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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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sexta-feira, 18 de agosto de 2023

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GUARDAS PORTUÁRIOS DA BAHIA PARTICIPAM DE CURSO DE OPERADOR DE DRONE

 

O objetivo é capacitar os guardas no uso da tecnologia de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas – RPAS/Drone

Os guardas portuários dos portos públicos da Bahia, vinculados a Companhia Docas da Bahia (CODEBA), que administra os portos de Salvador e Ilhéus, participaram do Curso de Operador de Drone (COPDRONE).

O curso, ofertado pelo Serviço de Inteligência da Guarda Civil Municipal de Salvador (GCMS), teve as aulas teóricas realizadas no Grupamento de Operações Especiais da GCMS com o objetivo de capacitar profissionais de Segurança Pública para atuarem em suas atividades por meio do uso da tecnologia de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas – RPAS/Drone.

Além da Guarda Portuária (G), o curso contou com a participação de outros órgãos como Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Marinha do Brasil, ABIN e Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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quarta-feira, 10 de novembro de 2021

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AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS - SPA E GUARDA PORTUÁRIA: LOBO EM PELE DE CORDEIRO?

 

Guardas portuários foram obrigados a realizar horas extras acima dos limites legais

Dentre as grandes mudanças ocorridas recentemente no país, fruto da indignação política contra a corrupção, um novo discurso (quase um mantra) surgiu na sociedade brasileira, principalmente na administração de algumas estatais, entre elas a SPA - antiga Codesp - que em um processo de “modernização” trocou até de nome. Nesse “novo” discurso, palavras como profissionalização, eficiência, competência, integridade etc., eram entoadas por todos os lados. Parecia que sairíamos de um modelo ultrapassado, pré-histórico de gestão, para o que há de mais atual e bem informado sobre as novas tendências do mercado. Nada de apadrinhados políticos ou de qualquer outra espécie, mas somente profissionais altamente qualificados haveriam de colocar a empresa em níveis mais elevados.

De fato, muito do que foi anunciado se concretizou, algumas práticas inadequadas e antiquadas foram dando lugar a outras novas e, podemos dizer, boas práticas de gestão. No âmbito das finanças, o que dizer então? A SPA passou a ser uma empresa lucrativa e, há, para o ano que vêm, até uma promessa de PLR. Contudo, nem tudo é digno de louvor. Se olharmos a situação financeira dos “colaboradores” (gostam de chamar assim) a situação somente piorou. Cortaram horas extras, não tiveram sequer a reposição da inflação e outras sequencias quase infinitas de maldades vêm acontecendo. Até para uns poucos privilegiados que nesse período tornaram-se “chefes” a coisa não anda muito boa.

LEIA TAMBÉM: TERRORISMO PSICOLÓGICO NO PORTO DE SANTOS

Mas, vamos ao que interessa: o que temos entre nós afinal? Uma gestão de lobos ou de cordeiros? Bem, se formos julgar pelo que há de mais atual em termos de gestão precisaríamos falar no tal de ESG. Não o faremos neste momento, mas apresentaremos aqui alguns conceitos básicos para que possamos chegar a uma análise e julgamento adequado da pergunta formulada acima.

A sigla ESG, em inglês, significa Environmental, Social and Governance, ou traduzindo: Ambiental, Social e Governança. Estas três características juntas criam as melhores práticas que devem ser implementadas para demonstrar não só a solidez de uma empresa, mas também a sua preocupação e, principalmente, atuação, contra riscos à sustentabilidade. A nomenclatura segue os 10 princípios do pacto global, que são: 1. Respeito e proteção aos direitos humanos reconhecidos internacionalmente; 2. Garantia de que a empresa não participa da violação dos direitos humanos; 3. Apoio à liberdade de associação e o reconhecimento à negociação coletiva; 4. Eliminação completa e absoluta do trabalho forçado ou compulsório; 5. Abolição do trabalho infantil; 6. Eliminação de discriminações no trabalho; 7. Apoio preventivo aos desafios ambientais; 8. Criação de iniciativas para promover maior responsabilidade social; 9. Incentivo às tecnologias ambientalmente amigáveis; 10. Combate à corrupção em todas as suas formas.

