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GUARDA PORTUÁRIA INICIA TREINAMENTO DA PLATAFORMA MURALHA DIGITAL NO PORTO DE SANTOS

Sistema utiliza tecnologias de monitoramento e inteligência para apoiar a gestão operacional e a segurança portuária A Guarda Portuária da...

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terça-feira, 28 de setembro de 2021

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FRAUDE NA IMPORTAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS PELO PORTO DE SANTOS

 

 Foto: Reprodução/TV Tribuna

Receita lavra auto de infração de mais de R$ 2 bi

Para garantir a execução fiscal, a Justiça bloqueou combustíveis, contas bancárias, imóveis e carros de luxo a pedido da Procuradoria da Fazenda Nacional.

A Receita Federal lavrou um auto de infração de R$ 2,06 bilhões contra uma grande empresa internacional sediada em São Paulo. Conforme o órgão, a organização teria utilizado uma pequena distribuidora de combustíveis para importar, por meio do Porto de Santos, derivados de petróleo sem o devido pagamento de tributos.

Essa empresa trata-se de uma trading, que é uma organização que visa a facilitação do processo de importação e exportação de mercadorias entre negociantes em países distintos. De acordo com a Receita Federal, além de ocultar quem era a real importadora da carga, o esquema buscou favorecer a empresa, uma vez que a distribuidora conseguiu, na Justiça, liminar para obter prazo maior para o pagamento dos tributos relacionados à importação.

Segundo a Receita, a distribuidora nunca havia atuado no comércio exterior e só trabalhava com etanol. Após obter a liminar, foram realizadas mais de 200 importações, com valor total declarado de R$ 1,24 bilhão.

Porém, mesmo após o vencimento do prazo dilatado, os tributos não foram pagos e deixaram de ser recolhidos R$ 309,12 milhões em PIS/Cofins e Cide-Importação. A liminar foi então revogada e a Justiça determinou o bloqueio das cargas que viessem a ser importadas para garantir o pagamento dos tributos. A distribuidora, porém, parou de realizar importações.

A pedido da Procuradoria Regional da Fazenda Nacional (PRFN) em São Paulo, a Justiça já determinou a indisponibilidade dos bens de todos os contribuintes envolvidos e de empresas que blindavam o patrimônio deles. Além do sujeito passivo principal, há mais cinco responsáveis pela infração, sendo um deles sócio oculto.

Segundo a Receita Federal, foram bloqueados combustíveis armazenados em Santos, R$ 2,75 milhões em contas bancárias, bens imóveis e 12 veículos, incluindo carros de luxo, como uma Lamborghini, um Jaguar, um Volvo e dois Audis.

SAIBA MAIS: FAZENDA ESTADUAL E ANP INVESTIGAM IRREGULARIDADES NO SETOR DE COMBUSTÍVEIS NO PORTO DE SANTOS


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quarta-feira, 12 de junho de 2019

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CODESP É ALVO DE SUPOSTA FRAUDE TRABALHISTA


Sob pretexto de 'serviço externo', guardas estariam trabalhando em outros locais, mas mantendo salário da Codesp
Os ministérios públicos Estadual e Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU) receberam, simultaneamente, uma denúncia de suspeita de fraude no ponto de 29 guardas portuários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). A fonte que enviou o documento ao Diário do Litoral revela que os órgãos já estão solicitando documentos oficiais à Direção da autoridade portuária. Os guardas estariam exercendo outras atividades no horário de trabalho, mas recebendo seus salários normalmente.
A questão envolve o procedimento denominado "serviço externo". Segundo denúncia, os guardas, por autorização das então gerências de Operações e de Inteligência, deixariam de registrar o ponto eletrônico biométrico, que prevê seis horas diárias por turno de revezamento durante cinco dias por semana e garante adicionais, horas extras e o descanso semanal, para ficarem livres em outras funções desligadas da Guarda Portuária como, por exemplo, trabalhar na Polícia Civil.
"Ocorre que os guardas estão exercendo jornadas que não existem no contrato de trabalho, todas durante o dia, e inferior a 24 dias trabalhados/mês e com finais de semana e feriados livres, não tendo direito a adicionais, mas os recebendo como se turno fizessem", revela o denunciante, relacionando todos os guardas nessa situação e solicitando aos MPs e TCU que solicitem os registros biométricos, escalas de trabalho e comprovantes de pagamento para provar a "fraude".

