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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

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IRREGULARIDADE EM CARGA VIRA CASO DE POLÍCIA NO PORTO DE SANTOS


Terminal Açucareiro da Copersucar (Foto: Reprodução Portal JornalCana)

Segundo o laudo da empresa, a análise constatou a presença de 917 mg/kg de impureza, quando o máximo permitido é de 500 mg/kg

No dia 04 de julho, por volta das 09h50, a Guarda Portuária foi acionada para comparecer no Terminal Açucareiro da Companhia Auxiliar de Armazéns Gerais (Copersucar), localizado no Armazém XVI do Porto de Santos, litoral de São Paulo.
No local, o Inspetor de Segurança daquele terminal, Marcos Roberto da Conceição dos Santos, informou que a empresa havia recusado uma carga de açúcar à granel devido estar misturada com resíduos insolúveis com características de areia, segundo certificado de análise efetuado pela empresa Inspectorate.
Segundo o laudo da empresa, a análise constatou a presença de 917 mg/kg de impureza, quando o máximo permitido é de 500 mg/kg. A carreta estava carregada com 1.460 kg.
Segundo João Eduardo Rodrigues, condutor do conjunto mecânico que transportava a carga, o carregamento havia sido efetuado na Usina Rio Pardo, e que desconhecia a origem destes resíduos, informando ainda que a última carga que ele transportou foi calcário a granel, não efetuando a lavagem do seu basculante antes de receber a carga de açúcar.
O engenheiro de segurança do trabalho do Terminal Copersucar, Gustavo de Oliveira Alves Queiroz, solicitou ao coordenador da Guarda Portuária Robson, que a ocorrência fosse apresentada na Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur), para onde as partes foram encaminhadas. Naquela repartição policial, após tomar ciência dos fatos, a delegada Martha Luzia Mendonça Virgine elaborou o Boletim de Ocorrência (BO) nº 582/2016, acionando o Instituto de Criminalística a fim de fazer um exame pericial para viabilizar a tipificação dos fatos e adotar as providências cabíveis.
O registro de ocorrência de irregularidade no transporte de carga a granel é comum no Porto de Santos, no entanto, infelizmente, são poucas as vezes que o caso é registrado em âmbito policial, podendo vir a caracterizar uma fraude. Na maioria das vezes é feito o registro somente pela Guarda Portuária.

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