Vamos nos atentar aqui, hoje, somente nos itens 4 e 6 do Pacto Global e analisar as recentes ações da SPA. No item 4 vemos o título: eliminação completa e absoluta do trabalho forçado ou compulsório. Recentemente, devido à elevação de nível de segurança, diversos colegas foram chamados a trabalhar compulsoriamente em regime extraordinário, ou seja, foram obrigados a trabalhar independentemente de sua vontade, acima dos limites legais, inclusive colegas em cargos comissionados. Vejamos como é a definição de trabalho forçado no Manual elaborado pela OIT1: “Todo trabalho ou serviço que for extraído de qualquer pessoa sob ameaça de qualquer penalidade para o qual a referida pessoa não tiver se oferecido voluntariamente”. Bom, acontece que alguns guardas portuários foram obrigados a realizar horas extras acima dos limites legais e contra sua vontade. Foi-lhes dito que se recusassem a dobra teriam que apresentar os motivos na corregedoria (o que, como veremos, configura o trabalho forçado). Contudo, se ainda restam dúvidas, se alguém alegar que este manual não se aplica ao caso em questão, vejamos o que está escrito no mesmo manual na pág. 13 para facilitar a identificação de trabalho forçado na prática: “Compulsão psicológica, ou seja, uma ordem de trabalhar reforçada por ameaça plausível e penalidade por descumprimento”, e, ainda, na segunda parte do manual no item 3 – “práticas exploradoras” tais como horas extras forçadas. Mais à frente, na pág. 23, no item 3 – de perguntas e respostas - vemos o seguinte: “exigência de trabalhar horas extras para cumprir prazos de produção pode ser considerada trabalho forçado? A obrigação de trabalhar horas extras não é considerada trabalho forçado se mantida dentro dos limites permitidos pela legislação nacional ou acordada em acordos coletivos. Isto significa que, de acordo com padrões internacionais, o trabalho forçado somente ocorre se for obrigatório trabalhar horas extras para além dos limites semanais ou mensais permitidos pela lei, independentemente dos motivos para tais horas extras. Se o empregador exigir que os trabalhadores trabalhem sob tais condições, em clara violação à lei e sob a ameaça de penalidade, pode ocorrer trabalho forçado”.

Cremos que tal situação está clara o suficiente. A SPA está infringindo itens da convenção 29 da OIT, o que não é nada bom, pois as empresas que forem identificadas como estando envolvidas em tais atividades podem ser processadas e seus gestores punidos na forma da lei. Além disso, as alegações de trabalhos forçados representam riscos legais, bem como sérias ameaças à reputação da marca e da empresa. A eliminação do trabalho forçado é um elemento chave dos códigos de conduta e outras iniciativas RSC (Responsabilidade Social Corporativa). As empresas – em especial aquelas que abastecem mercados consumidores e têm uma marca de grande valor – enfrentam expectativas novas e crescentes de que a produção irá cumprir certos critérios sociais e de direitos humanos. Por fim, o trabalho forçado é moralmente inaceitável. Esperamos, sinceramente, que a SPA reveja seus valores, para que tais atos não venham a manchar a reputação e marca que com tanto empenho seus gestores têm procurado consolidar.

Passemos agora ao item 6 do Pacto Global: Eliminar a discriminação no emprego. Ora, sequer é preciso uma longa explicação sobre isso quando até fizeram uma lista (oculta) baseada em ganhos e idade (?) para “escolher” quem pode ou não realizar horas extras. Melhor deixar os próprios gestores se explicarem, ou melhor, se desculparem e corrigirem o erro, pois de acordo com o Manual para a realização de horas extras, o que parece evidente é que usaram de um chamado princípio de economicidade para efetuar descaradamente a discriminação no trabalho. A pergunta que fica é: É sério que os atuais gestores da SPA pretendem enfrentar essas questões no ministério do trabalho ou prevalecerá o bom senso desta vez?

1.Combate ao Trabalho Escravo: um manual para empregadores e empresas / Organização Internacional do Trabalho - Brasília: OIT, 2011

Fonte: Sindaport/ A Diretoria


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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

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GUARDAS PORTUÁRIOS PARTICIPAM DE CURSO DE DEFESA PESSOAL REALIZADO PELA ANP

 

O curso Básico de Bastão Retrátil foi promovido pela Academia Nacional de Polícia (ANP)

Dois representantes da Guarda Portuária do Porto de Fortaleza participaram do 35º Curso Básico de Bastão Retrátil promovido pela Academia Nacional de Polícia (ANP).

Eles foram convidados da Superintendência Regional da Polícia Federal no Ceará (PF-SR) e do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM).