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Para o denunciante, o "serviço externo" nada mais é do que pagamento de vantagens indevidas, para manutenção de um círculo vicioso de poder e permanência no cargo, demonstrando total incapacidade e desídia com a coisa pública. "Gostaria que todos os valores (salários pagos indevidamente) fossem devolvidos e os integrantes sejam responsabilizados pelo total desrespeito com os demais trabalhadores da Codesp", finaliza o denunciante.
Sem curso
Não é a primeira vez que são denunciados problemas envolvendo a Guarda Portuária. Conforme publicado em abril último, ao assumir a Superintendência da Guarda, o ex-militar Luis Fernando Baptistella não tinha o Curso Especial de Supervisor de Segurança Portuária, conforme preconiza a Portaria 350, de 1º de outubro de 2014, da Secretaria dos Portos. Portanto, não poderia ter assumido o cargo. Na ocasião, a a Codesp confirmou a informação.
Para exercer a superintendência da Guarda, Luis Baptistella teria que cumprir o que preconiza a Constituição da Unidade de Segurança, que prevê a organização e as ações de formação, aperfeiçoamento e capacitação específica e continuada da Guarda Portuária. O curso tem ainda que ser atualizado conforme resolução específica da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis - Conportos. E ele ainda teria que ter experiência mínima de cinco anos devidamente comprovada na área de segurança.
Procurada, a Codesp informou que a realização do curso prevê que o candidato tenha vínculo empregatício com a companhia e que Luis Fernando Baptistella faria o referido curso, destacando que o currículo do comissionado e sua experiência em temas como ISPS Code, inteligência e contrainteligência, entre outros, são superiores à qualificação exigida pela Portaria nº 350.
Sobre a questão da suposta fraude, informou que não recebeu qualquer solicitação dos órgãos citados. "Destacamos que a empresa tem envidado esforços no sentido de coibir práticas incorretas com o compromisso de adotar todas as medidas administrativas no caso de procedência de tal denúncia, em linha com as melhoras práticas de governança e atendimento ao interesse público.


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.                                                                                             

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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

