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terça-feira, 1 de setembro de 2015

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SINDICATOS DE CAMINHONEIROS PEDEM ESCOLTA DA GUARDA PORTUÁRIA EM PARANAGUÁ




A falta de estrutura sanitária e de segurança pública, bem como o fluxo rodoviário de carga e descarga nas imediações do Porto de Paranaguá, foram os temas debatidos na audiência pública realizada na manhã da última segunda-feira (31) no Plenarinho da Assembleia Legislativa, por proposição da Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário de Cargas, coordenada pelo deputado Nelson Luersen (PDT). O encontro contou com a participação de representantes da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), da Polícia Militar, da Guarda Portuária de Paranaguá e de sindicatos dos transportadores e motoristas.
O tema em destaque foi a segurança dos motoristas de caminhão e das cargas que transportam no Porto de Paranaguá. A abertura da audiência foi feita pelo presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB). Em seu discurso, Traiano ressaltou que a audiência deve contribuir para que se encontrem soluções que possam amenizar os problemas existentes nas proximidades do Porto de Paranaguá. “Esse encontro não gerou confronto entre a superintendência do porto e a Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário de Cargas. Pelo contrário. O trabalho da frente vai buscar alternativas que possam melhorar a condição de atendimento àqueles que recorrem ao Porto de Paranaguá, fazendo a intermediação entre a administração do porto e os sindicatos que representam transportadores e motoristas”, afirmou.
Reclamações

De acordo com Luersen, as principais reclamações por parte dos motoristas de caminhão são em relação aos constantes assaltos sofridos durante a espera na fila para ingresso no porto e à falta de banheiros. “O ponto crítico é após a saída do pátio de triagem em direção à descarga. Neste ponto há muitos problemas de assaltos e roubos. Usuários de drogas levam cargas e até comida dos caminhoneiros. Sem contar a falta de estrutura nos pátios de descarga, que não têm um banheiro para que os motoristas usem durante a espera”, ressaltou. “Escutamos todos os envolvidos nesse processo e agora vamos sentar para decidir quais os passos a seguir para tentar solucionar esses problemas”, concluiu.
Deputados que integram a Frente visitaram o porto há alguns dias a pedido dos sindicatos de caminhoneiros e das transportadoras e constataram, segundo o coordenador da Frente, o deputado Nelson Luersen (PDT), que falta estrutura nas imediações do porto, por exemplo, sinalização e banheiros adequados, além de espaço para permanência dos caminhoneiros no local.
Os representantes dos sindicatos de caminhoneiros de diversas regiões foram ouvidos durante a audiência. Eles pediram, desde escolta da Guarda Portuária aos motoristas, até melhorias no acesso ao pátio de triagem. Afirmaram que, em cinco anos houve muitos avanços, mas algumas situações ainda precisam ser resolvidas. Elogiaram o “Carga on line”, um programa de agendamento antecipado, que fez diminuir as filas nas rodovias. O maior problema atualmente, segundo Plínio Nestor Dias, presidente do SINDITAC (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de São José dos Pinhais) o maior problema atualmente está na saída do pátio de triagem. O motorista só pode permanecer no local por 24 horas. Tempo insuficiente, porque, em seguida, ele precisa seguir para os terminais de descarga. E nessa saída, o número de caminhões é alto. Cerca de 50 veículos por vez. Chegando aos terminais, formam-se filas em função da demora de outros caminhoneiros para descarregar. E é nesse momento que acontecem os assaltos. Com isso também, são aplicadas multas e quem paga são os próprios caminhoneiros, segundo Plínio.
O presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de São José dos Pinhais, Plínio Nestor Dias, também falou sobre o problema de falta de segurança vivido pelos motoristas que aguardam nas imediações do Porto de Paranaguá para descarregar. “Muitas vezes o caminheiro tem parte de sua carga roubada por usuários de drogas e mesmo com o boletim de ocorrência em mãos, ele paga a diferença na carga roubada. Isso é uma injustiça. E não está difícil de resolver esses problemas. Está fácil. Basta unir forças”, reforçou.
O diretor-presidente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Luiz Henrique Dividino, informou que as melhorias feitas no porto têm facilitado o escoamento da safra, que vem crescendo ano a ano. E se colocou à disposição dos sindicatos para buscar uma solução para o que ainda precisa ser feito.

Além do coordenador Nelson Luersen, outros 22 parlamentares integram a Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário de Cargas na Assembleia Legislativa. Participaram da audiência os deputados Requião Filho (PMDB), Schiavinato (PP) e Tião Medeiros (PTB).
Fonte: ALP / Guarda Portuária-PR


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2 comentários:

  1. PENSO QUE SEJA UMA BOA PARA A INSTITUIÇÃO GUARDA PORTUÁRIA DO BRASIL ESSE PEDIDO
    DE ESCOLTA FEITO PELOS CAMINHONEIROS. TEMOS QUE BUSCAR RECONHECIMENTO E VISIBILI-
    DADE E ISSO SÓ SE CONSEGUE COM AÇÕES DE PATRULHAMENTO E OUTRAS DESTE TIPO QUE
    NOS SITUEM COMO FORÇA DE SEGURANÇA . ISSO TEM QUE SER BUSCADO POR TODOS OS ESTA-
    DOS BRASILEIROS COM AFINCO E COM OS SINDICATOS BUSCANDO UMA GUARDA PORTUÁRIA OPE-
    RACIONAL E QUE FAÇA REALMENTE A SEGURANÇA DOS PORTOS DO BRASIL.
    POR ISSO É IMPORTANTISSIMO QUE SE BUSQUE URGENTEMENTE O REAPARELHAMENTO DAS GUARDAS COM ARMAS , VIATURAS ETC...
    DO JEITO QUE ESTA , INFELIZMENTE , NÃO DA PARA ESCOLTAR NEM UM CARRINHO DE PICOLÉ.
    VAMOS ACORDAR , VISTO QUE ESSE GOVERNO DESARMOU JÁ PRATICAMENTE TODA A GUARDA
    PORTUÁRIA DO BRASIL .
    ISSO É INACEITÁVEL E NOS COLOCA EM SITUAÇÃO PERIGOSA EM RELAÇÃO ATÉ MESMO A NOSSA
    SOBREVIVENCIA COMO FORÇA DE SEGURANÇA.

    GP ALEXANDRE - ES

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  2. A FALTA DE ESTRUTURA PORTUÁRIA É REALIDADE EM TODAS AS DOCAS DO BRASIL.
    MAS A QUESTÃO DA ESCOLTA OU MESMO DE RONDAS DA GUARDA PORTUÁRIA PARA
    PROTEÇÃO DE CAMINHÕES E DE CAMINHONEIROS , ME PARECE UMA BOA , PARA NÓS
    COMO INSTITUIÇÃO , DESDE QUE TENHAM OS GUARDAS ESTRUTURA , EFETIVO E AR-
    MAMENTO , SIM ARMAMENTO , JÁ QUE EM VEZ DE UM INCREMENTO DE MELHORES E
    MAIS ARMAMENTOS O QUE TEMOS VISTO É QUE ESSE GOVERNO PETISTA ESTÁ É DE-
    SARMANDO AS GUARDAS , NÃO SEI O A SITUAÇÃO DO PARANÁ.

    GP ALEXANDRE -ES

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