O curso, voltado para a defesa pessoal, aconteceu no Centro Recreativo B-25, no bairro Parreão, entre os dias 19 e 23 de julho.

O treinamento reuniu servidores da Polícia Federal e convidados com o objetivo de capacitá-los por meio de táticas de paralisação e imobilização com o bastão retrátil, uma arma branca não letal utilizada por profissionais da segurança contra invasores e agressores.

Aluno do curso, o coordenador da Guarda Portuária do Porto de Fortaleza, Enéas Braga, avaliou como positiva a instrução e disse que fará um alinhamento com sua equipe.



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segunda-feira, 26 de abril de 2021

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GUARDAS PORTUÁRIOS DE SANTOS E SÃO SEBASTIÃO SERÃO VACINADOS CONTRA A COVID-19

 

Categoria faz parte do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP)

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), os guardas portuários que atuam em Santos e São Sebastião, serão incluídos na vacinação contra Covid-19 para os profissionais da segurança pública e devem receber a primeira dose do imunizante nas próximas semanas.

O cronograma de vacinação foi discutido durante uma reunião realizada na última sexta-feira (23) no 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior (6º BPMI), onde estavam presentes representantes da PM, da Superintendência da Guarda Portuária (GPort), que é subordinada à Autoridade Portuária de Santos, do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport) e do deputado Estadual Tenente Coimbra (PSL).

Na ocasião foi discutido o cronograma da vacinação. A categoria receberá a vacina da Astrazeneca e da Universidade de Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além dos guardas portuários dos dois portos do estado, aproximadamente 346, também serão imunizados alguns policiais que estavam impedidos de serem vacinados no início da campanha. Os guardas portuários de São Sebastião deverão se deslocar até a região para tomar a vacina contra a covid-19. No ato da imunização, os profissionais serão informados sobre a data da segunda dose.

“Ficamos muito contentes com essa conquista. Como integrante operacional do Susp, e estando envolvida nas ações de vigilância, com contato direto e constante com o público, inclusive estrangeiro, era de grande importância que a Guarda Portuária fosse incluída na lista de prioridades para imunização”, avaliou Tenente Coimbra.

SUSP

Os guardas serão imunizados porque a Guarda Portuária está inserida no Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e, por isso, terá direito à imunização no grupo prioritário que inclui os profissionais da Segurança Pública

A corporação também faz parte da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos).

Mobilização

Foto: Carlos Nogueira / Jornal A Tribuna

No início deste mês, os guardas portuários fizeram um protesto em frente ao edifício-sede da Autoridade Portuária reivindicando a vacinação contra a covid-19 para a categoria.

O Sindaport enviou ofícios solicitando a vacinação para vários órgãos e autoridades, tais como, o governador João Doria, o secretário estadual de Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn, o secretário estadual de Segurança Pública general José Camilo Pires de Campos, o prefeito de Santos Rogério Santos, o secretário municipal de Assuntos Portuários Júlio Eduardo dos Santos, o secretário municipal de Segurança Sergio Del Bel Júnior.

Além das autoridades, o sindicato também entrou em contato com a Deputada Federal Rosana Vale (PSB), o vereador Benedito Furtado (PSB) e os deputados estaduais Paulo Corrêa Jr (DEM) e Tenente Coimbra (PSL), que também foi contatado pela Associação Profissional da Guarda Portuária (Aprogport).

O Sindaport também ingressou com uma Ação Civil Pública na Justiça, com pedido de tutela de urgência, que foi negada pela 1ª Vara da Fazenda, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

“A participação do deputado Tenente Coimbra foi fundamental e precisa ser destacada. Agora que o pessoal da Guarda Portuária vai tomar a vacina merecidamente, precisamos vacinar os outros trabalhadores que não fazem parte da Susp”, destacou o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos.

"É uma conquista do Sindicato e da categoria. Nós nos mobilizamos, fizemos protestos. A categoria ficou mobilizada. Foi o reparo de uma injustiça. A gente lida com os navios e com toda comunidade portuária", disse Edilson de Paula Machado, guarda portuário e diretor-social do Sindaport.