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DOIS MILITARES DA MARINHA SÃO PROCESSADOS POR CORRUPÇÃO



Além deles, há 6 despachantes navais acusados por fraudes em documentos de barco

Dois militares e seis despachantes navais são réus em processo que apura a agilização da emissão de títulos de inscrição de embarcação (TIEs), sem a observância das regras exigidas pela Marinha e mediante o pagamento de propinas. Em um período de sete meses, compreendido entre 1º de janeiro e 31 de julho de 2013, 620 embarcações foram beneficiadas com o esquema criminoso.
Os militares são um suboficial e um primeiro-sargento da Marinha. Eles e os seis despachantes navais foram denunciados em 31 de outubro de 2017 pelo promotor de Justiça Militar Adilson José Gutierrez. O crime atribuído aos agentes públicos é o de corrupção passiva, enquanto aos demais é o de corrupção ativa, ambos previsto no Código Penal Militar (CPM).
A denúncia do Ministério Público Militar (MPM) teve por base Inquérito Policial Militar (IPM). De acordo com a apuração administrativa da Marinha, o suboficial e o sargento serviam na Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) e eram os responsáveis pela emissão dos TIEs e pelo registro dos barcos e dos seus donos no Sistema de Gerenciamento de Embarcações da Marinha (Sisgemb).
Segundo o promotor Gutierrez, os 620 TIEs foram emitidos mediante a utilização de senha e login pessoal do sargento. Em todos os casos, o banco de dados do Sisgemb foi alimentado fora da Seção de Cadastro de Embarcações da CPSP, conforme atesta laudo pericial. A ação penal foi distribuída à 1ª Auditoria da 2ª Circunscrição Judiciária Militar. Na hipótese de condenação, a pena pode atingir dez anos e oito meses de reclusão.
Auditoria
Inicialmente, um homem detectou dois motores de barcos adquiridos por ele registrados em nome de um terceiro, que sequer conhece. Alertada sobre o ocorrido e na tentativa de apurar o que imaginava ser um erro, a CPSP descobriu que se tratava de fraude. Na época, o capitão de mar e guerra Marcelo Ribeiro de Souza, comandante da Capitania dos Portos, determinou uma auditoria para verificar a real extensão do problema.
De um total de 902 operações no período investigado, 620 foram realizadas irregularmente, com a emissão de TIEs sem a apresentação dos documentos necessários. O capitão de mar e guerra Ricardo Fernandes Gomes sucedeu Ribeiro de Souza no comando da CPSP e determinou o bloqueio das 620 embarcações com os títulos de inscrição falsos, durante o IPM aberto para apurar o caso.
“Os dois denunciados (suboficial e sargento), em comunhão de desígnios, articularam um esquema criminoso para emitir rapidamente essa enorme quantidade de TIEs sem a necessidade de obediência a regras técnicas exigidas pela Marinha, tudo em troca de dinheiro dos proprietários e/ou de despachantes navais interessados”, descreveu o promotor Gutierrez em sua denúncia.
Os militares tiveram o sigilo bancário quebrado judicialmente. “Intensas transferências de dinheiro” foram constatadas entre as contas de uma despachante e o suboficial, frisou o promotor, para quem tais transações demonstram que este militar “fazia da mercancia de sua função pública um meio criminoso de vida”. Outro despachante admitiu realizar pagamentos ao suboficial em espécie e em cheques de terceiros.
Defesas
Os advogados da maioria dos réus afirmaram que não houve fraudes e que demonstrarão a inocência dos clientes. Fábio Hypolitto defende dois despachantes e diz que, durante o IPM, eles não puderam apresentar provas. “Durante o processo penal, com a garantia do contraditório e da ampla defesa, será demonstrado que são inocentes”. Defensores de outro despachante, Valéria Bernardes Vieira e Wagner Bernardes Vieira declararam que “não há nos autos qualquer elemento que incrimine o seu cliente, acreditando veementemente na absolvição do mesmo”. A defesa do suboficial não retornou ligação da Reportagem, que não conseguiu contato com os advogados de outros dois despachantes. Alexandre Vasconcellos Lopes, advogado do primeiro-sargento, disse que o IPM não comprovou nenhum depósito ou transferência suspeita na conta do militar, alegando que a senha pessoal dele deve ter sido usada indevidamente por alguém, porque as fraudes ocorreram fora da Capitania dos Portos. O advogado Pedro Luiz Bizzo defende outro réu, “que é dono de marina, não despachante, e nada fez de irregular”.
Esquema motiva mudanças
A descoberta do esquema revelado no IPM motivou alteração do sistema de expedição de TIEs. “Foram realizadas mudanças significativas no procedimento para a emissão de documentação, visando obstar (dificultar) a repetição da prática fraudulenta, evitando, assim, transtornos para toda a sociedade. A Marinha do Brasil lamenta o ocorrido, reafirma a sua postura de zelar pela integridade na conduta de seu pessoal e não hesita em coibir tais práticas delituosas”, destaca nota da instituição.
A principal mudança foi a criação do Grupo de Atendimento ao Público (GAP), segregando as funções de recebimento dos documentos e de lançamento dos dados no Sisgemb. Desse modo, evita-se o contato das pessoas que operam o sistema com as partes interessadas.
Ao justificar a implantação do GAP, a Marinha ressalva em seu comunicado que as fraudes ocorreram fora da Seção de Cadastro de Embarcações. Outra medida de segurança aplicada é a verificação de protocolo no Sistema de Atendimento ao Público (Sisap).
Desse modo, quando alguém apresenta requerimento à Capitania dos Portos é feito o registro de atendimento, gerando um número de protocolo do Sisap. A documentação é encaminhada à Seção de Cadastro para que seja incluída no Sisgemb. Nesse momento se verifica a existência e a conferência do protocolo.
Por fim, a nota salienta que os militares da Seção de Cadastro não possuem credencial no sistema para fazer o registro de atendimento, ou seja, gerar um protocolo. De mesmo modo, os militares do GAP não possuem credencial para alteração do Sisgemb. O número de protocolo é informação constante do TIE, o que conclui a conferência dos dados.
De acordo com a Marinha, os dois militares que viraram réus foram imediatamente afastados das funções, ainda na fase do IPM, mas a eventual aplicação de sanção é de competência exclusiva da 2ª Circunscrição Judiciária Militar, porque a conduta atribuída aos acusados configura-se crime previsto no Código Penal Militar.


