiro, já que as imagens ficam gravadas e podem ser consultadas em até 120 dias.
Vigiagro e Anvisa


O trabalho de fiscalização no Porto de Santos, além da Alfândega, também é realizado pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – que supervisiona as cargas de origem animal e vegetal – e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – responsável pela execução das atividades de controle sanitário. Os dois órgãos devem começar a utilizar o mesmo sistema já adotado pela Alfândega.
“A partir de troca de experiências e vendo que era possível, o Vigiagro se candidatou a ter também uma solução igual a da Alfândega do Porto de Santos. É o mesmo trabalho”, explica Caputo. Segundo ele, desde o início do ano, a equipe técnica da associação trabalha para desenvolver o Confere Agro, que utilizará as mesmas câmeras empregadas no Confere. A Associação comprou computadores e fez as ligações de fibra óptica. Agora, o sistema sofre ajustes finais para se adaptar as necessidades das equipes do Vigiagro. O investimento, por parte da Abtra, foi de R$ 40 mil.
“É muito barato pelo benefício que traz. Tivemos que fazer uma parte técnica especial para levar as imagens até o escritório do Vigiagro, porque elas estavam sendo levadas somente para a Alfândega. Enquanto a Vigiagro quer ver a questão da barreira sanitária, a Alfândega está vendo mais a questão tributária, o contrabando, cargas ilícitas. É o mesmo sistema para os dois, mas o que eles estão olhando são coisas diferentes“, explica Caputo.
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento, o sistema encontra-se já instalado na sede do Vigiagro, em Santos, e está pronto para utilização em todos os recintos alfandegados de contêiner do Porto. O processo está em fase piloto, sendo efetuadas fiscalizações em dois terminais alfandegados.
Nas últimas duas semanas, no Porto de Santos foram realizadas algumas verificações de importação de azeite, vinhos, alhos, fertilizantes e defensivos agrícolas, por exemplo, com bons resultados iniciais. E, se alcançando os resultados esperados, o planejamento é expandir o processo para os demais recintos do Porto.
Para Caputo, os sistemas trazem mais agilidade ao burocrático processo de liberação de cargas de exportação e importação, reduzindo o custo e trazendo mais competitividade ao Porto de Santos no cenário do comércio exterior. Sendo a maior porta de entrada do Brasil, o cais santista se torna um modelo para outros portos brasileiros.
“O embrião é Santos. A Alfândega já está sinalizando que vai fazer projetos em outros portos, estamos à disposição para ajudar. Se não tem gente, tem que colocar tecnologia no lugar e temos uma solução própria que funciona e já está comprovada. Se funciona em Santos, funciona em qualquer outro lugar”, finaliza Caputo.
Fonte: G1 Santos-SP



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