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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

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AFRICANO TENTA ENTRAR DE FORMA CLANDESTINA PELO PORTO DE SANTOS




Ele estava no navio Saturnus, de bandeira norueguesa, que atracou no cais.
Candestino está com malária, afirma Anvisa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou o navio Saturnus, atracado provisoriamente no Terminal 37 do Porto de Santos, depois que um africano clandestino foi encontrado a bordo. Trata-se de um camaronês, de 22 anos, que embarcou escondido entre sacas de arroz durante operação no cais de Duala, na República de Camarões.
A suspensão das atividades ocorre para confirmar a segurança sanitária da embarcação, dos tripulantes e do viajante ilegal. O rapaz é precedente uma região endêmica da malária e, por isso, foi submetido a exames na tarde de terça-feira (17).
O cargueiro, de bandeira norueguesa, vai movimentar, segundo informações da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), 48.235 toneladas de açúcar a granel no cais do Armazém 16.
Quanto ao camaronês, a Polícia Federal irá retirá-lo de embarcação assim que houver a liberação definitiva da agência sanitária. Os antecedentes, assim como a identidade, serão confirmados com o consulado do país de origem e dependendo do que for constatado, ele poderá ser enquadrado como refugiado. Do contrário, será deportado para a África.
A Anvisa informou, por meio de nota, que seguiu os procedimentos estabelecidos para a ocasião. Segundo a agência, o fato de um clandestino estar a bordo não a força impedir a entrada dessa embarcação no Porto de Santos. No entanto, estabelece o bloqueio de operações até que esteja comprovada a segurança sanitária - o que deve ocorrer nesta quarta.
Candestino está com malária, afirma Anvisa
A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que permanece com a interdição na embarcação, atracada provisoriamente no Terminal 37.
Os resultados dos exames no qual ele foi submetido saíram na manhã desta quarta-feira (18). Segundo a agência, foi detectado que ele contraiu a doença, endêmica do país de origem dele, apesar de não apresentar sintomas. Diante do quadro, um novo protocolo foi acionado e o cargueiro permanece inoperante no cais santista.
A partir das 13 horas, uma equipe paramentada da Anvisa embarcará no navio para realizar outros exames a bordo. O objetivo é verificar se há tripulantes também doentes e que precisem de algum atendimento especial. Por essa razão, ainda não há previsão para que a Polícia Federal assuma o caso e possa dar continuidade aos trâmites da imigração ilegal.
A malária é uma doença transmitida por mosquitos de pessoa infectada para pessoa não infectada. Entre os sintomas, estão os calafrios e febres, além de dores pelo corpo, e, por isso, muitas vezes é confundida com uma gripe comum. No Brasil, os casos estão concentrados na região Amazônica, devido ao clima característico local.
Comandante disse que não havia sinais de doenças
Durante a viagem, o comandante da embarcação deu garantias documentadas às autoridades brasileiras de que não havia sinais de doenças a bordo. Por isso, o Saturnus, entrou no complexo portuário normalmente, por volta das 10 horas, mas como teria que aguardar a vistoria e o resultado do exame, atracou em um cais inoperante, diferente daquele inicialmente planejado.
Para a Polícia Federal, o comandante informou que encontrou o clandestino no último dia 4, quase uma semana depois de ter partido do cais da República de Camarões. O rapaz, que afirmou ser estivador naquele país, estava escondido no forro do teto de um dos compartimentos sociais. Foi alimentado e ficou sob a supervisão da tripulação.
A alegação é que o camaronês queria "oferecer uma vida melhor à família", conforme o relato. O objetivo era conseguir salário superior a U$ 1 mil, incapaz, segundo ele, de ser obtido no porto de Duala. O clandestino disse, ainda, que já esteve ilegalmente em outros portos nacionais e estrangeiros, em outras ocasiões, e afirmou não ter histórico policial.
Fonte: Jornal A Tribuna.



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