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quinta-feira, 13 de julho de 2017

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DESVIO NA EMAP: MAIS UM ESCÂNDALO NO GOVERNO FLÁVIO DINO




PF deflagrou operação com o objetivo de apurar fraude de licitação
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta manhã (12), a operação Draga, com o objetivo de apurar fraude na licitação, execução e fiscalização da obra de dragagem de aprofundamento do P-100 ao P-104 do Porto do Itaqui em São Luís.
Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão (MBA) nas cidades de São Luís, São José dos Campos (SP) e Rio de Janeiro, expedidos pela Justiça Estadual – Central de Inquéritos e Custódia da Comarca da Ilha de São Luís. A operação contou com a participação de cerca de 40 policiais federais.
A PF cumpriu três mandatos em São Luís: um no Porto do Itaqui, um na residência do Coordenador de Projetos da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) e um na residência do Diretor de Engenharia da Emap. Além disso, foi determinada pela justiça a proibição de acesso ou frequência do Coordenador de Projetos e do Diretor de Engenharia, e suspensão do exercício de sua função pública pelo prazo de 90 dias.
Foram também cumpridos três mandatos em São José dos Campos (SP): um na empresa Fotogeo, e dois na residência de seus sócios. E por fim, no Rio de Janeiro foi cumprido um na Empresa Jan de Nul.
A obra de dragagem de aprofundamento do P-100 ao P-104 do Porto de Itaqui foi executada pela Empresa an de Nul do Brasil Drenagem LTDA de dezembro de 2014 a março de 2015, com o custo total de R$ 62.127.990,92. A fiscalização ficou a cargo da empresa Fotogeo, com o custo de R$ 1.528.658,36.
A investigação teve início com as declarações de um ex-funcionário da Emap, empresa estadual que administra o Porto do Itaqui em São Luís. O ex-funcionário declarou que apesar de ocupar a função de Gerente de Projetos, cargo no qual deveria acompanhar a execução da obra, o andamento da obra foi deliberadamente omitido do ex-funcionário, com o possível objetivo de ocultar fraudes. A responsabilidade pela execução dos contratos (execução da obra e fiscalização) coube ao Coordenador de Projetos, enquanto que o gestor do contrato foi o Diretor de Engenharia da Emap.
A fiscalização da execução da obra de dragagem se deu através do processo de batimetria, que consiste na medição das profundidades dos mares e lagos por meio de referenciação por ultrassons.
Sem o processo de batimetria não é possível fiscalizar adequadamente a execução da obra, já que a análise envolve a topografia antes, durante e após a execução. A realização do processo de batimetria apenas após a execução, por exemplo, não permite verificar quantos metros cúbicos de sedimentos foram efetivamente dragados.
Segundo declarações do ex-funcionário e indícios colhidos durante a investigação, a Empresa Fotogeo não estava realizando a batimetria, mas apenas copiando os dados fornecidos pela própria empresa responsável pela execução da obra, Jan de Nul, e esses fatos eram de conhecimento do Coordenador de Projetos e Diretor de Engenharia. A lancha, por exemplo, supostamente utilizada pela empresa Fotogeo para realizar a batimetria estava alocada para a Empresa Jan de Nul.
Há também indícios de fraudes na obra de dragagem em si, como a ausência de fiscalização (batimetria) pela empresa Fotogeo, a aparente manipulação na sindicância instaurada para apurar os fatos referentes à fiscalização e o sobrepreço dos custos de mobilização/desmobilização e da obra de dragagem em si. O custo de mobilização/desmobilização da obra foi de R$ 32 mi, enquanto que o custo da obra em si foi de R$ 28 mi, ou seja, o custo da mobilização/desmobilização foi superior ao da própria obra.
Em obras similares, os valores envolvidos foram bem menores:

