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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

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MOBILIZAÇÃO DOS PORTUÁRIOS PAROU PORTOS DO PAÍS


Guardas portuários utilizaram o movimento para também solicitar a aprovação da PEC 59/2007

Em defesa de direitos, trabalhadores dos portos paralisaram atividades por 24 horas


Os trabalhadores dos portos do país pararam as atividades por 24 horas no dia 30 de novembro. Isso porque, os trabalhadores e trabalhadoras estão indignados com a inflexibilidade do governo e dos patrões em não negociar a pauta das categorias dos portos. Eles também protestaram contra as retiradas de direitos da classe trabalhadora e do povo desde que o governo de Michel Temer assumiu a Presidência da República.
A paralisação fez parte da mobilização que envolveu todas as categorias dos portos. A união é fruto da organização da Unidade Nacional Portuária, composta pela Federação Nacional dos Portuários (FNP), Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e a Federação dos avulsos, a Fecconvib.
O movimento foi aprovado em plenárias regionais nos estados de Porto Alegre e Itajaí nos meses de agosto e setembro, e em Salvador e em Vitória, em outubro. Nas plenárias foram aprovadas paralisações, protestos e manifestações a nível nacional até que o governo e os patrões resolvam negociar as reivindicações das categorias.
Os trabalhadores exigem o cumprimento da Lei Portuária (12.815/2013) e da Convenção 137 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o fim de contratações irregulares e interveniência do governo para uma saída de negociação coletiva entre os as empresas operadoras dos Terminais de Uso Privado (TUPs) localizados fora da área dos Portos públicos e os trabalhadores. Eles também lutam pela recuperação da Previdência Complementar (Portus), contra a terceirização ilegal da Guarda Portuária e a privatização das Companhias Docas.
Pauta Nacional Unificada
Em conjunto com toda a classe trabalhadora, os portuários dizem não às propostas do governo de Michel Temer de retirada de direitos dos trabalhadores em geral, inclusive a ideia da prevalência do negociado sobre o legislado e alterações da CLT. Os trabalhadores também são contra as mudanças na Previdência Social, limite de idade, de 65 a 70 anos, para aposentadoria e a privatizações das estatais brasileiras. E contra os ataques que vem sendo deflagrado, por alguns parlamentares e setores do governo aos movimentos sociais e às organizações sindicais.
Esta foi a segunda paralisação do mês de novembro. A primeira aconteceu no dia 11, quando os trabalhadores e trabalhadoras dos portos integraram o Dia Nacional de Luta da Classe Trabalhadora em paralisações e manifestações de rua em todo o país. Nesse dia 30, participaram do movimento os trabalhadores e trabalhadoras dos portos de Rio Grande, São Francisco do Sul e Itajaí na região Sul; Porto de Salvador e Aratu na Bahia; Porto de São Sebastião em São Paulo; Porto do Rio de Janeiro; portos do Pará e do Rio Grande do Norte. 
Veja abaixo a manifestação nos portos:
Porto de Aratu-BA

Porto de Itajaí-SC

Porto de Itaguaí-RJ


Porto do Itaqui-MA


Porto de Natal-RN

Porto do Rio de Janeiro-RJ



Porto de Rio Grande-RS

Porto de Salvador-BA

Porto de São Francisco do Sul-SC

Porto de São Sebastião-SP

Terminal Petroquímico de Miramar-PA


Porto de Vila do Conde-PA



Porto de Vitória-ES

Fonte: FNP



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