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quarta-feira, 7 de abril de 2021

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GUARDAS PORTUÁRIOS PROTESTAM REIVINDICANDO DIREITO A VACINAÇÃO EFETUADA PELO ESTADO AOS INTEGRANTES DA SEGURANÇA PÚBLICA

 

Foto: Carlos Nogueira / Jornal A Tribuna

A reivindicação ocorreu porque a categoria, mesmo fazendo parte do SUSP- Sistema Único de Segurança Pública, não foi contemplada com a vacina

Na tarde de ontem (06), os guardas portuários do Porto de Santos, no litoral de São Paulo fizeram uma manifestação para reivindicar o direito de se vacinarem contra a Covid-19, assim como outros profissionais da segurança pública. O ato aconteceu em frente a sede da Autoridade Portuária de Santos, no bairro Macuco.

Na segunda-feira (05) começam a ser vacinados 180 mil profissionais de segurança em todo o Estado de São Paulo. São profissionais da ativa das polícias Civil, Militar e Técnico-Científica, Corpo de Bombeiros, Agentes Penitenciários, Guardas Civis Metropolitanos, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e da Fundação Casa. Em 10 dias, praticamente todos desta população dos profissionais de segurança estarão vacinados.

A reivindicação ocorreu porque a categoria, mesmo fazendo parte do SUSP- Sistema Único de Segurança Pública, instituído pela Lei Nº 13,675 no dia 11 de junho de 2018, não foi contemplada com a vacina. A Guarda Portuária também faz parte do Conselho de segurança do Município de Santos (CONSEM), do Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social e da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos e Vias Navegáveis (Cesportos-SP).

Apenas duas cidades no Estado de São Paulo têm Guarda Portuária, Santos, com cerca de 300 integrantes, e São Sebastião, com aproximadamente 30 guardas.

Segundo Everandy Cirino, presidente do Sindaport - Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo, que representa a categoria no estado, A Polícia Militar (PM) recebeu 8.000 doses de vacina, quando o efetivo é em torno de 6.000. O sindicato colocou à disposição o ambulatório médico para efetuar a vacinação.

Contatos                                   

Segundo Cirino, o sindicato enviou ofício ao Governador do Estado, João Dória, e em entrou em contato o secretário de saúde do estado de são Paulo, e está aguardando o retorno das autoridades. O sindicato também efetuou vários contatos políticos, com vereadores e deputados estaduais.


Ação Civil Pública

O Sindaport também entrou ontem, no Tribunal de Justiça do Estado com uma Ação Civil Pública, com pedido de liminar com tutela de urgência, citando a Prefeitura Municipal de Santos e o Governo do Estado, para declarar aos integrantes da Guarda Portuária o direito de serem imunizados com a vacina, em conjunto com as demais forças policiais do país, atendendo ao Plano Nacional de Vacinação, produzido pelo Ministério da Saúde.

Prefeitura de Santos

Em nota, a Prefeitura Municipal de Santos afirma que segue o Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19. Tanto o envio das doses como a determinação dos respectivos públicos-alvo a serem vacinados são responsabilidades do Governo do Estado.

Casos                               

Desde o início dessa pandemia a Guarda Portuária não parou, trabalhando inclusive em regime extraordinário.” Em Santos já tivemos 20 casos de guardas portuários afastados por Covid, inclusive o primeiro caso no porto foi de um guarda portuário, que teve contato com um tripulante filipino. Todos que entram no porto passam pela Guarda Portuária”, disse Cirino.


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segunda-feira, 15 de abril de 2019

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ENCONTRO REÚNE EX-GUARDAS PORTUÁRIOS DO PORTO DE SANTOS



Fatos antigos foram lembrados por quem fez história no Porto de Santos
Na última sexta-feira (12) ex-guardas portuários do Porto de Santos se reuniram no ginásio de esportes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP).
A churrascada, organizada pelo guarda portuário José Carlos Evangelista, reuniu cerca de 70 (setenta) ex-integrantes da categoria, com 50, 60, 70 e alguns até com até mais de 80 anos de idade. Estiveram presentes guardas portuários, rondantes, inspetores e gerentes, alguns ainda na ativa e outros já aposentados.

