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quinta-feira, 13 de julho de 2017

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APPA PROMOVE CAPACITAÇÃO PARA COMBATE A ACIDENTES AMBIENTAIS PARA TERMINAIS PORTUÁRIOS E ÓRGÃOS DO LITORAL




Os participantes foram apresentados às ocorrências possíveis de acidentes nas operações portuárias, suas frequências, quais técnicas são mais úteis para cada uma das situações e como identificar as consequências de todos os eventos

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) encerrou no dia 6, o curso de capacitação para comando na resposta de acidentes ambientais ministrado para todos os terminais e órgãos participantes do Plano de Área de Paranaguá e Antonina. O curso, chamado de “On Scene Commander”, é dedicado às pessoas que podem ter que comandar qualquer ação de combate a um acidente ambiental em mar, como vazamentos de óleo.
A capacitação conta com a presença de representantes de onze terminais (TEAPAR, Cattalini, Fospar, TCP, CPA, União Vopak, Rocha, Bunge, Transpetro, Álcool do Paraná), da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Capitania dos Portos, Ministério Público, FUNESPAR, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil.
A atividade, que tem certificação reconhecida internacionalmente, faz parte de uma série de medidas de prevenção que a Appa executa visando a segurança da cidade de Paranaguá e da sua baía. O objetivo da ação é garantir a melhor interlocução entre os responsáveis pela atuação direta nas emergências, seus coordenadores e os órgãos ambientais fiscalizadores e de controle, promovendo uma resposta célere minimizando os possíveis impactos a saúde humana, ao meio ambiente e as infraestruturas. 

No mês passado, mais de 60 funcionários da Appa, de terminais e de órgãos ambientais e de fiscalização da atividade portuária já tinham sido capacitados no curso de primeira resposta a acidentes ambientais. No primeiro semestre, a Appa também ofereceu um curso de capacitação para voluntários no atendimento da fauna petrolizada.
“Trabalhamos em várias frentes para proteger nosso bem maior que são as cidades do litoral paranaense e seu complexo estuarino. Ao mesmo tempo em que seguimos uma série de normas, investimos em segurança da navegação e operação, estabelecemos e cobramos procedimentos mais seguros que minimizam as chances de um acidente, também formamos pessoas mais capazes para responder a eventuais incidentes da maneira mais ágil, segura e correta possível”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino.
Nos últimos cinco anos, a Appa investiu aproximadamente R$ 35 milhões na área de meio ambiente. Os recursos foram aplicados em projetos de engenharia para o desenvolvimento ambiental, estudos ambientais, étnicos e arqueológicos para novos licenciamentos, planos de emergência, prontidão ambiental, saneamento e tratamento de efluentes, coleta e destinação de resíduos sólidos, monitoramentos de dragagens, controle de pragas e proliferação de vetores, varrição mecanizada de ruas e avenidas, recuperação de passivos ambientais, gerenciamento de emissões atmosféricas e de ruídos, gerenciamento de água de lastro dos navios, monitoramento da qualidade das águas e dos sedimentos, monitoramento da biota aquática, monitoramento da avifauna, monitoramento da atividade pesqueira, entre outros.
Para 2017 e 2018, a Appa investirá outros R$ 32 milhões em meio ambiente para dar continuidade aos mais de 40 projetos e programas que estão em andamento e no aprimoramento do trabalho já realizado.
Devido às ações e investimentos em meio ambiente, o Porto de Paranaguá evoluiu. Em 2010 ele tinha sido interditado por não ter licença de operação do Ibama na época. Mas a situação mudou. Deixou a última posição dos portos brasileiros no Índice de Desempenho Ambiental da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) em 2012 para a 3ª colocação, em 2016, em qualidade de serviços ambientais.
Treinamento

O curso teve duração de duas semanas. Nele, os participantes foram apresentados às ocorrências possíveis de acidentes nas operações portuárias, suas frequências, quais técnicas são mais úteis para cada uma das situações e como identificar as consequências de todos os eventos.

“Depois, nos últimos dias de capacitação, todos passam por um simulado, no qual, por exemplo, trabalham com todas as situações que acontecem em um incidente como este. Desde o cálculo da influência do vento e da maré no movimento da mancha de óleo até o gerenciamento do material de combate disponível”, afirma o gerente de operações da ALBriggs, empresa contratada para a execução da capacitação, John Cantlie.

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