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terça-feira, 5 de novembro de 2013

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RECEITA DEDERAL APREENDE 27 MIL GUARDA-CHUVAS NO PORTO DE SUAPE


Também foram apreendidos 1.800 relógios avaliados em R$ 10 mil.

Produtos apresentam indícios de que são falsificados.




A Receita Federal em Pernambuco apresentou na última sexta-feira (1º) os detalhes de uma apreensão de 27 mil guarda-chuvas sob suspeita de serem falsificados.  Os artigos, avaliados em aproximadamente R$ 70 mil, traziam imagens de personagens cujos direitos de uso pertencem à Disney, como o Ben10 e princesas famosas como Branca de Neve, a Pequena Sereia e Cinderela. Também foram apreendidos 1.800 relógios, igualmente suspeitos de falsificação, com a marca Tommy Hilfiger, que juntos somam quase R$ 10 mil.

Os produtos vieram da China e foram descarregados no Porto de Suape, no Litoral Sul. No total, as mercadorias estão avaliadas em R$ 80 mil.

As mercadorias são de diferentes importadores e possivelmente seriam comercializados em Pernambuco, segundo a Receita Federal.

As empresas que possuem os direitos das marcas foram contactadas pela Receita Federal para que haja uma verificação da autenticidade ou não dos produtos apreendidos.

A Receita informou que a apreensão foi fruto do trabalho de repressão ao contrabando da Alfândega de Suape que, por meio de ações de planejamento e inteligência, tem intensificado a fiscalização de cargas consideradas suspeitas.



Alfândega

O inspetor-chefe da Alfândega de Suape, Carlos Eduardo da Costa Oliveira, explicou que as empresas importadoras são pernambucanas e já realizaram outras transações internacionais. No caso da mercadoria dos guardas-chuvas, até então estamos tratando como retenção. Trata-se de um problema entre duas empresas, a Disney e a importadora. Se os representantes legais da primeira atestar que os itens são falsificados, o importador passar a constar na nossa lista de fiscalização mais rigorosa, comentou.

No caso dos relógios, advogados da Tommy Hilfiger já informaram que se trata de artigo falso. As cargas foram fiscalizadas a partir de uma série de cruzamento de dados, como rotas e natureza do carregamento, que potencializaram a possibilidade de alguma irregularidade. O que mais chamou atenção no caso dos guarda-chuvas foi o volume, de 27 mil itens, bastante alto, pontuou Oliveira.

Apesar de oriundas da China, o inspetor-chefe afastou a possibilidade de haver uma rota estabelecida de mercadorias falsas ou um conluio entre empresas locais, fazendo de Suape porta de entrada de mercadorias falsas. Um dos motivos para isso é que os casos de apreensão são pulverizados e atingem mercadorias de diferentes tipos.

No final de agosto, por exemplo, a Alfândega de Suape registrou a apreensão de milhares de artigos eletroeletrônicos escondidos em caixas de som importadas da China. Foram encontrados pen drives, chips de memória, leitores desses cartões de memória, capas para celular e acessórios para iPhone.

Somente no primeiro semestre de 2013, a Receita Federal do Brasil registrou R$ 139 milhões em apreensões no Porto de Suape. Porém, cerca de 50% foi por abandono de carga.

Fonte: G1/ Diário de Pernambuco / Sindafisco
Edição: Segurança Portuária Em Foco







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