O evento proporcionou o reencontro de vários companheiros, alguns deixaram a companhia a cerca de 30 (trinta) anos. Fatos antigos foram lembrados por quem fez história no Porto de Santos.
Histórias
Quem esteve presente pôde ouvir o rondante Waldemar “Tiroteio”, recordar a rivalidade da Guarda Portuária com a Polícia Marítima, órgão do estado que atuava dentro do porto. Pôde também ouvir as histórias do guarda portuário Jaime “Terror”, relembrando o tempo em que a Guarda Portuária trabalhava sem a tecnologia do controle de acesso existente atualmente. “o guarda portuário ficava de pé, ao lado do portão de entrada de veículos, e identificava dezenas de trabalhadores que acessavam o cais, e sabia tudo o que acontecia a bordo dos navios”, disse ele.
O inspetor Alaor relembrou os tempos do Grupo de Operações Especiais – GOE, quando na maior troca de tiros da história do porto, dois elementos foram mortos no Navio Isomeria, em 9 de janeiro de 1998.
Som
O Encontro foi abrilhantado pelo grupo de pagode “Serginho Zimbauê e banda”, que conta com a participação do ex-guarda portuário Ariones . Nos intervalos alguns se arriscaram no Karaokê.


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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

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GUARDAS PORTUÁRIOS DO PARÁ E AMAPÁ REALIZAM AÇÃO SOLIDÁRIA NO NATAL




Cestas básicas e brinquedos foram distribuídas a crianças carentes
No último sábado (23), alguns guardas portuários do Pará se mobilizaram e realizaram uma ação solidaria na comunidade carente de “Canarinho”, área invadida do Conjunto Tapajós.

A distribuição de brinquedos e cestas básicas aconteceu a partir das 9h em uma das casas da Rua Augusto Montenegro, onde uma grande fila foi organizada. As crianças além dos presentes ainda receberam lanche.

Amapá
No Amapá um grupo de guardas portuários também recolheu várias cestas básicas, que foram doadas a pessoas necessitadas.



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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

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PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL REALIZA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OS AGENTES DA GUARDA PORTUÁRIA




O objetivo do curso é capacitar os agentes para exercerem suas funções em toda a área portuária

A Administração do Porto de São Francisco do Sul (APSFS) iniciou no dia 31 de outubro, o Curso de Formação para agentes da Guarda Portuária, aprovados no concurso público realizado em 2014.
O objetivo do curso é capacitar os agentes para exercerem suas funções em toda a área portuária, mantendo a ordem, disciplina e segurança dos usuários, mercadorias, veículos e patrimônio do Porto de São Francisco do Sul.

“O trabalho dos agentes da Guarda Portuária é imprescindível: inclui o policiamento de toda área do porto, a fiscalização e atendimento às ocorrências, o cumprimento de normas e legislação, orientação preventiva, revista de pessoas, bolsas e veículos e comunicação com autoridades externas relacionadas à segurança portuária” explica Jerson Luiz Pegoraro, Gerente de Segurança Portuária do Porto.

A nomeação dos classificados no concurso foi publicada no diário oficial do dia 16 de agosto. Os 40 agentes classificados tiveram até o dia 16 de outubro para se apresentarem, no entanto, apenas 36 assumiram suas vagas. O curso de capacitação vai se estender até o dia 7 de dezembro.
Simulado

Na semana passada, os guardas portuários participaram do exercício simulado de salvamento e combate ao incêndio realizado no porto.
Viatura


Na última quinta-feira (09) a APSFS recebeu a viatura que será utilizada pela Guarda Portuária, recém-formada, para o policiamento do porto. Anteriormente, a segurança do porto era exercida por empresa de segurança privada.



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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

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GUARDAS PORTUÁRIOS DENUNCIAM DIMINUIÇÃO DO EFETIVO E SUPRESSÃO DE POSTOS NO PARÁ




O quadro caótico vem comprometendo sensivelmente a segurança pública nos portos do Pará