Também foram observados indícios de sobrepreço do material dragado em comparação com obras similares:

A Empresa belga Jan de Nul já foi citada em colaborações premiadas no contexto da Operação Lava Jato, em fraudes similares pelo Brasil. Considerando que os recursos empregados na obra são de origem estadual, segundo acórdão do Tribunal de Contas da União, a competência para julgamento dos fatos é da Justiça Estadual, responsável pelo deferimento dos mandados de busca no Porto de Itaqui, especificamente na Emap e nas Empresas Fotogeo e Jan de Nul, além das residências do Coordenador de Projetos e do Diretor de Engenharia da Emap, e dos sócios da empresa Fotogeo.
Nota da Emap
A EMAP – Empresa Maranhense de Administração Portuária – informa que na manhã desta quarta-feira, 12 de julho de 2017, houve o cumprimento de um Mandado de Busca e Apreensão, referente ao processo de dragagem realizado pela empresa Jan De Nul do Brasil e serviço de batimetria realizado pela empresa Fotogeo, ambos licitados em 2014, ainda na gestão passada, e executados no começo de 2015.
A decisão judicial refere-se a fatos que remontam ao ano de 2009, ainda em debate administrativo no âmbito do Governo Federal.
Os serviços foram concluídos e a batimetria foi homologada pela Marinha do Brasil. A EMAP colabora com toda e qualquer investigação, reafirmando o compromisso da atual gestão com a transparência e probidade.

Fonte: O Estado-MA

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domingo, 9 de julho de 2017

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GUARDA PORTUÁRIA DESMONTA ESQUEMA DE FRAUDE




Esquema envolvia obtenção de permissões de acesso ao cais do Porto do Rio de Janeiro

A Corregedoria da Guarda Portuária em conjunto com o setor de permissões desmontou, na última terça-feira (04/07), um esquema de fraude na obtenção de permissões de acesso ao cais do Porto do Rio de Janeiro. O suspeito da fraude utilizava dados de uma empresa regularmente cadastrada, falsificando assinaturas dos representantes legais dessa empresa, de documentos de veículos e Cartas de Recomendação de Arrendatárias. No veículo do suspeito foram apreendidos documentos falsificados e até um carimbo do Supervisor de Segurança de uma arrendatária.
A ação foi planejada para efetuar a detenção do suspeito no momento em que este foi retirar novas permissões de acesso ao cais, na última terça-feira (04/07). O infrator foi encaminhado a 17ª Delegacia de Polícia – São Cristóvão, onde foi aberto inquérito por falsificação de documento público. A Companhia Docas do Rio de Janeiro informa que providências serão tomadas para identificar outros envolvidos no esquema e possíveis delitos de maior gravidade, como contrabando e desvio, relacionados ao mesmo crime. A Companhia informa que as investigações ainda estão sob sigilo.

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