No dia 27 de janeiro, uma petição assinada por vários guardas portuários, foi protocolada no MPT-PA (PP 000151.2017.08.000/0) denunciando o quadro caótico que vem comprometendo sensivelmente a segurança pública dos portos administrados pela Companhia Docas do Pará (CDP)
Denúncia a ANTAQ
Anteriormente, no mês de agosto de 2016, foi realizada uma denúncia a ANTAQ - Agência Nacional de Transportes Aquaviários, em virtude da CDP não acatar normas, resoluções e decretos estabelecidos por parte daquela agência reguladora, estando se eximindo de suas responsabilidades enquanto Autoridade Portuária (Resolução 3.274/2014, Art. 3º, d); Art. 32, XXXVIII)
Diante da denúncia, a ANTAQ instaurou o processo público nº 50300.010102/2016-01, no intuito de apurar a diminuição drástica do efetivo e a supressão de postos da Guarda Portuária, solicitando providências e fiscalização ao coordenador da Comissões Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos), no Pará, quanto ao descumprimento dos Planos de Segurança aprovados (oficio nº 419/2016/UREBL/SFC-ANTAQ, Belém, 21 de setembro de 2016).
No ofício, a ANTAQ, solicitava uma fiscalização para apurar a denúncia de que a CDP alterou equivocadamente os Planos de Segurança dos portos que administra, cujas emendas, embora acatadas pela Cesportos, visavam apenas esvaziar e retirar o objeto da denúncia feita a Antaq em agosto de 2016.
Essas emendas foram realizadas sem qualquer análise de riscos, precarizando sensivelmente a segurança pública dos portos administrados pela CDP.
Em uma dessas emendas ao Plano de Segurança, os auxiliares portuários passaram a ser citados nos postos onde antes atuavam também os guardas portuários, porém a função dos auxiliares, dentre outras, é atracar e desatracar embarcações, portanto, não fazem vigilância e segurança pública portuária, cujas mesmas são ações e procedimentos necessários ao desenvolvimento normal das atividades portuárias, com o propósito de prevenir e evitar atos ou omissões danosas que afetem as pessoas, cargas, instalações e equipamentos na área portuária, sendo estas ações e procedimentos de competência exclusiva da Guarda Portuária.
Denúncia ao MPT
Em virtude da inércia do processo em trâmite na ANTAQ, os guardas portuários fizeram uma nova denúncia, em 03 de agosto de 2017, dessa vez solicitando a intervenção do Ministério Público do Trabalho do Estado do Pará (MPTE-PA), para recuperar e reintegrar os guardas portuários aos seus postos de trabalho, bem como, que este MPT determine à CDP à prover o efetivo de guardas portuários por turno de serviço conforme o quantitativo definido nos planos de segurança de cada instalação portuária, de acordo com os efetivos do dia das visitas da Cesportos e Conportos que certificaram, com a Declaração de Cumprimento, essas instalações e, portanto, com os efetivos de antes das emendas propostas pela CDP e acatadas pela Cesportos,
Nova manifestação dos guardas
Diante das considerações apresentadas pela CDP na sua defesa, negando todos os fatos, a pedido do MPT, nova petição foi feita pelos guardas em resposta à manifestação da empresa, sendo esta protocolada em 08 de setembro desse ano.
Manifestação dos Sindicatos
Diante de um grande debate e precisando concluir seu convencimento, o MPT solicitou manifestação dos sindicatos representativos dos empregados da CDP, onde apenas o Sindicato da Guarda Portuária do Pará e Amapá (SINDIGUAPOR) apresentou petição, protocolado sob o nº120309.2017, Protocolo: 2.08.000.607184/2017-91, IC 000533.2016.08.000/8,
A manifestação do SINDIGUAPOR se coaduna com denúncia dos guardas portuários, inclusive solicitando esta entidade de classe, a realização de novo concurso público para o preenchimento de 44 novas vagas, já tendo inclusive o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) autorizado o aumento do quadro de 441 para 490 funcionários, onde 06 vagas para analista portuário (advogado) já está em curso.

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domingo, 28 de agosto de 2016

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GUARDAS PORTUÁRIOS PARTICIPAM DE PROVA ESPORTIVA EM SALVADOR




Guarda Portuário participa do Desafio Bike and Run e sobe ao pódio
Os guardas portuários Esdras Nunes e Isac Macedo participaram nesse domingo (28), do I Desafio Bike and Run Pelourinho, em Salvador, na Bahia.
A largada ocorreu às 7h, na Praça Municipal, passando por diversos pontos turísticos do Centro Histórico de Salvador, como Mercado Modelo, Praça Castro Alves e Pelourinho, em vias de asfalto e paralelepípedo, e mais passagens em ladeiras. A proposta da competição é colocar Salvador no cenário de esportes radicais do Brasil.
Isac Macedo e Esdras Nunes trabalham no Porto de Salvador
Esdras Nunes subiu ao pódio na categoria em que disputou num um percurso de 16,5 km. "A prova foi muito bem organizada, trechos muito técnicos, encarei muitas subidas e o piso era extremamente irregular, mas me diverti muito, gostei do desempenho, estou ainda em busca de crescer sempre no esporte", disse Esdras.
A competição inédita na cidade foi promovida pela Prefeitura de Salvador, através da Empresa Salvador Turismo (Saltur) e do Movimento Salvador Vai de Bike. O Bike and Run foi organizado pela ATP Run Gestão Esportiva e contou com o apoio da Federação Baiana.

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